Aventuras no Rio de Janeiro - Loucuras no último dia de Carnaval
Baianinho passou quase o dia interio fora e a sua volta iria me mudar definitivamente.
Estranhamente, ao ver Baianinho sair logo pela manhã, me fez pensar novamente o que estava acontecendo comigo.
Poderia me sentir aliviado por aquele homem negro, que embora tenha me dado na noite passada a melhor experiência sexual da minha vida, mas que não podia esquecer, também me dispensou um tratamento desumano, me batendo e fodendo meu cú de todas as formas, passaria horas fora. Mas, eu por dentro me lamentava muito, a ponto de ficar com os olhos marejados e um nó na garganta por ter que deixá-lo ir.
Quando Jeferson deu o recado que seu macho ordenou, eu fiquei com ódio dele por fazer Baianinho levantar da cama sem me dar a chance de agradecê-lo pelo melhor sexo que eu tinha feito na vida.
Vi Baianinho entrar naquele banheiro e lamentei não poder estar com ele, dando-lhe um banho merecido, lavando seu pau com todo carinho e dedicação que merece.
Quem sabe poder ser penetrado por ele no box daquele banheiro, enquanto a áqua quente escorresse pelos nossos corpos.
Ter a chance de agradá-lo e levar um café na cama e apreciar seu corpo nu enquanto estivesse tomando seu dejejun.
Jeferson era odiado por mim por ser o portador daquela mensagem que retirou tudo isso de mim.
Mas fiquei com Jeferson ali na casa e mais uma vez me abri para ele.
Contei-lhe como Baianinho parece ter feito amor comigo na cama na noite anterior.
Jeferson ouvia tudo e me parabenizava por ter conseguido fazer Baianinho me tratar dessa forma. Logo ele que era conhecido por humilhar seus viados de forma degradante.
Contei-lhe que nem tudo foram flores. Que Baianinho tinha me batido muito antes de ter esse comportamente.
Jeferson falou que isso não era bom. Macho como Baianinho quando descobri que pode bater em sua fêmea, normalmente usa isso para punir qualquer compotamento ue o desagrade.
Ele me perguntou se eu havia feito algo para deixar ele irritado a ponto de ele ter que me bater.
Pensei muito e respondi no início eu até achava injusto e desnecessário aquela violência gratuita.
Mas depois Baianinho me explicou porque eu estava apanhando dele e após refleti, vi que realmente havia forçado a barra.
Baianinho não tinha culpa por estar cumprindo seu papel de homem.
Eu estava muito excitado com Baianinho e me excedi e praticamente eu o forcei a me foder na posição que eu queria,quase que querendo controlar a foda.
Depois refleti bem e pensei que macho nenhum gosta de ser manipulado por sua fêmea.
Eles precisam ser entendidos como a parte ativa do sexo.
Ele só me queria manter passivo e obediente, que foi um direito que ele conquistou naturalmente, apenas se impondo a mim.
Eu havia cedido este controle a ele, quando não tive forças para impedir ele de penetrar meu cú com seu pau a primeira vez.
Para, para de me contar essas coisa, que acho que vou gozar se ouvi algo mais.
Deixa de ser bobo Jeferson.
Eu nem queria nada disso pra minha vida.
Queria era estar em São Paulo, levando minha vida de universitário, correndo atrás de umas meninas e medivertindo.
Mas não consigo mais para de pensar no Baianinho me fodendo como ele fez esta noite.
Ele fez com tanta paixão que acho que enfim eu o aceitei como homem.
Acho que não dá mais para voltar a ter a vida que eu tinha.
Acho que nem quero mais, para falar a verdade.
Acho que se ele chegar hoje e falar para eu ficar aqui com ele, eu sou capaz de aceitar.
É, amor de pica onde bate fica, diz o ditado.
Para seu bobo, fica de brincadeira, mas a coisa ficou mais séria do que eu queria.
O que eu faço Jeferson.
Comecei a chorar de repente.
Jeferson veio e me abraçou e falou calma amigo.
Deixa as coisas seguirem seu rumo.
Não vai se apaixonar pelo primeiro macho que fodeu seu cú.
Tenho certeza que daqui a pouco Baianinho vai estar de volta, vocês vão entrar naquele quarto, vão fazer um sexo maravilhoso e você vai se sentir melhor.
Vamos curtir este último dia de Carnaval como se não houvesse amanhã.
Certo amigo? Vamos melhorar este astral?
Eu sorria e chorava ao mesmo tempo, estava tão confuso.
Falei para Jeferson que ele estava certo. Enxuguei as lágrimas do meu rosto, tentei dar um sorriso e falei que era isso mesmo.
Jeferson falou: Assim que eu gosto do meu amigo.
Vamos curtir.
Toma um banho, toma seu café para recuperar as energias.
Vamos escolher uma calcinha bem safadinha e espera seu homem chegar e dá uma merecida surra de cú naquele pauzão.
Vamos para aquela quadra hoje e nos divertir, porque Carnaval só no ano que vem.
E depois vamos voltar pra cá e dar o cú para os nossos machos até eles não aguentarem mais.
Temos que mostrar nosso poder também.
Jeferson realmente sabia das coisas e aquelas palavras me animaram.
O problema foi que Baianinho não voltava pra casa e eu voltei a ficar depressivo com as espera.
Adormeci na cama.
estava usando uma calcinha vermelha, dessas tipos shortinhos, com renda, muito suave e gostosa de usar.
Estava de ladinho, quase na posição fetal e acordei com Baianinho sentado passando a mão na minha bunda.
Quando vi ele, eu pulei no seu pescoço e me abracei a ele.
Calma, calma menina.
Adorei quando ele me chamou de menina.
Novamente olhei para sua boca com desejo de beijá-lo, mas me contive.
Escuta, vou tomar um banho e volto pra cama pra foder esse cuzinho tá bom.
Não, não precisa tomar banho.
Tô todo suado,
Eu arrisquei e abri seu zíper e puxei o pau pra fora.
Realmente, tinha odor d suor, mas eu não estava com nojo.
Peguei seu pau e enfiei na boca e mamei.
Baianinho falou. Nossa, tá louquinha por pau né safada.
Balancei a cabeça apenas, aformando, já que não podia responder.
Isso, chupa seu macho minha putinha.
Peraí, eu preciso eir no banheiro, tô precisando fazer xixi e já volto.
Hummm, hum-hum. Manifestei que não queria que ele fosse ao banheiro.
Calma, tenho que ir, se não vou fazer xixi aqui mesmo.
Balancei a cabeça afirmativamente e fiz Hum-Hum.
Ele riu e falou como assim ?
Apenas olhei pra com olhar pidão e ele deu aquele risinho safado.
Cacá, Cacá, você tá bem safadinha.
Hum, Hum, Hum e suguei sua cabeça e em seguida desci da cama e fui pro chão.
Fiquei de joelhos e abri a boca. Fiquei aliolhando pra ele com olhar pidão.
Ele entendeu o que eu estava dizendo.
Ele falou, ta bom.
Veia, colocou a cabeça do pau bem em cima da minha lingua e segurou o pau até eu começar a sentir umas gotinhas sairem e pingar naminha lingua.
Ele estava com o pau muito duro e não conseguia relaxar pra a urina começar a sair.
Fiquei ali esperando seu mijo começar a ser derramado na minha boca.
Enquanto isso tive tempo para pensar na loucura que estava fazendo.
Mas não recuei e esperei pacientemente.
Enfim ele faze aquela cara de satisfação e sua urina quentinha começa a sair em volume maior.
Conforme o tempo passava o fluxo aumentava e eu incrivelmente conseguia dar conta de engolir tudo.
Mais aquele pau enorme ainda não estava despejando tudo que podia, mas a hora que ele relaxou de vez o volume ara demais e eu não conseguia engolir tudo.
Bebi o que deu, mas uma parte lavou meu corpo.
Escorria pela boca e descia pelo pescoço, peito e barriga e escoria pro chão de porcelanato.
Baianinho estava muito satisfeito por eu ter tido aquela atitude de submissão a ele.
Eu estava cheio de liquido no meu estomago e era a urina daquele homem negro e nem por isso eu me sentia humilhado.
Via acima de mim, um macho plenamente satisfeito, altivo, senhor da situação e eu prostado aos seus pé, certo de que tinha dado o passo mais importante para demonstrar que aceitava incondicionalmente ser dominado por ele.
Não esperava menos de Baianinho do que ocorreu naquele quarto depois que bebi sua preciosa urina.
Ele me pegou pelo braço de forma violenta e me arrastou até a cama.
me levantou do chão me pegando por um único braço e uma única perna.
Enquanto levitava do chão como uma pluma, tamanha a força de Baianinho, eu me senti um objeto qualquer em sua mãos.
Ele me soltou já em cima da cama, bem na pontinha e me dobrou como se dobra uma boneca.
Minha pernas foram comprimidas contra meu peito. Mal podia respirar.
Baianinho não se importava com meu desconforto.
Ele deu varias cusparadas no meu cú e enfiou três dedos de uma só vez e remexeu com força extrema me arrancando gemidos sofridos e trêmulos.
Ele segurava minhas pernas e as matinha comprimidas com os joelhos tocando minha testa.
De vez em quando ele retirava os dedos de dentro do meu cú e dava saraivadas de taps na minha bunda, que ardia tamanha a força dos tapas.
Com certeza Jeferso e seu negão comedor podiam ouvir tudo e deviam estar rindo da situação com certeza.
Eu apenas olhava Baianinho me manipular como queria e minha admiração por ele aumentava.
Que homem confiante e poderoso para submeter outro daquela forma.
Agir daquela forma o excitava muito pois eu via seupau tão duro que paecia tocar o próprio abdomem e de vez em quando pulsava demonstrando a tamanho da excitação.
Ele deu varias cusparadas na mão elevou ao meu cú, mas dessa vez não me penetrou, apenas esplalhou na entrada do meu cú.
Eu fiquei louco com a forma como ele o fez e gemendo e arfando rebolav a bunda nos seus dedos e pedia para ele me dedar novamente.
Meu cú piscava e para indicar que queria ser penetrado, eu pedia pica e fazia força e relaxava fazendo meu cú praticamente sair e entrar novamente.
Conseguia senti o poder da contração do meu esfincter, embora poucas pregas ainda existissem depois de cinco fodas em dois dias em poder de Baianinho.
Ele, quase que por piedade ouvindo meus pedidos para ser penetrado e meu cú piscando forte enquanto aguardava a esperada penetração do seu pau, pegou uma das mãos e apoiou o próprio pau por cima e fez força para vencer a extrama ereção, para fazer ele deslizar da região logo abaixo do meu saco até praticamente alcançar minha fendazinha anal.
Sim, meu cú, como Jeferson alertou, era uma cuceta enfim.
Uma rachinha, inchada e vermelha devia a irritação ao uso constante dos úlimos dois dias.
O pau de Baianinho de alojava sem dificuldades e meu cú mordia ele conforme ele penetrava.
Eu podia olhar ele ir devagarinho sumindo dentro do meu cú.
A dor era muito grande e com ela vieram as lágrimas, mas também muito excitação junto.
O pau muito grosso e meu cú muito irritado eram desconfortaveis e eu deliberadamente usei minhas mãos para afastar as bandas da minha bunda para tentar facilitar um pouco a entrada do pau de Baianinho e poder sentir mais razer ainda.
Deu certo e o pau dele pode deslizar mais suave até o fim da penetração inicial.
Meu cú, devido a dor ter cedido um pouco pode sentir todo prazer que um pau das dimensões do pau de baianinho podem oferecer a um cú.
Nada como ter a certeza de ter 24 cm de pica dura feito aço pulsando dentro de você e as bolas roçando a bunda, com o macho te segurando pela cintura.
As mãos fortes e asperas de Baianinho davam a certeza que eu poderia tentar mas não conseguiria escapar de suas estocadas firmes.
Debaixo daquele homem negro, a única coisa que eu poderia faer era pedir para ele foder meu cú e foi o que fiz.
Ai Baianinho fode meu cú por favor.
Me fode sem dó, mete , mete, mete tudo em mim.
Ele começou a martelar a pica sem dó como pedi.
Eu não queria nem saber.
Gritava escandalosamente de dor no rabo, pois ele parcia um bate-estaca.
Delícia quando ele mostrou como era homem de verdade e num único movimento me erguei empalado em seu pau, me fazendo me agarrar em seu pescoço e cruzar as pernas na suas costas para me sentir seguro enquanto estava suspenso do chão.
Baianinho começo a foder meu cú em pé e a andar pelo quarto comigo em seu colo.
Ele por fim foi até o banheiro e me sentou sobre o marmore gelado da pia.
Ali ele começou a foder daquela forma quase que romantica. Acho que para descançar do esforço brutal daquele foda em pé.
Ele me ajeitou de maneira que minha bunda ficasse bem na beirinha do marmore.
Eu também estava exausto, pois estive fazendo muita força enquanto era fodido no seu colo por todo o quarto.
Fico inseguro dependendo exclusivamente de sua força para ser mantido no ar enquanto ele me carrega e fode meu cú em pé. então eu me agarro em seu pescoço e laço seu corpo com minha pernas fazendo muita força e isso me deixa exausto.
Então aproveito o apio do mármore e me jogo para traz apoindo minhas costas na parede.
Como ele agora tirava o pau do meu cú devagarinho até eu poder sentir a cabeça alargando meu esfincter, eu consigo me concentrar mais e curtir aquela foda.
Eu olho pra Baianinho tão masculo, suado, com os músculos sobressaltados, aquelas veias estufadas e os movimentos coordenados do seu quadril, fazendo aquele vai e vem que faz seu pau sair quase todo do meu cú e depois entrar por completo me fazendo sentir as bolas sendo comprimidas contra minha bunda.
Mesmo sabendo que Baianinho é muito experiente em comer um cú, eu não confio plenamente que o pau vai sair do meu cú por completo, pois ele vai sempre no extremo para ter o prazer de me penetrar inteiro quando desfere sua estocada.
Então, quando sinto que a cabeça começa a querer escorregar pra fora do cú, eu desesperado uso a mão para dar um sinal para Baianinho que estou preocupado que seu pau de uma escapulida acidental do meu cú.
Ele responde ao meu sinal e volta a cravar o pau no meu cú.
Procuro curtir a profundidade da penetração do pau dele e no pouco tempo que ele permanece parado ao final da estocada, eu aproveito para rebolar no seu pau.
Ele diz, sua safada, assim eu vou gozar no seu cú já já.
Deliro de tesão ao ouvir isso de sua boca e novamente tenho o desejo de me atracar com Baianinho e o beijar na boca enquanto ele goza dentro do meu cú.
Mas, isso é só um delírio febril que tenho por olhar a forma como ele me fode em cima daquela pia.
Mas me entrego a ele de outra forma e tomo coragem o segurando firme pelas coxas, forçando-o a me penetrar forte e o mantendo dentro de mim pelo tempo que posso.
Mas ele também está com muito tesão e precisa seguir seus estintos de macho e força para conseguir continuar com os movimentos do quadril que lhe garantem a sensação de prazer em seu pau em contato com as paredes internas do meu cú.
Ele atingi aquela fase de climax pre gozo na qual ele nem se importa o que eu estou sentindo.
Elepassa a mão na minha nuca e começa a dar estocadas firmes em meu cú.
Agora eu estou desconfortável, sem poder respirar direito. A cada estocada eu grito de dor, mas ele não quer saber de nada.
Seu pau começa a pulsar forte durante as penetrações e sei que logo ele vai me encher de porra.
Ele me desencostou da parede e preciso me segurar em seus braços para diminuir a contração do meu abdomem que me sustentava na posição sem apoio.
Meu abdomem estava queimando e me segurar em seus braços aliviaram meu abdomem já começava a me provocava caimbras.
Me segurando nele pude esperar pela sua ejaculação sofrendo um pouco menos.
Finalmente aquele urro veio.
O pau pulsava muito forte e rapido.
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Toma leit no cú sua puta.
Toma, toma, toma sua vadia.
Toma leite do seu macho sua gostosa.
Eu apenas sentia ele me inundar de porra.
Era tanta porra que vazava conforme ele continuava me dando estocadas no cú.
Olhando ele tão masculo e firme mesmo após gozar dentro de mim, foi me dando aquela sensação diferente na garganta e veio finalmente.
Baianinho me fazia gozar pelo cú de novo.
Fiz um escandalo. Me agarrei em seu pescoço e gritei que estava gozando no pau dele.
Com certeza com a altura que eu gritava, Jeferson e seu negão comedor se escangalhavam de rir de mim no quarto ao lado.
Tomamos um banho onde Baianinho me deixou lavar seu pau.
Ele me retribuiu e lavou meu cú com muito carinho.
Ele apreciava o estado que ele tinha deixado ele.
Muito inchado e vermelho, parecendo um lábio frouxo.
Quando enfim saímos do quarto, O jeferson e seu negão estava na sala e pela cara dos dois eles ouviram aquela vergonha de quando eu gritava que estava gozando no pau de Baianinho.
Comemos alguma coisa e fomos nos vestir para o ultimo dia de Carnaval na quadra do morro.
dessa vez eu ia curtir meu macho como deveria ter feito no dia anterior.
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Comentários (1)
Aff: Gozei dms imaginando eu sendo a passiva dele
Responder↴ • uid:1dd9o1asfq7b