Minha filha é garota de programa por que gosta - Parte 2
Após algumas semanas sem dar as caras em casa, Bianca me enviou mensagem, disse que queria buscar as ciusas dela em casa, respondi positivamente e só, ela avisou que iria naquela tarde, eu apenas concordei. Por volta das 16h ela chegou, eu abri a porta e ela entrou sem me olhar, passou direto pro quarto, uma parte de mim estava triste pela situação, mas pra minha surpresa eu não tava arrependido do que fiz, ainda estava destilando o tesão de ter comido ela e pra piorar comecei a imaginar ela com outros caras, realmente a imagem de pricesinha tinha dado lugar a uma garota de programa muito, mas muito gostosa. Após alguns minutos ela desceu com umas malas, eu estava na cozinha tomando um vinho e mechendo no celular, notei que ela abriu a porta e parou, vi ela respirar fundo e abaixar a cabeça, logo ela vem em direção a cozinha, puxa o banco e senta...
- vc pode me explicar por que fez aquilo?
- eu sou homem e vc é uma prostituta, achei que a coisa era autoexplicativa!
- porra, vc é meu pai, como pode?
- ah, agora eu sou seu pai? em algum momento vc parou pra pensar em como eu me sentiria sabendo que minha unica filha transa com estranhos por dinheiro, não criei vc assim, sua mãe tbm não!
- por que não veio falar comigo se vc sabia? afinal sou sua filha!
- minha filha é uma garota boa que teve tudo que queria na vida, talvez esse tenha sido meu erro, estraguei ela e de alguma forma ela se transformou em vc!
- quer dizer que não me considera mais sua filha?
- vc carrega meu DNA e meu sobrenome, mas isso não faz de vc minha filha!
Nessa hora vi a expressão dela mudar, a pose confiante deu lugar a um olhar de medo, triste, como se parte dela estivesse morrendo. Confesso que fui duro nas palavras, me julguem se quiserem, mas a mulher na minha frente me despertava um tesão animal, algo de puro instinto, coisa que jamais sentiria por aquela menina meiga e doce...
- vc tá sendo cruel comigo!
- estou te tratando como vc merece ser tratada!
- Os olhos dela marejaram e a pele branca ficou vermelha...
- vc não me ama mais?
- amo, amo com todas as minhas forças, dediquei minha vida a vc, o problema é que agora eu tenho desejo por vc e nãoe arrependo do que fiz com vc!
Bia usava uma calça jeans apertada marcando as coxas grossas e uma blusa de botão azul escuro, o rosto vermelho quase igualou aos cabelos ruivos, ela estava linda, a parte de mim queria abraçá-la e consola-la, a outra queria arrancar a roupa dela e comer ela ali mesmo na cozinha, ela me olhou percebendo minha frieza, ela levantou e encostou no balcão, começando a desabotoar a camisa...
- o que eu tenho que fazer pra vc me amar de novo?
Dei um gole na taça de vinho e olhei praqueles seios maravilhosos, quando abaixei a taça ela começou a abrir a calça, fui na direção dela e com tom de raiva falei no ouvido dela...
- vc é uma biscate muito gostosa, eu não tenho como amar uma puta, ninguém ama prostitutas!
Aquele olhar triste dela me deu um baita tesão, agarrei ni cabelo dela e fiz ela ajoelhar, coloquei a puca na boca dela e ela começou a chupar, primeiro devagar depois rápido, segurei na nuca dela e enterrei o pau na garganta dela, entre uma sufocada e outra ela babava meu pau, quando a soltei ela evantou e se virou empinando a bunda na minha direção...
- se é isso que vc quer pra me amar de novo, eu sou sua!
Encostei nela e apontei o pai na buceta, a vadiazinha tava toda melada, meu pau deslizou pra dentro e comecei a emourrar com força na biceta dela, estapeei a bunda branca dela até ficar vermelha, Bianca gemia e suspirava, pressionei meu corpo contra o dela, agarrando seus seios e meti com vontade, Bia se agarrava no balcão e naquela hora tivemos um orgasmo juntos, ela se tremeu e gemeu alto, eu agarrei as ancas dela e empurrei fundo despejando a porra no fundo daquela buceta. e afastei dela e me vesti...
- feche a porta ao sair! disse enquanto ía pro banheiro tomar um banho, ela ficou alí com o olhar vazio, fiquei uns 30min no banho, quando sai tive outra surpresa, ela não tinha ido, as malas estavam no quarto dela, ouvi o barulho de chuveiro vindo do outro banheiro, desci e comecei a preparar a janta, logo ela desceu, enrolada na toalha, os cabelos molhados e uma expressão mais serena...
- posso jantar com vc?
- é claro! respondi.
Depois de preparar a comida eu servi nós dois e comemos na mesa da cozinha, começamos a conversar trivialidades, a todo tempo ela me olhava com um olhar quase apaixonado.
Depois da janta ela colocou um baby doll e foi pra sala, sentei na poltrona e juntos assistimos tv, perto das 23h eu levantei e avisei que ía deitar, ela respondeu que tudo bem, coloquei um samba canção e me deitei, não sei quanto tempo passou mas acordei com Bia entrando debaixo do meu lençol, ela estava nua, senti o calor do corpo dela no meu, ela passou uma perna por cima de mim e se aconxegou no meu ombro, naquela noite dormimos agarrados.
Pela manhã eu levantei cedo como sempre e fui pro escritório, Bia não tinha plantão e pelo visto ficou em casa, quando cheguei em casa após o almoço a casa estava arrumada, notei que ela tinha desfeito as malas, quando entrei no meu quarto ela estava na minha cama, com uma lingerie preta, antes que eu dissesse algo ela me puxou, abriu minha calça colocando meu pau pra fora e abocanhou, dessa vez eu fiz um carinho nos cabeloa dela, ela me chupava olhando nos meus olhos, de repente ela para e se ajeita na cama, ficando de quatro, tive a vela visão daquela bunda sem calcinha, a buceta brilhava com o líquido que escorria, ela olhou por cima do ombro e falou...
- vem me comer, vem!
Ajeitei a rola na bucetinha e meti, novamente Bia gemia e empurrava a bunda contra meu pau, comi a buceta dela com satisfação, agora meu um tesão já era claro pra ela e ela sabia do que eu gostava, Bia encostou o peito na cama arrebitando ainda mais aquela raba, com as mãos ela afastou as nádegas me dando a visão daquele cuzinho rosa, passei o dedão no anelzinho e senti ela piscar o cuzinho, sem muita cerimônia tirei da buceta e comecei a forçar o anus dela, a cabeça passou com dificuldade e logo eu estava atracado naquele cu quentinho e apertado, comecei a entrar e sair mais rápido, ela gemia com a cara no lençol, em pouco tempo senti o orgasmo vir e enterrando até o talo no cuzinho dela comecei a gozar, esguichando no reto dela, fiquei ali atracado nela, deitei em cima dela e deixei o pau amolecer até sair do cuzinho dela, naquele momento, pela primeira vez eu puxei seu rosto e a beijei, minha língua encontrou a dela e nos beijamos apaixonadamente.
A partir daquele dia era assim, quando ela estava casa e eu chegava ela estava vestida cim alguma roupinha sexy, se eu estava em casa e ela chegava ela me parava em qualquer lugar da casa, colocava meu pau pra fora e caia de boca, ela me chupava e logo me pedia pra comê-la, depois de algum tempo nessa rotina parecia que eramos marido e mulher, pelo que percebi ela parou de fazer programas, naquele mês ela vendeu o carro, cancelou cartões de crédito e passou a ficar mais tempo em casa, sempre me servindo sexualmente, certa noite após uma transa ela disse que era louca por mim, que me amava e não sabia viver sem mim, eu respondi que a amava e que ela era minha princesa safada, Bia sorriu e me agarrou.
Assim tem sido desde então, minha filha passou a ser minha mulher, realizando tudo que eu queria, realmente tudo estava diferente, mas de um jeito até positivo, passei a me cuidar mais também e com o tempo ela passou a fazer joguinhos sexuais, nossa intimidade ficou mais picante e o sexo passou a ser parte fundamental da nossa vida juntos.
Tudo ocorria nessa "normalidade" mas eu não sabia que o velho fantasma dela iria bater a porta, o cafetão dela começou a importunar ela, primeiro no trabalho, depois em casa, certo dia o cara bateu em casa ameaçando ela se não voltasse ao serviço de acompanhante, foi então que tivemos que tomar uma atitude, mas Isso fica pra ultima parte.
CONTINUA...
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