#Corno #Traições

Quem procura acha

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Vasculhei o computador da minha esposa e achei vídeos chocantes. Vi a mulher com quem me casei fazendo com outro coisas que eu jamais imaginei.

Sou um cara de trinta e cinco anos, gosto de tudo organizado, sob controle. Tive uma criação tradicional, sou estudioso, discreto e prefiro ficar no meu canto. Tenho raríssimos amigos e não faço questão de conversar com nenhum deles. Detesto festas e aglomerações. Minhas únicas saídas de rotina são as viagens curtas a trabalho para a filial em outro estado. No casamento, sou carinhoso e calmo, nunca fui violento.

Minha mulher tem trinta anos, é fisioterapeuta, bonita e seu corpo maravilhoso. Ela teve uma criação liberal, teve vários namorados e não casou virgem. É inteligente, impulsiva, cheia de amigos e adora festas. Várias vezes me arrasta para esses eventos, onde me sinto totalmente deslocado.

Aparentemente, nosso casamento ia bem. Eu era o cara que dava estabilidade, ela era quem movimentava a casa. Só que naqueles últimos tempos eu vinha sentindo que algo tinha mudado. Não sabia dizer o que era, não tinha nenhum fato concreto. Mas ela parecia entediada. Não reclamava de nada, não falava nada e esse silêncio me incomodava.

Cheguei a perguntar uma ou duas vezes se estava tudo bem entre a gente. Ela respondeu que sim, que não tinha nada acontecendo. Com essa resposta na mão, parei de insistir e deixei para lá. Se ela dizia que estava tudo certo, não tinha por que eu ficar procurando problema onde não tinha. Voltei a focar no meu trabalho e na minha rotina.

Até que um dia, no início deste ano, vi as duas agendas dela em cima da mesa. Uma era do ano passado, a outra do ano atual. Ela tem esse hábito de anotar tudo no papel, já que na sala onde atende não tem computador. Em casa, usa um computador antigo só para fazer cursos e trabalhos.

Como ela não estava em casa, comecei a folhear as páginas sem intenção nenhuma. Vi várias anotações normais de rotina, mas alguns detalhes me chamaram a atenção.

Numa das páginas, em uma data específica, tinha um coraçãozinho desenhado. Logo abaixo, o desenho de um rostinho de menino rindo, como esses emojis de celular. Pensei se poderia ser a marcação de um aniversário, mas conferi a data e não me lembrei de ninguém conhecido que fizesse aniversário ali.

Folheei mais um pouco e achei outros emojis de menino e menina juntos. Só que nesses outros, o coração não estava na data, mas do lado dos desenhos. No primeiro momento, tentei me convencer de que eram só símbolos bobos, um rascunho sem importância. Fechei as agendas e deixei no mesmo lugar. Mas aquilo não saiu da minha cabeça. Ficou martelando dias e dias.

Era uma dúvida que passou a me incomodar e passei a desconfiar que ela estava me escondendo alguma coisa. Decidi agir. Eu precisava olhar o que tinha naquele computador antigo, pois talvez houvesse alguma pista ali, nas redes sociais, nos e-mails. Para não levantar suspeita, comprei um computador novo para ela. Afinal, um tempo atrás ela vivia reclamando que o antigo estava muito lento.

Entreguei o presente e pedi para ela salvar o que precisasse num pen drive para passar depois para a máquina nova. Expliquei que iria apagar os arquivos, formatar o computador antigo e doar para quem precisasse. Ela aceitou sem questionar, achando que era só um gesto de carinho meu.

Quando fiquei sozinho com o computador antigo, usei meu conhecimento de informática. Não foi difícil quebrar o acesso e conseguir as senhas. Entrei nos e-mails, nas redes sociais dela e não havia nada que chamasse a atenção.

Senti um alívio imediato. Mas, por preciosismo e para fechar o assunto de vez, resolvi rodar um software específico de recuperação de dados. Tinha certeza de que não iria encontrar nada.

O programa varreu o disco e resgatou até o que ela tinha tentado ocultar em pastas escondidas no sistema e depois apagado. Quando a varredura terminou, os arquivos reapareceram.

Abri as pastas. Ali, na minha frente, apareceram algumas fotos e vídeos dela com outro cara. Sem margem para dúvida.

Fiquei travado, sem saber o que fazer primeiro. Fiquei encarando uma foto dos dois se beijando e, depois, uma em que o cara aparecia sozinho.

Ali mesmo, no próprio computador, abri o navegador e fui para as redes sociais. Cruzando as poucas informações que tinha, não demorou para eu achar o perfil do sujeito. O nome era Gabriel. Fiquei olhando a foto dele tentando entender a história. Não sabia se era um cliente da clínica onde ela trabalhava ou um ex-namorado do passado.

Eu não tinha mais nenhuma dúvida. A traição estava ali, provada. Só que agora eu queria ir até o fim, ver tudo.

Tinha alguns vídeos na pasta. Comecei a abrir um por um. Na tela, vi minha mulher nua, fodendo com aquele cara, provavelmente no quarto de algum motel. Fiquei ali, parado, encarando aquilo sem conseguir piscar.

No primeiro vídeo, eles estavam em pé, pelados, dentro do box do banheiro. Ela estava prensada contra a parede fria, com o corpo colado no azulejo, enquanto aquele cara a fodia por trás com força. A imagem era nítida: o pau dele entrava e saía da buceta dela com estocadas violentas, fazendo o impacto repetitivo ecoar forte dentro daquele espaço.

Enquanto a possuía, o cara não parava as mãos. Ele apertava a cintura dela com força, descia para as coxas puxando-a para mais perto e subia para amassar os peitos dela, apertando os mamilos com vontade. Minha esposa estava completamente entregue, soltando gemidos altos e desesperados, com a cabeça jogada para trás, sentindo cada centímetro daquele pau dele rasgando ela por dentro.

No segundo vídeo a imagem era um close brutal, focado exatamente no meio das pernas dela. As pernas escancaradas, totalmente arreganhada, expondo tudo. A buceta estava lisinha, depilada, as paredes rosadas e úmidas brilhando na tela.

O cara estava em pé, segurando o celular com uma mão e o pau com a outra. Eu vi a cabecinha do pau encostar na carne molhada e começar a empurrar lentamente. Entrou fácil, deslizando pela lubrificação, até que ele deu um impulso e enterrou tudo de uma vez, preenchendo ela completamente.

No momento em que o pau bateu no fundo, ela soltou um gemido longo, com a voz embargada de prazer. O vídeo mostrava cada detalhe, cada estocada. Eu estava com a respiração pesada, vendo minha esposa ser aberta e preenchida por outro homem bem diante dos meus olhos.

No terceiro vídeo, ela estava de quatro, de frente para a câmera, o áudio estava alto e ouvi coisas que nunca imaginei que pudessem sair da boca dela se submetendo ao que o rapaz falava e o provocando. Algo do tipo:

- Isso.... Soca.... Soca na minha buceta.

- Você é uma putinha gostosa. – O rapaz dava tapas na bunda dela – Buceta apertadinha para caralho. Teu marido não te come?

- Come... – Respondeu minha mulher – Mas não tão gostoso.

- Você é uma vadia mesmo. Uma vagabunda. – Disse ele enquanto ela gemia.

Ele a segurava por trás e vez ou outra se debruçava em cima dela, apertando seus peitos. Minha mulher estava ali, gemendo de prazer e deixando o rapaz maluco de tesão.

- Ai.... Vou gozar.... Ai... Não para .... Não para.... Isso.... Me come.... Me come... Aiiiiiiiii..... Que tesão....

Ela gozou e podia ver seu cabelo todo desarrumado, caindo nos olhos, a pele vermelha e suada. Estava ofegante, com a boca meio aberta buscando o ar num sorriso cansado. O olhar dela não era de culpa ou vergonha; era um olhar largado, de quem estava completamente entregue ao momento. Sabe aquela expressão de satisfação estampada no rosto.

O rapaz continuava comendo ela, metendo cada vez mais forte e ritmado. Dava para ver a força que ele fez, quando gozou, segurando-a pela cintura e enterrando fundo.

O próximo vídeo era curto e bruto. Ela estava de bruços, com o rabo empinado para o alto, e o cara estava por cima dela, massacrando a bundinha dela. Pelo ângulo da câmera do celular, eu não via cada detalhe da entrada, mas via o impacto: o pau dele sumindo dentro dela a cada estocada violenta, fazendo a bunda dela balançar com força.

Ela soltava gemidos abafados contra o lençol, uma mistura de dor e prazer enquanto era possuída por trás. O movimento rítmico, frenético do corpo dela sendo jogado para frente a cada golpe, terminando com ela soltando um grito rouco de êxtase.

Ver aquele lugar proibido da minha esposa sendo usado por outro me deixou completamente revoltado. Tentamos isso uma única vez, mas ela não quis e agora, estava dando sem nenhuma reclamação.

Por fim, o último vídeo, ela estava ajoelhada na frente do rapaz, chupando seu pau. Não era um ato feito de qualquer jeito ou por obrigação; dava para ver a dedicação em cada movimento.

Ela olhava para ele, punhetava, intercalava sugadas e beijos na cabecinha, lambia toda a extensão, com uma vontade e um entusiasmo impressionantes, como se quisesse deixar aquela experiência gravada na memória dele para sempre. E ainda ouvi um diálogo entre os dois com ele dizendo:

- Chupa minha putinha.... Chupa meu pau.... Está gostoso?

- Está – Respondeu ela – Teu pau é muito gostoso.

- Vou gozar na tua boca sua piranha. – Complementou ele.

- Me dá leitinho.... – Pediu ela - Quero que você goze na minha boca.

E assim aconteceu, acho que ela sentiu o momento certo, abocanhou e quase se engasgou com a quantidade de porra que escorria pelo canto da sua boca. Engoliu e limpou o pau dele sugando todo o sêmen e ainda lambia os beiços.

Ver a minha mulher se empenhando daquele jeito para dar prazer a outro homem foi o golpe final. É difícil descrever as sensações que tive. É uma mistura de raiva, de ódio, de decepção, principalmente sendo a pessoa que você ama.

Aguardei até ela chegar em casa. Deixei o computador aberto em cima da mesa, exatamente na tela de um dos vídeos.

Quando ela entrou e bateu os olhos no monitor, a cor sumiu do rosto na hora e a respiração travou. Ficou paralisada, encarando a tela.

Tentou rebater no início, aumentando o tom de voz e dizendo que eu não tinha o direito de invadir a privacidade dela e vasculhar o computador. Mas, vendo a minha reação fria, a postura de defesa ruiu por completo. O ataque virou desespero.

Ela caiu num choro pesado e me abraçou com força, encostando o rosto no meu peito. Eu não correspondi, fiquei rijo, mas ela não largava. Admitiu a traição, engolindo o choro. Disse que tinha sido uma aventura idiota, que conheceu o sujeito numa festa e que ele era um brasileiro que morava no exterior e estava só passando uns dias de férias no Brasil. Garantiu que ele já tinha ido embora, que não tinham mais contato e que aquilo jamais se repetiria. Jurou que me amava.

Olhando para ela destruída no meu colo, o choque da realidade me atropelou. A ideia de terminar ali significava destruir toda a estrutura da minha vida, dar explicações para a família e encarar um caos que eu não estava pronto para gerenciar. A certeza de que o cara tinha voltado para o exterior me deu a ilusão de que o perigo imediato tinha acabado. Sem forças para encarar uma separação, engoli a dor e decidi aceitar a volta.

Mas o perdão não viria de graça. A raiva e a humilhação do que eu tinha visto nos vídeos subiram para a cabeça. Peguei ela com força pelo braço, arrastei para o quarto e a mandei tirar a roupa. Ela não reagiu, não pediu para parar; estava tão esmagada pela culpa que se submeteu.

Coloquei o pau para fora, ainda estava mole e a fiz ajoelhar e chupar sem dizer uma única palavra. Meu pau foi enrijecendo e fiz ela mamar e engasgar enfiando o que podia na boca dela. Quando estava bem duro e com tesão, eu a ajudei a levantar e falei para ela deitar de bruços.

Ela o fez. Me deitei sobre ela, ajeitei meu pau, sem camisinha, para penetrar naquela bunda e fui enfiando. Percebi ela segurando o choro e se agarrando nos lençóis enquanto eu metia fundo. Não havia reclamação, nem ruídos da parte dela e fui usando aquele corpo com raiva, impondo minha vontade, até que gozei.

Fiquei em cima dela por um tempo, até que saí e fui tomar um banho. Ainda deu tempo de ver o esperma saindo e escorrendo da bunda dela. Assim que saí do banho ela entrou, também para tomar um banho.

Fiquei esperando e, no quarto, já com mais calma, conversamos. Disse a ela que, apesar de tudo, continuava a amá-la, mas impus a condição de que, a partir de agora, as coisas seriam diferentes. Ela concordou e estamos tentando levar uma vida normal, como se nada tivesse acontecido.

Hoje, olhando para trás, não sei se fiz a coisa certa e nem sei se ainda a amo como antes. É o tipo de dúvida que prefiro não remoer para não esquentar a cabeça. Se ela vai me trair novamente ou não, somente o tempo dirá. Uma coisa, porém, ficou clara: nunca mais abusei dela daquele jeito na cama, porque o sexo tem que ser prazeroso para os dois e a raiva passou. Engoli a dor, mantive a minha vida nos trilhos e decidi seguir em frente.

Comentários (2)

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  • Ricardo dotado: Delicia 🤤 cadê mulheres de Campinas SP se for casada melhor ainda Ale192803

    Responder↴ • uid:1daibs9k0i
  • Professor FTZ: Meu amigo vou te dar um conselho, ela gosta do sexo com pegada forte se vc voltou para o feijão com arroz, vai levar chifre novamente. Assim vc tem duas opções ou aceita ser corno e libera ela e vc participa junto ou então vc assumi uma postura de macho Alfa e entrega a ela tudo que ele precisa e merece para ser feliz. A r r o b a l e o 2 0 1 4

    Responder↴ • uid:beml65tfi9