Neusa um bundão divino.
Meusa, minha colega de trabalho, dois filhos e bundão que me tirou do sério.
Meu nome é Jair, tenho 39 anos, sou supervisor no trampo. Reparei na Neusa quando ela começou no serviço, mas de uniforme é mó difícil de ver o corpo, né? Fiquei de boa, nem dei muita bola. Só que um dia ela mudou de setor e apareceu com uma calça bem justa – aí, mano, vi aquele belo rabo! Fiquei doidão. A partir daí, tipo, só me importa aquela bunda, tô nem aí pra mais nada.
A aproximação não foi fácil. Ela era mó birrenta, não dava papo pra ninguém, ficava na dela. Mas, por causa do trampo, eu tinha que falar com ela quase todo dia. Fui tentando me aproximar, mas ela era dura na queda, não abria o jogo – quase desisti, juro. Até que uma noite a gente teve que ficar até mais tarde por causa de um problema no sistema. Eu acabei ajudando ela no setor, e, pelo cansaço, ela enfraqueceu a barreira. A gente começou a conversar de verdade, e pela primeira vez eu vi ela sorrir. Na hora pensei: "É sinal!" Perguntei do marido, ela negou; perguntei do namorado, também negou. Ela disse: "Quem vai querer uma mulher com dois filhos, que vive lutando pra sobreviver?" Eu respondi: "Talvez você não tenha perguntado pra pessoa certa?"
Terminamos tarde pra caramba por causa da avaria. Falei: "Neusa, tá escuro, perigoso... vou te dar uma carona." Ela topou. Levei ela até a porta de casa, e na despedida ela me deu um beijo – na bochecha. Depois daquele dia, a gente foi se aproximando mais. Continuei dando carona sempre que dava, e o papo foi fluindo cada vez melhor. Com o tempo, os beijos na bochecha viraram uns amassos gostosos na porta de casa dela, antes de ela descer do carro. Dava pra sentir que alguma coisa tava rolando entre a gente.
Até que uma noite, depois do trampo, chamei ela pra dar um rolê, comer alguma coisa. Ela topou, a gente foi num barzinho, conversamos pra caramba, rimos, e o tesão só aumentava. Na hora de ir embora, olhei nos olhos dela e falei na lata: "Bora num lugar mais reservado?" Ela deu um sorriso safado e respondeu: "Tá, mas se for pra ir, vai de uma vez." Meti o pé pro motel.
Chegando no quarto, a gente se agarrou com tudo, uns amassos loucos, beijando com vontade, passando a mão no corpo dela por cima da roupa – e ela correspondendo, forte. Comecei a despir ela devagar, tirando a blusa, abrindo a calça, e ela foi deixando, sem tirar uma, só olhando no meu olho com aquele ar de tesão. Quando vi a pele dela aparecendo, senti que ela tava tão louca quanto eu. Aí avancei de vez – não dava mais pra segurar.
Deitei ela na cama e puxei ela pra cima de mim, ela por cima. Comecei acariciando as costas dela, devagar, e desci a mão até segurar aquele bumbum – ela não fez nada, só deixou, confiando. A gente se beijou gostoso, e ela foi se ajeitando, até que pegou minha vara e começou a encaixar devagarinho. Aí, mano, ela cavalgou com tudo, rebolando gostoso, e eu senti na hora que ela tava com uma fome de vara que não tava aguentando mais. Segurei as mamas dela, apertando gostoso, e ela gemia alto, metendo com tudo, levantando o quadril e descendo de novo com vontade – que foda mais deliciosa, parecia que ela tava possuída. Eu só observava aquela cena, segurando firme, até que ela começou a tremer, os gemidos ficaram mais fortes, e ela gozou, se tremendo toda por cima de mim. Aí eu segurei o quadril dela, firme, e fiz ela continuar mexendo, até que eu não aguentei mais e esporrei tudo dentro dela, quente. Depois ela caiu sobre mim, toda suada, com um sorrisinho de canto – aquele sorriso de quem tava com saudade de levar pica, e finalmente tinha matado a vontade.
Ficamos deitados, ela com a cabeça no meu ombro, e eu comecei a apertar o bumbum dela devagar. Ela levantou a cabeça e sussurrou: "Safadinho, não acha que tá mexendo demais?" Eu falei que era lindo, ela riu com voz meladinha e perguntou se eu tava tentando ela. Respondi: "Não, eu quero mesmo." Aí pedi o cuzinho, falou que nunca tinha dado para eu ser carinhoso, depois virou de ladinho e falou baixinho: "Vem, mas vai devagar, que nunca fizeram isso." Encostei a vara no buraquinho, fui entrando devagar, ela gemeu baixinho, chorou um pouco, mas não fugiu. Fui com socadinhas curtas até abrir tudo, e quando senti que tava soltinho, enfiei até o talo e gozei dentro, sentindo o cuzinho apertar meu pau. Ela tremeu toda e ficou molinha.
Depois ficamos quietos, ofegantes, até que ela falou: "Vamos tomar uma ducha, tô toda melada." Fomos juntos pro banheiro, nos limpamos debaixo da água morna, trocando uns beijinhos e carícias. Depois vestimos, peguei o carro e levei ela de volta pra casa. No caminho ela ficou calada, olhando pela janela. Na porta, ela me deu um beijo rápido e disse: "Obrigada pela noite... os filhos tão me esperando, já tô até tarde." Desceu com um sorriso, e eu fiquei olhando aquele bumbum entrar pela porta.
E foi assim, mano – uma noite que começou com um sistema quebrado e terminou comigo quebrado de prazer, deitado no carro, pensando naquela bunda que me tirou do sério.
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Comentários (1)
@JhowCm: Rabudas é tezao de mais gostosas pra caralho
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