Cap 18 Quarentena Cladestina
Olá caros leitores, aqui estamos nós novamente para dar continuidade a essa minha trajetória sexual de perversão e descobertas. No conto anterior eu literalmente descrevi como conseguir destruir com minha vida. Sim, fuder minha coordenadora e sua filha, literalmente fudeu com minha vida.
Foi muito difícil encontrar um emprego rápido depois que fui demitido. Mas aí 2020 chegou, ano novo, nova vida, as mesmas contas, as mesmas dívidas.Meu auxílio desemprego deu pra segurar algumas coisas. Mas precisei vender o carro. E foi então que a bendita pandemia estourou, o lockdown foi decretado e todo mundo foi obrigado a se trancar em casa. Eu estava com 27 anos, morando sozinho no meu apartamento alugado no 3º andar de um prédio antigo perto do centro, sobrevivendo de alguns freelancers de programação
Meus amigos, ficar trancado entre quatro paredes para um cara com a minha libido é uma tortura medieval. Eu passava o dia programando de cueca no sofá, tomando café, assistindo aos noticiários malucos e me masturbando duas a três vezes ao dia só pra não enlouquecer. Meus cabelos cacheados estavam enormes, parecendo um leão indomável, e minha paciência para o confinamento já tinha ido pro ralo na terceira semana.
Mas tinha uma pessoa com quem eu tava me relacionando a um tempo, sim, Rayanne. Desde que a gente se reencontrou em 2018, trocamos mensagens via whatsapp. No início mandamos nudes um pro outro, depois o papo foi ficando morno, e por fim, estamos mandando apenas memes no instagram. Ao longo desses anos ainda tentei me encontrar com ela pra transar. Mas a esposa dela Carol, uma classica sapatão, tipo caminhoneira sabe kkkk, ela era muito controladora. E pelo que Rayanne me contava a relação delas tinha dado uma estremecida desde que eu transei com Rayanne na praia.
Mas uma coisa mudou, na pandemia, passamos a jogar Warzone Online, eu, Rayanne e Carol. Claro, cada um na sua casa. Eu na minha e elas na delas.
-A sua esquerda, atira logo! - Falei, enquanto observava apenas Rayanne vida da squad no jogo.
-Vai Ray, você consegue! - Falava Carol
-Caaalma gente, calma, confia, confia na mãe, Porra!!! - Falou Rayanne depois de matar o último cara!
-Aeew Porra, que time foda! - Falei empolgado depois de vencermos a partida.
-A gente é muito foda juntos, que parceria viu! - Falou Rayanne. Estávamos jogando Warzone já a alguns meses desde que a pandemia começou. Acabou que deu pra Carol esposa de Rayanne me conhecer um pouco melhor. E pegamos um muita intimidade, na frente de Carol Rayanne era bem mais quieta, já quando falamos sem ela. Era pura putaria.
-Cass, temos uma proposta pra ti? - Falou Rayanne enquanto estávamos no jogo.
-Opa, manda aí, não sendo dinheiro.
-Essa sexta vamos comemorar o niver de Carol aqui em casa, então estamos chamando apenas alguns conhecidos íntimos, todos de máscara claro! - Falou Rayanne.
-Hmm, vai ser uma festa clandestina na quarentena? Vai ter bebida? Faz tempo que não fico trilouco hehe. - Putss, fazia muito tempo que não ia pra nenhuma festa, e muito menos comia ninguém.
-Com certeza meu consagrado. - Falou Carol, ela era bem tímida na fala, até porque ela era de poucas palavras.
-Combinado então, sexta né? - Falei, já me despedindo.
Quando já estava me preparando pra dormir recebi uma mensagem de Rayanne:
“Tens camisinha né? Se sim, pode trazer na sexta!”
Aquela mina não muda nunca, poderia estar casada mas continuava sendo aquela mesma menina provocadora da adolescência.
Bom sexta feira chegou, cara rua deserta demais, peguei um ônibus vazio, a casa delas ficava quase do outro lado da cidade. Mas foi até rápido chegar, pouquíssimos carros na rua. Quando cheguei na casa delas, toquei a campainha e esperei. Quando a porta abriu foi Rayanne que me atendeu. Usava um short jeans curto desfiado que deixava as pernas grossas e torneadas totalmente à mostra, uma regata preta decotada sem sutiã (dava pra ver os bicos dos peitos apontados no tecido) e uma máscara de pano preta no rosto. Dava pra ver os olhos dela brilhando em me reencontrar mais uma vez.
-Que porra de cabelo grande é esse? - Falou ela ja me dando uma abraço, e eu já aproveitei pra dar uma dedada de leve no rego dela, que se arrepiou todo me olhando com uma cara de surpresa e de quem tinha gostado.
-Apenas conferindo se tá tudo em ordem. - Falei sussurrando no pé do ouvido dela. Que já foi se virando e me levando pro terraço da casa dela, que ja tava com um som estourado e uma galera. E pra minha surpresa, só tinha mulheres!
Na verdade eram 3 casais de mulheres, por mais que parecesse que eu estava no harém. Eram amigas de Rayanne e Carol, eu era o único hetero e homem daquele rolê. Tinha uma, Bianca que ja tava bem bêbada e cantando no karaoke com Carol. Rayanne estava sentada em volta de uma mesa com Flávia e Lis. E Roberta era quem cuidava do churrasco. Essa por sua vez, quando me viu chegar me fuzilou com os olhos como quem perguntasse: “Quem convidou esse merda?”
Caros leitores, não foi um ambiente confortável, mal conseguia conversar com Rayanne, e as minas que estavam lá não me davam muita atenção, então fiquei mais contido. Mas quanto mais eu bebia, mas a vontade eu ia ficando. O tempo foi passando, cantamos parabéns pra Carol, bebemso pra caralho, me soltei e comecei a cantar no karaoke. Até que chegou um ponto onde Flavia e Lis estavam dormindo na sala, e na mesa no terraço estava eu, Rayanne e Caro, Roberta e Bianca, que estavam trocando caricias, dava pra ver a Roberta colocando a mão na coxa da Bianca e subindo até sua bucetinha, ja que Bianca estava de mini saia. Enquanto observamos aquela cena simplesmente Carol bebada falou:
-Hmm, então você e Rayanne já namoraram quando mais novos? - Cara aquela pergunta do nada me fez ficar em alerta.
-Ah Carol, para, ja te disse que isso foi a muito tempo, a gente era criança, né Cass? - Falou Rayanne tentando desviar o assunto. Os planos de Rayanne era esperar todo mundo dormi pra gente transar, mas não estava sendo uma tarefa fácil.
-É foi a muito tempo, e nem fomos namorados assim. Na verdade eu namorei a Paula. - Paula era irmã de Rayanne.
-Hmm, e o que rolou com vocês na praia? - Perguntou Carol enquanto continuava bebendo sua cerveja.
-Ah, lá vem essa história de novo. - Falou Rayanne tirando a cerveja da mão dela.
-Me deixa, quero apenas esclarecer esses mal entendidos. - Nesse momento, escutamos a Bianca gemendo alto, a Roberta tinha tacado o fodasse e estava dando altas dedadas nela, ali no terraço mesmo.
-Enquanto estamos aqui, nesse papo que não vai levar em nada, tem gente ali se divertindo. - Falou Rayanne olhando pra Carol, e fazendo uma cara de safada.
-O que você tá querendo em sua safadinha. - Disse Carol se aproximando de Rayanne, fazendo bico pra lhe beijar. E assim fez, deu um beijo nela de língua. E nem se importam que eu estava ali. Pra falar a verdade, acredito que era ate intensão de Rayanne avançar com aquilo, pois sem nem tempo ela começou a colocar a mão por debaixo da camisa de Carol indo direto pegar em seus peitos. Caralho, vendo aquela cena, já fiquei com o pau duro.
-Cof… Cof… - Dei uma fingida que tava tossindo. Elas me olharam enquanto estavam abraçadas. - Então, vão me deixar aqui segurando vela, enquanto ta todo mundo se divertindo?
-Não me importa se você bater uma enquanto assiste a gente! - Rayanne soltou essa, e eu fiquei incrédulo, não esperava, mas acho que a bebida estava fazendo efeito. Carol apenas olhou pra ela. - Você se importa de ser observada?- Perguntou Rayanne pra Carol, enquanto ainda pegava nos peitos dela. Carol, era uma morena magra, com peitos medios, mas não tinha tanta bunda.
-Você é uma safada né? Por mim tudo bem. - Falou Carol, com uma cara de desejo pra Rayanne.
-Olha ai Cass, aproveita, poe teu pau pra fora que o show vai começar. - Falou Rayanne já tirando a camisa ali mesmo, ela tinha um puta peitão. Serio aquilo era insano. Eu não estava acreditando que estávamos chegando naquele nivel. Carol então começou a mamar ela. Enquanto desci com a mão em seu short, desabotoando e em seguida colocando por dentro de sua calcinha. E começou a fazer uma siririca para Rayanne que gemia. Enquanto Carol beijava seu pescoço.
De um lado, Roberta e Bianca, ja na maior putaria, do outro Rayanne e Carol tocando siririca uma pra outra. O convite já tinha sido dado, então nem pensei duas vezes, coloquei meu pau pra fora e comecei a bater uma tbm, mas de forma leve, não queria desperdiçar meu gozo no chão. Meu pau ja tava bem duro e rigido. Enquanto Carol estava super concentrada em Rayanne, a Rayanne por sua vez estava de olho em mim se masturbando naquela cena. Ela era muito safada, e parecia saber exatamente o que queria. Ela falou alguma coisa no ouvido de Carol, que olhou para ela por um instante, me olhou e olhou pro meu pau. Então as duas se levantaram.
-Segue a gente Cass! - Falou Rayanne com uma puta cara de quem tinha conseguido o que queria. Nem pensei muito, apenas me levantei e fui atrás. Elas foram pro quarto, que estava bem bagunçado, cheio de roupas espalhadas por cima da cama. Rayanne tirou tudo, foi em um guarda roupas do lado e pegou um consolo roxo.
-A brincadeira vai começar agora. - Falou ela. -Deita na cama Carol. - Falou Rayanne que orquestrava tudo. Carol deitou, e Rayanne tirou sua calça e em seguida sua calcinha e começou a chupar ela, em seguida, Rayanne também tirou a seu short e calcinha e ficou de quatro pra mim enquanto chupava a Carol e enfiava o consolo nela. Então ela se virou com o rosto pra mim. Que estava ali batendo uma vendo aquela cena.
-Pode me chupar, meu cu e minha buceta. - Caralho, eu fui bem obediente, e ja cai de boca naquela buceta, sentido o gosto dela novamente, que saudades. Não perdi tempo e ja deu umas linguadas também no seu cuzinho. Depois de um tempinho chupando ela, comecei a me posicionar, pra fuder ela. Foi então que Rayanne disse: Não, você não vai me comer não, você vai comer Carol. Eu e Carol se entre olhamos, eu tava literalmente sem entender nada. - Você vai tirar a virgindade dela com homem, pois ela nunca fudeu com um macho.
Antes que Carol começasse a falar Rayanne colocou o dedo em sua boca, pegando em meu braço e me colocando em cima de Carol.
Rayanne posicionou meu pau na buceta de Carol e falou: “Fode ela com gosto”. Caralho, aquilo me deu um puta tesão, enfiei o pau na Carol que na hora ja deu uma gemida gostosa. Comecei a fuder ela exatamente como Rayanne tinha solicitado. E Rayanne estava apenas como observadora enfiando seu consolo na buceta vendo eu fudendo a mulher dela.
-Isso, fode ela gostoso, fode seu puto. - Rayanne falava fodendo cada vez mais seu consolo. - Ta gostando de ser putinha ta? Fala pra mim amor, fala! - Carol apenas consentiu com a cabeça, enquanto se contorcia e gemia.
-Eu quero que você goze na boca dela, - Falou Rayanne!
Então ela veio pra tras de mim, e subimos em Carol, um pouco assim de sua barriga. Atras de mim Rayanne começou a bater uma pra mim, me posicionando perto da boca de Carol. Que estava olhando tudo aquilo ainda sem entender nada, apenas indo na onda.
-Seja obediente e abra a boquinha sua putinha. - Falou Rayanne, que nesse momento começou a me dedada no cu. Quando sentir, confesso que tranquei de primeira.
-Não é você que gosta de comer um cuzinho, apos agora é minha vez. Relaxe e apenas goze na boca dela. - Falou ela no pé do ouvido. Caralho ela tava no puro fogo.
Não tava aguentando aquilo, com Rayanne tocando uma bem gostoso pra mim, enquanto enfiava o dedo no meu cu. E Carol de boca aberta esperando meu gozo. Foi enquanto que gozei gostoso, e foi muita porra, muita mesmo. Não só caiu na boca de Carol como em seus peitos, cabelo e rosto e até na cama. Enquanto Carol, fazia cara de nojo e cuspia minha porra, dava pra ver Rayanne muito satisfeita com o que tinha acabado de acontecer.
- Eita que gozada do caralho! - Era a voz de Lis, ela estava na porta juntamente com Flavia, não sei quanto tempo estavam ali, mas viram quando eu tinha gozado. Eu sai pra limpar no banheiro junto com Carol. E bem constrangedor, porque parecíamos dois estranhos. Não falamos nada, parecia que nada tinha acontecido. Eu voltei e Carol continuou ainda no banheiro.
-Se deu bem essa noite heim? - Perguntou Rayanne com uma cara de safada, enquanto chupava o consolo que estava com o gozo dela.
-Você não muda né? - Falei indo em direção a ela.
-Hmm, ja ta pronto pra outra don ruan? - Falou ela me agarrando. E me dando um beijo. - Mas hoje você só vai ficar com essa, pois eu estou muito cansada. Já estava quase amanhecendo. Carol chegou e nos deitamos os três na cama.
Pela manhã, LIs e Flávia já tinha ido embora desde quando acordaram pela madrugada. Bianca e Roberta dormiram no terraço mesmo em uma rede que tinha por la.
Eu me levantei com as duas dormindo ainda. E estava me organizando para sair, quando escutei.
-Vai pra onde garotão? - Era Rayanne, apenas de calcinha. Transamos em seu sofá,e eu fudi com força nela.
-Não é só Carol que vai sentir seu gosto. - Falou ela enquanto eu gozava na sua bota depois de um tempo fodendo sua buceta.
Depois, fui embora, estava la eu na parada, com uma puta cara de satisfeito. E enquanto aguardava o ônibus. Um carro para na minha frente.
-Como assim esse menino, tu ainda ta vivo. - Era uma mulher com um rosto familiar. Mas não conseguia reconhecer.
-Desculpa, não tô conseguindo te reconhecer. - Tentei resgatar na memória, mas não consegui.
-Sou eu Mel, quer Carona?
Caralho, Mel era uma guria com quem eu tive um lance no ensino médio. E fazia tempo que não via ela. Desde nossa aula de violão. Olhei bem pra ela, olhei pra rua e entrei no carro.
E é isso, caros leitores. Ainda vai ter histórias pra contar. Apenas aguardem!
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