As princesas putas
No reino de Phalloria, A princesa Althea era loiríssima, que caíam até a cintura A tradição exige que a princesa esteja pronta pra fuder
No reino de Phalloria, as tradições eram tão antigas quanto as pedras do castelo negro que se erguia sobre os penhascos de mármore rosado. E nenhuma tradição era mais sagrada — ou mais obscena — que a preparação da princesa real para o matrimônio.
A princesa Althea era loiríssima, cabelos prateados que caíam até a cintura como uma cachoeira de seda, olhos azuis quase translúcidos, pele que nunca tocara o sol sem véu. Mas o que mais chamava atenção não era sua beleza etérea — era o que ela vestia, ou melhor, o que não vestia.
O traje real de Althea consistia em um único maiô de ouro maciço, forjado por joalheiros que treinavam décadas para criar tal peça. O tecido metálico era fino como papel, maleável como pele, e extremamente cavado — um fio dental de ouro que desaparecia completamente entre suas nádegas, ressurgindo apenas como uma argola de safira na base da coluna. Na frente, o maiô cobria apenas os lábios externos de sua vagina, mas de forma tão apertada, tão profunda, que a carne rosada estava visível aos lados do metal, inchada e constantemente lubrificada por óleos sagrados que as servas aplicavam a cada amanhecer.
O maiô tinha um nome: "A Coroa Íntima". E segundo a tradição, Althea nunca poderia removê-lo até encontrar seu marido — ou melhor, até que seu marido fosse escolhido pelos deuses através do teste do Tamanho.
Ela andava sempre acompanhada por duas ajudantes — Lys e Myra, gêmeas de pele dourada e cabelos negros que contrastavam violentamente com a palidez da princesa. As ajudantes vestiam apenas faixas de seda transparente em torno dos quadris, deixando os seios expostos, os mamilos dourados por pigmentos permanentes, e as vaginas raspadas, brilhando com óleo de amêndoa. Suas funções eram duplas: segurar a cauda de cabelo prateado de Althea quando ela caminhava, e manter a princesa constantemente excitada.
— A tradição exige que a princesa esteja pronta — Lys explicava para visitantes estrangeiros confusos, enquanto massageava os seios de Althea com óleos perfumados. — Pronta para o maior pinto do reino. Pronta para ser usada conforme a vontade do marido.
O processo de escolha do princeso era simples e brutal. A cada lua cheia, candidatos de todo o reino — e de reinos vizinhos — se apresentavam na Câmara do Julgamento. Eles deveriam ser bonitos — rostos esculpidos como deuses, corpos atléticos, cabelos impecáveis. Mas o critério decisivo era único: o tamanho e a grossura de seus membros.
Althea sentava em um trono de cristal, o maiô de ouro cavado refletindo a luz das tochas, enquanto os candidatos entravam nus. Lys e Myra ficavam a seus lados, masturbando-se lentamente, mantendo a atmosfera de tensão sexual constante.
— Apresentem-se — o chanceler ordenava.
E os homens se apresentavam. Alguns tinham pintos grandes, outros médios, outros pequenos demais para sequer serem considerados. Mas Althea permanecia impassível, o maiô de ouro cavado pressionando contra seu clitóris, mantendo-a em estado de excitação perpétua mas não permitindo que ela gozasse — a Coroa Íntima era forjada de forma que a pressão era constante, mas insuficiente para o orgasmo. Uma tortura divina.
Até que ele entrou.
Thalion, príncipe de um reino vizinho, alto de quase dois metros, cabelos negros até os ombros, músculos que pareciam esculpidos em mármore. Mas foi quando ele removeu a túnica que a Câmara inteira suspirou.
Seu pinto não era apenas grande — era colossal. Pendia entre suas pernas como uma arma de guerra, grosso como o punho de Althea, longo demais para caber em qualquer uma das mãos dela. As veias saltavam em relevo, a cabeça bulbosa e escura, já semi-ereta apenas pela tensão do momento.
Althea se levantou do trono pela primeira vez em meses. Ela caminhou até Thalion, o maiô de ouro cavado brilhando, a carne rosada visível aos lados do metal, o óleo escorrendo pelas coxas. Ela se ajoelhou diante dele — a única vez que uma princesa de Phalloria se ajoelhava — e tomou o membro em suas mãos.
— É... é possível? — ela sussurrou, mais para si mesma do que para ele.
— A tradição exige que eu a teste — Thalion disse, a voz grave. — Aqui, na frente de todos. Para provar que cabe.
Lys e Myra rapidamente prepararam o palco. Um leito de veludo púrpura foi colocado no centro da Câmara. Althea deitou-se, as pernas abertas, o maião de ouro cavado puxado para o lado — o único momento em que ele podia ser movido, durante o teste do casamento.
Thalion se posicionou entre suas pernas. Ele lubrificou o membro colossal com óleos sagrados, massageando a cabeça enorme contra a entrada de Althea, que já estava esticada pelo maiô constante, mas nunca por algo daquele tamanho.
— Seja minha putinha — Thalion ordenou, empurrando.
Althea gritou. O som preencheu a Câmara, ecoando nas pedras antigas. Ele entrava, centímetro por centímetro, cada veia massageando suas paredes internas, cada milímetro de grossura exigindo que ela se abrisse mais do que jamais se abrira.
— Mais — Althea implorou, as mãos agarrando os ombros dele. — Me fode completamente. Faça de mim sua puta real.
Thalion empurrou o resto. Quando a base finalmente encostou nos lábios de Althea, quando ela sentiu o membro colossal preenchendo seu ventre, esticando-a até o limite, ela gozou — o primeiro orgasmo em meses, intenso, violento, transformador.
— Cabe — o chanceler anunciou, e a Câmara explodiu em aplausos.
Mas a tradição não terminava ali. Thalion, ainda dentro dela, começou a se mover, e Althea descobriu o segundo aspecto de seu futuro matrimônio: ela não seria apenas esposa. Seria putinha dele, disponível para seus desejos, para seus amigos, para quem ele quisesse compartilhar.
— Lys, Myra — Thalion ordenou, ainda fodendo Althea com movimentos lentos e profundos. — Venham aqui. Quero que vocês também sejam usadas. Minha princesa precisa aprender a ser putinha generosa.
As gêmeas se aproximaram, as faixas de seda transparente caindo. Thalion retirou-se de Althea — que gemeu com a perda — e posicionou as três mulheres lado a lado, nus, exceto pelo maiô de ouro de Althea, ainda puxado para o lado.
— Agora vocês três são minhas — ele declarou, escolhendo Lys primeiro, enfiando o membro colossal nela, fazendo-a gritar. — Althea, observe como sua ajudante goza no meu pau. É assim que você deve gozar sempre que eu quiser. É assim que você deve servir.
Althea observou, excitada, enquanto Thalion usava Lys até ela desmaiar de prazer. Depois foi Myra, gemendo alto, o corpo convulsionando. E finalmente, quando ele voltou para Althea, quando a penetrou novamente, ela já sabia — ela seria a putinha perfeita, a esposa real, a mulher do maior pinto do reino.
O sino de bronze do castelo soou três vezes, convocando toda a corte para a Câmara do Trono. Não era uma cerimônia de casamento tradicional — em Phalloria, o matrimônio só era selado quando o noivo provasse publicamente que possuía a princesa completamente, em todos os sentidos.
Althea foi conduzida até o centro da sala por Lys e Myra, ainda usando apenas o maiô de ouro cavado, mas agora com adições: correntes de prata presas aos tornozos, não por crueldade, mas para que ela pudesse ser posicionada sem resistir, demonstrando submissão total. Seus cabelos prateados estavam presos em um coque alto, expondo o pescoço, as costas, a curva das nádegas onde o fio dental de ouro desaparecia.
A Câmara estava lotada. Condes e condessas em trajes de seda, conselheiros reais com barbas longas, guardas em armaduras polidas, e no centro, em um palco elevado de mármore negro, o trono vazio aguardava.
Mas o que chamava atenção era a estrutura ao lado do trono — uma plataforma circular com alças de veludo nas quatro direções, e acima, espelhos de bronze posicionados para que nenhum ângulo ficasse oculto.
Thalion já estava nu, exceto por uma faixa de ouro na cintura que destacava ainda mais o membro colossal que pendia entre suas pernas, já semi-ereto, pesado, a cabeça bulbosa escura brilhando com óleos preparatórios.
E ao lado do palco, sentada em uma cadeira menor mas igualmente ornamentada, estava a princesa Seraphine — irmã mais nova de Althea, dezoito anos, cabelos loiros mais dourados que os da irmã, olhos verdes que agora brilhavam de curiosidade e algo mais que ela tentava disfarçar. Como próxima na linha sucessória, ela deveria testemunhar o ato, aprender o que significava ser uma princesa de Phalloria.
— Posicione-se — o chanceler ordenou.
Lys e Myra guiaram Althea até a plataforma. Elas a viraram de costas para a multidão, mas de frente para Seraphine, e então a dobraram pela cintura, apoiando as mãos nas alças de veludo. O maiô de ouro cavado foi puxado para o lado, expondo completamente a vagina rosada e inchada, e entre as nádegas, o ânus apertado, preparado com óleos desde o amanhecer.
— A tradição exige prova total — o chanceler anunciou. — O príncipe Thalion deve possuir a princesa Althea em todos os orifícios, diante da corte, para que seja reconhecido como senhor absoluto de seu corpo.
Thalion se aproximou. Seu membro estava completamente ereto agora, uma coluna de carne que parecia impossível, veias pulsantes, a cabeça maior que um punho fechado. Ele posicionou-se atrás de Althea, massageando a ponta contra a entrada vaginal primeiro.
— Olhe para sua irmã — Thalion ordenou, empurrando a cabeça enorme contra a abertura. — Ela precisa ver o que uma princesa deve aguentar.
Althea levantou os olhos e encontrou Seraphine. A irmã estava sentada na beirada da cadeira, as mãos agarrando os braços de madeira, o rosto vermelho. Mas Althea notou — notou o movimento sutil do quadril da irmã, a pressão das coxas uma contra a outra, o brilho de excitação nos olhos verdes.
— Ela está... excitada — Althea gemiu, enquanto Thalion empurrava.
O membro entrou na vagina, esticando-a de formas que a corte podia ver claramente — a carne rosada cedendo, se moldando ao redor da invasão, a barriga de Althea arredondando visivelmente com a profundidade. Althea gritou, um som alto que ecoou na câmara, e Seraphine ofegou, uma mão indo involuntariamente ao próprio colo.
— Mais — Althea implorou, e Thalion empurrou o resto.
Quando a base finalmente encostou, quando Althea estava completamente impalada na vagina, Thalion não parou. Ele retirou parcialmente — o som úmido de sucção fez Seraphine gemer baixinho — e então posicionou a ponta molhada contra o ânus da princesa.
— O segundo orifício — o chanceler anunciou, e a corte murmurou em expectativa.
— Não... é muito — Althea choramingou, mas era mentira. Ela queria. Ela precisava provar que era digna.
Thalion empurrou.
A penetração anal foi mais lenta, mais torturante. Althea gritou de novo, as costas arqueando, as unhas brancas nas alças de veludo. Seraphine se inclinou para a frente, quase caindo da cadeira, os olhos fixos na cena — na irmã sendo rasgada pelo pinto colossal, na forma como a carne cedia, como o ânus se esticava impossivelmente ao redor da circunferência.
— Está entrando — Seraphine sussurrou, mais para si mesma do que para ninguém. — , está entrando tudo.
E entrou. Thalion conseguiu alojar metade do membro no ânus de Althea, e então começou a mover-se — alternando entre a vagina e o ânus, entrando completamente em um, saindo, entrando no outro, criando um ritmo obsceno que fazia Althea gemer sem parar, o corpo convulsionando entre dor e êxtase.
Seraphine não conseguia mais fingir. Ela levantou-se da cadeira, aproximando-se do palco, os olhos vidrados. Lys e Myra, percebendo, guiaram-na até a beirada da plataforma, onde ela podia ver de perto — realmente de perto — a penetração, o brilho do óleo, o gozo escorrendo pelas coxas de Althea.
— Você quer isso? — Althea perguntou à irmã, a voz rouca, enquanto Thalion a penetrava profundamente na vagina. — Você quer ser usada assim, Seraphine?
— Sim — a irmã admitiu, a voz trêmula, uma mão finalmente indo entre suas próprias pernas, massageando-se por cima do vestido de seda fina. — Eu quero. Eu quero sentir isso.
Thalion riu, um som grave, e acelerou o ritmo. Ele estava usando Althea brutalmente agora, o membro entrando e saindo em borrões de carne, os sons úmidos preenchendo a câmara. Althea gozou — um orgasmo intenso, violento, que fez seu corpo convulsionar, o ânus apertando-se involuntariamente ao redor do membro, a vagina pulsando.
— Agora você — Thalion ordenou, saindo de Althea com um som de sucção obsceno, e virando-se para Seraphine.
A irmã mais nova congelou, os olhos arregalados. O membro de Thalion estava diante dela, enorme, brilhando com os fluidos de Althea, pulsando com necessidade.
— A tradição permite que a irmã teste o noivo — o chanceler anunciou, e a corte aplaudiu.
Seraphine se ajoelhou, tremendo, e Thalion guiou o membro para sua boca primeiro — ela mal conseguia abrir os lábios o suficiente, mas ele empurrou, esticando sua boca, sua garganta. Ela engasgou, as lágrimas escorrendo, mas não recuou.
Depois, ele a virou, posicionando-a ao lado de Althea, ambas dobradas, ambas expostas. Ele entrou em Seraphine na vagina — ela gritou, mais alta que a irmã, a carne virgem cedendo ao invasor colossal — e então alternou entre as duas irmãs, fodendo uma, depois a outra, enquanto a corte inteira observava em silêncio reverente.
Althea e Seraphine se beijaram enquanto eram usadas, línguas entrelaçadas, gemidos misturando-se, gozos sincronizados. Quando Thalion finalmente gozou — jatos quentes que atingiram as costas das duas irmãs, que escorreram pelas nádegas, que mancharam o maiô de ouro de Althea — a câmara explodiu em aclamações.
O casamento estava selado. E Seraphine, a próxima na sucessão, já sabia exatamente o que esperá-la — e ansiava por isso.
A porta da Câmara Real se abriu com estrondo metálico, e a rainha Isolde entrou — não com a compostura majestosa de soberana, mas com o andar cambaleante de quem já estava sendo usada há horas. Ela tinha sessenta anos, mas o corpo era de mulher vinte, mantido por magia e devassidão. Vestia um corpete de couro preto cintado, sem nada por baixo — os seios pendurados pesados, os mamilos dourados e inchados, conectados por correntes finas que tilintavam a cada passo.
Entre suas nádegas, um plug anal de ouro maciço com a base em forma de coroa real era visível, brilhando a cada movimento. E na vagina, um dildo de vidro grosso, longo, que projetava-se para fora do corpete como uma espada obscena, balançando enquanto ela caminhava.
Mas o que a plateia esperava — o que todos sabiam que viria — era o trono que quatro guardas arrastavam atrás dela.
Não era um trono comum. Era uma cadeira de madeira negra, o assento substituído por uma coluna de mármore branco esculpida na forma de um falo — trinta e cinco centímetros de comprimento, oito de diâmetro, veias salientes em relevo, a cabeça bulbosa polida pelo uso constante. A "Cadeira da Soberana", usada por todas as rainhas de Phalloria desde a fundação do reino.
Isolde se aproximou do trono, arrancou o dildo de vidro da vagina com um som úmido, e então — sem cerimônia, sem graça — posicionou-se sobre a coluna de mármore. A ajudante real, uma mulher alta de cabelos vermelhos vestida apenas em transparências, segurou a mão da rainha enquanto ela descia.
— Respire, majestade — a ajudante sussurrou.
Isolde desceu. O mármore entrou em sua vagina esticada, faminta, desaparecendo centímetro por centímetro. Ela gritou, um som de águia, as costas arqueando, os seios balançando. Quando finalmente sentou completamente, o trono de mármore desaparecido dentro dela, a base da coluna encostando em seus lábios externos, ela estava ofegante, suada, o rosto vermelho de êxtase.
A plateia explodiu em aplausos. — A rainha puta! — alguém gritou, e o coro se repetiu. — Longa vida à rainha puta!
Isolde acenou, sentada em seu trono-falo, e então gesticulou para as filhas. — Continuem — ela ordenou, a voz rouca. — Quero ver meus herdeiros sendo rasgados pelo pau do príncipe.
Thalion, que havia pausado para observar a entrada da rainha, agora retomou seu trabalho com Althea e Seraphine. As duas irmãs estavam de quatro no palco, lado a lado, nádegas erguidas, apresentando seus ânus para o homem colossal.
— Agora o cuzinho — Thalion anunciou, e a plateia silenciou em expectativa.
Ele começou com Althea. Posicionou a cabeça bulbosa de seu membro — ainda molhado dos fluidos das irmãs, ainda duro como pedra — contra a abertura anal da princesa mais velha. Ele empurrou, não com força bruta, mas com pressão constante, implacável.
Althea gritou. O som foi animal, desumano. Seu ânus, já preparado pelo uso anterior, ainda resistia — a carne rosada se esticando, cedendo, rasgando-se levemente em torno da circunferência impossível. Thalion não parou. Ele empurrou mais, sentindo a carne ceder, sentindo o caminho se abrir.
— Está... está rasgando! — Althea chorou, mas era mentira. Era êxtase. Era a sensação de ser completamente possuída.
Quando a cabeça finalmente passou, quando o anel muscular se fechou ao redor do corpo grosso, Althea desmaiou por um segundo — apenas para acordar no próximo empurrão, quando Thalion enterrou mais de vinte centímetros em seu intestino grosso.
A plateia via tudo. Os espelhos de bronze refletiam o ânus de Althea esticado ao redor do membro, a carne brilhando de sangue e óleo, a abertura obscene dilatada. Seraphine, ao lado, observava com terror e excitação, vendo o que a esperava.
— Sua vez — Thalion sussurrou, saindo de Althea com um som de sucção que ecoou pela câmara — e imediatamente posicionando-se em Seraphine.
A irmã mais nova estava mais apertada, mais virgem em todos os sentidos. Thalion teve que usar força real. Ele agarrou seus quadris, segurando firme, e empurrou.
Seraphine gritou. Foi um grito de agonia e êxtase misturados, de carne cedendo, de limites sendo ultrapassados. Seu ânus se rasgou levemente — apenas o suficiente para sangrar um fio vermelho que escorreu para as coxas — e então cedeu, abrindo-se, engolindo o membro colossal.
— Mais — Isolde ordenou do trono, movendo-se lentamente sobre sua coluna de mármore, fodendo-se enquanto observava as filhas. — Rasga o cuzinho dela completamente, príncipe. Faça dela uma puta de verdade.
Thalion obedeceu. Ele empurrou o resto, enterrando-se completamente no ânus de Seraphine, fazendo-a gritar até a garganta doer. As duas irmãs agora estavam impaladas analmente, uma ao lado da outra, Thalion alternando entre elas — algumas batidas em Althea, depois em Seraphine, depois voltando, criando um ritmo de sodomia real que fazia a câmara tremer.
Isolde, no trono, gozou. Foi visível — seu corpo convulsionando, o gozo escorrendo ao redor da coluna de mármore, pingando no chão de pedra. A ajudante de cabelos vermelhos se aproximou, massageando os seios da rainha, prolongando o orgasmo.
Quando Thalion finalmente se retirou das irmãs — seus ânus abertos, pulsando, escorrendo fluidos, visivelmente rasgados mas já se fechando lentamente — a rainha Isolde levantou-se do trono.
Ou tentou.
A coluna de mármore estava tão funda, tão firmemente alojada, que ela precisou da ajudante. A mulher de cabelos vermelhos segurou a mão da rainha, puxando, enquanto Isolde empurrava com os músculos do assoalho pélvico. O som de sucção foi obsceno — plop — e então o trono saiu, trinta e cinco centímetros de mármore branco brilhando com os fluidos da rainha, saindo de sua vagina em um movimento lento que a plateia aplaudiu de pé.
— A rainha puta! — o grito ecoou novamente.
Isolde, cambaleante, o trono de mármore ainda na mão, aproximou-se das filhas. Ela tocou os ânus abertos de Althea e Seraphine, sentindo a carne quente, esticada, usada.
— Perfeitas — ela declarou. — Dignas de Phalloria. Agora, levem-nas para os aposentos. A noite de núpcias continua — e ela sorriu, maliciosa — e eu quero participar. Mãe e filhas, todas juntas, sendo putas do príncipe.
A plateia aplaudiu, e Thalion sorriu, seu membro ainda ereto, ainda faminto, prometendo uma noite que entraria para a história do reino como a mais devassa de todas.
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