Amante da mulher do senhorio 2
Continuação do conto anterior...
Durante os 15 dias que se passaram, a convivência dos 3 foi tranquila, os dois a Margô e o Isac sempre estavam falando do casamento da sobrinha da Margô no sítio, em outra cidade, havíamos combinados que os levaria no meu carro UP, adaptado, no sábado, saímos logo cedo, era para dormir lá.
Casamento na parte da manhã, almoço frugal, descanso à tarde, banho, janta e dormir, como um casal resolveu ficar, ocuparam o quarto que a Margô e o Isac ficariam, ficou resolvido que os dois dormiriam no meu quarto, no acerto o Isac ficaria na cama e ela e eu no colchão no chão, cada um virado para um lado.
Logo depois do jantar o Isac foi dormir, ficamos conversando durante um tempo, pedi licença e fui me arrumar para dormir também.
Dormir em lugar diferente, sempre é complicado, me deitei, não conseguia dormir, logo ela veio, abriu a porta do quarto, e pela luz do corredor e ela dava para ver bem as suas curvas, se situou e entrou e foi se deitar ao contrário.
Estava tentando dormir, quando sinto ela pegando na minha perna sem o pé e começando a acariciar meu coto.
O que essa mulher vai fazer com ele, pensei.
Ela se mexeu e levou a perna junto, comecei a perceber que ela estava pincelando com ele sua buceta, subia e descia, pressionava-o nela, ficou assim até que gozou, apertava-o o máximo na sua buceta, suspirou e deixou-o entre as pernas, já estava com o pau duro, dei umas cutucadas com o coto na sua buceta, ela abriu as pernas, continuei cutucando ela suspirava, pensei, é hora de fodê-la, tirei minha perna e fui me virando até ficar atrás dela ela se virou e deixou a bunda exposta para mim, com uma das mãos comecei a acariciar sua buceta, estava molhada, me aproximei mais dela e com o pau, ela de costas para mim, comecei a pincelar seu cu e a entrada de sua buceta, e com a outra mão apalpava seus seios hora um hora outro deixava seus mamilos eriçados, ela suspirava e dizia, precisava do seu pau, não aguento mais ficar sem ele, vem, vem, nos posicionamos, ela ergueu um pouco as pernas, fui penetrando bem devagar para que ela sentisse ele entrando, ela gemia, massageando seus seios e com o pau na sua buceta, fiquei sentindo sua buceta pulsar no meu pau, desci com a mão até seu clitóris e comecei a massageá-lo, ela grunhiu, grunhiu, mais sua buceta pulsava meu pau, dizia vai me matar assim, isso é para você sentir o quanto faço falta, gostosa, vem, vem me faça gozar mais, comecei a ir e vir, ela gemia baixinho e dizia que pau gostoso, vai, vai, vai, mais forte, mais forte, quero ele inteiro em mim, vai, vai assim, assim ela gemeu e sua buceta só faltava mastigar meu pau, bombei mais rápido e gozei, ah! ah! é isso que eu quero, goze, goze meu macho, assim, continue, me mate de prazer, me mate..., foi se acalmando, meu pau começou a amolecer, ela disse, sei que amanhã tem mais, procurei minha cueca e se virou, me limpei e ela também.
Voltei para onde estava e o sono veio, gostoso.
Lá por umas 9 horas do domingo, nos despedimos para voltarmos, como o Isac não amanheceu bem, preferiu ir deitado atrás, ela e eu na frente, durante a volta, estrada tranquila, concentrado na rodovia, senti sua mão passando pela minha perna, olhei para ela com um ar de interrogação.
Ela sorriu e disse, sempre quis chupar um pau durante as viagens, o Isac nunca quis, deixe realizar esse sonho?
Por mim, tudo bem, e ele?
Está dormindo.
Fui me ajeitando ela me ajudou a baixar o zíper da calça e já foi procurando meu pau que já estava duro, punhetou um pouco logo foi com a boca, primeiro lambendo como se fosse um picolé depois abocanhou e chupava de um jeito delicioso, e chupava, chupava, chegou uma hora que disse, vou gozar, gozar, quero todo seu leitinho para mim, e quanto mais gozava mais ela mamava, até ele ficar mole, dei um jeito em mim e chegamos em casa, ela acordou o Isac entramos na casa deles ajudei-os a levar o que trouxemos do sítio, na despedida, ela me disse, se ele dormir logo, vou na sua casa para terminarmos o serviço.
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