#Incesto #Teen #Traições #Voyeur

Tentação familiar 7 & 8

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Maquik

Por volta das 18h30 eu tinha ido tomar banho. Ao sair do banheiro olhei o celular e havia uma mensagem dela:
Mãe: Filho
Fazia cinco minutos que ela tinha mandado. Respondi:
Eu: Oi
Enquanto esperava resposta, coloquei uma roupa e olhei de novo. Nada. Pensei em ir até o quarto dela, mas quando estava indo ela respondeu:
Mãe: Tava dormindo?
Eu: Não, tava tomando banho
Mãe: Humm…
Eu: O que foi?
Mãe: Não foi nada demais
Mãe: Foi que quando levantei senti uma dorzinha no pescoço
Mãe: Acho que é um torcicolo
Eu: Quer que eu faça alguma coisa?
Mãe: Acho que preciso de uma massagem
Naquela hora meu tesão começou a aumentar.
Eu: Tô indo aí então
Mãe: Deixa eu tomar um banho
Mãe: Depois da janta você faz
Mãe: 😉
Eu: Tá
Logo depois desci e fiquei na sala. Quarenta minutos depois ela desceu. Estava de camisola preta. Passou por mim, apertou meu ombro e disse que ia preparar algo pra gente comer. Depois de um tempo me chamou dizendo que estava pronto. Comemos sanduíche. Quando terminou, ela me mandou lavar as coisas e disse que estaria me esperando.
Fiquei olhando ela subir as escadas com aquela camisola. Nossa, que visão. Lavei o mais rápido que pude e subi. Ao chegar no quarto, ela estava sentada na cama. Quando me viu, deu um sorrisinho e me mostrou onde doía. Fiquei na frente dela olhando mais pro decote do que pro pescoço. Então ela me pediu pra pegar um creme no guarda-roupa.
Fui. Quando voltei, ela já estava deitando na cama. As bochechas da bunda eram visíveis. Ela falou:
— Vai ficar aí parado ou vai cuidar de mim?
Sorri sem graça e me sentei ao lado dela. Comecei passando o creme no pescoço.
— Hummm… que gelado…
Comecei a massagear. Já sentia meu pau crescendo. Ela estava com o rosto virado pro outro lado e eu aproveitei pra tentar ver se estava de calcinha, mas não conseguia. Foi quando ela disse:
— Que massagem boa… podia fazer nas minhas costas.
Minha boca secou.
— Vai, filho… faz nas costas.
Me ajoelhei na cama. Ela abaixou as alças da camisola. Comecei a massagear. A mão dela ficou na direção do meu pau. Me inclinei um pouco pra frente e deixei o pau encostar na mão dela. Enquanto isso, continuei tentando ver se ela estava de calcinha. Foi então que senti os dedos dela mexendo no meu pau, bem discretamente. Olhei pro rosto dela: estava de olhos fechados. Logo os toques pararam.
— Filho… fica por cima que vai ser melhor.
Aquelas palavras soaram como música pros meus ouvidos.
— Certo…
Coloquei mais creme nas costas dela e passei a perna por cima. Naquela hora tirei a dúvida: ela estava sem calcinha. Totalmente lisa. Pude ver nitidamente. Meu pau estava duro que nem uma rocha.
Enquanto massageava e naturalmente fazia aquele vai-e-vem, ela soltava uns gemidinhos.
— Hummmm… que gostoso…
Aquilo me deixava mais doido. Tomei coragem e fui devagar encostando o pau nela. Com certeza ela já estava sentindo. Dava pra ver a bucetinha dela. Era uma situação que os dois estavam gostando.
Perguntei se estava bom.
— Sim… tá me dando até um soninho…
E me pediu pra apagar a luz do quarto e ligar a do banheiro. Fui. Quando liguei a luz do banheiro, vi ela se ajeitando e puxando a camisola um pouco pra cima. Quando voltei, metade da bunda dela estava à vista. Subi na cama e, ao voltar pra posição, ajeitei o pau colocando ele por baixo da perna, sem baixar o short. Voltei a massagear e, fazendo o movimento de vai-e-vem, fui encostando a cabeça do pau na buceta dela. Ela continuava sem falar nada, só gemendo baixo. A cada encostada eu tentava colocar.
Foi então que vi que ela estava com uma mão na buceta, massageando o clitóris. Fiquei olhando e até parei a massagem.
— Não para não… tá bom…
Comecei de novo.
— Isso, filho… empurra mais…
Fui mais pra frente, coloquei o pau na entrada da buceta dela e empurrei devagar.
— Hummm… que delícia…
Desci as mãos pra cintura, segurei e enfiei mais. Ela cravou as unhas no meu joelho. Enfiei até o fundo e deixei dentro. Ela apertava meu pau. A respiração dela estava ofegante.
— Por que parou a massagem?
Com o pau ainda dentro, voltei a massagear as costas. Ela começou a mexer o quadril e apertar meu pau. Minha vontade era de socar com força. Desci as mãos pela costela e fui em direção aos peitos. Ela se inclinou um pouco pro lado e eu pude encher a mão. O mamilo estava duro. Quanto mais eu apertava, mais ela mexia e gemia, mordendo o travesseiro. Voltei a meter e fui aumentando o ritmo.
Estava tudo indo bem quando escutamos o interfone tocar. Não parei. Então o celular dela começou a tocar. Era meu pai. Ela colocou a mão pra trás me parando e atendeu. Fiquei ali dentro dela enquanto ela falava com ele. Quando desligou, disse:
— Seu pai tá aí… temos que parar.
Fui pra trás. Meu pau saiu. Ela olhou, fez cara de espanto e falou:
— Vai pro seu quarto.
Eu só obedeeci. Coloquei o pau pra dentro do short e fui pro meu quarto.

Parte 8

Enquanto entrava no meu quarto, pude ver minha mãe descendo as escadas já com um roupão por cima da camisola. Fiquei no quarto, com o tesão ainda em alta. Afinal, não tinha gozado. Mas também não queria bater uma. Queria esperar ela ver o que meu pai queria e voltar a fazer “massagem” nela.
A conversa demorava. Então fui até a escada e flagrei meu pai tentando agarrar ela. Em seguida ele a colocou de quatro no sofá. Nesse momento meu olhar e o de minha mãe se cruzaram. Ficamos nos encarando enquanto meu pai já metia nela. Não resisti e comecei a apertar o pau. Ela não tirava os olhos de mim. Sutilmente, puxou a parte de cima da camisola, deixando o peito aparecer. Caralho… como eu queria ser eu ali. E poucos instantes atrás eu era.
Fiquei olhando os dois. Coloquei o pau pra fora e deixei ela ver. Ela mordia os lábios e apertava o peito. O tesão dos dois estava nas alturas. Foi então que ela se virou rapidamente, mandou meu pai embora e ameaçou me chamar. Ele vestiu o short e saiu.
Naquele momento subi e fiquei na porta do meu quarto. Ela subiu as escadas, me olhou e foi em direção ao quarto. Antes de entrar, olhou pra mim de novo e sorriu. Eu fui atrás. Quando cheguei, ela estava sentada de frente pra porta. Ao me ver, abriu as pernas.
Abaixei o short e fui até ela. Não falamos nada. Ela simplesmente segurou meu pau e o levou até a entrada da buceta. Se deitou e eu comecei a meter. Minha vontade era tanta que soquei com força, o que rendeu gemidos pedindo mais. Ficamos nessa posição por pouco tempo. Ela me puxou pra cima dela e ali pude ouvir os gemidos dela bem no meu ouvido.
Logo depois mudamos de posição e ela ficou por cima. Nossa… os seios dela eram perfeitos. Ela cavalgava gostoso demais. Foi assim, na cavalgada, que gozamos. Ela se contraía gozando. Não deixei ela sair de cima, o que acabou levando a outra foda… e a uma gozada na boca.
No final estávamos exaustos e não falamos nada. Quando ia levantar da cama, ela segurou meu braço e me puxou. Deitei ao lado dela e dormimos de conchinha, completamente nus.
Na manhã seguinte acordei com ela me mamando. Nunca vou esquecer daqueles olhos azuis me olhando.

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