#Corno #Traições #Voyeur

Todos os dias minha esposa tinha sexo com nosso viizinho!

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Miguel

Fui convidado pelos chefes da empresa onde trabalho, para projectar toda a instalação eléctrica em nova fábrica que ficava a mais de 200km da minha habitação

Foi na sexta feira ao final da tarde, que fui chamado para uma reunião, com os chefões do local onde trabalho e aí fui apanhado de surpresa!
No decorrer dessa reunião, começarram por dizer que precisavam de alguém para ir organizar e orientar certos serviços numa sucursal que estavam criando e que eu seria a única pessoa em quem eles depositavam mais confiança!
Falaram também na rica promoção que eu iria ter, se aceitasse deslocar-me para lá e onde já tinham um apartamento preparado para habitar!
Eu não tinha como dizer não e aceitei a oferta, mesmo antes de falar com a Ana, minha esposa!

Quando chego a casa, falei do acontecido à Ana e que devia pedir uma licença sem vencimento no seu local de trabalho!
Ela vacilou um pouco, mas acabou por aceitar, na condição de virmos à nossa terra em alguns fins de semana, para visitar a Rita, sua amiga e amante.

Apenas tínhamos uma semana para tudo preparar e logo começamos a tratar de nos mudarmos, para a nossa nova habitação e cidade!
A licença foi-lhe concedida e também falou com a sua querida amiga que de imediato lhe disse, que tinham de organizar uma doce despedida, para o próximo fim de semana!

Na sexta feira deram-me as chaves do apartamento e um cartão de crédito para eu e minha esposa frequentar o ou os restaurantes à nossa escolha, ou seja a minha esposa nem sequer tinha que cozinhar, para ela seria umas belas férias e todos os dias poderia ir à praia lá bem perto!

No sábado e como prometido, fomos até à casa da Rita e o seu marido António, nos aguardavam, para jantar e para também muito sexo, para a despedida!
Como sempre as duas começam a festa, muitos beijinhos, abraços, sexo oral e com loucos orgasmos gemeram!
Eu com o António, também nos beijámos enquanto olhávamos para as nossas doçuras, e um belo 69 também fizemos até antes dos orgasmos, que aguardamos para dar às meninas!
A Rita chama-me para a elas me juntar e a Ana também quer o António e a sua grossa piça.
Freneticamente a Rita já mama o meu pénis e a Ana para não ficar atrás, procede da mesma forma com o nosso amigo António!
Se já estávamos bem acesos, aquelas mamadas fizeram salientar as veias nos nossos pénis e como elas já estavam bem lubrificadas, foi apenas nos enterrarmos bem dentro delas!
A Ana parece uma doida ao levar com o cacetão do António, mas enquanto não o sente todo dentro dela, não dá tréguas ao homem!
Depois de toda aquela acção de prazeres somados, por mais que eu tentasse não me vir de imediato, liberto todo o meu prazer em sintonia com a Rita, mas não saio de dento dela, enquanto a vou beijando e murchando dentro dela, o que também é muito prazerozo!
A Ana muito prazer está a ter, finca suas unhas no lençol e fala palavras sem jeito, enquanto está-se a vir com o António, que já a enche de leite!
Sempre que vejo a minha esposa a ser usada por outro homem, fico de coração mole e só lhe quero dar muito carinho!
Beijo seus lábios, pescoço e maminhas e por todas as partes erogenas do seu corpo passo também a lingua!
Saboreio o sémen do António, junto às secreções da Ana à minha esposa dou a provar, o sémen que o nosso amigo, libertou dentro dela e bem abraçadinhos ficámos por algum tempo, com os nossos corações a bater forte!

A noite já ia longa e como no domingo teríamos que nos fazer à estrada, despedimo-nos com elas a choramingar e muitos beijinhos até à próxima!

A Ana também levou o seu carro, para ter a sua autonomia e fielmente me segue até ao nosso destino!
Chegámos a um prédio novo, ainda não vivia lá alguém, até que uns dias depois, ouvimos o arrastar de móveis, no apartamento contíguo ao nosso.
Era novamente sábado, vestimo-nos para sairmos, até um swing clube, bem próximo de nós.
Como sempre a Ana veste-se bem provocante e quando já nos preparavamos para sair, alguém bateu à nossa porta.
A Ana como estava mais perto da porta, prontificou-se a abri-la, e era o nosso novo vizinho a pedir um pouco de açúcar.
Por momentos a Ana ficou como que paralizada e meio a gaguejar, convidou-o a entrar
Afinal o nosso vizinho era um solteirão, enorme, preto e antes de a Ana lhe dar o açúcar, eu convidei-o a tomar um café connosco!
Seus olhos não conseguiam afastar a Ana e todos os seus olhares ela ia retribuindo!
A Ana estava muito sexy, muito provocadora e seus olhos também caíam, para o grande enchumaço dentro dos calções, que o Daniel vestia.
Senti-me ali a mais, ninguém me dava mais alguma atenção, eles pareciam estar hipnotizados cada um pelo outro e não era de admirar!
Ela sentada no sofá, mostrava quase as pernas todas e seus peitinhos mal cobria!
Ele sentado à sua frente, com o enchumaço sempre crescendo mais um pouco e mais e mais...
Tive que os acordar daquele transe insano que os possuía, falando à minha esposa, para onde tínhamos combinado sair!
O Daniel agradeceu o café, o açúcar e nossa simpatia e saiu dali para logo entrar no seu apartamento!
Nada comentei com a Ana, apenas bem a beijei, antes de casa sair!

Caminhámos até ao clube lado a lado e pouco ela falou, durante a caminhada!
Dentro do clube procurámos uma mesa, fui ao bar apanhar duas bebidas e logo ela bebe o seu vodka com laranja, de quase uma vez!
Eu sentia que a Ana estava apática, ignorando tudo o que estava à sua volta, bebemos mais dois ou três copos e sem a companhia alegre da Ana, saímos de lá para fora!

Na quarta feira seguinte, a Ana saiu à rua, para se abastecer de algumas frutas, e umas poucas coisitas mais e quando ouço o elevador a subir, abro a porta para ela entrar!
Junto à Ana, vinha também o Daniel nosso vizinho e senti que ela vinha meio atabalhoada, comprometida e não dizia coisa com coisa!
Nada falei do que senti, pois sabia que se houvesse alguma coisa entre eles, ela me falaria!

Por vezes eu ia trabalhar durante a noite, pois assim à empresa convinha, mas a maior parte das vezes, trabalhava durante as horas de expediente!
Nessa noite de quarta feira, eu teria que ir de noite, desço de elevador e logo após abrir a porta da rua, algumas folhas de projetos, caiem da pasta e me apresso a apanhá-las!
Enquanto isto, ouço uma porta lá em cima, a abrir e fechar, para de seguida ouvir aquele barulho novamente!

Fiquei com a pulga atrás da orelha, que me dizia ser a minha esposa a sair do apartamento e a entrar no outro logo ao lado, mas fosse como fosse, eu tinha que seguir para o trabalho!

No outro dia eu disse à Ana que também iria trabalhar à noite e à hora do costume saio, desço no elevador, abro a porta da rua e a deixei fechar sem eu sair e novamente ouço duas portas a bater!
Evitando fazer barulho, subo pelas escadas, pé ante pé e dentro do apartamento do vizinho, parece-me ouvir a voz da minha esposa!
Entre no apartamento ao lado que ainda andava em obras e da varanda, passo para a do nosso vizinho e vejo luz na sala pelos estores mal fechados, espreito lá para dentro, vejo a Ana perdida nos braços do Daniel, e sofregamente se beijavam!
Afinal eu estava certo, só me admirava era a Ana nada me dizer, pois sempre estivemos à vontade para tudo e mais alguma coisa falar!
Aquelas cenas logo me deram muito tesão e continuei a olhar!
A Ana tira a camisa ao Daniel e seu corpo bem mosculado, ela o toca, acaricia, beija e lambe o suor que de seu corpo já escorria, enquanto a sua mão, já procura seu brinquedo e o pucha para fora dos seus calções que o cobriam!
Eu nunca tinha visto coisa tão grossa e grande e por momentos ela o larga para despir suas roupas de uma só vez!
Volta a pegar nele, com a sua mão não fechava e o abraçava pela metade!
Ainda de pé a minha esposa se ajoelha e mama aquela enorme cabeça, sem mais na sua boca o conseguir meter e mais o engrossa e faz crescer e logo volta a beijar o Daniel!
Ele pega a Ana ao colo, deita-a no sofá e muito a faz gemer com a sua língua concerteza, pois aí eu já não avistava mais!
Durante algum tempo assim estiveram e os gritinhos da Ana de prazer, eu ouvia, saídos da sala!
Algum tempo após, ele se ergue com a Ana à cintura, e já com o seu barrote nos lábios vaginais da minha esposa, seguem para o quarto! Apaga a luz da sala e acende a do quarto, que tinha a janela meio aberta, e os estores também um pouco subidos para o ar fresco da noite, arrefecer o quarto.

Nesse momento minhas calças desci e comecei-me a acariciar, com uma enorme vontade de me vir perdido de tesão!
Ele deita a minha esposa esposa na cama, lambe-a mais um pouco, cospe no seu monstrão, começa a meter e aí logo me venho, pois mais não deu para controlar!
Do local onde eu estava, dava para ver a cabeça entrando dentro dela e seus gemidos continuádos chegavam à rua e mais tesão me eu sentia! Depois do meu primeiro orgasmo, eu nunca fiquei flácido por assistir a minha esposa, ser duramente penetrada!
Entre gemidos e gritos, lentamente ia sendo empalada e pouco faltou, para levar com todo ele dentro, nunca a tinha visto, com as carnes tão esticadas
Com movimentos suaves, aquele monstro vinha quase todo fora, para logo se enterrar dentro dela, com fortes gemidos que a Ana, não mais conseguia controlar!
Com as pernas cruzadas nas costas do Daniel e seus braços em torno do pescoço, toda ela se entrega, aos devaneios do Daniel, que vai acelerando um pouco mais e mais gemidos a minha Ana, liberta!
Aquela visão do entra e sai novo orgasmo me provoca, para meu sémen parede abaixo, escorrer!
Nos entretantos, sai fora da Ana, deixando-a bem aberta, pega nela como se fosse uma pena e a posiciona de quatro à sua frente, para de imediato fazer-beijo grego!
Primeiro com um dedo, depois dois, acaricia o ânus da Ana e a prepara para lá meter o seu monstruoso pénis, já bem salivado também!
Ela grita que nem uma doida, diz não, por favor, mas ele não liga nada às súplicas dela, tapa-lhe a boca e continua a forçar a entrada, até a cabeça desaparecer dentro dela!
Pára pára aí um pouco e só continuas quando eu disser.
Agora com as suas carnes mais adaptadas à sua carne, a Ana pede mais e com gemido estonteante, o seu caralho entra de vez nela! Muito suplicava ela para ele ficar ali parado por algum tempo, até que ela pediu para o enterrar até ao fundo, sobre gemidos extenuantes!

Para mim foi uma enorme surpresa, pois ela sempre evitou ser penetrada por trás, desculpando-se com a dor!
Para finalizar ele sai de dentro dela, limpa o mangalho mete-o na boca da minha esposa, para aí ter o seu enorme orgasmo!
Algum sémen, goteja do canto da boca, ! engole tudo de uma só vez!
Lado a lado e bem abraçadinhos ficaram deitados na cama e eu dali saí, e fui descansar no carro, até à hora que geralmente chego a casa!
Nunca entendi muito bem porque a Ana não me contou dessas suas aventuras, provavelmente para ser um segredo bem guardado só para ela e assim sentir-se mais excitada, por me ter encornado sem eu saber, ou para sentir-se uma puta de verdade!
Durante toda essa época, pouco sexo tínhamos, mas eu também não a forçava, pois sabia que decerto, ela estaria toda arrombada!

Comentários (4)

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  • Tuga tarado: Esse trair escondido o que mais tesao dá;) finge não saberes e delicia-te com o ela te trair e ser bem puta com outros homens.

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  • Fernandinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado T Maluzinharsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Wal: Minha mulher dar a buceta pra o coroa da nossa rua

    Responder↴ • uid:89ct0998rc
  • Ricardo dotado: Delicia 🤤 fiz isso com minha vizinha Ale192803

    Responder↴ • uid:1d0hd62wk6x9