#Assédio #Coroa #Gay #Incesto

Ciúmes de Filho: Gozei no papai enquanto ele dormia! Pt. 2

3.5k palavras | 1 | 4.86 | 👁️
GarotosDosPapais72

Meu pai é um dilf gostosão que não sabe que bato punheta pensando nele, isso até melar ele de porra enquanto dorme.

[Cap. 2]

Às 15h45 papai e eu resolvemos voltar pro apartamento. Tínhamos ido ao mercado comprar algumas coisas pro nosso encontro com os amigos do papai amanhã na praia, nós ainda passamos numa outra loja pra comprar uma sunga de praia, já que o papai vivia dizendo que a antiga estava pequena. Ou vai ver era só a bunda enorme dele escapando da cueca.
“Está afim de dirigir, Felipe?” papai perguntou assim que guardou as compras no banco de trás.
“O senhor tá falando sério?” encarei ele, sentindo o vento bater no meu rosto enquanto via o papai entrando pela porta do passageiro e confirmando que eu podia dirigir.
Foi quando eu entrei todo animado, e no caminho de volta papai estava um pouco quieto demais, e eu voltei a pensar no ocorrido de hoje mais cedo, de quando meu instinto de punheteiro me fez gozar no prato com minha comida, e ao invés de eu comer, foi o papai, que por enquanto até agora só havia perguntado o que era aquele molho quente na comida.
Eu continuei dirigindo, até chegar no prédio, e passar pelo porteiro. Foi quando fui pro estacionamento e percebi que o papai estava me encarando.
“Que foi pai?” perguntei nervoso, desconfiado de que ele iria comentar sobre o prato de comida gozado de hoje mais cedo.
“Nada, é só que... Você fica bonito dirigindo”
Porra! Eu estava entrando no estacionamento quando dei uma freada e sentir meu rosto esquentar.
“Não fale essas coisas assim do nada” eu estava um pouco nervoso, e ele riu porque acho que fiquei corado.
“Que foi? Não posso achar meu próprio filho bonito?” ele colocou a mão no meu cabelo, e foi quando teve um momento de silêncio.
Eu estava tão perdido no seu rosto, que achei que íamos nos beijar e transar ali mesmo, mas o papai até onde sei, é hétero, e eu acho que só estava sonhando alto demais. Até que por fim ele decidiu falar alguma coisa:
“Você cresceu tanto Felipe, até há alguns meses mal sabia dar meia embreagem” ele falou baixinho como se tivesse orgulho de mim, e só continuou mexendo no meu cabelo com carinho.
Ele pareceu pensativo com um sorriso no rosto, e quando eu ia responder, um carro atrás de nós começou a buzinar. Eu me perdi tanto nos seus olhos e boca que havia esquecido que estava no estacionamento do prédio do apartamento. Que porra.
Enfim, eu acabei estacionamento o carro no nosso espaço de morador, e papai já havia saído do carro antes que eu pudesse dizer qualquer coisa.
Ele pegou a maior parte das compras e foi na frente. Por morarmos num lugar litorâneo, eu estava quase sempre de shorts e regatas, já o papai ia mais além: ele usava regatas com decote que dava pra ver parte de seus peitos grandes e peludos de macho, com shorts na altura da metade da coxa, e que dava pra ver o contorno da sua cueca jockstrap através do short.
E caralho, seu rabo enorme e malhado da academia parecia implorar por uma piroca, já que toda vez que o papai anda com esses shorts finos e cavados, sua bunda safada fica mais empinada e visível pra qualquer homem que queira olhar, e nesse caso: eu, seu próprio filho. Eu era a porra de um pervertido mesmo.
Ele ignorou o elevador e pegou as escadas, indo na frente, exibindo seu rabo suculento pra mim, provavelmente não intencional, mas papai parecia um puto de esquina com aquela bunda carnuda e redonda no short cavado. E porra mano, eu nem podia acreditar que há 4 semanas ele tinha saído com uma mulher em segredo, e eu só vim descobrir por acidente ao vê-la nas mensagens do seu celular. Mas que se foda, ele é meu pai e eu tenho direito de comer ele com os olhos.
“Felipe” ele chamou e eu parei de encarar sua bunda.
“Sim?”
“Pode pegar a chave? Estou com as mãos ocupadas”
Ele podia só colocar as sacolas no chão, mas eu quis aproveitar a oportunidade.
Eu sabia que estava no bolso da frente, mas enfiei a mão no seu bolso de trás só pra sentir aquele rabo nas mãos. É claro que eu já tinha agarrado a bunda do meu próprio pai antes, afinal a gente já dormiu junto como pai e filho, e ele tem um sono pesado, então dava pra aproveitar seu corpo enquanto ele dormia. Mas agora ele estava consciente e estranhou quando lhe toquei com força atrás.
“Filho... aqui, no bolso da frente”
“Tá, não sabia” mentir, então peguei a chave no bolso certo.
Eu fui guardar as bebidas na geladeira, e papai foi pro quarto com outra sacola. Demorei um pouco, mas assim que terminei, pensei em aproveitar a noite com ele, já que amanhã estaríamos na praia junto de alguns amigos seus, incluindo o Augusto e seu filho, que vivia passando a mão no meu pai. Mas continuando, o papai nunca recusou quando eu pedia pra dormir com ele na sua cama, e acho que hoje não vai ser diferente. Estou com meus 19 anos, mas vai ver na cabeça dele ainda sou seu garoto indefeso, mesmo que eu tenho uma arma pesada entra as pernas.
Antes de ir ao seu quarto me encontrar com ele, fui pra sala e acabei segurando uma foto nossa juntos que estava na estante. Eu fiquei pensando se um dia ele entenderia se eu falasse que o amo não apenas como meu pai, mas meu homem também. Carência é foda pra um homem que está sempre com tesão.
“Porra, vai ver eu preciso mesmo de um namorado” falei sozinho, pensando na possibilidade de conhecer um macho novo. Tinha o filho do Augusto que tenho certeza que é gay, pela maneira que dar em cima do meu pai, só que mano, eu queria o papai pra mim.
“Felipe? Acha que ficou adequado pra usar isso na praia?” ouvir papai atrás de mim e me virei.
“Cacete!” xinguei deixando a foto cair por acidente, fui me ajoelhar pra pegar, mas a visão do meu pai praticamente nu apenas de sunga branca na minha frente me deixou atordoado.
Puta que pariu, mano! Cada parte daquele corpo deveria ser minha prioridade pra gozar quanto quiser. Seu corpo levemente peludo, músculos, rabo grande e o saco marcando na sunga, além de que não era uma sunga muito grande e tinha pentelhos do seu saco escapando pra fora da sunga. Porra, como eu poderia deixar meu pai sair assim em público amanhã?! Tá parecendo um ator pornô de meia idade pronto pra ser fodido por várias pirocas de uma vez só. Eu precisava ser um bom filho e dizer a verdade.
“Felipe” papai chamou de novo, e eu me levantei porque fiquei tempo demais sonhando acordado encarando ele.
“O senhor pretende ir assim pra praia amanhã?” perguntei nervoso, vendo ele dando uma voltinha e me mostrando a parte de trás.
Que os céus tenha misericórdia, porque na primeira oportunidade, vou comer aquela bunda com tanta força que meu pai vai gritar igual um puto que é. Ele estava literalmente me mostrando seu cu, e aquela sunga era pequena demais pro seu rabo peludo e grande de macho, dava pra ver a sunga entrando entre sua bunda, e aquilo só podia ser ele testando minha confiança como seu filho.
“Delícia...” falei baixinho.
“O quê?”
“Nada pai... Eu gostei” gostei pra caralho, tanto que podia meter nele ali mesmo.
“Achei que ficou pequeno” ele tentou ajustar a sunga na sua bunda, mas acabou voltando pra dentro de novo.
“É só porque é sunga nova, até amanhã vai alargar mais”
“Então acho que vou dormir com ela. Não quero aparecer em público com a cueca entrando em todo lugar” papai falou na brincadeira, mas ele tinha razão, estava entrando na sua bunda, e sua rola e saco estava bem marcado na frente, com os pentelhos escapando um pouco.
“Ei pai” chamei, antes que ele voltasse pro quarto. “Será que posso dormir com o senhor hoje?”
Ele demorou pra responder, mas logo disse que sim. Eu não podia perder essa chance, tinha que aliviar o tesão que estava crescendo na minha pica, e o papai teria que aguentar, mesmo que não soubesse enquanto dormia.

[...]

Eram umas 22h35 quando o filme que estávamos assistindo começou a chegar no final. A cama do papai é grande, mas mesmo assim ficamos bem próximos debaixo dos lençóis, com ele apenas de sunga, e eu de short sem cueca. Dava pra sentir os pelos da sua perna roçando na minha, e eu sentir que estava ficando de pau duro com seu cheiro forte de macho.
Ouvir o papai comentar algo em relação ao filme, e percebi que pra ele não tinha nada de estranho estar quase nu e deitado com outro homem na cama, diferente de mim que tudo parecia tão erótico, até porque meu pai é um macho gostoso de meia idade com corpo erótico e sexual pra caralho, mas ele não percebia isso, e eu me sentia um pouco errado em estar desejando ele de 4 levando pica no rabo.
“Tá tudo bem filho?”
“Hmm? Tá, tudo legal. Por quê?”
“Você não tira os olhos de mim”
Porra, odeio quando isso acontece! Tenho mania de encarar ele sem perceber quando estou pensando demais.
“Não é nada, estava só olhando como o senhor ficou bonito de barba feita. Quem sabe eu deixe a minha crescer também”
“Acha que eu fiquei bonito?”
“O quê?! Não é isso, eu só quis dizer que... porra... o senhor entendeu o que eu quis dizer”
“Ei, olha o palavreado. Também não precisa ficar nervoso toda vez que fazer essas coisas. Eu sou seu pai, não um estranho”
“Que coisas?”
“Isso de ficar olhando pra mim quando acha que não estou vendo. Um dia você vai crescer e quem sabe fique igual a mim, mas não tão bonito quanto eu, claro”
“Convencido” vi ele rindo, com aquela boca perfeita, e lembrei que papai gosta de brincar as vezes. Nossa relação é mais amigável do que autoritária, mesmo ele sendo meu pai, as vezes só parece um irmão mais velho que nunca tive, mas só as vezes, já que ele é o único que consegue colocar ordem em mim.
O lençol tinha descido até sua cintura, e eu tive uma visão melhor daquele corpo que me deixava babando de tesão. Eu estava torcendo pro filme acabar, e papai ir dormir, tinha algo novo que eu queria arriscar.
O tempo passou, e após o filme chegar ao fim, papai foi ao banheiro escovar os dentes pra dormir. Eu nem acreditava que ele ia realmente dormir com aquela sunga nova branca. E assim que ele se levantou da cama, deu pra ver a sunga cavada no meio da sua bunda, e eu tentei me segurar pra não ficar de rola dura ali mesmo.
“Vou só mijar pra dormir também” falei entrando no banheiro, enquanto ele escovava os dentes na pia.
Aquele seu rabo peludo a mostra, fez meu pau tremer, e eu tive que botar a pica pra fora pra dá uma mijada. Eu estava cheio e foi só depois que papai terminou de escovar os dentes, que eu vi ele desviar o olhar do meu pau assim que eu notei. Ou será que foi coisa da minha cabeça? Só sei que assim que terminei de mijar, eu fui voltar pro quarto, mas o papai segurou minha mão, a mão que eu estava segurando o pau enquanto mijava.
“Escovar os dentes, mocinho”
“Só falta me colocar pra dormir e contar história de ninar” falei brincando. O papai ficou comigo até voltarmos juntos pra cama depois.

[...]

Aposto que eram umas 23h55 quando presumi que papai estivesse dormindo. Estava um pouco escuro no quarto, mas o papai ainda estava ali, dormindo com aquela sunga de ator pornô, e seu corpo grande, peludo e forte do meu lado. Aqueles peitorais eróticos, bunda grande, pernas e braços malhados da academia, totalmente exposto por baixo do lençol, e aquele era meu pai, não qualquer puto de esquina, mas o gostoso do meu pai!
“Caralho, estou tão duro” falei baixinho, agradecendo pela janela do quarto ser transparente e a cortina não está bem fechada, porque dava pra ver com a luz entrando como meu pai era fodível enquanto dormia. Eu precisava bater uma punheta, tocar nele igual fazia em outras noites. Só sei que eu taquei o foda-se e entrei debaixo do lençol, fui direto no seu peitoral peludo de macho e passei a língua pra mamar.
Comecei a roçar devagar a minha piroca dura nele enquanto eu chupava seu peito e torcia pra que não acordasse. Mas eu precisava muito daquilo... Eu me levantei da cama, e fui afastar um pouco mais a cortina da janela, assim eu pude enxergar melhor o corpo do meu pai dormindo quase pelado.
“Olha só pro senhor...” falei baixinho vendo ele respirando sereno enquanto eu batia uma punheta na sua frente “Me provocando com esse corpo safado o dia todo...” eu parei com a piroca dura em cima do seu rosto e fiquei me punhetando com força, ciente que o papai estava cheirando meu pau suado enquanto dormia.
Eu sempre tive respeito e amor pelo meu coroa, mas não dava pra segurar o tesão enquanto ele vivia de bunda pra fora na minha frente, me abraçando com seu corpo de puto safado e fazendo posições eróticos sempre que se curva para pegar algo do chão, ou se deita de lado exibindo seus músculos pra mim. Era como se ele estivesse me convidando para lhe foder fundo e sem piedade, mas eu sabia que era só coisa da minha cabeça porque papai era hétero até onde eu sabia.
“Porra, me desculpa por isso pai” dava pra sentir sua respiração na minha piroca dura enquanto eu batia uma punheta com a pica roçando na sua boca e barba.
Eu queria tanto meter na sua garganta, ver meu próprio pai chupando meu pau, mas eu não podia fazer isso assim, ele acordaria e quem sabe como ia reagir. Eu não queria arriscar perder o que temos, porque ele é tão bom pra mim.
Mas eu estava possesso de tesão, vê-lo tão perto da minha piroca assim. Eu queria mais.
Como o safado que sou, desci o lençol até seus pés e o papai estava todo exposto agora. E aquela maldita sunga era pequena demais pro seu rabo enorme e saco peludo, eu não estava afim de deixar todo mundo ver meu pai daquele jeito na praia amanhã. E se alguém quisesse se aproveitar dele? Meu pai era tão masculino que aposto que não passava pela sua cabeça que mais homens olhavam com tesão pra ele, do que mulheres. Esses safados invejosos querendo roubar meu pai de mim, quando ele deveria ser meu.
Só de pensar que o filho do Augusto estaria conosco amanhã na praia, eu ficava ansioso. O garoto tinha minha idade, mas era atrevido demais e vivia se esfregando no meu pai como se fosse brincadeira. Eu tentava aguentar aquele moleque pervertido porque nos conhecemos há muito tempo, mas não sai da minha cabeça a imagem dele batendo punheta pensando no meu coroa.
“Caralho...” eu aumentei a velocidade da punheta, sentindo papai respirar quente contra o meu pau. Eu tinha ciúmes dele, ele precisava ser meu! E aquela porra de sunga estava me tirando do sério, só de pensar que ele usaria aquilo em público na frente de um monte de macho!
Eu acabei voltando pra cama e fiquei ajoelhado com minha piroca dura contra sua sunga. Eu preferia me esfregar na sua bunda, mas papai estava dormindo de barriga pra cima, então eu só empurrei minha pica no seu saco.
Puta que pariu! Eu comecei a esfregar meu cacete babado nele, e dava pra sentir seu pau e bolas peludas contra o meu pau duro. E sempre que eu esfregava com força, ouvia papai soltar um barulho baixo de como se estivesse sonhando com alguma coisa.
Que porra, será que ele me perdoaria se descobrisse que gozei na boca dele? Mas eu não quis arriscar e enfiei meu pau pela abertura da sua sunga por baixo. Fiquei me esfregando devagar pra ele não acordar, sentindo nossos paus se esfregando juntos, e seu saco pelado roçando na minha piroca.
Caralho, quem me dera enfiar no seu cu, mas eu sentir o gozo chegando enquanto batia uma punheta gostosa, e acabei não resistindo quando encarei ele dormindo ali tranquilo. Eu devia me sentir culpado por está usando meu pai pra aliviar o tesão enquanto ele dorme, mas que se foda, tudo que eu fiz foi continuar metendo, e metendo, esfregando nossos paus enquanto assistia ele dormindo. Puta merda, papai era uma delícia do caralho, e eu estava pra gozar dentro da sunga dele. O barulho da minha mão suada enquanto eu batia uma era alto, eu estava babando tanto. E foi quando vi o papai se mexendo um pouco na cama que eu comecei a gozar de nervoso.
Caralho, meu corpo tremeu e cerrei os dentes com força enquanto minha pica jorrava leite quente dentro da sunga dele. E mano, eu gozei pra um caralho, tinha tanto leite que a sunga do papai encheu e melou entre suas pernas e barriga. Pra minha sorte o papai não acordou, e eu respirei cansado, vendo a bagunça que fiz com meu pau todo pegajoso com pentelho melado ao redor.
“Porra, pai...” voltei a me deitar, sem pensar em me limpar ou limpar ele.
Eu nem percebi quando peguei no sono, eu estava com a mente nublada segurando a mão do papai na cama.

[...]

Devia ser quase 7h quando eu acordei por causa da luz da janela batendo na minha cara. Essa porra de cortina que esqueci de fechar ontem. Eu sentei na cama arrumando coragem pra levantar e fechar, mas foi quando vi o papai dormindo do meu lado que lembrei da noite de ontem.
“Porra, como ele pode está dormindo ainda?”
Caralho, minha cabeça estava muito zonza, eu devia ter ido pra cama mais cedo. Mas que se foda, eu tive uma gozada que valeu a pena.
“Ei, pai...” toquei ele no rosto, mas ele continuava dormindo.
Porra, os lábios dele estavam bem ali. Eu podia beijar ele pela primeira vez na boca, e ele não ficaria sabendo. Eu tentei chegar perto, mas assim que meu rosto chegou perto do dele, o papai acordou.
“F-Felipe?”
“Porra-- oi pai, bom dia” me afastei nervoso, vendo ele esfregar os olhos e se espreguiçar na cama.
Foi quando papai levantou o lençol e ficou encarando o próprio pau. Ele não disse nada, mas eu sabia que ele estava se perguntando porquê sua sunga estava tão pegajosa.
“Felipe...”
“Sim, pai?”
Ele olhou pra mim com o rosto confuso, e eu tive vontade de me jogar por cima dele, mas obviamente não fiz isso. Eu tinha gozado tanto ontem que por um momento achei que o papai fosse descobrir. Mas ele não disse nada e só me deu ‘bom dia’ do jeito carinhoso dele de falar comigo.
E claro, iríamos à praia nos encontrar com o amigo do papai daqui a pouco, o Augusto, e o tarado do seu filho, o Arthur. O moleque até que era bonito, e quando eu não estava saindo com os amigos da faculdade, a gente até jogava junto, mas ele me deixava inquieto se esfregando no meu pai, que por sinal continuava usando a cueca melada da gozada forte que dei antes de dormir.
Porra, eu estava bem encrencado.

[...]

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Bacellar: É muito bom gozar no pau de outro macho, dentro da sunga dele.

    Responder↴ • uid:6stycmqhra