#Assédio #Estupro #Grupal #Sado

Realizando meu fetiche sombrio

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Lari

Esse é um conto que aconteceu comigo a algumas semanas. É pesado, mas muito delicioso.

Oi, meu nome é Larissa, tenho 22 anos e a poucas semanas aconteceu comigo algo que era um fetiche e ao mesmo tempo um medo: fui estuprada.
Sou uma menina branca, magrinha e dps cabelos longos, sempre tive peitinho pequeno e uma bunda bonita, bem redondinha. Tudo começou quando ao 13 anos, uma prima mais velha me apresentou a siririca. Desde então, brincar com minha bucetinha sempre esteve na minha rotina, as vezes durante a madrugada, as vezes ao acordar. Sempre amei ver vídeos e ler contos, mas aos 18 anos, quando li um conto sobre uma garota que havia sido estuprada, senti um tesão indescritível. Eu queria estar no lugar dela, queria ser forçada a fazer sexo, queria que um desconhecido me comesse sem se importar com meu "não". Mas depois de gozar pensando no assunto, pensei no quão assustador deveria ser, então tudo não passou de um fetiche que jamais pensei que seria colocado em prática. O tempo foi passando e meus fetiches se tornaram cada vez mais pesados, incluindo o de ser forçada, passando a socar meu dildo inteiro na buceta enquanto via vídeos no telegram de mulheres sendo estupradas.
Agora, aos 22, estava na casa de uma amiga fazendo uma pesquisa para um trabalho da faculdade e quando nós demos conta, já era próximo de meia noite, eu precisava ir para casa. Mas antes de pedir meu uber, decidi passar em uma farmácia ali perto para comprar um remédio para dormir de cabeça. No caminho da farmácia, passei por uma grande praça que havia no bairro onde essa amiga morava e lá avistei 3 garotos aparentemente com idades próximas a minha, passei um pouco distante deles, mas ouvi os cochichos deles enquanto olhavam para mim, e logo se levantaram e andaram em minha direção. Assustada, continuei andando apressada, mas quando estava passando em frente a um bar abandonado, ouvi um dos garotos me chamando já bem ao meu lado. Meu corpo gelou e meu coração já muito acelerado, parei de andar e os 3 me alcançaram.
- E aí novinha, tá perdida? Vem comigo bebê. - disse um dos garotos que logo eu iria descobrir que se chama Cauã.

- Só quero ir pra farmácia, por favor me deixa quieta... - eu falei quase sussurrando de tanto medo.

- Que isso linda, tamo na moral trocando ideia, entra aqui pra nós conversar. - e começou a me puxar pelo braço entrando no bar abandonado.

Nesse momento, lembrei de todos os vídeos e contos sobre estupro e por um instante me deu arrependimento de ter sentido tesão com aquilo, mas meu corpo já estava respondendo de outra maneira... Estranhamente, eu estava calma.

- o que vocês vão fazer comigo? Por favor me deixem ir embora.

- Cauã, vai nos tudo de vez? A nega é bem magrinha. - falou um dos abusadores.

- Tem que ser de vez, se não demora demais, bora.

Assim que o menino chamado Cauã disse isso, os outros dois vieram em minha direção. O mais alto me puxou pelos cabelos e me deu um beijo, com a outra mão, ele apertou a minha bunda com força. Eu não queria aquilo, então tentei ao máximo virar meu rosto. O segundo garoto arrancou minha mochila das minhas costas e jogou pro canto.

- Melhor tu colaborar, se não fica pior pro teu lado se ligou? Tu vai mamar nos três e vai liberar pra nós também!

Eu recusava e me negava a beijar aquele menino, mas minha buceta não mentia... Eu estava completamente molhada, minha mente dividida entre nojo e tesão, eu não sabia o que fazer. O garoto que arrancou minha bolsa, agora estava puxando meu short para baixo, me deixando só de calcinha. Nesse momento vi que Cauã estava com o celular na mão, filmando tudo aquilo. Eu estava prestes a me tornar mais uma das garotas que vi sendo estupradas em vídeos.
Ao colocar a mão dentro da minha calcinha, o garoto que se chama Cláudio, parou de me beijar forçadamente e riu enquanto dizia:
- A puta tá é molhada Hahahaha. Olha Neto, mete a mão na buceta dela pra tu ver. - e me segurou pelo pescoço, dando espaço pro amigo colocar a mão na minha calcinha.
- Sua cachorra, tá gostando né? Então vamo te colocar pra mamar logo.

Os três riam e em segundos eu já estava completamente nua e sendo forçada a ficar de joelhos. Naquela posição, fui forçada a chupar o pau dos três garotos, Cauã tinha o mais grosso, não cabia todo na minha boca, mas ele fazia de tudo para que eu engolisse o máximo daquela rola. Claudio era o maior deles, tanto em altura, quanto em rola, aquele pau deveria ter uns 24cm. Neto tinha o que os outros tinham de melhor... Era grosso, mas não como o de Cauã e era um pouco menor que o de Cláudio. Fiquei sendo filmada enquanto minha boca era feita de buceta pelos três. Naquele momento, minha mão coçava pra ir até minha buceta... eu queria me tocar, mas negava a mim mesma que aquilo poderia ser bom. 20 minutos se passaram e Cauã me puxou pelos cabelos, me fazendo ficar em pé e virar de costas pra ele.

- Filma eu comendo ela, Netinho hahaha.

Assim que ele deu o celular pra neto, meteu sem dó na minha buceta. Senti tanta dor que dei um grito que logo foi tapado pela mão do meu estuprador. Ele continuou metendo, até que a dor sumisse e só restasse minha dúvida entre gemer ou ficar quieta. Não durou 3 minutos e minha mente foi completamente dominada pelo meu lado fetichista...
Eu me masturbei tanto assistindo cenas como essa, eu gozei tanto dizendo "quero ser estuprada", porque não aproveitar esse momento? Se eu for estuprada, que seja como imaginei.
Minha mente ficou clara, meu corpo relaxou e meu gemido começou a sair:

- Aiin, ainn...

- Vagabunda, ela tá gostando mesmo! Filma a cara dessa puta aí!

Assim que o flash da câmera iluminou meu rosto, não consegui conter meu sorriso. Aquilo não era mais um simples estupro, eu estava sentindo prazer em ser violentada.
Foram mais de 10 minutos sendo comida pelo Cauã, sentindo ele me bater e ouvindo ele me xingar junto com os outros meninos. Depois os outros revezaram na minha buceta, cada um me comendo como se eu fosse uma boneca. Enquanto Cláudio me comia com aquela rola enorme, eu gemia:

- Aiiin caralho, é grande demais pra minha buceta! - nesse momento todo os três já sabiam que eu estava adorando ser fodida.

- Aguenta puta! Aguenta e geme! Tá gostando de levar rola?

- Tô sendo estuprada, mas ta gostoso! Tô toda molhada!

Vendo toda putaria acontecendo, o garoto chamado Neto não aguentou mais esperar e mandou Cláudio sair. Mesmo resmungando, Cláudio deu espaço para Neto meter a rola sem nenhuma cerimônia na minha buceta, que nessa altura, já estava bem fodida. Eu estava adorando ser revezada por eles, a cada momento que trocavam, eu me sentia mais puta. Eu estava me sentindo uma marmitinha de vagabundo, uma putinha sem valor... O melhor foi quando pensei que eles nem sabiam meu nome, eu era só uma bucetinha qualquer pra eles gozarem e me largarem ali.
Pensando tudo isso, não pude evitar de gozar. Minha buceta apertou o pau delicioso de Neto, minha vista embaçou completamente, todo meu corpo arrepiou e meu gemido meigo foi dando espaço a um gemido alto, como se fosse uma vagabunda:

- Aaiinn, isso, AAIIN, AAAAAHHH COME, COME, ESTUPRA, AIII MINHA BUCETA, ARROMB... TO GOZANNN... - no ápice do orgasmo, eu não conseguia nem terminar minha palavras e nem me manter em pé. Tive que ser segurada por Netinho.

- Cadela do caralho! Gozou na minha pica!

- Aii que delícia, gozei...

Achar que era o fim foi um grande erro meu... Eu tinha gozado e estava bem cansada, mas ainda era um estupro e os abusadores não tinham gozado ainda. A noite tava longe de acabar e eu percebi assim que Neto pressionou o pau dele na entrada do meu cu.

- Aii não, no cu não por favor, tô cansada. - minha voz meiga não foi suficiente pra convencer eles.

- No cu sim, puta! Tá pensando que não vou gozar também? Tu virou depósito de porra da gente!

Neto cuspiu no meu cu e no pau dele, enquanto Cláudio pegou minha mão e me fez bater uma pra ele, Cauã continuava filmando fez questão de filmar minha cara quando gozei e agora filmava Neto empurrando o pau no meu cuzinho.
Apesar de enfiar consolos e meus dildos no cu, ainda era doloroso receber a rola inteira. Mas pouco importava para eles se eu estava gostando de dar o cu, em pouquíssimo tempo Neto já estava fodendo meu cu da mesma maneira que estava na buceta. Mas minha reação me impressionou a todos. Com uma das mãos, eu abri minha bunda e relaxei bem meu cuzinho, fazendo o pau dele entrar o máximo que podia. Com a outra mão, eu passei a enfiar dois dedos na minha bucetinha... Eu não gostei de não ter nada fodendo minha buceta, então passei a me masturbar enquanto meu cu era estuprado.

- Puta que pariu, meu cuzinho! aiinn, aiin, come meu cuzinho!

- Sabia que tu queria, vadia do caralho! - gritou Neto.

- E ela ainda tá socados os dedos na buceta! Hahaha! - Cauã seguia filmando todo o ato deles.

Por ouvir que eu estava me masturbando enquanto comia meu cu, o pau de Neto inchou e logo anúnciou que iria gozar. Como a putinha que estava sendo, fiz oq deveria fazer, mas não imaginei que até eu iria gozar naquele momento:

- Estupra meu cuzinho, arregaça essa puta! Enche meu rabinho de porra! - Assim que fechei a boca, senti de novo meu corpo arrepiar e minha buceta apertar.

- Aaaaah sua puta, toma leite no cuzinho, toma sua puta!
Enquanto sentia Neto me deixando cheia de porra, meu corpo ficou quente e comecei a gozar feito uma cadela mais uma vez, mas dessa vez, minha buceta chegou a esguichar de tanto tesão:

- AAAAAH MEU RABO, DA LEITE NO MEU RABO! AII MEU CU, QUE DELÍCIA, FODE MEU CU!

Gemi tão alto que Cláudio tampou minha boca. Minha buceta esguichava um pouco e minhas pernas perderam as forças de vez, me fazendo cair no chão empoeirado. Todos riram e Cauã logo passou o celular para Neto, que se recuperava da gozada.
Segundos depois de gozar dando o cu e recobrar a consciência, Cauã apenas me virou e abriu minhas pernas, deixando minha buceta e meu cu amostra, meu cuzinho que agora escorria porra.
Ainda tentei dizer que não ia foder ali no chão, mas Cauã me deu um tapa em cheio na cara e encaixou a rola na minha buceta... Quando me dei conta, já estava sendo estuprada de novo, mas dessa vez, com o cu gozado e o cabelo todo empoeirado e bagunçado.

- Sabia que tu ia gostar de três machos te fodendo, tu tem cara de puta mesmo. Vai puta, se toca enquanto eu como tua buceta!

- Eu tô amando! Eu amo ser estuprada, me estupra todinha, me maltrata, me espanca! - sem perceber, eu já estava entregue aos meus abusadores de novo, me tocando e falando coisas que só dizia dentro do meu quarto me tocando.

Foder daquele jeito foi incrível. Uma hora Cauã metia com toda força na minha buceta, outra hora ele se segurava pra não gozar ainda. Eu gemia pedindo rola e olhava pra câmera sorrindo. Cauã era o mais agressivo dos três, em todo momento que me fodeu, me encheu de tapa na cara, nos peitos, cuspia na minha boca e na minha cara. Eu tava toda suja e ainda assim, sorria sendo estuprada. Depois de quase 15 minutos me comendo, me batendo e me cuspindo, Cauã disse:

- Vai puta, pede leite na buceta! Eu vou gozar dentro dessa bucetinha, pede a porra do teu macho!

- Dentro?? Vai me engravidar, goza fora por favor... - pedi manhosa, mas sabendo o que me esperava.

TAP TAP fui respondida com dois tapas em cheio na minha cara, que me fizeram ficar tonta de tesão.

- FORA É O CARALHO! Pede porra nessa buceta logo, vagabunda!

Amo ser maltratada, tava amando ser espancada por ele enquanto os outros filmavam minha cara. Foder com homens que me tratam como um objeto me deixa louca e esses conseguem me fazer gozar rapidinho. Então pedi já gozando no pau do Cauã:

- Enche! Enche essa bucetinha de porra, eu so presto pra ser estuprada, eu quero leite dentro! AAAAIN EU TO GOZANDO DE NOVO! EU TO....

Antes que eu terminasse de falar, Cauã agarrou meu pescoço com as duas mãos e apertou como se quisesse me desmaiar. Meu tesão foi nas nuvens e eu gozei tentando gritar, meus braços completamente sem forças e meus olhos revirados, quase desmaiando, mas aguentando até Cauã depositar a última hora de esperma na minha bucetinha.
Depois de soltar meu pescoço, eu respirei fundo, recuperando meu ar e sorriso de alegria. Eles ficavam rindo e dizendo como eu era safada e como seria bom se todas as mulheres que eles já estupraram fossem como eu. Ouvindo isso, me senti orgulhosa e passei os dedos na minha buceta, pegando um pouco da porra do Cauã e lambi os dedos, sentindo o gostinho do esperma dele. Claudio viu essa cena e disse vindo na minha direção:

- gosta de porra né vagabunda? Falta eu gozar ainda, levanta aqui!

Cláudio me segurou firme pelo cabelo e me forçou a ficar em pé e me apoiar na parede novamente, antes mesmo que eu pudesse pedir algo ou falar qualquer putaria, ele cuspiu no pau e meteu com tudo no meu cu, doeu tanto que chegou a escorrer uma lágrima dos meus olhos, mas logo a dor deu espaço ao tesão de dar o cu de novo.

- Vai caralho, abre o cu pra mim, quero ver meu pau entrando todo nesse rabo.

- Abro, continua me estuprando!

- Cala a boca, vadia, só abre a merda desse cu!

Amei ser tratada assim, abri meu cu com as duas mãos e me apoiei na parede usando meu rosto mesmo. Eu tava sentindo uma rola de uns 24cm toda no meu cuzinho, tava doendo e tava muito gostoso. Claudio continuou me comendo por uns 10 minutos.

- Ain que pica grande do caralho, goza no meu cuzinho por favor!

- Gosta de falar né cachorra? Eu vou gozar é na tua boca, só assim tu fica calada! Caralho já vou gozar, fica de joelhos vai!

Me apressei e fiquei de joelhos no chão, instantaneamente Cláudio empurrou a rola inteira na minha garganta, fazendo minha cabeça bater contra a parede de tão forte que enfiou. Só consegui me sentar no chão enquanto minha barriga era inundada com a porra dele, com certeza o que mais gozou em quantidade... E eu estava engolindo tudo como uma bezerrinha.
Depois de gozar, ainda ficou fodendo minha boca enquanto eu me babava inteira. Quando finalmente me deixou respirar, Cauã e Neto vieram me filmar, eu não tinha mais forças pra nada, só olhava para os celulares e sorria de leve, soluçando e respirando fundo. Quando desligaram as câmeras, se vestiram e foram indo embora, até que consegui perguntar:

- E eu? O que vai fazer comigo?

- Você se vira, puta. Não sou teu parceiro. - Disse Cauã, se virando e indo embora com os amigos.

Fui usada e descartada. Três garotos me estupraram por 3 horas e me deixaram largada num bar abandonado, com porra no cu, na buceta e no estômago, com o cabelo todo emaranhado, o corpo todo empoeirado, a cara toda cuspida, estapeada e toda babada. Fiquei imóvel por uns 10 minutos, pensando no que aconteceu e como faria pra ir embora. Felizmente lembrei que minha mochila das faculdades havia ficado lá jogada junto com minhas roupas, e em minha mochila tinha algumas maquiagem, um pente e minha garrafa com água. Consegui ficar apresentável e pedi um Uber para casa. Ele passou a corrida inteira perguntando se eu estava bem, mas ao chegar em casa, tentei andar com naturalidade para que ele não desconfiasse de nada.

Passei quase uma semana com dores e com marcas pelo corpo inteiro, nunca comentei com ninguém que isso aconteceu, mas já me masturbei pensando nesse acontecimento e enquanto escrevia esse conto, me toquei várias vezes.
Meu fetiche é incrível, não vejo a hora de acontecer mais uma vez, tenho várias ideias de como fazer isso acontecer hihihi. Também quero realizar outros fetiches pesados que tenho, quem sabe eu conte aqui em outro momento! Beijo, meus amores ❤️

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