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Fabrica de dildos grandes

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doida por dildo

ela testara varios dildos ela abriu um armário de vidro, revelando dildos de tamanhos absurdos. O menor parecia uma garrafa de refrigerante.

A fábrica "Prazer Extremo" ficava nos arredores da cidade, um prédio sem identificação aparente onde se produzia tudo o que o mercado erótico mais ousado demandava. Laura havia respondido a um anúncio simples — "Auxiliar de Qualidade — Salário Acima do Mercado" — e na entrevista, a gerente Dona Márcia havia sido vaga sobre as funções.
— É controle de qualidade — Dona Márcia explicara, sorrindo com lábios pintados de vermelho escuro. — Você testará nossos produtos, verificará se atendem aos padrões.
Laura, com vinte e três anos e contas atrasadas de faculdade, assinara o contrato sem ler as cláusulas pequenas.
Na primeira segunda-feira, vestindo seu uniforme branco de laboratório, ela foi guiada até uma sala no fundo do prédio. A placa na porta dizia "Departamento de Testes de Resistência". Dentro, paredes revestidas de espelhos, câmeras em todos os ângulos, e uma mesa de aço inoxidável com alças de contenção nas extremidades.
— O que é isso? — Laura perguntou, o tom profissional falhando.
Dona Márcia abriu um armário de vidro, revelando dildos de tamanhos absurdos. O menor parecia uma garrafa de refrigerante. O maior, grosso como um punho fechado, longo como um antebraço, com veias salientes e textura realista que parecia pulsar sob as luzes frias.
— Nossa linha "Colosso" — Dona Márcia anunciou, pegando o modelo médio, vinte e dois centímetros de comprimento, diâmetro de seis centímetros. — Precisamos saber se a elasticidade do silicone é adequada, se a rigidez interna permite penetração sem dobrar, se a base de ventosa segura sob pressão corporal.
— Mas... como testo isso? — Laura perguntou, sentindo o estômago revirar.
Dona Márcia olhou para ela como se a pergunta fosse óbvia.
— Você os usa, querida. Quem melhor que uma mulher jovem e saudável para dizer se nossos produtos realmente satisfazem?
Laura recuou, mas Dona Márcia já segurava o contrato.
— Cláusula quatorze — ela apontou, o dedo unha vermelha sobre o papel. — "A funcionária concorda em participar de todos os protocolos de teste de produto como requisito para manutenção do vínculo empregatício". Você assinou, Laura. E o salário? Quatro vezes o normal. Você quer pagar aquelas dívidas ou não?
Laura olhou para o dildo na mão da gerente. Era obscenamente grande, pesado, a cabeça bulbosa e realista demais.
— Eu nunca... — ela começou.
— Ninguém nasceu sabendo — Dona Márcia interrompeu, já guiando-a até a mesa. — Tire a calça. Fica mais fácil com lubrificação industrial, mas do jeito que você está — ela olhou para as manchas de suor na testa de Laura — acho que está excitada o suficiente.
Laura queria negar, mas seu corpo a traía. A situação absurda, o perigo, o tabu — tudo criava uma excitação que ela não conseguia controlar. Ela baixou a calça jeans, tremendo, revelando a calcinha branca simples.
— Isso também — Dona Márcia ordenou.
Nua da cintura para baixo, Laura deitou-se na mesa fria. As alças de contenção foram presas em seus tornozos, abrindo suas pernas em um ângulo de noventa graus. Ela estava completamente exposta, a vagina virgem de tamanhos assim pulsando no ar frio.
— Primeiro teste — Dona Márcia anunciou, lubrificando generosamente o dildo médio. — Capacidade de inserção em canal vaginal não treinado. Observe a resistência muscular.
— Por que eu? — Laura finalmente perguntou, a voz trêmula enquanto Dona Márcia posicionava a ponta na sua entrada. — Por que não usam máquinas?
— Máquinas não sentem dor — Dona Márcia respondeu, empurrando. — Máquinas não sentem prazer. Nossos clientes querem saber onde está o limite entre um e outro. E você, querida, vai nos mostrar.
O esticamento foi imediato e intenso. Laura gritou, não de dor exatamente, mas de plenitude chocante. O dildo entrava centímetro a centímetro, cada veia saliente massageando suas paredes internas, cada milímetro de espessura exigindo que ela se abrisse mais.
— Está entrando — Dona Márcia comentou, observando clinicamente, mas com brilho nos olhos. — A elasticidade é boa. Continue respirando.
— É... é muito — Laura ofegou, as mãos agarrando as bordas da mesa. — Estou cheia demais.
— Apenas metade — Dona Márcia informou, empurrando mais. — Precisamos testar a capacidade total.
Quando a base finalmente encostou nos lábios externos de Laura, ela estava chorando. Não de dor — embora houvesse dor — mas de uma sensação avassaladora de ser ocupada completamente. O dildo a preenchia de forma que ela sentia o próprio batimento cardíaco ao redor do silicone, sentia cada respiração mover o brinquedo dentro dela.
— Teste de retenção — Dona Márcia anunciou, soltando o dildo.
Ele permaneceu firmemente no lugar, apenas a base visível, uma taça preta entre as pernas abertas de Laura. A ventosa interna criava vácuo, e Laura sentiu o pânico misturado com excitação ao perceber que não conseguiria removê-lo sozinha — estava presa naquele objeto, atolada nele literalmente.
— Por que... — Laura gemeu, sentindo os músculos se contraírem involuntariamente, massageando o invasor. — Por que precisam saber disso?
— Porque nossos clientes pagam por segurança — Dona Márcia respondeu, ajustando uma câmera para capturar o close da base do dildo pulsando com os espasmos de Laura. — Eles querem saber que podem sentar, andar, trabalhar, sem que o brinquedo escape. Você ficará assim por uma hora. Depois testaremos o modelo maior.
— Maior? — Laura exclamou, tentando se mover, sentindo o dildo se reajustar profundamente, provocando um gemido involuntário.
— O "Colosso Maximus" — Dona Márcia sorriu, pegando do armário um brinquedo que parecia impossível. Trinta centímetros de comprimento, diâmetro de oito centímetros na base, textura ondulada que prometia tortura e êxtase. — Mas primeiro, vamos adicionar o plug anal. Teste de dupla penetração.
Laura queria protestar, mas Dona Márcia já lubrificava o plug, já se posicionava entre as pernas já ocupadas. Quando a ponta do segundo brinquedo pressionou contra seu ânus, Laura finalmente entendeu o propósito daquilo tudo — não era apenas testar produtos. Era transformá-la, esticá-la, quebrar seus limites até que ela se tornasse a própria máquina de prazer que a fábrica vendia.
— Respire — Dona Márcia ordenou, empurrando.
E enquanto o plug anal entrava, enquanto Laura gritava preenchida em ambos os orifícios, enquanto as câmeras gravavam cada expressão de seu rosto, ela percebeu que talvez nunca mais conseguisse sair daquela mesa. Que talvez não quisesse.
O primeiro orgasmo veio quando Dona Márcia girou o dildo vaginal, fazendo-o massagear o ponto G com precisão cirúrgica. Laura gritou, o gozo escorrendo abundantemente ao redor da base, molhando a mesa de aço, provando para as câmeras que o produto funcionava — funcionava demais.
— Ótimo — Dona Márcia anotou em uma prancheta, enquanto Laura ainda convulsionava. — Aprovado para produção em massa. Agora, vamos ao "Maximus". E depois... — ela apontou para uma máquina complexa num canto, com braços mecânicos e controles de velocidade — ...às máquinas de foda automáticas.
Laura gemeu, não de medo, mas de antecipação. Ela já não indagava mais o porquê. Já só queria mais.
Laura olhou para o "Colosso Maximus" e seu estômago revirou de medo e excitação misturados. O brinquedo era obsceno — trinta centímetros de silicone negro que pareciam mais cinza de tão grossos, com veias que saltavam como cordas, a cabeça bulbosa maior que um punho fechado, a base tão larga que parecia o prato de um jantar.
— Isso é... — ela começou, a voz falhando.
— Isso é o nosso carro-chefe — Dona Márcia completou, girando o brinquedo pesado em uma mão, demonstrando força. — O maior dildo vendável legalmente. E você, querida, vai provar que cabe.
Laura ainda estava presa na mesa, o dildo médio firmemente alojado em sua vagina, o plug anal pulsando em seu ânus. Ela sentia os músculos internos contraírem involuntariamente, massageando os invasores, mantendo-a em estado de excitação constante. Quando Dona Márcia finalmente puxou o dildo médio, o som úmido que preencheu a sala foi obsceno — uma sucção seguida de um vazio que fez Laura gemer de perda.
— Levante-se — Dona Márcia ordenou, soltando as alças dos tornozelos. — Precisamos prepará-la para o Maximus. E para a máquina.
Laura tentou se mover. Suas pernas tremiam, a vagina pulsava aberta, vermelha e brilhante de umidade. O plug anal permanecia, uma lembrança constante de sua nova realidade. Ela colocou os pés no chão e cambaleou, sentindo o ar frio bater em sua intimidade exposta, sentindo o gozo escorrendo pelas coxas.
— Ande — Dona Márcia instruiu, segurando o Maximus em uma mão, um frasco de lubrificante industrial na outra. — Vamos até a máquina. Devagar. Sinta o plug a cada passo.
Laura deu o primeiro passo e quase caiu. O plug se moveu dentro dela, a base esférica pressionando contra suas nádegas, massageando seu ânus com cada movimento. Ela apoiou-se na mesa, ofegante, e tentou novamente.
— Estou... estou muito molhada — ela admitiu, olhando para baixo, vendo o brilho escandaloso em suas coxas.
— Exatamente o que precisamos — Dona Márcia sorriu, guiando-a pelo braço. — Mas para o Maximus, precisamos de mais. Muito mais.
Ela parou Laura no meio do caminho, ainda a alguns metros da máquina. A máquina de foder era um aparato de metal cromado, com um braço mecânico articulado, motor silencioso, e um sistema de controle digital com botões de velocidade e intensidade. Na ponta do braço, um acoplamento vazio esperava o brinquedo.
Dona Márcia ajoelhou-se diante de Laura, o que era surreal — a gerente de terno caro, de joias discretas, ajoelhada no chão industrial diante de uma funcionária nua da cintura para baixo. Ela levantou a saia de Laura — que ainda não existia, pois Laura não usava nada abaixo da cintura — e encarou a vagina exposta.
— Vermelha, inchada, perfeita — Dona Márcia murmurou, mais para si mesma. — O teste do dildo médio já a preparou. Mas precisamos de mais lubrificação interna.
Ela enfiou dois dedos na vagina de Laura, que gritou, não de dor, mas da invasão súbita. Dona Márcia não foi gentil — enfiou profundamente, girando, massageando as paredes internas, coletando o gozo e a umidade natural. Então ela adicionou o gel industrial, uma quantidade generosa que escorria frio entre os dedos, misturando-se aos fluidos de Laura.
— Respire fundo — Dona Márcia instruiu, retirando os dedos e imediatamente posicionando a cabeça bulbosa do Maximus na entrada. — Isso vai doer. Mas a velocidade... a velocidade vai aumentando. Você precisa estar pronta.
— Por que... por que a velocidade? — Laura perguntou, ofegante, sentindo a pressão da cabeça enorme contra seus lábios externos já esticados.
— Porque é uma máquina de foder — Dona Márcia respondeu, empurrando levemente, fazendo Laura gemer enquanto a cabeça começava a abri-la. — Ela não cansa. Ela não para. Ela vai aumentando a velocidade até você não aguentar mais. E depois... — ela sorriu maliciosamente — ...vai um pouco além.
Laura gritou quando a cabeça do Maximus finalmente entrou. Era como ser rasgada e preenchida simultaneamente, como perder a virgindade dez vezes ao mesmo tempo. Dona Márcia empurrava constantemente, não dando trégua, enquanto Laura cambaleava, segurando-se nos ombros da gerente para não cair.
— Ande — Dona Márcia ordenou, empurrando o brinquedo mais fundo a cada passo que Laura dava. — Vamos até a máquina. Você vai ser acoplada nela. O Maximus vai ser a ponta do braço mecânico. E você... — ela riu, um som gutural — ...você vai ser a peça que a máquina fode.
Laura deu um passo, sentindo o Maximus entrar mais dois centímetros. Outro passo, mais dois. Ela estava sendo impalada enquanto andava, o brinquedo enorme desaparecendo em sua vagina centímetro a centímetro, esticando-a além de qualquer limite que ela conhecia. O plug anal fazia contrapressão, e ela sentia os dois brinquedos quase se tocando através da finha parede interna.
Quando finalmente chegaram à máquina, Laura estava tremendo incontrolavelmente, suando, o rosto vermelho, a vagina completamente ocupada pelo Maximus, apenas a base larga visível entre suas pernas.
Dona Márcia a posicionou de costas para a máquina, apoiando-a em uma cadeira especial com abertura para as nádegas. Então ela conectou a base do Maximus ao braço mecânico, apertando o acoplamento até que o brinquedo estivesse firmemente preso à máquina.
— Agora — Dona Márcia disse, pegando o controle remoto digital, ajustando os botões de velocidade. — Vamos começar devagar. Cinco batidas por minuto. E subindo.
Ela apertou o botão verde.
O braço mecânico se moveu para trás, puxando o Maximus quase completamente para fora de Laura, que gritou com o vazio súbito. Então ele avançou, empurrando o brinquedo de volta, fundo, mais fundo que antes, batendo em seu colo com um som úmido que ecoou pela sala.
— Ahh! Deus! — Laura gritou, as mãos agarrando os braços da cadeira.
— Respira — Dona Márcia lembrou, aumentando a velocidade. — Dez batidas por minuto agora. Vamos ver quanto aguenta antes de gozar.
O braço mecânico começou seu trabalho rítmico, impiedoso. Laura foi tomada pela máquina, literalmente. Ela era apenas o receptáculo, o objeto sendo fodido por um aparato industrial que não cansava, não tinha piedade, não parava.
Quando a velocidade atingiu trinta batidas por minuto, Laura já tinha gozado três vezes, o líquido escorrendo em jatos que atingiam o chão de metal. Quando atingiu cinquenta, ela estava gritando sem parar, o corpo convulsionando em espasmos contínuos.
E Dona Márcia ainda aumentava a velocidade, observando clinicamente, anotando em sua prancheta: "Produto aprovado para resistência máxima. Capacidade de uso contínuo confirmada. Recomendado para clientes avançados."
Laura perdeu a noção do tempo, da realidade, de si mesma. Ela era apenas uma funcionária sendo testada, uma vagina sendo fodida por uma máquina, e isso era exatamente o que a fábrica precisava provar — que seus produtos podiam transformar qualquer mulher em um objeto de prazer absoluto, sem limites, sem fim.
A tarde se estendeu em uma sucessão de testes que Laura perdeu a capacidade de distinguir. Máquinas de foder em velocidades variadas, dildos de tamanhos progressivamente maiores, plugs anais com vibração controlada remotamente. Quando as luzes do prédio começaram a escurecer, indicando o fim do expediente, Laura estava cambaleante, as pernas trêmulas, a vagina tão esticada que sentia o ar frio do corredor entrar nela quando caminhava.
Dona Márcia a encontrou na sala de vestiário, tentando se recuperar. A gerente segurava uma caixa discreta de papelão preto, sem identificação.
— Teste final — Dona Márcia anunciou, entregando a caixa. — Leve o "Colosso Maximus" para casa. Já está lubrificado e esterilizado.
— Para casa? — Laura perguntou, a voz rouca de tanto gritar durante o dia.
— Teste de uso doméstico — Dona Márcia explicou, sorrindo. — Precisamos saber se nossos produtos passam despercebidos em ambientes sociais. Coloque dentro de si, esconda na calcinha, e fique perto de sua mãe e seu pai esta noite. Quero saber se notam o volume, se ouvem ruídos, se desconfiam de algo.
— Mas... meus pais...
— São conservadores? — Dona Márcia arqueou uma sobrancelha. — Melhor ainda. Se passar despercebido com eles, passa com qualquer um. E lembre-se — ela pegou o braço de Laura, apertando — você precisa manter-se excitada. O produto funciona melhor quando a usuária está molhada. Seque e teremos problemas.
Laura queria recusar, mas o contrato, o salário, a dívida — tudo a prendia àquele emprego obsceno. Ela pegou a caixa e entrou no banheiro.
Quinze minutos depois, ela estava no ônibus para casa, e cada freada era uma tortura. O Maximus estava completamente dentro dela, a base larga encaixada firmemente entre seus lábios externos, a calcinha de algodão simples puxada sobre o brinquedo, apertando-o para dentro. Mas o volume era impossível de esconder completamente — a calça jeans que ela vestiu para sair da fábrica delineava uma protuberância entre suas pernas, uma arredondamento óbvio que parecia um tumor ou, pior, exatamente o que era.
Ela entrou em casa às sete da noite, segurando a bolsa na frente do corpo para disfarçar.
— Laura? — a mãe chamou da cozinha. — Você está estranha, filha.
Laura congelou no corredor.
— Só... cansada, mãe — ela respondeu, sentindo o Maximus se mover com a respiração, a base pressionando contra o jeans. — Trabalho novo. Cansativo.
— Venha jantar — o pai chamou da sala de jantar. — Sua mãe fez seu prato favorito.
Laura caminhou pelo corredor, cada passo fazendo o brinquedo balançar dentro dela, massageando seu ponto G com a gravidade. Ela estava molhada — a excitação da situação, o perigo, faziam seu corpo trair seu juízo. O gozo já escorria, molhando a calcinha, ameaçando manchar o jeans.
Na mesa de jantar, ela sentou-se com cuidado extremo, sentindo o Maximus ser empurrado mais fundo pelo peso do corpo. O som úmido da penetração foi abafado pela cadeira rangendo, mas Laura congelou, olhando para os pais.
— Ouviu isso? — o pai perguntou, franzindo a testa.
— O quê? — a mãe respondeu.
— Um som... molhado. Estranho.
Laura sentiu o rosto corar até as orelhas. Ela apertou os músculos do assoalho pélvico involuntariamente, sentindo o brinquedo ser sugado mais fundo, e um gemido escapou de seus lábios.
— Está bem, filha? — a mãe perguntou, preocupada.
— Só... uma dor de estômago — Laura improvisou, cruzando as pernas sob a mesa.
O movimento foi um erro. O Maximus se reajustou, a base girando levemente, e a joia do plug anal que Dona Márcia insistiu que ela mantivesse — "teste de dupla ocupação" — fez contato com a base do dildo através da parede interna. Laura arquejou, visivelmente, os olhos se arregalando.
— Laura! — o pai exclamou, vendo a expressão da filha.
— Passou — ela mentiu, a voz trêmula. — Só uma... cãibra.
Ela tentou comer, mas cada movimento do garfo, cada inclinação para a frente, fazia o brinquedo se mover. O volume na calça era visível quando ela se levantava para pegar água — seus pais não notaram, ou não quiseram notar, mas ela viu a mãe olhar rapidamente para a região entre suas pernas, confusa.
— Você engordou na barriga, filha? — a mãe perguntou, inocente.
— É... inchaço — Laura respondeu, sentindo o gozo escorrer mais, a umidade agora visível no jeans, uma mancha escura se formando.
Após o jantar, Laura sentou-se na sala de estar com os pais para assistir televisão. Ela escolheu uma poltrona de couro, pensando que seria mais fácil de limpar, e quando desceu para sentar, o Maximus entrou completamente, a base desaparecendo entre seus lábios, e ela sentiu-se sentada diretamente no brinquedo, impalada na cadeira.
— Ahh... — o gemido escapou antes que pudesse conter.
— O quê foi, Laura? — o pai perguntou, pausando o programa.
— Nada, pai — ela respondeu, as mãos agarrando os braços da poltrona, os dedos brancos. — Só... assustada com o filme.
— É um comercial — o pai disse, confuso.
Laura não estava vendo nada. Ela estava sentada no maior dildo que já existira em sua vagina, na frente de seus pais conservadores, tentando não gozar. E falhando.
O orgasmo veio silencioso, profundo, uma onda que subiu de sua vagina preenchida e explodiu em seu cérebro. Ela mordeu o próprio braço para não gritar, sentindo o corpo convulsionar na poltrona, o gozo escorrendo em jatos que encharcaram completamente o jeans, formando uma poça visível no couro da cadeira.
— Meu Deus, Laura está molhada! — a mãe exclamou, finalmente vendo a mancha escura se expandir.
— Derrubei água — Laura mentiu rapidamente, levantando-se, sentindo o Maximus deslizar levemente para fora com o movimento, a base agora visível contornando o jeans. — Vou me trocar.
Ela saiu cambaleante, sentindo os olhos dos pais em seu corpo, na protuberância entre suas pernas que não deveria existir, na maneira como ela andava com as pernas arqueadas, incapaz de fechá-las.
No quarto, trancada, Laura finalmente se permitiu. Ela se deitou na cama, puxou o jeans para baixo, e com o Maximus ainda firmemente dentro dela, começou a se masturbar freneticamente, gozando mais três vezes em sucessão rápida, gritando alto, sem se importar mais se os pais ouviam.
Quando finalmente removeu o brinquedo, com um som úmido de sucção que ecoou pelo quarto, ela olhou para ele — brilhante, coberto de seus fluidos, ainda quente — e percebeu que amanhã teria que relatar tudo para Dona Márcia. E que provavelmente teria que fazer de novo.
O celular vibrou. Uma mensagem da gerente: "Câmeras escondidas na sua casa. Seus pais não notaram nada. Aprovado para venda discreta. Bom trabalho. Amanhã, teste com a máquina portátil no shopping."
Laura olhou para o teto, ofegante, sentindo a vagina pulsando vazia, e soube que sua vida nunca mais seria a mesma.
O sol ainda nem tinha riscado o horizonte quando Laura abriu os olhos, o corpo automaticamente acordado pelo despertador interno de quem precisa se preparar para o impossível. Ela se sentou na cama, sentindo a vagina ainda sensível, ainda esticada da noite anterior, e já sentiu a excitação começar só de pensar no que viria.
O "Colosso Maximus" estava na mesa de cabeceira, brilhando sob a luz fraca da luminária. Laura o pegou com as duas mãos, pesado e macio, e o lubrificou com o gel industrial que Dona Márcia tinha dado em uma bisnaga sem identificação. Ela se deitou de costas, abrindo as pernas, e começou a trabalhar a ponta bulbosa contra sua entrada.
— Ahh... — gemeu baixinho, sentindo a abertura ceder, a cabeça enorme começar a entrar.
Ela estava mais relaxada agora, treinada pelo dia anterior, e o brinquedo deslizou mais fácil do que deveria. Laura empurrava de baixo para cima, sentindo cada veia saliente massagear suas paredes internas, sentindo-se se abrir, se rasgar de forma deliciosa. Metade do dildo já estava dentro quando ela ouviu a maçaneta girar.
A porta do quarto se abriu sem aviso.
O pai de Laura, um homem de cinquenta anos, camisa de dormir listrada, entrou com uma xícara de café na mão, pensando que a filha já tinha saído — ou talvez querendo verificar se ela estava bem depois da estranheza da noite anterior.
Ele parou no meio do passo.
Laura congelou, deitada na cama, as pernas abertas, a calcinha puxada para o lado, metade do dildo negro e enorme desaparecendo em sua vagina, a outra metade para fora, obscena, pulsando com o próprio coração dela.
— Meu... meu Deus — o pai sussurrou, a xícara tremendo na mão.
— Pai! — Laura gritou, mas não se moveu. Não podia se mover. Estava impalada naquele objeto, metade dentro, metade fora, e qualquer movimento faria o brinquedo balançar.
O pai não saía. Ele estava paralisado, os olhos fixos na cena surreal: a filha, nua da cintura para baixo, com aquela coisa enorme saindo dela, brilhando de umidade, a carne rosada esticada ao redor do silicone negro.
Laura não sabia o que fazer. A lógica falhou. O pânico misturou-se com algo mais antigo, mais primitivo. Ela queria esconder, queria sumir, mas seu corpo — traidor, sempre traidor — reagiu de outra forma.
Ela se sentou.
O movimento foi rápido, instintivo, talvez uma tentativa de cobrir-se, de sentar na cama e esconder o brinquedo entre as pernas. Mas o resultado foi o oposto. Ao sentar, o peso do corpo empurrou o Maximus para dentro, os últimos quinze centímetros desaparecendo de uma só vez, a base larga encostando com força nos lábios externos, engolindo completamente o objeto.
— Ahh! Deus! — Laura gritou, não de dor, mas da plenitude súbita, do esticamento máximo, do prazer avassalador que a tomou quando o brinquedo se alojou profundamente.
O rosto dela se transformou. Os olhos se arregalaram, a boca se abriu em um "O" perfeito de êxtase, as bochechas coraram de vermelho vivo. Ela sentou completamente no dildo, impalada, e o orgasmo veio imediato — um, dois, três espasmos que fizeram seu corpo tremer na cama, o gozo escorrendo audivelmente ao redor da base, pingando nos lençóis.
O pai ainda estava parado na porta, a xícara agora esquecida, o café esfriando.
— Laura... — ele finalmente conseguiu dizer, a voz rouca, estranha. — O que... o que é isso?
Laura ofegava, ainda sentada no brinquedo, sentindo-o pulsar dentro dela. Ela olhou para o pai, e algo na situação — o absurdo, o proibido, o fato de estar gozando na frente dele sem que ele soubesse — a excitou ainda mais.
— É... é para o trabalho, pai — ela conseguiu dizer, a voz trêmula.
— Trabalho? — ele repetiu, incrédulo, finalmente entrando no quarto e fechando a porta, como se temesse que a mãe viesse. — Que trabalho é esse, filha?
Laura não se levantou. Não podia. O dildo estava firmemente alojado, e ela sabia que se movesse, o prazer a trairia novamente. Ela cruzou as pernas na cama, sentindo o movimento fazer o brinquedo se reajustar, e outro gemido escapou.
— Eu trabalho em uma fábrica — ela explicou, as mãos agarrando os lençóis. — De produtos... íntimos. Preciso testá-los. Esse é o "Colosso Maximus". Está dentro de mim desde ontem.
O pai olhou para a barriga da filha, e pela primeira vez notou o volume — a protuberância sutil, o arredondamento que não deveria existir na barriga de uma mulher magra.
— Está... está tudo dentro? — ele perguntou, a voz embargada.
Laura assentiu, e então, talvez por algum impulso insano, talvez porque já estava perdida, ela se levantou da cama. O dildo permaneceu firmemente no lugar, a base visível entre suas pernas, contornando a calcinha que ela ainda não tinha ajeitado.
— Veja — ela disse, virando-se, mostrando o perfil. — Não sai. É o teste. Preciso ir assim para o trabalho.
O pai olhou, e Laura viu algo nos olhos dele — não era apenas choque. Havia fascinação, curiosidade, talvez até... admiração.
— Sua mãe... — ele começou.
— Não sabe — Laura interrompeu, caminhando até o guarda-roupa, cada passo fazendo o dildo se mover, fazendo-a ofegar. — E você não vai contar. Por favor, pai.
Ela se vestiu na frente dele, puxando uma calça jeans apertada sobre o brinquedo, o volume óbvio, a protuberância escandalosa entre suas pernas. O pai não saiu, não se virou. Ele a observou, em silêncio, enquanto ela se transformava em uma mulher normal por fora, atolada obscenamente por dentro.
— Eu... eu não conto — ele finalmente disse, quando Laura pegou a bolsa. — Mas cuidado, filha. Isso parece... perigoso.
— É — Laura respondeu, sentindo o prazer retornar só de falar sobre. — Mas é o meu trabalho. E eu sou boa nele.
Ela passou pelo pai, sentindo o cheiro dele — café, sabão, algo familiar e paterno — misturar-se ao próprio cheiro de sexo que emanava de seu corpo. Na porta, ela parou.
— Ontem à noite — ela disse, sem olhar para trás. — Quando você e mãe não notaram nada. Eu estava gozando na poltrona. Obrigada por não perceber.
E saiu, deixando o pai parado no quarto, a xícara finalmente caindo da mão, o café espirrando no carpete, enquanto ele tentava processar a filha que tinha, a mulher que ela se tornara, e o fato de que nunca mais conseguiria olhar para ela da mesma forma.
A manhã estava cinzenta quando Laura saiu de casa, ainda sentindo o peso do Maximus dentro dela, a base pressionando contra o jeans apertado a cada passo. Ela caminhou até o ponto de ônibus com as pernas ligeiramente arqueadas, incapaz de fechá-las completamente, enquanto pensava na mãe — na mulher conservadora que cozinhava jantares de família e rezava o rosário aos domingos. Como eu vou contar? Laura se perguntava. Como explicar que minha vagina agora é um laboratório?
O ônibus lotado foi um desafime de tortura. Cada freada empurrava o dildo mais fundo, cada curva fazia a base girar levemente, massageando seu ponto G com precisão mecânica. Laura segurava a barra de metal com os nós dos dedos brancos, mordendo o lábio para não gemer em público. Ao lado, uma senhora idosa lia o jornal, completamente alheia ao fato de que a jovem de calça jeans apertada estava completamente impalada por um brinquedo sexual industrial.
Quando finalmente chegou à fábrica "Prazer Extremo", Laura ainda estava tremendo. Ela passou pela recepção, cumprimentou o segurança com um aceno seco, e foi direto para a área de vestiários. Mas antes que pudesse guardar a bolsa, Dona Márcia apareceu na porta — elegante como sempre, terno cinza, cabelo preso em um coque impecável, um tablet na mão.
— Laura — a gerente chamou, a voz profissional. — Sala de testes Beta. Agora. Hoje temos protocolo de resistência à largura. Sem pré-aquecimento.
Laura sentiu o estômago revirar, misturado com excitação. Ela seguiu Dona Márcia pelos corredores da fábrica, passando por salas de produção onde operários moldavam silicone em formatos obscenos, por depósitos cheios de caixas discretas prontas para envio. A sala Beta ficava no fundo, uma área nova que Laura ainda não tinha visto.
Quando a porta se abriu, Laura parou no batente.
A sala era circular, com espelhos em todas as paredes e câmeras ainda mais numerosas que na sala anterior. No centro, não havia uma mesa de exame. Havia um banco de madeira maciça, tipo aqueles de ginástica escolar, mas reforçado, com alças de contenção nas pernas e uma almofada especial no assento. E atrás do banco, alinhados em uma prateleira baixa que corria a circunferência da sala, estavam eles.
Dez dildos.
Laura contou automaticamente, o queixo caindo. Dez brinquedos, dispostos em ordem crescente, como uma escala musical de carne e silicone. O primeiro era pequeno — talvez quinze centímetros, fino, quase modesto. O segundo já era mais grosso, a cabeça mais bulbosa. O terceiro, o quarto, cada um aumentando em circunferência, em tamanho, em obscenidade. O quinto já era da grossura de uma lata de refrigerante. O sétimo, do tamanho do punho de um homem adulto. O nono era maior que o Maximus que Laura ainda carregava dentro dela — mais grosso, mais longo, com texturas que pareciam escamas.
E o décimo... Laura engoliu em seco. O décimo era uma coluna de silicone negro, quase trinta e cinco centímetros de comprimento, diâmetro de quase dez centímetros na base, com veias que pareciam cordas de violão e uma cabeça que lembrava uma maçã em tamanho real. Ao lado dele, uma placa identificava: "Protótipo Titã — Não testado em humanos".
Todos estavam cobertos de gel lubrificante industrial, brilhando sob as luzes frias da sala, escorrendo em filetes que pingavam em bandejas de aço abaixo de cada um. O cheiro de silicone e lubrificante químico era forte, acre, sexual.
— Bem-vinda ao teste de escala — Dona Márcia anunciou, fechando a porta atrás deles. — Hoje você vai testar a resistência muscular vaginal à pressão crescente. Cada dildo será introduzido completamente e mantido por dez minutos. Se você conseguir manter o décimo por trinta minutos, o Titã entra em produção.
— O Titã... — Laura repetiu, a voz trêmula, apontando para o monstro na prateleira. — Isso é possível?
— Vamos descobrir — Dona Márcia sorriu, pegando o primeiro dildo, o menor. — Tire a roupa. Quero ver o Maximus sair antes de começarmos a escala.
Laura obedeceu, despindo o jeans e a calcinha encharcada. Quando Dona Márcia puxou o Maximus que estava dentro dela desde a noite anterior, o som úmido de sucção ecoou pela sala, seguido do gemido de Laura, que já sentia a vagina pulsando vazia, querendo ser preenchida novamente.
— Posicione-se no banco — Dona Márcia ordenou, já pegando o segundo dildo, o terceiro, organizando-os em ordem no chão ao lado do banco. — Vamos começar com o número um. Mas rápido. Precisamos chegar ao Titã até o almoço.
Laura deitou-se no banco, sentindo a madeira fria nas costas, abrindo as pernas para as alças de contenção. Ela olhou para cima, vendo as câmeras, os espelhos que refletiam sua vagina expersa, vermelha, ainda esticada do dia anterior. Depois olhou para o lado, para a fila de dez brinquedos brilhantes, crescendo em tamanho, prometendo esticá-la, transformá-la, quebrá-la e reconstruí-la.
— Estou pronta — ela mentiu, sentindo o medo misturar-se com a excitação.
Dona Márcia pegou o primeiro dildo, pequeno, quase insignificante comparado ao que viria. Mas quando a gerente o posicionou na entrada de Laura e empurrou, Laura já sabia que aquele seria um dia longo. Muito longo. E que ela nunca mais seria a mesma.
— Respire — Dona Márcia instruiu, pegando já o segundo, maior, mais grosso. — Porque daqui a pouco, você não vai conseguir respirar.
O primeiro entrou com facilidade insultante — quinze centímetros finos que deslizaram em Laura como se ela estivesse vazia, como se a noite inteira com o Maximus não tivesse existido. Ela sentiu-o encostar no fundo e quase riu, relaxada, achando que seria fácil.
— Não se engane — Dona Márcia advertiu, já segurando o segundo, que Laura viu com apreensão crescente — vinte centímetros, mas a circunferência já era visivelmente maior, a cabeça mais arrogante. — Esse é só o aquecimento. O verdadeiro teste começa no quinto.
O segundo entrou com um som úmido, esticando Laura de formas que ela sentiu claramente — não dor, mas pressão, presença. Ela gemeu, as mãos agarrando as alças do banco, e Dona Márcia cronometrou dez minutos enquanto Laura sentia o corpo aprender a moldar-se ao redor da invasão.
Quando o terceiro foi apresentado, Laura sentiu o medo começar. Vinte e dois centímetros, mas grosso como uma lata de energético. A cabeça bulbosa parecia um punho fechado já na entrada.
— Respire — Dona Márcia ordenou, empurrando.
Laura gritou. Não de dor pura, mas daquele limite onde a dor se transforma em algo mais denso, mais primitivo. O esticamento foi imediato, suas paredes internas queimando enquanto se abriam, enquanto cediam. Ela olhou para o espelho ao lado e viu sua própria vagina, rosada e brilhante, esticada ao redor da base do terceiro dildo, uma visão obscena que a fez gemer de novo, dessa vez de excitação.
— Está gostando — Dona Márcia constatou, não perguntou. — Seu clitóris está inchado. Você quer mais.
— Tenho... tenho medo — Laura admitiu, a voz trêmula, enquanto o quarto era lubrificado.
— Medo é bom — Dona Márcia respondeu, mostrando o quarto brinquedo — vinte e cinco centímetros, seis centímetros de diâmetro, textura ondulada que massageia em espiral. — Medo significa que vamos a lugares novos.
O quarto entrou como um evento. Laura sentiu cada ondulação passar por sua entrada, cada saliência do silicone arranhar suas paredes internas de forma deliciosa. Ela estava suando agora, o cabelo grudado na testa, os olhos arregalados entre o medo de rasgar e o desejo de ser completamente preenchida. Quando a base finalmente encostou, Laura gozou — um orgasmo curto, violento, que fez seu corpo convulsionar no banco.
— Bom — Dona Márcia anotou na prancheta. — Quatro minutos de retenção. Vamos para o quinto.
O quinto era o primeiro que Laura considerou verdadeiramente perigoso. Vinte e oito centímetros, sete centímetros de diâmetro na base, com veias que saltavam como cordas reais. Dona Márcia precisou usar força para empurrar, e Laura gritou, as lágrimas começando a escorrer — não de dor, mas de intensidade avassaladora.
— Está... está muito — Laura ofegou, sentindo a barriga arredondar visivelmente com a presença do objeto.
— Metade — Dona Márcia informou, empurrando mais. — Você está indo bem. Respire. Aceite.
Quando o quinto estava completamente dentro, Laura sentiu que tinha chegado ao limite. Sua vagina pulsava em espasmos constantes, não conseguia relaxar, o esticamento era máximo. Ela olhou para o espelho e não reconheceu seu próprio corpo — a barriga com protuberância, as coxas tremendo, o rosto vermelho e molhado de lágrimas e suor.
— Seis — Dona Márcia anunciou, pegando o sexto.
Laura chorou abertamente quando viu o tamanho. Trinta centímetros, oito centímetros de diâmetro. Maior que o Maximus que ela carregara a noite toda. Impossível.
— Não... não cabe — Laura balbuciou, o medo real finalmente falando mais alto que o tesão.
— Vamos descobrir — Dona Márcia disse simplesmente, posicionando a cabeça monstruosa na entrada já ocupada pelo quinto.
Ela puxou o quinto rápido — o som de sucção foi obsceno — e imediatamente pressionou o sexto. Laura gritou como animal, as costas arqueando do banco, as unhas cravando na madeira. O esticamento foi agonizante, delicioso, terrível, divino. Ela sentiu-se sendo rasgada e reconstruída ao mesmo tempo.
— Está entrando — Dona Márcia murmurou, quimérica, empurrando com força crescente. — Deus, Laura, você está tomando tudo. Você é perfeita para isso.
Quando a base do sexto finalmente encostou, Laura perdeu a consciência por alguns segundos — um branco de prazer intenso. Quando voltou, estava gemendo sem parar, o gozo escorrendo em jatos constantes, molhando o banco, o chão, as mãos de Dona Márcia.
— Sete — a gerente anunciou, e Laura olhou com terror.
O sétimo era do tamanho de um punho fechado. Literalmente. A cabeça era uma esfera de silicone, dez centímetros de diâmetro, seguida por um corpo que se alargava ainda mais.
— Isso vai... vai me machucar — Laura chorou, mas suas pernas se abriram mais, involuntariamente, traiçoeiras.
— Confie — Dona Márcia sussurrou, lubrificando generosamente. — Seu corpo é feito para isso. Você só não sabia.
A entrada do sétimo foi lenta, torturante. Laura sentiu cada milímetro, cada expansão de sua carne cedendo, cedendo, cedendo. Ela gritou o nome da mãe, gritou deuses que não conhecia, e quando a esfera finalmente passou pela entrada, quando seu canal vaginal se fechou ao redor do corpo seguinte, ela gozou de novo — um orgasmo que durou minutos, que fez seu corpo convulsionar incontrolavelmente.
— Oito — Dona Márcia disse, e Laura viu através das lágrimas.
O oitavo era maior que o Maximus. Consideravelmente maior. Trinta e dois centímetros, nove centímetros de diâmetro. Com textura de escamas que prometiam arranhar, massagear, destruir.
— Por favor — Laura implorou, não sabendo se pedia para parar ou para continuar.
Dona Márcia não respondeu. Ela simplesmente empurrou, e Laura sentiu o universo se contrair em seu útero. O esticamento era além do físico — era uma transformação espiritual, uma passagem de ritual. Ela não era mais Laura, a ex-estudante de literatura. Ela era um receptáculo, um objeto de prazer absoluto, uma prova viva de que limites eram ilusões.
Quando o oitavo estava completamente dentro, Laura não conseguia falar. Seus olhos estavam revirados, a boca aberta em um "O" silencioso de êxtase contínuo. Ela sentia os dois últimos dildos na prateleira — o nono e o décimo, o Titã — chamando-a, prometendo o fim e o início de tudo.
— Nove — Dona Márcia anunciou, e sua voz estava trêmula agora, excitada. — O Colosso. Trinta e quatro centímetros. Dez centímetros de diâmetro. Nunca testado em humanos.
Laura olhou para o nono e sentiu o medo absoluto misturar-se com o tesão absoluto. Ela queria. Ela temia. Ela precisava.
— Faça — Laura sussurrou, a voz destruída. — Me foda com ele. Me destrua.
A entrada do nono levou vinte minutos. Dona Márcia trabalhou lentamente, centímetro a centímetro, massageando a entrada de Laura, relaxando-a, forçando-a. Laura gritou, chorou, gozou, desmaiou e voltou. Quando a base finalmente encostou, quando o nono desapareceu completamente em seu corpo, Laura olhou para sua própria barriga e viu a protuberância — uma coluna visível sob a pele, a forma do brinquedo delineada em seu ventre.
— Último — Dona Márcia disse, pegando o Titã.
O décimo brinquedo parecia uma arma. Trinta e oito centímetros de comprimento, doze centímetros de diâmetro na base, com veias que pareciam tubos, com textura áspera que prometia sangrar e curar ao mesmo tempo.
— O Titã — Dona Márcia sussurrou, quimérica. — Se você tomar isso, Laura, você será a primeira. A primeira mulher a conseguir. Você entrará para a história da fábrica. Do prazer absoluto.
Laura olhou para o monstro, depois para Dona Márcia. Seu corpo estava destruído, transformado, esticado além de qualquer reconhecimento. Ela não conseguia mais sentir onde terminava ela e começavam os brinquedos. Ela era apenas um orifício, um receptáculo, uma prova de resistência.
— Faça — Laura repetiu, e dessa vez sorriu através das lágrimas. — Me transforme no Titã.
Dona Márcia posicionou o brinquedo final, o maior, o impossível, na entrada de Laura — que já estava tão esticada que parecia não ter mais borda, apenas uma abertura constante, uma boca de carne rosada e brilhante.
Quando empurrou, Laura sentiu o mundo acabar e começar de novo. E ela gritou, não de dor, mas de prazer e algo feito apenas de prazer absoluto.
O Titã entrou. E Laura, finalmente, foi completa.
A sala seguinte era diferente de tudo que Laura tinha visto na fábrica. No centro, não havia mesas ou bancos, mas uma estrutura de metal cromado que lembrava uma sela de cavalo de ginástica — mas modificada, perversa. A "Cela Alada", como Dona Márcia a apresentou, tinha um assento de couro preto com uma abertura oval no centro, e abaixo, mecanismos hidráulicos que Laura podia ouvir zumbindo em espera.
— Teste de resistência dinâmica — Dona Márcia explicou, enquanto Laura ainda tremia do Titã, que fora removido com um som úmido de sucção que ecoara pela sala anterior. — Você vai sentar-se. Após trinta segundos, um mecanismo emerge da abertura. Ele não para. Ele aumenta a velocidade até você não aguentar mais.
Laura olhou para o aparato, sentindo a vagina pulsando vazia, sensível, esticada além do reconhecimento. Ela ainda tinha o plug anal Titã firmemente alojado — Dona Márcia insistira que ele permanecesse como "teste de ocupação dupla contínua".
— E os vibradores? — Laura perguntou, notando os fios elétricos saindo da base da sela.
— Quatro balas vibratórias — Dona Márcia sorriu, mostrando os pequenos dispositivos prateados. — Duas no clitóris, uma em cada lábio. E o dildo mecânico tem vibração independente. Você vai estar em êxtase constante, Laura. O objetivo é ver quanto tempo aguenta antes de desmaiar.
Laura se aproximou da sela com passos cambaleantes. Ela estava nua, exceto pelo plug anal que deformava levemente suas nádegas. Quando se posicionou sobre a abertura, sentiu o ar frio bater em sua vagina ainda aberta, ainda escorrendo o gozo acumulado de horas de testes.
— Sente — Dona Márcia ordenou.
Laura desceu lentamente, sentindo o couro frio nas coxas, nas nádegas. Quando seu peso finalmente assentou, ela sentiu algo na abertura — uma ponta de silicone, já posicionada, já esperando. Ela engoliu em seco, sentindo o medo retornar misturado ao tesão insaciável que seu corpo agora exigia constantemente.
Dona Márcia ajoelhou-se entre suas pernas, prendendo as duas balas vibratórias nos lábios de Laura com fitas adesivas médicas, posicionando as outras duas diretamente no clitóris inchado. Então ela ligou os controles.
Laura gritou imediatamente. As vibrações eram intensas, profundas, atingindo frequências diferentes que criavam uma sinfonia de estímulo em sua intimidade. Ela se contorceu na sela, sentindo o plug anal pressionar contra o assento, sentindo as balas vibrarem em seu clitóris, e então —
O mecanismo da sela ativou.
Um dildo de vinte centímetros emergiu da abertura com velocidade surpreendente, entrando em Laura em um único movimento fluido. Ela arqueou as costas, gritando, as mãos agarrando as alças de metal da sela. Mas antes que pudesse se adaptar, o dildo recuou — e voltou, mais forte, mais fundo.
— Ahh! Deus! — Laura gemia, sentindo o impacto mecânico, impessoal, impiedoso.
Dona Márcia ajustou o controle. A velocidade aumentou. O dildo agora socava Laura em ritmo constante, batendo em seu colo com força que fazia seu corpo inteiro tremer. As vibrações das balas combinavam com o impacto mecânico, criando uma sensação que Laura nunca tinha experimentado — não era prazer humano, era algo industrial, algo que a transformava em máquina de gozar.
Ela perdeu a noção do tempo. Estava sendo fodida pela máquina, vibrada pelos dispositivos, impalada no plug anal, e cada segundo a levava mais fundo em um transe de prazer absoluto. O gozo escorria em jatos, molhando a sela, o chão, pingando em uma poça crescente abaixo dela.
Foi nesse momento que a porta da sala se abriu.
Dona Márcia não pareceu surpresa. Ela apenas ajustou o controle da máquina para uma velocidade mais lenta, mantendo Laura na beira do orgasmo constante, mas não permitindo que ela caísse no abismo.
— As estagiárias da Feira Automotiva — Dona Márcia anunciou, como se apresentasse convidados a um chá.
Três jovens entraram na sala, vestidas com uniformes corporativos de uma marca de carros — blusas brancas com logo, saias curtas pretas, crachás pendentes. Elas carregavam maletas que Laura reconheceu imediatamente — modelos de demonstração da fábrica, dildos especiais para mulheres que dirigiam, com controles remotos que se conectavam ao volante.
— Nossa... — a primeira, uma loira de cabelos presos em rabo de cavalo, parou ao ver a cena.
Laura estava ali, impalada na máquina, nua, suada, o gozo escorrendo, as balas vibratórias brilhando em sua vagina, o dildo mecânico entrando e saindo em movimento lento e obsceno. O plug anal era visível entre suas nádegas, a base redonda brilhando.
— Isso é... — a segunda, uma morena de óculos, tentou falar.
— Demonstração de produto — Dona Márcia completou, profissional. — Laura está testando nossa nova linha de máquinas de prazer automotivas. O modelo que vocês carregam é o básico. Isso — ela gesticulou para o aparato que fodia Laura — é o avançado.
A terceira estagiária, uma ruiva de pele clara, não conseguia tirar os olhos de Laura. Seus olhos percorriam o corpo da funcionária, parando na vagina sendo penetrada mecanicamente, nas balas vibratórias, na expressão de êxtase absoluto no rosto de Laura.
— Ela... ela gosta? — a ruiva perguntou, a voz trêmula.
— Gosta é pouco — Laura conseguiu dizer, surpreendendo a si mesma, a voz rouca de tanto gritar. — Eu preciso disso. Me fode mais, Dona Márcia. Mostra para elas.
Dona Márcia sorriu e aumentou a velocidade.
O dildo mecânico começou a socar Laura com força real, batendo em seu colo em sons úmidos que preenchiam a sala. As estagiárias se aproximaram involuntariamente, fascinadas, as maletas de produtos esquecidas nas mãos.
— Vocês querem ver o máximo? — Dona Márcia perguntou às três.
Elas assentiram, bocas abertas, olhos brilhando.
Dona Márcia ajustou o controle para o máximo.
A máquina ganhou vida. O dildo entrava e saía em velocidade inumana, um borrão de silicone negro que desaparecia completamente em Laura e voltava até a ponta, apenas para voltar com mais força. As vibrações das balas foram intensificadas. Laura gritou, um som alto e contínuo, o corpo convulsionando na sela, o gozo escorrendo em jatos que atingiam as estagiárias — que não se afastaram, apenas observavam, hipnotizadas.
— Ela vai... ela vai desmaiar? — a loira perguntou, notando os olhos de Laura revirando.
— Provavelmente — Dona Márcia respondeu calmamente. — Mas primeiro, ela vai gozar mais vezes do que qualquer uma de vocês já gozou na vida.
Laura gozou então — um orgasmo que parecia não ter fim, ondas de prazer que se sobrepunham, que a faziam perder a consciência e voltar, que transformavam seu corpo em um instrumento de sensação pura. As estagiárias observaram, e Laura notou, através do delírio, que as três tinham as mãos livres pressionando suas próprias calcinhas por cima das saias, massageando-se involuntariamente.
— Querem experimentar? — Dona Márcia ofereceu, indicando outras selas aladas na parede, cobertas por lonas. — Temos unidades de demonstração. Ou vocês podem usar os produtos que trouxeram nas maletas... em vocês mesmas, enquanto observam Laura.
As três estagiárias se olharam. A ruiva foi a primeira a abrir a maleta, revelando um dildo de luxo, controle remoto, design aerodinâmico. Ela o ligou, sentindo a vibração na palma da mão, e então, sem ser solicitada, levantou a saia e puxou a calcinha para o lado.
— Eu quero — a ruiva disse, posicionando o brinquedo na entrada enquanto observava Laura ser destruída pela máquina. — Eu quero sentir isso.
As outras duas seguiram o exemplo. Em minutos, as quatro mulheres estavam em sincronia — Laura sendo fodida pela máquina industrial, as três estagiárias usando os próprios brinquedos, todas observando umas às outras, todas caminhando juntas em direção a um êxtase coletivo que transformava aquela sala de testes em um templo de prazer absoluto.
Quando Laura finalmente desmaiou, o corpo ainda convulsionando em espasmos secos, Dona Márcia desligou a máquina e sorriu para as três estagiárias, que ainda tremiam com seus próprios orgasmos.
— Aprovado para produção em massa — ela anunciou, olhando para Laura desmaiada, impalada, destruída e perfeita. — E vocês três... querem um emprego em tempo integral?

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