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Meu Padrasto Me Fudeu Por Fumar - Parte 3

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Garotão Incestuoso

O som da água caindo no banheiro do corredor me despertou antes do despertador tocar, por volta das seis da manhã. Meu corpo inteiro protestou quando me mexi na cama; a queimação contínua entre as minhas pernas lembrava exatamente do tombo da noite anterior. Me levantei vestindo apenas uma calça de moletom cinza, sem cueca, caminhando descalço pela casa gelada.

A porta do banheiro estava entreaberta, deixando escapar uma névoa espessa de vapor quente.
Empurrei a porta devagar. Bruno estava sob o chuveiro, de costas para a porta. A água corria pelos ombros largos dele, descendo pelas costas musculosas e marcadas. Quando o som dos meus passos denunciou minha presença, ele nem se assustou; apenas virou a cabeça de lado, com aquele sorriso arrogante e lento no rosto.

Ele se virou de frente, encostando as costas na parede de azulejos molhados. O pau dele já estava ereto, firme e pulsando, erguido contra o abdômen trincado.

— Pensei que não ia acordar hoje, moleque — Bruno provocou, a voz grave abafada pelo barulho da água. Ele levou a mão até o membro, dando duas bombadas lentas para me mostrar a rigidez. — A sua mãe ainda tá apagada no quarto. Vem aqui resolver isso antes que ela levante.

A ordem veio sem rodeios. A adrenalina de estar no banheiro da casa, com o risco iminente de ouvir o quarto da minha mãe se abrir a qualquer segundo, me fez dar dois passos para a frente sem hesitação.

Ajoelhei-me direto no piso úmido do banheiro, ignorando a água fria que respingava na minha calça. Olhei para cima e vi Bruno me encarando de alto a baixo, os olhos escuros tomados por aquela fome dominadora.

— Abre a boca — ele mandou, segurando meu queixo com os dedos molhados.

Eu obedeci. Avancei a cabeça para a frente e engoli a cabeça do pau dele de uma vez só. O calor da pele dele e o sabor da água quente se misturaram na minha língua. Comecei a chupar com fúria, puxando o tronco grosso para o fundo da minha garganta, fazendo um som úmido e alto que se perdia no barulho do chuveiro.

— Isso... chupa, caralho — Bruno rosnou, cravando a mão nos meus cabelos molhados e ditando um ritmo violento contra a minha boca. — Usa essa língua de vadia pra deixar o seu padrasto pronto pro dia.

Ele empurrava o quadril para a frente sem piedade, me fazendo engasgar e lacrimejar, mas eu não recuei. Aumentei a pressão dos lábios, envolvendo o membro dele com toda a força, sentindo o pau dele enrijecer ainda mais contra o meu céu da boca enquanto os passos da rotina matinal da casa pareciam prestes a começar a qualquer momento.

— Chega — Bruno murmurou ríspido, me puxando pelos cabelos para fora do pau dele antes que gozasse na minha boca.

A saliva brilhava no membro ereto dele enquanto eu limpava os lábios com as costas da mão, arfando no chão molhado do banheiro. Ele desligou o chuveiro, me deu um tapa estalado na cara e rosnou:
— Se veste. A sua mãe já tá levantando.

Quinze minutos depois, o cheiro de café fresco tomava conta da casa. Eu estava no corredor, tentando parecer normal, quando minha mãe saiu do quarto, ainda de ropão.

— Bom dia, filho — ela disse, me dando um beijo rápido na bochecha. — Vai no escritório chamar o Bruno. Ele tá lá organizando uns papéis antes do trabalho.

— Tá... eu vou — murmurei.

Caminhei até o fim do corredor e empurrei a porta do escritório dele. Bruno estava de pé, vestindo uma camisa social branca meio aberta e a calça do terno.

Assim que entrei, ele nem me deu tempo de falar. Ele avançou, trancou a porta com um clique seco e me prensou contra a madeira da porta.

— Bruno, a minha mãe tá na cozinha, caralho! — sussurrei num desespero excitado.

— Eu sei exatamente onde ela tá — ele rosnou no meu ouvido, segurando meu pescoço com uma mão só.

Com a outra mão, ele puxou o elástico da minha calça de moletom para baixo de uma vez só, expondo minha bunda nua. Sem usar qualquer lubrificante, contando apenas com a saliva da minha boca que ainda melava o pau dele, Bishop me virou de frente para a porta trancada, me ergueu pela cintura e me empurrou contra a superfície de madeira.

Ele se posicionou e meteu.

A entrada sem dó me fez soltar um urro que ele abafou imediatamente, cravando a boca dele na minha num beijo brutal, mordendo meus lábios até sentir o gosto de sangue. O pau dele me rasgou de novo, afundando com fúria e sem qualquer delicadeza.

— Silêncio, porra — ele sussurrou na minha orelha, a respiração queimando minha pele enquanto começava a estocar forte, fazendo a porta do escritório balançar levemente. — Se você der um gemido, ela ouve do corredor.

Eu cravei as unhas no ombro da camisa social dele, amassando o tecido impecável. A dor misturada ao pavor insano de sermos pegos ali, a três metros da minha mãe, fazia minha virilha pulsar num tesão doentio. A cada estocada violenta que ele dava, meu corpo dava um salto contra a porta.

— Bruno... porra... vai mais fundo... — pedi num sussurro rasgado, sem conseguir me conter.

— Você é uma vadiazinha insaciável, Bernardo — ele rosnou, acelerando as estocadas num ritmo desumano, enterrando o pau até a raiz no meu ânus apertado.

O atrito visceral e desesperado levou os dois ao limite em questão de segundos. Bruno cravou os dentes no meu ombro, abafando o próprio rosnado enquanto descarregava uma enxurrada de esperma quente bem no fundo de mim. O calor do leite dele me preenchendo fez meu próprio corpo ter um espasmo violento, gozando sem mão, melando a madeira da porta e a camisa dele.

Nós dois ficamos arfando contra a porta por alguns segundos. Bruno se puxou para fora com um som úmido, ajeitou a calça do terno com uma frieza assustadora e me deu um tapa forte na bunda.

— Destranca essa porta, limpa essa bagunça e vem tomar café com a sua família — ele disse, ajeitando a gravata como se nada tivesse acontecido.

Ajeitei a calça de moletom com as mãos trêmulas, limpei o topo da porta como pude com o barrado da minha camisa e passei a mão pelo rosto para disfarçar o suor. Minhas pernas pareciam feitas de gelatina, e cada passo de volta pelo corredor trazia uma queimação intensa na minha entrada, que ainda pulsava, cheia da gozada quente e recente dele.

Entrei na cozinha tentando manter a respiração sob controle. Minha mãe estava de costas, servindo duas xícaras de café na bancada. Bruno já estava sentado à mesa de vidro, impecável na sua camisa branca e gravata, lendo as notícias no tablet como se não tivesse acabado de me prensar contra a porta do escritório minutos atrás.

— Demoraram... — minha mãe comentou, virando-se com um sorriso carinhoso e colocando uma das xícaras na frente do marido. — Tudo certo com os papéis da escola, querido?

— Tudo sob controle — Bruno respondeu com a voz calma, límpida, sem um traço do rosnado brutal de antes. Ele deu um gole lento no café e me encarou por cima da xícara. — O Bernardo entendeu perfeitamente a gravidade da situação. Não vai mais me dar trabalho.

Eu me sentei na cadeira oposta à dele. O impacto da minha bunda no estofado duro me fez dar uma leve travada no corpo, engolindo em seco para não soltar um arfar de dor diante da minha mãe.

— Fico tão aliviada por você assumir a rédea dessas coisas, Bruno — minha mãe suspirou, dando um beijo no topo da cabeça dele antes de se sentar ao lado. — Você tem sido um pai maravilhoso para esse garoto.

Debaixo da mesa, longe dos olhos dela, senti a ponta do sapato social de couro do Bruno subir lentamente pela minha canela. Ele desceu a perna do terno, pressionando o pé com firmeza bem no meio da minha virilha, fazendo uma pressão velada no meu pau que ainda estava sensível.

Manti meus olhos cravados nos dele, sentindo meu rosto esquentar enquanto tomava um gole do meu suco.

— Faço o que é preciso para manter a ordem na casa — Bruno disse, dando um sorriso frio e sombrio para mim, sem tirar o pé da minha virilha. — O Bernardo é um garoto obediente quando sabe quem está no comando.

— Não é, filho? — minha mãe perguntou, olhando para mim.

A pressão do sapato dele aumentou ligeiramente, me desafiando a perder o controle ali mesmo. Puxei o ar com força pelo nariz, cravando as unhas na minha coxa sob a mesa, sentindo a substância do Bruno escorrer lentamente por dentro de mim.

— É... — respondi num tom baixo, sustentando o olhar do meu padrasto com uma cumplicidade doentia. — Ele sabe exatamente como me colocar no meu lugar.

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