#Gay #Incesto #Sado

Depois de adulto, acordar na cama do tio tem outro sabor.

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Novinho Dudu

Os corpos moviam lento diante dos meus olhos, mas ainda assim experimentava de uma sensação real demais. Meu pai encarava o próprio irmão e mostrava o seu sorriso mais bonito, o mesmo que esboça quando nós dois estamos prestes a esfregar o pau um do outro até arrancar as gozadas mais fartas de nossas vidas.

Acordei de um susto exatamente quando meu pai esticou os dedos na direção da virilha do irmão bem a sua frente, poucos centímetros antes do toque.

A cama do meu tio não é a mais confortável do mundo. Percebi minha nuca suada, parte sendo culpa do sonho erótico envolvendo meus dois homens, mas parte motivada pelo calor absurdo que faz nessa época do ano. Quis ser possível fechar os olhos e viajar na ideia de perseguir aquele sonho, de colocar outra vez os irmãos de frente, rolas duras, bocas próximas, mas para isso seria necessário ousa dose muito grande de embriaguez. Foi meu pai quem disse: aquela tarde tivemos sorte de principiante. Em outra oportunidade meu tio lembraria dos nossos atos corrompidos pela sacanagem.

Caetano chegou brando, passos lentos, o calção folgado me deixando ver sua piroca balançando entre as coxas escondida sensualmente pelo tecido. Sorri encantado. Na noite anterior essa coisa pesada esteve inteira dentro de mim depois que meu tio me lambeu da cabeça aos pés e vasculhou meu rabo com seu queixo marcado.

Nossa noite foi o desfecho de mais uma fuga arriscada. Me fez sair no meio da madrugada em passadas calmas pela casa, me pegou no portão cheirando a banho tomado, sabonete fresco no peito nu, efeito do calor e do tesão. Quis me beijar antes de entrar em seu carro, só depois me arrastou para o seu prédio. Me comeu tão forte que minhas lembranças se misturam com o mundo ideal dos sonhos, mas o meu corpo exausto me lembra que muitas daquelas gozadas aconteceram mesmo no mundo físico.

“Achei que não ia acordar mais. Pensei que tinha te matado de tanto meter pica no seu rabo. Primeiro caso do sobrinho que morreu trepando com o tio gostosão, já pensou…”

Ele falou devagar quando subiu na cama e foi se arrastando para deitar com a cabeça em meu peito. Eu ri, estiquei meus braços e contornei os ombros dele, cheirando o cabelo com resquícios da nossa bagunça.

“Não me matou. Pelo menos ainda não, tio. Mas foi quase.”

“Em minha defesa, fica difícil quando você vira de quatro na ponta da cama e me olha todo sem vergonha pedindo por piroca no rabo. Você sabe que isso me pega demais.”

Confessou meloso, quase dengoso, enquanto enfiava o rosto em meu pescoço e parecia cheirar o meu suor misturado com o resto do nosso sexo ainda impregnado em nossa pele morna e amanhecida.

“Difícil é explicar pro meu pai esse sumiço. Será que ele me ligou muitas vezes?”

“Eu ouvi pelo menos meia dúzias de ligações. Vamos resolver isso?”

Me estiquei pela cama para alcançar o celular distante de nós. Liguei direto, meu pai atendeu na primeira chamada. Perguntou bravo se estava divertido me comportar como um adolescente que sai escondido no meio da madrugada, me desculpei com a justificativa de que não queria interromper o seu sono tão tranquilo. Pareceu entender do outro lado e depois de um suspiro aliviado perguntou onde eu estava. Caetano tirou o celular da minha mão para completar a mentira: inventou uma festa de última hora, muita bebida, meus amigos irresponsáveis da faculdade, um carro quebrado na estrada, ele servindo de reboque para a galera embriaga. Parecia familiar em algum ponto.

“Fiz Eduardo dormir aqui comigo.” Continuou falando seguro e convincente como consegue ser. “Cheirava a cigarro e wisky barato, o que não combina com ele. Não precisa recomendar uma bronca, já fiz isso. Você vai concordar que eu sou um ótimo tio. Não vai, irmãozão?”

Quando terminou de falar ainda estava suficientemente perto de mim para conseguir arrastar os lábios nos meus, sensual e inconsequente. Quando desligou, botou a língua para fora e me fez chupar devagar. Começou beijando lento, molhando meus lábios com sua saliva grossa, depois caprichou e montou meu corpo cansado. Demoramos na cama entre carinhos e alguns toques safados. De vez em quando mostrava estar duro por baixo do calção e me fazia tocar enquanto me beijava demorado. De vez em quando me procurava e alisava minha coxa, arrastando os dedos por cima do volume crescente na minha cueca.

Tomamos banho juntos no banheiro apertado e fizemos o café da manhã de cabelos molhados.

Quando eu arrumava a mesa, me surpreendeu ao abraçar meu corpo por trás usando só uma calça bonita de linho, consegui sentir o toque firme da rola endurecida entre minhas nádegas. Falou no meu ouvido que minha bunda empinada chama por ele. Não era mentira, afinal.

“Perdeu alguma coisa na faculdade por estar aqui com seu tio?”

“Absolutamente nada. Se não fosse um dia completamente normal, nem essa piroca conseguiria me desviar do foco.”

“Você fica bonitinho quando mente assim tão sem vergonha” respondeu ajeitando as mãos ao redor do meu quadril, começando a tocar por baixo da minha camiseta.

Assistimos televisão sentados no tapete da sala. Achei que só estar do lado não bastava, então montei o corpo dele e coloquei as duas mãos enormes na minha bunda. Beijei suave com algumas mordidas nos lábios adorando acompanhar como a rola cresce embaixo de mim. Em alguns minutos ele me tomava completamente nu outra vez encaixado entre minhas coxas e socava apaixonado encarando a dor e o prazer em meu rosto. Suava, deixava um pingo saltar do seu queixo no meu, gemia arrastado e grosso, a boca entreaberta quase confessando coisas perigosas.

“Eu amo entrar em você no pelo, Dudu” sussurrou em meu ouvido depois da gozada que foi direto para dentro de mim. Não aguentava o tronco sobre os braços, precisou desabar em meu peito outra vez.

“Dá pra ver. Acabou de gozar e ainda tá enfiado. Parece que o seu pau não sabe ficar mole do meu lado, tio.”

“Isso é perigoso. A culpa é toda sua, meu amor.”

“Amor?”

Perguntei sabendo que ele não me olharia. Permanecia com o rosto enfiado em meu pescoço suado e cheiroso descansando da nossa bagunça.

“Passo a noite enfiado em você, te como de todos os jeitos que existem, você beija minha boca, gosta da minha saliva e chora quando goza sentado no colo, mas estranha quando eu te chamo de amor?”

Ficamos um minuto inteiro em silêncio até ele sorrir e beijar a lateral do meu rosto se aprontando para sair de dentro de mim e finalmente livrar meu corpo do seu peso.

“Não estou acostumado a ser chamado assim por um homem diferente do meu pai.”

Falei quando a gente estava se limpando outra vez no banheiro. Trocamos uns beijos em silêncio embaixo do chuveiro antes disso. Ele me olhava calado, alisava meu rosto, beijava meus ombros e pousava minha mão sobre seu pau endurecido. Não queria trepar de novo, só queria me manter preso ao seu bem mais preciso.

“Digamos que eu e o meu irmão estamos na mesma categoria de homem. Sou seu tio, é extremamente justo que te chame de amor.” Ele parou de falar para roçar os lábios nos meus. “Amor, safado, putinho, delícia, meu gostoso. Tenho tantos nominhos pra você.”

“Ainda assim eu gosto quando diz que sou seu amor.” Sussurro.

Não tem mais o que falar depois disso. O beijo apaixonado que ganhei encostado no azulejo molhado falou por nós dois.

Foi excitante fazer meu corpo experimentar a cama do meu tio por uma noite inteira e ainda pela manhã preguiça de uma quarta-feira atípica. Não que exista qualquer possibilidade de lençóis baratos e um homem insaciável de pica enorme serem melhores que os lençóis especiais e a fantasia do corpo forte do meu pai sobre o meu, mas penso que isso deveria se repetir muitas outras vezes. Talvez com o próprio consentimento do irmão, quem sabe…

Seria uma relação maluca, de fato. Excitante e inesperada assim como são as mentiras quando tiramos os lençóis que as cobrem. Inclusive achei que demoraria mais tempo para descobrir que na verdade nós três estamos muito mais ligados do que pensava.

Devia ser por volta das 16h da tarde quando entrei no escritório do meu pai sem avisos prévios. O homem que mexia uns papéis sobre a mesa me olhou sorridente, contente por finalmente ver o próprio filho pela primeira vez no dia. Sorri de volta, a pica já aparecendo na minha calça de algodão grosso.

Afastou a cadeira e bateu a palma da mão sobre as coxas mandando sentar em seu colo, mas antes me lembrou de fechar a porta do escritório particular. Sentei de frente, pernas bem abertas, minha barriga grudada na sua, nosso rosto pertinho.

“Precisamos conversar sobre você sair de casa sem me deixar um aviso ou qualquer coisa que tenha o mesmo valor” disse sério sem tirar os olhos da minha boca. “Sei que às vezes eu pareço ser mais amante que outra coisa, mas no final do dia…” e o homem me encarou com ternura no rosto forte. “No final do dia eu continuo sendo seu pai com minhas típicas preocupações e anseios.”

Meus dedos ao redor da sua nuca insistiram no carinho morno. O terno esticado em torno do corpo do meu pai me excita profundamente e ele sabe disso, por isso é divertido fingir que eu não lembraria nunca quais palavras saíram de sua boca bonita.

“O que é mesmo que você tá falando, pai? Só consigo pensar em beijar essa boca gostosa. Que saudade do meu homem.”

Meu sussurro foi sincero. Eu morria de saudade dele naquele instante.

Depois de uns beijos longos com mãos pesadas que exploram minhas costas por baixo da camiseta de tecido fresco, meu pai levantou só para organizar a mesa dizendo que me levaria para beber alguma coisa gelada longe daquele prédio entediante.

“Entediante pra você” discordei olhando seu corpo em movimento ao redor da mesa. Um homem sério entretido em suas funções é sempre instigante.

Por um instante observei como se debruçava e se esticava buscando o mais afastado dos papéis sobre o vidro e em como o tecido da calça social dividia de um jeito vulgar as duas bandas do rabo firme. Meus olhos brilharam diante de todas as possibilidades mais sujas com o homem que me colocou no mundo.

Colei nas suas costas assim como entrei ali: sem anúncios.

Fui direto com os joelhos no chão de cara enfiada no tecido exatamente onde as nádegas criam uma fenda deliciosamente quente na calça. Senti meu pai endireitar a coluna cravando os dedos na mesa. Sentia minha respiração atravessando o tecido e atingindo em cheio a cueca apertadinha que dava pra ver que usava. Colocou um dos braços para trás, se esticou para conseguir me olhar e sorrir aprovando minha ousadia.

Eu mesmo desabotoei a calça, desci até o meio das coxas e fiz o homem deitar meio nu sobre o vidro da mesa. Rosto de lado, expressão de prazer, bunda completamente empinada. Enfiei minha língua buscando o gosto mais íntimo no corpo do meu pai, mordi cada nádega, passei meus lábios na entrada onde ele pisca com força e me faz querer ir mais fundo. Quando solta um gemido grosso ainda baixo, sei que está pronto.

Cuspo nos meus dedos e depois esfrego na minha pica que nessa altura molhava a cueca de um jeito vulgar. Outra vez ele cravou os dedos pesados na mesa, mas não deixou de empinar o quadril na minha direção.

Entrei no meu pai na ponta dos pés para conseguir ir com a força que ele está habituado a empregar sobre mim. Soquei direito, com calma, amaciando o buraquinho apertado que guarda orgulhoso. Ergueu o tronco para dar a bunda me beijando apertado com o rosto virado, me encerando extasiado. Cada socada movimentava seu corpo enorme, mas também me deixava mais perto do ápice. Foi rápido. Era perigoso expor meu pai dessa maneira.

De olhos bem fechados e ocupado abrindo o próprio rabo para mim, meu pai não viu que a tela do seu celular foi iluminada sobre a mesa quando uma mensagem chegou. Fiquei curioso ao reconhecer o rosto do irmão Caetano na foto do contato. Cerrei os olhos entre uma socada e outra, me posicionei melhor, avancei sobre as costas do meu pai e li a mensagem.

“Ainda sem acreditar na puta que você criou. Dudu é louco por rola.”

Chegaram outras. E outras. E a cada nova mensagem minha pica parecia pulsar mais e crescer mais. Sentia o cu do meu pai esquentar e deveria arder com a força que eu usava para maltratar. Era prazer e surpresa, excitação e raiva. A porra estava vindo na mesma intensidade.

Gozei na polpa da bunda e fiz escorrer viscoso entre as nádegas, facinho de limpar depois. O cheiro de sêmen e carne quente abusada tomou conta até dos papéis espalhados por ali. Meu pai sorriu usando um lenço umedecido para se limpar, não fazia ideia que o acaso cuidou de me mostrar quais segredos ele compartilhava com o próprio irmão. Eu só guardei o pau na cueca depois de ver o cara se abaixar para limpar a lambança que fizemos na minha virilha me olhando de baixo, apaixonado e satisfeito como sempre.

“Cancelei tudo pra sábado” disse no caminho para uma área reservada da sala. A voz ficou distante, abafada, mas ele continuou falando num tom mais alto de lá. “Cancelei tudo que tinha pra fazer, filho. Vamos curtir seu aniversário. Tenho certeza que você vai adorar.”

Fui rápido em pegar o celular da mesa e abrir o WhatsApp. Não precisava de senha, é como usar meu próprio aparelho. Abri a conversa com o meu tio.

“Dudu é louco por rola.”

“Trepamos a noite inteira, só pensei em você, mano. Deveria ver como seu moleque pede pica.”

“Caralho, a gente transou hoje cedo no tapete da sala. O moleque não cansa nunca.”

“Meu pau ficou duro agora só de lembrar.”

“Olha só, tirei essa foto enquanto ele dormia.”

Na foto enviada estou de bruços na cama do meu tio sem nada que cubra meu corpo. Foi tirada cedo naquele dia. Meu rosto de lado parece adormecido e relaxado.

Subo as mensagens até as que meu pai trocou pouco antes da minha chegada no escritório.

“Acho que Dudu vem aqui. Liguei agorinha fazendo drama, dizendo que tô com saudade.”

“Fiquei com inveja de saber que ele dormiu contigo. Tive que bater uma punheta de manhã pensando nele acordando com o titio.”

Subi mais. Eram incontáveis mensagens.

“Hoje a noite ele me mamou tão gostoso, queria que você tivesse aqui, mano. Queria segurar a cabeça dele enquanto você bota a piroca pra jogo.”

E mais. Até onde encontro fotos minhas entre as palavras: uma que meu pai tirou do meu corpo de costas enquanto me vestia para a faculdade, outra na mesa durante o café onde me pediu para sorrir porque estava lindo, uma justificativa óbvia. Outra foto tirada do alto enquanto usa a mão direita para espalhar minhas nádegas e o pau grosso aparece fincado na minha entrada.

Também passo pelo vídeo que fez no banheiro do parque. Não dou play, sei do que se trata. Na legenda dessa mensagem:

“Seu sobrinho é um putinho de primeira. Pode falar… É lindo demais mamando o papai.”

Quando volta para o meio do escritório, não lembro o que falou ou se de fato continuou a descrever nosso possível sábado juntos, mas já coloco o celular descansando sobre a mesa sem alarde, apenas um sorriso pervertido no rosto.

Enquanto me olha e desconfia da minha expressão, segura a bolsa e procura a chave do carro, penso numa das mensagens que li enquanto tentava flagrar o maior número possível de evidências dos segredos que os dois trocam sobre meu corpo, nosso sexo, o amor que nutrem por mim. É uma mensagem bastante específica em que Caetano escreve em maiúsculo:

“ANSIOSO PARA SÁBADO, MANO. NOSSO GAROTO VAI PIRAR.”

Sorrio. Ele pisca para mim na porta, apressado para me arrancar comigo daquele prédio.

“Vai ficar aí?” Pergunta. Estou parado, meu pau não baixa. Me recuso a acreditar que meu pai possa mesmo ser tão safado assim.

“Tô ansioso pra sábado, pai. Tanto que minha pica não amolece por nada. Nenhuma dica do que preparou pra mim?”

Ele sorri. Tenho certeza que pensou no irmão, mas abre a porta, tenta ajeitar a roupa no corpo, me conduz para fora da sala e sussurra na minha orelha quando passo por ele.

“22 anos merece uma coisinha especial. Você vai adorar, moleque.”

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