Iniciando uma piranha, tal mãe tal filha...
Na época dos acontecimentos eu era uma garota bem jovem e não muito ingênua, orfã de mãe desde a tenra idade, não cheguei a conhecer meu pai, diziam que minha mãe tinha tido um caso com um homem casado e que não foi possível eu ser reconhecida por ele, ou ainda, simplesmente ele me ignorou e sumiu. Morava com meus avós numa média cidade do interior paulista e todos me chamavam de Renatinha. Nas proximidades da minha casa, umas 6 casas após a minha, morava o Roberto “betão”, um homem moreno escuro “eu diria negro”, alto, perto dos seus 1,85m e forte; Usava os cabelos raspados quase careca, uma barba negra sempre por fazer e quando fazia deixava um excitante cavanhaque, que lhe caia muito bem, devia ter já seus 35 ou 36 anos; Trabalhava o dia todo como um funcionário de confiança, uma espécie de chefe ou encarregado, de um depósito de materiais para construções de um outro vizinho nosso. Acho que daí vinha toda sua força corporal com seus músculos peitorais, braços e costas super desenvolvidos. Não era de falar muito, mas sempre foi super simpático comigo desde a minha tenra idade. Possuía uma bicicleta barra forte de cor azul, da qual ele cuidava muito bem. Não era casado, também não sei se tinha namorada ou noiva, o fato é que nunca vi nenhuma. Ele era o filho caçula da dona Mercedes, acho que ainda era solteiro, para cuidar melhor da mãe já idosa e doente. Eu era uma garota linda, bem clara, com os cabelos lisos castanhos claros; Na época eu deveria ter meus 1,60m de altura, as primeiras menstruações me trouxeram pernas grossas, fartos seios e uma bunda muito empinada. Nunca tinha tido experiência sexual alguma, mas sentia meu coração bater forte quando via no colégio algum rapaz exibindo seu corpo com a camisa semi aberta e suas calça jeans justas; Ou quando via o Roberto chegar do serviço de bicicleta com a camisa aberta, mostrando aquele peito largo e musculoso de homem maduro com vários pelos negros bem desenhados em forma de T, que desciam pela barriga até a genitália. E acontecia quase sempre que chegando em casa da aula, eu o via de bicicleta muito apressado, entregando ou buscando algum produto para seu patrão. Eu ficava observando-o e nutrindo pensamentos se algum dia eu poderia ser sua amiga íntima. Nossas famílias se conheciam de longa data, inclusive nossas avós eram muito chegadas. Um dia num churrasco de aniversario do meu avo, fiquei observando-o durante um bom tempo; Ele estava trajando uma camisa de tecido mole de cor azul petróleo com vários botões abertos, para dentro de uma calça um pouco justa, também de tecido mais fino e com uns copinhos a mais de cerveja na cabeça. Estava tão descontraído que nem percebeu o volumão que o pau dele fazia na calça, acho que se ele visse provavelmente tamparia com a camisa. Acho que dei muita bandeira e ele percebeu todo meu interesse. Com o passar das horas ele sentou-se ao meu lado como quem não queria nada e disse que já tinha me visto olhando para ele várias vezes, corei imediatamente; Emendou ainda, que gostava de mim e que me achava muito bonita. Eu respondi que também o achava muito bonito. Não detectei maldade alguma naquele nosso assunto. Na segunda feira após o churrasco, numa tarde de calor saindo do colégio e já tirando meu jaleco para não suja-lo com suor, vejo-o passando com a bicicleta e imediatamente gritei seu nome. Ele parou, me cumprimentou, perguntou se eu iria para casa e me ofereceu carona; ele estava com a camisa aberta. Eu disse ser impossível, pois o bagageiro da bicicleta estava ocupado com um pacote. Ele sem demora pediu para que eu sentasse no cano da bicicleta, pois tinha até um mini assento nele. Aceitei com um pouco de receio, ele abaixou o seu assento, abriu a perna e me ajudou a subir. Fiquei presa entre suas coxas e seu forte peito, minhas costas praticamente colada nele. O calor daquele corpo e o contato com seus pelos e músculos, me fez ter sentimentos que eu jamais supus que existissem. Quando começou a pedalar se colou mais a mim e passou a respirar ao ritmo das pedalas, bem próximo ao meu pescoço, mas não falou nada. Logo chegamos perto de casa, eu desci, agradeci e nos despedimos. Tempos depois ganhei uma bicicleta de presente e aprendi a andar bem rapidinho. Alguns dias após, numa sexta feira a tarde, durante a volta de uma entrega que ele tinha feito, parou, elogiou minha bicicleta nova e me perguntou sobre minha idade. Depois perguntou se eu gostava de músicas de discoteca e se eu frequentava algum lugar para dançar. É claro que eu respondi que não frequentava lugar algum e quando dançava era em festinhas de aniversários de amigos. Imediatamente ele me convidou para eu ir em um salão que ficava em nosso bairro, um pouco afastado de nossas casas. Sem compreender suas intenções, mas com um frio na barriga, acabei não aceitando. No outro dia já no sábado fiquei sabendo que o Gustavinho não iria comigo na festa de uma amiga, fiquei possessa e fiquei mais puta ainda quando a Belinha me disse que ele iria levar uma outra garota. Chegou a noite tomei um banho e me tranquei no quarto, passaria a noite de sábado em casa. Mas com a juventude e os hormônios em alta, resolvi que iria no tal salão que o Roberto tinha me convidado. Me arrumei, dei uma desculpa qualquer em casa e fui. O lugar não era caro para entrar, mas também não era nada tão sofisticado; Assim que entrei gostei das músicas, das luzes e da qualidade do som e logo vi o Roberto, ele estava numa pequena roda batendo um belo papo. Fiz um sinal com a mão, quando me viu, imediatamente veio até a mim com um largo sorriso. A gente se cumprimentou e fomos até o balcão do bar para tomarmos algo. Ele estava todo arrumado com um camisa clara, uma calça escura justa e um par de sapatos impecáveis. Eu estava de camiseta cavada com alguns bordados em paetê, um saia curta de tecido fino e uma sandália tipo romana. Ele pediu cerveja, eu não era de beber, mas como estava possessa resolvi tomar um copo. O som era muito alto não dava para conversar, tomei mais um copo de cerveja; de repente fiquei de pilequinho e comecei a dançar, ele permanecia sentado no banco de balcão, tomei mais um copo e senti suas mãos na minha cintura, tentei me desvencilhar, mas o pileque não me ajudou, acabei por impulso tomando mais meio copo. Agora eu dançava como uma louca, ele aproveitou e ja me puxou para si. Como estávamos no final do balcão bem próximo a parede e tinha ainda algumas caixas de cerveja empilhadas, ele me conduziu para o fundo e virou seu banco. Fiquei presa entre suas pernas, a parede ao fundo, de um lado caixas de cerveja e do outro o balcão. Agora reparei que sua camisa estava quase que totalmente aberta, ele me puxou para si e tentou me beijar, recusei, me virei e fiquei de costas para ele. Ele começou a beijar meu pescoço e assoprar meus ouvidos; Com o pilequinho nem pensei em nada, me virei e aceitei seu beijo molhado. Senti tanto prazer que coloquei minhas mãos em seu corpo quente pela camisa aberta e continuamos nos amassando por minutos. Quando me virei novamente de costas para ele, pude sentir todo aquele volume na minha bunda. Foi a sensação mais louca que ja tinha sentido na minha existência. Ainda dancei um pouco mais e resolvi ir embora; ele prontamente quis me levar, tentei impedi-lo mas não teve jeito. Ele tentou pegar na minha mão, mas refutei-o e assim saímos do salão. Quando viramos a próxima rua para entrarmos na nossa travessa existia várias árvores de copa bem fechadas , estava um escuro danado; Agora ele me agarrou de verdade, não tive escolha ou não quis ter escolha. Nos beijamos feitos loucos, eu mordia seu corpo pela camisa e ele tentava mamar meus seios. Até que fomos para um cantinho bem escuro, ele tirou minha blusa e meus seios pularam para fora; ele os apertou com gentileza, eles sumiam em sua mãos grandes e grossas. Minha maior surpresa foi quando aquele nervo quente se alojou no meio das minhas pernas, era grosso, macio e quente feito brasa. Aos gritos eu gozei imediatamente e ele lançou sua porra no ar escorrendo um pouco em minhas pernas. Ficamos um pouco sem graça e ele me levou para casa. Na época eu era bem idiota e não queria ser vista na rua com ele, por isso combinamos de ir no próximo sábado a tarde, pescar num pesqueiro proximo a cidade. Já no próximo sábado a tarde peguei minha bicicleta e fui até uma rua próxima a minha casa, onde havíamos combinado. Ele apareceu com uma caixa no bagageiro e duas varas de pescar amarradas na bicicleta; Pegamos a avenida principal e logo estávamos na estrada vicinal e ele me ensinando os caminhos e os perigos de pedalar entre um carro ou outro que passavam. Saímos da estrada vicinal e entramos por uma das trilhas de terra que levava ao pesqueiro e pedalamos por uns três quilômetros, então ele disse: - Agora está perto, vamos parar na sombra daquela arvore para voce descansar um pouco. Pode ficar a vontade, aqui só estamos nós dois, ninguém passa por aqui, não tem perigo nenhum, não tem bandido para nos fazer mal. Descemos das bicicletas e as encostamos na árvore, sentei ao pé dela e ele veio em minha direção e foi logo dizendo: - Desde sabado passado, ou melhor, já algum tempo que quero ficar a sós com voce; Faz tempo que eu a vejo me olhando e sei que gosta de mim. Fiquei super sem graça e corei, mas antes que eu respondesse e falasse qualquer bobagem, ele já foi falando para eu não ter vergonha pois ele entendia os sentimentos das mulheres, mas se eu quisesse pegar na pica dele, ele deixaria sem problemas e não contaria para ninguém, seria nosso segredo. - Tem certeza Roberto, que voce não contará à ninguém ? Ele em pé bem próximo a mim com aquele picona dura marcada na bermuda com a mão na minha nuca, fiquei sem saber o que fazer, olhei para cima e vi aquele lindo peitoral na camisa aberta e aquela cara de homem maduro safado que tanto me excitava, delirei de prazer e peguei na pica sob a bermuda. Imediatamente ele abriu a bermuda e uma enorme pica saltou dura na minha frente. Era grande, marrom escuro e cheia de veias aveludadas, ele a arregaçou e uma cabeça marrom clarinha, pontuda e brilhando de tão dura surgiu: - Pega nela, sente como ela é quente, pode pegar a vontade e se quiser bate uma punheta para mim. Seguindo seus conselhos e guiada por sua mão na minha nuca peguei nela por muito tempo, masturbei-a de leve e senti pela primeira vez a cabeça daquela pica dentro da minha boca. Após algum tempo ele pediu para eu parar, pois estava com medo que aparecesse alguém. Guardou a pica, pegamos as bicicletas e fomos em direção ao pesqueiro; Mas próximo de lá, ele resolveu que iríamos para o rio que corria por ali. Meus pensamentos foram longe, fiquei lembrando naquela pica e admirando ele pedalar aquela bicicleta vendo suas panturrilhas serem flexionadas, nem ouvi quando ele disse que tínhamos chegado. Depois que ele lançou os anzóis e fincou as varas de pescar no solo sentamos lado a lado em uma sombra, ele tirou a camisa e se esticou todo. Aquelas cenas de minutos atrás não saiam da minha cabeça e num impulso agarrei sua pica por sob a bermuda já com o zíper abaixado e em seguida puxei ela e a cueca para baixo; A picona saltou dura novamente, ele me pegou pela nuca e já me levou para mamar. Agora sim eu mamava com volúpia e paixão, tanto que babei nela toda. Durante muito tempo fiquei acariciando, mamando, seguindo rigorosamente suas orientações e aprendendo quais pontos eram os de suas preferencias ; Ele abaixou meu short, passou a mão na minha bunda, tocou no meu cuzinho e falou se eu queria dar para ele. Ainda com um pouco de indecisão e medo, aceitei. Ele pediu que eu tirasse meu short e a calcinha e que virasse a bunda para ele. Ficamos em pé, ele me agarrou por trás e se esfregou bastante em mim. Depois pediu que eu abaixasse um pouco o corpo e empinasse a bunda. Senti quando o cuspe dele escorreu pelo meu rego e untou meu cuzinho e minha buceta melada de tesão para passar a vara nela. Ainda com medo, perguntei se iria doer, ele disse que faria devagar para doer pouco, mas que uma dorzinha sempre dá sim. Falei que uma amiga do colégio disse que tinha dado a xoxotinha e berrou de dor. Ele me tranquilizou dizendo que colocaria bem devagar para doer só um pouquinho e que eu aguentaria numa boa, já que tinha as ancas largas. Ele mirou a cabeça da pica na entrada da xoxotinhae foi forçando com muito jeito. Com suas mãos segurava os meus quadris e me puxava para si, relaxei completamente e senti quando a cabeça pulou para dentro. Me desesperei por instantes, ele me segurou forte para que eu não fugisse e começou a dar umas bombadinhas de leve só com a cabeça o que me deu até arrepios. Depois foi forçando aos poucos sua pica dentro de mim. Eu sentia que aquela pica estava entrando e me rasgando por dentro, comecei a reclamar; Ele continuou bombando bem devagar. Suas metidinhas aos poucos foram ficando mais fortes e eu comecei a gemer mais alto ao ritmo de suas leves estocadas. Ele me animava dizendo palavras carinhosas no meu ouvido. Eu gemia baixo e depois mais alto e deixei que ele me comesse como quisesse. Ele disse que adorava comer xoxotinhas apertadinhas; E que desde a primeira vez que notou que eu tinha crescido e me viu olhando olhando para ele, quis me comer e que meu cabaço seria dele e de mais ninguém. Nós continuamos assim engatados por algum tempo. Ele era quente, forte, carinhoso e metia sem pressa, me comia bem devagar para eu acostumar e ter prazer. Depois de algum tempo e já sentindo que eu praticamente tinha acostumado com suas dimensões, ele segurou meus quadris com força, me empurrou de encontro ao barranco do rio para que eu pudesse me apoiar e começou a bombar forte, tirava pica inteira e enfiava com tudo novamente, eu passei a gemer alto quase gritando ao ritmo das suas estocadas, agora meu martírio tinha começado, não foi fácil aguentar aquele homem alucinado pela foda. Tapou minha boca, deu mais algumas estocadas fortes e profundas, anunciou que ia gozar, então tirou a pica da minha xoxota arregaçada e gozou para que eu visse. Jatos de porra voaram longe, ele fez uma careta gozada de quem estava adorando aquele momento, assim terminamos nossa primeira foda. Eu tinha gostado, mas reclamei que ele foi um pouco bruto, mas ele simplesmente pegou na minha cabeça e bagunçou meus cabelos . Vestimos as roupas e ele disse que nas próximas fodas ele iria gozar dentro de mim. Acabou que nenhum peixe foi fisgado pelos anzóis, montamos nas bicicletas saímos; Eu fiquei um pouco chorosa no início do caminho para casa, pois o sacolejo estava me machucando um pouco, estava ardendo, tinha sangrado um pouco e uma sensação de vazio me consumia. Cheguei em casa, minha avó perguntou onde eu estava, eu disse que tinha ido na casa de um amigo da escola mostrar minha bicicleta. Tomei um banho e toquei uma siririca pensando no Roberto, nos seus jatos quentes de porra ao ar e de como seria senti-los nas minhas entranhas. Na cama fiquei imaginando em quantos xoxotas ele já teria passado aquela vara. Dormi pensando em tudo que tinha acontecido e se tinha sido uma escolha certa. Passados alguns dias na saída da escola, vi que ele estava do outro lado da rua me esperando. Pediu para eu acompanha-lo com minha bicicleta. No caminho ele parou ao lado do muro do cemitério onde era bem isolado e me pediu a buceta . Eu falei que estava ainda um pouco machucada, que não tinha sido fácil aguentar ele e não iria aguentar a pica dele, aquele dia novamente. Ele olhou para os lados e constatando que não tinha ninguém olhando, tirou a picona ja dura para fora, e foi falando que eu não poderia deixar ele daquele jeito, disse que estava com muito tesão, disse também que estava com a pica tão dura que chegava a doer; Mandou eu pegar nela para eu sentir como estava dura e quente. Peguei naquela pica e me derreti toda, minha xoxota melou na hora. Ele falou: Vamos em casa, eu to sozinho lá, a gente vai no quartinho no fundo do quintal…lá a gente pode meter sossegado. Com a picona na minha mão e aquela lábia bem sacana dele, fui rapidamente convencida, subi na minha bicicleta e fomos para sua casa. Ele mandou eu parar 100 metros antes, disse para eu dar um tempinho antes de entrar sem bater, correr para os fundos do quintal atras de umas bananeiras onde eu poderia esconder a bicicleta, lá estaria o quartinho e ele já estaria me esperando. Quando entrei ele ja estava peladão com a picona dura feito ferro; Pediu para eu tirar toda a minha roupa e disse: Vai Renatinha, chupa bem gostoso…chupa como te ensinei…morde minhas bolas bem devagar…chupa minha pica inteira …baba nela toda. Fiquei mamando até ter câimbras na boca e ele pedir para parar senão iria gozar. Me abraçou por traz bem apertado e me bolinou bem forte. Passou as mãos um pouco calejadas no meu corpo todo, sugou meus seis com uma certa violencia e mordeu minhas orelhas. Em seguida me apoiou num armário, pegou manteiga, untou toda a sua pica na duvida se eu estava molhada ou não, me segurou forte pela cintura, desceu a pica pelo meu rego e encaixou a cabeçona marronzinha na entrada da buceta. A cravada foi forte e decidida, ele não me deu tempo de respirar, quando dei por mim sua mão já estava tapando minha boca e seu sacão estava encostado na minha bunda. O grito foi alto mesmo abafado, desfaleci por alguns segundos, quando acordei ele estava parado, ainda com a mão na minha boca e falando bem próximo ao meu ouvido palavras reconfortantes: Quietinha…calma…já vai passar…agora já tá tudo dentro…quando quiser começar a meter me avisa rebolando que eu começo também. Minutos depois com uma leve empinadinha e uma reboladinha, dei sinal verde para ele. Ele tirou a mão da minha boca, segurou meus quadris bem forte e começou a bombar bem devagar, meus gemidos eram calmos e gostosos e acompanhavam sua respiração bem próxima a mim; Ele pedia para eu morder com a buceta, a pica dele. Dizia que minha xoxotinha tinha consistência de geleia e era quentinha e macia, eu estava em êxtase. As bombadas começaram a ficar mais forte, comecei a entrar em desespero, pedi para ele ter calma, ele não me deu ouvidos: - Roberto eu não aguento, voce vai me machucar, Roberto por favor tenha piedade. Ele ja tapava minha boca novamente com um vai e vem frenético que parecia um bate estaca, agora meus gritos abafados se misturavam com seus urros: Minutos depois ele anunciou o gozo e cravou tudo de uma vez, os jatos de porra explodiram lá para dentro do meu utero. A pica ainda tesa foi retirada e com ela veio junto, porra com um pouco de sangue. Agora sim o cabaço tinha ido para o espaço. Me abraçou de frente colocando meu rosto em seu peitoral e disse que queria me comer sempre. Eu meio chorosa disse que ele tinha sido bruto e que me machucara. Ele disse que eu tinha que dar sempre, assim eu acostumaria rápido, minha buceta ficaria com dimensões de mulher experiente, e ele poderia me comer gostoso como gostava, bombando forte e sem receios que eu desse gritos ou chorasse. Marcamos para três dias depois, ali mesmo. Depois de três dias, decidi não ir ao seu encontro, ainda sentia os efeitos das bombadas e que até para fazer xixi doia. Várias vezes tive que refugar o mijo, pois a dor e a ardencia ainda me incomodavam; No colégio tive que disfarçar ao máximo para que as outras não desconfiassem que minha buceta estava arregaçada e ardida. Quando ele chegava do serviço e me via, ficava me dando sinais para eu ir la no quartinho, mas eu não podia falar abertamente que eu estava dolorida, então simplesmente eu o ignorava. Passados mais alguns dias, melhorei muito, meu tesão voltou, a saudade do grandão encheu meu coração e decidi aparecer por lá de surpresa. Constatei que sua mãe esta na sesta aquela hora e corri até a casa deles, entrei no quintal e fui até os fundos, mais ou menos uns 40 metros e quando cheguei à frente do quartinho notei que o porta estava trancada e decidi ir embora, mas ouvi vozes e me detive. Mais para dentro do terreno tinha uma casinha com arvores ao redor e ao passar a lado de uma janela antes da entrada da varanda escutei de novo aquelas vozes agora mais altas, cheguei lentamente e olhei pra dentro e presenciei uma cena super excitante. Roberto estava sentado em uma cadeira espreguiçadeira completamente nu e ajoelhado entre suas pernas estava uma garota meio gordinha aparentemente mais nova, que eu já tinha visto algumas vezes no colégio e sabia que ela morava ali por perto. Pensei, esse tarado não consegue nem esperar eu sarar e já seduziu essa gordinha... O Roberto segurava a cabeça da menina e socava a pica na boca dela pedindo para ela mamar; Em segundos ele começou a jatiar porra na boca da menina, era muita porra, a menina não conseguia engolir tudo e escorria pelo queixo. A menina fez tudo que o Roberto mandou, além de levar uns tapas na bunda. Minha xoxota estava pingando vendo aquela cena eu sentia um tesão louco, queria entrar ali e tomar o lugar daquela menina e então escutei o Roberto falar que ela precisava aprender a dar bem rápido, só chupar ele não queria; - Gosto de meter forte em pirainhas. - Mas Roberto, sua pica é muito grande, eu não aguento... Ele nem deu ouvidos à menina e começou a se arrumar; Quando percebi que o Roberto começou a por as roupas, sai correndo para a rua, me escondi atras de uma arvore e vi quando a menina saiu, disfarçou e correu para os lados da casa dela. Em seguida o Roberto saiu e foi rápido em direção à quadra esportiva ter com os amigos. Aquilo tirou todas as minhas dúvidas sobre quantas xoxotinhas e cusinhos devem ter sido iniciados por ele. No outro dia depois das 18h fui comprar feijão no mercadinho e ele estava la, aproveitando-se que o dono não estava, me prensou em uma das prateleiras e mandou eu ir lá na casa dele depois das 20h da noite, disse que não era para ir no quartinho, mas sim na casinha dos fundos onde ele morava “secretamente eu já conhecia”. Quando cheguei ele já me esperava afoito, disse que não podia demorar porque tinha medo que a mãe dele aparecesse. Já foi arrancando a calça e a cueca, ficando apenas com a camisa aberta. Com com a pica em riste mandou eu tirar a roupa e ficar de quatro na beirada da cama ; Estava tão afoito para meter que nem me abraçou ou pediu para eu mamar. Untou com manteiga toda a sua pica, me segurou forte pelos quadris, encostou a pica na abertura da buceta e forçou um pouco até a cabeça pular para dentro. Meus instintos de preservação me fizeram recuar imediatamente, ele muito experiente e já sabendo dessas nossas reações, me segurou forte, me empurrou para frente e deitou em cima de mim enterrando toda a pica, até o talo. O grito só não foi mais escandaloso porque ele tapou minha boca rapidinho. Ficou parado me pedindo calma e que eu relaxasse, assim sofreria menos. Tirou a pica para fora, mandou eu virar, queria meter como papai e mamãe. O contado daquele corpo quente e peludo na minha barriga e aquele bafo quente nos meus seios e boca me fez relaxar e suportar bem a picona cravada até as bolas. Ele disse em um tom bem sensual no meu ouvido, que estava esperando o meu sinal de OK para começar a meter. Demorei mais alguns instantes, entreguei a Deus e autorizei. Ele colocou uma perna no meio das minhas impedindo que eu me trancasse e passou a bombar lentamente. Não tirou a mão da minha boca e sentiu quando eu chorei na pica dele caindo algumas lágrimas na sua mão. Parou um pouco e esperou eu dar o sinal verde novamente. Quando mexi o corpo contra sua pica, ele deu uma estoca forte e enterrou tudo novamente. Agora já sabendo que eu não mais gritaria, passou a meter sossegadamente. Gemia com tesão, falava palavras incompreensíveis que eu não entendia, beijava minha boca, sugava meus seios com violencia, dizia que minha buceta era quente e macia, que parecia que a pica dele estava sendo sugada por mim. Cadenciou meus gemidos suaves com os seus e bombou deliciosamente. Ele sabia exatamente o que fazer e como fazer, era um amante excepcional. Minutos depois, se levantou, me colocou de quatro, segurou forte meus quadris e meteu. Meteu por longos cinco minutos com todas as forças de um macho alfa, me deixando praticamente entregue à ele. Voltou com as bombadas profundas e fortes e praticamente gritou quando gozou no fundo das minhas enteranhas. Se recuperou, me levantou e me deu um forte beijo de língua, dizendo que me amava. O Roberto me comeu durante muito tempo, nossas fodas se tornaram selvagens, ele já muito seguro que eu não mais gritaria ou gemesse alto metia como um garanhão descontrolado. Me comprava anticoncepcionais e me alertava sobre como não engravidar. Me estimulava a namorar e viver uma vida normal. Tempos depois me mudei para São Paulo para cursar engenharia: Não cheguei a casar com ninguém mas me formei em engenharia civil e trabalho até hoje. A última vez que transamos foi próximo ao seu casamento. Ele se casou com uma mulher bem jovem, logo após a morte de sua mãe, dez anos depois quando já contava com seus quarenta e tantos anos. Assumiu uma sociedade com o dono da loja de materias para construções e a transformou em várias lojas por algumas cidades. Hoje ele esta com 71 anos, está bem financeiramente e também está até bem de saúde.
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