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A casa da minha avó XXVI - Fim do ano.

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Escritor

Continuação da série de contos de mesmo nome. Clique no nickname lara ver os anteriores.

Olá, meu nome é Felipe.

Depois de muito tempo, continuarei contando sobre os dias que passei na casa de minha avó. Pelo menos até o momento em que precisei mudar de lá, mas isso pode esperar.

Após o fim do natal, minha tia teve de voltar ao trabalho, no plantão da manhã, pois seus horários haviam ficado meio malucos. (Para quem não é lembrado, ela é enfermeira). Saiu tão cedo, que não a vi indo embora, deixando Sandra, eu e Henrique na casa dos meus sogros. Indo à nossa casa apenas para pegar ou deixar algumas coisas, e para regar as plantas de minha avó.

O resto da minha família ainda não tinha retornado do interior, e o mesmo valia para boa parte da rua, que costumavam viajar nessa época, deixando o lugar deserto. O que significava que poderíamos ficar tranquilos por mais uns dias.

Acordei às sete da manhã na cama, notando que Klesia já tinha se levantado, e sentindo uma enxaqueca tomar conta da minha cabeça. Levantei, nu, lavei o rosto no box do quarto, vesti um short, sem pôr a cueca e saí, com a ereção matinal o marcando.

A primeira pessoa que vi foi Cristiane, na lavanderia, comandando as máquinas de lavar. Usava uma longa camisa cinza, com um short jeans que ia até a metade das coxas, e tinha o cabelo amarrado em um cocó.

Dei-lhe um bom dia, olhando sua raba, e continuei.

Na cozinha estava minha sogra, Tereza, de blusa amarela folgada e calça jeans apertada. E também Gabi, usando uma longa camiseta rosa, que cobria até os joelhos.

Dei bom dia a minha sogra com um beijo e sentei na mesa, comendo as torradas com requeijão light disponíveis, e bebendo do café que ainda havia na garrafa.

Ouvi um “tibum” do lado de fora e vi Henrique e Calebe na piscina, junto a Klesia, de biquíni. Sandra estava se bronzeando ao lado, num topless. Já meu sogro Joaquim, e seu Rafael, bebiam na borda da piscina, com um radiozinho pequeno tocando mpb num volume baixo.

Tomei meu café e fiquei trocando conversa com minha sogra e Gabi, que logo notei estar sem calcinha ou sutiã por baixo da blusa, e ela também notou minha ereção.

Se aproximou me tocando onde tinha interesse, e então subiu em cima do meu colo. Tirei meu pau para fora e o encaixei em sua xaninha molhada.

“Humm, ssssh, ahh”, ela gemeu ao sentar.

Tentou quicar com as pernas juntas, mas como não tinha como se apoiar direito, pois seus pés não tocavam o chão, eu resolvi assumir o comando. Abri suas pernas, pondo uma mão entre elas, e deixei seu corpo completamente apoiado no meu. Com todo o meu pau dentro de sua xoxotinha. Era surpreendente o quanto Gabi aguentava.

Fiquei empurrando o quadril para cima, devagar, com a mão entre as pernas massageando o grelo, e a outra sentindo os peitinhos duros por cima da camisa.

“... aí, aí, uhn…” ela gemia de forma quase tímida, mordendo os lábios, e seu corpo se contorcia, com minha rola se esfregando em seu interior quente e apertado. Suas mãos seguravam os meus braços, ou tentando se apoiar em minhas coxas. Até que as pernas dela tremeram, e Gabi se encolheu, soltando um gemido ofegante, ao mesmo tempo em que passos vieram da entrada da piscina.

“Que escandalosa”, Klesia apareceu, com uma expressão de ciúmes que me trouxe um sorriso bobo na cara. Ela se aproximou e eu a puxei pela bunda, ganhando um leve tapa no peito, acompanhado de um selinho. Depois alisou a cabeça da prima, beijando-lhe demoradamente.

Henrique e Calebe vieram em seguida, mostrando certo interesse pelo que eu e Gabriela fazíamos.

Continuei fodendo-a na presença dos três e então gozei dentro de sua buceta.

Gabi saiu de cima de mim, sentando novamente na cadeira ao lado, e passou algum tempo descansando para tentar recuparar o fôlego, com a porra escorrendo das pernas. Também respirei fundo e só então notei que Calebe olhava para minha rola lubrificada pelos sucos de sua irmã.

“Ei Felipe, a gente vai dar uma volta na cidade depois. Quer vir?” comentou ele, de forma natural.

“Claro, de boa”, respondi, recolhendo o pênis.

Ele tomou a irmã pela mão e saiu.

“Ele vai chupar a buceta dela atrás da tua porra”, Klesia soltou de forma quase casual. Não tive reação a isso, a não ser olhar para Henrique, que estava com uma expressão estranha. “Vou tomar uma ducha, antes de ir”, completou Klesia, deixando a mim e meu primo na cozinha.

Também tomei um banho em outro banheiro da casa e depois meu sogro e seu Rafael nos levaram ao shopping. Eu, Klesia e meu sogro num carro, Calebe, Sandra, Gabi e seu Rafael no outro.

Assistimos uma animação que estava sendo exibida na hora, comemos na praça de alimentação e depois gastamos um tempo no fliperama. Além de visitarmos algumas lojas. Henrique e Calebe foram os que mais se divertiram, aproximando-se bastante enquanto brincavam nos jogos.

Sandra ficou testando roupas com Klesia e Gabi, me arrastando com elas, e seu Joaquim e Rafael estavam caçando um frigobar, e acabaram comprando duas tvs tela plana de quarenta polegadas, a qual levaram da loja no mesmo momento.

Na metade da tarde, já estávamos voltando para casa. Cansados e satisfeitos.

Eu e meus primos ficamos um tempo na piscina da casa, quando Sandra resolveu voltar para a casa da minha avó, pois minha tia havia voltado exausta e os dois lhe fariam alguma companhia durante a noite. Eu também pensei em ir, mas meus sogros me persuadiram para que ficasse. E Klesia me convenceu.

Jantamos e, na hora de dormir, nos organizamos nos quartos.

Rafael, seus filhos, e Cristiane se juntaram em um. E eu segui minha dona até o quarto de seus pais. Uma das tvs estava instalada ao lado da cama, transmitindo o que ocorria no outro, assim como eles também deviam ver a nós. Dessa forma, enquanto eu recebia boquete gostoso de minha sogra, e minha namorada já sentava no pai, também podíamos assistir Cristiane chupando seu Rafael, e Gabi, o irmão. E então irem revezando.

Pai chupava filha, Cristiane mamava Calebe, e um momento depois, a empregada passou a lamber o grelinho de Gabriela, ao mesmo tempo em que Calebe chupava o próprio pai. E os dois que recebiam o oral, pai e filha, se beijavam ardentemente.

E do nosso lado, revezamos ao nosso modo.

Comi o cu da minha sogra, e seu Joaquim o da filha. Klesia montou no meu rosto, enquanto a mãe estava em cima da minha rola, com seu Joaquim atrás dela, numa dupla penetração. Depois botamos Klesia de quatro, alternando quem fodia sua boca e buceta.

Fizemos isso, dando pequenos olhares para a TV entre as pausas. Vendo Cristiane galopar em Calebe, e Gabi sendo erguida do chão e enrabada por seu Rafael. Em outro momento, Calebe ficou sentado com o corpo encostado na cabeceira da cama, com Cristiane de quatro, o chupando, e recebendo pirocada por trás de Rafael. E ainda por cima, Gabi estava atrás do pai, enfiando a língua em seu cu.

E depois a ninfeta ainda fez o mesmo no irmão. Mas agora Calebe comia o pai. E Cristiane estava na frente de seu Rafael, chupando seu pau. Quando os dois gozaram, Calebe dentro do pai, e Rafael na boca de Cristiane, a enpregada dividiu a porra de seu Rafael com Gabi.

Assisti isso com Klesia beijando o meu pescoço e acariciando minhas bolas e pênis. E ao lado, meus sogros estavam abraçados, após seu Joaquim foder a esposa de ladinho.

Quando nos demos por satisfeitos, tomamos banho e fomos dormir, todos no mesmo quarto. Seu Rafael e os outros também já haviam adormecido. E assim demos a noite por encerrada, finalmente.

Acordamos no dia seguinte, com sorrisos uns para os outros, comentando sobre a noite quente. E finalmente fui para casa, onde minha tia e primos estavam.

Encontrei a tia Ivone em sua cozinha, preparando o café. Usava um short curto com uma camisa regata verde água, sem sutiã.

Dentro de seu quarto, Sandra mexia no celular, e Henrique dormia na cama de casal. Muito provavelmente descansava após foder mãe e irmã na outra noite.

Aproveitei e passei o resto do dia descansando no meu quarto. Afinal, não existe corpo que aguente uma maratona de sexo tão longa. Comecei a ler uns livros que tinha comprado e ver episódios de uma série, falando com Klesia pelo celular. Ela havia saído com as amigas para um show ao vivo numa praça. Fiquei me entretendo, até que me cansei e voltei ao apê de minha tia.

Já era quase noite, e por isso imaginei que ela talvez estivesse preparando o jantar.

A primeira coisa que vi foi ela sentada no sofá, só de regata, com meu primo entre suas pernas. O filho da puta sugava aquela xota graúda como se fosse uma laranja, tendo o cabelo segurado pela mãe.

“Achei que a senhora já tivesse feito o jantar”, observei.

Tia Ivone olhou para mim.

“Depois, eita… ah…”, disse, com voz resfolegante.

Fui à geladeira, atrás de água, quando vejo Sandra saindo do banheiro, nua, secando o corpo bronzeado com a toalha. Quando vi a marquinha nos peitos e em volta da buceta, mandei o foda-se, tirei o short, e a segui para o quarto.

Primeiramente, reclamou que tinha de se vestir para sair com o Calebe quando entrei junto dela. Depois, que estava cansada, enquanto eu passava minha mão por seus quadris. Permitiu “só um pouquinho" eu esfregar minha pica em sua bunda marcada pelo sol. E quando abriu a boca novamente, foi para gemer, sentindo-me dentro de sua buceta.

“Aín, seu puto… soca gostoso, vaí, porra”, pediu numa voz manhosa. Eu segurava seu cabelo cacheado, puxando a cabeça para trás, e mantinha a outra mão em sua grande bunda redonda, com meu polegar cutucando seu botãozinho.

Por mais que eu gostasse de ver seus peitos balançando, comer ela de quatro com aquela marquinha de biquíni atrás também era uma delícia.

A fodi por algum tempo e quando a percebi gozando, parei. Pus uma mão na parte de baixo de suas costas, puxei uma banda da sua bunda para o lado, e comecei a meter fundo e devagar, a fazendo dar pequenos espasmos. A virei num papai e mamãe e aproximei minha boca de seu ouvido.

“Vou gozar na tua buceta, pro teu namoradinho limpar depois”, sussurrei.

“Filho da puta, escroto”, xingou e depois levou mais rolada, gemendo, até meu leite lhe entupir. “Corno, arrombado, idiota, eu tinha acabado de tomar banho”, continuou falando ao passo que eu levantava dando risada, a deixando suada e ofegante na cama.

Ao sair do quarto, vi minha tia na cozinha e meu primo jogando no celular, sentado no sofá. Tomei banho e fiquei esperando a janta, assistindo televisão.

Sandra lavou-se e saiu com Calebe, como havia dito.

Nós três jantamos e ficamos a toa por um tempo, até minha tia ir tomar banho antes de se deitar, e Henrique, no auge da puberdade, quis ir junto.

Resolvi me deitar, nú, na cama e esperar por eles mexendo no celular.

A porta do banheiro abriu vinte minutos depois e os dois saíram enrolados em toalhas. Tia Ivone olhou para mim e sorriu, me chamando de safado. Balancei a rola de um lado para o outro, e ela deixou a toalha cair e subiu na cama, abocanhando. Me chupou ao mesmo tempo que meu primo lambia sua xota, com minha tia empinando a bunda para facilitar a vida do filho.

Aproveitei que estava com o celular, filmei de cima, pegando todos, e mandei para seu Joaquim.

“Delícia”, ele respondeu. Mandando-me uma foto de Gabi o mamando. A novinha acabara de entrar no ensino médio, mas já amava o pau de um coroa.

De volta ao que acontecia entre nós. Após temperar com a língua, Henrique resolveu comer a buceta de sua mãe, socando com vontade, e tia Ivone melava minha piroca com saliva, mostrando no rosto todo prazer e luxúria que sentia ao ser fodida pelo próprio filho até ele cansar. Então foi a vez de minha tia chupá-lo, comigo metendo de ladinho em sua xota gulosa, segurando sua cintura.

Deitado também de lado, um pouco acima dela na cama, meu primo segurava sua cabeça, sentindo aquela boca voraz engoli-lo.

“Hm, glu… sluup… ah”... “Plah, plah, plah”, eram os sons ressoando no quarto, com minha mamando e lambendo as bolas de Henrique, e minhas bolas batendo em suas coxas.

Tirei um pouco para não gozar, fiquei passando a cabeça da minha pica em seus lábios melados, lubrificando e pincelando seu botãozinho de leve.

“Quero gozar no teu cu, gostosa”, disse, e minha tia tirou o pau da boca para responder:

“Mas hoje eu não sei se tô legal. Ainda tô ardida da última vez.”

“A senhora deu o cu pra ele, mãe?”, Henrique perguntou.

“Não fala essas coisas assim, menino”, disse ela ao meu primo, com a mão ainda segurando o pau dele.

“Ela deu, e vai dar de novo hoje”, enfiei um dedo em seu buraquinho.

“Deixa eu ver?”, pediu meu primo, como se estivesse pedindo para jogar o jogo de um amigo.

Conosco insistindo, minha tia não teve muitas opções. Fiz com que sentasse de costas para mim, e meu primo sentado sobre os joelhos, assistiu meu cacete entrar no cu de sua mãe.

“Ai, caralho grosso”, reclamou ela, sentando até a metade.

“Senta até o final. Teu filho quer ver”, falei, e ela obedeceu, mesmo com muita dor.

“Eita. Dói tanto assim, mãe?”

Minha tia não teve como responder direito Henrique, pois eu comecei a bombar em seu cu pôr baixo.

“Uh, porra… eita, merda… Hummm”, minha tia tocava uma siririca enquanto eu a arrombava. E talvez por assistir isso, meu primo resolveu fazer o que fez.

“Não, Henrique, para… tira a boca daí… oh”

A princípio, pensei que ele fosse enfiar o pau na xota dela e fazer uma dupla. Mas quando ela disse boca, fiquei confuso, e olhei para o espelho do quarto, posicionado de lado com a cama.

Meu primo estava com a boca enfiada entre as pernas da mãe, sem se importar com o meu pau a enrabando poucos milímetros abaixo.

Fiquei tão desnorteado por aquela reação que parei de meter, apenas olhando para aquilo. Pelo menos até que ouvi minha tia gozando, o que me fez despertar. Henrique estava apenas fazendo o que queria, afinal. Então eu também faria o que tivesse vontade.

Voltei a meter por baixo, e Henrique não parou de lamber lá embaixo. E por alguns momentos, eu o senti descer mais a língua. Então passei a me mover mais devagar e pude sentir a língua de meu primo nas minhas bolas.

Durou apenas alguns segundos, no entanto, então eu voltei a acelerar e esporrei no cu da minha tia.

Deitei de lado e assisti Henrique fodê-la num papai e mamãe, até gozar gostoso dentro da buceta que um dia ele saiu.

Fui tomar um banho, e depois falei com Klesia antes de dormir. Não vi Sandra voltando. Talvez ela não fosse dormir em casa naquela noite, permanecendo junto de Calebe. Tia Ivone dormiria ao lado de Henrique, e eu descansaria após dias e dias de sexo.

Era uma vida boa. Até o telefone de minha tia tocar no meio da noite, e ela receber a notícia que minha avó havia falecido.

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  • GGOMEZ: Uma das melhores sagas. PARABÉNS

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