#Assédio #Coroa #Gay #Traições

Uma semana servindo meu concunhado

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Fazassim

Eu tinha um concunhado que vivia me aticando e me encoxando na brincadeira, meu nome e jean tenho 23 anos e namoro Uma mulher o marido da Irma dela chama Miguel ele 45 anos negro, forte trabalhador bracal, eu ja tinha fantasias com ele, eu sabia que ele secava minha bunda pois eu branquinho, nao alto bunda gorda e coxas grandes e pra pirar da cintura p cima eu era normal o q destacava mais ainda meu bundao, bom nesse dia eu so em casa recebo a ligacao da minha namorada que Miguel estava trabalhando px da minha casa que era umas 1h30 da deles e SE ele poderia almocar comigo todos os dias dessa semana? Eu prestativo disse claro, eu trabalhava anoite entao de dia estaria em casa e cozinharia pra ele. Porem em casa fico bem a vintage e tenho shorts muito justos antigos q por morar sozinho nao ligava as vezes alguns bem finos q acompanhava o balancar da bunda e entrava mais qd andava, Miguel chegou e logo veio a piadinha: entao VC Vai cozinhar p min? Eu disse Fazer o q nao tenho escolha, ele: seremos quase marido e mulher entao ue, porem VC e a esposinha PQ com um bundao desse so podia ser VC pra servir um macho bruto igual eu , haha VC adora me zuar ne Miguel e virei andando e escutei um "nossa

O sol das onze da manhã entrava pelas frestas da persiana, cortando o ar em lâminas de poeira dourada. Eu estava na cozinha, de costas para a porta, cortando tomates com uma faca cega quando ouvi a botina pesada na lajota. Miguel. Ele entrou sem bater, como sempre fazia quando vinha "só dar um alô", e a casa inteira pareceu encolher com a presença dele — o cheiro de suor e cigarro, a massa bruta de ombros e braços que preenchia o vão da porta. "Então você vai cozinhar pra mim?" A voz dele desceu grossa pelas minhas costas. "Fazer o quê, não tenho escolha", respondi, sem virar. Ele riu baixo, aquele riso que fazia o peito dele vibrar. "Seremos quase marido e mulher então, ué. Porém você é a esposinha, porque com um bundão desse só podia ser você pra servir um macho bruto igual eu." "Você adora me zuar, né, Miguel?" Virei e andei em direção à geladeira, sentindo o short de lycra azul — aquele que era fino demais, justo demais, que marcava cada centímetro da minha bunda e das minhas coxas grossas — grudar na pele enquanto eu me movia. Escutei o "nossa" escapando da boca dele, baixo, quase um sopro, e o ar mudou de peso. "Vai me dizer que você usa isso em casa?" Ele se aproximou, e a sombra dele me cobriu. Eu era branquinho, cabelo castanho desgrenhado, corpo liso — da cintura pra cima, um rapaz comum. Mas dali pra baixo, as coxas grossas, a bunda grande e redonda que empurrava o tecido fino, era um convite que eu não sabia controlar. "É só um short velho", murmurei, sentindo o calor do corpo dele atrás de mim. "Velho nada. Você sabe o que tá fazendo." A mão grande dele fechou na minha cintura, e eu congelei. "Sabe muito bem." O coração bateu seco. Eu tinha fantasias com ele há meses — com as mãos calejadas dele, com o peito largo, com a ideia de ser dominado por aquele homem bruto. Mas minha namorada, a irmã da esposa dele, estava no meio. E eu estava de short fino, sozinho, com ele me encoxando na brincadeira de novo. "Solta, Miguel..." tentei, mas minha voz saiu fraca. Ele não soltou. Em vez disso, deslizou a outra mão pela minha coxa, subindo devagar, e me puxou pra trás contra o corpo duro dele. Senti a pressão — o pau grosso dele marcando na minha bunda através da calça jeans. "Não é brincadeira mais, não, Jean", ele rosnou perto do meu ouvido. "Você fica de short assim, balançando essa bunda na minha frente... me provoca, depois quer que eu solte?" Minha respiração ficou curta. Eu deveria empurrar, deveria falar da minha namorada, da esposa dele. Mas em vez disso, meu corpo afundou contra o dele, e eu senti a mão dele subir por baixo do short, direto na pele nua da minha bunda. "É isso que você quer, não é?" Ele apertou a carne firme, os dedos grossos abrindo a minha bunda, e eu gemi baixo. "Um macho de verdade pra te comer, te fazer de esposinha de verdade." "Não... não devia..." Mas meu quadril já se movia contra ele. "Devia sim." Ele me girou, me empurrou contra a bancada da cozinha, a pedra fria contra o meu peito. Eu senti a mão dele na nuca, me curvando, e depois o raspar do zíper dele abrindo. "Você vai me chupar primeiro, depois eu vou te comer nessa bunda enorme até você esquecer o nome da sua namorada." A ordem era clara. Eu queria resistir. Mas quando ele puxou o pau — grosso, escuro, veiado, cheirando a suor e macho — minha boca se abriu sozinha. "É isso, esposinha", ele sussurrou, segurando minha cabeça e me puxando pro pau. "Chupa pro seu marido." Eu abri os lábios e deixei ele entrar.

Eu sabia desse risco mais nao imaginava que ele ja viria com fogo total entao segurei aquele Pau e fui me entregando ele me levanta me beija e me da um tapao na bunda e Manda eu ir na frente e mostrara o quarto q vamos dormir juntos eu sem saber o q dizer olhando o ele , seu safado VC veio so o isso ne

A boca dele veio quente na minha, sem pedir licença, e eu senti a língua grossa invadir como se já fosse dona daquele espaço. Minha mão ainda segurava o pau dele — suado, pesado, pulsando — e ele usou o impulso pra me levantar do chão, minhas pernas envolvendo a cintura larga dele sem que eu pensasse. O short de lycra subiu, amassado na minha cintura, e a mão calejada dele desceu e deu um tapa seco na minha bunda nua. "Vai na frente", ele ordenou, me soltando no chão, a voz áspera. "Me mostra o quarto onde a gente vai dormir junto essa semana." Eu fiquei parado, olhando pra ele — o peito suado brilhando, a calça aberta, o pau ainda duro apontando pra mim. Minha boca abriu, mas só saiu um riso nervoso. "Seu safado... você veio só pra isso, né?" Miguel deu um passo à frente, me encurralando entre o corpo dele e a geladeira. "Vim comer tua comida, sim. Mas aposto que tua bunda é mais gostosa que qualquer panelada." A mão dele deslizou pela minha coxa, subindo, e os dedos acharam a borda do short, puxando o elástico e soltando com um estalo contra a minha pele. "Agora anda. Ou eu te carrego no ombro que nem saco de cimento." Eu engoli seco, mas minhas pernas já obedeciam. Andei pelo corredor estreito, sentindo o olhar dele queimando minha nuca, cada passo fazendo o short subir mais, a bunda balançando livre debaixo do tecido fino. Quando cheguei na porta do quarto, ele me empurrou pra dentro, e eu caí de joelhos na beira da cama. "Assim já tá bom", ele disse, fechando a porta com o pé. O barulho da tranca ecoou, e eu ouvi o cinto dele deslizando pela calça. "Fica de quatro. Quero ver essa bunda inteira antes de enterrar meu pau nela." Eu virei a cabeça, os olhos encontrando os dele — escuros, sem piedade, mas com um brilho de quem já tinha me comido em pensamento mil vezes. Minha voz saiu rouca: "E minha namorada? E sua esposa?" Ele riu, baixo, e se ajoelhou atrás de mim, o peso do corpo dele me pressionando contra o colchão. "Elas tão em casa, cuidando da vida delas. Nós dois aqui, sozinhos, com uma semana inteira pela frente." A mão dele agarrou o short e puxou pra baixo, deixando minha bunda nua, exposta, arrepiada. "Agora para de pensar nelas e pensa em como você vai aguentar eu comendo esse rabo todo dia, esposinha." O tapa veio de novo, mais forte, e eu gemi alto, o rosto afundando no travesseiro.

Nunca tinha levado linguada no cu antes, ele SE afundou na minha bunda ali eu nao tive duvidas entre gemidos confirming Sim eu vou ser sua essa semana aii ta muito bom Miguel pensaca que macho e esse? Meu deos

A língua dele rasgou meu cu como se fosse uma faca quente, grossa, implacável. Eu gritei contra o travesseiro, os dedos cravando no lençol, a bunda empinada pra trás involuntariamente, oferecendo mais. Miguel segurou minhas nádegas com as duas mãos, abrindo, separando, e a boca dele se afundou ali como se eu fosse a última refeição dele. “Aii, Miguel... que macho é esse?” A voz saiu esganiçada, molhada de saliva e vergonha. “Meu Deus... nunca... nunca ninguém...” Ele parou só um segundo, o queixo molhado, os olhos subindo pelo meu corpo até encontrar os meus. “Nunca ninguém te comeu direito, né, branquinho?” A mão dele bateu na minha bunda, o som estalando no quarto pequeno. “Tu tem um rabo desse, redondo, gordo, e ninguém teve coragem de enterrar a cara aí?” Eu balancei a cabeça, o rosto queimando, mas o quadril não parava de se mover, esfregando o cu na boca dele de novo. Ele riu, cuspiu na minha entrada, e voltou a lamber — agora mais lento, circular, fazendo pressão no buraquinho até a ponta da língua afundar. Meu pau escorria contra a cama, cada lambida mandando uma onda elétrica pela espinha. “Sim... sim... vou ser sua essa semana...” As palavras saíram sem eu pensar, um vazamento de verdade que eu não conseguia segurar. “Aii, tá muito bom, Miguel... tá muito bom...” Ele se afastou de novo, e eu quase chorei com o vazio. “Ainda não terminei de preparar você, esposinha.” O som de um pote abrindo, e a mão dele voltou com algo frio e escorregadio — azeite, o mesmo da cozinha. “Pra você aguentar esse pau inteiro, precisa ficar bem molhadinho.” O dedo dele entrou devagar, um só, e eu arfei, as mãos fechando em punho. Era grande, calejado, e me sentia exposto de um jeito que doía de tão bom. Ele empurrou até o fundo, curvou, achou o ponto certo, e eu perdi o chão. “Isso... isso mesmo...” A voz dele era um rosnado. “Geme assim que eu quero ouvir.” O segundo dedo entrou, abrindo, e eu gritei, o corpo todo tremendo. “Semana inteira, Jean. Todo dia. Café, almoço e janta. Vou te deixar tão acostumado com meu pau que tu vai esquecer que tem mulher em casa.” “Miguel... eu... eu...” As palavras morreram na garganta quando ele curvou os dedos de novo, e meu cu apertou em volta deles, faminto. Ele tirou os dedos, e eu ouvi a respiração grossa dele atrás de mim, o som da mão fechando no pau, o líquido escorrendo. A cabeça grossa encostou na minha entrada, e eu congelei, o coração batendo tão forte que eu sentia na garganta. “Olha pra mim”, ele ordenou, e eu virei o rosto, os olhos marejados. “Vai doer um pouco. Mas depois, tu vai implorar por mais.” Ele empurrou.

Abafei o griti e comecou a meter devagar e me alisando fui me acostumando e rebolava lentamente tava ficando bom ele acelerou ai ha me arrbitei com Uma cachora e so ouvia o som ploft, comecei a concentrar na textural do Pau dele entrando ai meu tesao foi a mil, ele me agarra me bja no pescoso eu o cuando de preto safado ya me comendo gostosio, ele veio e disse venha quero VC calvalgando no seu maridinho

A dor veio quente, um estiramento que me fez morder o travesseiro até sentir o gosto de algodão na língua. A cabeça grossa dele forçou passagem, e eu gritei — um som abafado, animalesco, que ele engoliu com um grunhido de prazer. Miguel parou, o pau enterrado até a metade, as mãos cravadas nas minhas ancas como se fosse me partir ao meio. “Respira, esposinha”, ele rosnou, a voz rouca de quem segurava a própria vontade de me destruir. “Respira que eu vou entrar inteiro.” Eu obedeci. O ar entrou trêmulo, e ele aproveitou a brecha pra afundar o resto — devagar, brutal, cada centímetro abrindo caminho num calor que doía e queimava e, no fundo do fundo, pedia mais. Quando o saco dele bateu na minha bunda, eu soltei um gemido longo, os dedos cravando no colchão. “Aii... Miguel... é grande demais...” Ele riu baixo, o peito colado nas minhas costas, e começou a se mover. Devagar no começo — puxava quase tudo, deixava só a cabeça dentro, e empurrava de novo, num ritmo que me fazia sentir cada veia, cada curva daquele pau. A mão dele deslizou pelo meu peito, apertou meu mamilo, e eu arquei, o cu apertando em volta dele. “Isso... se acostuma, vai...” A boca dele mordeu minha orelha. “Sente esse pau te preenchendo, Jean. Sente ele te marcando por dentro.” Eu comecei a rebolcar. Devagar, no ritmo dele, as mãos ainda firmes nas minhas ancas me guiando. Aos poucos, a dor virou pressão, virou calor, virou uma onda que subia da minha bunda até a nuca. Meu pau escorria contra o lençol, cada estocada esfregando a barriga na cama, e eu gemia sem controle. “Tá bom... tá ficando bom...” Minha voz saiu esganiçada, e eu senti a vergonha queimar junto com o tesão. “Acelera, Miguel... por favor...” Ele riu — aquele riso de macho que sabia que tinha vencido — e acelerou. As estocadas ficaram mais curtas, mais rápidas, e o som molhado do meu cu sendo aberto encheu o quarto. Ploft. Ploft. Ploft. A cada investida, o pau dele raspava no meu ponto, e eu perdi o chão, os olhos revirando, a boca aberta num gemido contínuo. “Assim, sua putinha branca... assim que eu gosto...” A mão dele agarrou meu cabelo, puxou minha cabeça pra trás, e a boca dele veio no meu pescoço, mordendo, chupando, deixando marca. “Tu nasceu pra isso, sabia? Nasceu com essa bunda gorda e esse jeito de rezar pra ter pau no cu.” “Miguel... Miguel...” Eu repetia o nome dele como uma oração, o corpo todo tremendo, o tesão subindo em ondas que eu não conseguia controlar. “Me come... me come gostoso...” Ele acelerou de novo, o ritmo brutal, e eu senti o orgasmo se aproximando — a pressão na base do pau, o aperto no cu, a visão escurecendo nas bordas. Mas ele parou. Tirou o pau de dentro de mim com um pop molhado, e eu gemi de frustração, a bunda ainda aberta, o buraquinho piscando vazio. “Ainda não, esposinha.” Ele me virou, as mãos grandes me puxando pro colo dele, e eu senti o pau dele de novo, escorregadio de azeite e porra, deslizando entre as minhas nádegas. “Agora você vai cavalgar. Quero ver esse rabo trabalhando em cima de mim.” Ele se deitou na cama, o corpo enorme ocupando o colchão, e me puxou pra cima dele. Eu fiquei por cima, as pernas abertas em volta da cintura larga dele, a mão dele guiando meu quadril até a cabeça do pau encostar na minha entrada. Eu olhei pra baixo — o peito suado dele, o sorriso de canto, os olhos escuros me devorando. “Vem, maridinho”, ele disse, a voz grossa, as mãos apertando minha bunda. “Mostra que você sabe usar esse rabo.” Eu engoli seco, mas minhas mãos foram pro peito dele, e eu desci devagar, sentindo o pau abrir meu cu de novo — agora mais fácil, mais molhado, mais faminto. Quando sentei até o fundo, os dois gememos juntos, e eu comecei a me mover, um vai-e-vem lento que fazia o pau dele raspando em todos os lugares certos. “Isso... assim...” Ele fechou os olhos, a cabeça jogada pra trás, e eu me senti poderosa — dona daquele macho bruto, montada nele, cavalgando como se fosse a última vez. “Delícia de esposinha... vou gozar dentro desse cu todo dia... até você engravidar de porra...” Eu ri, o riso virando gemido quando ele apertou minha bunda e começou a guiar meu ritmo, mais rápido, mais fundo. O som de pele batendo em pele encheu o quarto, e eu senti o orgasmo voltar, mais forte, mais perto. “Vou gozar, Miguel... vou gozar...” Minha voz saiu fina, quase chorosa, e ele abriu os olhos, o olhar fixo no meu. “Goza, esposinha. Goza no pau do seu marido.” A mão dele fechou no meu pau, bombeando rápido, e eu explodi — o corpo inteiro travando, o cu apertando em volta dele, o gozo espirrando na barriga dele enquanto eu cavalgava sem controle. Ele grunhiu, as mãos cravando nas minhas coxas, e enterrou o pau fundo, uma última vez, e eu senti — quente, grossa, infinita — a porra dele enchendo meu cu, vazando pela borda, escorrendo pelas minhas coxas. Eu caí no peito dele, ofegante, o corpo tremendo, e ele me envolveu com os braços, a boca vindo na minha testa. “Primeiro dia, esposinha”, ele murmurou, a voz ainda rouca. “Ainda tem mais quatro. E eu vou te comer até você esquecer seu próprio nome.”

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lâminas de poeira dourada. Eu estava na cozinha, de costas para a porta, cortando tomates com uma faca cega quando ouvi a botina pesada na lajota. Miguel. Ele entrou sem bater, como sempre fazia quando vinha "só dar um alô", e a casa inteira pareceu encolher com a presença dele — o cheiro de suor e cigarro, a massa bruta de ombros e braços que preenchia o vão da porta. "Então você vai cozinhar pra mim?" A voz dele desceu grossa pelas minhas costas. "Fazer o quê, não tenho escolha", respondi, sem virar. Ele riu baixo, aquele riso que fazia o peito dele vibrar. "Seremos quase marido e mulher então, ué. Porém você é a esposinha, porque com um bundão desse só podia ser você pra servir um macho bruto igual eu." "Você adora me zuar, né, Miguel?" Virei e andei em direção à geladeira, sentindo o short de lycra azul — aquele que era fino demais, justo demais, que marcava cada centímetro da minha bunda e das minhas coxas grossas — grudar na pele enquanto eu me movia. Escutei o "nossa" escapando da boca dele, baixo, quase um sopro, e o ar mudou de peso. "Vai me dizer que você usa isso em casa?" Ele se aproximou, e a sombra dele me cobriu. Eu era branquinho, cabelo castanho desgrenhado, corpo liso — da cintura pra cima, um rapaz comum. Mas dali pra baixo, as coxas grossas, a bunda grande e redonda que empurrava o tecido fino, era um convite que eu não sabia controlar. "É só um short velho", murmurei, sentindo o calor do corpo dele atrás de mim. "Velho nada. Você sabe o que tá fazendo." A mão grande dele fechou na minha cintura, e eu congelei. "Sabe muito bem." O coração bateu seco. Eu tinha fantasias com ele há meses — com as mãos calejadas dele, com o peito largo, com a ideia de ser dominado por aquele homem bruto. Mas minha namorada, a irmã da esposa dele, estava no meio. E eu estava de short fino, sozinho, com ele me encoxando na brincadeira de novo. "Solta, Miguel..." tentei, mas minha voz saiu fraca. Ele não soltou. Em vez disso, deslizou a outra mão pela minha coxa, subindo devagar, e me puxou pra trás contra o corpo duro dele. Senti a pressão — o pau grosso dele marcando na minha bunda através da calça jeans. "Não é brincadeira mais, não, Jean", ele rosnou perto do meu ouvido. "Você fica de short assim, balançando essa bunda na minha frente... me provoca, depois quer que eu solte?" Minha respiração ficou curta. Eu deveria empurrar, deveria falar da minha namorada, da esposa dele. Mas em vez disso, meu corpo afundou contra o dele, e eu senti a mão dele subir por baixo do short, direto na pele nua da minha bunda. "É isso que você quer, não é?" Ele apertou a carne firme, os dedos grossos abrindo a minha bunda, e eu gemi baixo. "Um macho de verdade pra te comer, te fazer de esposinha de verdade." "Não... não devia..." Mas meu quadril já se movia contra ele. "Devia sim." Ele me girou, me empurrou contra a bancada da cozinha, a pedra fria contra o meu peito. Eu senti a mão dele na nuca, me curvando, e depois o raspar do zíper dele abrindo. "Você vai me chupar primeiro, depois eu vou te comer nessa bunda enorme até você esquecer o nome da sua namorada." A ordem era clara. Eu queria resistir. Mas quando ele puxou o pau — grosso, escuro, veiado, cheirando a suor e macho — minha boca se abriu sozinha. "É isso, esposinha", ele sussurrou, segurando minha cabeça e me puxando pro pau. "Chupa pro seu marido." Eu abri os lábios e deixei ele entrar.

Eu sabia desse risco mais nao imaginava que ele ja viria com fogo total entao segurei aquele Pau e fui me entregando ele me levanta me beija e me da um tapao na bunda e Manda eu ir na frente e mostrara o quarto q vamos dormir juntos eu sem saber o q dizer olhando o ele , seu safado VC veio so o isso ne

A boca dele veio quente na minha, sem pedir licença, e eu senti a língua grossa invadir como se já fosse dona daquele espaço. Minha mão ainda segurava o pau dele — suado, pesado, pulsando — e ele usou o impulso pra me levantar do chão, minhas pernas envolvendo a cintura larga dele sem que eu pensasse. O short de lycra subiu, amassado na minha cintura, e a mão calejada dele desceu e deu um tapa seco na minha bunda nua. "Vai na frente", ele ordenou, me soltando no chão, a voz áspera. "Me mostra o quarto onde a gente vai dormir junto essa semana." Eu fiquei parado, olhando pra ele — o peito suado brilhando, a calça aberta, o pau ainda duro apontando pra mim. Minha boca abriu, mas só saiu um riso nervoso. "Seu safado... você veio só pra isso, né?" Miguel deu um passo à frente, me encurralando entre o corpo dele e a geladeira. "Vim comer tua comida, sim. Mas aposto que tua bunda é mais gostosa que qualquer panelada." A mão dele deslizou pela minha coxa, subindo, e os dedos acharam a borda do short, puxando o elástico e soltando com um estalo contra a minha pele. "Agora anda. Ou eu te carrego no ombro que nem saco de cimento." Eu engoli seco, mas minhas pernas já obedeciam. Andei pelo corredor estreito, sentindo o olhar dele queimando minha nuca, cada passo fazendo o short subir mais, a bunda balançando livre debaixo do tecido fino. Quando cheguei na porta do quarto, ele me empurrou pra dentro, e eu caí de joelhos na beira da cama. "Assim já tá bom", ele disse, fechando a porta com o pé. O barulho da tranca ecoou, e eu ouvi o cinto dele deslizando pela calça. "Fica de quatro. Quero ver essa bunda inteira antes de enterrar meu pau nela." Eu virei a cabeça, os olhos encontrando os dele — escuros, sem piedade, mas com um brilho de quem já tinha me comido em pensamento mil vezes. Minha voz saiu rouca: "E minha namorada? E sua esposa?" Ele riu, baixo, e se ajoelhou atrás de mim, o peso do corpo dele me pressionando contra o colchão. "Elas tão em casa, cuidando da vida delas. Nós dois aqui, sozinhos, com uma semana inteira pela frente." A mão dele agarrou o short e puxou pra baixo, deixando minha bunda nua, exposta, arrepiada. "Agora para de pensar nelas e pensa em como você vai aguentar eu comendo esse rabo todo dia, esposinha." O tapa veio de novo, mais forte, e eu gemi alto, o rosto afundando no travesseiro.

Nunca tinha levado linguada no cu antes, ele SE afundou na minha bunda ali eu nao tive duvidas entre gemidos confirming Sim eu vou ser sua essa semana aii ta muito bom Miguel pensaca que macho e esse? Meu deos

A língua dele rasgou meu cu como se fosse uma faca quente, grossa, implacável. Eu gritei contra o travesseiro, os dedos cravando no lençol, a bunda empinada pra trás involuntariamente, oferecendo mais. Miguel segurou minhas nádegas com as duas mãos, abrindo, separando, e a boca dele se afundou ali como se eu fosse a última refeição dele. “Aii, Miguel... que macho é esse?” A voz saiu esganiçada, molhada de saliva e vergonha. “Meu Deus... nunca... nunca ninguém...” Ele parou só um segundo, o queixo molhado, os olhos subindo pelo meu corpo até encontrar os meus. “Nunca ninguém te comeu direito, né, branquinho?” A mão dele bateu na minha bunda, o som estalando no quarto pequeno. “Tu tem um rabo desse, redondo, gordo, e ninguém teve coragem de enterrar a cara aí?” Eu balancei a cabeça, o rosto queimando, mas o quadril não parava de se mover, esfregando o cu na boca dele de novo. Ele riu, cuspiu na minha entrada, e voltou a lamber — agora mais lento, circular, fazendo pressão no buraquinho até a ponta da língua afundar. Meu pau escorria contra a cama, cada lambida mandando uma onda elétrica pela espinha. “Sim... sim... vou ser sua essa semana...” As palavras saíram sem eu pensar, um vazamento de verdade que eu não conseguia segurar. “Aii, tá muito bom, Miguel... tá muito bom...” Ele se afastou de novo, e eu quase chorei com o vazio. “Ainda não terminei de preparar você, esposinha.” O som de um pote abrindo, e a mão dele voltou com algo frio e escorregadio — azeite, o mesmo da cozinha. “Pra você aguentar esse pau inteiro, precisa ficar bem molhadinho.” O dedo dele entrou devagar, um só, e eu arfei, as mãos fechando em punho. Era grande, calejado, e me sentia exposto de um jeito que doía de tão bom. Ele empurrou até o fundo, curvou, achou o ponto certo, e eu perdi o chão. “Isso... isso mesmo...” A voz dele era um rosnado. “Geme assim que eu quero ouvir.” O segundo dedo entrou, abrindo, e eu gritei, o corpo todo tremendo. “Semana inteira, Jean. Todo dia. Café, almoço e janta. Vou te deixar tão acostumado com meu pau que tu vai esquecer que tem mulher em casa.” “Miguel... eu... eu...” As palavras morreram na garganta quando ele curvou os dedos de novo, e meu cu apertou em volta deles, faminto. Ele tirou os dedos, e eu ouvi a respiração grossa dele atrás de mim, o som da mão fechando no pau, o líquido escorrendo. A cabeça grossa encostou na minha entrada, e eu congelei, o coração batendo tão forte que eu sentia na garganta. “Olha pra mim”, ele ordenou, e eu virei o rosto, os olhos marejados. “Vai doer um pouco. Mas depois, tu vai implorar por mais.” Ele empurrou.

Abafei o griti e comecou a meter devagar e me alisando fui me acostumando e rebolava lentamente tava ficando bom ele acelerou ai ha me arrbitei com Uma cachora e so ouvia o som ploft, comecei a concentrar na textural do Pau dele entrando ai meu tesao foi a mil, ele me agarra me bja no pescoso eu o cuando de preto safado ya me comendo gostosio, ele veio e disse venha quero VC calvalgando no seu maridinho

A dor veio quente, um estiramento que me fez morder o travesseiro até sentir o gosto de algodão na língua. A cabeça grossa dele forçou passagem, e eu gritei — um som abafado, animalesco, que ele engoliu com um grunhido de prazer. Miguel parou, o pau enterrado até a metade, as mãos cravadas nas minhas ancas como se fosse me partir ao meio. “Respira, esposinha”, ele rosnou, a voz rouca de quem segurava a própria vontade de me destruir. “Respira que eu vou entrar inteiro.” Eu obedeci. O ar entrou trêmulo, e ele aproveitou a brecha pra afundar o resto — devagar, brutal, cada centímetro abrindo caminho num calor que doía e queimava e, no fundo do fundo, pedia mais. Quando o saco dele bateu na minha bunda, eu soltei um gemido longo, os dedos cravando no colchão. “Aii... Miguel... é grande demais...” Ele riu baixo, o peito colado nas minhas costas, e começou a se mover. Devagar no começo — puxava quase tudo, deixava só a cabeça dentro, e empurrava de novo, num ritmo que me fazia sentir cada veia, cada curva daquele pau. A mão dele deslizou pelo meu peito, apertou meu mamilo, e eu arquei, o cu apertando em volta dele. “Isso... se acostuma, vai...” A boca dele mordeu minha orelha. “Sente esse pau te preenchendo, Jean. Sente ele te marcando por dentro.” Eu comecei a rebolcar. Devagar, no ritmo dele, as mãos ainda firmes nas minhas ancas me guiando. Aos poucos, a dor virou pressão, virou calor, virou uma onda que subia da minha bunda até a nuca. Meu pau escorria contra o lençol, cada estocada esfregando a barriga na cama, e eu gemia sem controle. “Tá bom... tá ficando bom...” Minha voz saiu esganiçada, e eu senti a vergonha queimar junto com o tesão. “Acelera, Miguel... por favor...” Ele riu — aquele riso de macho que sabia que tinha vencido — e acelerou. As estocadas ficaram mais curtas, mais rápidas, e o som molhado do meu cu sendo aberto encheu o quarto. Ploft. Ploft. Ploft. A cada investida, o pau dele raspava no meu ponto, e eu perdi o chão, os olhos revirando, a boca aberta num gemido contínuo. “Assim, sua putinha branca... assim que eu gosto...” A mão dele agarrou meu cabelo, puxou minha cabeça pra trás, e a boca dele veio no meu pescoço, mordendo, chupando, deixando marca. “Tu nasceu pra isso, sabia? Nasceu com essa bunda gorda e esse jeito de rezar pra ter pau no cu.” “Miguel... Miguel...” Eu repetia o nome dele como uma oração, o corpo todo tremendo, o tesão subindo em ondas que eu não conseguia controlar. “Me come... me come gostoso...” Ele acelerou de novo, o ritmo brutal, e eu senti o orgasmo se aproximando — a pressão na base do pau, o aperto no cu, a visão escurecendo nas bordas. Mas ele parou. Tirou o pau de dentro de mim com um pop molhado, e eu gemi de frustração, a bunda ainda aberta, o buraquinho piscando vazio. “Ainda não, esposinha.” Ele me virou, as mãos grandes me puxando pro colo dele, e eu senti o pau dele de novo, escorregadio de azeite e porra, deslizando entre as minhas nádegas. “Agora você vai cavalgar. Quero ver esse rabo trabalhando em cima de mim.” Ele se deitou na cama, o corpo enorme ocupando o colchão, e me puxou pra cima dele. Eu fiquei por cima, as pernas abertas em volta da cintura larga dele, a mão dele guiando meu quadril até a cabeça do pau encostar na minha entrada. Eu olhei pra baixo — o peito suado dele, o sorriso de canto, os olhos escuros me devorando. “Vem, maridinho”, ele disse, a voz grossa, as mãos apertando minha bunda. “Mostra que você sabe usar esse rabo.” Eu engoli seco, mas minhas mãos foram pro peito dele, e eu desci devagar, sentindo o pau abrir meu cu de novo — agora mais fácil, mais molhado, mais faminto. Quando sentei até o fundo, os dois gememos juntos, e eu comecei a me mover, um vai-e-vem lento que fazia o pau dele raspando em todos os lugares certos. “Isso... assim...” Ele fechou os olhos, a cabeça jogada pra trás, e eu me senti poderosa — dona daquele macho bruto, montada nele, cavalgando como se fosse a última vez. “Delícia de esposinha... vou gozar dentro desse cu todo dia... até você engravidar de porra...” Eu ri, o riso virando gemido quando ele apertou minha bunda e começou a guiar meu ritmo, mais rápido, mais fundo. O som de pele batendo em pele encheu o quarto, e eu senti o orgasmo voltar, mais forte, mais perto. “Vou gozar, Miguel... vou gozar...” Minha voz saiu fina, quase chorosa, e ele abriu os olhos, o olhar fixo no meu. “Goza, esposinha. Goza no pau do seu marido.” A mão dele fechou no meu pau, bombeando rápido, e eu explodi — o corpo inteiro travando, o cu apertando em volta dele, o gozo espirrando na barriga dele enquanto eu cavalgava sem controle. Ele grunhiu, as mãos cravando nas minhas coxas, e enterrou o pau fundo, uma última vez, e eu senti — quente, grossa, infinita — a porra dele enchendo meu cu, vazando pela borda, escorrendo pelas minhas coxas. Eu caí no peito dele, ofegante, o corpo tremendo, e ele me envolveu com os braços, a boca vindo na minha testa. “Primeiro dia, esposinha”, ele murmurou, a voz ainda rouca. “Ainda tem mais quatro. E eu vou te comer até você esquecer seu próprio nome.”

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Eu sabia desse risco mais nao imaginava que ele ja viria com fogo total entao segurei aquele Pau e fui me entregando ele me levanta me beija e me da um tapao na bunda e Manda eu ir na frente e mostrara o quarto q vamos dormir juntos eu sem saber o q dizer olhando o ele , seu safado VC veio so o isso ne

A boca dele veio quente na minha, sem pedir licença, e eu senti a língua grossa invadir como se já fosse dona daquele espaço. Minha mão ainda segurava o pau dele — suado, pesado, pulsando — e ele usou o impulso pra me levantar do chão, minhas pernas envolvendo a cintura larga dele sem que eu pensasse. O short de lycra subiu, amassado na minha cintura, e a mão calejada dele desceu e deu um tapa seco na minha bunda nua. "Vai na frente", ele ordenou, me soltando no chão, a voz áspera. "Me mostra o quarto onde a gente vai dormir junto essa semana." Eu fiquei parado, olhando pra ele — o peito suado brilhando, a calça aberta, o pau ainda duro apontando pra mim. Minha boca abriu, mas só saiu um riso nervoso. "Seu safado... você veio só pra isso, né?" Miguel deu um passo à frente, me encurralando entre o corpo dele e a geladeira. "Vim comer tua comida, sim. Mas aposto que tua bunda é mais gostosa que qualquer panelada." A mão dele deslizou pela minha coxa, subindo, e os dedos acharam a borda do short, puxando o elástico e soltando com um estalo contra a minha pele. "Agora anda. Ou eu te carrego no ombro que nem saco de cimento." Eu engoli seco, mas minhas pernas já obedeciam. Andei pelo corredor estreito, sentindo o olhar dele queimando minha nuca, cada passo fazendo o short subir mais, a bunda balançando livre debaixo do tecido fino. Quando cheguei na porta do quarto, ele me empurrou pra dentro, e eu caí de joelhos na beira da cama. "Assim já tá bom", ele disse, fechando a porta com o pé. O barulho da tranca ecoou, e eu ouvi o cinto dele deslizando pela calça. "Fica de quatro. Quero ver essa bunda inteira antes de enterrar meu pau nela." Eu virei a cabeça, os olhos encontrando os dele — escuros, sem piedade, mas com um brilho de quem já tinha me comido em pensamento mil vezes. Minha voz saiu rouca: "E minha namorada? E sua esposa?" Ele riu, baixo, e se ajoelhou atrás de mim, o peso do corpo dele me pressionando contra o colchão. "Elas tão em casa, cuidando da vida delas. Nós dois aqui, sozinhos, com uma semana inteira pela frente." A mão dele agarrou o short e puxou pra baixo, deixando minha bunda nua, exposta, arrepiada. "Agora para de pensar nelas e pensa em como você vai aguentar eu comendo esse rabo todo dia, esposinha." O tapa veio de novo, mais forte, e eu gemi alto, o rosto afundando no travesseiro.

Nunca tinha levado linguada no cu antes, ele SE afundou na minha bunda ali eu nao tive duvidas entre gemidos confirming Sim eu vou ser sua essa semana aii ta muito bom Miguel pensaca que macho e esse? Meu deos

A língua dele rasgou meu cu como se fosse uma faca quente, grossa, implacável. Eu gritei contra o travesseiro, os dedos cravando no lençol, a bunda empinada pra trás involuntariamente, oferecendo mais. Miguel segurou minhas nádegas com as duas mãos, abrindo, separando, e a boca dele se afundou ali como se eu fosse a última refeição dele. “Aii, Miguel... que macho é esse?” A voz saiu esganiçada, molhada de saliva e vergonha. “Meu Deus... nunca... nunca ninguém...” Ele parou só um segundo, o queixo molhado, os olhos subindo pelo meu corpo até encontrar os meus. “Nunca ninguém te comeu direito, né, branquinho?” A mão dele bateu na minha bunda, o som estalando no quarto pequeno. “Tu tem um rabo desse, redondo, gordo, e ninguém teve coragem de enterrar a cara aí?” Eu balancei a cabeça, o rosto queimando, mas o quadril não parava de se mover, esfregando o cu na boca dele de novo. Ele riu, cuspiu na minha entrada, e voltou a lamber — agora mais lento, circular, fazendo pressão no buraquinho até a ponta da língua afundar. Meu pau escorria contra a cama, cada lambida mandando uma onda elétrica pela espinha. “Sim... sim... vou ser sua essa semana...” As palavras saíram sem eu pensar, um vazamento de verdade que eu não conseguia segurar. “Aii, tá muito bom, Miguel... tá muito bom...” Ele se afastou de novo, e eu quase chorei com o vazio. “Ainda não terminei de preparar você, esposinha.” O som de um pote abrindo, e a mão dele voltou com algo frio e escorregadio — azeite, o mesmo da cozinha. “Pra você aguentar esse pau inteiro, precisa ficar bem molhadinho.” O dedo dele entrou devagar, um só, e eu arfei, as mãos fechando em punho. Era grande, calejado, e me sentia exposto de um jeito que doía de tão bom. Ele empurrou até o fundo, curvou, achou o ponto certo, e eu perdi o chão. “Isso... isso mesmo...” A voz dele era um rosnado. “Geme assim que eu quero ouvir.” O segundo dedo entrou, abrindo, e eu gritei, o corpo todo tremendo. “Semana inteira, Jean. Todo dia. Café, almoço e janta. Vou te deixar tão acostumado com meu pau que tu vai esquecer que tem mulher em casa.” “Miguel... eu... eu...” As palavras morreram na garganta quando ele curvou os dedos de novo, e meu cu apertou em volta deles, faminto. Ele tirou os dedos, e eu ouvi a respiração grossa dele atrás de mim, o som da mão fechando no pau, o líquido escorrendo. A cabeça grossa encostou na minha entrada, e eu congelei, o coração batendo tão forte que eu sentia na garganta. “Olha pra mim”, ele ordenou, e eu virei o rosto, os olhos marejados. “Vai doer um pouco. Mas depois, tu vai implorar por mais.” Ele empurrou.

Abafei o griti e comecou a meter devagar e me alisando fui me acostumando e rebolava lentamente tava ficando bom ele acelerou ai ha me arrbitei com Uma cachora e so ouvia o som ploft, comecei a concentrar na textural do Pau dele entrando ai meu tesao foi a mil, ele me agarra me bja no pescoso eu o cuando de preto safado ya me comendo gostosio, ele veio e disse venha quero VC calvalgando no seu maridinho

A dor veio quente, um estiramento que me fez morder o travesseiro até sentir o gosto de algodão na língua. A cabeça grossa dele forçou passagem, e eu gritei — um som abafado, animalesco, que ele engoliu com um grunhido de prazer. Miguel parou, o pau enterrado até a metade, as mãos cravadas nas minhas ancas como se fosse me partir ao meio. “Respira, esposinha”, ele rosnou, a voz rouca de quem segurava a própria vontade de me destruir. “Respira que eu vou entrar inteiro.” Eu obedeci. O ar entrou trêmulo, e ele aproveitou a brecha pra afundar o resto — devagar, brutal, cada centímetro abrindo caminho num calor que doía e queimava e, no fundo do fundo, pedia mais. Quando o saco dele bateu na minha bunda, eu soltei um gemido longo, os dedos cravando no colchão. “Aii... Miguel... é grande demais...” Ele riu baixo, o peito colado nas minhas costas, e começou a se mover. Devagar no começo — puxava quase tudo, deixava só a cabeça dentro, e empurrava de novo, num ritmo que me fazia sentir cada veia, cada curva daquele pau. A mão dele deslizou pelo meu peito, apertou meu mamilo, e eu arquei, o cu apertando em volta dele. “Isso... se acostuma, vai...” A boca dele mordeu minha orelha. “Sente esse pau te preenchendo, Jean. Sente ele te marcando por dentro.” Eu comecei a rebolcar. Devagar, no ritmo dele, as mãos ainda firmes nas minhas ancas me guiando. Aos poucos, a dor virou pressão, virou calor, virou uma onda que subia da minha bunda até a nuca. Meu pau escorria contra o lençol, cada estocada esfregando a barriga na cama, e eu gemia sem controle. “Tá bom... tá ficando bom...” Minha voz saiu esganiçada, e eu senti a vergonha queimar junto com o tesão. “Acelera, Miguel... por favor...” Ele riu — aquele riso de macho que sabia que tinha vencido — e acelerou. As estocadas ficaram mais curtas, mais rápidas, e o som molhado do meu cu sendo aberto encheu o quarto. Ploft. Ploft. Ploft. A cada investida, o pau dele raspava no meu ponto, e eu perdi o chão, os olhos revirando, a boca aberta num gemido contínuo. “Assim, sua putinha branca... assim que eu gosto...” A mão dele agarrou meu cabelo, puxou minha cabeça pra trás, e a boca dele veio no meu pescoço, mordendo, chupando, deixando marca. “Tu nasceu pra isso, sabia? Nasceu com essa bunda gorda e esse jeito de rezar pra ter pau no cu.” “Miguel... Miguel...” Eu repetia o nome dele como uma oração, o corpo todo tremendo, o tesão subindo em ondas que eu não conseguia controlar. “Me come... me come gostoso...” Ele acelerou de novo, o ritmo brutal, e eu senti o orgasmo se aproximando — a pressão na base do pau, o aperto no cu, a visão escurecendo nas bordas. Mas ele parou. Tirou o pau de dentro de mim com um pop molhado, e eu gemi de frustração, a bunda ainda aberta, o buraquinho piscando vazio. “Ainda não, esposinha.” Ele me virou, as mãos grandes me puxando pro colo dele, e eu senti o pau dele de novo, escorregadio de azeite e porra, deslizando entre as minhas nádegas. “Agora você vai cavalgar. Quero ver esse rabo trabalhando em cima de mim.” Ele se deitou na cama, o corpo enorme ocupando o colchão, e me puxou pra cima dele. Eu fiquei por cima, as pernas abertas em volta da cintura larga dele, a mão dele guiando meu quadril até a cabeça do pau encostar na minha entrada. Eu olhei pra baixo — o peito suado dele, o sorriso de canto, os olhos escuros me devorando. “Vem, maridinho”, ele disse, a voz grossa, as mãos apertando minha bunda. “Mostra que você sabe usar esse rabo.” Eu engoli seco, mas minhas mãos foram pro peito dele, e eu desci devagar, sentindo o pau abrir meu cu de novo — agora mais fácil, mais molhado, mais faminto. Quando sentei até o fundo, os dois gememos juntos, e eu comecei a me mover, um vai-e-vem lento que fazia o pau dele raspando em todos os lugares certos. “Isso... assim...” Ele fechou os olhos, a cabeça jogada pra trás, e eu me senti poderosa — dona daquele macho bruto, montada nele, cavalgando como se fosse a última vez. “Delícia de esposinha... vou gozar dentro desse cu todo dia... até você engravidar de porra...” Eu ri, o riso virando gemido quando ele apertou minha bunda e começou a guiar meu ritmo, mais rápido, mais fundo. O som de pele batendo em pele encheu o quarto, e eu senti o orgasmo voltar, mais forte, mais perto. “Vou gozar, Miguel... vou gozar...” Minha voz saiu fina, quase chorosa, e ele abriu os olhos, o olhar fixo no meu. “Goza, esposinha. Goza no pau do seu marido.” A mão dele fechou no meu pau, bombeando rápido, e eu explodi — o corpo inteiro travando, o cu apertando em volta dele, o gozo espirrando na barriga dele enquanto eu cavalgava sem controle. Ele grunhiu, as mãos cravando nas minhas coxas, e enterrou o pau fundo, uma última vez, e eu senti — quente, grossa, infinita — a porra dele enchendo meu cu, vazando pela borda, escorrendo pelas minhas coxas. Eu caí no peito dele, ofegante, o corpo tremendo, e ele me envolveu com os braços, a boca vindo na minha testa. “Primeiro dia, esposinha”, ele murmurou, a voz ainda rouca. “Ainda tem mais quatro. E eu vou te comer até você esquecer seu próprio nome.”

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