#Assédio #Corno #Traições

Cap 19 A Garota dos Cabelos Verdes

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CassDS

Olá mais uma vez, caros leitores, é bom estar de volta mais uma vez, para mais um conto daqueles para deixar vocês molhadas ou gozados. E como sempre narrando minhas aventuras sexuais. E dessa vez vamos fazer uma volta no tempo. Já está muito claro que os contos são pedaços da história da minha vida. E pra entender o conto de hoje, é preciso continuar exatamente de onde o anterior parou.

Para quem não leu o anterior, aqui vai um pequeno resumo: estávamos vivendo em lockdown, o auge da pandemia em 2020. Tinha sido convidado para uma festa clandestina de aniversário da mulher de Rayanne, a Carol, mas quem recebeu o presente fui eu. Já que na madrugada transei com a Carol e gozei em sua boca (muito estranho, por sinal). De manhã, quando estava de saída, ainda transei com Rayanne e também gozei em sua boca. E estava eu na parada de ônibus, às 7:30 da manhã, quando um carro para em frente a mim, e era nada mais, nada menos que Mel. Porra, quem é Mel? Você deve tá se perguntando, e eu também não a reconheci assim que ela falou comigo.

-Como assim, esse menino, tu ainda tá vivo? - Perguntou Mel, assim que estacionou o carro próximo a mim.

-Desculpa, não tô conseguindo te reconhecer. - Tentei resgatar na memória, mas não consegui. E de fato eu não conseguia reconhecer ela naquele momento, estava diferente. Cabelos compridos e soltos, aparentavam estar mais lisos. Estava mais magra, pois na época ela era mais cheia, principalmente na cintura.

-Sou eu, Mel! Tá indo pra onde? Quer uma carona? - Caralho, eu nem consegui pensar muito. Veio um filme na minha cabeça.

Ok, vamos pro momento flashback desse conto. Mel era a irmã de Poli, uma menina com a qual eu estudei. E certa vez fui convidado pra casa de praia dos pais dela por conta de uma namorada, com quem estávamos planejando perder a virgindade nessa casa de praia. Mas acabou que tive um momento interessante com Mel. Ela era mais nova que eu na época, dois anos mais nova.

Mas além do momento onde ela me apalpou com os pés, eu tive uma experiência onde ela pagou um boquete para mim, no primeiro dia de aula que dei de violão para ela. Sim, ela me chupou gostoso, e ainda gozei na sua boquinha. Foi a primeira gala que ela bebeu.

-Caraca, menino! Quanto tempo, né? - Falou ela dirigindo e me olhando admirada.

-Eu ainda tô em choque, nossa, você cresceu. - Falei de fato incrédulo que eu estava novamente me encontrando com ela.

-Pois é, e você, como tá? Trabalhando, estudando, casado? - Nesse momento que ela falou casado, eu reparei seu dedo: ela estava de aliança na mão direita, sim, ela estava noiva.

-Eu tô desempregado, história complicada, mas essa pandemia desgraçada não tá ajudando. E a Poli, e o Pedro? - Pedro era o primo delas.

-Ah, a Poli tá casada, o Pedro nunca mais eu vi. Ah, inclusive, amanhã vamos nos encontrar lá na casa da Poli, pouca gente sabe. Tipo, Poli, o esposo dela, eu, meu noivo, e alguns amigos. Só pra ver as pessoas, jogar uns jogos de tabuleiro. Topa ir não?

-Pow, bacana. Acho que não vou não, sei lá, tipo a gente voltou a se ver agora. Pode parecer meio nada a ver. - Falei meio receoso. Na verdade é legal reencontrar, mas cara, não tava a fim de socializar. Até porque a noite anterior já tinha sido suficiente para mim.

-Poxa, vamos, Cass. Vai ser legal, a Poli vai gostar de te ver. - Falou ela realmente querendo que eu fosse.

-Vai ficar pra outra, eu tô um pouco cansado desse fim de semana. - Falei já sinalizando que estávamos chegando perto da rua do meu apartamento.

-Ok, tudo bem, mas me passa seu Whats, pois vou te mandar o endereço da Poli se mudar de ideia. - Depois disso, passei meu Whats e fui pro meu apartamento.

Não deu nem meia hora e ela me mandou o endereço no Whats. Fiquei empolgado em ver a Mel, mas ir socializar não tava a fim. Amanheceu. Depois de uma manhã e tarde entediantes, onde apenas existi, estava eu deitado no sofá e pensei: Ah, cara, e se eu for pra esse rolê e conhecer gente nova?

E foi assim que me convenci a tomar um banho e ir para a casa da Poli, irmã da Mel. Novamente enfrentando uma rua deserta e abandonada dentro de um ônibus vazio e mal-assombrado. Ao chegar no apartamento de Poli, que por sinal era um puta condomínio de classe média alta, ao falar o meu nome e o andar da Poli o porteiro já liberou. Pego o elevador e chego ao andar da Poli, décimo quinto. Toco a campainha, e então a porta abre. Uma garota, usando uma calça jeans escura, rasgada preta, com uma camisa de alça também preta, mostrando seus braços todos riscados de tatuagens. Ela também tinha um baita de um decote, já que seus peitos eram bem grandes. Então comecei a reparar nas pontas dos seus cabelos todos ondulados que começavam a partir dos seus seios e eram volumosos, e tinham a cor de um verde-escuro. Sua boca bem fininha e delicada, com um batom vermelho bem escuro. Em seus olhos, um sombreado e um brilho de quem estava lembrando do passado. É, meus caros amigos, lembram quando disse que fui à casa de praia da Mel e sua irmã Poli por conta de uma namorada com quem perdi a virgindade?

Sim, quem estava diante dos meus olhos era a Gláuce, ou melhor, Blanca, minha ex com quem eu perdi a virgindade. E ela tava gostosa pra caralho. Algo em mim acendeu na hora. Era um misto de lembranças com desejo, vontades. Eu fiquei ali parado olhando pra ela, e ela estava ali parada olhando pra mim. Ficamos ali, sem falar nada, apenas olhando um pro outro até que um cara se aproximou da gente.

-Quem é, amor? - Falou o cara abraçando a Blanca por trás. Era João, o namorado dela. Ele tinha uma cara de hétero top bem metrossexual.

-Cass, eu me chamo Cass! - Falei apertando a mão dele, mas ainda olhando pra Blanca, que não conseguia esboçar nenhuma reação.

-Prazer, me chamo João e essa é a Glau…

-Blanca! - Interrompi ele já chamando ela pelo apelido. - Nós já nos conhecemos, correto? - Falei com um sorriso de quem queria ser simpático.

-Sim, já nos conhecemos. - Falou ela, sem tirar o olho de mim.

Nesse momento, Mel e Poli vieram até a gente, então nos cumprimentamos e eu entrei no apartamento. Passamos a noite ali jogando jogos de tabuleiro, comendo pizza feita pelo esposo da Poli e bebendo um pouco. Eu tentei fingir costume e evitar olhar pra Blanca, até porque o espaço da casa era pequeno e o namorado dela estava o tempo todo com ela. Mas ela não tirava o olho de mim. Era impossível tentar descrever qual era o pensamento dela. Mas eu ficava constrangido, pois ela estava interagindo pouco e com um olhar penetrante fixado em mim. Quando estava próximo da meia-noite, eu comecei a me organizar para ir embora.

-Acho que vou nessa. Já tá meio tarde pra mim. - Falei já me levantando.

-Sério, Cass? - Falou Poli.

-Sim, já tá meio tarde, e ainda vou precisar pegar ônibus. - Falei de fato preocupado com a hora.

-Ele poderia dormir por aqui, né, Poli? - Falou Blanca olhando para a Poli. E eu sem entender essa movimentação.

-Ééé, você pode dormir por aqui, né, amor? - Falou a Poli um pouco constrangida com a proposta da Blanca e procurando confirmação com o esposo.

-Então, a Blanca e o namorado já vão ficar por aqui, né, assim tem o sofá se quiser ficar por aqui. - Falou o esposo também sem jeito.

-Acredito que ele não vai se incomodar. - Falou Blanca me olhando bem fixamente.

-Não, não vou me incomodar não. - Falei devolvendo o olhar para ela. Eu não sei o que ela estava tramando, mas sei que tinha algo ali.

Foi então que Mel começou a se despedir junto com seu noivo, e eles foram para a casa dos pais do noivo dela. Alguns outros amigos também se foram. Blanca e o namorado já estavam no quarto de hóspedes. Poli junto com o marido organizaram o sofá e eu me deitei, me preparando para dormir. E estava lá deitado, vendo reels no Instagram, até que do nada uma pessoa pula em cima de mim, tapando minha boca e prendendo minhas pernas com suas próprias pernas. Tava escuro, não dava pra enxergar quem era. Mas dava pra sentir a perna grossa e macia, as mãos delicadas e o cheiro de hortelã daqueles cabelos. Era Blanca, que estava em cima de mim, bem em cima do meu pau com sua bucetinha. Ela estava de camisola e sem calcinha. Eu não conseguia ver seu rosto direito, e ela tapava a minha boca.

-Shhh… Vou tirar a mão e você não vai gritar, ok? - Falou ela sussurrando. E eu apenas consenti com a cabeça.

-Você tá doida? - Falei baixo quando ela tirou a mão.

-Você continua o mesmo bestão, né? - Falou ela se aproximando do meu rosto.

-Eu não lembrava de você tão corajosa assim não. - Falei de fato surpreso.

-O tempo me fez perder o pudor. - Falou ela de bate-pronto, mas percebi que ela rebolava em cima da minha pika, e eu estava ficando de fato de pau duro.

-O que você tá querendo? - Perguntei pra ela.

-Sentir você novamente dentro de mim! - Quando escutei aquilo, meu pau começou a babar de tesão. - Desde que a gente transou na rede lá da varanda, eu não paro de pensar na gente naquele dia.

-Como assim? Você sumiu, Blanca, desde que o ensino médio terminou. Inclusive, quando foi que você voltou pra cidade? - Eu de fato não estava entendendo muita coisa. E ela ainda tava lá em cima de mim rebolando gostoso pra caralho.

-Mas estou aqui agora. Estamos aqui agora!

Nesse momento, ela colocou a mão dentro da minha bermuda, colocou meu pau pra fora e começou a roçar em sua bucetinha, que dava pra sentir o quanto estava molhada. Ela ia subindo e descendo em cima de mim e dava alguns suspiros. Eu deitado no sofá sem entender porra nenhuma, mas cheio de tesão. Foi então que segurei a cintura dela e levantei ela um pouco. Posicionei meu pau no meio da sua buceta para tentar encaixar, não foi uma tarefa fácil e às vezes a cabeça do meu pau roçava em sua bunda. Caralho, aquela sensação era muito gostosa.

Depois de alguns minutinhos, ela pegou meu pau e colocou dentro dela. Nossa, aquela buceta tava quentinha. Então começou a subir e a descer, bem devagar, e aos poucos aumentando o ritmo. Ela passava a mão sobre meu peito, me arranhando. E eu não me segurei: me levantei, abaixei uma de suas alças da camisola e comecei a mamar aqueles peitos dela. Ela agora começou a gemer um pouco mais alto e até tapou a boca para não gemer. Então começamos a fuder com mais força. Ela começou a sentar com mais vontade, cavalgando bem gostoso na minha pika.

Eu segurava com mais força sua cintura e a cada subida eu puxava ela com mais força pra baixo. Até que de tanto vai e vem eu comecei a me preparar pra gozar. Ela, por sua vez, percebendo que eu já estava pra gozar, chegou no meu ouvido e começou uma contagem: "5, goza pra mim, vai... 4, deixa eu te sentir... 3, vai, me fode com gosto... 2, não para... 1…"

Foi então que, antes que eu gozasse, ela se levantou, segurou a cabeça do meu pau e me masturbou para gozar em seus peitos. Foi muita porra. Nossa, aquilo tinha sido muito louco. Ela então me beijou e simplesmente foi ao banheiro. Eu fiquei na sala sem entender porra nenhuma. Eu tava incrédulo com aquilo, duas noites, 3 gozadas kkkk. Quando ela saiu, eu também fui me limpar.

Ela ainda voltou, me deu um beijo e disse: “Eu não vou mais sair da sua vida.”
E entrou no quarto onde estava o namorado. Naquela noite eu fiquei deitado no sofá, tentando dormir e tentando entender.

No dia seguinte, acordei com o marido de Poli abrindo a porta do quarto. Então me organizei, me despedi dele e fui embora sem me despedir da Blanca. Quando cheguei em casa, fui direto para a cama. Mas quando olhei pro celular, tinha uma mensagem de Mel:

“Cass, Blanca pediu teu número, posso passar pra ela?”

Apenas olhei aquela mensagem com um sorriso no rosto.

É, leitores, eu tinha acabado de reencontrar a mulher da minha vida.

Mas isso não encerra minhas histórias sexuais. Apenas começam!

Até uma próxima…

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