O que a gente não faz para um pai desesperado pela situação da filha?
V O que a gente não faz para um pai desesperado pela situação da filha?
Desde quando o Sr. Messias, D. Rute e a filha Laura, são afrodescendentes, de pele um pouco clara, se mudaram para a casa ao lado da minha, nossa amizade só aumentou, se acostumaram a se sentar na calçada no final do dia, o casal muito alegre, a filha, sempre quieta, às vezes perdida em pensamentos, mas, sentava om a gente.
Tenho 50 anos solteirão convicto, já morei com umas mulheres, hoje estou só, tenho uma pequena empresa de reforma de casa, procuro manter meus 75 Kg, caminhando toda tarde, um cara normal diria.
Numa tarde só ficaram sentados na calçada ele e eu, foi aí que falei da quietude da Laura, ele me disse por que, violência doméstica com o ex-marido, fez terapia, já incentivamos ela sair, ela dirige, minha esposa e eu estamos preocupados.
Perguntei se eu a convidasse para caminhar comigo, ela não precisa falar nada, acho que ajudaria a sair de casa, isto é se o Sr. permitir.
Mateus, ela tem 40 anos como vou impedir.
Nas tardes comecei a puxar assunto ela me respondia muito pouco, ai num certo dia com eles juntos convidei-a a caminhar no Parque das Amoras, devia ter de cumprimento Km e largura uns 80, bem arborizado, calmo, ficava em um área residencial, com ajuda deles ela aceitou, sempre de bermuda de moleton, larga, camiseta de malha, um pouco larga também, falamos muito pouco no começo, depois, já falava mais, percebi que estava ficando mais solta, aceitou algumas vezes comer uma pizza comigo, sempre respeitando-a.
Numa tarde, como sempre, caminhando no parque nós dois, começou a formar um tempo feio de chuva, estávamos no fim do parque, começo a ventar e trovejar, e dar uns pingos grandes de chuva, peguei na mão dela para corrermos, era a primeira vez que fazia isso, ela me perguntou se daria tempo de chegar em casa, disse, não, vamos nos abrigar num dos bebedouros desativados, e fomos, era como se fosse um nicho, parede de 1,20, laterais de 60, coberto, já chegamos com chuva apertando, relâmpagos, trovões, ela se encostou no bebedouro cruzou as mãos nos seus seios e cada barulho ela estremecia, aí a chuva veio com força, tentando protege-la, abracei-a, senti seu corpo ficar duro, comecei a alisar suas costas e dizer, calma, já vai passar, ela começou a relaxar descruzou os braços e deixou-os soltos e eu abraçado tentava acalmá-la, logo ela come ela também me abraçou, ficamos assim por um bom tempo, abraçados, ela com a cabeça no meu pescoço, respirava, forte, perguntei se estava tudo bem, disse que sim, voltamos a nos abraçar e fazermos carinho um nas costas do outro, e a chuva, vento, não parava, não sei por que, acho que o clima entre nós, encarei-a e fui me aproximando de sua boca grande carnuda, comecei a beijá-la, ela ficou parada, insisti e começou a corresponder, de um beijo tímido, passou para um desesperador, dos dois, ela começou a sentir a minha ereção, estava com short adidas, e se aproximou com o corpo, e nossos beijos cada vez mais quentes, aos poucos consegui passar as mãos por baixo de sua camiseta e acariciar sus costas, ela suspirou, fez o mesmo em mim, devagar fui levando uma das mãos para frente e chegar no seu seios, ela parou, parei também, perguntei tudo bem?
Sim, sim, voltamos a nos beijar, dei um jeito de suspender seu sutiã, era de um tecido fino e mole, um seio saltou, que delícia de seios, médio, mamilos grandes, passava a mão nele, e fui para o outro e soltei-o do sutiã, dois seios para mim, me deliciar, ela suspirava, e a chuva, vento continuava, comecei a descer uma das mãos pela barriga, ela suspirou, quando cheguei perto da sua buceta, sentindo seus pelos, ela colocou a mão em cima da minha, falei bem carinhoso tudo bem, relaxe, fui descendo e cheguei na sua calcinha, mesmo tecido que o sutiã e fui direto para sua buceta, volumosa, carnuda, aí que entendi, do uso das bermudas larga, comecei a massageá-la, ela gemia e tremia, forçava mais minha mão para que sentisse mais, gemeu alto e suspirou, continuei, ela gemendo, mantive a massagem, até que ela tirou minha mão e disse, alguém pode ver, disse, como com essa chuva, quem é o louco de sair na rua, voltamos a nos beijar e ela se encostar mais no meu pau, peguei a mão dela e fui deslizando até meu pau, ela aceitou quando pegou-o, suspirou, apertava-o, deixei-a fazer isso até um tempo, pedi para ela se virar, me olhou como perguntando o que vai fazer, disse fique tranquila, ela de costa encostei meu pau na sua bunda e fiquei sarrando, ela correspondia, baixei minha bermuda e com o pau de fora, comecei a baixar a bermuda dela, e se alguém ver? Fique tranquila, estamos sós, aquela bunda redonda, lisa, cor de canela, meio arrebitada, entrei com meu pau no meio das pernas dela, quando sentiu, suspirou, puxei ela mais para mim, ela entendeu e se dobrou, abriu mais as pernas e fui conduzindo meu pau na entrada da sua buceta, quando cheguei na entrada, disse, fique tranquila que vou com muito carinho, fui forçando ela gemendo e forçando para trás, e eu forçando para frente, sentir entrar quase tudo, parei e deixei-a sentir meu pau todo dentro dela, ela começou a apertá-lo com a buceta de uma forma diferente, que delícia ela fazer aquilo, conforme ela apertava, gemeia e rebolava, para mim era estar nas nuvens, ui que delícia, prazeroso, comecei a ir e vir, não demorou muito, ela deu um gritinho e gemeu e travou meu pau com a sua buceta, senti seu orgasmo, suspirou, se acalmou a chuva estava diminuindo, comecei a fodê-la mais rápido para gozar antes da chuva parar, naquele clima de aventura, logo gemi e gozei, ela rebolava, e gemia, gemia, a foi se acalmando, fui tirando meu pau, ela já subiu sua bermuda e eu a minha, se virou me deu um beijo e disse, nunca pensei que tivesse outro homem na minha vida e aconteceu e ainda em um local público, perguntei estava bom?
Muito, mesmo com o perigo de alguém ver, foi ótimo, disse olhe aqui fica meio escondido por causa das árvores, acho que podemos ir a chuva parou.
Voltamos para casa conversando e rindo, antes chegarmos em casa, abracei-a e disse, gostaria de sair mais vezes com você.
Vou achar ótimo. Até a caminhada de amanhã.
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