Restaurante na beira da estrada, tem "comida caseira"
Sou Jean, 25 anos, advogado, corpo normal, 1,74 cm, 73 Kg, cabelo preto volumoso e liso, reparto no meio e fica duas ondas que caem dos lados, sempre que meu amigo Carlos vinha na minha cidade, onde ele morou, visitar os parentes sempre a gente tentava combinar passar férias na praia, nunca dava certo, desta vez deu.
Coloquei minhas coisas no carro, e fui, teria ainda umas 4 horas de viagem, peguei a estrada, rodovia duplicada, depois entrei em uma de pista simples, 90 Km, já tinha andado uns 45 Km, começou a formar um tempo feio para chuva, eu com fome, decidi que o próximo posto que surgisse pararia, alguns Km à frente, placa, comida caseira à 1 Km, até às 14 horas, cheguei só tinha uma entrada, estavam saindo três carros, muito simples, uma cobertura na frente, duas janelas grandes, entrei, não vi ninguém, me sentei numa mesa e logo uma senhora para mim uns 40 anos, de avental veio me atender, me passou o cardápio, escolhi o prato e começou a chuva, com ventos trovões, ela pediu para mim colocar o carro em uma cobertura ao lado, para proteger se tivesse granizo, corri, protegido, voltei ela já estava colocando meu prato e o que tinha pedido, e a chuva aumentou, muito boa a comida, terminei de almoçar fiquei olhando pela janela a chuva, ela tirou a mesa, me serviu um café, e nesse vai e vem dela, dava para perceber que seu corpo era meio cheio, pernas grossas e ancas grande, rosto de pele clara, já com marcas dos anos, como os olhos, boca bem atraente, me serviu o café e perguntou para onde ia, parou, ficou olhando a chuva e disse, se o rio Parú, transbordar não vai dar para passar, perguntei ele demora muito para voltar ao normal?
Difícil dizer, depende da chuva, e ela veio do lado dele, pelo menos aqui você está seguro... Jean, disse, e a Sra. Madresilva, e deu uma bela gargalhada, coisas de meu pai, que Deus o tenha, fique à vontade se quiser mais café, pegue na garrafa.
O tempo passando e chuva não, já era 5 horas, chamei-a, ela veio, perguntei, a Sra. acha que a ponte está inundada?
Espere um pouco, pegou o celular e ligou para a base da polícia rodoviária, conversou, desligou e disse a notícia não é boa, está toda inundada, mas de carro não dá para passar?
Meu marido, que Deus o tenha, há uns 10 anos tentou o teimoso, demoraram quase uma semana para encontrar seu corpo.
Vi que aqui é restaurante, não tem lugar para dormir, né, sim respondeu, então vou dormir no carro.
Jean, filho de Deus nenhum que precisar de mim, vai dormir no carro, daremos um jeito, vou fazer um café novo e podemos conversar, gosto de saber dos meus fregueses, ficamos conversando por uma hora ela se levantou e disse vou fechar a entrada, vai tomar banho, te levo, olhei para ela e disse, eu vou, me arrume um guarda-chuva, fui fechei e voltei correndo me molhou um pouco, fui buscar minha mala no carro, voltei ela me levou até um quarto, com cama de casal, onde estava o banheiro.
Tomei um banho bem gostoso e pensando na bondade dela, sai de bermuda, ela já estava esperando enrolada na toalha, pela toalha seus seios eram fartos.
Voltei para o restaurante e a chuva, diminuiu um pouco, liguei para meu amigo, abri uma latinha e comecei a tomar, logo ela apareceu de roupão, e disse, venha para a cozinha tenho que apagar o restaurante, tenho mais latinha na geladeira de dentro, me sentei e fiquei vendo ela preparar o lanche para nós, abriu uma latinha também e conversando sobre a vida e logo, entrou no assunto sobre se eu tinha namorada, disse não, e perguntou como vocês solteiros fazem para se aliviarem, respondi dizendo que quando não tinha namorada, sempre encontrava garotas que topavam ir à motel, ela deu um sorriso, de entendi e completou, minha época, pai rigoroso, se soubesse que eu fizesse uma coisa dessas, ele me matava, agora a coisas ficaram mais fáceis, vocês se protegem né, lógico, nada de doença ou gravidez, respondi, ah! se o tempo voltasse, ai meu Deus, nem sei o que seria de mim.
Você se casou não?
Sim, perdi minha virgindade com meu marido e tentei tirar o atraso, mas ele teimoso, me deixou sozinha.
Não aparece por aqui freguês que toparia, por que você tem um corpo muito atraente.
Como se eu fecho o restaurante depois do almoço e só abro de manhã e tem também minha ajudante, hoje ela pediu para sair mais cedo, pronto, vamos lanchar, conversa boa dá fome, quer mais uma latinha?
Sim e da fome mesmo.
A casa dela era uma salinha com duas espreguiçadeiras para assistir TV, cozinha, quarto e banheiro.
Assistimos um pouco a TV, noticiário local falava dos estragos da chuva e das inundações, começou a dar sono, foi vou para o carro dormir.
Minha cama cabe os dois vamos não tenha vergonha de mim, escovei os dentes, me deitei e logo ela veio de camisola bem curtinha, e transparente, bem cheinha mesmo e seios volumosos, se deitou de barriga para cima e perguntou, o que você falou do meu corpo é verdade mesmo?
Sim, nunca se olhou no espelho, está inteira ainda.
Olho, mas penso, quem vai querer uma quarentona assim, passou a mão pelo corpo, olhei para ela e disse, eu.
Me acha atraente mesmo?
Sim, e deve ser boa de cama.
Ah! isso era mesmo, meu marido e eu pelo menos duas fodas por noite e de manhã às vezes.
Uau, me verei para ela e comecei a passar uma das mãos no seu corpo, começando pelos seios, bolinava-os por cima da camisola, achei a entrada e enfiei a mão, ela suspirava e seu mamilo grande, já ficou entumecido, passei para o outro seio e ela só suspirava, sentindo todo o prazer de uma mão acariciando-os, me ajeitei melhor, subi sua camisola até o pescoço e descendo com a mão pela barriga até sua buceta, ela sentindo e suspirando, por cima da calcinha comecei a passar a não para cima e para baixo, ela fechou as pernas, prendendo minha mão e gemeu, Jean, quanto tempo que não sinto uma mão na minha buceta, está delicioso, aflei vamos melhorar, ela abriu as pernas e comecei a tiras sua calcinha, quando ela sentiu minha mão na sua buceta, já se contorceu e gemeu, que delícia, sua mão é uma bênção, ai, ai, assim, aí, aí que gosto, estava apertando levemente seu clitóris, que delícia, assim, mais, mais, gemeu e disse tô gozando, quanto tempo não sentia isso, assim, assim, que gostoso, e gemia, mais eu apertava seu clitóris, desci minha mão e com um dedo entrei, sua buceta estava encharcada, quando sentiu meu dedo dentro, começou a se contorcer e com a mão forçava para entrar mais, e eu com dedo, ficava mexendo-o dentro, outro gozo, gemido e se contorcendo, continuei amis um pouco com o dedo dentro, até que ela disse estou fora de forma, suspirou e relaxou voltei a me deitar, ela começou a me alisar com uma das mãos, foi descendo bem carinhosamente até minha bermuda, ajudei-a a tirar, e se sentou na cama e ficou olhando meu pau iguala a um mastro, me olhou e disse, como ele é lindo e faz cada coisa na gente, pegou e começou a acariciá-lo, parava e olha, que saudade de um desses, se curvou, começou a passar meu pau no seu rosto, um lado, outro e quando parou na boca abocanhou-o e começou a mamá-lo, com um mão, cheguei até sua buceta e comecei a boliná-la, quanto mais bolinava mais ela mamava, gemeu alto e disse, quero essa gostosura dentro de mim, vem, se posicionou, fui até minha mala, peguei uma camisinha, encapei, abriu as pernas e fui localizando sua entrada e fui enfiando, estava já com a cabeça dentro, falou espere, quero senti-lo, assim, sua buceta apertava a cabeça do meu pau, de um tempo e fui devagar entrando e ela se contorcendo gemendo e dizendo com é gostoso ter um pau na minha buceta, vai com força por que é assim que eu gosto, vai, vai, seu gostoso me foda, me foda, comecei a fodê-la com força como ela queria, já começou a gemer se contorcer e urrou, que gozo delicioso, vai, vai, assim, gemi e gozei, mais bombava, ela se contorcendo e gemendo, nunca vou esquecer dessa foda Jean, ai, assim ,mais, ficamos assim por um tempo, meu pau começou a sair, ela tentava segurá-lo, suspirou profundamente e sai de cima dela, ficamos um pouco acalmando nossa respiração, ela foi para o banheiro se lavar, saiu e eu fui, estava saindo nu ainda do banheiro, ela nua também, seios um pouco flácido, mas meio levantado, com uma garrafa, abridor e duas tacinhas, me olhou sorrindo e disse, ganhei de um casal, cliente, era para tomar em uma ocasião especial, achei que hoje seria, conhaque francês, comecei abrir, pensando essa mulher vai me embebedar e manter preso, o que eu faço, pronto, abri, disse, me passou sua taça enchi e passou a minha, vamos sentar na cama e saborear e comemorar, as minhas gozadas depois de tantos anos, era muito gostoso a bebida, nos servimos mais uma taça cada um, quis me servir mais, recusei, fui me deitando ela deixou a garrafa e as taças no chão e veio por cima de mim, se sentou nas minhas pernas e começou a brincar com meu pau e dizendo vou sentir saudades desse gostosão, como já ficou duro, ela se curvou para que meu pau ficasse bem na sua buceta e ficava se esfregando nele, me olhou e disse ah! coitadinho deve estar com fome, venha mamar nas tetas da Madre foi aproximando, conduzindo uma delas para minha boca, comecei a mamar, seu mamilos já duros, era uma delícia senti-lo na minha boca, sugava forte, ela dizendo ui, como ela mama forte é assim que gosto, passei para outro seio mamei-o também, ela suspirava, chupa, chupa, assim, assim, vou gozar, se levantou um pouco pegou no meu pau e conduziu-o para sua entrada, e sentou nele, gemendo e já rebolando em cima de mim, do rebolado rápido e eu tentando ajudar, mas o peso dela me prendia, deixei que ela fizesse o serviço, fiquei sentindo ela gemer, gemer e gozar, ai, ai, ai, que coisa boa, e rebolava, se ergueu um pouco e começou a subir e descer, freneticamente, sem camisinha, comecei a sentir meu orgasmo chegar e urrei, ela continuou e gemeu, gemeu, e disse senti bem gostoso sua porra na minha buceta, que delícia, se deitou em cima de mim, suspirando e acalmando sua respiração, pegou sua camisola, saiu de cima e colocou-a entre suas pernas, corri para o banheiro, voltei, ela foi, estava entregue, ela era insaciável, vai me prender aqui, tenho que me levantar antes dela e fugir.
Quando acordei, 7 horas, me troquei ela estava na cozinha meu café pronto, tomei, agradeci a hospitalidade, paguei minha conta, não queria receber e na despedida disse, na volta passe aqui, que terá comida caseira.
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