Aventuras no Rio de Janeiro - Loucuras no último dia de Carnaval parte final
Baianinho após ter me recompensado após passar quase o dia interio fora, me animou para curtir a última noite de Carnaval.
Apesar dos olhares de Jeferson e seu negão comedor, eu estava tão maravilhado com a foda que tinha levado de Baianinho que nem liguei para o que ele estavam pensando.
Eu estava irradiante e empolgado pela forma como Baianinho estava feliz depois daquela foda.
Depois de comermos alguma coisa, Baianinho que que eu o ajudasse a se vestir para sairmos para a quadra.
Entramos no quarto e ele mandou que eu pegasse uma roupa pra ele no seu armário.
Ele era bem simples e tinha um armário que revelava um gosto simples, mas bem maculo.
Peguei uma camisa marrom e uma calca jeans, meia e tenis e uma cueca box branca.
Levei até ele na cama e ajudei ele a se vestir.
Passei a primeira perna da cueca na perna direita e depois na perna esquerda.
Pedi que ele levantasse um pouco para eu poder subir sua cueca.
Quando ele levantou, aquele pau despencou e deu uma lambada na coxa que fez até barulho devido ao peso.
Eu estava de joelhos e fui subindo a cueca e ao olhar pra cima fiquei com seu pau bem ao alcance da minha boca.
É lógico que a minha vontade era abocanhar e chupar ele até gozar, mas me segurei para dar um descanço para Baianinhose recuperar.
Embora seja duro pra mim também aquela rotina pesada de sexo, eu tnhoa vantegem de ter feito um papel mais passivo, ao contrário dele que tem sido tão ativo durante as fodas.
Além disso sabia que teríamos todo o sexo ao voltar pra casa mais tarde.
Ele estava perfeito, A camisa aberta exibindo aquele abdomem sarado dava um toque masculino e atraente em Baianinho.
Meu cú latejava de vontade mas me controlei.
Eu teria que ser criativo para me vestir, devido a escassez de roupas, mas Baianinho deu um jeito nisso.
Mandou chamar a irmã dele.
Conheci Cida que era uma negra com um corpão.
Cida me tranquilizou dizendo que trouxe bastante roupinha para eu sair confiante.
Eu vi ela jogando as roupas na cama e começou a me auxiliar.
Olha, eu só tenho calcinhas fio dental, odeio calcinha grande.
Experimenta essa aqui.
Quando olhei pra cama, vi uma langerie, que depois ela me falou que era do tipo Body, de cor azul marinho, eu quiz experimentar.
Ela me ajudou a vestir e adorei, pois me sentia menos nú que usando apenas calcinha fio dental.
Ela disse que ficou legar mem mim.
Me mostrou um shortinho Jeans parecido com o que eu tinha usado anteriormente, mas esse era puído e com as pernas com fios soltos.
Ficou muito justo e apertava meu pintinho, mas me senti confortável.
Ela era uma mulher grande e disse calcar 39, que era meu numero.
Seu pé era até feio e largo, o que ajudou a me adaptar aosseus sapatos, que já estavam amaciados.
Acabei tentando umasandália prateada, com muito brilho e um pequeno saltinho.
Tive que aceitar ajuda dela para me adaptar e poder caminhar com salto.
Me saí bem e rapidamente estava caminhando.
Porem, senti que rebolava muito e o Body enfiado na bunda roçava sobre meu cú e me deixava louco.
Mas saí do quarto e Baianinho elogiou a irmã e agradeceu a ajuda dela para me vestir.
Fomos para a quadra e chegando lá sentamos numa área com muitas mesas e tinham muitas meninas e caras negros.
Estranhei também que tinham muitos meninas loiras que pareciam ser riquinhas.
Os caras negros aos poucos iam formando casais com os caras negros e conforme as horas avançavam eu via varios casais sairem juntos.
Mas chegava cada vez mais gente e estava muito animado.
Eu queria curtir aquela noite de carnaval e exagerei na cerveja e logo estava bem soltinho.
Eu pedi a Baianinho para me deixar sambar um pouquinho.
Ele falou que puta dele não sambava sozinha e ele veio junto.
Eu não sabia sambar direito mas bebado eu não tava nem aí.
Eu comecei a ficar meio assanhado e me virei de costas pra Baianinho e comecei a esfregar a bunda no pau dele.
O cara começou a ficar de pau duro no meio da quadra e eu snetia o volume embaixo da calça dele.
Baianinho começou a me chamar de safada, puta e todo tipo de xingamento.
Eu estava muito fora de mim e esqueci que estava em puplivo.
Me virei e passei a mão em seu pau e falei sorrindo pra ele. Nossa, o que que é isso aqui.
Tem um pauzão duro embaixo dessa calça.
Ele ria e me respondia que sim.
E eu provocava Baianinho.
E esse pauzão tá querendo cuzinho, é?
Tá, ele tá sempre querendo cuzinho.
Olhei pra ele e falei. Aqui também, tem duas boquinhas famintas querendo muito levar pau.
Você não quer alimentar essas boquinha famintas não?
Olha, não faz assim não que eu foder você aqui mesmo na frente de todo mundo.
Vai nada, quero ver você me foder aqui na quadra.
Cara, você tá brincando com fogo, eu tô te falando, vou foder seu cú aqui mesmo.
Fiquei provocando ele e a quadra lotando, aquele aperto, todo mundo se apertando na rente do palco.
De repente ele sacou o pau pra fora e mandou eu pegar.
Não acreditei que ele estava realmente fazendo aquilo.
A sorte que estav tão apertado e todo mundo envolvido com a música e a bebida que pude pegar o pau de Baianinho que ninguem nem percebeu.
Eu tocava uma punheta no pau dele e o olhava nos olhos.
Que cara de safado a de Baianinho.
O filho da puta me fez tocar punheta pra ele na frente de todo mundo.
Continuei a provocar ele.
Olha, vai acabar gozando na minha mão assim.
Vou nada, vou é gozar no seu cú.
Vai nada, vai nada.
Ah é! Ele me virou de costas pra ele e desabotoou minha bermuda e começou a descer ela devagar.
Ele enfiou o dedo na parte de baixo do Body com se fosse um gancho e desenfiou ele da minha bunda e chegou pro lado.
O dedo dele me tocou bem na entrada do cu e ficou alisando a região.
Ah, eu tive que rebolar no dedo dele.
Não acreditei quando o dedo perdeu contato rapidamente e depois voltou a me tocar já todo molhado de saliva.
O filho da puta ia me foder ali mesmo.
Eu comecei a me mexer como se estivesse sambando, mas na verdade estava mais eé rebolando o cú no seu dedo.
Eu suava em bicas e arfava, não conseguia respirar dirento e senti ele afastar as bandas da minha bunda e senti a cabeça do pau dele na entrada do cú.
Ai, o que eu tinha feito. Ia ser fodido por Baianinho na quadra esmo.
Senti a cabeça força e ploft. entrou.
A mão de Baianinho me pegou pela cintura e senti a pica entrando devagar.
Continuoei a fingir que sanbava, tentando olhar se alguém havia percebido que eu estava levando pica ali na quadra.
Todos pareciam compenetrados e se divertindo.
Muita pegação no entorno.
Senti Baianinho começar a foder meu cú.
Eu morria de vergonha e tentava evitar fazer caras e bocas devido a sensação que o pau dele me provocava.
Passei a mão por baixo e toquei seus ovose comecei a estimular para ele gozar rapida e eu poder sair daquela situação vexaminosa.
Eu estava gemendo contido de tão gostoso que tava aquilo.
De repente Jeferson chegou com seu negão e mecumprimentou. Eu não conseguia nem falar pra ele sair e ele estranhou, perguntando se eu estava passando bem.
Como o som era alto ele teve que aproximar a boca do meu ouvido e inevitavelmente ele acabou vendo que Baianinho estava metendo a pica no meu cú ali na quadra.
Jeferso afastou um pouquinho e me olhou e balançou a cabeça para me indicar que tinha entendido o que estava acontecendo para eu estar daquele jeito.
Ele me olhou e aproximou e fez um gesto para eu segurar em seu ombro.
Ai eu agradeci em silêncio e usei seu ombro para me segurar pois Baianinho já me dava estocadas fortes o suficiente para me projetar a frente.
Foi providencial e assim tive suporte para aguentar levar pica até qu Baianinho gozasse no meu cú.
Ele tirou a pica e eu ajeitei o Body e fechei minha bernuda.
Perguntei a ele se eu podia ir pra casa para me lavar antes que a porra começasse a escorrer pela minhas pernas.
Ele autorizou e disse que iria mais tarde pra casa.
Subi até a casa com a porra de baianinho me lavando as pernas.
Entrei e fui direto pro banheiro e tomei um banho.
Deitei, estava com as pernas tremendo de tanto tesão e cansaço mistrurados.
Relaxei e apaguei.
Ja eram 4 da manhã quando acordei e ele já estava deitado aomeu lado.
Estava só de cuequinha box branca.
Estava muito gostos. Sua pele morena constratando com o branco da cueca box era um cojunto muito harmonioso.
Foi inevitável eu tocar seu pau por cima da cueca e ficar alisando.
Ele foi despertando devagar e me vui manipulando seu pau.
Ouvi ele dizendo.: Nossa, já vi putinha que gosta de pica, mas igual a vc tô pra conhecer.
Enfiei a mão por dentro da cueca e trouxe aquele monstro pra fora e comcei a beijar a a cabecinha.
Iniciei uma punheta e ele já foi se transformando.
Lambia do saco, passando pelo corpo até a cabeça, olhando ele nos olhos.
O pau pulsava de tesão.
Vendo que ele havia se recuperado, eu joguei o crop pra cima para ficar com a bunda virada pra ele e logo senti ele me enfiando o dedo no cú.
Eu sabia que estava acabando aquela fase da minha vida e queria ao menos me despedir devidamente.
Queria dar uma surra de cú no pau de Baianinho antes dele me despensar pela manhã.
Eu tinha visto diversas ligações do meu pai no celular e sabia que em breve ia ter que dar sinal de vida e voltar pra São Paulo.
Queria aproveitar o resto de tempo com aquele macho incrível que me mostrou os prazeres do sexo.
Assim que seu pau começou a verter aquele liquidozinho pela cabeça, eu sabia que ele estava pronto pra penetrar meu cú de novo.
Eu trepei em cima dele e encaixei o pau na entrada do cú. apoei nas suas coxas e sentei devagar no pau dele.
Meu cú engoliu cada centimentro do pau do Baianinho e eu gemi feito uma puta.
Baianinho ia dizer algo, mas eu olhei pra trás e fiz Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! com o dedinho na boca pra ficar mais sensual, deixa a mamãe cuidar de tudo, deixa.
Baianinho pra minha incredubilidade acatou.
Eu tive carta branca para foder o pau dele com meu cú.
Realente foi um surra.
Baianinho gemia de tesão e não aguentou por muito tempo e gozou dentro do meu cú.
Saí do pu dele e caí de boca deixando o pau limpinho.
Ele me olhou e disse. Cacá, você não existe mesmo, ô puta gostosa.
Eu ri e cai ao lado dele, abracei seu peito e dormir assim novamente.
No outro dia, meu pai me ligou e eu disse que iria embora a tarde.
Ele perguntou se ue tinha pego umas meninas cariocas no Carnaval.
Eu apenas falei: Ô! e como.
Mal sabe ele que o filho dele tinha entrado era na pica de um negão durante três dias de Carnaval e estava coompletaente apaixonado pelo macho, a ponto de admitir se um convite viesse da parte de Baianinho, acho que eu voltaria para passar outras temporadas com ele ou talvez até aceitar ser fêmea fixa dele, de tão apaixonado que eu estou por esse macho.
Mas vaou continuar minha experiências para voces entenderem o que aconteceu da minha vida.
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