A doutora sexual de minha filha de 22 anos
Clara tinha vinte e dois anos e estava apaixonada pelo que o pepino fazia na vida dela. Não era metáfora. Depois que começou a usar sozinha, nada mais
Clara tinha vinte e dois anos e estava apaixonada pelo que o pepino fazia na vida dela.
Não era metáfora. Depois que começou a usar sozinha, nada mais preenchia do mesmo jeito. O volume, o frio, a casca lisa, o jeito que a ponta grossa abria e o corpo verde sumia. Ficou vício. Ficou rotina. Ficou a coisa que ela esperava a noite para fazer.
Na sessão, a doutora escutava atenta, pernas cruzadas, caneta parada.
— Me conta como começou. E eu quero o detalhe da primeira vez. Não resume.
Clara respirou fundo.
Tinha começado por acaso. Sozinha em casa, a gaveta da cozinha, um pepino grosso esquecido na gaveta de baixo. Lavou. Olhou. Sentou na cama. A ponta fria encostou nela e ela riu nervoso. Depois encostou de novo. A verdura verde, grossa, entrou um pouco. Ela mordeu o lábio. Empurrou mais. O pepino foi sumindo, a casca fria abrindo a buceta quente. Parou no meio, ofegante, e desceu o resto.
Ficou cheia. O pepino inteiro, grosso, verde, parado dentro. Ela não mexeu no começo. Só sentiu o volume. Depois tirou até a ponta e enfio de novo. Devagar. Depois mais rápido. Gozou com a verdura ainda pela metade para fora, as pernas tremendo, o pepino molhado de tesão.
A doutora anotou alguma coisa.
— Por que você quer tanto esses detalhes? — Clara perguntou.
A doutora levantou os olhos.
— Porque não é só “usei um pepino”. É o tamanho, a pressão, o frio, se doeu, se você gozou com ele dentro ou tirando, se repetiu no mesmo dia. É isso que me diz o que esse objeto passou a significar para você.
Clara continuou.
Depois da primeira vez, o pepino virou o centro. Ela comprava os mais grossos. Lavava, às vezes gelava. Deitava, abria as pernas e enfiava até a mão encostar nela. Gozava pensando só naquela cor verde sumindo. Contou da textura, do jeito que os lábios agarravam, do barulho molhado, de como ficava aberta depois.
A doutora escutava sem interromper, só acenando para ela não pular nada — a primeira enfiada, o medo, a vergonha, o gemido, o pepino grosso e verde fazendo na vida dela o que nenhum namorado tinha feito até então.
Em casa a mãe nunca tinha contado o poder da siririca.
Nada de detalhe. Nada de “é assim que se toca”, “é assim que se goza”, “o corpo pede volume”. Só silêncio e porta fechada. Clara cresceu sem mapa. Por isso o pepino na mesa da cozinha, naquela tarde, pareceu enorme.
Estava no centro do pano. Verde, grosso, a casca lisa, a ponta arredondada. Clara parou com o copo na mão. Olhou. Imagino ele atolado nela.
Não foi um pensamento rápido. Foi imagem nítida: ela sentada na cadeira da cozinha, pernas abertas, o pepino subindo entre os lábios, sumindo, a base encostando na buceta. Imaginou o frio da verdura contrastando com o calor dela. Imaginou os lábios esticando na casca verde. Imaginou a barriga marcando se ela sentasse até o fim.
A mãe estava no quarto. Não via.
Clara passou o dedo na casca, só por cima. Já estava molhada só de imaginar. O pepino na mesa virou o que a mãe nunca explicou: o objeto que ensinava sozinho. Volume. Pressão. O poder da siririca que ninguém tinha nomeado em casa.
Ela pegou a verdura, lavou na pia com a torneira baixa e foi para o quarto. Na cama, o mesmo pensamento da mesa voltou — o pepino atolado, grosso, verde, preenchendo o que a infância inteira tinha deixado sem palavra. Dessa vez não foi só imaginação. Ela encostou a ponta, empurrou, e sentiu na pele o que tinha fantasiado olhando a mesa da cozinha: a verdura sumindo dentro dela, o poder que a mãe nunca tinha contado, enfim acontecendo sozinho.
Numa tarde ela pegou o mais grosso.
Mediu em cima da pia: vinte e seis por cinco. Grosso e longo. A casca escura, a ponta larga, quase não cabia na mão. Clara lavou com calma, secou, e levou para o quarto escondido na toalha.
Fechou a porta. Deitou. Abriu as pernas. Encotou a ponta nos lábios já molhados e só encostou. Cinco centímetros de diâmetro era mais do que ela tinha enfiado até então. Respirou. Empurrou.
Entrou um pouco. A ponta abriu. Ela parou, o pepino parado, grosso, esticando. Depois socou bem devagar. Um centímetro. Outro. A verdura verde ia sumindo, a casca fria, o volume preenchendo fundo. Clara mordia o travesseiro para não gemer alto.
Tirou até a cabeça e enfio de novo, sempre lento. O pepino de vinte e seis centímetros não cabia inteiro de uma vez. Ela foi contando o que sumia. Dez. Quinze. Vinte. Parou com a mão ainda segurando a base, o resto de fora, a buceta agarrada, latejando em volta daquela grossura de cinco centímetros.
Socava devagar. Fundo. Parava. Tirava quase tudo. Enfiava outra vez. O quarto só tinha o barulho molhado e a respiração dela. O pepino mais grosso da casa ia e vinha sem pressa, verde, longo, abrindo Clara centímetro por centímetro, do jeito que ela tinha imaginado na mesa — só que agora era real, e doía gostoso, e ela não parava.
A mãe entrou na sessão no meio do relato.
Não bateu. A doutora fez que sim com a cabeça e apontou a cadeira do lado. A mãe sentou. Clara parou um segundo, o rosto quente, e a doutora falou baixo:
— Continua. Do ponto do pepino de vinte e seis.
Clara obedeceu.
Contou o soco devagar. A ponta de cinco centímetros abrindo. Os dez primeiros. A pausa. O pepino verde sumindo até a mão encostar nela. O barulho. O jeito que a buceta agarrava a casca.
A mãe cruzou as pernas. Descruzou. A mão foi parar na própria coxa e ficou lá. Cada detalhe que a filha falava — “enfiei até doer”, “tiree e socou de novo”, “fiquei cheia” — fazia a mãe apertar as pernas. O tesão veio sem aviso. Quente, vergonhoso, subindo pela barriga. Ela ouvia a voz da Clara descrevendo o volume e imaginava a filha na cama, pernas abertas, a verdura grossa entrando. A calcinha da mãe já estava marcada.
A doutora também não disfarçava direito.
A caneta parou. As pernas se fecharam com mais força. Olhava a boca da Clara enquanto ela falava “vinte e seis por cinco” e “socando bem devagar”. Um calor subiu no pescoço da médica. Ela ajeitou o jaleco. Apertou as coxas no banco. Queria mais detalhe e pedia:
— Mais devagar. Como era a casca dentro. Se você gozou com ele fundo.
Clara falou. O pepino atolado. O gozo com a verdura ainda pela metade para fora. A mãe soltou o ar pela boca, os seios subindo, os olhos vidrados na filha. A doutora passou a língua nos lábios sem perceber.
As duas adultas escutavam o mesmo relato e molhavam ao mesmo tempo: a mãe escutando a filha socar o pepino grosso no quarto, a doutora anotando o que o corpo dela já tinha entendido. A sessão não era mais só escuta. Era tesão compartilhado no silêncio, enquanto Clara, vermelha, continuava contando cada centímetro que a verdura verde tinha sumido dentro dela.
As três ficaram na sala.
Clara ainda falava, a voz já quebrada, contando o momento em que gozou. O pepino de vinte e seis por cinco atolado, a casca verde brilhando, ela socando devagar até o corpo travar. Disse que squirtou. A verdura saiu molhada da porra dela, escorrendo no lençol, o pepino sempre úmido depois disso — cada vez que usava, saía coberto, pingando.
A doutora passou a mão na xoxota de leve, por cima da calça.
Não enfiou. Só apoiou os dedos no meio, apertou o grelo por cima do tecido e ficou assim, ouvindo Clara descrever o jato. A médica respirava pela boca, as pernas abertas demais para uma consulta, a mão se movendo milímetros, querendo siriricar de verdade e se contendo só o suficiente para ainda parecer que estava “só escutando”.
A mãe foi nos seios.
Apertou um por cima da blusa, depois passou a mão por baixo, achou o bico duro e girou. O outro seio ela esmagou contra a palma. Olhava a filha falar “o pepino saiu pingando” e apertava mais. Os seios pesados subiam no ritmo do relato. A calcinha da mãe já estava encharcada, mas a mão não desceu — ficou nos peitos, esfregando, puxando o bico, o tesão estampado no rosto.
Clara viu as duas.
Continuou mesmo assim. Contou que o pepino nunca mais secava direito. Sempre molhado da squirt dela. A casca escorregadia, o cheiro, o jeito que a verdura voltava para a gaveta ainda brilhante. A doutora apertou mais a xoxota, um gemido baixo escapou. A mãe mordeu o lábio e esmagou os seios com as duas mãos.
A sala era só isso: a filha relatando o gozo com o pepino grosso, a doutora se tocando de leve por cima da calça querendo siriricar, a mãe nos próprios seios, e a imagem da verdura verde sempre molhada da porra da Clara no meio das três.
A sessão virou relato de squirt das três.
Clara gozou falando. Não aguentou só contar. As pernas fecharam, abriram, o corpo tremeu na cadeira e ela escorreu. A calça escureceu no meio. Um fio desceu pela coxa. Ela gemeu o nome do pepino sem perceber, a buceta pulsando vazia, molhada do mesmo jeito que ficava quando a verdura saía pingando.
A doutora não teve jeito.
A mão que estava por cima da calça apertou forte. Ela gozou sentada, o jaleco aberto, um gemido preso no pescoço. Escorreu nas pernas. O tecido da calça social manchou, o líquido desceu até o joelho, brilhando. A médica ficou vermelha, sem jeito, as coxas tremendo, ainda com os dedos no grelo por cima da roupa, gozando ouvindo a paciente e a mãe.
A mãe veio logo depois.
Os seios apertados nas próprias mãos, o corpo arqueado na cadeira, ela gozou calada primeiro — depois um gemido baixo escapou. A calcinha não segurou. Escorreu pela coxa, igual à filha, igual à doutora. Os seios subindo, o rosto virado, molhada de tesão de escutar a Clara descrever o pepino sempre coberto de squirt.
As três na sala, ofegantes.
Clara com a calça marcada, a xoxota ainda latejando. A doutora sem jeito, o líquido escorrendo nas pernas por baixo da calça social, tentando ajeitar o jaleco. A mãe com os seios à mostra por baixo da blusa erguida, a coxa brilhando. Nenhuma fingia mais que era só uma sessão. Era três mulheres adultas gozando no mesmo relato — o da verdura verde, grossa, que tinha ensinado a filha a escorrer, e que agora tinha feito as outras duas escorrerem também.
A doutora ajeitou o jaleco ainda manchado e avisou, a voz rouca:
— Essa sessão rendeu. Na próxima eu trago coisa para vocês mostrarem na prática. Não quero só relato.
No outro dia a mãe chegou com a filha.
Roupas diferentes. Clara de vestido curto, decote baixo, quase sem pano nas coxas. A mãe de saia justa e blusa fina, os seios marcando, o tecido sumindo no meio. Menos pano de propósito. As duas já sabiam o que a mesa ia ter.
Em cima da mesa da médica: três dildos de silicone — um médio, um grosso, um comprido — e dois pepinos. Um deles era quase do tamanho do de vinte e seis por cinco. Lavados, alinhados, prontos para demonstração.
A doutora fechou a porta.
— Senta. Hoje vocês mostram. Não é para contar. É para fazer.
Clara olhou o pepino grosso. A mãe olhou os dildos. A mesa de consultório não era mais de anotar. Era bancada. As duas adultas, de roupa mínima, paradas na frente dos objetos que a sessão anterior tinha só descrito — a verdura verde e o silicone prontos para a prática que a doutora tinha prometido.
Clara pegou o pepino.
As duas observavam. A doutora encostada na mesa, a mãe sentada na cadeira da frente. Clara ficou de pé, o vestido curto, as coxas à mostra, a verdura verde na mão. Media com os dedos, inocente e sexy ao mesmo tempo — a ponta contra a palma, a grossura, os vinte e seis centímetros de novo, como se ainda estivesse descobrindo.
— É esse — falou baixo.
Sentou na beira da maca. Abriu as pernas. O vestido subiu sozinho. Puxou a calcinha de lado. A buceta rosada apareceu, já brilhando. Encotou a ponta do pepino nos lábios e só encostou, olhando para elas, o rosto vermelho, a expressão de quem ainda tinha vergonha e mesmo assim não parava.
Empurrou.
A ponta sumiu. Clara soltou o ar, mediu de novo com a mão o que ainda estava fora, e foi enfiando devagar. As duas viam tudo: os lábios agarrando a casca verde, o pepino sumindo centímetro por centímetro, a filha mordendo o lábio, inocente no jeito de olhar para cima e sexy no jeito de abrir mais as pernas.
Começou a siririca em volta.
Os dedos no grelo, o pepino parado pela metade. Depois socava um pouco e esfregava. Media outra vez — “ainda tem isso aqui fora” — e descia mais. A mãe não piscava. A doutora cruzou os braços só para não colocar a mão em si mesma de novo.
Clara gozava com a cara de quem não sabia que estava sendo tão vista. O pepino molhado da squirt dela, a mão medindo o que restava, o vestido no quadril, a xoxota aberta na frente das duas. Sexy e inocente no mesmo movimento: a filha mostrando na prática o que a sessão só tinha ouvido — a verdura verde, grossa, sumindo dentro dela enquanto a mãe e a doutora observavam cada centímetro.
A mãe pegou o dildo grosso. A doutora ficou com o médio.
As duas não pediram licença. A mãe subiu a saia, puxou a calcinha para o lado. A vagina era depilada, lisa, os lábios rosados e inchados já à mostra. Encotou o silicone na entrada e empurrou. O dildo abriu os lábios, sumiu pela metade, a buceta lisa agarrando. Ela gemeu e sentou mais na cadeira, as pernas abertas na frente da filha e da médica.
A doutora foi igual.
Abriu o jaleco, abaixou a calça e a calcinha. A xoxota dela também era lisa — toda depilada, os lábios rosados mais finos, o grelo à mostra. Passou a cabeça do dildo médio no meio, deixou escorregar, e enfio. A entrada lisa engoliu o silicone com facilidade. Ela apoiou a mão na mesa, o jaleco aberto, e começou a brincar: tirava até a ponta, enfia de novo, os lábios rosados esticando em volta.
As duas vaginas depiladas lado a lado.
A da mãe, lábios mais carnudos, rosados escuros, o dildo grosso sumindo e aparecendo. A da doutora, lisa, rosada clara, o médio entrando limpo, sem pelo, o clitóris inchado roçando a base quando ela descia. O barulho era o mesmo: molhado, curto.
Clara ainda tinha o pepino dentro e olhava.
A mãe rebolava na cadeira, a saia no quadril, a buceta depilada brilhando em volta do silicone. A doutora mordia o lábio, o dildo indo e vindo na xoxota lisa, os lábios rosados agarrados, o jaleco tremendo. As três na sala: a filha no pepino, a mãe e a médica brincando com os dildos, vaginas depiladas, lábios rosados à mostra, cada uma enchendo o que a sessão anterior só tinha descrito.
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