Escravo Familiar: Capítulo 57 (Uma semana no sítio do meu tio Chico - Dia 05)
Por volta das 5:00 da manhã, um dos galos lá fora cantou, anunciando o início do próximo dia. Papai estava agarrado em mim, quando de súbito acordou. Enfiou a cara no meu pescoço, me cheirando, e me deu alguns beijos.
Seu pau começou a ficar duro por conta do cheiro que eu exalava no pescoço, deixando-o com um tesão absurdo. Sem tentar me acordar, papai deixou seu corpo falar, afastou-se um pouco de mim, ficando de joelhos na cama ao meu lado, e me juntou nos braços.
Levantou-se com dificuldade, enquanto eu, inconsciente, me agarrava ao seu pescoço. Foi para a porta do quarto, abrindo-a com sofreguidão, pelo excesso de força e equilíbrio que tinha que fazer para me manter firme em seus braços fortes e conseguir abrir a porta, com ambos pelados.
Fomos para o corredor, e papai desfilou comigo, beijando-me até o final do corredor, passando pela ponta da escada e indo direto para o quarto do meu tio Chico. Verificou a maçaneta, e estava destrancada, fazendo o mínimo de barulho possível, baixou-a fazendo a trava encolher-se, e empurrou a porta para dentro do quarto.
Entrou comigo nos braços, virando-se um pouco para encostar e trancar a porta, e me levou até a cama de titio. Deitou-me com cuidado, deixando um espaço entre eu e meu tio para ele se deitar, arrumou-me, deitando-me de lado com a bunda para seu lado, e deitou atrás de mim, recostando-se no corpo grande do seu irmão, que dormia em sono profundo.
Pegou com delicadeza na mão do seu irmão, atrás do seu corpo, e o fez abraçá-lo pela cintura, e aconchegou sua bunda magra no pinto mole do meu tio, deixando-o entre o vão das suas nádegas.
Deu uma reboladinha e puxou-me de encontro com seu corpo, me colocando na mesma posição, deixando minha bunda encostada no seu pau. Arrumou levemente o cobertor em cima de nós três, se aquietou e, com a cara enfiada no meu pescoço, voltou a dormir.
Minutos depois, meu tio se mexeu um pouquinho na cama, apertando-se no corpo gostoso de papai, sorriu consigo mesmo quando levantou um pouquinho a cabeça e viu eu e papai na sua cama.
Aproveitando-se da situação, titio aproveitou a bunda nua branca de papai colada no seu pau, abrindo as nádegas e molhando o dedo indicador com saliva, lambuzou a entradinha do cu do meu papai e ajeitou a cabeça da rola no olho do cu dele, e começou a levemente a forçar.
— Huuuuuuuuuum! Papai gemeu baixinho, inconsciente, até meu tio se alojar por inteiro dentro dele, deu algumas socadas leves, rebolando para não despertar papai nem eu, até quase gozar, deixando somente que o líquido de pré-gozo escorresse para dentro do cuzinho do seu irmão, e voltou a apertá-lo mais forte em seus braços e deixou o sono voltar.
Por volta das 8:30, meu pai despertou sentindo seu cu preenchido pelo seu irmão. Virou sua cabeça para trás para olhá-lo e sorriu, beijando sua boca. Aproveitou que eu estava na mesma posição que ele e fez o mesmo comigo, que ainda dormia.
Afastou-me delicadamente de seu corpo, levando sua mão forte para o seu cacete meia-bomba, e deu uma punhetada leve para deixá-lo bem duro. Expôs e apontou a cabeça rosada na entrada do meu cuzinho, logo cuspiu um pouco na mão sorrindo e lambuzou seu cacete e meu cu com a saliva.
Depois, ajeitou a cabeça do pau no olho do meu cu e começou a forçar suavemente. Inconsciente, gemi baixinho, relaxando a musculatura do meu cuzinho e deixando seu pau deslizar deliciosamente para dentro de mim.
Papai segurou na minha cintura e lentamente começou a se movimentar, se autofodendo na rola grossa e molhada do seu irmão, e me fodendo o cuzinho.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Comecei a despertar devagar, sorrindo com a sensação gostosa do pau que me fez dentro de mim, e gemi baixo, rebolando na pica do meu papai, e deixando ele saber que tinha acordado.
— Huuuuuuuuuum! Isso, meu senhor, me fode o cuzinho, papai!
Sorrindo, ele me beijava o pescoço e a bochecha; depois virei meu rosto para receber seus beijos na boca.
— Te amo, filhote! Papai me disse baixinho, movimentando-se um pouco mais rápido.
— Também te amo, papai!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Atrás de papai, meu tio Chico se movimentava, gemendo baixo e degustando do delicioso cu do meu pai.
Papai, sem se virar, levou sua mão direita para a cabeça do meu tio, deslizando os dedos para o seu cabelo crespo e os enfiou neles, massageando o couro cabeludo do meu tio.
Nós três gemíamos juntos baixo para não chamar a atenção dos meus irmãos, mas a cama rangia e batia com a cabeceira levemente na parede.
Mas não esquentamos com isso e nos entregamos. Aos beijos, aos amassos, ao suor que escorria quente na nossa pele, fazendo-nos grudar, ao cheiro forte de sexo bem feito que começava a surgir, invadindo nossas narinas, e empregando nas roupas de cama e no ar do quarto fechado.
— AARRFF! AARRFF! AARRFF!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Nossos corpos molhados de suores tremeram, grudando-se mais. Papai e titio começaram a se beijar de língua com força, aumentando o ritmo das estocadas, enquanto a mão forte de papai batia com força uma punheta no meu pau duro, até que juntos trememos mais forte e sentimos nossos gozos jorrarem de nossos corpos, atingindo fundo nossos cus e sujando o cobertor que nos recobria.
— Ãããããh!
Pfffff! Pfffff! Pfffff!
Apertei forte o cu em volta do pauzão do meu papai, e ele fez o mesmo na rola grossa gostosa do meu tio, ordenhando até a última gota de porra dos paus.
Quando terminamos de gozar, relaxamos nossos corpos e ficamos deitados ainda um dentro do outro, recobrando o fôlego para podermos levantar.
Aos poucos, as toras de carnes do meu pai e do meu tio escorregaram para fora dos nossos cus. Depois nos viramos na cama, ficando de barriga para cima, olhando para o teto, até papai falar:
— Bom dia, seus gostosos! Que trepada fenomenal.
Titio riu, virando o rosto para ele, e papai fez o mesmo, dando um beijo de bom dia na boca do meu tio. Meu tio retribuiu. Papai virou o rosto para o meu e pediu, sem palavras, para que eu fizesse o mesmo.
Virei minha boca para a sua e dei um beijo quente de língua nele. Nós nos espreguiçamos na cama e logo sentimos a necessidade de mijar, e juntos pulamos da cama.
Entramos no banheiro da suíte do meu tio, e eu corri para o vaso, sentando-me.
— Meu escravinho, e eu e seu tio vamos mijar onde? Falou papai, rindo para mim.
Abri minha boca e apontei com o dedo.
Papai e titio sorriram, aproximaram-se de mim e apontaram os paus para minha boca, e, enquanto eu despejava meu xixi no vaso, eles despejavam seus néctares na minha boca.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Eu engolia por goladas fartas, gostosas, sentindo o gosto salgado adocicado do mijo dos dois, misturado ao resto de porra grossa que saía junto das varas deles.
Quando terminaram de despejar, suguei as últimas gotas de urina das cabeças das rolas. Eles retiraram os paus da minha boca e eu terminei de despejar o mijo que acabei de tomar na privada.
Em seguida, levantei, dando descarga, beijei os dois na boca, e papai e eu saímos do banheiro, enquanto meu tio começava a escovar os dentes.
Eu e papai saímos do quarto logo em seguida e fomos correndo para nosso quarto. Entramos e travamos a porta; em seguida, fomos escovar nossos dentes.
Depois papai me ajudou a arrumar a cama, e nós nos vestimos decentemente para podermos ir tomar café da manhã com meus irmãos e titio. Saímos do quarto, encontrando titio no corredor, e descemos nós três juntos para a cozinha.
— Estão satisfeitos, safadinhos? Perguntou titio para nós.
— Com toda certeza, tio! Respondi.
— Óbvio, Chico, foi um dos melhores momentos até agora dessa semana. Disse papai, sorrindo.
— Que bom, mas agora vamos tomar café da manhã; vamos precisar de energia durante o dia. Temos trabalho hoje novamente. Nós cinco precisamos lavar o chiqueiro dos porcos hoje; tem uma carreta chegando hoje com eles. A minguaria que eu tenho aqui no sítio precisa ser reforçada.
— Tudo bem! Logo depois do café, metemos marcha no chiqueiro. Disse papai para titio.
Continuamos a descer as escadas até o hall de entrada. E, antes de virar para a sala de jantar e da cozinha, veio a lembrança do dia anterior, a lembrança de ajoelhar-se aos pezões largos de titio no chão à sua frente, com seu delicioso caralho duro entrando e saindo da minha boca gulosa.
Com minha demora no hall de entrada, papai gritou da cozinha:
— João Pedro, o que porra você está fazendo que não veio para cá ainda?
Piscando forte os olhos, voltei à realidade, afastando as lembranças do dia anterior, e respondi ao meu Senhor:
— Tô indo, papai, só estava em um devaneio.
Virei-me para o corredor e fui em direção à sala de jantar. Ao entrar, papai estava colocando uma cesta de pães na mesa, enquanto titio terminava de passar o café.
Fui até a mesa, sentando-me em uma das cadeiras que ficava de frente para a cozinha integrada, e, enquanto observava os dois na pia e no fogão, eu começava a cortar um pão e passar requeijão, que estavam postos em cima da mesa.
Observei as costas largas dos meus dois homens; papai tinha duas covinhas sensuais perto do cóccix que chamavam minha atenção, e titio tinha duas pintinhas claras do mesmo jeito das covinhas de papai, claras, meio rosadas.
A vontade de levantar da mesa e surpreender os dois com uma lambida neles foi imensa, mas sabia que, se eu começasse, não iria parar naquela lambida, e aí tudo iria atrasar. Então, noutra hora, quem sabe, eu lambo aquelas covinhas.
Sorrindo, continuei a observar os dois enquanto mastigava o pão com requeijão, enquanto eles conversavam sobre as atividades do decorrer do dia e os próximos afazeres.
No andar de cima da casa, meus irmãos levantavam-se das camas e começavam a se arrumar para descerem para tomar café conosco. Vinte minutos depois, os dois se juntaram a nós, desejando-nos bom dia, e se sentaram à mesa.
— Bom dia!
— Bom dia!
— Bom dia, gatos! Disse papai para meus irmãos.
Meus irmãos se sentaram à mesa e deram tapinhas na minha cabeça para encher meu saco. Pegaram pães e a garrafa de café e prepararam os seus cafés da manhã.
Papai e titio terminavam de conversar baixinho na cozinha e vinham em nossa direção para a mesa. Sentaram-se ao meu lado, com papai me puxando para seu lado, me abraçando a cintura, e logo mudaram o rumo da conversa, nos pedindo atenção.
— Meninos, hoje o dia será um pouco mais puxado do que os anteriores. Hoje irá chegar um caminhão carregado de porcos que eu havia negociado anteriormente, e preciso da ajuda de vocês tanto para limpar o chiqueiro antes deles chegarem quanto para me ajudarem a acomodá-los.
— Certo, tio, sem problemas. Assim que terminarmos aqui, já nos preparamos para irmos para o chiqueiro! Disse meu irmão Juan.
— Ótimo! Disse titio.
Continuamos nosso café com tranquilidade; papai bajulava-me, cortando o pão com as mãos e levando-o para minha boca, sorrindo, mais leve e calmo depois da nossa trepada com titio mais cedo, até terminarmos nosso café.
Logo em seguida, quando terminamos de comer, meu tio e meu pai foram organizar a cozinha, enquanto meus irmãos limpavam a mesa e reorganizavam as cadeiras à sua volta.
Fiquei sentado em uma das cadeiras enquanto meus machos organizavam tudo e esperavam novas ordens. E, mais cedo do que previsto, todos terminaram seus afazeres, e titio chamou:
— Bora, garotos, temos muito trabalho a fazer.
Saímos da cozinha e da sala de jantar e acompanhamos titio para fora da casa.
Ao sairmos, fomos para o quartinho pegar os materiais de limpeza. Titio pegou pás, vassouras e baldes grandes para colocarmos água e nos entregou, saindo do quartinho e encostando a porta de madeira. Colocamos uma roupa especial por cima da nossa, feita de lonas marrons, que meu tio nos entregou, e calçamos botas emborrachadas.
Depois saímos dali e fomos em direção ao Chiqueiro, carregando nossos novos equipamentos, que irão nos acompanhar provavelmente o dia todo.
Andamos durante dez minutos, até chegarmos ao chiqueiro. O local era bem feito, chiqueiro grande com as paredes da altura de nossos quadris, feito de cimento queimado, e a parte externa revestida por grandes pedras rústicas de tons de marrons claros. Tinham divisórias entre eles para delimitar seus tamanhos, separando-os por porte, sexo e raça.
O chão apresentava uma mistura de pedras, lamas e sujidades do tempo, como galhos das árvores, areia, folhas e penas de passarinhos, que o vendaval dos dias anteriores havia trazido e depositado ali.
Colocamos nossas ferramentas de trabalho recostadas nas colunas de pedra do chiqueiro, e titio foi logo conectando a mangueira na torneira e ligando-a para começar a empurrar as sujeiras grossas do chão.
Papai, eu e meus irmãos pegamos as vassouras e começamos a varrer, ajuntando o lixo junto aos cocôs dos bichos em um monte para recolhermos com as pás e colocarmos em sacos de lixo.
Nessa hora, os porcos se agitaram e começaram a correr de um lado para o outro, agitados, correndo em direção à água como se pedissem banhos, e se deitavam rolando no chão que formava uma lama pegajosa.
Meu tio sorriu, puxando mais a mangueira para perto deles, direcionando o jato de água para os porcos, e passou a dar um banho neles.
O dia começava a esquentar novamente, depois do vendaval e da chuva pesada do dia anterior. O sol, que brilhava fraco quando levantamos, passava a brilhar mais intenso, com um calor ardente que queimava nossas peles.
Enquanto isso, eu e meus irmãos aproveitamos para limpar o reservatório de água e comida de cimento, que meu tio tinha feito para eles, recolhendo o resto da ração velha, descartando-a nos sacos de lixo e recolocando-a, pegando do saco novo que ficava recostado na parede do fundo do chiqueiro. Depois enchemos os reservatórios com água fresca com auxílio da mangueira de titio.
Depois de arrumarmos os reservatórios, demos uma mãozinha para meu tio, que se molhava junto aos porcos na mangueira.
Agachei-me do lado de um porco macho e comecei a esfregar sua pele, lavando e retirando as placas grossas de lama seca que se grudaram na sua pele rosada.
Esfreguei seu dorso e depois as patas, passei a mão pela sua barriga gorda e fui até seu pau espiralado. Nessa hora, o tesão bateu forte, nem parecia que tinha sido fodido por papai e titio há poucas horas, e me deixei levar.
Comecei a massagear a pica do porco, sentindo a textura, e achei interessante o formato. O pênis dele é parecido com um saca-rolhas, espiralado e fino, mas muito pulsante.
Minha boca encheu de água, a vontade de sentir o gosto bateu forte. De imediato, fiquei somente alisando, batendo uma punheta para o porco, que se acalmou com minhas carícias.
Senti meu pau ficar duro igual pedra, pulsando, e meu coração bater forte no peito. Sem pensar muito, só deixando que meu corpo ditasse as regras, ajoelhei-me no chão e abaixei a cabeça, quase encostando-a no chão.
Olhei fixamente para o cacete do porco e fui me aproximando com a boca aberta, e o coloquei na boca, prendendo meus lábios em volta do cacete fino e longo. O gosto era um pouco ruim, uma mistura de lama e urina, mas não me importei; precisava alimentar minha porquinha interior e deixá-la experimentar aquele pau saboroso.
O porco se agitava, fazendo "oink oink", e extintivamente rodava a geba, tentando se grudar dentro da minha garganta, fazendo-me cócegas grosseiras.
— Huuuuuuuuuum!
Eu gemia para que meus machos prestassem atenção e se excitassem com a cena.
Enquanto eu mamava o cacete do porco, meus homens começaram a se acariciar, passando a mão por cima das calças, apertando e alisando seus caralhos roliços que, aos poucos, ganhavam vida, ficando duros dentro das calças.
Puxaram os elásticos das calças de moletom para frente, desamarrando os cordões, e deixaram-nas cair aos seus tornozelos encolhidas. Pegaram nos paus duros entre as pernas com uma mão e começaram a bater uma punheta lenta, deixando de lado o trabalho e as ferramentas que carregavam nas mãos.
— Huuuuuuuuuum! Eu gemia, continuando a chupar a rola do porco.
Enquanto isso, do lado de fora do sítio, o caminhão carregado de novos porcos aproximava-se do portão, balançando, enquanto o motorista prestava atenção no trajeto, apertando o pau por cima da calça jeans, se segurando o máximo possível para não mijar nas calças.
Avistou a entrada do sítio e foi diminuindo lentamente a velocidade do caminhão até que parou, estacionou e apertou a buzina para anunciar sua chegada.
Não aguentando-se mais, desceu do caminhão, segurando o pau no meio das pernas, e correu para as plantas do lado de fora do portão. Colocou seu pau grosso, moreno, para fora e despejou o mijo concentrado e amarelo escuro na terra das plantas.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Chacoalhou a geba grossa e morena e guardou-a na cueca e na calça. Olhou para a parede e identificou um interfone que meu tio recém tinha colocado, e o tocou.
Tlimmm!!!
Lá dentro, o Luke latiu, anunciando junto ao interfone que um visitante tinha chegado.
No chiqueiro, eu ainda chupava o pau do porco, já com o maxilar doendo e incomodado com o interfone que não parava de tocar, com nosso visitante impaciente, retirei a cara do porco da boca e disse:
— Vocês não estão escutando o interfone tocar, não?
Meu tio se levantou fazendo cara de "vixe, é mesmo!" E foi atender.
Levantei do chão, olhando para meu pai e meus irmãos que se masturbavam, e esperei que falassem algo.
Já meu tio foi atender o portão ainda com o pau de fora das calças, duro, babando um líquido de pré-gozo pegajoso que sujava sua calça.
Andou até o portão de madeira, destrancou o trinco e escancarou os dois lados dele. E fez sinal para que o rapaz entrasse com os porcos.
O rapaz entrou e meu tio fechou o portão, aproximou-se do caminhão que parou para orientação de como prosseguir, e meu tio se aproximou.
— Você deve ser o Chico, correto? Perguntou o motorista.
— Sim, sou eu! Você pode prosseguir com os porcos até o chiqueiro sem problemas; é só descer até os carros estacionados, virar à esquerda e seguir reto. Você encontrará as grandes reservas; passe por quatro delas e estacione na frente da quinta, que é o chiqueiro.
— Certo! Disse o motorista e olhou em direção ao pau duro exposto do meu tio, e lambeu os lábios. Depois virou-se de volta para frente e prosseguiu caminho, seguindo as orientações do meu tio, com o caminhão balançando com os porcos.
Meu tio seguiu outro caminho, cortando caminho pelo acesso da casa às reservas, e correu para nos encontrar e avisar de nosso visitante.
Quando chegou, eu já estava me preparando de quatro no chão e tentava fazer com que o porco me montasse. Quando ele me viu, disse:
— Escravinho, espere um pouco. O rapaz dos porcos chegou com a carga; estamos atrasados na limpeza, e o sexo que começamos terá que ficar para a próxima.
Eu já estava pelado embaixo do porco e, ao ouvir isso, retirei o porco de cima de mim e comecei a levantar, e foi quando o rapaz estacionou o caminhão na frente do chiqueiro.
Desafivelou o cinto, olhou para o chiqueiro de dentro do caminhão e fez contato direto com meus olhos. Apertou seu pau, que ficou duro na hora, e desceu do caminhão de boca aberta.
Foi para a carga e começou a destrancar a carroceria. Meu tio abriu o portão do chiqueiro e o orientou como prosseguir com a descarga.
O rapaz chocado subiu na carroceria e foi conduzindo os porcos a descer do caminhão, baixando a prancha. Enquanto isso, titio conduzia os porcos para dentro do chiqueiro, onde estávamos.
Levantei-me do chão, batendo a mão no meu corpo nu para retirar as sujidades, e fui para o meu dono, que me abraçou, escondendo meu corpo, e também observou, junto dos meus irmãos, os porcos entrarem no chiqueiro.
A todo momento, observava o entregador se revisar, olhando a descida dos porcos, e meu corpo nu, coberto pelo de papai, me fitando profundamente nos olhos, lambendo de vez em quando os lábios, desejando-me.
Às vezes apertava o pau por cima da calça, que ficava duro novamente, tentando se conter, enquanto os porcos desciam da carroceria.
Depois de finalizado, titio fechou a porteira, trancando os porcos novos, que se juntaram aos antigos, e chamou sua atenção:
— Senhor! Onde preciso assinar? Senhor?
Recobrando a atenção, virou-se bruscamente para meu tio e disse:
— Ah, só um minuto!
Foi para a cabine do caminhão e entrou na parte do motorista, pegando a folha e uma caneta e entregou ao meu tio.
— Aqui, senhor Chico! Ele disse, entregando a prancheta com uma caneta para titio.
Votou-se a atenção para mim, e discretamente voltou a apertar o pau por cima da calça.
— Pronto! Disse meu tio: — Algo mais?
— Aãh! Ele olhou para mim fixamente, deixando meu tio perceber. Meu tio olhou na minha direção, acompanhando o olhar do entregador, e disse:
— Aquele ali não é para o seu bico!
Papai olhou com fúria para ele, prendendo-me atrás de seu corpo, e o rapaz respondeu:
— Ele é gostosinho, gostaria de poder fodê-lo. Acho que é isso que vocês estavam fazendo antes de eu chegar, não é?
— Isso não é da sua conta! Disse titio: — Já assinei o papel, você pode sair, te encontro no outro portão.
O rapaz baixou a cabeça e começou a subir no caminhão. Quando ia se sentar, meu dono, papai, gritou:
— Espera!
O rapaz se sentou e olhou para papai.
— Quer se juntar a nós? Faz tempo que não o compartilhamos.
O rapaz olhou com uma certa esperança e disse:
— Claro, mas não posso ficar muito.
— Sem problemas, desça. Você hoje é meu convidado de honra e terá o prazer de ser o primeiro a enrabar meu filho junto dos porcos.
O rapaz fez uma cara de espanto e disse:
— Seu filho?
— Sim, conheça o escravo familiar, mas não se engane, tem regras para usufruir dele. — Claro, senhor! O rapaz desceu novamente do caminhão, fechando a porta atrás de si, e entrou no chiqueiro.
Aproximou-se de mim e papai e cumprimentou-nos.
— Prazer, meu nome é Samuel! Ele estendeu a mão na direção do papai, esperando um cumprimento.
Papai olhou para ele, ainda me segurando atrás do corpo, e estendeu a mão, apertando a dele com firmeza.
— Sou o João!
Depois de se cumprimentarem, papai, ainda desconfiado, puxou-me de volta para o porco no chão do chiqueiro.
Voltei a ficar de quatro e estendi minha mão até seu cacete pulsante. Inclinei-me para baixo para colocar o cacete do porco de volta à boca, deixando meu cuzão rosado exposto para o visitante, que começava a salivar, apertando o pau por cima da calça.
— O senhor pode ficar mais à vontade e faça o que você está pensando. Papai disse para ele, olhando-o, massagear o pau duro.
O motorista acenou para papai e abriu a calça, descendo-a até os tornozelos junto com a cueca, depois retirou-as, ficando com as botas. Em seguida, retirou a camiseta, mostrando o corpo peludo e parrudo, e levou a mão para o delicioso pau duro, branco, grosso, de 15 centímetros, com a cabeça exposta rosada, e começou a se masturbar, preparando-se para se ajoelhar atrás de mim.
Antes que ele ousasse fazer isso, parei de chupar a rola do porco e me virei para ele. Ergui-me, ficando de joelhos na altura da sua virilha, e segurei firme seu caralho duro, olhando fixamente para seu rosto.
Ele fitou-me com um olhar de tesão enquanto sua pica grossa rosada pulsava na minha mão, dando uma mexida para frente como se quisesse penetrar algum orifício.
Abri minha boca salivando por aquela rola grossa e deixei-o entrar. O macho tremeu e gemeu rouco quando sentiu minha boca quente abraçar seu cacete duro, e levou sua mão grossa para trás da minha cabeça careca, e comandou minha mamada.
— Huuuuuuuuuum! Hãããããã! Boquinha divina, finalmente estou comprovando o que sempre me disseram. Huuuuuuuuuum! Mamada de bicha é, hããã! Muito melhor que de mulher! Hãããããã!
O Samuel segurou mais firmemente na minha cabeça com as duas mãos e comandou com fúria minha mamada, movimentando minha cabeça junto ao seu quadril, me fazendo sufocar com gosto na sua vara.
— Huuuuuuuuuum!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
Seu saco grande de bolas pesadas batia com força no meu queixo, enquanto a cabeça destruía o fundo da minha boca. Minha respiração estava descontrolada, enquanto meus olhos se reviravam, e, de súbito, ele retirou o pau e me jogou de quatro no chão.
Foi para trás de mim com agilidade, ajoelhando-se no chão de terra batida e abriu minhas bunda, cuspindo no meu cu.
Em seguida, espalhou com os dedos o cuspe e enfiou um dedo, depois dois, sentindo a textura. Logo, retirou-os de dentro de mim, cuspiu na mão e passou no seu caralho duro, molhado da minha saliva. Cuspiu mais no meu cuzinho e apontou a cabeça da pica, deu uma pincelada e começou a pressionar a entrada do meu cuzinho.
— Huuuuuuuuuum! Gememos juntos.
Seu pau começou a deslizar lentamente e suave para dentro do meu cu, pulsando. Ele revirava os olhos de boca aberta, e, para deixá-lo mais alucinado, comecei a piscar meu cuzinho, apertando seu pau.
Ele gemeu mais grosso e segurou mais firme na minha cintura, inclinou-se como se estivesse hipnotizado para frente e depositou um beijo no meu ombro, e logo começou a rebolar e a bombar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Seu corpo pesado se chacoalhava gostoso, deixando o sexo ainda melhor. Ele beijava-me deliciosamente o ombro e as costas, bombando forte, contorcendo-se com o gozo que se aproximava, e gozou fundo dentro de mim, cravando seus dentes no meu ombro e seu pau no fundo do meu cu.
— Huuuuuuuuuum! Gememos juntos e ele gozou com jatadas fortes dentro de mim.
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Meu corpo tremeu, mas não gozou, já que estava acostumado a uma rotina intensa de sexo.
Ele esperou dentro de mim até seu pau derramar a última gota, depois saiu de dentro de mim, deixando o mar de porra fluir para fora do meu cuzinho, levantando-se ainda tremendo, e recolheu suas roupas, agradecendo meu papai.
— Obrigado, senhor, foi a melhor trepada de toda a minha vida.
— Não tem de quê! Respondeu papai.
O motorista recolheu suas roupas e voltou pelado, carregando-as para o caminhão, subiu, fechou a porta e deu partida, dando marcha à ré.
Meu tio saiu de perto de nós e foi abrir e fechar o portão para ele, desejando boa viagem.
Quando retornou, nós tínhamos voltado a limpar o chiqueiro. Continuamos o banho dos porcos, lavando-os e separando os machos das fêmeas. O tesão pelo porco que tentava me enrabar, quando o entregador chegou, passou, e o interesse também.
Os porcos voltaram a se acalmar, e pudemos cuidar deles com tranquilidade. Demos banho com a água da mangueira e com buchas vegetais que ficavam em um armário de pedra que meu tio tinha mandado fazer quando reformou o sítio.
Lavamos os animais e, depois, cansados e suados, a fome bateu. A sinfonia de nossos estômagos ressoou, e titio, terminando de recolher as vassouras, as pás e o saco de lixo, disse:
— Querem saber de uma coisa? Vamos voltar para casa, vou começar a fazer o almoço, estou verde de fome.
Papai olhou no relógio de seu pulso e disse:
— Caraca, olha a hora!
O relógio marcava 12:00, já tinha se passado metade do dia, estávamos cansados do trabalho. Mas eu ainda pensava em foder com meus machos ainda hoje.
Pegamos tudo e saímos dos chiqueiros, trancando os portõezinhos, e voltamos para o quintal.
Passamos pelos carros no estacionamento e fomos para o quartinho deixar as coisas de limpeza.
Titio destrancou a porta e acendeu a luz. Entramos e depositamos os materiais de limpeza, e logo saímos de lá, apagando a luz e trancando a porta.
Meu pai sorriu para mim e para meus irmãos, e, já sabendo que só pensamos besteiras o tempo todo, meu tio nos olhou e perguntou:
— Que sorrisinhos são esses?
— Bom, acredito que eu e os garotos pensamos a mesma coisa; me corrijam se eu estiver errado. Mas, antes de irmos embora daqui a três dias, eu quero transar com vocês dentro desse quartinho. Disse papai para titio.
— Mas a safadeza é de família mesmo em irmão. Tá legal, nesse caso eu vou planejar como faremos isso. Mas agora estou na expectativa de pegar vocês transando aqui dentro sem convite, no acaso.
Sorrimos todos, e saímos de lá antes que acabássemos transando nesse momento.
Papai passou seu braço direito na minha cintura e nós cinco voltamos para dentro de casa.
Fomos direto para o chuveiro, passamos para a cozinha e fomos para o banheiro social. Entramos os cinco juntos e retiramos o resto das poucas roupas que nos acompanhavam, colocando-as no cesto de roupas sujas, e entramos dentro do box, ligando o chuveiro.
Deixamos a água morna lavar a terra grudada em nossos corpos, e papai me olhou com a cara mais amorosa e safada que já vi ele fazendo, aproximou-se de mim e me beijou os lábios enquanto pegava o xampu na prateleira.
Despejou uma porção nas mãos, e começou a passar um pouco em seus cabelos, um pouco na minha careca. Meus irmãos e meu tio faziam o processo normal dos banhos, e enxaguávamos nossos cabelos juntos debaixo do mesmo chuveiro, colocando só nossas cabeças, e nos atropelávamos um nos corpos dos outros.
Depois nos revezamos molhando o corpo debaixo do chuveiro, e nos ensaboamos. Logo voltamos a nos revezar embaixo d'água, retirando todo o sabão.
Depois desligamos o chuveiro e, antes de nos secarmos, papai segurou-me pelo ombro e, num pedido silencioso, fez-me ficar de joelhos no chão. Os quatro me cercaram, segurando as picas, meia-bombas pulsando com o mijo que descia das bexigas, e expondo as cabeças, apontaram as picas para meu corpo e despejaram a chuva dourada.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Papai, por ser meu dono, mirou no meu rosto, enquanto meu tio e meus irmãos miraram no meu corpo. Abri minha boca para receber seu mijo e às vezes engolia um pouco, e deixava escorrer pelo corpo o que entrava em minha boca.
De joelhos no chão, comecei a me masturbar e, recebendo os mijos dourados, aproveitei e me mijei também, espalhando todo o mijo pelo o corpo.
Quando terminamos de mijar, eu puxei cada pica para minha boca, e suguei a cabeça, retirando as últimas gotas de mijo delas e "secando-as" com meus lábios.
Titio ligou o chuveiro novamente, e passamos uma água rápida no corpo. Levantei-me do chão e terminei de enxaguar meu corpo; em seguida, o chuveiro foi desligado novamente.
Pegamos as toalhas, nos secamos, e saímos do banheiro todos pelados e fomos para o quarto colocar uma roupa.
Depois de trocados, fomos para a cozinha, e meu tio e meu pai começaram a preparar o almoço.
— Obrigado pela ajuda de vocês agora de manhã. Na parte da tarde, depois do almoço, só iremos visitar os outros animais para vermos o que aconteceu com eles e recolocar água e ração para os que precisarem.
— Certo! Respondemos todos juntos.
Meu pai e meu tio ficaram na cozinha preparando o almoço, enquanto meus irmãos foram assistir televisão, e eu aproveitei para mandar mensagem para mamãe e avisar que tudo estava bem.
Por volta das 13:00, titio anunciou que a comida estava pronta e que poderíamos comer. Voltamos para a cozinha, com todos pegando pratos no armário e se enfileirando um atrás do outro para pegar comida nas panelas.
Nos sentamos na mesa com uma jarra de suco e passamos a degustar do nosso almoço, sem conversas, somente com nossas paqueras por olhares.
Depois do almoço, papai e titio foram arrumar a cozinha e eu e meus irmãos fomos para a sala deitarmos no sofá.
Meu irmão Thiago puxou-me para seu colo e beijou-me ardentemente.
— Quero devorar esse seu cuzinho mais tarde! Disse, apertando minha bunda e me beijando de língua com força.
— Sim, senhor! Assim que papai permitir, eu te dou meu cuzinho; ele será todo seu.
— Huuuuuuuuuum! Meu irmão gemeu, me provocando, e voltou a me beijar com força.
Papai e titio vieram da cozinha alguns minutos depois, nos pegando se beijando.
— Ei, passe o escravinho para mim, você já beijou ele demais! Vem, papai, filhote.
— Nossa, pai, acabei de pegar ele. Libera nosso putinho de vez em quando. Disse meu irmão, indignado.
— Por agora não! Depois deixo você e seu irmão castigá-lo na pica, punitivo.
— Nossa, faz tempo que não me chama assim! Disse meu irmão Thiago.
— Claro, faz tempo que nenhum membro faz merda, então seus serviços não estão sendo solicitados. Graças a Deus.
— Sinto falta de foder e bater em uns putos desobedientes! Disse meu irmão, rindo.
— Não sinta, seu irmão sofre antes do que eles , e isso não é bom.
Calaram - se os dois, e meu tio ligou a televisão e todos começaram a assistir o jornal.
Papai ligou minha coleira, colocando-a no modo de carícia; as vibrações baixíssimas me acalmavam e relaxavam meus músculos.
Ficamos uma boa parte da tarde jogados no sofá, curtindo uma preguiça. Meu corpo carregava as energias para daqui a pouco darmos uma geral no sítio, como titio havia informado.
Meus irmãos estavam jogados em um dos grandes sofás em lados opostos, esfregando seus pezões gostosos um nos outros despreocupados. Papai e eu nos agarramos no sofá ao lado do deles, sentados, comigo no meio de suas pernas, sentindo seu delicioso membro meia-bomba me cutucar a bunda.
Titio estava do nosso lado, prestando atenção na televisão, com os pezões deliciosos encolhidos em cima do sofá, prestando atenção na televisão.
Peguei meu celular, agarrando-me a papai, e mandei mensagem para minha mãe, informando que as coisas estavam bem e para ela não se preocupar. Faltava pouco para nosso retorno, mais três dias e voltaríamos à nossa rotina normal.
O que será que o futuro me reserva? Meu irmão tinha colocado junto ao meu pai um questionamento na minha cabeça. Será que haveria mais punições para o futuro? E o que aconteceria comigo quando voltássemos? Será que papai já estava programando com nossos outros familiares, minha rotina de foda? Quem seria o próximo a usufruir do escravo familiar?
Me espremi mais no corpo de papai, fazendo-me beijar, e ele, sentindo as tensões do meu corpo, perguntou:
— O que se passa na sua cabecinha, familiar?
— Primeiro, você nunca me chamou de familiar, é estranho, e estou pensando no que vem depois dessa semana. Algum membro já mandou mensagem pedindo para usufruir de mim?
— Vários, mas não dei permissão ainda para ninguém, só quando retornarmos voltará a programar sua rotina como antes. Mas você não tem que se preocupar com isso, eu comando tudo, e você só me obedeça e obedeça seus machos, ok?
— Claro, papai!
— Ótimo.
Papai afrouxou os braços em cima de mim, deixando-os recair no sofá.
As horas se passaram e, com elas, o tempo. Lá fora, o dia movia-se para o final da tarde.
Meu tio se levantou do sofá, espreguiçando-se, e dizendo:
— Acho melhor voltarmos aos nossos afazeres, a tarde está chegando ao fim, e é melhor organizarmos os animais. Depois jantamos, belezinha, galera?
Nós nos levantamos com papai me erguendo em seu colo. Meu irmão Thiago veio até nós e pediu para papai me passar para ele.
Fui para seu colo com ele me beijando a bochecha e apertando minhas nádegas, dizendo:
— Minha gostosa!
Saímos de dentro de casa com meu tio nos guiando, meu irmão me colocou no chão novamente, e bateu na minha bunda rindo.
Meu tio nos conduziu até as baias e o ajudamos a colocar ração e água para os cavalos, acariciamos-os e recolhemos os seus dejetos, jogando-os dentro de um saco de lixo. Depois saímos das baias e fomos para a asnoaria. Fizemos o mesmo procedimento, recolhendo os dejetos dos animais, trocando a água e colocando ração para eles.
Trancamos o cercado e fomos para o curral, entramos observando os bezerros que cresciam fortes a cada dia mamando, e colocamos comida e água. Titio ligou o sistema de irrigação dos capins programando para daqui a meia hora pararem de jorrar, e saímos de lá.
Caminhamos até o galinheiro e verificamos tudo: a ração, água, e aproveitamos e recolhemos mais alguns ovos de maneira rápida, conferindo se não estavam galados, e colocamos em uma cestinha pequena para carregarmos conosco.
Depois de distribuir o milho para os galos e galinhas, e recolhermos os ovos, saímos do galinheiro e voltamos para o chiqueiro.
Os porcos estavam bem calmos, ao contrário de logo de manhã, quando viemos. Entrou no chiqueiro e verificamos a água e a ração; não precisamos repor nada e nem limpar o local.
Mas não fomos embora de imediato; ficamos os observando, recostados nas paredes. Sentindo um calor exagerado, meus irmãos, meu pai, meu tio e eu retiramos nossas camisetas e nos sentamos, sentindo o ar quente da tarde.
— Sabe, estava relembrando o que aconteceu hoje de manhã, e estou ficando excitado, e nós quatro nem usufruímos do escravo familiar hoje, e estou excitado só de lembrar do entregador fodendo meu bebê. Disse papai, com a camiseta no ombro e apertando o pau por cima das calças, me olhando.
— Ah, irmão, você fala tanto do seu filho, mas você tá um tarado do caralho! Disse meu tio para papai.
Nós cinco gargalhamos e olhamos os porcos andando pelo chiqueiro.
Meus olhos foram para as genitálias deles e, depois, para as picas dentro das calças dos meus quatro machos. Fiquei logo excitado, minha boca salivava de novo por sentir uma pica invadindo-a.
Apertei meu pau duro por cima da bermuda, e senti meu cu piscar gostoso enquanto manjava descaradamente o pau dos meus quatro machos.
Papai olhou para mim fixamente e sorriu; já sabia o que eu queria e não me deixaria passar vontade.
— Ah, filhote, eu te conheço, putinha. Escutem só, meninos, vamos dar logo o que essa safada quer, na verdade, o que todos nós queremos. Tá na hora de usufruir do que é nosso.
Papai se aproximou de mim e me deu um beijo farto nos lábios.
E nossa putaria voltou a rolar. Meus irmãos e meu tio Chico nos observaram por um segundo ,e se aproximaram de nós, juntando-se aos nossos corpos e passando os braços fortes nas nossas cinturas, procurando nossas bocas molhadas.
Nós nos entrelaçamos em um beijo grupal, ainda seminus, roçando nossos corpos e nossas rolas duras umas nas outras. Com nossas mãos acariciando as costas nuas, deslizamos-as para nossas bundas magras, apalpando-as, dando apertões gostosos, enquanto nossas línguas mudavam de uma boca para a outra.
Nossos corpos excitados pediram mais, e levamos nossa putaria mais a sério. Nos afastamos um pouco e levamos nossas mãos aos cós das nossas calças de moletom, e desamarramos os cordões, deixando que elas escorregassem junto com as cuecas até nossos tornozelos, enrolando-se nas botas galochas.
Paramos de nos beijar por um instante, e nos afastamos alguns centímetros, para retirarmos as galochas junto do resto das roupas, e as penduramos nos cercados e as botas recostamos também no cercado do chiqueiro. Logo estávamos nus da cabeça aos pés (e que pés), transpirando com nossa excitação.
Nossa excitação era tamanha que só nos olhamos rápidos e voltamos a nos agrupar, nos pegando todos ao mesmo tempo. Nos grudamos, esfregando as picas duras umas nas outras em um frottage grupal delicioso, passando nossas mãos descontroladas por nossos corpos nus, esfregando nossas barbas por fazer junto aos bigodes ralos.
Nossos quadris ganharam vidas próprias, movimentando-se rapidamente, fazendo nossos caralhos subirem e descerem rápidos e desesperados.
Começamos a gemer juntos, alto, enlouquecidos, revezando as bocas de um para os outros, chupando forte as línguas e mordiscando nossos lábios rosados.
— Huuuuuuuuuum! Muá, muá, muá, muá, muá, muá, muá...
Nossos corpos suados queriam mais, e, segurando apenas nas cinturas e nos beijando, levamos nossos quadris para trás um centímetro, empinando nossas bundas, e, com força, batemos nossas virilhas e paus com força, indo para frente com a virilha, recuando para trás com as bundas e batendo novamente nossos paus, indo novamente para frente, com força, gemendo alto, descontroladamente.
PLAFT!
— Hãããããã!
PLAFT!
— Oooooh!
PLAFT! — Huuuuuuuuuum! PLAFT! — Oooooh! ...
Nossos sacos também se encontravam balançando no meio de nossas pernas conforme íamos para frente e para trás, se chocando. Nossos dedos das mãos encaminhavam-se para nossos cus e alisavam nossas entradas, e forçavam passagem para dentro deles.
E, com vários estímulos contínuos, gozamos juntos em uma batida forte do nosso frottage grupal. Enfiando fundo nossos dedos nos nossos cus e demos uma batida forte.
PLAFT!
— Hããããã!
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Trememos forte e nos seguramos forte uns nos outros.
Ofegamos, tremendo e nos segurando um nos outros para não cairmos, enquanto nossos paus esguichavam porras, sujando nossos corpos.
Depois de alguns minutos, nos separamos e olhamos para os porcos e porcas.
Sem dizermos nada, nos aproximamos deles, ainda recobrando o fôlego, arfando ( Arf Arf Arf Arf) , e cada um se agachou perto de um porco, alisando seus corpos gordos, macios, pelados, e os puxamos para perto de nós, cada um um porco, cada porco colocado de costas para nossas genitálias.
Com nossos hormônios latejando em nossos corpos, nos ajoelhamos no chão atrás deles, segurando nossos cacetes duros e grossos, que se recusavam a baixarem.
Levei minha mão até minha coleira e apertei o botão do hormônio do prazer, deixando invadir meu corpo, me fazendo recuperar o fôlego, ficando com mais tesão.
Olhamos um para o outro enquanto o hormônio corria desesperado pelo meu corpo, e, sem dizermos nada, levantamos os rabos dos porcos, dando uma palmada nas nádegas deles, e apontamos nossos paus nos cuzinhos rosados deles, e forçamos, deixando as cabeças rosadas de nossas picas, deslizarem para dentro.
— Hãããããã! Gememos alto.
— QUIIIIIIC!!! Os porcos guincharam quando sentiram a pressão dos nossos paus calibrosos e deixamos o tesão imenso nos dominar.
Os porcos apertavam os cus desesperadamente, tentando proibir nossa invasão, mas, sem sucesso, conseguimos invadi-los com força, atolando nossos paus duros até o fim, batendo nossos sacos nas ancas deles.
Ofegando, esperamos um minuto parados dentro deles para que eles pudessem se acostumar com nossa invasão. E logo começamos a nos movimentar, bombando fraco de início, e depois fodendo-os com total brutalidade.
PLOC, PLOC, PLOC...
— Humm!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf...
— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!
Fodiamos os porcos com força, sentindo nossos caralhos latejarem dentro deles. Os coitados guichavam desesperados, fazendo nossos prazeres serem ainda mais intensos, e gozamos novamente, enchendo os cuzões deles com nossas galas.
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
E, em seguida, nos desgrudamos e desabamos no chão batido de terra, exaustos, ofegando, sentindo nossos corações baterem com uma intensidade nunca sentida antes.
BUM BUM BUM BUM BUM BUM BUM BUM BUM...
ARF! ARF! ARF! ARF! ARF! ARF! ARF! ARF! ARF!
Alguns minutos depois, recobramos novamente o fôlego, olhamos para as porcas e, observando suas bucetinhas rosadas e pequenas, recobramos o tesão.
Nós nos levantamos e voltamos a nos aproximar delas, com cada um indo para perto de uma. Fomos para suas ancas, e ajoelhamos atrás delas, passamos as mãos pelas bundas e deixamos uma porção de saliva cair de nossas bocas nas bucetinhas que começaram a pulsar, engolindo uma parte delas.
Em seguida, seguramos na base de nossos caralhos, e apontamos as cabeças de nossas rolas na entrada das bucetas delas, e começamos a forçar, fazendo-as guinchar alto.
— Quinc! Quinc!
— Hãããããã! Gememos alto junto às porcas e afundamos nossas rolas grossas até a virilha bater nas ancas delas, e estocamos forte, batendo as virilhas de encontro com as peles delas.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC…
— Aaaaaaaaaaaah! Ããããã! Gemíamos alto, sujos e suados, cansados, mas sem permitir que o cansaço tirasse nossa autonomia de foda.
E demos uma bela surra de picas nelas.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Huuuuuuuuuum! Aaaaaaaaaaaah!!! Gemendo alto e tremendo, gozamos fartamente dentro delas, esvaziando o resto de nossas bolas.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Caímos no chão com a força do orgasmo, suspirando, e só levantamos quando recobramos o fôlego.
Arf Arf Arf Arf Arf Arf…
...
Meia hora depois, começamos a levantar; o tempo começava a escurecer, o vento começava a soprar friamente, fazendo-nos sentir frio.
Recolhemos nossas coisas e as ferramentas que levamos, saímos do chiqueiro, trancamos o portão, apagamos as luzes, e caminhamos de volta para casa.
Entramos em silêncio e fomos direto para o banheiro, jogamos as roupas sujas no cesto lotado e, partimos para o banheiro social.
Entramos ligando a luz, abrimos a porta do box e ligamos o chuveiro. Em seguida, nos revezamos tomando banho e logo saímos de baixo do chuveiro, nos secando.
Penduramos as toalhas no vidro do box e saímos nus do banheiro. Subimos em silêncio até os quartos e fomos direto nos trocar. Depois de todos trocados, voltamos para o andar de baixo e nos reunimos na cozinha interna.
Papai e titio voltaram para a pia da cozinha e se recostaram enquanto eu e meus irmãos nos sentamos à mesa.
— Uau! Disse meu tio: — Uau!
— Caralho, o que foi isso? Que dia foi esse? Disse meu irmão Thiago.
— Foi intenso isso, eu tenho certeza, e gostei pra caralho, para mim o melhor dia de sexo até agora. Disse meu irmão Juan.
Papai ficou quieto, somente se aproximou de mim, depositando um beijo na minha cabeça, e depois voltou para perto da pia e do fogão, e começou a arrumar a janta. Meu tio se juntou a ele, e logo voltamos à rotina de sempre.
Meus irmãos e eu começamos a arrumar a mesa e, por volta das 20:00, nos sentamos para jantarmos. Depois do jantar, meu pai e meu tio arrumaram a cozinha, e eu aproveitei para mandar mensagem para minha mãe.
Faltavam três dias para retornarmos, e precisava me preparar para a volta da rotina de foder com os outros machos da família. Estava tão contente com essa semana no sítio que, sinceramente, não queria retornar, mas tudo precisava voltar para a rotina. A rotina de trabalho de papai, e a minha rotina de satisfazer os membros da família.
Comemos, nos fartando com a janta que papai e titio prepararam, e logo depois os dois terminaram de arrumar a cozinha, e todos fomos para o sofá deitar.
Ficamos assistindo à programação local. Papai, meus irmãos e titio assistiram ao jornal enquanto eu me perdi nas redes sociais. Depois engataram em uma novela tosca que passava, e, por volta das 23:00, começamos a nos recolher para os quartos.
Subimos as escadas para o andar de cima, e nos separamos, cada um entrando em seus quartos. Eu e papai fomos para o nosso, entramos, escovamos nossos dentes, fizemos nossas necessidades, e depois nos recolhemos na cama.
Deitamos juntos de conchinha, papai me agarrou, colocando seu rosto grudado ao meu pescoço, como ele sempre faz toda noite, nos cobriu, e, quando nossos corpos aqueceram, caímos num sono profundo.
Lá fora o céu escuro estava estrelado, a lua brilhava alto e os animais se agrupavam novamente para poderem passar a noite dormindo.
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