#Assédio #Grupal

Vingadores – natasha e hulk

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doida por dildo

Natasha. O Hulk não é uma fantasia. Quando ele assume, eu quase não estou lá. E é grande. O pênis dele. Desproporcional. Não é facil.

A sala do helicarrier estava vazia naquela hora.
Natasha fechou a porta com o ombro e ficou olhando o Banner. O jaleco aberto, a camisa amassada, o jeito de quem sempre calcula o pior. Ela já tinha resolvido o cálculo.
— Não é só o cientista que eu quero — falou, a voz baixa, o cabelo ruivo caindo no ombro. — Eu quero tentar o outro também.
Bruce passou a mão no rosto.
— Natasha. O Hulk não é uma fantasia. Quando ele assume, eu quase não estou lá. E é grande. O pênis dele. Desproporcional. Não é brinquedo.
Ela sentiu o tesão descer na hora. A calça tática apertou. A buceta latejou só da palavra “grande”. Passou a língua no lábio, o corpo já quente, as coxas juntas.
— Eu sei o risco. Quero mesmo assim. Primeiro você. Depois a gente vê se o verde aguenta ouvir pedido.
Ele ia recusar. Ela já estava na frente dele, a mão no cinto, a boca no pescoço. Banner cedeu como cede sempre que ela decide.
A cena com o Bruce foi humana, urgente, no chão frio ao lado da mesa de exames.
Natasha puxou a calça até o joelho, sentou no colo dele, a xoxota já molhada encaixando o pau médio, quente, vivo. Rebolou devagar primeiro, depois com força, as unhas nas costas do cientista. Gemia no ouvido dele — não o gemido de missão, o outro, o sujo.
— Assim… isso… pensa nele enquanto me fode.
Bruce segurou a cintura dela, meteu de baixo para cima, o óculos torto, a respiração falhando. Ela gozou em volta dele, a buceta apertando, a cabeça jogada para trás, imaginando o tamanho que ele tinha descrito: grosso demais, verde, impossível, o que faria com o corpo dela se um dia o monstro aceitasse.
Quando ele gozou, ela ficou sentada um pouco mais, o tesão ainda aceso, a boca colada na orelha dele.
— Um dia você vai deixar o grande aparecer. Eu quero sentir a diferença.
Banner fechou os olhos. O pulso já batia no pescoço. No fundo da sala, o monitor de batimentos subia — não só do sexo. Do outro, acordando um milímetro, ouvindo o nome dele na boca da Viúva.
Ela desceu de cima, ajeitou a calça, o tesão escrito no rosto.
— Isso foi o Banner. O Hulk… a gente marca. Quando você tiver coragem de avisar o tamanho com ele dentro da sala.
O tesão não baixou.
Natasha embarcou na missão ainda molhada da sala com o Banner. Leste europeu, território inimigo, floresta úmida e um forte antigo no mapa. O objetivo era extração. O que ela encontrou no pátio foi outra coisa.
A guerreira do Thor.
Alta, sem medo de nada, a roupa parecia saída de um campo medieval: couraça só na cintura, saia curta demais, a bunda de fora a cada passo. Os peitos grandes escapavam do decote, os bicos pontudos contra o frio. Na mão direita, uma espada. Só que a haste — o cabo onde os dedos fechavam — era um dildo. Grosso, veias de couro e metal, um zumbido baixo quando ela apertava o pomo. Vibrador disfarçado de arma.
As duas se encostaram num muro, longe da sentinela.
— Você é a amiga do Thor — Natasha falou. — A que não recua.
— E você é a que entra sem bater. — A guerreira girou o cabo da espada, o silicone latejando na palma. — O que uma Viúva faz tão longe, com cara de quem não gozou o suficiente?
Natasha riu pelo nariz, o tesão voltando inteiro.
— Tenho um caso com o Banner. Quero trepar com o outro. O Hulk. Ele avisou que o pau é grande. Grande de verdade. Eu ainda não levei. Fiquei com tesão demais e vim trabalhar.
A guerreira arqueou a sobrancelha, os peitos subindo.
— Monstro verde. Gosto de tamanho. Eu também uso trapaça.
Puxou a saia curta um palmo. Por baixo, um G-string fino, preto, enfiado no meio da xoxota, o fio sumindo na bunda nua.
— Para enganar os homens na luta. Eles olham a espada, olham o peito, não olham o fio. Quando caem no chão, já estou em cima. Às vezes o cabo entra neles. Às vezes eu sento no cabo no acampamento.
Natasha riu de verdade, baixo, o som preso na garganta.
— G-string e espada-dildo. Você é pior do que eu.
— Ainda não. Você quer o Hulk. Eu só quero o cabo até o talo e um inimigo distraído. — A guerreira encostou a haste vibrando na coxa da Natasha, de leve. — Se a missão acabar viva, você conta o tamanho. Se não acabar, a gente testa o cabo aqui mesmo. A saia já está fora do caminho.
Natasha olhou o G-string atolado, os bicos pontudos, a espada zumbindo, e o tesão do Banner misturou com o da floresta.
— Primeiro a extração. Depois você mostra como luta com isso na mão — e eu te conto se o verde é maior do que o seu cabo.
A luta acabou no pátio molhado.
A guerreira limpou a lâmina no próprio manto, o cabo ainda zumbindo na mão, o G-string marcado de terra e tesão. Olhou para a Natasha.
— Agora a gente acha o Banner. Faz ele virar. Tarde ainda dá.
Natasha aceitou.
Marcaram para a mesma tarde, num hangar afastado da base, concreto, teto alto, ninguém de guarda no corredor. Quando chegaram, Bruce já estava lá, jaleco, o rosto de quem tinha lido o recado e mesmo assim esperou.
Natasha falou sem rodeio.
— Ela quer o Hulk. Eu também. A gente tenta hoje.
Bruce olhou a guerreira: saia curta, bunda de fora, peito à mostra, a espada-dildo na cintura. Depois olhou a Natasha.
— Ela é forte. Talvez aguente. Você… Natasha, tenta por sua conta. Risco da sua buceta não aguentar. Ele não calibra. É grande. Grosso. Se rasgar o plano, eu não seguro no meio.
— Eu sei. Vou usar gel. Muito gel.
Bruce soltou o ar, um meio sorriso cansado, sujo.
— Tá bom, sua putinha louca. Gel a litros. Porta trancada. Se eu sentir ele subindo, vocês duas decidem quem senta primeiro. Eu aviso uma vez. Depois é o verde.
A guerreira já estava passando o gel nos próprios dedos, o G-string puxado para o lado. Natasha tirou a calça tática, a xoxota ainda quente da missão, e encostou o potinho no concreto.
— Eu primeiro ou ela?
Bruce foi recuando para o centro do hangar, o pulso já mudando de cor no pescoço.
— Vocês escolhem. Eu só seguro até onde der. Depois o tamanho deixa de ser conversa.
Bruce não segurou.
A pele estourou no verde, o jaleco virou tira, o corpo subiu até o teto do hangar. Hulk. Pelado. O pau caiu para a frente e depois subiu, enorme, pulsando, grosso demais para o olho aceitar de primeira. Setenta centímetros. Vinte de diâmetro. A cabeça larga, escura, latejando, uma veia batendo do meio até a glande.
Natasha e a guerreira pararam. Nem acreditaram.
— Eu primeiro, Viúva — a guerreira falou.
Natasha não aceitou. As duas foram uma na outra de verdade. Soco no queixo. Chute na costela. Rolaram no concreto, nuas, o G-string da guerreira rasgando, a calça da Natasha já no chão. Unha, joelho, cabelo. O Hulk grunhiu, assistindo, o cassetão batendo na própria coxa.
Ele cansou da briga.
Pegou a guerreira pela cintura, afastou a Natasha com o outro braço e abriu as pernas da amiga do Thor como quem abre um portão. A saia sumiu. A xoxota dela ficou na altura daquela cabeça de vinte centímetros. Ele apontou o cassetão. A glande encostou, larga demais, e começou a querer entrar.
Era gostoso de ver. E dava medo.
A cabeça forçou. Os lábios dela esticaram no limite. Entrou a glande. Depois um pouco do corpo. A guerreira soltou um som que não era grito de luta. A carinha mudou: olhos arregalados, a boca aberta num “não cabe”, a testa suada, o tesão e o pânico no mesmo gesto. O Hulk empurrou. Metade. Trinta e cinco centímetros de setenta, vinte de grossura pela metade do caminho, o ventre dela marcado por dentro.
Natasha, nua no chão, olhou a cena com a cara desfeita: lábio cortado da briga, o olhar preso no ponto em que a buceta da guerreira engolia o impossível, a própria xoxota latejando, o medo escrito junto com a inveja.
A guerreira cravou as unhas no braço verde.
— Metade… é metade…
Hulk parou um segundo, o pau pulsando dentro, a outra metade ainda de fora, branca de tanto gel e enorme demais. Natasha engoliu em seco, a voz rouca:
— Se ela aguentar o resto… eu sou a próxima.
Ele grunhiu. A cabeça da guerreira caiu para trás. A carinha dela era só isso agora: prazer, terror e a certeza de que os setenta ainda não tinham acabado.
Hulk não perguntou.
Empurrou o resto de uma vez. Os outros trinta e cinco sumiram. Setenta por vinte até o talo. As bolas verdes bateram na bunda da guerreira. O ventre dela inchou no formato do pau. Ela gritou no concreto, a voz falhando no meio.
Aí começaram as socadas.
Ele puxava quase até a cabeça — a buceta dela ficava aberta, redonda, tentando fechar — e atolava de novo, fundo, o corpo inteiro da guerreira andando no chão. Cada estocada era um soco. O som era grosso, molhado, oco. A saia residual tremia. Os peitos grandes batiam. Os bicos pontudos riscando o ar.
Natasha olhava de perto, nua, ajoelhada ao lado.
Via o pau verde desaparecer. Via os lábios da guerreira esticados num círculo claro em volta dos vinte centímetros. Via a barriga marcar e desmarcar. Via a cara da outra: olho virado, boca aberta, um fio de saliva, o tesão e a dor no mesmo gemido. Cada vez que o Hulk ia até o fim, Natasha sentia a própria xoxota contrair no vazio, o grelo latejando, a mão descendo entre as pernas sem ela mandar.
Ele acelerou.
Socava mais curto e mais fundo. A guerreira gozou no meio, o corpo inteiro tremendo, o líquido escorrendo pela haste verde, pelas bolas, no chão do hangar. Hulk não parou. Continuou metendo o talo, o pau pulsando, a guerreira mole e mesmo assim aberta, as pernas nos ombros dele, o cu contraindo a cada impacto.
Natasha chegou mais perto. A boca quase na altura em que os setenta entravam. Via a veia batendo. Via o gel estourar em bolha na entrada. Via a guerreira olhar para ela, sem foco, e ainda assim sorrir torto — como quem dizia: aguentei. Agora é você.
Hulk grunhiu, as socadas mais pesadas, o hangar inteiro parecendo ceder. A guerreira levava cada uma, a buceta engolindo o impossível outra vez, outra vez, outra vez, enquanto a Viúva Negra olhava sem piscar, os dedos nela mesma, esperando a vez de ser aberta do mesmo jeito.
Hulk tirou o pau de uma vez — setenta saindo com um som molhado e pesado — e jogou a guerreira de lado no concreto. O corpo dela rolou, mole, a buceta aberta, latejando, um fio grosso escorrendo na coxa. Brutiz. Sem cuidado.
Ele virou a cabeça verde para a Natasha.
— Você queria. Sua. Puta.
A mão enorme fechou na cintura dela e puxou. Natasha foi ao chão de costas, as pernas abertas no mesmo instante. O cassetão ainda brilhava da outra, pulsando, a cabeça larga apontando para a xoxota da Viúva. Ele não alinhou com jeito. Encostou. Empurrou.
A glande de vinte centímetros abriu os lábios dela com força. Natasha soltou o ar num grito curto, as unhas no braço verde. Ele não parou na cabeça. Foi fundo de novo, como tinha ido na guerreira, o corpo da espiã sumindo debaixo do dele, o pau impossível querendo o mesmo caminho até o talo.
— Queria — ele repetiu, a voz grave quebrando o hangar. — Então leva.
Natasha olhou para o lado: a guerreira caída, ofegante, vendo a vez da Viúva começar do mesmo jeito — bruta, sem pergunta, o verde já na entrada, a puta da missão enfim na hora que ela mesma tinha pedido.
Ele enfiou.
A cabeça de vinte centímetros rasgou o jeito dela de ficar fechada. Natasha pensou, nítido, que ia rasgar. A xoxota esticou num círculo branco, o ar sumiu do pulmão, as unhas cravaram no verde. Ele empurrava sem calibrar. Grosso. Quente. Impossível.
Ela gemia alto, quebrado.
— Vai rasgar… vai rasgar… porra… entra… não entra…
Entrava.
Trinta. Quarenta. Cinquenta. O pau subia por dentro, marcando a barriga, um volume verde sob a pele. Sessenta. Ele atolou o resto. Setenta. Talo. As bolas bateram nela.
A barriga estufou. O formato do cassetão apareceu do púbis até quase o peito, um relevo grosso, latejando. Tão fundo que a pressão subiu o tórax, a garganta fechou, a ponta parecia querer nascer na boca. Natasha abriu os lábios num gemido molhado, a língua para fora, como se o tamanho fosse aparecer entre os dentes.
Não saiu pela boca. Mas a sensação era essa: cheia até o peito, o pau batendo num lugar que não existia no mapa do corpo, cada soco fazendo o estufamento andar.
Ela gemia sem frase. Só som. O olho marejado. A boca aberta. A barriga sobe-e-desce no formato de setenta por vinte. O pensamento ainda ali, quente e assustado:
Vai rasgar. Está inteiro. Está no peito. Quase na boca.
Hulk socou de novo, fundo, e o relevo subiu mais um milímetro sob a pele dela — a puta da Viúva Negra empalada até onde o Banner tinha avisado que a buceta podia não aguentar.
Natasha gemia e ia desmaiando.
O ritmo ficou lento. Hulk teve medo de rasgar ela de verdade e passou a meter curto, fundo, medido. A cada avanço a pressão subia o peito, a garganta, a língua.
Aí a cabeça do pau começou a aparecer na boca dela.
Primeiro a glande, escura, molhada, empurrando os lábios por dentro. Depois mais. Uns quinze centímetros de pica saindo da boca da Viúva, brilhando de saliva, pulsando, o resto ainda atravessando o corpo até as bolas na bunda.
A guerreira viu aquilo e parou.
Nem em Asgard. Nem nas orgias espaciais de que ela tinha participado. Nunca tinha visto um pau nascer na boca de uma mulher depois de entrar por baixo.
Chegou perto.
Ajoelhou ao lado do rosto da Natasha. Olhou de perto a cabeça enorme aparecendo entre os lábios, os quinze centímetros para fora, a boca da espiã aberta no limite, o olho vidrado, o gemido virando bolha na haste. Cada vez que o Hulk recuava um pouco, a pica sumia pela garganta; cada vez que ele ia, os quinze nasciam de novo, quentes, latejando na frente do nariz da guerreira.
Ela estendeu a mão, sem tocar ainda, só para medir com os olhos.
— Isso não existe… — murmurou. — Em Asgard não vi. No espaço não vi. A cabeça está saindo.
Natasha não respondia. Só gemia no pau que atravessava, a boca ocupada pelos quinze centímetros, o corpo inteiro empalado, o medo de rasgar ainda ali — e a guerreira colada na cena, vendo a glande aparecer e desaparecer na boca da Viúva como se o hangar tivesse virado o único lugar do universo onde aquilo cabia.
A guerreira fez a única coisa que restava.
Passou a perna por cima da cabeça da Natasha e sentou na boca dela.
A xoxota encontrou os quinze centímetros que saíam dos lábios da Viúva. Encaixou. A cabeça do Hulk, ainda saindo pela boca da Natasha, entrou na buceta da guerreira. Um pau só. Duas mulheres. A ponta atravessava a espiã e nascia dentro da amiga do Thor.
Que cena.
A guerreira sentou até a base daqueles quinze centímetros, as coxas no rosto da Natasha, a bunda no peito dela, o G-string rasgado jogado no concreto. Rebolava curto, engolindo a glande que pulsava na boca da outra e já ia fundo nela. Cada vez que o Hulk metia lento, a pica recuava na garganta da Viúva e saía um pouco da guerreira; cada vez que ele ia, os quinze nasciam de novo na xoxota da que estava sentada.
Natasha, por baixo, só via pele e tesão. A boca aberta no pau, o nariz esmagado na buceta da guerreira, o gemido abafado entre as duas carnes.
Hulk olhou para baixo e pela primeira vez o monstro travou um segundo.
Não acreditava.
O pau dele sumia na Natasha, atravessava, aparecia na boca e desaparecia outra vez dentro da guerreira sentada. Setenta começando numa e terminando na outra. Ele grunhiu, um som baixo, quase humano, e voltou a meter devagar — com medo de rasgar, e agora com medo de desfazer a cena que nem ele entendia.
A guerreira segurou o cabelo ruivo, sentada firme, os peitos balançando, e falou ofegante:
— Não tira. Deixa sair na boca dela e entrar em mim.
O hangar inteiro era só isso: a Viúva empalada, a guerreira sentada na cara dela, a pica verde fazendo a ponte entre as duas, e o Hulk, no fundo, sem acreditar que aquilo cabia — e mesmo assim continuando o ritmo lento, a cabeça do pau nascendo numa boca e sendo comida por outra xoxota.
Hulk gozou.
O jato veio grosso, quente, demais. Encheu a buceta da guerreira primeiro. O leite transbordou na hora e escorreu pela haste — direto na boca da Natasha, que estava por baixo, os lábios ainda abertos no pau. Ela engoliu o que deu, o resto descendo no queixo, no pescoço, no peito.
Ele recuou.
A pica saiu da guerreira, atravessou a boca da Viúva de volta e voltou para a xoxota de baixo. Gozo escorrendo de todos os lugares: da buceta da guerreira, da boca da Natasha, da xoxota da Natasha quando ele ainda latejava dentro, pelas coxas, no concreto. Branco no verde. Branco na pele.
Natasha ficou deitada, a barriga ainda marcada, o corpo inteiro latejando, e pensou nítido: não acreditava. Tinha aguentado o Hulk. Setenta. Até a boca. Até a outra. Estava viva. Estava cheia.
Ele puxou para fora de vez. O monstro oscilou. Os olhos verdes turvaram. O corpo desabou para o lado e foi encolhendo. A pele voltou. O cabelo. O jaleco rasgado. Bruce, nu, desmaiado no chão do hangar, o pau humano outra vez, pequeno comparado com o que tinha saído dele.
A guerreira desceu da cara da Natasha, as pernas tremendo, o leite ainda escorrendo. Olhou as duas — a Viúva destruída de tesão, o cientista inconsciente — e sorriu, ofegante.
— Um dia eu levo vocês dois. Orgia entre planetas. Asgard, naves, gente que já viu tamanho. Ninguém lá viu pau nascer na boca e entrar na outra. Vocês vão.
Natasha virou a cabeça no concreto, a boca com gosto dele, a xoxota aberta, e soltou uma risada rouca, cansada.
— Primeiro deixa o Banner acordar. Depois a gente vê se o verde aceita viajar.
A guerreira pegou a espada-dildo no chão, o cabo apagado, e ficou olhando o Bruce desmaiado.
— Ele aceita. Hoje ele já aceitou.

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