O dia que EU fudi e estuprei minha irmã e acabei fudendo minha mãe também - parte 1º
DENTISTA DOM mais uma vez aqui. Para quem não me conhece, sou loiro, tenho 28 anos, mas, na época desse conto, eu tinha 23.
Tenho uma irmã que, na época do ocorrido, tinha 16 e, para falar a verdade, desde que ela tinha 14 eu já sentia um puta tesão por ela. Ela é daquelas magrinhas, tetudinhas e bundudas, com cara de cachorra que, só de olhar, dá vontade de foder, sabe?
Pois bem, sempre bati altas punhetas pensando nela, mas sempre me controlei. Porém, aos meus 23 anos, eu estava solteiro havia um ano e meio e com muita vontade de foder.
Eu estava de férias da faculdade, e ela estava de férias da escola. Ficávamos sozinhos o dia todo, quase todos os dias. Aproveitei que nesse dia seria um desse dias e decidi meter o loco, fumei uns dois beckes seguidos e cheirei umas duas carreiras seguidas, eu nunca fiz isso tão seguido assim, mas nesse dia quis meter o louco.
Fui pra piscina e encontro minha irmã deitada. Ela estava de biquíni, apertadinho, de bunda para cima na piscina, e eu deitado ao lado, tomando sol.
Foi quando ela tirou a parte de cima do biquíni e pediu para eu passar bronzeador. Até então, nunca tinha rolado nenhum flerte ou insinuação e, para ela, aquele gesto era sem pudor nenhum. Mas, para mim, foi a gota d’água.
Eu passei o bronzeador tranquilamente, sem me aproveitar. O dia passou e, quando eram umas 17 horas, ela falou que ia tomar banho.
Ela falou para eu ir também, para depois pedir a pizza e assistir a um filme legal que ia passar na TV. Respondi que já iria, dizendo que ainda estava conversando com o pessoal no Facebook.
Esperei alguns minutos e fui até o quarto dela. Como ela nunca teve qualquer malícia comigo, nem costumava trancar a porta do banheiro. Fiquei parado por alguns instantes, observando a porta entreaberta, e olhando pelo espelho, eu olhava aquela garotinha pelada e aquele corpo que eu estava prestes a arrombar… tomado por uma mistura de desejo, culpa e confusão. Naquele momento, percebi que meus pensamentos já tinham ultrapassado qualquer limite.
Assim que ouvi o chuveiro ligar, caminhei até a porta, tirei toda a minha roupa e com o pau totalmente duro e apontando pro lado, Respirei fundo, arregacei a porta entrei no banheiro.
Ela se assustou imediatamente e gritou.
— Que isso, Henry? Por que você está aqui?
Fiquei alguns segundos em silêncio, encarando-a.
— Isa… eu não estou conseguindo mais aguentar e preciso fuder com você até não aguentar mais.
Ela, confusa começou a gritar.
— Você está maluco? Sai daqui agora seu doente.
O que deu em você? Se não sair, vou falar tudo aos nossos pais e gritar.
Naquele instante, parece que tudo sumiu, eu simplesmente abri o box com tudo, eu via aquela perfeição de menina, com a buceta praticamente implorando para eu fude-la.
Abri a porta do box com tudo. Ela se assustou imediatamente e deu um passo para trás.
— Henry, o que você está fazendo?
Eu a encarei por alguns segundos, admirando mais ainda aquele corpo, que mesmo ela tentando se cobrir, me chamava. Tomado por um impulso, puxei o cabelo dela com toda força em direção ao meu pau e falei pra ela me chupar bem gostoso que eu não estava mais aguentando e precisava gozar na boca dela.
Ela balançou a cabeça, visivelmente assustada.
— Você enlouqueceu? Seu doente, eu nunca vou fazer isso.
A voz dela tremia. Seus olhos se encheram de lágrimas enquanto tentava entender o que estava acontecendo.
Eu dei dois tapas bem fortes na cara dela e por alguns instantes, o silêncio tomou conta do banheiro. Eu apertei a boca dela, formando um bico e no momento em que ela foi esboçar alguma reação pelos tapas, dei uma cuspida bem forte dentro da boca dela, dei mais um tapa na cara dela e bati com o pau bem forte na cara dela e enforcando o pescoço dela, disse:
- me chupa, agora. O peso da situação parecia sufocar os dois.
Ela encaixou a boca na minha pica, de uma forma desajeitada, dava pra ver que era a primeira que chupava e via de perto uma.
Ela chorava muito, mesmo assim me mamava muito gostoso, não sei se pela situação ou ou por ser mesmo, mas era o melhor boquete que eu já recebi.
Vendo os peitinhos dela bem durinhos na minha frente, puxei e fiquei girando eles com tudo, fiquei apertando e ela reclamando, puxei ela pela cintura, girei ela de ponta cabeça, encaixei a buceta na minha boca e a pica na boca dela e fizemos um 69 em pé, por ela ser bem pequena e magrinha, foi muito bom e gostoso… uns 5 minutos se passaram e não aguentando mais, eu enchi a boca dela de porra quente, ela bem que tentou fugir gritando, mas segurei a cabeça dela com as pernas até engolir tudo…
Soltei ela do 69, peguei ela pelos braços e fui levando para o quarto, ela se debatia, chorava, implorava para eu parar com aquilo… mas não era mais eu, eu estava fora de mim, só pensava em arregaçar aquela buceta.
— Não, Henry, por favor, para. O que tu está fazendo, seu doente? O que tu tem hoje? Meu pau continuava babando muito, só de ouvir ela implorando para parar.
Aquelas palavras, ditas entre súplicas e desespero, só pareciam me deixar ainda mais fora de mim. Mais louco para fuder aquela menina.
Cheguei ao meu quarto com ela em meus braços e a joguei sobre a cama. Puxei-a pelos cabelos até a beirada e a beijei com uma urgência quase irracional. Eu conseguia sentir o gosto da minha porra no canto de sua boca. Tudo aquilo parecia uma loucura, e, quanto mais ela tentava resistir, mais difícil era recuperar o controle. Eu fodia aquela boca como se fosse uma buceta e quanto mais ela se debatia, mais força na foda eu colocava e mais estuprada ela era por mim.
Ela se debatia, tentava me afastar, me batia e chorava. E eu sabia que aquela situação tinha ido longe demais, mas sem dúvida naquela altura, não tinha mais como voltar atrás, e nem eu queria. Eu iria fuder ela de tudo quanto era forma.
Depois de estar bem melado, e cara, como fodi aquela boca, fui chupar aquela buceta. Deitei ela e abri bem as pernas dela. Ela não parava quieta, tomada pela excitação, mas também pela raiva, medo e sei lá quantos mais sentimentos ela estava naquela hora, peguei algumas toalhas, já que fui tudo sem programar. Amarrei suas mãos, uma de cada lado da cama, e as pernas também, sempre atento às reações dela, e comecei a chupar a buceta dela, cara.
Que buceta maravilhosa. Novinha, com aquele gosto de buceta virgem, que nunca foi gozada, que me deixava completamente louco. Eu sabia que eu ia gozar muito naquela buceta aquela noite.
Chupei, provoquei, meti três dedos, fiz ela perder o controle. Ela gemia, gritava, xingava , chorava, mandava eu me fuder, falava que eu era doente… entre uma reação e outra, completamente entregue àquele momento. Mas quando eu caia de boca, ela gemia e mais vontade eu tinha de continuar, mas logo depois vinha um.
- CARALHO Henry, você é doente. Porque você está fazendo isso? Porque?
- Sim Isa. eu literalmente estou doente. vou te arregacar hoje e deixar você fudida pra você nunca mais esquecer quem comeu sua buceta e seu cu pela primeira vez.
- Não, para com isso. Você não vai me comer. Para com isso seu doente. Chega. Você já está fazendo o que que está fazendo, mas você não vai me comer, nem na buceta e nem lá atrás. Seu desgraçado. Quando a mamãe chegar, vou contar tudo pra ela. Eu sou sua irmã cara, eu tenho 16 anos. Você tá doido.
O tempo dela falar e reclamar não foi suficiente, parei de chupar ela, encaixei dois tapas na cara dela pra ela ficar quieta, uma cuspida na cara, outra na boca e outra na buceta e e meti com tudo… Ela gritou muito, afinal uma criança de 16 anos, magrinha perdendo desse jeito. Mas aí já era, eu comecei e meter, enforcando ela e falando:
- É filha da puta? Não vou fuder sua buceta?? Fala agora que eu não vou arregacar sua buceta sua cachorra gostosa? Fala agora com minha pica atolada nela, fala.
Eu alicinado, comecei a meter, vendo ela chorando, os peitos balançando e ela querendo se soltar das amarras.
Eu gritando e gemendo.
- Vai caralho, geme na minha pica filha da puta. Você não falou que eu não ia te fuder.
- Henry, você tá me matando. Você é um doente. Eu sou sua irmã porra.
Eu fiquei uns 30 minutos comendo muito ela. Eu tirava o pau da buceta dela e via… ela estava arregaçada. Mas ainda faltava aquela cuzinho. Aquela bundinha que eu tanto admirei e sonhei em comer nas minhas punhetas.
Olhando pra ela, ela não aguentaria, mas se ela contasse pros nossos pais, eu nunca mais teria a oportunidade…
Então desamarrei ela, virei ela.. Coloquei ela empinada na ponta da cama… cuspi no na mão, pisei na cabeça dela, ela já começou a reclamar.
- meu Deus do céu Henry, você é doente seu animal, o que você esta fazendo, para com isso, por favor. Eu sou sua irmã. Eu imploro.
Passei o pau na buceta, passei o cuspe junto com o meu da buceta e encaixei no cu.
Ela olhou pra trás, com o as mãos pra trás, totalmente presa. ELA OLHOU COM UMA CARA DE CACHORRA PEDINDO PICA… eu sei que foi sem querer, que foi natural e implorando pra parar, mas foi essa naturalidade que me deu mais vontade e me pareceu que ela queria muito mais pica no cu. Eu encaixei no cu e fui… ela gritou, e gritou MUITO! Dava pra ver as lágrimas escorrendo, misturando com porra seca. Eu apertei mais o pé na cabeça e puxei os braços pra trás como se fosse uma égua e eu estivesse domando… Ela obedeceu direitinho e comecei a ditar como seria e cara, que delícia. Foi a melhor foda nessa posição que eu tive.
Eu juro que no meio do choro e da gritaria, eu ouvi um gemido.
Eu gozei muitooooo dentro daquele cu, muito mesmo, quando eu tirei meu pau lá de dentro, eu desci e dei uma chupada nele e peguei um pouco com a boca da minha porra e um pouco com a mão… dei uma cuspida na boca dela, e esfreguei a porra das mãos nos peitos e na buceta dela enquanto metia uns três ou quatro dedos dentro dela só pra terminar a foda…
Deitei exausto do lado dela e ela se retraiu como se tivesse chorando depois de uma briga.
Foi caindo de volta a minha realidade de bom irmão, e perguntei.
- Isa, tá tudo bem? Quer um copo de água ou alguma coisa pra comer?
- Você é louco?
Ela só mês respondeu isso.
- ue, porque? Tô querendo saber se precisa de alguma coisa.
- Henry, você é doente. Olha o que você fez comigo. Eu não quero nunca mais olhar na sua cara. Você morreu pra mim.
Meu pau já duro de novo e eu vendo a cara dela toda suja de porra seca, os peitos, a buceta de porra recém colocada. Comecei a esfregar a buceta dela.
Ela gritou:
- Tira a porra da mão daí filho da puta.
Eu virei, sentei em cima dela com o pau na cara dela e falei. Enforcando ela e já colocando o pau na boca dela.
- Olha, eu estava sendo gentil o sua cachorra, mas agora em diante você é minha putinha, tu vai me dar a hora que eu quiser e quando eu quiser e se você contar para alguém, eu te arrebento. Você tá me ouvindo? Foda-se que eu sou seu irmão. Eu te mato se você contar pra alguém.
Falei isso já metendo na boca dela como se fosse uma buceta de novo, recomeçando a foda. Na hora que eu to fazendo isso, eu ouço a porra da porta do quarto abrindo, sabe aquele rangido de porta quando alguém da espiando, eu gelei na hora. Minha mãe só da um grito. QUE PORRA É ESAA? Vocês ficaram doidos???
Eu pensei comigo. Ou eu tô fudido e meus pais vão me matar ou eu taco o foda-se e foda-se tudo.
Levanto, pelado e com o pau duro virado pra esquerda… melado da minha porra, baba da minha irmã e da buceta dela.
- É caralho, eu fiquei doido mesmo. Foda-se, fumei, cheirei e fudi essa putinha a tarde toda e você é a próxima. Puxei minha mãe pelos cabelos, até ela ficar ajoelhada, agora cala a porra da boca e mama minha pica também o caralho, antes que eu te arrebente também.
CONTINUA.
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