#Assédio #Estupro #Sado #Teen

Conheci pela internet, e ele me comeu gostoso

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BisKtinhaSubmissa

Fui viajar para conhecer um garoto que conheci em um chat porno, chegando lá ele era um velho tarado

Eu e uma amiga sempre conversávamos sobre nossas descobertas sexuais, tínhamos 16 anos e começamos a frequentar um chat porno.

Neste chat eu conheci uma garoto chamado Carlos, nas fotos que ele me enviava ele era lindo, forte, atlético, queimado de sol, uma gatinho. Nós começamos a conversar pelo whatsapp e com isso conversávamos quase que o dia inteiro

Eu fazia tudo o que ele me pedia, quase todos os eu envia nudes, abria a câmera para ele ver eu me masturbar, o único problema e que ele nunca podia abrir a câmera também.

Um dia ele me convidou para passar o final de semana na casa dele, comprou a passagem, eu sairia sexta e voltaria domingo, e eu aceitei, feliz da vida.

Tive que mentir para minha mãe, mas no dia combinado pequei o ônibus para a cidade dele, Socorro - SP, ele me enviou dinheiro e pediu para eu ir encontrar ele na rodoviária sem calcinha e sem sutiã.

Eu estava louca por ele, e apesar de eu viajar com outra roupa quando cheguei na cidade fui ao banheiro da rodoviária e me troquei, ficando com o vestido de Lycra branco, sem calcinha e sem sutiã, e com um sapato alto.

Quando eu enviei mensagem avisando que eu havia chegado, ele me avisou que o pai dele iria me apanhar, e que nos encontraríamos na casa dele.

Apesar de achar estranho, ao sair do banheiro encontrei um senhor, magro, que devia ter uns 60 anos, entrei no carro que ele me indicou. E fomos para a casa dele.

Quando chegamos na casa, era uma chácara, e não tinha nenhuma casa por perto, o portão automático abriu e assim que entramos fechou atrás de nós. As portas do carro estavam fechadas.

- Minha gatinha está sem calcinha como eu falei? Ele perguntou vindo pra cima de mim e enfiando a mão por baixo do vestido.

Em um susto perguntei aos berros

- O que o senhor está fazendo? Sem tirar a mão da minha bucetinha ele começou a massagear meu clitoris, mesmo comigo me batendo e tentando escapar dele, ao mesmo tempo que gritava pedindo ajuda.

- Me chame de Carlos, putinha, e pode gritar você não percebeu que o vizinho mais próximo da chácara está a quilômetros de distância? Você veio até aqui para me satisfazer, ele falou tirando minha tetinha para fora e metendo a boca chupando o biquinho e deixando durinho.

Apesar de assustada e confusa, minha bucetinha começou a ficar molhada, e eu soltei um gemido. Isso putinha fica bem molhadinha. Ele então deitou o meu banco do carro, eu ainda estava de cinto.

- Eu sou o Carlos putinha, ele começou a falar ao mesmo tempo que massageava meu clitoris, eu ouvia, mas não conseguia controlar o tesao que estava sentindo. Eu vou usar você este final de semana e depois você vai voltar para casa. Se você nunca mais me procurar eu também não te procurarei, mas se você me procurar eu vou te fuder sempre que eu quiser.

Eu estava sentindo meu clitoris inchar nas mãos daquele homem, eu rebolava desejando mais, ele voltou a mamar minha tetinha, e procurou minha boca para me beijar, um beijo que eu retribui cheia de desejo.

Percebendo que apesar da idade dele eu era uma presa fácil ele intensificou a massagem na minha bucetinha, eu abria as pernas para facilitar, ele então enfiou dois dedos na minha bucetinha ao mesmo tempo que a palma da mão dele massageava meu clitoris.

Eu comecei a gemer mais alto e acabei gozando, um gozo alto, e sem qualquer pudor.

O gozo foi tão intenso que eu fiquei mole no banco com a respiração ofegante e a perna tremendo, ele então passou uma coleira no meu pescoço. Eu aceitei o que ele estava fazendo sem lutar, pois eu já sabia que não adiantaria.

Ele então desceu do carro, deu a volta, abriu a porta, e quando eu fiquei em pé ao lado do carro ele tirou meu vestido, me deixando pelada, apenas com a coleira, e com o sapato de salto branco.

Carlos então debruçou meu corpo no capô do carro e começo a analisar minha bucetinha, e meu cuzinho, enfiando os dedos de uma mão na bucetinha e com a outra mão os dedos no meu cuzinho.

Eu empinava a bunda sentido os dedos dele invadindo meus buracos e desbravando cada canto, ele então parou, e eu ouvi o barulho da conta, e logo em seguida a mão dele no abrindo espaço para o pau dele, eu senti a cabeça do pau dele na entrada da minha bucetinha, e segurando meu ombro ele enterrou o pau dentro de mim.

Ele começou a me fuder como um animal, cheio de desejo, me chamando de puta vadia, eu não sabia dizer se eu estava de acordo, mas eu sabia que não demorou eu estava gemendo e rebolando no pau dele.

- Sua vadia, puta fácil, eu vou te arrombar toda esse.final de semana.. ele falava enquanto entrava e saia de dentro de mim.

Ele segurou a coleira e puxava meus pescoço em sua direção, ao mesmo tempo que enfiava o pau dele o mais fundo que podia, apesar de não ver eu sabia que era um pau grande e grosso, pois minha bucetinha estava rasgando e eu estava sentindo ele bater fundo dentro de mim.

Carlos então puxou a coleira e gozou soltando um burro de prazer.. ahhh bucetinha novinha de puta fácil e uma delícia.

Ele não tirou minha mala do carro, me me deixou sem roupa, com a guia no meu pescoço fomos para dentro da casa. Ele não me deixou sentar, mandou eu ficar esperando ele, mas prendeu minha guia com um cadeado em um gancho na parede.

Quando ele voltou ele trouxe um creme, que ele passou na minha bucetinha, e repentinamente ele aplicou uma injeção na minha perna, eu levei um susto e perguntei o que era aquilo, e ele respondeu que era para eu ficar mais vadia, que o gel e a injeção eram viagra feminino.

Ele então me tirou do gancho e mandou eu me sentar no chão, e ele se sentou em um poltorna.

- Esta gostando puta? Ele perguntou brincando com minha tetinha entre os dedos, nesta hora eu comecei a sentir como se minha bucetinha estivesse inchando, e pegando fogo, entre suspiro respondi que sim.

- Tô vendo que você está ficando no cio, putinha, ele falou rindo de mim, enquanto eu sentia minha bucetinha piscar de desejo.

Carlos tirou o pau para fora e mandou eu ficar de quatro e lamber o pau dele igual uma cadela, ele pegou um Viagra, e tomou, eu comecei a lamber, conforme eu lambia minha bucetinha babava de desejo, mesmo sem ele mandar eu comecei a chupar o pau dele, as bolas dele, eu estava desesperada.

- O que você está sentindo puta? tá no cio? Ele perguntou com um tom sarcástico.

Meio gaguejando eu respondi que sim, ele então falou, me chame de senhor. Eu então me corrigiu e falei Sim senhor.

- Sim Senhor o que, vadia? Você está no cio?

- Sim senhor, eu estou no cio. Eu estava literalmente desesperada, eu daria para qualquer um, de tanto cio.

Carlos já estava com o pau duro, ele então mandou eu ficar de pé, e sentar no pau dele, virada de frente pra ele, desesperadamente eu obedeci, as minhas tetas ficaram na cara dele, o pau dele era o maior que eu já tinha visto, minha bucetinha foi se abrindo, eu senti a cabeça do pau dele abrindo a minha bucetinha que estava babando de desenho, e de porra do gozo dele, eu fui descendo, senti que não cabia mais, ele então começou a mamar minha teta, sugando o bico até ficar inchado.

Com a mão ele ia me forçando a descer cada vez mais no pau dele, eu rebolava sentindo meu clitoris esfregando no corpo dele, eu gemia alto, desesperada, querendo mais, ele segurou minha bunda e me ajudava a subir e descer.

Eu acabei gozando, feito uma puta realmente, ele então tirou o pau de dentro da minha buceta, mandou eu ficar de joelhos na poltrona, e se posicionou atrás de mim, passou mais gel na minha bucetinha e no meu cuzinho, e ele se posicionou com o pau no meu cuzinho, eu tentei fugir, ele então pegou uma bola na mesa ao lado, colocou na minha boca, amarrando junto da coleira, e novamente colocou o pau na entradinha do meu cuzinho.

Não teve carinho, não teve preliminar, apenas o gel, e ele enterrou o pau no meu rabo, eu senti uma dor enorme, mas o grito foi abafado pela bola, eu tentei escapar ele me segurou, e falou que ia me arregaçar.

Eu sentia doer, chorava abafado, enquanto ele enterrada cada vez mais fundo, eu não conseguia engolir a saliva que começou a escorrer nas minhas tetas, ele socava e grunhia.

Você é uma puta completa, cuzinho apertadinho pro seu dono, eu ouvia as palavras dele gemendo de dor, minha buceta no entanto estava no cio ainda, aquele gel deixava minha xotinha inchada de desejo.

A dor era grande, mas logo comecei a sentir prazer, e comecei a gemer, e ele começou a rir me chamando de puta vadia.

Desesperadamente eu gozei novamente, e meu cuzinho começou a apertar o pau dele, até que ele gozou.

Ele então mandou eu ir tomar banho e voltar...

No chuveiro, pensando comigo mesma, ainda me sentia no cio, e pensei "ainda bem que eu vim"

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