#Incesto #Traições #Voyeur

Tentação familiar 1 & 2

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Maquik

Meu nome é Márcio, tenho 18 anos e moro com meus pais. Meu pai se chama Carlos, tem 44, e minha mãe é a Júlia, 38. Certa vez eles se separaram por um tempo. Meu pai saiu de casa e eu fiquei só com a minha mãe.
Durante aquele período, todo mundo que conhecia os dois torcia para que eles voltassem. Uma dessas pessoas era o meu tio Pedro, de 39 anos, irmão do meu pai. Ele sempre aparecia em casa, sempre de alto astral, conversador, como se nada estivesse errado.
Uma noite eu voltei tarde. Entrei devagar, tentando não fazer barulho para não acordar minha mãe. Subi as escadas e logo percebi que ela estava acordada. Ouvi ela gemer. Nunca tinha ouvido minha mãe gemer daquele jeito. Achei, por um segundo, que ela estava “tirando o atraso” com o meu pai.
A porta do quarto estava entreaberta. A curiosidade falou mais alto. Cheguei mais perto e olhei.
Vi minha mãe de quatro e o meu tio metendo nela com força. Não acreditei no que estava vendo. Caralho… logo o meu tio. O irmão do meu pai.
Ele não tinha pena. Socava forte e ainda dava tapa na bunda dela. Em certo momento ele tirou o pau de dentro dela e fez ela mamar. Ela mamava com vontade, admirando o cacete dele, que era grande mesmo. Depois ela se deitou, abriu as pernas e ele foi logo metendo de novo. Ela gemia alto e os dois começaram a conversar enquanto fodia:
— Tá gostando de comer a ex-cunhada? — perguntou minha mãe, ofegante.
— Sempre gostei, safada — respondeu o tio, metendo fundo.
— Cachorro… você que me fez ficar assim.
— Você gosta?
— Gosto… mete bem fundo…
— Assim, puta?
— Isso… gostoso…
— Ele metia gostoso também?
— Não… assim bem fundo, só você…
Ela pedia mais, gemia e falava:
— Fode, sua cunhadinha… fode…
Eu não me contive. Comecei a apertar o meu pau ali mesmo, escondido. Ele chupava os peitos dela e ela delirava com isso. Depois ele se deitou de lado e mandou ela sentar. Ela montou e começou a cavalgar. O rabo dela ficou virado na minha direção. Eu conseguia ver a buceta dela engolindo o pau inteiro do meu tio.
Eles ficaram assim até gozarem. Ela não saiu de cima enquanto ele não gozou dentro. Eu gozei junto, com toda aquela cena.
Ela ficou deitada em cima dele e ele alisava a bunda dela, passando o dedo no cuzinho. Eu voltei pro meu quarto, bati outra e apaguei.

Parte 2

Acordei pensando no que tinha visto na noite anterior. O pau logo ficou duro. Depois de um tempo levantei, tomei um banho pra tentar acalmar a cabeça e saí do quarto. Olhei pra porta do quarto da minha mãe. Estava apenas encostada. Pensei em ir olhar, mas achei melhor não arriscar. Fui fazer o café.
Enquanto preparava as coisas, não parava de pensar naquilo. Depois que terminei, resolvi olhar. Já ia com a desculpa pronta: se ela estivesse acordada, eu diria que tinha ido chamar ela pra tomar café. Cheguei na frente do quarto, empurrei a porta devagar e a vi deitada sozinha. Estava com uma blusa curta e a calcinha enfiada no rabo. No impulso, apertei o cacete, ajeitando. Fiquei olhando por alguns minutos e saí.
Voltei pra cozinha. Depois de um tempo ela apareceu, vestida do mesmo jeito que eu tinha visto ela dormindo. Me deu bom dia e perguntou se eu tinha voltado tarde. Disse que sim. Tomamos café e conversamos. Eu não conseguia ficar sem olhar pras pernas dela e reparar nos bicos do peito que marcavam a blusa. O dia todo, toda oportunidade que tive, fiquei de olho nela, mas não vi nada demais.
À tarde ela me perguntou se eu ia sair à noite. Na hora respondi que não sabia. Ela ficou insistindo que eu tinha que aproveitar mais, aquelas conversas de mãe. Mas logo percebi o porquê dela querer que eu saísse: ela deu um vacilo com o celular e eu vi que estava falando com o meu tio. Ele queria vir de novo e ela dizia que só poderia se eu não estivesse em casa.
Foi aí que comecei a pensar. Eu queria ver de novo eles fodendo. Pra isso eu tinha que “sair”… mas não sair de verdade. Só fingir.
Por volta das 20 horas fui até o quarto dela e disse que ia sair. Ela agiu naturalmente, perguntou pra onde e com quem. Respondi qualquer coisa, fiquei mais uns dez minutos no quarto e depois disse que meu colega já estava me esperando. Dei tchau, desci, abri e fechei a porta da frente… mas sem sair. Voltei bem devagar e fui pro meu quarto.
Lá fiquei. Uns trinta minutos depois ouvi vozes. Era ela conversando com o meu tio. As vozes estavam baixas, então eles ainda não tinham subido. Saí do quarto e, ao chegar na frente da escada, vi que a conversa estava na sala. Desci devagar. Já do meio da escada pude ver os dois sentados no sofá.
Minha mãe já tinha mudado de roupa. Estava de saia e uma blusa de alcinha. Pareciam um casal. Meu tio já com um copo de uísque na mão e ela também. Não demorou pra eles começarem a rir alto. Ele com a mão na perna dela.
Então o tio perguntou sobre o meu pai, se ela não ia dar uma chance.
Ela sorriu e disse que ainda estava pensando.
— Vai querer me dividir com ele? — perguntou ela.
Ele riu e respondeu:
— Não vai ser a primeira vez.
— Você não vale nada… — ela falou rindo.
Naquele momento eu entendi: aquela foda não tinha sido a primeira. Ela já tinha traído o meu pai com ele antes.
Eles começaram a se beijar. As mãos da minha mãe já apertavam o pau dele por cima do short. Ele apertava o peito dela. Ela se abria toda e eu pude ver a buceta dela de frente pra mim. Tirei algumas fotos. Quando ela começou a mamar ele, liguei a câmera e filmei.
Filmei a mamada e a foda inteira ali na sala. Dessa vez ela levou a gozada na cara. Logo depois eu percebi o quanto ela era submissa a ele… e o quanto gostava disso. Mesmo com a cara cheia de porra, ele não deixou ela levantar pra se limpar. Deixou ela sentada no chão, ele sentado no sofá, e fez ela continuar chupando. Não demorou pra ele gozar de novo.
Mas a cereja do bolo veio depois. Ele a colocou de quatro e eu pude ver claramente ele enfiando no cu dela. Ela deu um gemido alto e logo vieram as socadas rápidas e constantes. Ali eu melei o short todo. E vi mais uma vez minha mãe gozar no cacete do meu tio.

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