#Estupro #Gay #Teen #Trans

Comecei a virar mulher na Prisão

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Contos55

Caminhando pelos corredores vazios, eu sabia que tinha feito merda; mas só quando entrei na cela é que percebi a gravidade da minha situação.

Meu nome é Davi e tenho 18 anos. Tinha acadado de terminar o ensino médio, mas infelizmente, minha vida pessoal estava indo de mal a pior. Eu sempre fui o zero a esquerda da família e ninguém dava muita boa para mim. Eu queria uma adrenalina. Minha vida era completamente sem sentido, por isso eu cometi o roubo. Assim que fui pego pela polícia, minha família simplesmente me abandonou e assim que o juiz me condenou a prisão por 4 meses, minha família falaram abertamente que nunca mais queriam me ver. A sentença foi baixa imagino que foi por causa que foi um delito pequeno, mas também serve para mostrar a justiça forte da cidade, como um exemplo.

Estava caminhando por um corredor vazio guiado por um guarda, até minha cela, onde será meu lar pelos próximos meses.
Por eu ser um garoto branco e baixo, eu sabia que eu estaria completamente ferrado na prisão. Eu tava aterrorizado, mas assim que entramos no corredor das celas, o guarda me empurrou para a primeira cela depois da porta. Eu pelo menos agradeci mentalmente por não precisar andar todo o corredor, enquanto os outros presos estariam olhando para mim. Quando o guarda fechou a cela, ele falou:

Guarda: de nada hein, Gorila

Entrei em pânico internamente, quando vi um negrão gigante sentado no beliche de baixo. Ele parecia enorme para essa cela pequena e, mesmo sentado, ele parecia maior do que eu em pé. Olhando bem, ele tinha um corpo belíssimo, com braços fortes por baixo daquela regata, e com uma tatuagem do braço até o ombro. Ele devia ter uns 30 e poucos anos. Ele passava um ar totalmente viril e de pura masculinidade. Quando ele olhou em meus olhos, entrei um pânico, e logo pensei que um homem desse facilmente me mataria sem esforço, pois ele era o triplo do meu tamanho.

H: não tenho medo, querida, eu sou de boa

Assim que ele falou isso, foi impossível não dissipar completamente meu pânico, devido a sua voz grossa, mas como ele falou isso sorrindo, acabou me pegando de surpresa.

H: nossa como vc é uma branquinha linda

Sua fala no feminino comigo me deixou mais calmo, mas ainda assim, sua voz grossa deixava algo implícito que ele tava querendo algo a mais.

H: meu nome é Victor, princesa, mas todo mundo me chama de Gorila. Estou aqui já tem um ano. Não tenho muitos amigos aqui, mas estou feliz por vc estar aqui ter, principalmente porque vc é muito linda. Qual é o seu nome, querida?

Me remexi nervosamente e falei:

Eu: Davi

Eu mal consegui pronunciar direito, devido ao medo.

Victor: bem, vc é muito bonita. Vou direto ao ponto, garoto, aqui nesse lugar só existem dois tipos de pessoas: homem e mulher, mas agora somos dois nessa cela, certo?

Ele continuou sorrindo e me encarando, mas eu tava tímido demais para responder. Ele não pareceu se importar, por isso eu só acenei com a cabeça.

Victor: então, nessa cela tem um macho e uma fêmea. Quem vc acha que é a fêmea, querida?

Eu tremia tanto que achei que ia cair, com medo até de chorar. Olhei para cima e ele ainda estava me encarando e sorrindo. Soltei um suspiro e falei:

Eu: ...eu...?

Victor: sim, querida, vc é a fêmea aqui, que bom que vc entendeu isso facilmente. Bom agora, pq vc não tira essa sua roupa e me deixa seu corpinho hein?

Tudo estava acontecendo tão rápido que era difícil processar meu novo status de fêmea. O fato de eu saber ser gay não tornava as coisas melhores, pois o medo me dominava diante de homem com mais de 2 metros de altura e extremamente musculoso. De qualquer forma, me conformei com meu destino, esperando aproveitar pelo menos um pouco, e comecei a tirar as roupas lentamente. Minhas mãos tremiam enquanto eu me despia. Meus instintos falaram mais alto e tirei minha roupa para salvar minha vida, imaginei.
Quando Victor viu meu corpo, me lançou um olhar que me disse que eu era a primeira "garota" que ele gostava desde que estava na prisão. Ele parecia extremamente satisfeito e convencido, sabendo que havia conquistado uma mulher dentro da prisão. Eu estava olhando para baixo, esperando sua reação, quando ele disse:

Victor: vc fem um clitóris bem pequeno né, mas tudo bem não estamos aqui por ele. Agora querida, dê uma voltinha, preciso ver tudo.

Dei uma voltinha lenta e ele me disse para parar na metade para que ele pudesse olhar minha bunda.

Victor: nossa que sorte a minha, consegui uma femeazinha sem nenhum pelinho, quando sua transformação ficar completa, vc vai ser mega gostosa

Eu não respondi nada.

Victor: bom querida, agora abre esse seu bundão, quero ver essa sua bucetinha.

Estendi a mão para trás e abri as bandas da minha bunda o máximo que pude, temendo de verdade pela minha vida. Enquanto tremia, uma mistura de adrenalina, medo e puro desejo sexual.

Victor: meu deus, que bucetinha maravilhosa, rosinha ela. Pisca ela vai, mostra por seu macho a sua bucetinha.

Quando pisquei meu cuzinho, ele pareceu amar, tanto que ele esticou seus braços fortes, pegou em minha bunda e me puxou até ele, em sua frente.

Victor: meu pedido por uma fêmea para o diretor, deu certo mesmo.

Quando ele me puxou, eu acabei me virando no reflexo, e nisso ele se levantou da cama e ficou em pé na minha frente. Ele era completamente impotente com seus 2.10 de altura. Foi aí que eu reconheci seu rosto. Ele era jogador de basquete que foi preso após dar uma surra em um cara em uma balada. Ele foi preso e condenado a não sei quando anos, pois além da surra, ele também era conhecido por ser extremamente violento e difícil de lidar, por isso o time de basquete na primeira oportunidade se livrou dele. A prisão dele saiu nos jornais da cidade, e me lembrar das notícias, fez meu pânico voltar, mas ele começou a diminuir quando, o Victor se inclinou e deu um chupão no meu pescoço, deixando uma grande marca no local.

Victor: não se preocupe, querida, eu só tô marcando território para os outros machos não tentem te estrupar, mas comigo vc tá segura. Vc não quer estar segura comigo, o seu macho?

Eu sabia que era uma pergunta retórica, então disse o que tinha que dizer:

Eu: sim eu quero

Com essas palavras, selei nosso relacionamento. Eu não diria que foi um casamento, mas na prisão as regras são diferentes, então, essas palavras significa um namoro. Nesse sentido fiquei mais aliviado, pois pelo menos outros prisioneiros não iriam mexer comigo, e eu ficaria seguro com o Victor/Gorila.

Victor: já que vc agora é minha fêmea, acho que tá na hora de vc agradar o seu macho não, e mostrar o seu lugar de fêmea.

Ele me abraçou enquanto falava isso. Eu tremi em seus fortes braços, que fazendo pensar que realmente eu não era macho perto de um homem tão viril como era o Victor.

Victor: vc vai ver a sorte que tem. Todos os outros homens judiam demais das outras fêmeas aqui na prisão.

Nessa parte eu acreditava nele e eu realmente não iria querer isso pra mim. Então, eu olhei para cima para sua rosto, e fiz o que eu precisava para sobreviver nesse tempo que ficarei preso.

Eu: por favor meu macho, me faça sua fêmea

Embora eu não fosse assim, a afirmação não era uma mentira completa. Pelo menos isso era melhor do que levar uma surra dos outros presos. Isso era o aceitável. A prisão já havia distorcido minha percepção da realidade. Fiquei feliz por ter escolhido o caminho mais fácil, já que parecia a melhor alternativa para mim.

Ele agarrou meu pescoço e me fez ficar deitado em cima das duas pernas grandes enquanto ele tava sentado na cama. Victor ficou passando suas mãos grandes e másculas em minha bunda. A sensação era tão boa depois das palmadas, e eu fiquei com vergonha de sentir meu pintinho endurecendo.

Victor: que isso querida, tô sentindo seu clitóriszinho bem inchadinho

Assim que ele falou que tava sentindo meu pintinho pequeno difando duro, ele com uma das mãos acariciava minha cabeça e meu cabelo. Eu estava tão quebrado e derrotado naquele momento que seus pequenos gestos de carinho eram como um oásis.

Victor: que bucetinha linda, querida. Não acredito como ela é rosinha, deixa eu vê se é apertadinha.

Ele lentamente enfiou um dedo no meu cuzinho rosadinho, enquanto a outra mão estava em meu rosto. Eu acho que eu estava certo. Começo a admitir que suas mãos grandes eram muito gostosas em meu corpo. Quando ele finalmente desistiu, ele falou.

Victor: que tal, vc já aprender o lugar de uma fêmea hein?

Eu: uhummm..

Eu respondi desviando o olhar, meio que por vergonha. Ele me fez cair de joelhos, e eu olhei para cima, percebendo o enorme volume que se destacava na calça de moletom. Eu sabia que essa parte viria; que esse era o verdadeiro objetivo dele. Enfiar seu pau em meus orifícios para se aliviar e gozar. Treinar meu corpo para receber seu pau todos os dias. Me transformar em uma boneca sexual. Eu sabia que seria a boneca sexual dele, acho que estou pronto para fazer isso.

Mas eu não estava preparado para o tamanho do pau dele. Quando comecei a tirar sua calça, fiquei chocado com o seu pau descomunal que pulou para fora. Eu nem sabia que homens podiam ter paus tão grandes, e engoli em seco, fazendo o Victor dar uma risadinha.

Victor: eh, é grande. 30 cm que fazem de vc uma fêmea bem sortuda.

Olhei para ele, e com a mão peguei em seu pau. Era tão grande e grosso, que nem meus dedos davam a volta nele. Para começar dei um beijo na ponta da enorme cabeça preta de seu pau, e depois comecei a chupar como ele queria. Por mais bizarro que pareça, eu até que gostei um pouco. Pelo menos ele não estava me machucando. Além disso, seu pau enorme era hipnotizante, fazendo o fedor de mijo até mesmo parecer gostoso. Aquele pau gigante e preto era tão maravilhoso que merecia ser adorado. Chupar ele me sentir pela primeira vez, que eu era realmente a fêmea dele.
Victor então decidiu que era hora de acelerar o ritmo e agarrou minha nuca com uma mão e começou a fazer um movimento de vai e vem com seu pau na minha boca. Enquanto ele penetrava minha boca com seu pau fortemente, eu lutava para respirar, me fazendo pensar que claramente a sua necessidade por um fêmea era maior do que a minha própria de viver.
O pau dele era tão grande, que mesmo seu pau indo até o fundo de minha garganta, ainda assim meu nariz não chegava até sua virilha. Depois de longos minutos do Victor metendo seu pau na minha boca, meu olhos já estavam lacrimejando bastante, quando sinto os primeiros jatos de leite quente gozando na minha garganta. Aquele esperma estava muito quente e foi descendo minha garganta queimando e ardendo, devido a grande quantidade. Depois de dez jatadas de leite na minha boca, eu pensei que já teria terminado, mas o Victor tirou seu pau de minha boca e continuou gozando no meu rosto. Batendo com seu pau na minha bochechas e rosto, ele deu mais cinco jatos de leite farto no meu rosto, com ele empurrando com seu próprio pau o leite de volta para minha boca.

Victor: que boca maravilhosa, querida. Depois aproveitamos mais, mas agora o seu macho tá com fome, preciso comer. Vamos nos vestir.

Tentei pegar minhas roupas no chão, mas Victor me impediu antes que eu pudesse falar algo, ele falou.

Victor: nda disso, querido. Fêmea minha não usa esses trapos. Aqui vem guardei essas roupinhas aqui para a primeira fêmea que pisasse nessa cela.

Assim que peguei as roupas que ele tinha me entregado, vi que era uma calcinha fio dental, blusinha e um short curtinho que mal escondia minha bunda. Assim que eu vesti tudo, eu pensei que até que eu não fiquei tão feia assim.

Victor: lembre-se, nenhum outro homem vai tocar em vc tá bom? ,vc é minha namorada aqui, então, somos homem e mulher, eu prometo que vou te proteger de tudo e todos.

Assim que vesti tudo me virei, e ele estendeu a mão delicadamente para que eu a pegasse, como se fôssemos realmente um casal. Seu gesto carinhoso me causou uma afeição, que eu nunca tinha sentido antes na minha vida. Eu sempre soube que era gay, mas todos os homens que eu já namorei, eles nunca sairiam comigo em público. O Victor fazendo isso comigo, me fez sentir algo por ele que eu ainda não tava sentindo.

Victor: aqui dentro, meu bem, você não fala com ninguém além de mim, entendeu? Você não olha para ninguém além de mim. Mantenha os olhos baixos e segure minha mão o tempo todo. Vou te manter perto, querida, e nunca vou te perder de vista. Não tenho amigos aqui dentro, mas não se preocupe, ninguém mexe comigo.

Pelo seu jeito eu tava acreditando fielmente que ele iria me proteger de tudo, e eu tava me sentindo como fêmea ao lado de seu macho protetor. Se é assim que as coisas vão ser pelos próximos meses, então vai ser fácil se acostumar.

Victor: vamos ser só vc e eu, querida, ninguém mais. 24 horas todos os dias, vc será toda minha entendeu?

Eu: sim

Saímos da cela e caminhamos pelo corredor, eu com os olhos baixos, segurando a mão de meu homem o tempo todo. Pelo Victor ter 2.10 metros de altura e eu só tinha 1.63, eu mal chegava até o mamilo do peitoral dele, e não era só isso, Victor também era mais largo, devido aos seus músculos, então, eu era só um palito ao lado dele.
Tenho certeza de que eu estava ridículo com aquela roupa, com os chupões, as bochechas vermelhas depois da surra de pau que ele me deu, com a polpa de minha bunda aparecendo, por causa do short curto, mas mesmo assim pareceu que ninguém se importou ou se incomodou. Éramos apenas mais um casal de macho e fêmea na prisão masculina. Enquanto andávamos, eu sentia uma ardência na minha boca e dentro de mim, causada pelo esperma do Victor, e isso me entrigou, pois quando algum homem gozava na minha boca nunca ardia assim. Eu ainda não sabia, mas a grande quantidade de esperma do Victor em meu estômago estava sendo absorvido pelo meu corpo, e isso causaria mudanças futuras.

Quando entramos na fila para pegar comida no refeitório, ele me colocou na frente dele e passou os braços fortes em volta do meu peito, mantendo minhas costas bem encostadas nele. Ele cheirou meu cabelo e até me deu alguns beijos na cabeça, roçando sua barba por fazer no meu pescoço. Ele chupou meu pescoço um pouco, me marcando com mais um chupão para mostrar aos homens de que eu já tinha dono. Eu me derreti, acariciando seu braço forte e retribuindo o beijo algumas vezes. Me senti como se fôssemos um casal em algum colégio barra pesada, almoçando no refeitório. E por algum motivo, isso tornou tudo um pouco melhor a minha estadia forçada na cadeia.

Quando chegou na nossa hora, Victor conversou com um funcionário que ele conhecia e fez o pedido para nós. Levando as bandejas até uma mesa, aquele funcionário nos conduziu a um lugar com apenas uma cadeira e eu o olhei confuso.

Victor: vc vai sentar no meu colo, querida.

Fui até ele, com ele me abraçando fortemente e me colocando em seu colo facilmente, como se eu fosse só uma folha de papel. Eu o abracei e mesmo assim minhas mãos não se encontram em suas costas, do tanto que ele é grande e largo. Eu me senti super seguro em seu colo perto de homens assustadores, que eram assassinos e outros mais criminosos.

Eu tentei dormir em cima do Victor, pois tinha dias que eu não dormia direito, devido ao medo de estar indo para uma prisão, mas eu não consegui dormir em seu colo, em vez disso, eu apenas fiquei vagando mentalmente.
Tudo parecia impossível demais para ser real. Eu, vestida com essa roupa, como a esposa de presidiário gigante, sentada em seu colo enquanto ele comia. Era absurdo demais para ser verdade, e ainda assim, era a minha nova vida. Inconscientemente, enquanto descansava, dei um chupão no pescoço do Victor como um bebê que anseia por sua mãe.

Victor: tentando marcar seu homem eh?

Ele colocou alguns ovos no garfo e me deu na boca e falou que proteína era o suficiente para me alimentar a partir de hoje, e que o leite do seu pau era o suficiente para me alimentar todos os dias. Eu não sabia, mas ele tava certo. O esperma que ele tinha gozado horas antes, e que estava sendo absorvido pelo meu corpo, estava alterando minha biologia e minha necessidade por alimentos. A partir de hoje, eu nunca mais iria cagar em minha vida, e meus alimentos se resumiria a apenas mijo e esperma, e além disso, meu corpo iria sofrer mudanças drásticas, como começar a crescer seios e também poder engravidar. Eu ainda não sabia, mas meu destino como a fêmea do Victor estava selado para sempre.

Andando de volta para a cela, era incrível como nenhum criminoso se importou comigo daquela forma. Entrando de novo na cela, Victor me mandou tirar as roupas e ficar só de calcinha, e que a partir de hoje, eu iria limpar a cela, arrumar as roupas e fazer tudo que é tarefa de mulher. Ele ficou me observando o tempo todo enquanto eu fazia as tarefas. Em toda a minha vida eu nunca fui tão humilhado dessa forma, mas alguma coisa dentro de mim, para aceitar tudo isso.

Victor: faz tudo ficar limpinho tá? .. vc só é só minha putinha, vc é minha esposa, e as esposas cuidam de seus maridos.

Ele me encarou com um olhar afetuoso e meio até que apaixonado. Olhar esse que eu nunca tinha visto em nenhum de meus ex-namorados. Mesmo que ele continuasse falando comigo de forma ríspida, eu tinha certeza de que ele tava se importando comigo. Ele fez de tudo pra eu seguir as suas regras, por isso eu nunca o contrariei, pois aqui na prisão, a lei é a do mais forte, e o Victor pode me matar só com um soco de tão forte que ele é.

Victor: boa menina, vc nasceu pra ser fêmea

Eu apenas ri baixinho e sorri com o elogio dele, e ele retribuiu com um sorriso. Victor me disse para assistir um filme, pois ele mal arranja problemas na prisão, e que por ele ser uma celebridade lá, pelo seu tempo como jogador de basquete, ele tinha regalias que os outros presos não tinham.
Eu me senti muito sortudo, pois o homem que tava me fazendo de fêmea na prisão, ele era super de boa e que ele também tinha entretenimento na cela, mesmo que a TV fosse super antiga e só pegasse em preto e branco, era melhor do que nada.

Victor tirou suas roupas e ficou só de cueca deitado na cama. Eu como a femeazinha dele fiquei maravilhado, pois ele exalava masculinidade. Assim que me aproximei da cama, ele me agarrou e me puxou com seus braços fortes para dentro da cama e fez ficar deitado na frente dele. Ele me apertou e nisso eu me senti uma menina sendo protegida e amada pelo seu macho.

Quando ele ligou a TV, vimos que tava passando o filme Titanic e que tava bem no início quando o navio saia do porto. Vimos praticamente todo o filme agarrados um no outro como um casal mesmo, mas quando os dois personagens principais do filme começaram a transar no carro, o Victor começou a se empolgar e a deslizar os dedos pelo meu cuzinho. Ele ficou esfregando os dedos no meu cuzinho como se fosse uma buceta de verdade, me fazendo gemer e me derreter em seus braços.

Eu: enfia mais fundo na minha bucetinha

Victor: gosta né meu amor.

Eu: sim muito

Victor: agora vc quer ser uma boa esposa em ter meu pau nessa sua xoxotinha

Eu: quero, estou sempre pronta pra vc

Victor me puxou para fixar em cima dele. Enquanto ele tava deitado na cama e eu em cima dele, eu me senti minúsculo, mas quando ele tirou a cueca pulou para fora atingindo minha bunda. Eu imediatamente soube que não tinha mais volta, aqueles 30 cm estariam dentro de mim.
Eu me ajeitei bem em cima do seu pau preto durasso. Então, o Victor se posicionou e começou a forçar a cabeça do pau a entrar. Sinto as pregas de meu cuzinho cedendo contra o invasor bem mais forte, e imediatamente meu cuzinho começou a se abrir e eu sinto como se estivesse me rasgando. Sinto meu cuzinho se contraindo e espasmando incontrolavelmente, e tudo o que posso fazer é aproveitar o êxtase que só um pau realmente grande pode proporcionar quando entra pela primeira vez.

A dor estava presente, mas não era igual a antes. Meu cuzinho estava aceitando de boa aquele pau gigantesco entrando em mim. Era uma das mudanças que estavam acontecendo no meu corpo. Victor começou a perder a paciência, e começou a enfiar seu pau mais rápido assim que a cabeça entrou toda, assim após dois minutos seus pau de 30 cm estava completamente afundado dentro de mim, e eu não sentia tanta dor.
Com meu cuzinho totalmente relaxado, Victor começou a subir e descer seu pau. Depois de um tempo, o ritmo começa a aumentar, ficar frenético. Victor começa a me fuder pra valer, seus golpes fortes me fazem quicar em seu pau enorme. Ele me comia como se seu único objetivo fosse ver seu pau sair pela minha boca.
Enquanto me fodia igual um animal selvagem no cio, ele puxou minha cabeça perto do seu rosto, e eu pensei que ele fosse me dar um tapa, mas não. Ele me beijou.
Meus olhos se arregalaram e eu o encarei enquanto sua boca poderosa começava a beijar meus lábios suavemente, de forma completamente apaixonada. Minha boca começou a responder, meu corpo sabendo o que deveria fazer mesmo enquanto meu cérebro confuso lutava para entender o que estava acontecendo, pois eu não imaginava que os homens na prisão beijassem seus viados, que apenas estão fazendo o papel da mulher.

Os lábios do Victor eram grandes e fortes na minha boca pequena, cada beijo sugando meu lábio inteiro para dentro da sua. Então, sua língua começou a explorar minha boca. O suficiente para começar a entreabrir meus lábios no início, depois mais fundo. Até mesmo sua língua era anormalmente grande, e senti-la explorá-la dentro da minha boca estava me derretendo. Eu também tentei colocar minha língua dentro de sua boca, mas a língua do Victor era mais forte e poderosa, e era ele que estava dominando totalmente minha boca, não eu.

Eu só tava pensando no beijo, que até tinha esquecido que eu ainda tava sentado com seu pau enorme dentro de mim. Isso porque, meu cuzinho se acostumou rápido e já estava totalmente remodelado para aguentar o pau enorme do Victor/Gorila. Nessa altura eu tava aceitando felizmente cada metida poderosa que ele dava.
Enquanto metia e me beijava, meu corpo estava se esfregando no dele, por causa disso, meu pequeno pintinho acabou gozando e molhando nossas barrigas. Quando eu gozei, minha ficha finalmente caiu. Me acertei como mulher, e a aceitação foi libertadora.
Prometi a mim mesmo que minha vida seria só em torno do Victor, que eu seria a sua mulher e ele o meu touro reprodutor, meu macho. Enquanto ele me fodia e eu quicava, eu só pensava em satisfazer todas as suas necessidades como mulher. Eu tava destinado a ser a mulher desse homem. Não era só uma paixãozinha passageira, era amor de verdade, eu queria viver a vida toda com ele.
Eu precisava dizer isso, colocar para fora, mas não queria. Não queria estragar tudo, seja lá o que fosse esse dia estranho. Mas eu não consegui me controlar. Ele está martelando meu pontinho sensível há não sei quantos minutos, assim eu iria gozar novamente.

Eu: eu te amo, meu homem

Falei sem pensar, acabei não me aguentando e logo pensei que tinha estragado tudo com o Victor, mas ele me puxou para baixo com força com uma última metida, gozando jato após jato de seu potente leite dentro de mim. Cada jato de seu esperma era seguido por uma metida profunda e poderosa, levando seu sêmen bem mais fundo, onde deveria estar. Ele depositou cerca de mais de 20 jatos poderosos de esperma dentro mim. Eu podia literalmente sentir meu interior começar a encher com seu fluxo implacável de leite. Eu ainda estava deitado sobre seu peito extremamente musculoso, e minhas coxas ardentes tremiam incontrolavelmente.

Por fim, Victor parou as metidas, satisfeito por ter me engravidado. Eu só conseguia sentir seu suor escorrendo pelos seus músculos, até que ele finalmente levanta a cabeça e olha para mim.

Victor: eu também te amo, meu amor, eu sabia que vc era a mulher perfeita pra mim assim que te vi

Eu me derreti nos braços do meu homem, cobrindo seu peitoral de beijos e sentindo o gosto do seu suor salgado. Seu pau ainda estava dentro de mim, sem dar sinais de que iria amolecer. Assim que seu pau saiu de mim, ele começou amolecer lentamente, até que ele se levantou da cama e ficou em pé, com sua virilha bem na altura de minha cabeça.

Victor: limpa aí, querida

Como uma boa garota para seu macho, eu chupei seu pau e o deixei limpinho, brilhando de tão limpo. Depois disso, ele voltou para a cama e me abraçou por trás, uma mão segurando meu peito, a outra acariciando suavemente minha bunda.

Victor: eu sempre quis me apaixonar, mas nunca imaginei me apaixonar em uma cadeia

Eu: também

Victor: estou tão feliz que vc é minha agora, mal possa esperar para seus peitos crescerem

Eu tava tão cansado que nem ouvi o que ele disse sobre meus peitos e só dormi em seus braços me sentindo minúsculo mas muito protegido.

No dia seguinte, eu acordei bem cedinho, tanto que as celas ainda nem tavam abertas. Quando me levantei da cama, o Victor ainda tava dormindo, e foi só agora que eu percebi que ele era tão grande, que os seus pés ficavam para fora da cama. Sentei no vaso sanitário esperando sair alguma coisa, mas não saiu nada além de um pouco do esperma de ontem. Mesmo eu mal tendo comido ontem, eu nem tava com fome, estranhei mas agradeci, pois eu não sabia se a comida da prisão era boa.

Mesmo depois da surra de piroca que recebi ontem, meu corpo nem tava doendo, era como se meu corpo tivesse sido feito para isso. Só depois de finalmente acordar completamente, foi que eu percebi meus mamilos estavam rosadinhos e pontudos, como se estivesse crescendo. Quando eu coloquei a mão, meus mamilos estavam extremamente sensíveis e até me deu um certo prazer de tocá-los, foi quando o Victor acordou sem eu perceber.

Victor: nossa, suas tetas já estão crescendo que rápido

Com o passar dos dias, meus peitos continuaram crescendo rapidamente e virando seios femininos. Foi aí que eu entendi quem era o Victor de verdade. Victor sempre gostou de mulher, mas quando na sua adolescência nenhuma menina ficava com ele por causa de seu pai gigante, ele decidiu comer um viado, mas dias depois o garoto que ele comeu, começou a apresentar coisas diferentes do normal. Seios crescendo e seu pênis diminuindo, Victor percebeu que ele tinha um esperma extremamente potente. Por causa disso essas mudança em meu corpo, além disso, como ele não conseguia transar pelo seu pau grande, ele vivia de péssimo humor e que foi isso que culminou na sua prisão.

Em apenas uma semana, eu já tinha seios de mulher de verdade e eu já era confundida com as travestis da prisão, mas meu Victor não deixava nenhum homem se aproximar de mim. Aliás, ele também cumpriu sua palavra sobre eu nunca falar com ninguém além dele. Ele lida com todos os guardas e funcionários, e nenhum dos detentos jamais fala conosco. Estamos sempre de mãos dadas, e ele nunca me perde de vista. Sou muito grata, mesmo que ele pareça um pouco possessivo. Os outros homens aqui são aterrorizantes e como não tem tantas fêmeas na cadeia para todos, sem Victor, eu provavelmente seria despedaçado em segundos, por outros detentos desesperados para meter.

Todos os dias, quando eu acordo eu começava a chupar seu pau, para Victor acordar feliz. Passamos a transar duas vezes por dia, uma quando acorda e um antes de dormir. Essas eram obrigatórias, mas aí durante a tarde eram opcionais.
Meus peitos estavam grandes e já precisariam de sutiã, com o Victor arranjando um no achados e perdidos. Eu me sentia realmente uma mulher e eu só tinha agradecer, o Victor ser tão macho para mim.

Como meus peitos eram agora seios de mulher, Victor passou a me chama de Luana, e assim ele me chamava 100% do tempo no feminino. Passei a amar, pois meu pintinho havia diminuído para uns 7 cm, e mal fazia volume nas calcinhas, e passei a ser oficialmente a mulher do Gorila, como todos mundo o chamava.

Cerca de um dois meses depois. Victor me falou que iria aproveitar sua faculdade, para nos tirar da prisão, pois o sonho dele era sair dali, e nos casar e me fazer a sua esposa lá fora. Eu ri internamente, pois imaginei que isso não iria acontecer, mas algo lá no fundo me deixava triste ao pensar isso e em me despedir do meu homem.

Com o passar das semanas, passei a ficar triste mesmo por deixar a prisão e o meu homem. Tinha medo de deixar o Victor. Não só porque o amava, mas também porque ele havia tomado conta da minha vida completamente. Eu não tinha certeza se conseguiria existir sem ele. Ele me controlava de forma tão completa que eu não tinha certeza se conseguiria viver sem ele.
Eu me esforcei muito para aquela cela virar nossa casa, o mais limpa possível. Victor sempre me fala que vai me fazer usar salto alto, assim que sairmos daqui. Isso sempre me faz rir internamente, mas me entristece pois que queria fazer isso tudo que ele fala com ele para sempre. Chegou em um nível de amor, que eu faço tudo por ele. Amo o cheiro dele, o corpo dele, a voz dele, as mãos grandes dele, adoro ele ser extremamente alto e grande, a proteção que ele me dá e, acima de tudo, a capacidade dele de transformar minha estadia na prisão em uma grande estadia de amor.
Na minha última semana na prisão, eu estava um caco, inconsolável, beijando meu homem sempre que podia. Eu ficava sentada no colo dele o dia inteiro, sentindo seu corpo, seu calor e seu cheiro másculo que eu tanto amava nele.
No penúltimo dia meu na prisão, Victor veio até mim feliz da vida e me deu uma caixa de presente para mim com um pequeno cartao escrito "para minha esposa". Quase chorei com o gesto dele. Não era fácil contrabandear coisas para dentro da prisão e eu sabia que isso provavelmente tinha exigido muito esforço e dinheiro. Saber que ele faria isso por mim me fez sentir amada. Ao abrir o presentinho fiquei confusa, em entender o que ele me deu. Era só um papel.

Victor: amor, esse é o meu documento de soltura. Amanhã vou sair junto com vc.

Eu:...

Fiquei em choque, pois não esperava isso. Comecei a chorar nos braços dele, ainda não conseguindo processar o que ele tinha acabado de dizer. Embora eu estivesse extasiada com a ideia de ficar com Victor, eu não tinha incluído isso nos meus planos para depois da prisão. Não que eu realmente tivesse um plano para depois da prisão. Os poucos familiares que eu tinha me abandonaramMinhas chances de conseguir um emprego são praticamente nulas com a minha ficha criminal. Acho que devo ficar feliz por estar com o Victor.

Eu: eu te amo tanto

Victor: também te amo, eu não te disse que te faria minha esposa

Naquela noite, antes do último dia transamos como se fosse realmente o último dia. Isso para que todos da prisão nos ouvissem e sentissem inveja. Eu aprendi a amar meus seios e além do mais, deixa meu homem se sentindo mais macho ainda, por ter me transformado em mulher. Eu só agradeço a deus, por ter me feito cruzar o caminho desse homem. Eu tinha que agradecer por mais, mas ainda não sabia que naquela época eu já estava grávida de dois meses. Eu já estava carregando meu futuro filho, que deixaria Victor super empolgado de ser pai, pois ele sempre pensou que devido ao seu pau enorme, ele nunca iria virar pai.

No dia seguinte, um antigo amigo de basquete do Victor deixou um carro parado para nós dois fora da prisão. Como o Victor era jogador de basquete, ele conseguiu bastante dinheiro e como ele ficou preso, ele praticamente não gostou nada. Seu amigo até mesmo deixou roupas e vestidos dentro do carro. Roupas novas que eu poderia usar, diferentes das roupas velhas do achados e perdidos que eu usava na prisão. Assim que passamos do portão da primeira e pisamos do lado de fora.

Victor: porra, finalmente livres, agora posse te fazer minha esposa e nos casar

Eu: sim, amor vai ser perfeito..., mas e agora vamos pra onde?

Victor: eu tenho uma casa e uma chácara no interior, qual vc escolhe?

Eu: sério.... a chácara, sempre quis morar no interior

Victor: tá bom amorzinho, pelo menos lá ninguém vai nos reconhecer

Enquanto dirigíamos para fora da cidade, eu ficava olhando pela janela do carro, lutando para conseguir pensar. Eu queria estar com o meu homem, mas será que eu conseguiria fazer isso do lado de fora?. Eu não tinha pra onde ir saindo da prisão e os meus familiares com certeza não iriam me reconhecer, então, eu não tinha escolha. Assim que chegamos na chácara, ela era linda e maior que a casa dos meus pais, e ela era em outro estado. Victor abriu o portão da frente e caminhamos de mãos dadas como um casal. Assim que entramos, Victor fala.

Victor: igual à nossa cela, bebê.

Eu entendi na hora. Por isso, me despi e fiquei só de calcinha e sutiã.

Victor: bom amor, aqui tem dois banheiros, vamos tomar banho e vc vai ficar toda linda pra mim, tem tudo que vc precisa no quarto

Assim que entrei no quarto maior, a cama era enorme justamente para acomodar um jogador de basquete, mas a casa tava toda empoeirada, devido a longos meses sem ninguém, porém no momento só pensava em tomar banho e apreciei a água quente depois de meses. Era meu primeiro momento de privacidade em meses e foi agradável. Para ser sincera, porém, senti falta do Victor e fiquei pensando nele o tempo todo. Além de tudo era a minha primeira vez, me olhando no espelho após minha transformação, pois não havia espelho na prisão.
Mas agora eu podia me ver. Eu tava com seios enormes, nem parecia que eu tinha nascido menino normal, e que toda a minha mudança corporal foi fruto do esperma do Victor. Com o espelho, pude notar melhor um leve volume em minha barriga, algo que estranhei, pois agora meu alimento era só o mijo e o esperma de meu namorado, e isso não engordava. Logo pensei, se era possível o esperma do Victor me engravidar, pois ele mudou o meu corpo, mas logo olhei para meu pintinho minúsculo no meu das minhas pernas, e pensei em como eu daria a luz.

Após tomar um longo banho que eu não fazia a meses. Eu saí para o quarto pelada mesmo e lá estava o Victor colocando as roupas que estavam no carro na cama.

Victor: nossa meu amor, como vc é linda

Ele falou isso me puxando para um beijão, enquanto suas mãos apertavam meus seios. Foi um beijão longo e demorado, um dos mais demorados que Victor já me deu. Foi uma comemoração por estarmos finalmente sozinhos e livres. Assim que ele saiu do quarto, eu decidi colocar um vestido curto. E pela primeira vez na vida, eu senti o vestido subindo enquanto eu andava, então, eu tinha que sempre ficar o abaixando. Com o vestido, decidi não usar sutiã, assim o decote ficaria enorme, e logo depois coloquei um salto alto, e mesmo com salto dava pra perceber que eu nunca chegaria a mesma altura que meu homem, e assim que sai para o corredor e o Victor me viu, ele falou.

Victor: vc tá perfeita, meu amor

Assim que ele me levou para a cozinha, ele me avisou que iria sair por algumas horas, e que nesse tempo eu devia continuar linda e preparar a sua comida. Eu estava com medo, era a primeira nesses meses que eu iria ficar longe dele, mas pus na minha mente que eu iria fazer do meu macho, o homem mais feliz do mundo. Me movimentei pela cozinha tentando me adaptar à minha nova vida de mulher. chamar. Eu seria uma mulher sustentada, então eu vou aproveitar ao máximo o meu papel.
Victor voltou para casa cerca de uma hora depois, mas eu ainda tava na cozinha. Os olhos dele brilharam quando ele me viu, e eu soube que ele adorou a minha aparência.

Victor: caralho, meu amor, eu sabia que seria bom, mas isso é simplesmente perfeito. Chegar em casa e encontrar isso. Não consigo acreditar, meu bem.

Fiquei feliz. Victor veio andando até mim, mesmo eu de salto, ele ainda é mais alto.

Victor: como eu senti sua falta lá fora, nesse tempo eu nunca fiquei tão tempo separado de vc, parecia errado, eu queria proteger minha fêmea, queria estar dentro de vc, mas vc aqui preparando minha comida também é muito bom

Solucei baixinho, em admiração, tão feliz por meu homem ter ficado satisfeito com meu trabalho. Ele só estava tentando me proteger. Eu estava tão feliz.

Victor: vc fez minha comida, então acho justo eu te dar a sua né, meu amor. Se ajoelha

Fiquei feliz em ficar de joelhos diante de meu homem e abrir a boca esperando minha comida. Victor abaixou a bermuda sem cueca que usava, mostrando seu pau enorme mole e colocando em minha boca.

Victor: eu sei que vc tá com fome, meu amor, vou te dar um pouco de comida, vc gosta de meu mijão né?

Eu só pude acenar positivamente com a cabeça, quando um mijo amarelo e salgado começou a sair de seu pau e ir direto para minha garganta queimando tudo. A cachoeira de mijo eu bebia tudo e não desperdiçava nenhuma gota, pois ela seria o meu alimento do dia. Eu devo ter bebido cerca de dois litros de puro mijo de macho, mas essa é minha nova vida. Mijo e esperma viraram minha comida e eu dependo totalmente deles.
Victor mal parou de mijar, e seu pau começou a endurecer e eu soube que eu tinha mais alimento para tirar de seu pau: leite. Seu pau de 30cm endurecendo em minha boca, só me fez ter mais vontade de chupar, e foi isso que comecei a fazer. Eu mamava seu pau com extrema vontade de extrair o máximo de leite que eu conseguisse. Chupava tudo até o talo, pois minha boca agora estava bem acostumada e eu conseguia chupar seu pau todo, com meu nariz se afundando e sentindo o maravilhoso cheiro másculo de seus pentelhos. Mamei seu pau mais rápido, para sua comida não esfriar e depois de cinco minutos, seu pau gozou um total de treze jatos de leite farto. Aquilo seria minha refeição completa.

Victor: a refeição perfeita para a fêmea perfeita

Assim que ele terminou de comer a comida toda e eu lavar a louça, nós dois fomos para o quarto novamente e começamos a nos despir, pois por incrível que pareça, já estava escurecendo. Nós dois iríamos estrear o colchão novo, e pela primeira vez, eu iria dormir com meu homem em uma cama de verdade.
Naquela noite, aproveitamos para vermos televisão, nos paparicar e depois fizemos um dos sexos mais selvagens de toda minha vida. Depois de gozar três vezes, Victor ainda parecia ter mais disposição para meter, mas ele estava cansado. Fiquei deitado em cima de seu peitoral suado, enquanto meu cuzinho/bucetinha estava transbordando de esperma.

Victor: vai ser tão bom aqui, querida, só vc e eu, só nós

Ele falou isso enquanto acariciava minha cabeça, e a sua outra mão estava em minha bunda, até que eu tive coragem de falar para ele.

Eu: amor?

Victor: sim

Eu: eu...

Victor: que foi?

Eu: eu acho que eu posso estar grávida

Victor: sério?

Eu: sim, vc fez eu ter esse corpo, acho que não seria impossível vc me engravidar

Victor: claro, mas se for isso mesmo, vc vai me fazer ser o homem mais feliz do mundo

No dia seguinte, Victor foi comprar um teste de gravidez rapidamente. E quando ele voltou, eu fiz, e deu positivo. Eu estava esperando um bebê do Victor, e isso o deixou muito feliz, pois agora ele seria pai, algo que ele mais queria no mundo.

Os primeiros dias na nova casa, foi de adaptação. Por isso tivemos que comprar algumas coisas novas para casa, além de coisas para os bebês, pois o Victor certeza que queria uma família bem grande. A minha barriga nem tava grande, e ele já estava super empolgado. Porém, certas coisas eu mesma tinha que sair de casa para fazer. Para isso, eu tive que perder a vergonha de sair na rua vestida de mulher, algo que eu já fazia na prisão, mas agora todo mundo ao redor, só me conhece como uma mulher e não um garoto como eu nasci.
Nesse tempo passei a fazer as compras de comida para casa, enquanto o Victor voltava a fazer amizades com seus colegas jogadores de basquete. Essa passou a ser nova rotina, mas até que certo dia eu sofri um assédio que as mulheres sofrem diariamente.
Eu estava no mercado, ainda fazendo as compras, enquanto eu tava com um vestido curto, com um enorme decote e por causa da gravidez, minhas tetas estavam realmente bem grandes, até que um homem de uns 40 anos passou por trás de mim punhetando seu pau e gozando na minha bunda sem nenhuma vergonha. Não sei como ninguém viu. O cara viu saiu e foi embora como se nada tivesse acontecido, enquanto eu tava com a bunda sobre o vestido toda gozada. Com o dedo eu peguei um pouco do leite branquinho, antes de escorrer e botei na boca. Era um leite tão gostoso e doce, esperma de macho sempre será delicioso para mim.
Eu não contei esse episódio para o Victor, para não provocar sua ira.

Meses depois, minha barriga estava explodindo de grande. Eu dei a luz pelo cuzinho/bucetinha a um lindo menino que deve ser extremamente macho igual ao pai. Depois do primeiro filho, não paramos de ter mais. Victor sempre quis ser pai e eu não iria tirar esse sonho dele. Eu amava ser sua mulher e mãe dos seus filhos. Eu não me arrependia de nada. Uma das únicas coisas que eu tinha certeza no mundo, era que todos os dias eu iria sentar na piroca de meu marido Victor.
Não pudemos nos casar oficialmente, pois seria impossível explicar que eu tinha nascido menino e virado mulher sem fazer nada. Então, decidimos viver como marido e mulher, já que não podemos nos casar sem dar explicações. Como o Victor era um ex-jogador de basquete, ele tinha uma vida boa e deve uma vida ainda melhor para os filhos. Isso não dá pra reclamar.
Depois de décadas juntos, a libido do Victor nunca diminuiu e ele descarrega suas bolas e seu leite dentro de mim. Victor certeza que não era um homem comum, pois ele facilmente produzia litros e litros de esperma todos os dias, e ainda assim podia meter por várias horas. Eu tenho certeza, que alguns de nossos filhos é igual ao pai, por causa das características em comum, pau enorme, bolas enormes, alto, forte e extremamente masculinos. Eu tenho quase certeza que os outros meninos são iguais a mim, meninos que podem engravidar.

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