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Papai e filhote: o tesão no cu é de família

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Ricardo flagra seu filho dedando o cu e resolve compartilhar com ele que esse vício no toba é de família

Lucas trancou a porta do banheiro e abriu o chuveiro. A água quente escorreu pelo corpo magro: ombros estreitos, peito chato, barriga lisa, coxas finas. Tinha completado 14 anos fazia só três dias. Pelos quase não existiam nele. Só uma sombra clara e rala embaixo dos braços e uma linha fina e clara descendo do umbigo até o pau fino, de tamanho mediano, a cabeça sempre rosada. Os colhões ainda pequenos.

Ele se ensaboou devagar. A mão desceu pelas nádegas magras, separou e passou o dedo no meio. O cuzinho rosado, apertado, cercado só por uns pelos claros e finos, quase transparentes, tremeu sob o toque. Lucas mordeu o lábio e empurrou a ponta do dedo. O prazer subiu imediato, quente, sujo.

Aquela curiosidade vinha de bem antes. Desde os 10 ele já ficava olhando o próprio cu no espelho, separando as nádegas e imaginando como seria sentir algo ali. Um dia, num final de semana na casa da tia, ele entrou no banheiro sem bater e flagrou o primo mais velho de quatro no chão, dois dedos entrando e saindo do próprio cu enquanto punhetava com a outra mão. O primo gemia baixo, rebolando contra os dedos. Lucas ficou parado alguns segundos, o coração disparado, o pau endurecendo na hora. Saiu sem fazer barulho, mas a imagem não saiu da cabeça. Na mesma noite, sozinho, ele experimentou. O dedo entrou fácil. O tesão foi tão forte que ele gozou seco, o corpo inteiro tremendo, sem sair uma gota de leite. Desde então virou rotina. Toda vez que tomava banho, a mão ia direto pro buraco.

Agora, debaixo da água quente, ele empurrou o dedo até a segunda falange, rebolou devagar e gemeu baixinho. A outra mão desceu pro pau fino e começou a punhetar. O dedo entrava e saía, a água escorrendo pelos pelos claros, o prazer concentrado ali. Ele fechou os olhos e imaginou uma língua no lugar do dedo. O corpo magro tremeu. O orgasmo seco chegou rápido: o pau latejou forte, o cu apertou o dedo, as pernas fraquejaram, ele soluçou contra a parede do box, mas não saiu nada. Só o espasmo seco, intenso, que o deixou ofegante e mole.

Lucas saiu do chuveiro, se secou por cima e enrolou a toalha na cintura. Ainda sentia o cu latejando. Passou pela sala.

O pai, Ricardo, de 35 anos, estava no sofá. Homem feito de verdade: 1,85 m, ombros largos, peito largo coberto de pelos pretos densos que desciam em linha grossa até a barriga marcada de quem ainda malhava, braços grossos com veias saltadas, mãos grandes e calejadas. Pelado no sofá como sempre com o volume generoso do pau grosso e dos colhões pesados bem à vista. O rosto era anguloso, barba por fazer de dois dias, olhos escuros, voz naturalmente rouca. Viúvo há anos. Os dois moravam sozinhos na casa pequena.

Lucas foi pro quarto, deixou a porta entreaberta sem perceber, deitou de bruços na cama e puxou a toalha pra cima. As nádegas magras se abriram sozinhas. Ele passou a mão atrás de novo, espalhou e enfiou o dedo até a metade, gemendo baixinho contra o travesseiro. Ainda estava sensível do banho.

Ricardo levantou pra pegar água. Passou no corredor e parou. A porta estava aberta o suficiente. Ele viu o filho magrinho de bruços, as nádegas abertas, o dedo entrando e saindo do cu, gemendo. O pau do pai endureceu na hora. O peito apertou. Não era só surpresa. Era tesão puro, sujo, que ele guardava há anos.

Ficou parado alguns segundos, respirando fundo. Depois empurrou a porta devagar.

— Lucas.

O menino congelou. Tirou o dedo rápido, virou o rosto vermelho até o pescoço.

— Pai… eu… desculpa…

Ricardo entrou, fechou a porta com cuidado e ficou em pé perto da cama. A voz saiu rouca:

— Continua.

Lucas piscou, assustado.

— O quê?

— Continua o que você tava fazendo. Quero ver.

O silêncio ficou pesado. Lucas, ainda de bruços, hesitou. Depois, devagar, abriu as pernas de novo, espalhou as nádegas magras com as duas mãos e mostrou o cuzinho. Os pelos claros brilhavam um pouco com a umidade do banho. Ricardo engoliu seco. Ajoelhou na beira da cama. O cheiro do filho — sabonete, pele limpa, um pouco de suor — subiu. Ele aproximou o rosto.

— Você faz isso há quanto tempo?

A voz de Lucas saiu baixa, envergonhada:

— Desde os quinze… mais ou menos. Eu já tinha curiosidade. Um dia flagrei o primo se dedando no banheiro da tia. Isso só piorou. Comecei a experimentar mais. Gosto de sentir.

Ricardo passou o polegar devagar pelo meio das nádegas, tocando os pelos claros e finos.

— E você imagina alguém chupando de verdade?

Lucas fechou os olhos.

— Sim. Sempre.

— Eu também gosto, filho. Gosto pra caralho de chupar cu. E de ser chupado. Sempre gostei. Nunca contei pra ninguém. Quando vi você agora… porra… deu um tesão que eu não sentia há muito tempo.

Lucas abriu os olhos, olhou por cima do ombro.

— Você… também?

Ricardo respirou fundo, a mão ainda nas nádegas magras do filho.

— Também. Eu fui iniciado nisso quando tinha 15 anos. Tinha um vizinho, uns dez anos mais velho, solteiro, que morava sozinho no fundo do terreno. Um dia ele me chamou pra ajudar a carregar umas caixas. Acabou que a gente bebeu uma cerveja, conversou… e ele perguntou se eu já tinha experimentado levar língua no cu. Eu fiquei vermelho, mas curioso pra caralho. Ele ajoelhou, abaixou meu short e chupou pela primeira vez. A língua dele era quente, grossa, entrou fundo… eu gozei em menos de dois minutos. Depois ele deitou de quatro e mandou eu chupar o dele. O cheiro, o gosto, os pelos… viciou na hora. A gente se aliviou assim várias vezes naquele ano. Só punheta, boquete e muita chupada de cu. Nunca comemos um ao outro.

Ele fez uma pausa, a voz mais baixa e suja:

— Aquele filho da puta era pedófilo. Gostava de mim justamente porque eu tinha acabado de fazer 15, ainda magrinho, ainda com cara de criança. Ele falava isso na minha cara enquanto chupava meu cu. E eu… porra… eu deixava. Gostava.

Lucas ficou em silêncio, absorvendo.

— E agora você quer fazer comigo?

— Quero. Se você quiser também.

Ele se inclinou e passou a língua devagar, só a ponta, do saco até o cuzinho. Lucas soltou um gemido fino, quase um soluço. Ricardo lambeu de novo, mais firme, sentindo os pelos claros contra a língua, o gosto limpo e um pouco amargo. Abriu as nádegas magras com as duas mãos grandes e enterrou o rosto. A língua rodou o anel, pressionou, entrou só a ponta. O som molhado encheu o quarto.

— Porra, pai… caralho…

Lucas rebolava pra trás, as coxas finas tremendo. Ricardo chupava com fome, a barba rala raspando a pele lisa, a língua entrando e saindo, lambendo os pelos claros, chupando o buraco como se quisesse engolir. A mão livre desceu e arregaçou o pau grosso, a cabeça já brilhando.

Depois de longos minutos, Ricardo parou. A boca brilhava de saliva.

— Vira pra mim.

Lucas virou de costas. O corpo magro, o peito quase sem definição, o pau fino duro contra a barriga, a cabeça rosada pingando um pouco de líquido transparente. Ricardo se deitou entre as pernas dele e engoliu o pau até o fundo. A garganta apertou. Lucas arqueou, as mãos pequenas nos cabelos do pai.

— Chupa… porra… assim…

Ricardo chupava molhado, barulhento, a língua rodando a cabeça. Ao mesmo tempo dois dedos molhados de saliva desceram e entraram devagar no cuzinho. Lucas soltou um gemido alto. O corpo magro tremeu inteiro. Ele não gozou leite. Não saiu nada. Mas o orgasmo seco bateu forte: o pau latejou, o cu apertou os dedos do pai, as coxas tremeram, ele soluçou e soltou o ar como se tivesse corrido quilômetros. Ricardo continuou chupando até o último espasmo, depois soltou o pau ainda duro e olhou pro filho.

— Você ainda não goza leite, né?

Lucas, ofegante, balançou a cabeça.

— Ainda não… mas gozo assim. Seco. É forte pra caralho.

Ricardo se ajoelhou na cama, o pau grosso na mão, punhetando devagar e com força. Os olhos escuros fixos no peito magro e no rosto do filho.

— Então agora é minha vez. Abre a boca, filhote.

Lucas abriu. Ricardo se posicionou sobre o peito magro dele, a cabeça do pau quase tocando a língua. A mão subia e descia rápido. A voz saiu rouca, ofegante, suja:

— Porra… olha pra você… magrinho, novinho… igual eu era. Aquele vizinho era pedófilo pra caralho por gostar de mim assim. E eu… caralho… eu também sou. Sou pedófilo igual ele. Gosto do meu filho assim… puta que pariu…

Os jatos quentes e grossos bateram na língua, no queixo, escorreram pelo pescoço fino e pelo peito quase sem pelo. Ricardo gozou gemendo alto, ainda falando entre os espasmos:

— Toma o leite do seu pai pedófilo, filhote… toma…

Lucas engoliu o que pôde, o resto escorreu pela pele. Ricardo ficou ofegante, olhando o filho lambuzado, a porra ainda pingando do pau.

Eles se deitaram lado a lado. O silêncio durou alguns segundos.

Lucas passou a mão magra no peito peludo do pai, sentindo a porra ainda quente na própria pele.

— Eu também. Sempre tive curiosidade. Aquele dia com o primo só confirmou. Nunca pensei que ia ser com você. Mas… gostei. Gostei pra caralho.

Ricardo virou o rosto, olhou nos olhos do filho, ainda ofegante.

— A gente pode fazer de novo. Só isso. Punheta, boquete, chupada de cu. Nada mais. Você topa?

Lucas sorriu, ainda vermelho, o pau fino ainda semi-duro.

— Topo. Quero chupar o seu também.

Ricardo puxou o filho pra cima, fez ele se ajoelhar sobre o peito. Lucas desceu o rosto, separou as nádegas grossas do pai e passou a língua devagar no cuzão peludo. O cheiro era mais forte, o gosto mais pesado. Ele lambeu os pelos escuros, rodou a língua, empurrou até entrar. Ricardo gemeu fundo, a mão na cabeça magra do filho.

— Isso… assim, filhote… chupa o cu do papai…

Lucas chupava com vontade, a boca pequena trabalhando, a saliva escorrendo. Ao mesmo tempo a mão dele descia e punhetava o pau grosso do pai, ainda meio mole depois de ter gozado. Ricardo endureceu de novo rápido. Depois de um tempo ele puxou o filho pra cima, beijou a boca suja dele — o primeiro beijo, com gosto de cu e porra — e falou rouco:

— Deita de novo. Quero chupar mais.

Lucas deitou de bruços outra vez. Ricardo se ajoelhou atrás, abriu as nádegas magras e cuspiu direto no cuzinho. A saliva escorreu pelos pelos claros. Depois a língua entrou de novo, mais voraz, mais profunda. Ele chupava, gemia contra o buraco, a mão livre punhetando o próprio pau. Lucas rebolava, gemia no travesseiro, o corpo magro inteiro tremendo.

Quando o segundo orgasmo seco bateu, Lucas soluçou alto, o cu apertando a língua do pai, as pernas finas se fechando. Ricardo não parou. Continuou lambendo até o filho amolecer por completo. Depois se deitou ao lado, puxou o menino pro peito peludo e ficou acariciando as costas magras.

— Você é meu filhote safado agora, hein?

Lucas, ainda ofegante, beijou o peito do pai.

— Sou. E você é meu pai puto.

Eles ficaram ali, suados, o cheiro de sexo forte no quarto pequeno. Lá fora a noite continuava. Dentro, o primeiro dia tinha acabado de começar de verdade.

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Comentários (2)

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  • Bacellar: Eu gostava de olhar o meu cu no espelho, passar o dedo, cheirar e bater punheta. 14 anos. Eu , moreno e um furicão preto e ainda cheio de pregas.

    Responder↴ • uid:6stycmqhra
  • Sleepsex: Ótimo conto!! Morando só vocês dois, agora o pai tem um putinho perfeito para gozar! E o garoto tem um adulto para lhe satisfazer. Ambos saem ganhando!

    Responder↴ • uid:1ckqan7r28p5