#Assédio #Lésbica #Teen #Voyeur

Mila e suas aventuras com dildos e com suas amigas

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doida por dildo

Me levou no banheiro da faculdade, levantou a saia e me mostrou: um vibrador minúsculo, encaixado por baixo da calcinha, quase invisível. Controle na

Eu me chamo mila, tenho 21 anos. Cuidar do corpo virou rotina: academia do condomínio todo dia. Nada de músculo exagerado. Coxas grossas e bem torneadas, bundinha redonda e firme, barriga retinha, seios médios, redondinhos, apontando pra cima, bicos rosados. Cabelo loiro cacheado até os ombros, olhos azuis.

Foi uma amiga que me falou do dispositivo. Ela usava o tempo todo. Me levou no banheiro da faculdade, levantou a saia e me mostrou: um vibrador minúsculo, encaixado por baixo da calcinha, quase invisível. Controle na bolsa. Ninguém percebia. “Quando a tensão sobe, eu ligo no baixo. Ninguém escuta. Só eu sinto.”
Saí da faculdade e fui direto no sex shop. Comprei um igual.
Passei a usar o dia inteiro.
Na sala de aula eu sentava no fundo, pernas cruzadas, mão na bolsa. Quando o professor virava pra lousa, eu dava um toque no controle. A vibração baixa, constante, exatamente no clitóris. Eu mordia o lábio, fingia anotar, e sentia a calcinha molhar devagar. Uma vez a menina do lado perguntou se eu estava bem porque eu estava vermelha. “Calor”, eu disse. Por dentro eu já estava a um passo de gozar sentada na cadeira.
Na biblioteca era pior. Eu escolhia uma mesa no canto, livro aberto na frente. Liga no médio. O zumbido quase não existia, mas o prazer subia rápido. Eu apertava as coxas, respirava fundo, e uma vez quase gemí quando um grupo passou atrás de mim. Fingi tossir. Continuei. Gozei ali mesmo, olhando pra página sem enxergar nada, as pernas tremendo debaixo da mesa.
No condomínio eu usava no elevador. Subia sozinha, ligava no alto por dez segundos, encostava a bunda na parede e mordia a manga da blusa. Uma vez a porta abriu no terceiro andar e uma vizinha entrou. Desliguei no último instante. Ela comentou do cheiro de perfume. Eu só sorri, com a calcinha encharcada e o coração na boca.
No shopping, experimentando roupa. Cabine estreita, espelho na frente. Eu levantava a saia, via o volume discreto da calcinha, ligava o brinquedo e me olhava gozar em pé, uma mão na boca, a outra segurando a porta. Gente passando do lado de fora, vendedora perguntando se estava tudo bem. “Sim, só mais um minutinho.”
No final de semana fui estudar com uns amigos. Depois veio o vinho. Muito vinho. O tesão que eu vinha segurando a semana inteira explodiu. Chamei um carro de aplicativo.
Estava de bota cano longo, saia preta até o joelho, blusa branca, jaqueta jeans. Sentei no banco de trás, coloquei a mão na bolsa e liguei. Baixo primeiro. O motorista era simpático, conversava, olhava pelo retrovisor. Ele não fazia ideia.
Aí o carro passou num buraco. A bolsa virou. O controle sumiu no tapete e, de algum jeito, foi parar no máximo.
A vibração bateu forte, seca, direto no ponto. Eu travei. Tentei procurar o controle no chão sem parecer desesperada. Não dava. Aquilo pulsava sem parar. Eu apertei as coxas, mas o gemido escapou. Baixo no começo, depois mais alto. O motorista diminuiu a velocidade.
“Moça, tá tudo bem?”
Eu não respondi. Só gemia, a saia já subindo sozinha enquanto eu me contorcia. Gozei a primeira vez ainda sentada, o corpo inteiro tremendo, a boca aberta, os olhos marejados. Ele pensou que eu estava passando mal e encostou o carro rápido.
Quando abriu a porta de trás, me viu deitada no banco, pernas abertas, saia levantada, calcinha puxada pro lado, tentando tirar o vibrador que ainda vibrava no talo. Ele ficou parado. Assustado. E o volume na calça dele cresceu na minha frente.
Não sei o que deu na minha cabeça. Pulei nele. Abri o zíper, tirei o pau pra fora e enfiei na boca ali mesmo, no meio da rua, o carro parado com a porta aberta. Ele puxou minha blusa, mamou meus peitos, me encostou no capô, levantou uma perna e meteu de uma vez. Eu já estava encharcada. Gozei de novo na hora.
Ele me virou de quatro no banco de trás, levantou a saia e lambeu tudo. Depois o dedo no cuzinho. Eu nunca tinha dado. Naquele tesão só gemia. Ele pegou o vibrador, enfiou de volta na buceta e começou a forçar o pau no cu. Entrou rasgando. Eu gemia alto, ele me dava tapa na bunda e me chamava de vadia. O brinquedo no talo dentro de mim e ele fudendo meu cu. Orgasm atrás de orgasm. Não demorou pra ele gozar fundo, enchendo tudo.
Quando parou, eu tirei o vibrador, caí de bruços no banco, exausta. Cheguei em casa com a bunda queimando. No espelho do quarto vi o estrago: o buraco aberto, inchado, sem as pregas de antes. Ele tinha me arrombado enquanto eu gozava sem parar com aquele negócio vibrando.
E mesmo assim, no dia seguinte, eu coloquei o vibrador de novo. era saber que em qualquer lugar, a qualquer hora, eu podia ligar e quase ser pega.
Continuei usando o brinquedo todos os dias. Na faculdade era o lugar que mais me deixava molhada. O risco era real.
Naquela terça a professora de Metodologia entrou e pediu silêncio. Eu estava no fundo, saia jeans justa, calcinha fina, o vibrador já encaixado. Controle na mão, dentro do estojo. Primeiros quinze minutos eu aguentei no desligado. Depois a tensão subiu e eu girei no mínimo.
O zumbido quase não existia. Só o formigamento certo no clitóris. Eu apertei as coxas, cruzei as pernas, descruzei, voltei a cruzar. A caneta tremia na mão. A professora parou de escrever na lousa e olhou direto pra mim.
— Mila. Você está bem? Está se mexendo demais.
— Sim, professora. Só… incômodo na cadeira.
Ela não comprou. Continuou a aula, mas o olhar voltava. Eu aumentei um ponto. Erro. O corpo inteiro reagi. Respirei fundo pela boca, a blusa subindo e descendo rápido. A menina do lado — a mesma que já tinha me visto vermelha — encostou o cotovelo.
— Mila, que porra é essa? Você tá suando.
Eu não respondi. A professora largou o giz.
— vem aqui na frente. Agora.
A sala inteira virou. Minhas amigas da fileira do meio arregalaram o olho. Eu levantei. As pernas bambas. Cada passo fazia o brinquedo pressionar. Cheguei na mesa dela. Ela falou baixo, mas todo mundo escutou:
— Vira de lado. Quero ver o que você está escondendo.
Eu hesitei. Ela repetiu, mais alta:
— Agora.
A saia curta. Ela segurou a barra e puxou um pouco pra cima. O suficiente. A calcinha clara, o volume pequeno e óbvio no meio, o tecido já escuro de tanto tesão. O silêncio na sala foi imediato.
— Isso é o que eu estou pensando? — ela perguntou, a voz misturando raiva e algo que não era só raiva.
Eu só conseguia respirar. Ela olhou pra turma.
— Vocês estão vendo? A aluna aplicada. A que nunca falta. Está sentada aqui com um vibrador ligado enquanto eu explico o conteúdo.
Uma das minhas amigas soltou um “não acredito” alto demais. Outra tapou a boca. O menino da frente riu nervoso e depois parou quando a professora o encarou.
— Mila, tira a calcinha. Quero que todo mundo veja exatamente o que você anda fazendo na minha aula.
A sala gemeu baixo, um barulho coletivo de choque. Eu olhei pra ela. Ela não piscou. Com as mãos tremendo, puxei a calcinha até o meio das coxas. O brinquedo ficou à mostra, pequeno, encaixado, ainda vibrando no baixo. Algumas pessoas desviaram o olhar. Outras não conseguiram.
— Liga no máximo — ela disse.
— Professora…
— Liga.
Girei o controle. O zumbido ficou audível na sala silenciosa. Meu joelho dobrou. Eu encostei a mão na mesa dela pra não cair. A professora andou em volta de mim, lenta.
— Olhem o rosto dela. Ela está gozando em pé, na frente de vocês, e ainda finge que está estudando. Michele, abre as pernas.
O brinquedo latejava à vista de todo mundo. Minhas amigas estavam vermelhas, uma delas balançava a cabeça repetindo “ não faz isso, não faz isso”.

A professora encostou dois dedos por cima do aparelho, só pra confirmar, e eu soltei um gemido que ecoou.
— Continua. Quero que eles vejam você terminar.

Não tinha como parar. O tesão, a humilhação, os olhares… tudo junto. Meu corpo travou, as coxas tremeram, eu gozei em pé, a calcinha no meio das pernas, o vibrador no talo, a professora me segurando pelo braço pra eu não ir ao chão. Algumas pessoas bateram palma irônicas. Outras só ficaram mudas.

A vergonha veio depois do primeiro orgasmo, pesada, quente, subindo pelo pescoço. O vibrador ainda estava no máximo. Eu tremia em pé, a calcinha no meio das coxas, as pernas molhadas, o rosto queimando. Queria sumir. Queria que o chão abrisse. Mas o brinquedo não parava. Cada pulso me fazia contrair, a buceta latejando à vista de todo mundo.
A professora puxou a cadeira pra trás.
— Sobe na mesa. Agora. Senta aqui.
Eu subi. A madeira fria na bunda nua. A saia já estava no cinto, inútil. Ela girou a mesa alguns centímetros, de frente pra turma.
— Abre as pernas. Bem abertas. Quero que a sala veja exatamente qual dildo você escolheu pra usar na minha aula.
Devagar, com vergonha, mas abri. Os joelhos afastados, os pés pendurados, a calcinha ainda presa no meio das coxas como um recado.

O vibrador pequeno, rosa, encaixado justo contra o clitóris, a base aparecendo, o corpo inteiro dele sumido dentro de mim. A vibração forte fazia a carne tremer. Eu me remexia sem conseguir parar:

a bunda escorregava um pouco pra frente, as coxas se fechavam e abriam sozinhas, o quadril dava uns solavancos curtos. Cada vez que eu tentava ficar quieta, o brinquedo batia mais fundo e um gemido escapava.
A professora andou até o lado da mesa, pegou o apontador a laser e acendeu a luzinha bem no meio das minhas pernas.

— Prestem atenção. Isso aqui — ela apontou o ponto exato onde o dildo pressionava — é o clitóris. Vocês estão vendo como ele está inchado, vermelho, latejando. O aparelho está posicionado de propósito. Não é acaso. Ela passou a manhã inteira se estimulando enquanto fingia copiar o quadro.
Eu me contorcia.

A vergonha me deixava mais molhada. O suco escorria pela fenda, brilhava na madeira, descia em fio até a borda da mesa. Eu apertava o tampo com as duas mãos, as unhas brancas, o peito subindo rápido. A blusa já estava marcada nos bicos.
— Observem a contração. — Ela encostou a ponta do laser de novo. — Cada vez que o motor gira no máximo, o músculo puxa o dildo pra dentro. Vocês estão vendo o movimento? Isso é involuntário. Ela não controla mais.

A sala estava muda. Ninguém mexia no celular. Minhas amigas na terceira fileira olhavam com a boca entreaberta, uma delas com o caderno esquecido no colo. O menino da frente tinha as orelhas vermelhas. A professora continuou, voz de aula, calma, didática:
— A vulva está edemaciada. Os lábios maiores afastados pelo volume do brinquedo. Os menores aparecendo, úmidos, escuros. Isso indica excitação prolongada. Ela não ligou isso agora. Ela já estava assim antes de eu perceber.
Eu gemi alto. O quadril subiu sozinho da mesa e desceu. O vibrador fez um barulhinho molhado. Eu virei o rosto, os cabelos cacheados caindo na frente, mas ela segurou meu queixo e me fez olhar pra turma.
— Não esconde. Eles precisam ver o que acontece quando o orgasmo chega de novo.
Não deu tempo de pedir. O segundo veio mais forte. Eu me remexi inteira em cima da mesa: as pernas tentando fechar e sendo impedidas pelo ângulo, a bunda batendo na madeira, a barriga contraindo, um fio de saliva escorrendo no canto da boca. O dildo continuava visível, pulsando, brilhando. Algumas pessoas respiraram fundo ao mesmo tempo.
A professora esperou eu descer um pouco e retomou, como se estivesse mostrando um slide:
— Agora observem o ânus. Está contraído, mas já não está fechado como no começo da aula. O tesão espalhou. Isso também é anatomia. O corpo dela não separa. Enquanto o clitóris recebe o estímulo direto, o resto responde.

Eu estava destruída de vergonha e mesmo assim não conseguia parar de me mexer. Pequenos solavancos, a buceta se fechando em volta do brinquedo, um gemido curto a cada três segundos. A professora apagou o laser, cruzou os braços e olhou pra sala.
— Alguma dúvida sobre o que vocês acabaram de ver?
Ninguém levantou a mão. Estavam todos atentos demais.
Algumas pessoas se levantaram sem a professora precisar pedir. Primeiro duas colegas da frente, depois três garotos do fundo.
Foram se aproximando da mesa como se ainda não acreditassem no que estavam vendo. Minhas amigas ficaram por último. Uma delas, a Bruna, parou a um palmo das minhas pernas abertas e cobriu a boca com as duas mãos.
— Mila… isso é demais
Eu não conseguia responder. O vibrador no máximo fazia a buceta latejar à mostra, um fio grosso escorrendo da fenda, descendo pela bunda, formando uma poça irregular na madeira. Cada contração puxava mais líquido. Cheirava forte. Doce e sujo ao mesmo tempo.

A professora não impediu. Só falou, ainda no tom de aula:
— Podem chegar. Observem de perto. Ela não vai fechar as pernas.
Uma colega encostou o dedo no fio que descia e puxou, espantada com o tanto que vinha. Um dos garotos se abaixou entre minhas coxas, o rosto quente perto demais. Outro pegou uma caneta marca texto da mesa — preta, lisa, daquelas de tampa — e olhou pra professora. Ela só fez que sim com a cabeça.
— Enfia. Inteira. Quero que eles vejam a reação.
Ele encostou a ponta no meu cuzinho. Eu já estava tão molhada que o primeiro centímetro entrou sem força. Mesmo assim eu soltei um gemido agudo e tentei fechar as pernas. Duas colegas seguraram meus joelhos. A Bruna estava exatamente na linha do que estava acontecendo. Os olhos dela não piscavam.

— Ela está deixando — murmurou outra amiga, a voz quebrada. — Ela está deixando enfiar uma caneta no cu no meio da sala.

A caneta foi avançando. Lenta. Cada anel da tampa sumia. Eu me remexia em cima da mesa, a bunda tentando fugir e ao mesmo tempo descendo sozinha no objeto. O vibrador na buceta não parava, então o cu abria e fechava em volta da caneta, puxando. O garoto girou um pouco. Eu senti a tampa inteira passar. Depois o corpo. Depois quase tudo.
— Está entrando — ele falou, a voz rouca. — Está indo inteira.
A Bruna deu um passo pra trás e depois outro pra frente, como se o cérebro não aceitasse. A outra amiga repetia baixo “não é possível, não é possível”. Um fio novo escorreu da minha buceta, passou por cima da caneta e pingou no chão. Alguém respirou fundo demais.
A professora apontou de novo.
— Olhem o esfíncter. Ele está agarrando a caneta. Não está rejeitando. O corpo dela já associou tesão com exposição. Por isso ela se remexe desse jeito. Cada vez que a caneta some mais um pouco, o clitóris pulsa mais forte no dildo.

O garoto empurrou o resto. A tampa bateu na minha bunda. A caneta estava inteira dentro. Só a pontinha da tampa aparecia. Eu gozei de novo, curta e feia, o corpo inteiro se debatendo na mesa, as amigas segurando minhas pernas pra eu não cair. A Bruna tinha os olhos marejados de puro choque.

— Mila… — ela sussurrou. — A gente estudava junto. Você anotava tudo. E agora está aqui escorrendo, com um vibrador na buceta e uma caneta no cu, na frente da turma.

Eu só gemia. A vergonha queimava, mas o quadril continuava se mexendo, pequeno, sujo, puxando a caneta mais fundo sozinho. Ninguém na sala falava mais de matéria. Estavam todos perto demais, atentos demais, e nenhuma das minhas amigas conseguia acreditar que aquela no meio da mesa era eu.

Fui embora depois da aula com as pernas moles e a cabeça longe. No ônibus, no elevador, no banho, não parava de repetir o que a professora tinha feito comigo.

A mesa, o laser, as amigas perto demais, a caneta inteira no cu. Cada vez que eu fechava os olhos via o rosto da Bruna dizendo que não era possível. Dormi mal. Acordei já molhada.
No outro dia cheguei cedo. Desta vez sem o dildo e sem o plug. Calcinha comum, saia de novo, blusa fechada. Queria parecer normal. Queria que aquilo tivesse sido um delírio. Entrei na sala e senti todos os olhares. A Bruna desviou. Os garotos do fundo se entreolharam.
A professora de Metodologia já estava lá. Ao lado dela, o professor de Anatomia
Os dois conversavam baixo quando eu sentei. Não deu tempo de abrir o caderno.

— Mila. Vem pra frente.
O coração disparou. Levantei. As pernas já tremiam e eu ainda não tinha sido tocada. Cheguei na mesa. A professora falou primeiro:

— Ontem você mostrou pra turma como o seu corpo responde. Hoje você veio sem nada.

Sem o brinquedo, sem o plug. Isso não muda o que a sala já viu. O professor pediu pra acompanhar.
Ele me olhou de cima a baixo, sem pressa.
— Sobe na mesa de novo. Saia no mesmo lugar de ontem.

Subi. A madeira fria outra vez. A vergonha voltou inteira, pior porque agora eu estava vazia. Sem o volume do dildo pra esconder o quanto eu já estava molhada só de lembrar.

Um aluno do fundo levantou a mão, o mesmo que tinha enfiado a caneta.
— Professor… se é pra ser aula, por que a gente não faz aula de sexo de verdade? Treino. Com ela. A sala aprende vendo.
A professora não cortou. O professor de Anatomia cruzou os braços.
— Interessante. Mas não vai ser qualquer um. Se vai ser demonstração, escolhe quem tem o pau maior. Mede. Agora.
A sala riu baixo, nervosa. Quatro garotos se levantaram. Abriram a calça ali mesmo, um do lado do outro, perto da minha mesa. Eu estava sentada, pernas ainda fechadas, o rosto queimando. Vi os quatro. Um era nitidamente maior
— grosso, já meio duro só da situação. A turma apontou. Ninguém discutiu.
— É ele — disse a professora. — Você vai fazer o treino. Passo a passo. A sala observa. Mila não sai da mesa.

medo subiu de verdade. Não era só tesão. Era medo de não conseguir parar, medo de gozar de novo na frente das amigas, medo de o professor mandar eu abrir e todo mundo ver que eu já estava escorrendo sem nenhum brinquedo dentro.
— Mila — a professora falou perto do meu ouvido. — Abre as pernas. Mostra que está vazia. Depois o aluno começa.
Abri. Devagar. A calcinha no meio, o tecido já escuro. Sem dildo, sem plug, só eu. A buceta à mostra, úmida, latejando sozinha.

O cu ainda um pouco marcado de ontem. A Bruna deu um passo à frente e parou, a mesma cara de ontem: ninguém acreditava que eu estava de novo naquela mesa, agora sem nada, esperando o maior da sala usar meu corpo como material de aula.

O garoto se posicionou entre minhas pernas. O professor de Anatomia puxou uma cadeira e sentou de lado, como quem vai narrar.

— Primeiro ele mostra o tamanho. Depois encosta. Sem enfiar ainda. Quero que a turma veja a reação dela quando só a cabeça tocar. Michele está com medo. Observem o medo no quadril. Ele tenta fugir e ao mesmo tempo não fecha.
Eu estava com medo. As mãos cravadas na borda da mesa, a respiração curta, as coxas tremendo. Ele encostou a cabeça do pau na minha buceta. Quente.

Eu soltei um som baixo, de quem quer recuar e não consegue. Um fio novo escorreu na hora, passou por cima dele e pingou.

A Bruna sussurrou, quase pra si:
— Ela está sem nada a xoxota a mostra… e mesmo assim está desse jeito.
O professor continuou, calmo:
— Agora ele entra. Devagar. Aula de penetração. Vocês vão ver o quanto ela aperta mesmo com medo.

Ele empurrou. O primeiro pedaço já me fez jogar a cabeça pra trás. Eu gemia com a boca fechada, as amigas perto demais, os outros três garotos ainda com a calça aberta olhando.

O pau maior da sala foi sumindo dentro de mim, centímetro por centímetro, enquanto a professora apontava cada contração e o outro professor explicava o ângulo, a profundidade, o jeito que meu corpo puxava mesmo quando eu tentava não puxar.
Eu estava com medo. E mesmo assim não desci da mesa.

As garotas chegaram mais perto do que no dia anterior. Três de um lado, duas do outro, o rosto quase na altura das minhas coxas.

A Bruna estava tão perto que eu sentia o hálito dela quando ela falava .
Outra colega segurou a barra da minha saia pra não atrapalhar a visão. Elas olhavam tudo: o pau grosso entrando e saindo, a buceta agarrando, o fio que escorria cada vez que ele puxava.
Eu gemia alto. Não dava mais pra segurar. Cada estocada arrancava um som diferente — curto, depois longo, depois quebrado. A mesa rangia. Minhas mãos escorregavam no tampo suado.
— Mais ritmo — disse a professora, andando em volta. — Ela já aceitou. Agora mostra pra turma o que acontece quando acelera. Segura a cintura dela. Não deixa ela fugir pra trás.
Ele obedeceu. Segurou meus quadris e aumentou. O pau batia fundo, molhado, o barulho alto demais pra uma sala de aula. Eu gemia sem parar, a voz saindo solta, o peito subindo, a blusa já aberta pelos botões que alguém tinha soltado. As garotas não piscavam. Uma delas passou a língua nos lábios sem perceber. Outra apertou o próprio vestido.
O professor de Anatomia apontava:
— Observem o ângulo. Ele está acertando o ponto. Por isso ela geme assim. Não é teatro. O corpo dela está pedindo mais fundo mesmo com medo.

Ele foi mais rápido. A mesa andava alguns centímetros a cada investida. Eu gozei no meio, um orgasmo feio, barulhento, as pernas tentando fechar em volta dele enquanto as colegas seguravam meus joelhos abertos. A Bruna falou baixo, descrente:
— Ela está gozando de novo. Na nossa frente. Sem o brinquedo. Só com o pau dele.
Ele não parou. A professora encostou a mão nas minhas costas e me fez ficar mais deitada na mesa.
— Continua até gozar dentro. A turma precisa ver o volume. Depois as meninas experimentam. Isso também é aula.
O ritmo ficou violento. Eu só gemia, a boca aberta, um fio de saliva no queixo, os olhos marejados de tesão e vergonha. Ele cravou fundo, gemeu baixo e gozou. Quente, pulsando, enchendo. Eu senti cada jato. Quando ele puxou, um pouco escorreu na hora, branco, grosso, descendo pela fenda, misturando com o que eu já tinha.
— Não limpa — mandou a professora. — Meninas. Uma de cada vez. Dedo. Língua, se quiserem. Quero que vocês descrevam o gosto e a textura pra sala.
A primeira colega hesitou só um segundo. Passou o dedo no que escorria da minha buceta, levou à boca, fez uma careta e depois outra cara, diferente. A segunda se abaixou de verdade.

A língua nela, curta, experimentando o que tinha saído de mim e dele junto. A Bruna foi a terceira. Ela me olhou nos olhos antes, ainda com aquela expressão de quem não acreditava que a amiga de caderno organizado estava ali, pernas abertas, gozada escorrendo, enquanto ela provava.

— Está quente — ela falou, a voz pequena. — E salgado. E… muito.

Outra garota passou o dedo mais fundo, recolheu o que ainda vazava e mostrou pra turma no alto do dedo antes de levar à boca. Eu gemia ainda, o corpo inteiro sensível, o pau dele ainda semi-duro encostado na minha coxa, a professora anotando no quadro como se fosse tópico de prova:
“Ejaculação visível. Reação das colegas. Continuidade da excitação mesmo após o orgasmo.”
Nenhuma das meninas saiu de perto. Elas continuavam olhando, algumas ainda com o gosto na boca, e eu continuava na mesa, escorrendo, gemendo baixo cada vez que uma delas encostava de novo só pra confirmar que aquilo era real.

A professora bateu na mesa duas vezes, o som seco cortando o murmúrio da sala.
— Meninas. Voltem.

Todas. Mila, pernas abertas. Mais do que estão. Joelho encostando na borda. Não fecha nem um centímetro.

Eu abri. A vergonha latejava junto com a buceta, ainda aberta, inchada, escorrendo mistura de tesão e porra. O ar frio da sala batia direto. As garotas se entreolharam. Nenhuma queria ser a primeira a se mexer, mas nenhuma saiu.
— Eu não chupo mulher

— falou alto a Jéssica, a de cabelo preso, o rosto já vermelho. — Professora, sério. Eu não faço isso.

— Hoje faz. É aula. Língua na xoxota dela até eu mandar parar. Quem recusar explica pra turma por que a colega pode sentar na mesa e vocês não podem aprender.
A Jéssica xingou baixo, mas se abaixou. A língua dela encostou só na ponta, rápida, com nojo e tesão misturados.
Ela puxou o rosto na hora, fez uma careta e passou as costas da mão na boca.
— Está com gosto de pau. E de buceta. Eu não faço isso.
— De novo — mandou a professora. — Sem fugir.
A segunda colega, a Amanda, já estava de joelhos entre minhas pernas antes de ser chamada. Ela lambeu de baixo pra cima, lenta, a língua larga passando no clitóris ainda inchado. Eu gemi alto, o quadril subindo sozinho. A Amanda recuou um segundo, os olhos arregalados, e murmurou:
— Eu nunca… eu juro que nunca chupei mulher.

Mesmo assim voltou. A língua entrou um pouco, recolhendo o que ainda vazava. O barulho molhado ficou explícito. Duas garotas atrás dela taparam o rosto e mesmo assim espiavam pelos dedos.
A Bruna foi puxada pela professora pela alça da mochila.
— Você. A amiga. A que não acreditava. Abaixa e lambe até o fundo. Quero ver sua cara quando a língua entrar.

A Bruna estava tremendo. Os olhos marejados de vergonha. Ela se ajoelhou, olhou minha buceta de perto demais e falou quase sem voz:
— Mila, me desculpa. Eu não queria…

A língua dela encostou. Quente. Hesitante. Depois mais firme, porque a professora pôs a mão na nuca dela e empurrou. A Bruna lambeu o clitóris, desceu, entrou, saiu, entrou de novo. Eu gemia sem parar, as coxas tremendo no ar, as outras meninas encostadas umas nas outras, algumas com nojo visível, outras com a boca entreaberta.
A de óculos recusou de novo. Mais foi ate a buceta

— Professora, eu namoro. Eu não chupo mulher. Isso não é…
— Então lambe só por fora. Agora. A turma está vendo você recusar mais do que está vendo a xoxota dela.

Ela cedeu com o rosto desfeito de vergonha. Três lambidas curtas, nojentas, no meio da fenda. Quando afastou, tinha um fio brilhando no queixo. A sala riu baixo, nervoso. Ela limpou com a manga e não olhou pra ninguém.
A professora foi colocando uma atrás da outra. Cinco línguas. Seis. Algumas só na superfície, outras já chupando de verdade, o nariz esfregando, o som alto demais. Eu estava destruída de tesão e humilhação, gemendo cada vez que uma boca nova encostava, o quadril se mexendo sujo contra os rostos delas.

Uma colega xingou “puta” baixo, mas não tirou a língua. Outra choramingou que ia vomitar e mesmo assim passou a língua no clitóris duas vezes porque a professora não saiu de trás.

— Todas juntas agora — ordenou. — Duas no clitóris, uma embaixo, uma de cada lado. Quero a xoxota dela coberta de boca. Mila não fecha.

Elas se esbarraram entre minhas pernas. Cabelos, ombros, respiração quente. A vergonha delas era tão visível quanto a minha: bochecha vermelha, olho desviando, alguém murmurando “eu não acredito que estou fazendo isso”. E mesmo assim lambiam.

A Bruna no meio, a Amanda do lado, a Jéssica relutando e mesmo assim chupando o lábio inchado. Eu gozei na cara delas, um orgasmo tremido, molhado, sujo, escorrendo na boca de mais de uma ao mesmo tempo.
A professora só observava, os braços cruzados, como se a putaria na mesa fosse só o tópico seguinte do plano de aula. E nenhuma das meninas conseguia olhar uma pra outra quando afastaram o rosto, a boca brilhando, a vergonha colada na pele.
A professora bateu palma uma vez só.
— Aula encerrada.
Vocês saem em silêncio.
Ninguém saiu em silêncio de verdade. A sala se desfez devagar, cadeiras arrastando, mochilas pegando no chão. Eu desci da mesa com as pernas duras, a calcinha torta, a saia amassada, a boca ainda com gosto de tantas línguas. As garotas se afastavam sem se olhar direito. Algumas limpavam a boca com o verso da mão como se ainda tivesse alguma coisa colada.
No corredor a vergonha veio em onda. A Jéssica andava na frente, rígida, repetindo baixo que aquilo não tinha acontecido. A Amanda não falava nada; só apertava a alça da mochila até os nós dos dedos ficarem brancos. A Bruna ficou ao meu lado uns três passos e depois se adiantou, o rosto queimando.
A Mila foi a última a sair da sala. Parou na porta, olhou pra trás — a mesa ainda manchada — e soltou uma risada curta, descrente, o tipo de riso que a gente solta quando o cérebro não acha outra saída.
— Vocês viram a cara da Jéssica quando a professora empurrou a cabeça dela? — falou alto demais no corredor. — “Eu não chupo mulher.” Chupou. E ainda voltou.
Ninguém respondeu. A Mila riu de novo, mais baixo, sacudindo a cabeça, os cachos caindo na frente.
— Eu também falei que não. E lambei. A gente lambeu a Michele no meio da sala. Que porra de aula foi essa.
No ponto de ônibus o grupo se quebrou. Cada uma pegou um caminho. Eu sentei no fundo do coletivo com as coxas coladas, ainda sentindo o ar no lugar onde tantas bocas tinham estado. A buceta latejava, sensível, usada, vazia de pau e cheia de memória. Toda vez que o ônibus freava eu lembrava da língua da Bruna, do nojo da Jéssica, do fio branco que uma delas tinha levado à boca.
Em casa cada uma ficou com o resto.

A Amanda trancou o quarto, sentou na cama e passou o dedo nos lábios como se o gosto ainda estivesse lá. A Jéssica tomou banho quente demais e mesmo assim se tocou no box, com raiva, gemendo contra o azulejo. A Bruna mandou mensagem e apagou antes de enviar: “a gente precisa conversar”. Não conversou.

A Mila chegou rindo sozinha no elevador do prédio. Ria da cara das outras, ria da própria baba no queixo, ria do fato de ter ajoelhado “só pra ver” e ter saído de lá com experiência lésbica que ela jurou que nunca ia ter. No quarto ela se jogou na cama, ainda de roupa, e riu de novo, sem graça e safada ao mesmo tempo.

— A Mila na mesa. A gente lambendo. Eu ri. Que merda.
Eu cheguei em casa, fechei a porta do quarto e me olhei no espelho. A mesma Mila de cabelo loiro cacheado, olho azul, corpo definido. Só que agora com a boca das colegas ainda impressa entre as pernas. Sentei na beira da cama, abri as coxas devagar e passei dois dedos — não pra gozar, só pra confirmar que tinha sido real.
Foi.

No outro dia a gente ia se ver de novo no corredor. Nenhuma ia conseguir fingir que a língua tinha sido só teoria. E em algum lugar, a Mila ainda estava rindo.

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