#Coroa #Estupro #Teen

Arregaçada pelo paizim

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pretus

Ele trabalhava como vigia na enorme fabrica de óleos desativada há alguns anos. O imóvel ocupava todo o quarteirão próximo de minha casa, num subúrbio afastado da cidade. O Seu Aparecido de físico robusto, era um homem dos seus cinquenta anos, de cor moreno claro, medindo por volta de 1,80cm de altura e pesando uns 95 quilos. Era desses que possuem cabelos já ficando ralos e que são penteados para atras. Acho que ele se barbeava a cada 15 dias, pois sempre tinha alguma barba naquele rosto. Tinha uma barriga firme, mas um pouco pra fora, sem comprometer. Ele fazia o tipo do homem que sempre imaginei e por quem eu sempre me sentia muito atraída.
Na época eu era uma adolescente quase madura, um pouco gordinha, de cor branca, medindo 1,55m de altura, pesando por volta de 65kg, cabelos louros e seios de bom tamanho. Descobri que, desde que a minha sexualidade se manifestou, ao contrário das minhas amigas do colégio que viviam dando em cima e suspirando por garotos, eu só me interessava por homens, e somente homens maduros, bem maduros, assim como o Seu Aparecido. Gostava de vê-lo sem camisa, porque assim eu me deliciava com a visão do seu corpo, da cintura para cima: a barriga muito peluda, um pouco pra fora, forçando a cintura da calça, os seus peitos volumosos, mais para gordos mas dava para notar que tinha bastante músculo ali, e, também muito peludos, de tal forma, que não dava para se ver a pele, com exceção dos mamilos bem grandes e destacados. Era como se um tapete de pêlos – a maioria pretos, misturados com alguns brancos - lhe cobrisse todo o peito, mas diminuía um pouco a intensidade, ao passo que descia para a barriga. Os pêlos dos seus sovacos cresciam livremente, como se ele nunca os aparasse com a tesoura, e dava pra ver, às vezes, o tufo de pêlos úmidos de suor, quando ele trabalhava no quintal da antiga fábrica ceifando o mato ou realizando outra tarefa menor. Nesses momentos eu inventava alguma desculpa para chegar perto dele e sentir o forte cheiro de suor de macho que escapava do seu corpo, para mim era pura virilidade. Era possível que ele procurasse mulher na rua para aliviar o apelo sexual dos hormônios, pois já fazia mais de um ano que ele enviuvara, mas, eu não acreditava que ocorresse porque, isso requer dinheiro, coisa que ele não possuía, diante do pequeno salário de vigia que recebia, assim, essas circunstancias tendiam a expô-lo a um jejum forçado de sexo, mesmo que eventualmente ele pegasse uma mulher.
Havia, também, uma coisa que eu prestava atenção, quer dizer, era só pra onde eu olhava, quando ele estava em minha frente, ou quando eu seguia em sua direção: o local onde ficava o seu pau. Alguns homens, não sei porque, disfarçam o volume do pau trazendo a cintura da calça para abaixo da própria cintura, especialmente quando são barrigudos, para deixar os ovos e pau com mais espaço dentro das calças, e essa atitude faz a mala desaparecer. O homem fica como se não tivesse nada ali, numa visão quase feminina (esses, eu nem olho!), ou ainda, alguns porque o pau é pequeno mesmo. Eu tenho por esses homens total indiferença. Mas a mala do Cidão era um sonho. Parecia mais um altar, para se ficar eternamente de joelhos ali, admirando-a. Ele não ligava para o fato de eu olhar, não! Ou, talvez o fizesse de propósito, isto é, se deixasse olhar à vontade, porque se orgulhava dela, o fato é que ele mantinha a calça acima do umbigo, deixando um erótico volume do lado, formado por dois grandes ovos e, um grosso e comportado pau. A visão do grosso tronco formado pelo seu pau era tão explicita que chegava a ser obscena, e, ao passo que ele se movimentava, ela, a mala, acompanhava os movimentos de locomoção, levemente pra esquerda e pra direita. Com essa visão, o meu coração disparava imediatamente! Às vezes, nem precisava vê-la para o meu coração disparar e minha xoxotinha molhar toda. Bastava pensar nela e era certa uma siririca que eu tocava em sua homenagem, às vezes, até duas. Nessa idade, a gente nunca fica saciada. Eu cheguei a pensar que eu tinha problemas, mas não era nada disso. O que ocorria era nada mais, nada menos do que o implacável hormônio conhecido como progesterona que corria em excesso no meu sangue e me deixava louca. Em virtude de não haver tranca nos portões e os salões enormes serem abertos, inventei de passar por dentro da fábrica para ir para a outra rua que levava até a mercearia onde eu sempre ia comprar alguma coisa. Nessas ocasiões eu usava a bicicleta do meu pai. Era uma maneira de ver o Cidão, de preferência da forma mais à vontade possível. Eu sonhava, torcia para encontrá-lo só de cueca, mas não tinha sorte, ele sempre estava só de calças, sem camisa, o que já era alguma coisa, daí, isso já me bastava para as minhas fantasias. O seu corpo me fascinava, nesses momentos, eu procurava esconder as minha emoções que me deixavam ruborizada. Para justificar a minha passagem por ali eu sempre me oferecia para comprar alguma coisa do seu interesse. Enquanto passava pelos salões, eu gritava:
- Oi, Seu Cidão! Vai querer que eu compre alguma coisa pro senhor?
Eu torcia para que ele sempre pedisse para eu lhe comprar algo, porque, assim, eu parava e ficava conversando com ele, recebendo a relação de compras. Eram nesses momentos que, enquanto ele falava, eu ficava olhando direto pra sua mala, cheia de desejos. Ele percebia tudo mas não falava nada, apenas devia ficar muito orgulhoso disso. Às vezes, com uma das mãos, ele mexia na mala, procurando uma posição melhor para a seu pau, eu acho. Talvez para analisar a minha reação. Ou mesmo por pura generosidade dele em relação a mim, pois ele via nos meus olhos o desejo. Eu percebia que ele, cada vez mais ia se certificando de que eu desejava o seu pau, a julgar pelo olhar que lhe dirigia.
É justo que se levante a seguinte questão: por que esse velho só no modo de dizer, pois ele não tinha mais do que 50 anos, - não come logo essa garota que fica o tempo todo se oferecendo? Por uma razão muito simples: Havia barreiras. Ele além de ser muito amigo do meu pai, amizade essa dos tempos que essa velha fábrica funcionava, eram cumpadres. Eu nova e virgem estava com muita saúde, gordinha, na medida certa, bundinha cheínha e gostosa, com os seios avantajados, com a boca cheirosa, os dentes alvos e brilhantes, e se oferecendo de graça para o robusto e maduro homem, que, como se viu, andava muito carente de sexo. Qualquer homem, desses que só comem mulher madura, não desperdiçaria uma mocinha como eu. As barreiras, portanto, teriam que ser quebradas, de preferência por mim, para ficar claro que eu não estava sendo forçada a nada, e o adulto apenas ia realizar meus desejos. Não havia mistério sobre o volume do seu pau, porque através da calça dava para se avaliar perfeitamente o seu perfil, embora mole: era grosso, disso eu não tinha dúvidas, medindo uns dez centímetros. Como ele permanecia deitado sobre os ovos, o seu formato era claramente desenhado por debaixo das calças. Mesmo assim, eu queria vê-lo ao vivo, pois a sensação é incrivelmente melhor e, com certeza, mais excitante. Eu sabia que o seu pau quando estivesse duro deveria ser muito grande e grossa, e, acreditava mesmo que não coubesse dentro de mim. Mas, isso não me preocupava, nas nossas fantasias não há dor, qualquer que seja a grossura ou tamanho. Era problema para quando isso fosse acontecer. O meu próximo passo era ver o seu pau. Eu tinha de descobrir uma forma de vê-lo mijando, mas, onde?
Nunca consegui ve-lo, mijando, quer dizer, vi somente uma vez lá no quintal da fábrica onde ele ceifava o mato, de longe, e além disso, de costas pra mim. Quando percebi isso, dei uma corridinha – jovens só andam correndo e quando cheguei perto dele por trás, ele já estava balançando o pau, como todo homem faz para retirar a última gota de mijo, o que me deixou muito frustrada. Quando o alcancei, pela frente, ele tinha acabado de guardar e se assustou comigo. Mas a sorte me ajudou. Certo dia eu passava por dentro da fábrica e, como sempre fazia, não o vendo por perto, gritei:
- Seu Cidão, onde está o senhor?
Ouvi a sua voz distante, na direção de um salão ao lado do quarto onde ele habitava:
- Estou aqui ao lado, minha filha! Venha até aqui!
Seguindo o rumo da voz não tive problema. Atravessei a porta do seu quarto, entrei no salão. Era um salão enorme, de uns 30 metros de extensão, sem nada de máquinas ou equipamentos, apenas o espaço vazio, com muitas janelas que davam pra rua, e, assim, para conseguir maior privacidade, ele construiu ali no salão, na parte que ficava descoberta porque as telhas de amianto haviam sido retiradas, ao lado de uma bica, um pequeno cubículo de compensado de 4 metros quadrados para se banhar, e embaixo da bica pôs um tonel de aço para aparar água da chuva.
Quando estava bem próximo, ele sentindo a minha aproximação, gritou:
- Aqui, minha filha! Estou aqui! Pode entrar!
Só fiz abrir a porta de compensado do cubículo, entrei e... Oooooohhh! Ele estava completamente nu, ele acabava de chegar ali, e tinha terminando de se despir. Ainda dava pra se sentir o cheiro de suor que emanava dos seus sovados e dos seus ovos. Ao vê-lo, não pude conter a emoção inesperada, corri os olhos dos pés à cabeça, demorando na sua mala cujo o pau eu podia agora ver em toda a sua glória: grosso, moreno, com a cabeça maior do que o resto do corpo do pau, mas totalmente coberta pelo couro , que não lhe alterava o formato de um cogumelo, mas deixando visível somente o orifício onde passava o mijo. Era a visão mais maravilhosa que eu já vira em toda a minha vida.
Ele tinha começado a mijar. Um jato forte jorrava do seu pau gorducho. Com dois dedos da mão esquerda ele o segurava e orientava o rumo que queria dar ao mijo. Demorou menos de um minuto, durante esse tempo eu não desgrudei os olhos da coisa mais linda que ele possuía. Quando terminou, nem precisava balançar a cabeça para a retirada da ultima gota de mijo, pois ele ia se banhar em seguida, mas assim mesmo, ele balançou algumas vezes a cabeça, devido mais ao hábito.
Os seus órgãos genitais que não podiam ser mais perfeitos faziam, tenho certeza, a alegria de qualquer mulher, ou mesmo, no meu caso, uma garota que possuísse como eu a bundinha mais sedenta de um membro macio, embora muito grosso e muito duro, dentro de si. Como, após a reação inesperada, eu permanecia paralisada, sem ação, olhando fixamente para a sua pica, ele, despertou-me para a realidade:
- Minha filha, hei! Acorde! enquanto falava, agitava a mão aberta em minha frente, num ato típico de quem quer despertar um sonâmbulo. Sorriu ao ver a minha inesperada reação, e prosseguiu:
- Eu vou querer que você compre umas coisas pra mim, você espera enquanto eu me banho? Você não se importa de eu estar nu assim, na sua frente não, se importa? Afinal faz tempo que você queria ver, não é ? Enquanto eu permanecia hipnotizada com a visão da sua linda pica.
- Eu espero sim, Seu Cidão! falei assim meio que desligada do mundo. - O tempo que for preciso! Eu não tenho mais o que fazer. Pode se banhar sem pressa! procurei justificar rapidamente, para, assim, poder ficar observando ele calmamente, coisa que eu faria por toda a eternidade, sem que me causasse nada além de puro prazer. O cheiro do seu corpo estava no ar! Não é preciso dizer, que a minha xoxotinha imediatamente encharcou.
- Voce gostou do que viu ? Era assim que voce imaginava ele ?
- É, Seu Cidão! Sabe o que é, é que eu nunca tinha visto um homem adulto nu assim tão de perto (menti), quer dizer, eu já vi o papai nu uma vez pela janela do banheiro, mas o pai da gente não conta, não é?
- Tem razão, mas, você gostou do que viu? A impressão que tive foi de que você ficou meio assustada, foi? O que assustou você, minha filha?
- É que eu achei a seu pau grande e grossa, mesmo estando mole! É muito maior do que o do papai, falei para deixá-lo orgulhoso e excitado.
- Você acha bonita a minha pica ?
- Eu acho ! O senhor se importa de eu dizer isso?
- Claro que não, minha filha! Você gosta de observar a pica aqui do velho, não é? Eu já flagrei algumas vezes, quer dizer, toda vez que você me vê, você a primeira coisa que olha é pra minha rola. Se você quiser pegar, aproveite agora! Eu sei que você está ansiosa para pegar nela. Vamos! Pegue!
- Seu Cidão, o senhor não é velho, de jeito nenhum, como o senhor falou! Agora, se eu pegar na sua rola o senhor não vai contar pro papai ou qualquer outra pessoa, não?
- Claro que não, minha filha! Que é isso? Que idéia você faz de mim? Pode confiar aqui no seu velho. Eu gosto muito do cumpadre, o seu pai, somos muito amigos, mas o que você fizer aqui, ficará só entre nós. Vai ser o nosso segredo. Faça um carinho no pau seu velho que está tão carente!
Timidamente me aproximei e, com a mão esquerda, segurei a sua pica. Os dedos da mão não se encontravam devido a grossura, mesmo mole. A sensação que me transmitiu o contato era muito sensual, excessivamente suave ao toque, devido ao couro que a recobria frouxamente, me parecia mais macia do que o veludo. Ficava difícil de acreditar que aquele tronco tão suave, tão macio, tão aparentemente frágil, de repente se transformava, ficando tão grande, tão grosso e tão duro, tão agressor dentro de nós, podendo até nos machucar!
Prosseguindo, me ajoelhei em sua frente, sem largar o seu pausão viril. Ele estremeceu de prazer, enquanto eu comecei a acariciar, arregacei o couro da cabeça bem devagarzinho, lentamente, lentamente... e ela, também, - a sua rola - lentamente, começava a se espreguiçar, como uma cobra, crescendo de tamanho. Aproximei o nariz da cabeça agora completamente arregaçada e senti um cheiro forte, embriagante. Fiquei embriagada de prazer; o Seu Cidão também sentindo um imenso prazer, com uma mão forçou a minha cabeça contra a sua pica, mas suavemente, bem suavemente. Era mais propriamente um movimento de confirmação, de aprovação, e de desejo.
Nesse momento, o seu pau atingira a dureza máxima e se alguém o medisse agora comprovaria os seus 22 centímetros de comprimento por 15cm de circunferência. O Cidão gemia, gemia...
- Oh, minha filha! Continue! Não pare!
Passei a língua no cabresto, a parte mais sensível do homem, e senti-o esticado demais. Ele gemeu de novo:
- Aaaaannnh! Oh, minha filha! Onde você aprendeu isso? Não responda! Apenas, não pare, por favooooorrr!!!!
Estava muito duro o seu pau, a cabeça brilhava de tão crescida e esticada! Me enchi de desejos, abri a boca ao máximo, escancarei-a para dar passagem a cabeça que tinha o formato de um coração, mas, com abas largas que lembrava um cogumelo grande, e senti que somente ela me enchia todo o céu-da-boca. Parei e fiquei mamando, como um bebê faminto. Enquanto isso, com uma mão acariciava os seus ovos, e, de tempos em tempos os puxava suavemente para baixo, apenas como forma de lhe levar prazer além do que já lhe estava propiciando enquanto chupava ansiosamente o seu pau. Com a outra mão procurei alcançar um dos seus mamilos enormes e fiquei acariciando. Peguei-lhes as mãos que se mantinham desocupadas e trouxe-as para os meus próprios mamilos, dando-lhe a entender que os friccionasse com as suas mãos calosas, pois isso me trazia muito prazer. Ele, no mesmo instante, passou a acariciá-los entre o polegar e o indicador até que pegou em todo o meu seio. Eu gemi, em resposta: - Huuuuummm!!!
Nós dois estávamos completamente entregues ao prazer sensual, indiferentes ao mundo exterior, e nada nos demoveria do ato.
Resolvi ir mais em frente, daí empurrei um pouco , mais um pouquinho; senti a cabeça tocar na entrada da garganta, veio-me um engulho, a sensação de vômito, como sempre ocorre quando um corpo estranho volumoso se aproxima da cavidade da garganta. Não era para me ter ocorrido isso, afinal de contas eu já havia chupado um pau volumoso antes, não tão volumoso quanto esse, é bem verdade, mas os meus músculos das proximidades da garganta já estavam treinados e adaptados para esse tipo de corpo estranho. A resposta que eu encontro é que essa fosse a primeira vez de um corpo estranho com esse volume, daí afastei um pouco e, de novo, agora com mais lentidão, cheguei a encostar a cabeça enorme e fiquei parada, imprensando-a contra a cavidade, como num abraço amistoso, ou mesmo um beijo sensual quando senti a fenda da cabeça do seu pau roçar no fundo de minha garganta, e, assim, fiquei por alguns segundos, talvez um minuto, sentindo-a palpitar ao ritmo das batidas do seu coração é difícil medir o tempo durante o prazer e fiquei ali até desaparecer por completo qualquer tipo ou modalidade de rejeição.
Agora, eu já podia movimentar o seu pau pra lá e pra cá. Comecei a brincar com o couro que cobria a cabeça e deslizava frouxamente por toda a extensão do seu pau. Fiquei por alguns minutos alternando: mamava, mamava, iniciava os movimentos de vai-e-vem, puxava suavemente os seus ovos, acariciava com fricções suaves os seus mamilos que permaneciam eretos ao contato de minha mão, quando, de repente, senti os seus ovos subirem pra base do pau, era o aviso da ejaculação tão aguardada. Preparei-me. Ele acenou, gritou, gemeu:
- Tire, minha filha, tire, minha filha, agora, a minha rola da sua boca, senão em posso gozar dentro dela! Tire, minha filha! Agora... Agoooooora!
Eu não lhe dei ouvidos. Ora, esse era o momento mais esperado e desejado por mim! Sem poder falar, porque estava de boca cheia, fiz sinal de que eu queria engolir tudo, e que isso me dava muito prazer, enquanto isso, segurava com as duas mãos a sua bunda para ele não sair, e quando vi que ele entregara os pontos, voltei a acariciar os seus ovos e a friccionar os seus mamilos.
- Oh, minha filha! Aaaaannnnhh! Tireeeeeeeee!
Ele estremeceu, quando o seu pau começou a dar pulos dentro da minha boca, seguida de um abundante jato de porra, forte, o suficiente para encher a minha boca. Mal acabei de engolir de uma vez, mais outro jato, mais outro, mais outro, parecia nunca terminar. E eu fazendo o que podia, engolindo, engolindo, engolindo, não dei conta. Devo confessar que é excitante, pelo fato de nos darmos conta que estamos transbordando porra por todos os orifícios. A agonia para engolir e voltar a engolir, a ânsia para dar conta, para não deixar escapar nem uma gota, o sabor indescritível, insuperável, num misto de salobro, doce, travoso, toda essa mistura de prazeres e sensações me levaram a um orgasmo devastador, sem sequer tocar na minha xoxotinha, uma leve sensação de desmaio me ocorreu. Quando ele terminou de despejar na minha garganta todo o seu gozo, deixou o pau adormecido ainda por um minuto dentro de minha boca, repousando em cima de minha língua, enquanto se recuperava das fortes emoções.
Ele retirou lentamente a pica de dentro de minha boca, lentamente, como se não tivesse forças para isso e perguntou:
- Você já chupou muitos paus? Eu pergunto, porque você parece gostar muito da porra que recebe, digo, você demonstra gostar muito do sabor.
- Seu Aparecidoo: o seu, é o segundo que eu chupo. É preciso que eu goste muito da pessoa para poder chupar o pau!
- Verdade? E quem foi o felizardo? O primeiro?
- Não! Eu não posso contar, Mas só houve um além do senhor! Talvez, um dia eu lhe conte!
- Eu vou-lhe cobrar! confirmou o ele.
Logo que nos recuperamos das ardentes emoções, começamos a nos banhar juntos. Foi gostoso ficar roçando a minha bunda na pica ainda muito grossa dele, enquanto nos ensaboávamos. Eu o fazia displicentemente, como se fosse acidental.
Ao terminarmos o banho, vesti rapidamente roupa e fiquei esperando o ele se vestir, mas, ao invés disso, pegou a roupa que usava numa das mãos e disse:
- Vamos! Eu vou vestir uma roupa limpa lá no quarto!
Saímos caminhado lado a lado, ele completamente nu, com a roupa usada em uma das mãos, plenamente satisfeito sexualmente, pelo menos por algum tempo. Eu olhava pra sua rola gorda balançado enquanto ele andava.
Quando chegamos no quarto, enquanto ele se vestia, eu lhe falei:
- Seu Cidão, eu posso lhe fazer uma pergunta?
- Claro que pode!
- Qualquer tipo de pergunta?
- Faça logo essa pergunta, minha filha! Estou ficando curioso! contrapôs, cheio de curiosidade.
- O senhor já meteu essa sua rola numa bundinha?
Ele parou um instante por pergunta tão direta, cuja mente deve ter trabalhado a mil por hora, provavelmente avaliando o desdobramento e segundas intenções pela proposital formulação de minha parte.
Com dificuldade de respirar, pela surpresa e emoção, ele, que tinha acabado de se vestir, me puxou pelos ombros e me apertou num abraço cordial.
- Não, minha filha! Mas isso não quer dizer que eu não venha comer um dia! Por que você me pergunta isso,? Você já deu a bundinha alguma vez?
- Só uma vez... quer dizer... duas vezes! Mas foi pra mesma pessoa. Inclusive foi até bom ter acontecido a segunda vez, porque foi quando eu gostei mais. Dizem que é sempre assim, porque da primeira vez machuca muito , não é não, Seu Cidão?
- Já entendi, voce ainda é virgem na xaninha. Mas ja deu a bundinha. Você sente desejo de eu comer a sua bundinha, minha filha?
- Ah, Seu Cidão, é o que eu mais desejo, mas não tinha coragem de dizer, nunca houve oportunidade, só agora! Mas tem um problema: a sua rola é muito grossa e também muito comprida. Não sei se cabe dentro de mim! O senhor teria coragem de meter na minha bundinha?
- Minha filha, que pergunta! Mas é a coisa que eu mais quero a partir de agora, a partir do momento que você chupou o meu pau, eu, pelo hábito, teria preferido meter na sua xaninha, mas como não sabia que voce ainda era virgem ou não, pensei que fosse impossível pelo tamanho. Você acha que existe possibilidades? Esse que comeu a sua bundinha, tinha o pau de que tamanho? Foi algum garoto de pintinho pequeno? Ou algum rapazinho de tamanho médio?
- Que garoto que nada, Seu Cidão! Eu nunca lhe falei, mas detesto garotos! Eu nunca deixaria um garoto meter em mim! Eu só gosto de homens adultos! E bem adultos assim como o senhor!
- Eu percebi isso. Então quem foi esse adulto de sorte?
- Foi o mesmo que eu chupei o pau. Depois eu lhe digo!
- Vamos, minha filha! Diga logo quem foi?
- O senhor promete que não vai falar pra ninguém?
- Prometo ! Nem precisa pedir uma coisa dessa! O que acontecer entre nós, vai ficar só entre nós!
- Está bem. Foi o Seu Davi! – respondi com a voz um pouco baixa, apressando-me em explicar-lhe: - Mas, fui eu que lhe pedi, depois de ter chupado o seu pau uma vez atras do balcão do bar dele. Depois disso, eu comecei a implorar a ele para meter em mim, até que ele concordou, mas disse que só meteria uma vez. O pau grosso me deixou muito machucada, e, quando sarou a minha bunda, eu lhe pedi mais uma vez. Ele aceitou. Dessa segunda vez, então, foi bom demais! Eu cheguei a gozar! Sem tocar na minha xoxotinha!
- O pau dele é do tamanho do meu ?
- Ah, Seu Cidão, é mais ou menos o comprimento do seu. Só não é tão grosso! Embora tenha uma boa grossura! Não faz muito tempo não!
- E você aguentou bem? Então aguentará o meu! Vamos experimentar?
- Quer dizer, que o senhor concorda em meter na minha bundinha? – perguntei feliz da vida.
- Não só concordo, como é a coisa que mais quero a partir de agora! – respondeu ele, cheio de tesão. E alem do mais é muito seguro e voce não engravida.
- O senhor vai querer meter agora?
- Não, minha filha! É uma coisa que precisa ser feita com calma, pra não machucar, vamos fazer isso amanha à noite. Precisamos também de vaselina. Você tem lá? Se não, terei de comprar ainda hoje lá na cidade.
- Quanto à vaselina pode deixar que eu consigo, eu sei onde é que o papai guarda.
Nas horas que se seguiram, bati duas siriricas pensando naquela rola. No outro dia sexta feira, quando anoiteceu la pelas 7 da noite, dei uma escapada de casa dizendo que ia buscar uma tarefa escolar com uma amiga e me diriji para a fábrica. Assim que cheguei ela me aguardava ansioso.
- Pois vamos logo! Eu não aguento esperar mais, não! Vamos?
Saímos andando para o seu quarto. Eram umas sete e meia da noite. Durante o pequeno espaço que caminhamos, foi o suficiente para me deixar ansiosa e nervosa pelo que me aguardava, o que não me impediu de fica excitada. Paramos no meio do quarto e ele que permanecia só de calças, sem camisa, começou a desabotoar a minha blusa, após retirá-la, me abraçou, roçando com luxúria e desejo a sua barriga peluda na minha e seu peito também peludo nos meus seios. Tentei um lance arriscado, mas, sendo um garota, valia a pena tentar: segurei o seu rosto e encostei os meus lábios nos seus avaliando a reação e ele abriu a boca e aceitou plenamente o beijo. Abri, também, a minha boca e colei meus lábios nos deles, e ficamos assim por alguns instantes. Senti o seu pau duro roçando em mim. Ao pararmos o beijo, ele falou:
- Vamos logo, minha filha!
Olhei pro enorme pau, enquanto ele lentamente o segurava com uma das mãos, puxando o couro lentamente para mostrar toda a cabeça que ao ser descoberta, crescia de tamanho, como forma de me provocar desejos. Um pouco do líquido lubrificante começou a escorrer pela abertura onde passa o mijo. Lentamente aproximei a minha cabeça e lambi todo o liquido que dali escorria com a língua. Ele gemeu, e eu recebi essa manifestação de prazer como um cumprimento.
Baixei, então, a minha boca, que parecia pequena para abarcar o gordo pau, e comecei a chupá-lo, movendo a cabeça para cima e para baixo. Eu sabia o que fazer, eu aprendera rápido e ansiosamente. Eu percebi, agora, que podia engolir toda a cabeça. De repente, ele segurou-me pelos cabelos e, lentamente moveu a minha boca do seu pau gotejante. Fiquei muito, muito mesmo desapontada. Ele me pegou pelo braço e disse:
- Minha menina, temos algo muito especial nos esperando! Você quer?
Quando chegamos no quarto, ele não se contendo de desejo, me segurou por trás para poder esfregar a rola na minha traseira. Abarcando-me totalmente, gemeu:
- Oh! Você é tão macia! o pau a essas alturas, já permanecia duro como uma cassetete do guarda, e ele procurava alojá-lo, sem sucesso, entre as minhas nádegas, pelo excesso do seu tamanho. Ele prosseguiu, cheio de tesão: - O seu corpo parece o corpo de uma mulher adulta! Você quer que eu faça de você uma mulher ? Quer ser a mulher do velho Cidão? Deixa eu comer sua xoxotinha, também ?
Ele falava trespassado de desejo, acariciando-me por todo o corpo, enquanto se esfregava em mim, como um urso quando envolve a sua presa. O seu pau, parecia uma cobra roçando a cabeça na rachadura entre minhas nádegas.
- Seu Cidão, eu ainda não quero perder o meu cabaço, quem sabe outro dia eu deixo o senhor me comer pela frente …
- Certo, chegou a hora, minha filha! Vamos?
Ele sorria, com um sorriso cheio de luxúria para mim. Um estranho medo invadiu minha mente ao ver tão próximo o seu enorme membro e na iminência de invadir a minha bundinha.
- Por favor, Seu Cidão, eu estou com medo!
- Medo de que ? Me chame de Paizim, a partir de agora! Sempre que eu estiver lhe comendo, me chame de Paizim, está certo?
- Sim, Paizim! Quero desistir, Paizim! Deixe eu só chupar a sua pica! Eu estou com medo! Ela é muito grande pra mim, Paizim!
- Confie em mim, querida! Deixe ela entrar em você! Relaxe e deixe tudo comigo.
Após ele besuntar todo o seu pau e o meu cuzinho com a vaselina que eu trouxera, ele, completamente nu, já deitou sobre as minhas costas, com todo o seu peso, começou a me acariciar por todo o corpo, me beijando no cangote, no lado do rosto. O cheiro do seu suor dominava o ambiente, me embriagava. Eu já sentira o mesmo cheiro de macho quando o Seu Davi me comeu a bunda as duas vezes, mas o aroma do corpo do Cidão era mais intenso, uma delícia. Quando os sovacos dele ficaram expostos, devido ele se movimentar sobre mim, o cheiro de suor me excitou mais ainda.
Ele agora estava entre as minhas pernas. Tentei relaxar, confiar naquele volumoso homem.
- Oh, Paizim! Meta devagar!
O seu gigantesco pau estava muito duro e o meu pequeno orifício era ainda um pouco inexperiente para aceitar paus tão volumosos assim como o dele, salvo o do Seu Davi a que já experimentara duas vezes, como disse, mas que não chegava a assustar.
Tentei relaxar completamente, pois eu queria o pau dele fundo dentro de mim. Os meus olhos se encheram de lágrimas quando metade da cabeça começou a deslizar para dentro. Eu comecei a sentir muita dor, enquanto isso ele empurrou mais um pouco para abrir-me:
- Está doendo muito, Paizim! Pare um pouquinho, por favor!
Em resposta, ele começou a beijar-me no rosto, a me fazer todo tipo de carinho, para que ficasse claro que tudo ali era prova de amor e que, mesmo a dor que ele era forçado a me proporcionar, era necessária e inevitável para que desse lugar logo em seguida ao gozo desmedido que nós dois estaríamos sendo presenteados.
A cabeça enorme finalmente entrou, num lance rápido e nervoso dele.
- Oooohhh! gemi, num misto de dor e surpresa.
Ele parou um pouco, para deixar as minhas carnes se acostumarem com o volumoso membro .
Passado algum tempo, um minuto, talvez, eu senti o seu pau deslizar para dentro de mim. Eu sentia o seu gordo pau forçando a entrada, enchendo todo o meu reto como vara de virar tripa enchendo o espaço vazio, usada na fabricação de linguiça. Gemi, sentindo o Paizim entrando fundo em mim. Ele lentamente empurrou o resto do seu pau nas minhas entranhas. Parou quando seus ovos se aninharam imprensados contra a minha bunda. Nesse ponto, ele permaneceu o seu pau parado na parte mais funda de mim, fez pequenos movimentos do seu corpanzil sobre mim, como forma de carinho e gritou vitorioso nos meus ouvidos:
- Aaaahhh! Você é muita justa, minha filha!!!!!
Não demorou muito, uma estranha sensação tomou conta do meu corpo com cada empurrão mais fundo que ele imprimia para dento de mim. Ele me fodia de maneira muito suave e gentil. Eu comecei a aceitar os empurrões e a me sentir melhor debaixo daquele corpanzil volumoso. Ele estava excitado demais, empurrava fundo cada vez mais com mais força. Eu, agora, comecei a me excitar mais e mais e empurrei minha bunda de encontro a ele; para encontrar as fortes empurradas do Paizim.
- Você quer que eu tire? perguntou, colocando as mãos nos meus quadris, e puxando um pouco o pau, para fazer-me sentir a sensação de vazio, como se fosse retirar o pau de dentro de mim.
- Sim, Paizim, por favor! Oh, não! Não! Não! Por favor! – respondi brandamente, sem forças. Eu não podia acreditar de verdade, que aquele grandioso pau do Seu Cidão, que desejara por tanto tempo, estava todinho dentro da minha bunda.
Ele comentou:
- Você sabe que eu quero gozar fundo dentro de sua bundinha, não sabe?
- Sim. Eu sei Paizim! respondi balançando com a cabeça.
- Agora, esta é a sua escolha, minha jovem garotinha. Eu paro, se você quiser. Você quer que eu pare?
Ele perguntou-me, ainda me fodendo fundo e muito lenta e gentilmente. Eu tive a grande e maravilhosa sensação de que o meu pequeno buraco anal estava exageradamente aberto. A nova sensação de estar sendo realmente fodida por um homem avantajado e bem maduro, e ao ver que suportara heroicamente todo o seu membro até a raiz, me fez gemer profundamente e orgulhosa do fato:
- Não, Paizim! Não Paaaare!!!!
- Você é uma garota de primeira! Vou foder você carinhosamente como você merece. Ele complementou.
- Oh! Paaaaaizim! e gritei: - Mete, Paaaizimmm!
- Isso mesmo, minha filha! É isso ai! Grita! Grita, se você está gostando! Oh, você, minha linda garota! Eu gosto de você! Deixe o seu grito escapar! gemeu o Seu Cidão.
Cuidadosamente, o Paizim lentamente me fodia até ele perceber que o seu pau estava deslizando, entrando e saindo, com certa facilidade. Então ele aumentou o ritmo de suas metidas. Comecei a gemer e ele levantou um pouco o seu corpanzil, me aliviando um pouco, mas em benefício próprio, ele, lentamente puxou o pau até a metade, e, também, lentamente, ele empurrou de volta fundo, tão fundo que a cabeça me enchia a entrada do cólon, já no intestino grosso. Pra lá e pra cá! Pra lá e pra cá! Pra lá e pra cá!... Lentamente foi aumentando a velocidade pra lá e pra cá. Me contorci e gemi de excitação.
Devido a minha excitação que aumentava, ao passo que ele se movimentava dentro de mim. De súbito ele tirou todo o pau de dentro de mim e pediu que me virasse de frente para ele, não tive nem tempo de recusar , a rolona invadiu minha xoxotinha enquanto eu gritava de dor e meu sangue do cabaço manchava o lençol, enquanto ele me fodia com uma certa violência ele dizia:
-Pronto, te fiz minha mulher, agora voce é a mulher do velho Cidão, vou querer te comer sempre.
-Paizim, não era para me comer a bucetinha, mete mais devagar, estou toda aberta e esta ardendo, doendo, sei lá…
Não demorou, quando senti que o meu gozo estava se aproximando e eu estava entrando no ponto sem retorno, virei o rosto pra trás indicando para ele que chegara o momento, eu estava nas últimas, tranquei os olhos e senti o meu clitoris estremecer se contrair com força em torno do pau grosso que me enchia as medidas:
- Oh, Paizim! Estou gozando! Aaaahhnnn! Por favor, Por favor! Meta mais fundo dentro de mim! Meta os ovos também, Paiziiiiim!!!
No mesmo instante, ele começou a despejar em grandes quantidades de toda a sua carga de porra excedente muito fundo, dentro das minhas entranhas. Os seus pêlos púbicos começavam a bater contra a minha pélvis. O seu enorme membro permanecia me dando toda a enorme produção de porra. Comecei a gemer descontrolada, minha mente preparava-me uma nova carga de gozos, e assim, novas grandes sensações se tornavam mais fortes, mais fortes, mais fortes...
- Eita, minha garota! Minha boa garota! Eu disse que conseguia! Comi o seu apertadinho buraco. A sua bundinha quase virgem, se não fosse o cumpade Davi chegar primeiro! Mas a xoxotinha foi minha, aliás eu a quero só para mim, promete ?
Ele cantava vitória enquanto a sua virilha se esmagava contra a minha pélvis . O Paizim então, começou a esporrar novamente pequenos jatos de leite puro, no meu útero. Não parava de me dar leite quente e abundante, tudo dentro de mim! Nem uma gota sequer caiu fora!
Assim que concluiu, ele caiu pesadamente sobre mim, quase me sufocando, não ocorrendo isso, em virtude de eu pesar 65 quilos, e ter uma boa massa corporal, que dava para suportar o seu peso por alguns instantes.
Ele levantou um pouco o corpanzil, aliviando-me, recuperou a respiração que estava em falta e começou a rir.
- Porra, filha, esta foi a mais bela foda que já dei na vida!
Gemi suavemente enquanto o Paizim retirava lentamente o seu enorme cacete de dentro de mim. Ele me beijou a testa em sinal de agradecimento.
-A buceta é só minha ? Ve se nao sai dando ela por ai…

Comentários (1)

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  • Fernadarsk: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado T Maluzinharsk

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