Minha Filha na terapia anal de dildo gigantes
Chegou um ponto . Decidi que precisava ajudar minha filha orientá-las. Levei pra terapia anal de dildos longos
Fala pessoal, este é meu primeiro conto. Tenho 49 anos, sou mãe e tenho duas filhas lindas: Mariana e Júlia, ambas com 21 anos. Eu e meu marido ficamos por conta de cuidar delas, e essa fase de descoberta sexual tem sido intensa.
As duas sempre foram tranquilas e carinhosas, mas tudo mudou quando entraram na faculdade. Com a mudança dos corpos delas — seios fartos, cinturas finas, bundas redondas — veio uma explosão de desejo que eu nunca imaginei.
Mariana foi a primeira a se entregar ao prazer sem pudor. Certa noite, estávamos vendo TV na sala quando ela simplesmente abriu as pernas por baixo da saia e começou a se tocar ali, na nossa frente. Os dedos deslizavam freneticamente sobre a calcinha de renda, massageando aquele montinho inchado enquanto ela gemia baixinho, olhando para nós com um sorriso provocante.
— Mãe, não aguento mais — ela suspirou, puxando a calcinha pro lado e expondo aquela xoxotinha rosada e brilhante de tão molhada.
Júlia, que estava ao lado dela no sofá, não ficou atrás. Começou a esfregar as próprias coxas, subindo a mão por baixo do vestido. Em segundos, as duas estavam se masturbando na sala, uma ao lado da outra, gemendo em coro enquanto meu marido e eu assistíamos paralisados.
— Vai, mana, enfia o dedo — Júlia incentivava Mariana, que já tinha dois dedos enterrados na buceta, fazendo barulhos molhados de tesão.
Mariana não se contentou. Levantou, foi até a mesa e pegou o controle remoto da TV. Voltou para o sofá, deitou de pernas abertas e, para minha surpresa, começou a esfregar a ponta do controle na entrada da sua xoxota.
— O que você tá fazendo, filha? — perguntei, ofegante.
— Relaxa, mãe, eu vi na internet — ela gemeu, lambendo os lábios enquanto ia empurrando o controle remoto devagar, centímetro por centímetro, até sumir inteiro dentro dela.
Júlia, excitada vendo a irmã, puxou a saia para cima e começou a bater uma siririca sentada no canto do sofá, uma perna apoiada no braço do móvel, dedos circulando no clitóris inchado. As duas gozaram quase juntas, Mariana com o controle remoto enfiado até o fim, contraindo a buceta em espasmos violentos.
Nas noites seguintes, eu as observava. Júlia se tornou viciada em se esfregar em tudo. Um dia a encontrei no corredor, encostada na parede, subindo e descendo, esfregando a xoxotinha na quina do móvel de madeira, gemendo baixinho enquanto se contorcia.
— Filha, aqui não — tentei dizer, mas ela nem ligou.
— Mãe, tô no cio, não aguento — ela suspirou, virando de costas e sentando na quina, fazendo movimentos circulares com a bunda, esfregando a buceta molhada contra a madeira até gozar, deixando um risco brilhante de tesão no móvel.
Mariana preferia o chuveiro. Eu a via pela fresta da porta do banheiro, sentada no box, jato de água direto no clitóris, pernas abertas em V, cabeça jogada para trás, gemendo alto enquanto se contorcia. Às vezes ela enfiava o cabo da escova de cabelo, movendo para dentro e para fora rápido, até a água do chuveiro misturar com o gozo escorrendo pelas coxas.
Chegou um ponto que eu não aguentava mais ver aquilo sozinha. Decidi que precisava ajudar minha filha orientá-las. Levei as duas para uma terapia especializada — uma analista de terapia anal familiar, a Dra. Carla.
Na primeira sessão, a doutora pediu que as meninas se despissem. Mariana e Júlia obedeceram, ficando completamente nuas na frente de nós. A Dra. Carla explicou que o prazer anal era fundamental para o equilíbrio sexual.
— Mãe, você vai nos ajudar? — Júlia perguntou, de quatro na maca, bunda empinada.
— Vou, filha — respondi, tremendo.
A Dra. Carla me orientou a massagear a entrada do ânus de Mariana primeiro. Passei lubrificante nos dedos e comecei a circular naquele buraquinho apertado, rosa, enquanto ela gemia, pedindo mais. Júlia, ao lado, já tinha três dedos na buceta, se masturbando freneticamente, observando eu tocar a irmã.
— Agora enfie devagar, mãe — a doutora orientou.
Obedeci. Introduzi o dedo no ânus de Mariana, sentindo aquela pressão quente e apertada. Ela gemeu alto, se contorcendo, enquanto eu movia para dentro e para fora. Júlia não aguentou, veio junto, de quatro também, pedindo que eu tocasse as duas.
Fiquei ali, uma mão na bunda de cada filha, dedos entrando e saindo dos ânus apertados, enquanto elas se masturbavam a buceta com a outra mão, gemendo em uníssono, até gozarem juntas, contraindo os ânus nos meus dedos, molhadas de prazer.
A terapia se tornou rotina. Toda semana eu levava as meninas para a Dra. Carla, e cada sessão ia mais fundo no prazer anal, no vício da siririca, na entrega total ao tesão. Eu mesma aprendi a gostar de ver aquilo, de participar, de ser mãe e amiga e confidente na descoberta sexual delas.
Agora, em casa, as três nos masturbamos juntas. Elas no sofá, eu na poltrona, dedos nas xoxotas, nos ânus, gozando em coro, sem pudor, uma família unida pelo prazer mais intenso e natural que existe.
Na sessão seguinte, a Dra. Carla tinha uma surpresa. Uma máquina de prazer profissional, uma fucking machine prateada e imponente, montada no centro da sala de terapia. Acoplada a ela estava um dildo colossal — 35 centímetros de comprimento, grosso como o meu punho, com veias saltadas e a cabeça bulbosa e rosada, brilhando com o lubrificante.
Júlia foi a escolhida para aquela sessão. Ela se despiu, subiu na maca de couro preto e deitou de costas, pernas abertas e apoiadas nos suportes metálicos, expondo completamente sua buceta e seu ânus para a máquina.
— Doutora, aquilo não vai entrar em mim — Júlia disse, os olhos arregalados de medo e excitação, mordendo o lábio inferior. — É muito grande, eu nunca levei nada assim.
— Vai sim, Júlia — a Dra. Carla respondeu calmamente, ajustando a máquina. — Confie no processo. Sua mãe vai te ajudar.
Eu me aproximei, tremendo, e comecei a massagear a entrada da buceta da minha filha, espalhando lubrificante abundante. O dildo imenso estava posicionado a poucos centímetros de sua xoxotinha apertada, parecendo impossível naquela proporção.
— Mãe, eu não aguento — Júlia gemeu, a carinha contorcida entre o pavor e o desejo, as bochechas vermelhas. — Vai rasgar, é muito grosso.
— Relaxa, filha — sussurrei, continuando a circular meus dedos no clitóris dela, deixando-a molhada ao ponto de escorrer pelo couro da maca. — Vai entrar sim, devagarzinho.
A Dra. Carla ligou a máquina no mínimo. O dildo começou a se mover, lento, e a ponta enorme tocou a entrada de Júlia. Ela arqueou as costas, ofegante.
— Não, não vai caber! — ela gritou, as mãos agarrando os braços da maca, os olhos úmidos. — Mãe, tá muito grande!
— Abre mais, Júlia — ordenei, excitada, segurando suas coxas para mantê-la aberta.
A máquina empurrou. A cabeça gigante forçou a entrada, esticando os lábios vaginais da minha filha de um jeito obsceno, desaparecendo centímetro por centímetro dentro dela. Júlia gritou, não de dor, mas de uma sensação de plenitude extrema, o rosto contorcido em uma mistura de espanto e êxtase.
— Tá entrando, filha, tá entrando tudo — eu gemia, vendo aquela coisa imensa sumir dentro dela.
Quando faltavam ainda uns 15 centímetros para fora, a máquina parou, deu uma pausa, e então começou a mover — para fora e para dentro, num ritmo constante, batendo fundo. Júlia gemia incontrolavelmente, a barriga se contorcendo visivelmente com cada estocada profunda, o dildo massageando seu colo de dentro para fora.
— Tô cheia, mãe, tô tão cheia! — ela choramingava, as pernas tremendo nos suportes, a buceta espumando de tesão ao redor da base grossa do dildo.
Mariana, ao lado, não aguentou ver aquilo. Abriu as pernas na cadeira e começou a se masturbar freneticamente, gemendo enquanto observava a irmã sendo fodida pela máquina com aquela coisa monstruosa.
— Goza, Júlia, goza com essa pica gigante na sua xoxota! — Mariana gritava, esfregando o próprio clitóris.
Júlia veio com um grito estrangulado, o corpo convulsionando na maca, a buceta apertando o dildo de 35 cm em espasmos violentos, ejaculando pelo corpo da máquina, escorrendo pelo couro preto. A máquina não parou, continuou metendo, fazendo ela gozar de novo, e de novo, até ela ficar mole, desmaiada de prazer, ainda com aquela coisa imensa enterrada até o fim dentro dela.
Após aquela sessão intensa, Júlia ficar imóvel na maca de couro, ofegante, o corpo coberto de um brilho de suor que realçava cada curva. A Dra. Carla desligou a máquina com cuidado, retirando o dildo colossal devagar, provocando um último gemido estrangulado na minha filha, enquanto um fluxo de tesão escorria entre suas pernas.
— Ela precisa descansar agora — a doutora disse, pegando um plug anal médio de silicone preto, com uma base redonda e uma joia vermelha. — Mas também precisa manter o treino. Este é para uso diário.
Júlia abriu os olhos, ainda vidrados de êxtase.
— Na escola, doutora? — perguntou, a voz rouca.
— Em todo lugar — a Dra. Carla respondeu, espalhando mais lubrificante no ânus ainda pulsante de Júlia. — Vai mantê-la pronta para as próximas sessões.
A doutora introduziu o plug com um movimento firme e constante. Júlia gemeu, arquejando, sentindo aquele objeto médio expandir seu ânus, encaixando-se perfeitamente, a joia vermelha brilhando entre suas nádegas. Ela ficou de quatro na maca, a bunda empinada, contraindo os músculos para testar a sensação.
— Tá apertadinho, mãe — ela suspirou, virando o rosto para mim com um sorriso preguiçoso. — Dá pra sentir todo o tempo.
Meu marido, Carlos, chegou mais cedo do trabalho naquela noite. Ele encontrou Júlia deitada de bruços no sofá da sala, vestindo apenas uma camisola curta de algodão, as pernas ligeiramente abertas enquanto assistia TV. Quando ela se levantou para pegar água, a camisola subiu o suficiente para ele notar o brilho da joia vermelha entre as nádegas da filha.
Ele parou no meio do corredor, a pasta de trabalho caindo da mão.
— O que é aquilo, Júlia? — perguntou, a voz falhando, o rosto perdendo a cor.
Júlia virou-se, inocente, mas com aquele brilho provocante nos olhos.
— É terapia, pai. A Dra. Carla disse que é importante.
Carlos olhou para mim, desesperado, confuso. Eu estava na cozinha, observando. Ele abriu a boca para protestar, para dizer que aquilo era demais, que não era normal, mas então seus olhos voltaram para a bunda da filha, para a joia vermelha brilhando ali, e algo em sua expressão mudou. Uma sombra de preocupação misturada a algo mais obscuro, mais primitivo.
— Ela tem vinte e um anos, Carlos — eu disse, baixinho. — É adulta. E a terapia está ajudando.
Ele não respondeu. Apenas assentiu, a garganta subindo e descendo numa deglutição seca, os olhos fixos no brilho vermelho que desaparecia quando Júlia se virou. Eu vi a protuberância crescente em suas calças, algo que ele tentou esconder virando-se rapidamente. Ele não tinha sentido aquilo antes — um tesão confuso, proibido, que o envergonhava profundamente enquanto subia escadas afora para o banheiro, provavelmente para se masturbar com a imagem da filha plugada gravada na mente.
Na manhã seguinte, Júlia preparou-se para a faculdade. Ela vestiu uma saia plissada curta, preta, e uma blusa branca justa. Por baixo, nada de calcinha — apenas o plug médio encaixado em seu ânus, a base redonda pressionando contra sua pele, invisível sob a saia.
— Tá confortável, filha? — perguntei enquanto ela arrumava a mochila.
— Um pouco estranho, mãe — ela respondeu, fazendo uma careta e depois sorrindo. — Dá pra sentir quando eu ando. É como se eu estivesse sendo tocada o tempo todo.
Ela desceu as escadas com cuidado, as pernas ligeiramente mais juntas, o quadril balançando de um jeito novo. Carlos estava na cozinha, tomando café. Quando viu a saia curta, o modo como Júlia se sentava com cuidado na cadeira, mantendo as coxas pressionadas, ele entendeu imediatamente.
— Você tá com... aquilo... na faculdade? — ele perguntou, a voz rouca, quase um sussurro.
— Plug anal, pai — Júlia respondeu casualmente, mordendo um pedaço de pão. — A Dra. Carla mandou. É médio, nem é tão grande assim.
Carlos engasgou com o café, os olhos arregalados. Ele olhou para mim, pedindo ajuda silenciosa, mas eu apenas sorri. Ele observou Júlia se levantar, ajustar a saia, e sentiu o sangue correr para o membro novamente quando ela se inclinou para pegar a mochila, dando-lhe uma visão rápida da base do plug espreitando sob a saia.
— Tenho que ir, senão perco o ônibus — Júlia disse, dando um beijo na minha bochecha e depois, surpreendentemente, no rosto do pai, que ficou paralisado. — Tchau, pai. Não se preocupa, tá tudo bem.
Ela saiu pela porta, o quadril balançando, cada passo fazendo o plug mover-se levemente dentro dela, massageando seu ânus apertado enquanto ela caminhava até o ponto de ônibus. Carlos ficou na janela, observando, a mão apoiada no batente, os nós dos dedos brancos.
— Ela vai sentir isso o dia todo — ele murmurou, mais para si mesmo. — Sentada nas aulas, andando nos corredores...
— É o tratamento — eu disse, colocando a mão em seu ombro, sentindo a tensão em seus músculos. — Ela precisa disso.
Ele não respondeu. Apenas ficou ali, observando a figura da filha desaparecer na esquina, sabendo que Júlia estava indo para a faculdade com um objeto enterrado em seu ânus, sentindo-se cheia, preparada, treinada. E ele sentiu, pela primeira vez, uma excitação profunda e inconfessável, misturada com o terror de um pai que não sabia mais onde ficavam os limites.
Na faculdade, Júlia sentiu cada segundo daquele plug dentro dela. Ela escolheu um lugar no meio da sala de aula de Psicologia, tentando parecer normal enquanto se sentava com cuidado na cadeira de plástico duro. O movimento fez o plug pressionar mais fundo, a base redonda encostando no assento, transmitindo cada vibração do corpo da cadeira diretamente para seu ânus treinado.
— Ei, Júlia, você tá estranha hoje — sussurrou sua amiga Luana, sentando ao lado. — Tá toda vermelha e rebolando toda hora.
— Tô só... desconfortável — Júlia respondeu, apertando as coxas, sentindo o plug mover-se levemente com a contração.
Mas o desconforto logo virou prazer. A professora discursava sobre Freud, e Júlia tentava prestar atenção, mas cada vez que ela mudava de posição na cadeira, o plug massageava seu ponto G através da parede interna. Ela começou a rebolar discretamente, para frente e para trás, a saia plissada subindo levemente enquanto ela esfregava a base do plug contra o assento.
— Júlia, para de rebolar — Luana cochichou, rindo. — Parece que tá fazendo sexo com a cadeira.
Júria parou, sentindo o orgasmo se aproximar rapidamente. Ela segurou a borda da carteira, os dedos brancos, as pernas trêmulas. Não deu para segurar. O plug pressionou no ângulo certo quando ela se inclinou para pegar a canha que caiu, e ela sentiu a onda tomar conta — um gozo silencioso e intenso, contraída na cadeira, a buceta pulsando em volta de nada enquanto o ânus apertava o plug em espasmos.
Ela ficou imóvel, ofegante, o rosto vermelho, olhando para frente como se nada tivesse acontecido. Luana olhou para ela, desconfiada, vendo o brilho de suor na testa de Júlia.
— Você acabou de gozar, né? — Luana perguntou, chocada, mas sorrindo. — Caralho, Júlia, na sala de aula?
Júlia não negou. Apenas assentiu, ainda tremendo, apertando as coxas para sentir o plug mais fundo.
No intervalo, ela puxou Luana para o banheiro feminino no final do corredor, trancando a porta. Luana era sua melhor amiga desde o ensino médio, alta, de cabelos cacheados e curvas generosas.
— Preciso te mostrar uma coisa — Júlia disse, trêmula, subindo a saia.
— O que você tá fazendo? — Luana perguntou, os olhos arregalados quando Júlia virou de costas e abaixou levemente as nádegas, expondo a base redonda do plug preto brilhando entre suas nádegas, a joia vermelha piscando sob a luz fria do banheiro.
— Meu Deus — Luana sussurrou, aproximando-se sem pensar, tocando a base com um dedo hesitante. — Isso tá dentro de você? O tempo todo?
— A Dra. Carla mandou — Júlia explicou, sentindo o toque da amiga fazer o plug mover-se. — É terapia. Mas eu tô com medo de cair quando eu ando, ou quando eu sento...
Luana riu, incredula, mas seus olhos brilhavam de curiosidade.
— E você gozou na cadeira por causa disso?
— É... ele pressiona em tudo — Júlia gemeu, quando Luana girou levemente a base do plug, testando. — Luana, para, eu vou gozar de novo...
— Você é louca — Luana disse, mas não parou. Pelo contrário, ela puxou o plug devagar, vendo o alongamento do ânus de Júlia, e depois empurrou de volta, fazendo Júlia gemer alto no banheiro vazio. — Quarenta minutos de aula você ficou com isso aqui?
— É médio — Júlia suspirou, apoiando as mãos na pia, a bunda para fora. — Você devia ver o que a máquina usou em mim ontem. Trinta e cinco centímetros.
Luana ofegou, sentindo o próprio corpo reagir. Ela continuou movendo o plug, para dentro e para fora, enquanto Júlia rebolava contra a mão dela, pedindo mais.
— Vai cair? — Luana perguntou, observando o ânus de Júlia puxar o plug para dentro, apertando forte, nunca deixando escapar.
— Não... cai não — Júlia gemeu, sentindo outro orgasmo se aproximar. — Tá muito... apertado...
Ela gozou novamente, dessa vez com a amiga segurando o plug, o corpo convulsionando, as pernas bambas, enquanto Luana observava fascinada a visão da base do plug sendo sugada pelo ânus pulsante de Júlia, que nunca caiu, nunca escorregou, permanecendo enterrado onde a Dra. Carla colocou, treinando-a para o próximo nível da terapia.
Júlia chegou em casa por volta das seis da tarde, o corpo ainda vibrando com as sensações do dia. O plug anal médio permanecia firmemente encaixado em seu ânus, movendo-se sutilmente a cada passo que ela dava na calçada, na subida da escada, na entrada pela porta da frente. Ela estava molhada desde o gozo na sala de aula, e a umidade entre suas pernas se misturava ao suor do caminho.
Carlos estava na sala, sentado na poltrona de couro, tentando ler um jornal. Ele levantou os olhos quando ouviu a porta, e seu corpo inteiro tensionou ao ver a filha entrar. Júlia usava ainda a saia plissada curta, agora levemente amassada, e a blusa branca colada ao corpo em alguns pontos por causa do calor. Ela caminhou de um jeito diferente — o quadril balançando mais, as pernas ligeiramente mais abertas, uma postura de mulher que conhecia seu próprio prazer.
— Oi, pai — ela disse, a voz doce, sentando-se no braço da poltrona ao lado dele, cruzando as pernas de forma que a saia subiu expondo quase toda a coxa.
Carros engoliu em seco, o jornal tremendo em suas mãos.
— Como foi a... faculdade? — ele perguntou, a voz rouca, os olhos fugindo para a TV e voltando para as pernas dela.
— Foi boa — Júlia respondeu, inclinando-se para frente, os seios pressionando contra a blusa. — A Luana ficou chocada quando eu contei pra ela.
— Contou o quê? — Carlos perguntou, embora soubesse.
— Sobre o plug, pai — Júlia disse casualmente, virando-se para ele, o rosto inocente mas os olhos brilhando. — Sobre como eu aguento. A Dra. Carla disse que eu sou muito... receptiva. Que meu corpo aceita tudo muito fácil.
Carlos sentiu o sangue correr para o membro, instantâneo e traiçoeiro. Ele cruzou as pernas, tentando esconder, mas Júlia notou. Ela sempre notava.
— Você quer ver, pai? — ela perguntou, baixinho. — Quer ver como eu tô?
— Júlia, não é... apropriado — ele murmurou, mas não disse não. Sua voz falhou, cheia de uma vergonha que não era suficiente para afastar o desejo.
— Só um pouquinho — ela persuadiu, levantando-se e ficando em pé na frente dele. — A terapia tá funcionando, pai. Eu me sinto tão... aberta. Tão pronta.
Ela virou de costas, olhando por cima do ombro, e lentamente levantou a saia, expondo as nádegas. A base redonda do plug preto brilhava ali, a joia vermelha piscando sob a luz da sala. Carlos ofegou, o jornal caindo completamente, as mãos agarrando os braços da poltrona.
— Meu Deus, Júlia — ele sussurrou.
— Quer ver mais? — ela perguntou, a voz tão carinhosa, tão macia. — Quer ver minha xoxotinha, pai? A Dra. Carla disse que é importante que a família veja o progresso.
Carlos não respondeu. Apenas assentiu, uma vez, a garganta seca, o coração batendo tão forte que ele podia ouvir nos ouvidos.
Júlia se virou devagar. Ela abaixou a saia, mas então puxou a calcinha — que na verdade não existia, ela não usava nada por baixo — e expôs completamente sua xoxotinha para o pai. Estava inchada, rosada, brilhando de tesão, os lábios vaginais levemente abertos, pulsando. O clitóris estava pequeno e exposto, ainda sensível dos orgasmos na faculdade.
— Tá vendo? — ela disse, tocando-se levemente com dois dedos, espalhando a umidade. — Tá tudo tão molhadinho, pai. A terapia me deixou assim. Constantemente pronta.
Carlos gemeu, involuntário, a mão indo para a própria virilha, pressionando a ereção dolorosa nas calças.
— Eu tenho que te mostrar uma coisa — Júlia disse, os olhos brilhando de excitação. — Espera aqui.
Ela saiu da sala com aquela caminhada de quadril balançante, o plug ainda enterrado, e voltou alguns minutos depois segurando algo enorme. Era um dildo realista, não tão grande quanto o da máquina, mas ainda assim impressionante — vinte e cinco centímetros, grosso, com veias saltadas e testículos na base.
— A Dra. Carla me deu esse para treinar em casa — Júlia explicou, sentando-se no chão de carpete na frente da poltrona do pai, as pernas abertas, a xoxotinha exposta. — Quer ver eu usar?
— Júlia, eu... — Carlos começou, mas ela já estava espalhando lubrificante no objeto, os olhos fixos nos dele, carinhosa, desejosa de aprovação.
— Me ajuda a abrir, pai — ela pediu, guiando a mão dele até sua entrada. — Só um pouquinho.
O toque da pele da filha fez Carlos perder qualquer resistência. Ele massageou a entrada dela com os dedos, sentindo a umidade escorrer, sentindo o plug vibrar sutilmente no ânus dela enquanto ele tocava. Júlia gemeu, arquejando, e então começou a empurrar o dildo enorme em si mesma.
— Tá entrando, pai, olha — ela suspirou, os olhos vidrados, a boca aberta. — Tudo... tá entrando tudo...
Ela sentou no dildo, devagar, centímetro por centímetro, até que estivesse completamente sentada no chão, o objeto inteiro desaparecido dentro de sua buceta esticada, a base pressionando contra seus lábios. Carlos observou, hipnotizado, enquanto Júlia começou a mover-se, rebolando no chão da sala de estar, usando o dildo como se fosse parte dela.
— A terapia funciona, pai — ela gemia, as mãos apoiadas no chão atrás dela, os seios balançando sob a blusa. — Eu aguento tanto agora. Trinta e cinco centímetros ontem, isso aqui hoje... amanhã quem sabe?
Ela gozou na frente dele, o corpo convulsionando, a buceta apertando o dildo em espasmos violentos, o plug no ânus sendo pressionado pela parede interna. Carlos não aguentou. Desabotoou as calças e se masturbou ali, na poltrona, enquanto a filha rebolava e gozava no chão, carinhosa, aberta, completamente entregue à terapia que transformava todos eles.
Carlos não aguentou. Desabotoou as calças ali mesmo, na poltrona, e seu membro saltou para fora, duro e pulsante. Ele começou a se masturbar freneticamente, os olhos fixos na filha rebolando no chão da sala, o dildo enorme enterrado até a base dentro dela.
Júlia ficou em choque ao ver o pai naquela situação — a mão movendo-se rápido, o rosto contorcido de tesão, os gemidos abafados que ele tentava segurar. Mas o choque durou segundos. Logo ela sentiu um novo calor, uma excitação mais profunda de ser observada assim, de ser desejada pelo próprio pai. Ela rebolou mais forte, gemendo para ele, querendo que ele visse tudo.
Quando Carlos gozou, jorrando no próprio estômago e nas mãos, ofegante e envergonhado, Júlia sorriu. Ela se levantou devagar, o dildo deslizando para fora com um barulho molhado, e se aproximou dele, ainda nua por baixo da saia levantada.
— Outro dia — ela sussurrou, beijando a testa dele, sentindo o cheiro do próprio gozo dele misturado ao suor. — Quero que você veja mais, pai. Muito mais.
No dia seguinte, a sessão de terapia estava marcada para as três da tarde. Júlia chegou à clínica da Dra. Carla com um vestido leve de verão, sem calcinha, o plug médio ainda enterrado em seu ânus desde a manhã, mantendo-a constantemente preparada.
A Dra. Carla a recebeu na sala com um sorriso diferente — mais sério, mais intenso.
— Hoje é um dia especial, Júlia — a doutora disse, trancando a porta. — Ontem sua mãe me contou sobre o progresso em casa. Seu pai participando. Isso é excelente.
— Ele ficou envergonhado — Júlia disse, sentando-se na maca de couro.
— Vai passar — a Dra. Carla respondeu, indo até um armário de aço no canto. — Hoje vamos subir o nível. Você me disse que aguentou trinta e cinco centímetros na máquina. Hoje vamos testar cinquenta e cinco.
Júlia arregalou os olhos. A Dra. Carla tirou do armário um dildo monstruoso — preto, brilhante, com mais de meio metro de comprimento e uma grossura que rivalizava com o pulso de Júlia. A cabeça era bulbosa, desproporcional, projetada para forçar qualquer entrada a se abrir completamente.
— Isso não vai caber — Júlia disse, a voz falhando, mas sentindo a buceta pulsar de excitação só de olhar.
— Vai sim — a Dra. Carla respondeu, fixando o objeto em uma nova máquina, mais robusta, com controle de altura. — E sua mãe vai sentar aqui — ela apontou para uma cadeira de madeira posicionada bem em frente à maca — e vai ver o quanto entra. Cada centímetro.
A mãe de Júlia entrou na sala naquele momento, assentindo para a doutora. Ela se sentou na cadeira indicada, as pernas cruzadas, os olhos fixos na filha.
— Deita de costas, Júlia — a Dra. Carla ordenou. — Pés nos estribos, bem aberta.
Júlia obedeceu, sentindo o coração disparar. Os estribos metálicos mantinham suas pernas abertas em um ângulo de quase cento e oitenta graus, exposta completamente. A Dra. Carla removeu o plug anal com um movimento firme, fazendo Júlia gemer, e imediatamente começou a lubrificar abundantemente a buceta e o ânus da jovem.
— A máquina vai subir devagar — a doutora explicou, ajustando a altura. — Você vai sentar em cima do dildo. Não vai encostar no chão, Júlia. Você vai ficar suspensa apenas por ele. Quanto mais entrar, mais alto você vai ficar.
Júlia olhou para o objeto imenso posicionado abaixo de sua entrada, vertical e ameaçador. A Dra. Carla ligou a máquina. O dildo começou a subir, a ponta enorme tocando os lábios vaginais de Júlia, esfregando.
— Agora desce — a doutora ordenou. — Senta.
Júlia respirou fundo e começou a abaixar o corpo. A cabeça bulbosa forçou a entrada imediatamente, esticando-a de um jeito que ela nunca sentiu. Ela parou, ofegante, as pernas tremendo nos estribos.
— Continua — a mãe disse, da cadeira, a voz rouca. — Desce, filha.
Júlia empurrou. O dildo entrou cinco centímetros, dez, quinze. Ela já estava ofegante, sentindo-se rasgada e cheia ao mesmo tempo. A máquina parou de subir — agora era ela que tinha que descer mais.
— Mais — a Dra. Carla disse. — Vinte centímetros já entraram. Quero ver trinta. Quarenta. Cinquenta e cinco.
Júlia fechou os olhos, as lágrimas escorrendo de tesão e esforço, e se deixou cair mais. Vinte e cinco centímetros. Trinta. Ela já não sentia o chão. Seus pés balançavam no ar, apoiados apenas nos estribos, o corpo inteiro suspenso por aquela pica monstruosa que entrava e entrava.
— Trinta e cinco — a mãe contou, a mão entre as próprias pernas, se tocando. — Igual ao de ontem, Júlia. E ainda tem vinte para entrar.
Júlia gemia incontrolavelmente, o abdômen se contorcendo visivelmente com a pressão interna. Ela abaixou mais. Quarenta centímetros. Quarenta e cinco. O dildo estava pressionando seu colo, massageando seu útero de dentro, esticando sua buceta até o limite. Seus pés balançavam a mais de vinte centímetros do chão, ela completamente sentada naquele objeto, impalada, suspensa no ar.
— Mais cinco — a Dra. Carla ordenou, aproximando-se, tocando a barriga de Júlia onde a forma do dildo era visível sob a pele. — Os últimos cinco.
Júlia gritou. Não de dor — de uma sensação de plenitude absoluta, de fronteira entre prazer e algo transcendental. Ela se deixou cair os últimos cinco centímetros, até que a base do dildo encostasse nos lábios vaginais, os cinquenta e cinco centímetros completamente enterrados, ela sentada ali, suspensa, os pés balançando no ar, sem tocar o chão, apenas o objeto monstruoso a segurando.
— a mãe sussurrou, gozando na cadeira só de ver.
— Fica assim — a Dra. Carla ordenou. — Dez minutos. Depois a máquina vai mover. E você vai gozar, Júlia. Gozar como nunca gozou.
E ela ficou ali, impalada, suspensa, uma estátua de tesão e entrega, provando que a terapia funcionava além de qualquer limite imaginado.
A Dra. Carla circulava ao redor da maca, observando Júlia com uma admiração científica misturada a excitação genuína. Ela tocava a barriga da jovem, sentindo a forma rígida do dildo de cinquenta e cinco centímetros estendendo-se do ventre até o útero, criando uma saliência visível sob a pele.
— Impressionante — a doutora murmurou, anotando algo em um bloco. — Poucas conseguem isso, Júlia. A suspensão completa. Normalmente a musculatura cede, ou há desconforto excessivo. Mas você... você está perfeitamente acoplada.
Júlia não conseguia falar. Ela ofegava, os olhos revirados, as mãos agarrando os braços da maca em nós brancos. O dildo dentro dela pulsava com cada batimento cardíaco dela, pressionando pontos que ela não sabia que existiam. Ela estava completamente à mercê daquela invasão, suspensa no ar, os dedos dos pés curvados no vazio.
— Cinco minutos — a Dra. Carla anunciou, ajustando um cronômetro. — Respira, Júlia. Deixa o corpo se adaptar.
A mãe se aproximou, não mais na cadeira, mas em pé ao lado da maca, acariciando o rosto da filha, enxugando o suor.
— Você é incrível, filha — ela sussurrou. — Tão cheia. Tão aberta.
Quando o cronômetro apitou, a Dra. Carla ligou a função de vibração da máquina. O dildo imenso começou a pulsar e girar lentamente dentro de Júlia, estimulando cada centímetro de suas paredes internas. Júlia gritou, um som alto e estrangulado, o pescoço arqueado, os seios apontados para o teto.
— Vai gozar, Júlia — a doutora ordenou. — Deixa acontecer. Deixa tudo sair.
O orgasmo foi cataclísmico. Júlia convulsionou violentamente, o corpo inteiro tremendo em espasmos incontroláveis, a buceta apertando o dildo em ondas rítmicas que a máquina registrava em seus sensores. Ela ejaculou — um jato claro e forte que atingiu a barriga dela mesma, escorrendo pela base do dildo, molhando completamente a maca. Ela continuou gozando, gemendo sem palavras, o ânus pulsando vazio ao redor de nada, a sensação de plenitude total fazendo-a perder a consciência por segundos.
Quando acalmou, estava mole, derretida, ainda suspensa naquele pau monstruoso.
— Agora vamos descer — a Dra. Carla disse, pegando um tubo de gel lubrificante medicinal. — Devagarzinho. Sua mãe vai te segurar.
A mãe se posicionou atrás de Júlia, apoiando as costas da filha contra o próprio peito, segurando-a firmemente. A Dra. Carla começou a espalhar o gel gelado ao redor da entrada de Júlia, massageando os lábios vaginais inchados, lubricando ainda mais a retirada.
— Respira fundo — a doutora orientou. — Vai sair centímetro por centímetro.
A máquina começou a descer, milímetro por milímetro. Júlia gemia a cada redução, sentindo o vácuo sendo criado dentro dela, as paredes vaginais se contraindo conforme o volume diminuía. A Dra. Carla tirou o celular e começou a fotografar — a entrada esticada, o dildo saindo devagar, a expressão de êxtase e exaustão de Júlia.
— Isso é para o congresso — a doutora explicou, focando a câmera na barriga onde ainda se via a saliência. — Em Atlanta. Congresso Internacional de Dildos Longos. Poucos casos documentados de suspensão completa com cinquenta e cinco centímetros. Você vai ser a atração das minhas fotos.
Quando faltavam vinte centímetros para fora, a Dra. Carla parou a máquina manualmente e puxou o resto com as próprias mãos, devagar, sentindo a resistência muscular ceder, até que, com um barulho úmido e suave, o dildo saiu completamente. Júlia gritou uma última vez, sentindo o vazio abrupto, a buceta escorrendo, aberta, pulsando no ar.
A mãe a segurou, impedindo que ela caísse, enquanto a Dra. Carla passava mais gel entre as pernas dela, massageando a entrada sensível, acalmando os tecidos inflamados.
— Você foi perfeita — a doutora disse, mostrando as fotos no celular — a imagem do dildo saindo, a expressão de Júlia, a prova da suspensão. — Em Atlanta, vão ficar de boca aberta. E você vai continuar o tratamento. Sessenta centímetros na próxima semana.
Júlia, exausta nos braços da mãe, apenas assentiu, sorrindo, sabendo que a terapia a estava transformando em algo lendário.
A semana seguinte chegou rápido. Júlia estava diferente — caminhava com uma postura nova, o quadril mais solto, as pernas naturalmente mais abertas. Sua xoxotinha estava constantemente molhada, sempre pronta, sempre receptiva. Ela não usava mais calcinha, nem em casa, nem na faculdade. O plug anal médio se tornou parte dela, treinando-a silenciosamente para o próximo nível.
Na sala de terapia, a Dra. Carla tinha uma surpresa. Não era uma máquina desta vez. Era um pedestal de metal com um mecanismo de pistão hidráulico, e acoplado a ele, um dildo colossal — um metro e cinquenta de comprimento, grosso como o antebraço de um homem adulto, escuro, com veias realistas que pareciam pulsar sob a luz. A cabeça era do tamanho de uma maçã, projetada para forçar qualquer limite.
Júlia entrou na sala e seus olhos brilharam. Não houve medo, nem hesitação. Ela sorriu, sentindo a buceta contrair de excitação imediata.
— Esse é enorme — ela disse, aproximando-se, tocando a ponta com a ponta dos dedos. — Mas não me assusta, doutora. Minha xoxotinha tá sempre pronta.
A Dra. Carla sorriu, ajustando o mecanismo.
— Hoje é especial, Júlia. Sua mãe está aqui para assistir, e seu pai também — ela apontou para uma cadeira no canto onde Carlos estava sentado, rígido, os olhos arregalados para o objeto monstruoso. — Este é de um metro e cinquenta. Vai entrar devagar, controlado, aos poucos. Mas tem algo que preciso avisar.
A mãe se aproximou, preocupada.
— O quê, doutora?
— Com a profundidade total, Júlia — a Dra. Carla explicou, olhando séria para as duas —, o dildo pode chegar até a boca dela. Passando pelo estômago, pelo diafragma, pelo esôfago. É raro, mas possível com treinamento adequado. Não se assustem. É seguro, é controlado, e ela vai sentir apenas prazer.
Júlia assentiu, sem pavor, apenas curiosidade intensa.
— Quero tentar — ela disse.
Ela se despiu completamente, subiu no pedestal e se posicionou em pé, de costas para o dildo vertical. A Dra. Carla lubrificou abundantemente — o objeto inteiro, de ponta a base, brilhando de gel. A mãe segurou a cintura de Júlia, estabilizando-a. Carlos observava, a mão tremendo no colo.
O mecanismo começou. O dildo subiu devagar, a ponta enorme encontrando a entrada de Júlia, que já estava aberta, pronta, treinada pelas sessões anteriores.
— Relaxa, filha — a mãe sussurrou.
Júlia relaxou, e o dildo entrou. Cinco centímetros. Dez. Vinte. Ela ofegava, sentindo a pressão subir pelo abdômen, mas não era dor — era uma sensação de preenchimento absoluto, de propósito. Trinta centímetros. Quarenta. O dildo já estava pressionando seu estômago, e ela podia ver a saliência subindo pela barriga, uma coluna rígida se formando sob a pele.
— Cinquenta — a Dra. Carla contou. — Sessenta. Júlia, como está?
— Cheia — ela gemeu, as pernas trêmulas, apoiadas pela mãe. — Tão cheia, doutora. Não para... não para...
Setenta centímetros. O dildo passou pelo estômago, empurrando o diafragma, e Júlia sentiu uma pressão no peito, no fundo da garganta. Oitenta. Noventa. Ela estava sendo preenchida
completamente, de baixo a cima, um tubo de carne e silicone.
— Está subindo pelo esôfago — a Dra. Carla anunciou, observando a barriga de Júlia onde a forma do dildo era visível, uma linha rígida subindo até entre os seios. — Cem centímetros. Cento e dez.
Júlia abriu a boca involuntariamente, ofegante, e sentiu a ponta do dildo tocando a parte de trás de sua língua. Ela arqueou o pescoço, os olhos revirados de êxtase, enquanto o objeto continuava a subir, entrando por baixo e saindo pela boca.
— Cento e vinte — a Dra. Carla disse, ajustando o mecanismo para mais lento. — Quase lá.
Quando o mecanismo parou, Júlia estava completamente empalada. O dildo de um metro e cinquenta saía quase trinta centímetros acima dela, saindo pela boca como uma espada engolidora, brilhante de saliva e gel. Ela não podia falar — a coisa ocupava todo o seu trato digestivo e vaginal — mas seus olhos diziam tudo. Ela estava no céu.
— Abre a boca, Júlia — a Dra. Carla orientou, fotografando tudo. — Deixa ele sair um pouco para eu ver a ponta.
Júlia obedeceu, abrindo a boca o máximo possível. O dildo desceu alguns centímetros, a cabeça bulbosa aparecendo entre seus lábios, coberta de baba, e então subiu de novo, desaparecendo em sua garganta. Ela estava sendo fudida de dentro para fora, de cima para baixo, completamente dominada por aquele objeto monstruoso.
— Trinta centímetros saindo acima dela — a mãe sussurrou, maravilhada, tocando a parte exposta do dildo que saía da boca da filha. — Meu Deus, Júlia. Você é um milagre.
Carlos não aguentou. Gozou nas calças ali mesmo, sem tocar em si mesmo, apenas pela visão da filha empalada daquele jeito, transformada em um monumento de prazer absoluto.
A Dra. Carla começou a descer o mecanismo, devagar, centímetro por centímetro, extraindo o dildo da mesma forma que entrou. Quando saiu completamente, Júlia desabou nos braços da mãe, a boca aberta, a buceta escorrendo, o corpo inteiro tremendo em aftershocks de um orgasmo que durara toda a inserção.
— Atlanta vai explodir — a Dra. Carla disse, guardando as fotos e vídeos. — Ninguém viu isso antes. Um metro e cinquenta, passando pelo corpo inteiro, saindo pela boca. Você é a paciente perfeita, Júlia. E a terapia está apenas começando.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)