Ciúmes de Filho: Na praia com os gostosos dos nossos pais! Pt. 3 e 4
Arthur me masturbou em público na praia, e nossos pais viram! Parte 3 e 4 juntas!
[Cap. 3]
“E aí Felipe! De boa?” era o Arthur me dando um aperto de mão com um sorriso.
Enfim estávamos na praia. Papai e eu chegamos lá pras 8h30 quando nos juntamos ao Augusto e Arthur. A praia estava levemente movimentada, chegando pessoas aos poucos. E porra, se meu pai não fosse suficiente pra mim, eu estaria babando de tesão com tanto macho gostoso passando ao redor.
A gente colocou as bolsas debaixo da mesinha que estava debaixo do guarda-sol, e tinha cadeira pra sentar também, com várias latinhas de cerveja numa caixa térmica. Eu só espero não depender disso o resto do dia. Última vez que fiquei bêbado, falei coisas muito vergonhosas perto do papai.
Mas enfim... o papai e o Augusto tinham bastante coisa em comum, além de serem pais solteiros, se conhecerem há bastante tempo, frequentar a mesma academia e serem colegas de trabalho. Ambos tinham corpos grandes, com músculos dignos de um coroa Premium, embora eu achasse o peitoral e bunda do meu pai mais gostosos. Mas a quem quero enganar? Ele era o homem mais gostoso do mundo pra mim.
E claro, os dois tinham dois filhos tarados. O puto do Arthur estava apenas de short igual a mim, e eu percebi o olhar dele em cima do meu pai quando a gente chegou. O irônico era que o pai dele também era um tremendo de um gostoso, o cara parecia está combinando com meu pai quando veio de sunga. Porque a sunga dele também era branca, porém listrada.
Que porra, eu não devia olhar pra ele tanto assim.
“Ei, tira os olhos do meu pai, tarado” o Arthur falou baixinho enquanto eu virava pra ele.
“Até parece que não vi você olhando pro meu quando chegamos”
“E porque seu pai está de camisa e shorts? Achei que ele ia vim sem nada” o puto voltou a encarar meu pai conversando com o dele, e eu estava começando a ficar incomodado com os olhos dele na bunda do meu pai. Porque mesmo de short, o papai tinha um rabo enorme.
Foi quando eu desejei que o papai ficasse de roupa mesmo, mas ele começou a tirar a camisa, expondo seus músculos com trilha de pelos descendo pra virilha. E foi quando ele começou a descer o short, que meu coração acelerou pra um caralho, porque a sunga que ele usava, era a mesma que ele foi dormir. A mesma que eu gozei e que continuava apertada nele.
“Oh... ei Felipe, acho que vou convencer o papai a passar a noite com vocês hoje” o pervertido do Arthur falou enquanto passava a mão no pau e via a bunda fodidamente deliciosa do meu pai por cima da sunga.
Caralho, eu também não devia encarar por tanto tempo. Porque não apenas meu pai, mas o pai do Arthur também estava de costas pra gente, e a visão do seus rabos foi demais pra aguentar. Que porra, eu precisei parar de encarar, senão ia ter uma ereção em público.
“Ei Felipe! Já falei pra tirar os olhos do meu pai!” o Arthur falou um pouco alto demais, e eu estava para responder quando nossos pais viraram pra gente, se aproximando.
“O que vocês estão aprontando aí, meninos?” o Augusto falou, passando a mão no cabelo do filho dele.
“Nada não, pai. Só o Felipe aqui que está com fome, acho melhor levar ele pra comer alguma coisa”
Eu juro que se não fosse nossos pais ali, eu teria jogado aquele moleque na água! Só que logo depois meu pai se virou pra mim e perguntou:
“Ei filho, por que não disse que estava com fome? Eu teria esperado você comer alguma coisa antes de vimos pra cá” ele me tocou no ombro, e eu fiquei nervoso com sua mão, porque o tarado do Arthur não estava completamente mentindo quando disse que eu estava com fome. Mas não era de comida.
“Não pai, eu estou...” mas eu hesitei, porque o Augusto estava me encarando preocupado, e eu me segurei pra não descer os olhos pra sua sunga.
“Tá tudo bem Fernando, eu posso levar o garoto pra comprar alguma coisa. Certo, Felipe?” e o Augusto piscou pra mim que eu sentir as bochechas queimarem.
Porra, acho que eu não devia ir com ele, mas já era tarde e lá estava eu andando com o Augusto, nos distanciando cada vez mais do meu pai que ficou sozinho com o pervertido do Arthur. E pelo o que entendi, eles estavam para se encontrar com outras pessoas, mas parece que por enquanto, éramos só nós 4, ou melhor dizendo, nós 2.
O Augusto me lembrava muito o meu pai, ambos tinham a mesma altura e físico. Mesmo que sua pele fosse mais bronzeada, e cabelo menos cheio, eles tinham o mesmo corte de barba, e também seus corpos pareciam igualmente peludos, não tão cheios pelo corpo, mas aparados que dava aquela impressão de ator pornô de meia idade.
Caralho, eu só espero aguentar pra poder gozar de novo antes do fim do dia. Porque na minha cabeça meu pai era o único macho que eu precisava, só que olhando pro Augusto assim, eu percebi que ele era tão gostoso e atraente quanto meu pai. Mesmo que quase todos os finais de semana a gente se veja, agora parecia mais, porque pra variar, eu estava num período de tesão descomunal do tipo que poderia trepar com todos esses caras na praia agora.
“Ei Felipe, você gosta de camarão? Ou queijo na brasa? Tem outro quiosque mais pra frente se não gostar desses--"
“Sim, é uma delícia. Acho que vai ser uma boa” eu falei meio sem jeito, estranhando o jeito preocupado dele comigo.
Não é como se eu fosse ignorante, mas dali eu não conseguia ver meu pai e o Arthur. Foi quando o Augusto olhou pra mim como se soubesse o que eu estava pensando.
“Ei, sei que você e seu pai são bem próximos. Mas não precisa se preocupar com ele agora, ele está bem com o Arthur”
Era isso que me deixava inquieto.
“Eu não estou preocupado, só... ando pensando demais”
A gente estava no quiosque, esperando a carne e o queijo no palito, quando ele começou a me encarar sem desviar o olhar, e eu estava começando a me sentir observado de um jeito sexual.
“O Fernando fala bastante de você, e acho que estou começando a saber por que ele fica tão apressado pra voltar pra casa”
“Hmm? O que o papai fala de mim?”
Ele soltou um riso vendo como eu estava ansioso agora, mas acabou que não respondeu a minha pergunta. Que porra, eu queria insistir, mas temi que ficasse um climão, porque tudo o que eu fazia era estar perto do papai e seguir ele pra todo lado, como um cachorro perdido em busca de carinho. Eu odiava estar apaixonado e não poder demonstrar.
“Ei Felipe, aqui, esses são pra você”
“Obrigado Augusto”
Ele me deu dois, e segurou três carne e queijo no palito para levar pro meu pai e o Arthur. O Augusto era um cara legal, eu só não gostava do jeito que o filho dele agia perto do meu pai. Porque foda-se se sou ciumento, mas nenhum moleque deveria se esfregar no seu pai enquanto você está por perto.
No caminho de volta, cruzei o olhar com alguns caras, e o jeito que alguns pareciam atentos na gente me deixou curioso. Mas acho que foi por causa do Augusto estar muito perto de mim. Como ele estava apenas de sunga marcando o saco e o rabo grande, eu pensei se os caras ao nosso redor não estariam pensando que a gente era um casal.
Puta merda! O Augusto passou um braço no meu ombro, e eu sentir que ia surtar com ele próximo desse jeito. O cara era um tremendo gostoso, e acho que se não estivéssemos em público, eu teria tentado a sorte e passado uma mão na sua bunda.
“Ei Felipe, acho que têm uns caras de olho em você” ele falou em tom de brincadeira.
“Na verdade, acho que eles estão de olho em você” respondi também em tom de brincadeira.
“Não, que isso. Quem seria louco de olhar pra mim com você por perto”
Ele estava me chamando de bonito? Eu não sei, mas o fato dele não se incomodar com olhares masculinos sobre a gente, me fez ter dúvida se ele não curtia caras também. Eu quis tanto perguntar, mas ele era um cara de uns 45 anos, e eu de 19, pode ser que fosse impróprio da minha parte perguntar dos gostos sexuais dele. E também, tinha meu pai...
“Parece que eles estão se dando muito bem” o Augusto falou enquanto a gente assistia de longe o filho dele e meu pai muito próximos um do outro.
“Porra” xinguei baixinho, foi quando eu acelerei os passos, e o Augusto me acompanhou.
O tarado do Arthur estava passando protetor solar nas costas do meu pai. Literalmente tocando meu pai na cintura e músculos dos braços. Eu segurei meus dois palitos de carne e queijo com bastante força, e dei um olhar de raiva pro Arthur. Eu não acredito que estava com inveja de um garoto pervertido como ele!
“Ei filho, o Arthur está me ajudando a passar o protetor solar”
É, acho que eu e todos ali perto estavam bem cientes disso. Não dava pra ignorar o jeito como ele tocava meu pai.
Foi quando o Augusto entregou para os dois um espetinho cada. E acho que eu não percebi antes, mas o Augusto estava um tanto suado, com gotas de suor descendo de seu peito pro abdômen e entrando na sunga. Deve ter sido nossa caminhada debaixo do sol.
“Valeu pai! Amo espetinho” o Arthur deu uma mordida e depois pediu pro meu pai segurar enquanto ele passava o resto do protetor.
Eu sei que eu não fui o único que viu, porque o Augusto fez uma cara de espanto quando vimos o tarado do Arthur encostar o pau por cima do short, na bunda do meu pai. Era verdade que meu pai tinha um rabo enorme, mas aquela sunga estava bem apertada e eu quase quebrei o palito de tanta força quando vi o Arthur passando a mão nas coxas do meu pai.
“Acho que preciso de mais protetor pra passar nas suas pernas, sr. Fernando” o Arthur falou baixinho, e foi quando meu pai enfim sentiu que o garoto estava sendo muito oferecido.
“Acho que tá bom, Arthur. Eu cuido do resto. Obrigado” papai entregou ao garoto o espeto dele, e veio pra mim.
Eu nem quis olhar pro abusado do Arthur, fiquei puto por não ter sido eu quem passou protetor no meu pai. Ele pareceu notar que eu estava mal, e puxou uma cadeira pra sentar comigo lado a lado, com nossas coxas se tocando. O Augusto parecia está trocando um papo com seu filho também, mas não tão amigável quanto o meu estava comigo.
“Eu já estava ficando com saudade. Você e o Augusto demoraram muito” papai falou baixinho só pra mim, e foi quando ele envolveu um braço no meu ombro enquanto massageava meu cabelo.
“Eu não gosto de ficar separado do senhor. E justamente quando me afasto, isso acontece...” falei meio tímido porque papai ainda usava aquela sunga branca apertada, e seu saco estava marcando. Mas meu coração bater mais forte foi só porque ele disse que estava com saudades de mim.
“Você está chateado porque o Arthur passou protetor solar em mim?” papai deu um sorriso divertido, mas eu não achei graça.
“Não ria, pai. O senhor sabe que sou eu quem sempre passo seu protetor solar. É importante pra mim...”
Assim como era importante andar com ele, olhar, conversar, vê-lo chegar em casa e me abraçar forte todo dia. Eu não queria dividir seu sorriso com mais ninguém. Só que ele não sabia que eu pensava isso dele, e doía ter outro garoto babando por ele, porque caso meu pai gostasse de homens, o Arthur teria mais chances com ele, do que eu. Ser apaixonado por seu próprio pai era um obstáculo quando incesto era visto com maus olhos na sociedade.
“Ei querido, olha pra mim” papai disse com sua voz preocupada e eu encarei ele nos olhos sentindo minhas bochechas queimarem.
Estávamos tão perto, eu queria tanto beijá-lo agora. E como se ele ouvisse meus pensamentos, papai me beijou. Não na boca, infelizmente, mas na testa.
“Você sempre será meu garoto, e prometo que na próxima, deixo você passar o protetor solar em mim. Tá bom Felipe?” e então ele me beijou na testa de novo, e eu vi seu sorriso fofo pra mim.
Caralho, tenho certeza que um dia ainda iria beijá-lo na boca e passar dias transando com seu corpo gostoso enquanto papai implorava pelo meu leite. Eu quero tanto ele. Mas quando senti meu pênis tremer no short, eu dei uma mordida no espetinho de carne e queijo pra descontrair, e então falei:
“Sabe pai, acho que vou gostar de passar o dia na praia com o senhor” eu esperei mais um beijo na testa, mas ele só sorriu divertido pra mim bagunçando meus cabelos, e eu sorrir de volta. Percebendo que o dia estava só começando.
Eu teria meu pai comigo, seu amigo Augusto que é como um tio pra mim, e tinha o tarado do Arthur também, mas isso dava para aguentar, porque por um lado, o garoto sempre gostou bastante de mim, com aquele seu jeito animado e brincalhão, e por mais que ele olhasse pra bunda de todo cara que passava na nossa frente, eu gostava da sua companhia.
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[Cap. 4]
Papai e eu moramos num lugar litorâneo há muito tempo, e por isso nunca foi tão surpreendente vim à praia aos finais de semana, e sempre viemos com mais alguém, fosse o Augusto ou outros amigos ou colegas do trabalho. Eu saio com a galera da faculdade também, só que estar no meio de homens mais velhos era mais gostoso. Hoje estava eu, papai, Augusto e seu filho Arthur que tem minha idade, que é 19. Se alguém olhasse de longe, podia dizer que éramos uma família com 2 pais deliciosos e 2 irmãos tarados que discutiam as vezes.
Estava cheio de macho gostoso na praia, além do meu pai e o Augusto, claro. E ficou assim por mais algumas horas, quando papai encontrou outros amigos, e ele e o Augusto foram bater um papo na areia onde estavam nossas coisas e as cervejas, e eu fiquei na água com o Arthur.
“Vem cá Felipe” ele falou enquanto emergia da água e jogava o cabelo pra trás.
“Cara, nossos pais não estão mais aqui, não precisa fingir que gosta de mim”
“O quê?! Mas eu gosto de você cara”
“Talvez não tanto quanto gosta do meu pai, né mesmo?” falei, vendo um cara passar perto de mim e me encarando com um sorriso estranhamente sedutor.
“Você não devia ficar emburrado por isso. O sr. Nando é como um pai pra mim, eu gosto dele tanto quanto gosto de você”
Ele estava chamando meu pai pelo apelido?
“Não é o que parece. Eu vejo como você fica empolgado perto do meu pai. Seu tarado” joguei água nele, mas o moleque deu a volta e me pegou por trás, apoiando os braços nos meus ombros.
“Ei garotão, fica tranquilo. Eu sei que seu pai é hétero, eu só gosto de te provocar pra ver se você presta atenção em mim” ele sussurrou no meu ouvido e eu tremi.
“Empurrando seu pau na bunda do meu pai? Eu vi o que você fez, e seu pai também” eu voltei a encarar o outro cara que havia passado por mim, e ele olhava pra nós dois como se o Arthur e eu fôssemos irmãos.
“Vai cara, tem que admitir que teu pai é um tremendo de um gostoso. Posso contar um segredo pra você?” ele falou me abraçando por trás, apoiando o rosto no meu ombro.
“Já que você quer tanto, fala logo” mas daí eu senti sua mão indo pra debaixo d’água e ele agarrou meu pau com força.
“As vezes eu bato punheta pensando no seu pai todo aberto pra mim implorando pela minha rola no cu dele”
Puta que pariu! Ele segurava meu pau com muita força, e eu fiquei nervoso de alguém notar, mas ninguém estava prestando atenção além do outro cara que continuava nos encarando de longe.
“Seu pervertido! Para com isso, estamos em público”
“Qual é irmãozinho, eu sei que você gosta de homens também”
“Eu não sou seu irmão” tentei afastar sua mão do meu pau, só que quando ele enfiou a mão dentro do meu short e agarrou minha pica que estava ficando dura, eu só perdi as forças.
“A gente podia ser uma família bem divertida... você... eu, o papai... e o gostoso do sr. Nando” o Arthur começou a me punhetar embaixo d’água, e eu tentei não parecer tão nervoso em público, porque quem sabe pensassem que éramos apenas irmãos, e não que ele estava batendo uma punheta pra mim.
“Cara, alguém vai nos pegar! E pare de falar do meu pai assim... ahh porra! Devagar!” tentei parar ele, mas o pervertido acelerou a mão e quando uma pequena onda veio, ele segurou minha mão e a levou até seu pau duro atrás de mim.
Aquele tarado ia fazer a gente ser pego! Mas porra, estava gostoso pra caralho, tanto que eu só taquei o foda-se e comecei a masturbar ele também. Mas ficou suspeito, quando outros dois homens olharam pra gente com rosto de desconfiança. E o primeiro cara que tinha cruzado olhar comigo, parecia focado demais na gente agora enquanto fingia nadar não muito longe de nós.
“Isso, bate uma punheta gostosa pra mim, Felipe! Aposto que nossos pais estão olhando lá de longe como estamos bem amiguinhos agora né” ele debochou, e eu teria olhado pra trás, mas ele estava me segurando com a mão no meu pau.
Esse tarado era bom com a mão, e eu acabei me entregando de vez, vendo outra pequena onda bater na gente, e eu agradecer por estarmos ajoelhados e a água bater na altura abaixo do nosso peito.
Foda-se se tinha outros caras olhando, eu comecei a masturbar ele com força agora, ouvindo ele gemendo no meu ombro enquanto sua mão agitada estava quase me fazendo gozar. Sua rola era tão grande quanto a minha, e bem grossa também, e mesmo não vendo, eu sabia que ele era pentelhudo igual a mim. Quem sabe a gente fosse irmão mesmo, mas irmãos de rola.
“Porra... mais forte Felipe, acho que vou gozar!”
“Seu tarado! Fala b-baixo! Aahh caralho!”
Eu mesmo estava quase gozando, e fiquei nervosos quando um cara passou do nosso lado, e ficou ali, como se soubesse o que estávamos fazendo. Eu não me importei se ele queria participar também, eu só continuei masturbando o pervertido do Arthur e quando o meu gozo estava chegando, eu sentir ele se agarrar em mim com força enquanto gozava também.
Puta merda, meu corpo tremeu e minha visão ficou turva sentindo minha pica jorrando leite quente. Eu podia está molhado, mas ainda senti o Arthur babando no meu ombro enquanto nossas porras grossas eram atirados na água. Seu jato foi tão forte que mesmo debaixo d’água, sentir a porra dele atingido minhas costas.
Então outra onda veio, e por a gente está com o corpo mole e fraco, acabamos subindo e ficando mais expostos na areia. Então ficamos deitados na areia apoiados nos cotovelos com água e ondas rasas cobrindo apenas nossas pernas e barriga.
“Porra, acho que poderíamos fazer isso de novo outro dia” ele falou cansado e eu tentei demonstrar arrependimento, mas caralho, foi uma delícia gozar em público com alguns caras ainda desconfiados da gente.
“Vamos voltar, seu pequeno pervertido, está quase na hora do almoço” me levantei me certificando de que meu pau continuava dentro do short, e puxei ele comigo para voltarmos pros nossos pais.
No caminho, ele voltou a sussurrar pra mim:
“Não pense que foi nossa última brincadeira, irmãozinho”
Eu teria dito que não ia se repetir, mas ele se apressou e sentou ao lado do meu pai, pegando um camarão e enfiando na boca.
Havia mais três homens ali com o papai e o Augusto, mas eu já os conhecia, então procurei uma cadeira para sentar.
“Ei Felipe, senta aqui perto de mim” o Augusto puxou uma cadeira e colocou ao seu lado, e eu tive que sentar com ele passando um braço no meu ombro enquanto a gente comia camarão.
O almoço veio em seguida e eu quase não me incomodei com o Arthur colado no meu pai. Porque vez ou outra o papai tocava no meu pé com o dele debaixo da mesa e sorria brincalhão pra mim. Quando ele piscou, afastou a latinha de cerveja da boca e ofereceu pra mim. Eu não devia aceitar porque eu ia dirigir de volta pra casa, mas mesmo assim eu bebi um pouco. Depois eu devolvi ao papai e ele bebeu novamente, encostando a boca na latinha no mesmo lugar que meus lábios estavam.
Porra, eu estava gritando por dentro para poder jogá-lo na areia, subir nele e enfiar meu pênis na sua boca, mas me segurei enquanto afastava o pensamento e voltava a comer ouvindo a conversa deles.
Após algumas horas, precisamos ir embora. E mesmo que estivéssemos cansados, foi legal, porque pegamos um bronze, e eu sabia que o papai estava com marquinha de bronze na bunda. Mesmo assim, eram umas 15h10 quando arrumamos as coisas e nos despedimos dos amigos do papai e do Augusto. Eu vi que o Arthur continuava colado no meu pai, mas eu não me importei tanto, porque em algumas horas seria eu quem estaria deitado na cama com ele, o abraçando e falando que o dia foi ótimo só porque ele estava comigo.
Mas então o Arthur tinha que estragar tudo.
“Ei pai, conversei com o sr. Nando, e ele não se importa de passarmos a noite lá hoje. Podemos ir, né?”
Puta que pariu, eu não queria estar ouvindo aquilo.
“Tudo bem mesmo Fernando? Não quero atrapalhar você e seu filho”
Eu gostava do sr. Augusto, mas ele tinha razão, ia está atrapalhando com o filho dele se jogando no meu pai.
“Tudo tranquilo, é sempre bom ter companhia lá em casa. Né Felipe?”
“Sim, pai” falei quase no automático, mas foi lindo ver o papai sorrindo pra mim. Porra, eu cedia qualquer coisa pra ele, até meu pau se ele pedisse.
“Beleza! Será que posso ir com o sr. Nando no carro dele? E o senhor vai com o Felipe, e nos encontramos lá”
Aquilo não podia está acontecendo comigo. Eu ia foder aquele garoto até ele derramar lágrimas.
Mas acabou que ficou por isso mesmo, porque eu não consegui dizer não pro Augusto. O cara parecia gostar mesmo de mim. E também foi uma boa desculpa quando chegamos no estacionamento, e eu precisei abraçar o papai ali, na frente do Arthur que parecia com inveja.
“Te amo pai, nos vemos em casa” falei apertando ele com força.
“Calma querido, não é nem 30 minutos de viagem. Daqui a pouco estamos em casa e você pode me abraçar de novo” eu sabia que ele estava brincando, porque eu tenho muito costume de abraçar ele, só que mesmo assim, eu segurei ele por mais tempo, sentindo seu corpo no meu.
Quando entrei no carro do Augusto, ele não se importou de eu dirigir porque assim como meu pai, ele estava bêbado. Isso significava que o Arthur iria dirigir também, o que era bom, porque ele não ia tentar tocar no meu pai enquanto estava dirigindo.
No caminho, o Augusto pareceu bastante relaxado. E as vezes quando eu parava no sinal, via que o short curto que ele usava marcava bastante seu saco e pênis. Ele devia está sem cueca. Mas tentei não olhar por muito tempo, porque ele notou quando encarei sua virilha duas vezes já.
“Você é bom no volante, o Fernando tem sorte ter um filho como você”
“Como assim? O Arthur não é igual a mim?” eu vi que ele tinha aberto as pernas um pouco mais, e fiquei um pouco nervoso porque seu volume pareceu maior.
“O meu filho é um pouco teimoso. Mas as vezes eu queria que ele fosse mais como você” ele me encarou, e eu voltei a focar na estrada depois que passei o sinal, porque pra piorar, eu tinha encarado seu pênis por tempo demais.
“Do jeito que o Arthur fica com o meu pai, eu achava que ele era assim com você também”
“O Arthur é carinhoso com as pessoas assim mesmo. Mas ele também vive grudado em mim, principalmente quando bebe demais. As vezes até dormimos juntos, sabia?
“Sério? Papai e eu também. A gente já tinha essa mania desde sempre, mas hoje que tenho 19, nunca se tornou estranho a gente dormir na mesma cama”
“Sim, estou ciente. O Fernando não para de falar de você quando estamos na academia ou no intervalo do trabalho”
Por algum motivo, meu rosto esquentou, e não foi porque o pênis do Augusto estava mais amostra agora.
“É, eu não sabia que o papai falava tanto de mim” eu olhei pra baixo uma última vez, e eu sentir que o Augusto estava ficando de pau duro agora, e ele não escondia.
“Então Felipe... você gosta do meu filho?”
“Arthur? Gosto, ele parece um irmão que nunca tive” claro que eu não ia falar que surtava quando ele dava em cima do meu pai.
“Apenas como irmão? Porque eu vi vocês dois juntos hoje, e tudo bem se estiverem--"
“Não, não. Eu não gosto do Arthur desse jeito, ele é bonito e tals, mas já tem outro homem na minha vida”
“Então você gosta de homens?” sua voz era baixa, como se ele estivesse querendo que eu notasse seu pênis duro no short.
Porra, eu fiquei na vontade de tocar seu pau, porque estava na cara que ele estava querendo. Mas nós tínhamos acabado de chegar no prédio, e eu fingir não notar seu pau porque sabia que não ia aguentar cair de boca naquela pica. Pouco depois, a gente subiu e eu percebi que o papai e o Arthur já tinham se trocado, e agora estavam no sofá com a TV ligada.
Algo parecia estranho entre os dois, mas eu preferi acreditar que não aconteceu nada. Mesmo assim, eu só passei por eles e fui pro meu quarto me trocar, já que tinha tomado banho na praia.
Fechei a porta, mas quando fui tirar o short, alguém bateu.
“Sou eu filho, posso entrar?”
“Entra pai”
“Filho, você está bem-- nossa, não vi que estava se trocando, quer que eu saia?”
“Não. Fica por favor, eu quero o senhor aqui. Vou só vestir alguma coisa rapidinho”
Eu estava nu na frente do papai, vi ele tentar desviar o olhar do meu pau, mas fiquei animado quando peguei ele encarando meu saco por tempo demais, até resolver sentar na minha cama. Eu demorei mais um pouco e só depois que vestir alguma coisa, sentei ao lado dele na cama.
“O senhor queria falar alguma coisa?”
“Sim, eu...” mas ele parecia nervoso. “Só queria saber se você estava bem. A viagem foi tranquila?”
“Sim pai, de boas. E tudo bem com você e o Arthur? Ele não tentou nada não, né?”
“Não, ele é um bom garoto. Só é um pouco carinhoso demais” papai riu, mas eu e ele sabíamos que o garoto era um pervertido aproveitador. Então papai continuou falando: “Eu só queria perguntar se está acontecendo alguma coisa entre você e ele, porque--"
“Não, claro que não. Por que o senhor e o Augusto ficam perguntando se o Arthur e eu estamos namorando? Eu não gosto dele, pai”
“Verdade? Porque vocês são amigos há muito tempo, e nós vimos como vocês dois estavam juntos lá na praia, e achei que estavam escondendo alguma coisa de mim e do Augusto”
“Por favor tira isso da cabeça, eu não preciso de ninguém além do senh--" mas eu parei antes que papai desconfiasse que eu queria ele como meu homem.
Porra, a vontade de subir em cima dele para lhe foder gostoso não passava, eu tinha que dá um jeito de acelerar as coisas entre a gente antes que ele pensasse que gosto de outra pessoa.
“Mas pera aí pai, você estava com ciúmes? De mim e do Arthur?”
“Ciúmes? Não, que isso? Você é meu filho, Felipe. Eu só te amo, e tudo bem pra mim você gostar de homens, tá bem? Mas precisa me falar se conhecer alguém, tenho que saber quem é o sortudo que vai namorar meu garoto” papai sorriu amigável pra mim, e eu estava vendo que ele ia se levantar pra sair do quarto, mas eu segurei ele.
“Ei pai, espera mais um pouco”
“Claro, tudo que precisar, filho. O que houve?”
“Eu...”
“Sim?”
Porra, eu o queria tanto. Papai é tão lindo, gostoso, com um sorriso lindo, e ele sempre sabe quando eu preciso da sua atenção. Eu não queria estragar nosso relacionamento de pai e filho, mas eu não resistir quando segurei sua mão na minha, e me aproximei dele na cama.
“Felipe?”
“Ei pai, acho que preciso confessar outro segredo” meu coração estava tão acelerado, e o fato dele não recuar só me incentivou a chegar perto do seu rosto a ponto de sentir sua respiração. Ele estava focado em mim como se soubesse o que eu ia fazer, porque caralho, eu não tirava os olhos da sua boca. Eu sabia que se fizesse aquilo, não teria volta. Mas foda-se, eu tinha que ter ele antes que o Arthur ou qualquer outra pessoa tomasse ele de mim.
“Filho, o q-- mmmhm!”
E puta que pariu! Eu o beijei nos lábios mesmo! Peguei o papai de surpresa quando abrir sua boca com minha língua. Ele pareceu atordoado demais para fugir, e eu aproveitei para continuar lhe beijando, cada vez mais forte. E pela primeira vez na vida, sentir como era gostoso beijar alguém que eu amo de verdade. Ele era meu pai, o homem que me fez e me criou. Porra, eu ia empurrar ele na cama e transar com ele ali mesmo, eu ia enfiar meu pênis na sua boca, na sua bunda, gozar tanto que ele ia ficar completamente cheio da minha porra quente e grossa, ia ficar até com dificuldade de andar depois que eu destruísse sua bunda com meu pau enorme.
Mas alguém bateu na porra da porta e o papai se assustou, se afastando de mim só para ver que o Augusto e o Arthur estavam na porta.
“Desculpa Fernando, mas pensei em pedirmos pizza para esta noite. Tudo bem pra vocês?”
Mas o papai estava com a mente longe. Foi só quando o Augusto falou de novo com a gente que o papai se levantou, soltando minha mão e respondendo ao seu amigo que estava tudo bem.
Porra, no momento que eu mais preciso ficar sozinho com ele, o Augusto e o Arthur estavam conosco. Mas acho que não dava pra esperar mais, eu tinha que dá um jeito naquele rabo. Era agora ou nunca, a gente ia transar de qualquer jeito.
[continua na parte 5]
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