#Bissexual #Lésbica #Trans

A viagem pós divórcio – 6

3.0k palavras | 1 | 3.00 | 👁️
Glauco

Inicialmente peço desculpas pela demora na continuação do conto, antes estava de férias e achei que teria tempo para finalizar a história, mas cometi um erro de cálculos e agora está difícil escrever, sem mais demoras vamos ao conto.

Depois que acordei Isabel e Veronica, de forma tão suave, nos recompusemos, fomos para um caprichado banho e depois “reconstruímos” nosso quarto e saímos para um café da manhã, não antes deu prometer para mim mesma, pela enésima vez, que iria parar de beber.
No café avaliamos nossas opções de laser para aquele dia, a Ilha principal tinha o interior montanhoso e com vegetação e fauna exuberantes e já nos haviam oferecido uma caminhada pelas montanhas, “hiking”, com um guia local, me pareceu algo interessante e saudável, ajudaria sem dúvidas eliminar as toxinas das últimas noites. Voltamos para o quarto para nos preparar.
O dia estava quente, coloco uma calça legging e um top, um tênis de trilha e uma jaqueta, Isa coloca uma bermuda e uma camiseta, enquanto Veronica veste uma bermuda cargo e uma camiseta térmica. Preparamos uma mochila com um lance e água e nos dirigimos até o local para contratar o guia.
Chegando nos deparamos com duas norueguesas, ambas na faixa dos 24 anos, loiras, olhos azuis, a mais sorridente devia ter 1,75, magra com seios e bunda médios a mais calada era um pouco mais baixa, tinha seios pequenos e uma bunda de latina, grande, ambas estavam de short com camisetas regatas, elas se apresentam a mais alta chama-se Trudy e a amiga dela, Ingrid. Ficamos sabendo que nós cinco iríamos fazer a caminhada com o guia local. Um senhor de nome James, moreno, magro, de estatura média, acho que mais de 50 anos.
Era cedo quando começamos a andar, 7:10, o guia nos informa que retornaríamos às 14h, eu estava muito animada, pois adoro o contato com a natureza. Conforme andamos avistamos vários pássaros coloridos, a vegetação era deslumbrante, muitas orquídeas endêmicas das ilhas, prestava muita atenção.
Percebo que Veronica fica amiga de Trudy, é um contraste aquela negra com mais de 1,80m e a Loira com pele super clara. Conversamos e damos risadas, as amigas escandinavas são muito agradáveis e mesmo com a diferença de idade nos sintonizamos.
Trudy acabou de se formar na área de Programação e Ingrid é Dentista, são amigas de longa data, são ambas da cidade de Bergen. A caminhada segue para o alto, paramos poucas vezes para apreciar a vista, observamos o mar azul e as estruturas de corais, abaixo, tiramos fotos. James é muito prestativo e simpático, sempre nos orienta sobre plantas, flores e animais, na verdade, pássaros e insetos. Vamos subindo mais e o calor e umidade cobram seu preço, estou ensopada. Neste momento James nos avisa para não desanimarmos, pois logo seríamos recompensadas por uma pausa e uma agradável surpresa.
Andamos mais um pouco e nos deparamos com uma cachoeira linda, que deságua em uma piscina natural, James nos avisa que a cachoeira tem nome de Sauzier, realmente é uma recompensa para o nosso esforço. Fomos avisadas que iríamos fazer uma pausa para nos hidratarmos e um lanche. Claro que também iríamos dar um mergulho.
Eu e Isa havíamos colocado biquini por baixo da roupa, nos despimos e fomos mergulhar, Veronica nos segue tira apenas a camiseta, ficando de top e entra com bermuda e tudo na água. As nossas novas amigas nos seguem ambas usava biquinis que permitem contemplar os corpos, Trudy é um pouco mais encorpada, voluptuosa enquanto Ingrid é estilo falsa magra, tem abdômen definido e músculos que torneiam o corpo da loirinha.
Novamente percebo que Trudy e Veronica se afastam um pouco enquanto eu, Isa e Ingrid ficamos falando amenidades, a loira nos diz que está em uma pousada no centrinho da ilha, disse que chegou quase na mesma data que nós e que ainda devem ficar mais 3 dias. Relatamos que vamos ficar mais 2 dias, trocamos informações sobre o que já fizemos e ainda queremos fazer. Ingrid nos diz que hoje, ao por do sol, teria uma festa exclusiva em uma mansão de ultra luxo, de uma empresária francesa, que o evento seria fechado, mas que um amigo havia lhe dado 4 convites. Achei interessante a oportunidades, mas nós, somando, éramos 5, então eu e Isa não iríamos ir, para não deixar uma de nós sozinha, o que Ingrid concorda e diz ser uma pena.
Ficamos mais um pouco na água e saímos, percebo Veronica maliciosamente ajudando Trudy a sair da piscina natural, segurando-a pela cintura, olhando fixo para o bumbum da escandinava, nos vestimos e continuamos nossa trilha, que a esta altura já fazia rota de descida.
Chegamos no local de partida exatamente no horário previsto por James, agradecemos nosso guia e ao invés de nos despedirmos de Trudy e Ingrid, Veronica combina de irmos juntas almoçarmos, deixamos nossas novas amigas escolherem o local, elas nos indicam um restaurante caseiro, que serve variedades de peixes e outros frutos do mar.
Eu escolho um prato de arroz com polvo e peixe frito, que está uma delícia, acompanhada de uma “SeyBrew, Lager”, uma cerveja local, que para o calor que fazia caiu maravilhosamente bem.
Durante as conversas na mesa, Veronica me surpreende, diz que vai fazer um passeio com Trudy, pergunta se nos importaríamos que elas fossem sozinhas e se poderíamos acompanhar Ingid no evento na mansão. Neste momento eu fico desconcertada ao perceber que estou com ciúmes, começo a perceber que estou criando laços afetivos com Veronica. Respondo de forma seca dizendo que por mim tudo bem, mas que não sei se iria na festa. Isa parece perceber minha mudança de atitude e me dá um sacode, dizendo: “amiga vamos sim, vai ser muito bom, estamos todas precisando curtir e conhecer gente nova, não se preocupe que Veronica sempre volta, rs”.
Mesmo estando um pouco confusa, emburrada, fico sem saber como negar, Ingrid me chama e lembra que tem 4 convites e que seria ótimo ter nossa companhia na festa. Então eu aceito e combinamos um ponto de encontro às 17:30, voltamos para o resort para nos arrumarmos, eu e Isa, enquanto Veronica, Trudy e Ingrid vão para o lado oposto.
Chegamos no resort e vou para o banho, Isa me segue, ela percebeu que fiquei desnorteada por Veronica ter nos deixado, pois até então ela era minha melhor “amiga” na viagem. Isa: “Ana percebi certo desconforto seu em relação ao fato de Veronica ter saído com Trudy”. Eu respondi que fiquei chateada, não entendo porque estou com ciúmes, acho que por ser tudo novidade para mim, nosso envolvimento, ainda não consegui digerir os sentimentos. Isa tentou me tranquilizar, ela explicou que também não entendeu quando o relacionamento dela e Verônica começaram e que sempre tiveram um diálogo transparente priorizando a amizade, respeito e o carinho, ela terminou dizendo: “Veronica é um ser espontâneo, imutável, confiável, ela sempre volta, sem faltar nenhum pedaço”. Isa me deu um selinho e um abraço carinhoso, algo que me reconfortou naquele momento. Claro que depois ela apertou meu bumbum.
Saímos do banho, coloquei um vestidinho colado, preto, com apliques de strass, não coloquei calcinha, nem sutiã. Isa também vestiu um vestido, dourado com paetês. Saímos em seguida para encontrar Ingrid.
Ao avistarmos Ingrid, me surpreendi, a loira com aspecto de mochileira havia se transformado, estava com um vestido vermelho (lembrando a bandeira da Noruega), com um decote em “V” revelador e uma abertura nas pernas, uma “Valquíria” digna de qualquer fantasia viking.
Fomos para festa, a mansão ficava em um resort de acesso restrito, onde haviam casas cinematográficas, todas encrustadas na rocha com vista para o mar. Ao entramos percebi o ambiente requintado, mas sem muita ostentação, muito vidro, poucos móveis, plantas em todo lugar e arte em forma de quadros e principalmente esculturas. Haviam pouco mais de 50 pessoas no local, conhecemos a anfitriã, como havia dito anteriormente, uma empresária francesa, Rebecca, branca, cabelos negros, com olhos azuis penetrantes, de aproximadamente 50 anos, eu elogiei sua casa, ela muito simpática pediu que aproveitássemos a festa. Neste momento percebi que Ingrid e Rebecca já se conheciam, pediram licença e se afastaram de mim e Isabel.
Fui passear com minha amiga o por do sol começou, fomos para o deck onde havia uma linda piscina de borda infinita, a vista era tudo naquele lugar, não precisava de nenhum complemento, eu olhei para os olhos azuis de Isabel e agradeci pelo convite da viagem, disse que aquilo estava sendo um novo recomeço para mim, que tinha encontrado uma Ana que achei que tivesse perdido na adolescência. Isa me deu a mão simplesmente ficamos contemplando o sol se pôr no mar.
Ao nos virarmos observamos que estava sendo montado um buffet e haviam também um bar onde já serviam bebidas, olhei para Isa e disse, hoje nós vamos aproveitar.
Uma música agradável começou, havia um DJ tocando flashback, bebidas, boa comida, um lugar deslumbrante, boa companhia. Andamos um pouco, bebemos, conversamos com algumas pessoas interessantes, bebemos, vimos que havia uma escada que levava até uma pequena praia particular, mas a princípio não descemos.
Isa agia havia mudado de postura naquela altura, acho que o clima romântico a deixou suscetível, ela sempre me olhava e colocava a mão na minha cintura, eu brincava com ela, em dado momento disse que podíamos arrumar um milionário para ficarmos aqui para sempre, ela me surpreendeu e disse: “tenho tudo que quero aqui ao meu lado”. Fiquei vermelha, mas para descontrair falei que ela estava era ficando bêbada.
Ingrid voltou a nossa companhia, ela estava agora descalça e com a maquiagem começando a borrar, percebi suas pupilas dilatadas e seu euforismo, perguntei se estava bem, ela respondeu que estava ótima, que a noite seria maravilhosa, também nos indagou se estávamos curtindo, respondemos que sim.
As luzes da casa diminuíram a música ficou mais tecno, lembrando as raves do final dos 90, percebi que haviam mais pessoas na festa, em especial jovens, nós três fomos para a “pista” que era no deck próximo a piscina, cercado por um jardim. Dancei muito, o clima era muito sensual e gostoso, percebia os olhares desejosos, mesmo estando perto dos 40, via os jovens me paquerando, assim como Isabel e Ingrid, aliás, nossa amiga se aproximou e disse se queríamos uma “bala”, olhei aquilo e não entendi, então ela explicou o que era, fiquei relutante, como médica já vi os efeitos, mas Ingrid disse que podia experimentar metade, dividiu o comprimido e ofereceu metade para Isabel, que imediatamente engoliu a fração dela, enquanto ainda estava pensativa. Prometi para mim mesma que seria a única vez e engoli.
A princípio me bateu um arrependimento, fiquei pensando que iria enfartar ali mesmo, nos meus filhos, nas despesas de translado de cadáver, tudo veio a minha mente... Só que após 15min eu não senti nada (era o que eu achava) e continuei dançando e como estava bom, eu dançava, Isa se esfregava em mim, Ingrid a toda hora deixava um peitinho escapar do vestido dela eu ria e continuava dançando, aliás eu não queria parar de dançar, senti calor e muita sede, me afastei apenas para beber água e voltava para dançar, não tinha a menor consciência de tempo. Olhei para Isabel que não parava de me encarar, neste instante tive uma vontade louca de beijá-la e o fiz, um beijo molhado e intenso, nossas línguas entrelaçaram, no meio da pista de dança, senti Ingrid nos abraçar, me virei e sem pensar a beijei também, ela tinha um gosto doce, enquanto a beijava, senti Isabel apertar minha bunda.
Daí para frente as coisas não ficaram muito claras, não me lembro como fui parar na praia em frente a festa, eu estava encostada em uma pedra, beijando Isabel, enquanto Ingrid havia tirado um seio do meu vestido e estava me mamando, era um prazer multiplicado pelo meu estado. Fechei os olhos e curti, senti as mãos encostarem em minha buceta, eu estava encharcada. Agora era Ingrid que me beijava e Isabel estava no meio das minhas pernas, mordiscando a parte interna das minhas coxas me deixando arrepiada. Notei então que estava deitada em uma cama, fiquei apreensiva até perceber que era a cama do nosso quarto no resort, que loucura, como chequei ali (?¬).
Ingrid havia tirado meu vestido, assim como o dela, ela tinha um corpo lindo, jovem e torneado, eu tinha agora duas loiras me experimentando, Ingrid me sugava meu clitóris com experiência, dedilhava a entrada da minha PPK apenas atiçando, eu fechei os olhos e curti até me abrir novamente pois me lembrei de Isabel, foi então que percebi que havia sido colocada de quatro, estando Ingrid abaixo de mim, invertida, na posição 69”, ela tinha uma PPK raspada, linda, lábios rosa, eu me aproximei e comecei a lamber, enquanto Ingrid por baixo sugava minha vagina, as vezes enfiando um dedo na buceta. Eu senti outra língua no interior do canal vaginal, que as vezes subia até meu anus, era Isabel, então empinei a bunda.
Ingrid ajudou segurando as duas bandas das minhas nádegas, apertando e as abrindo, de repente eu senti um cutucão na entrada da minha buceta, percebi que Isa havia levado algum tipo de brinquedo para cama. Eu comecei a sentir tesão e me afoguei na buceta de Ingrid, que por sua vez não parava de me lamber.
Quando me dei conta eu estava balançando para frente e para trás, notei que Isa havia vestido um cintaralho, sentia algo grosso e comprido me invadindo, meu orgasmo se aproximava. As loiras não paravam de me abusar, levava tapas na bunda, era xingada de puta, o pau na minha buceta, a língua no meu clitóris e minha boca cheia naquela xoxota raspada e jovem, estava em uma espiral de um orgasmo avassalador, comecei a soluçar, tentando gemer se soltar o clitóris de Ingrid. Mas Isabel foi cruel com a loirinha rival, ela puxou meu cabelo, me desencaixando da xoxota de Ingrid, ela agora apertava meus mamilos e beijava minha nuca dizendo safadezas em meu ouvido, enquanto ainda metia e Ingrid também me chupava, pelo menos eu estava livre para gemer, aliás eu gritava.
Senti um orgasmo enorme, Ahinnn, Ahinnn, era delicioso, meu corpo tremia, lágrimas escorriam, eu suava e o suor se misturava aos meus líquidos vaginais, olhava para baixo via Ingrid ensopada e descabelada me chupando, enquanto Isabel estocava fundo na minha buceta. Eu simplesmente desfaleci, me jogando na cama.
Eu ainda estava quente, normalmente ficaria sensível e daria um basta a qualquer investida para mais sexo, mas hoje não. Eu não sei como, novamente, mas após um breve descanso me achei na posição “frango assado”. Algo enorme crescia na minha buceta, era invadida, sentia meu útero sendo cutucado, balançava com vigor para frente e para trás, tentei gritar mas meus lábios eram invadidos por uma língua, não reconheci o rosto a princípio, senti que meus seios eram ambos sugados por bocas diferentes, estava numa orgia.
Foi só então que notei que Veronica e Trudy haviam se juntado a nós... Continua...

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Engenheiro: Delicia, tem que continuar

    Responder↴ • uid:mq11wx4b7no