#Coroa #Estupro #Teen #Virgem

O caminhoneiro rasgador de cu e buceta

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pretus

Essa estória se passou em outros tempos, numa década que ja vai longe. À época eu acabara de me tornar mocinha e minha mestrução veio com tudo, assim como meus pelos pubianos junto com meus fartos seios que estavam absurdamente duros e empinados.
Minha familia não era do que se poderia chamar de “normal” aliás muito pelo contrário. Meus pais eram golpistas sempre passando a mão na grana dos otários “como eles diziam”, nunca desperdiçavam a chance de um assalto. Não gostavam de trabalhar e viviam como nômades de cidade em cidade.
Fui praticamente criada pela minha avó por parte de mãe e com isso consegui estudar um pouco. Mas ao me tornar mocinha minha mãe foi me buscar dizendo que a saudade estava lhe matando e eu com minha pureza toda cai na sua lábia. Mas o que ela queria mesmo era me usar em seus golpes.
Logo comecei a ajuda-los em assaltos a lojas de conveniências de postos de combustíveis e a caminhoneiros tarados que queriam me comer de qualquer jeito. As cargas e os caminhões eram levados. Isso nos dava uma boa grana e vivíamos uma vida boa.
Aquela época nã existiam câmeras de monitoramento nas estradas, com isso a maioria dos assaltos nunca eram resolvidos o que facilitava a vida errante daquela dupla.
Mas naquela segunda feira de muito calor depois de me fazerem repetir várias vezes o plano, fui colocada plantada no acostamento de uma estrada deserta trajando um shorts jeans curtíssimo, uma camiseta regata para dentro do shorts e sem sutiã “é claro” e um par de sandálias tipo romana traspassada até o joelho, elas ficaram lindas em minhas canelas grossinhas.
A alguns quilômetros dali um caminhão mercedes de cor azul dirigido pelo seu dono o enorme Serjão, vinha em velocidade de cruzeiro em direção a mim com seu motorista a pensar:
- Hoje to com um azar do caraio, num aparece nenhuma muié pedindo carona. Nhar ! Tanta muié no mundo e nenhuma prá dá um poco de bucetinha pra mim! Caraio! To com um tesão que fudia inté jacaré so! Caraio porra da merda cade as mui, porra!
De repente Serjão viu no acostamento uma deliciosa ninfetinha fazendo sinal para ele parar. Apesar de ser naturalmente desconfiado, era impossível ignorar aquele tesãozinho…
- Uai! Qui é qui é aquilo? Uma minina! To apostando que apesar de novinha já pode mete a vontade. Meu caraio já tá duro, so!
- Se quisé, pode entrá, mai tem que deixá revistá!
- Mas…mas o senhor não ve que sou apenas uma garota ?
Entrei no caminhão e meu delicioso e jovem corpinho fascinou o enorme Serjão. Xoxota de mulher e cautela nunca fez mal a ninguém; Serjão insistiu na revista, isso porque não perderia por nada a oportunidade de apalpar meu corpo tesudo. Imediatamente ele começou a me apalpar.
- Aaiii moço, não precisa apertar tanto!
- Garotas também são ladronas, uai! Vamo, vamo.
- Tá bem, pode…
Enquanto ele me apalpava toda, pude observa-lo melhor. Ele deveria ter mais de 1,80m de altura, pesar tipo uns 100 quilos, com braços e antebraços bem definidos eu diria até que exagerados com muitos pelos e uma grossa pulseira de couro preto com pequenas bolinhas de metal arrebitadas no couro. O peitoral também era desenvolvido com muitos pelos realçados pela sua camiseta regata e uma leve barriga provavelmente de cerveja, tinha cabelos escuros e meio ondulados, uma barba já bastante desenvolvida e usava um boné meio surrado. Fiquei com tantos desejos por ele, que decidi que ele é que iria tirar meu cabaço.
Sofregamente ele continuou a revista, sentindo meu corpo juvenil estremecer a cada toque.
- Tua cirolinha tá toda moiadinha, heim ?
- É que voce mexendo aí, me faz sentir uma coisa… uma cócega…e…é gostoso!…
Quando ele abaixou meu shorts e praticamente rasgou minha calcinha, minha xoxotinha com poucos pelos no púbis surgiu majestosamente para ele.
- Qué dizee qui oce gosta, né?
- Gosto! Pode pegar mais, se quizer…
Hipnotizado pelo meu delicioso corpinho, Serjão não pensou sobre o fato de uma menina com minha idade estar sozinha numa estrada deserta. Via apenas minha xoxotinha toda molhadinha ávida por um cacete.
- Nhar! Que bucetinha mai gostosa! veldinha, veldinha! Que trem mai bom, so! Nhaaaa!!
- Então dá um beijinho nela, dá!!
Nem foi preciso pedir de novo. Ele caiu de boca para me dar um magestral banho de língua. Estava tão gostoso, eu gemia alto, quase gritando. Ele já tinha arriado sua calça e a rolona estava em riste pronta para me deflorar. Eu estava prestes a gozar pela primeira vez em uma língua quando escuto minha mãe gritar.
- Tire a lingua dessa boceta, homem, ou estouro seus ovos!
Sem entender nada, Serjão levantou a cabeça e se deparou com meus pais, ambos portavam armas de fogo.
- Haaa, pai! Quase que perdi a virgindade!
E voce queria isso. Né, safada? Gemia que nem uma porca no cio!
Achei graça da cara do Serjão que não entendeu nada. Mas logo percebeu que tinha caído numa cilada e se conformou com a idéia de perder o caminhão. Ainda dava para ver sua barba toda melada de tanto socar a lingua na minha boceta. Minha mãe e eu ficamos impressionadas com o tamanho do caralhão dele. Percebendo nossos olhares no caralhão do Serjão, meu pai disse:
- A gente só costuma roubar o caminhão, mas como voce se aproveitou da minha filha, vou te matar…
De súbito, Serjão deu um potente soco que levou meu pai a nocaute, desarmando-o e logo em seguida minha mãe.
- Toma seus FDP, agora a coisa muda de figura..Vou terminar o que tinha começado, a buceta da minina é minha…
Serjão os amarrou e disse que depois de me comer iria nos entregar à policia.
- Agora, oceis olha bem pra ve como a minina vai gozá como uma cachorra!
- Ela é muito nova! Deixa eu ajudar! Disse minha mãe…
- Sua vaca! A sua filha está prestes a ser arrebentada por esse animal e voce ainda quer ajudar? Piranha! vagabunda! gritou meu pai.
Ávida por prazer me entreguei alegremente; sofregamente minha boceta tremia, molhadinha de tesão. Foi um sacrifício aguentar aquela rolona me rasgando, gritei de prazer.
- AAAiiiiii, que gostoso!
- Uai! Nem botei tudo ainda, tu vai ve é dispois!
Quando ele mergulhou tudo, senti meu útero ser preenchido pela cabeça da rolona, senti algumas dores. Mas o pau entrou macio na minha gruta apertadinha, enlouquecida pela volúpia senti o sangue virginal escorrer pela minha coxa, ao mesmo tempo que gozamos juntos.
- NHAR! Num é qui ela era virge, mermo? AAAAH ! Quanta porra !!!
Minha mãe alucinada pelo desejo se põe de quatro, ansiando pelo cacete que a fascinou…
- Oce qué qui eu bote no cu ou na buceta?
- Ai, põe, põe! Não aguento mais!
O cacetão do Serjão entrou macio, provando que o cu dela já era experiente, sabia fazer um pau feliz.
- Uai! Parece inté que to fudendo uma égua! Que quente! Bundão bão da porra! Morde! Morde! hiss ai!! Hiss ai!
As bombadas eram tão violentas que cheguei a pensar que minha mãe morreria devido aos seu berros. Mas ela experiente e valente disse:
- Oh, como é gostoso! Quero voce para sempre!
Serjão depois de acabar com o cu dela, penetrou com violência sua boceta fazendo-a gozar aos berros.
Depois de ligar para a policia com seu radio amador e esperar até que os policiais levassem os dois em cana. Ele decidiu não me entregar dizendo que eu era muito nova.
- Num vo te entregá, não, minina! Tu é gostosa demai pra faze roçadinho coas otra! Vo guardá oce um poco comigo, antes de te soltá pra vida.
No outro dia pela manhã já estávamos rodando uma estrada que beirava a orla marítima. Assim que acordei notei que ele estava com o pau para fora da calça e pediu para que eu chupasse. Imediatamente coloquei-o na boca. Enquanto ele dirigia procurando um lugar para parar, senti um certo carinho por aquele brutamonte, tão meigo e até meio tolo. Uma inexplicável onda de prazer me invadiu; queria mais gozo e também dar muito prazer àquele menino grande. Quando ele finalmente parou o caminhão uma incrível lascívia se apoderou de mim, que automaticamente abri as pernas e ofereci a xoxotinha molhadinha.
- Ah, meu querido! Põe logo! Me come! Hummmm, que grande!! Como entra! AAAIIII !!!
Me penetrou com uma certa violência, beijou meus seios e minha boca, consegui enlouquece-lo de prazer.
- Mais! Mais no fundo! Me rasga! Me racha!
Fomos envolvidos por um intenso gozo, nossos gritos de amor se misturaram ao ar marinho, ecoando na amplitude do mar, tão grande quanto nossos orgasmos.
- Deixa po na… bun…dinha, também?
Com o caralhão lubrificado pela minha buceta ele encostou alegremente o pau duro no cuzinho.
- Põe com cuidado, heim? É a minha primeira vez!
Quando o pau pulou para dentro, desfaleci, nem sei quanto tempo fiquei desacordada, quando voltei estava sentada em seu colo e todo o caralhão estava enterrado. Aos poucos fui mexendo, piscando, mordendo, e cavalguei. Gozamos aos berros e um pouco de sangue manchou sua perna. Era o fim das minhas pregas.
Fiquei 6 meses com ele, ele me comia diariamente. Dei tanto o cu para ele que nunca mais voltou ao normal. Mas um dia ele me largou num prostíbulo de beira de estrada e nunca mais voltei a ve-lo.

Comentários (1)

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  • Nila: Novinho e já uma tranqueirinha. Bem feito, foi se meter com um caminhoneiro tarado, acabou na zona. Chama a vovó para te buscar pirainha.

    Responder↴ • uid:xotc6w1ruhr