Meus pais são atores pornôs gays: O dia de voyeur
Meus pais são um casal gay que faz pornô. Ao completar 18 anos, finalmente tive coragem de pedir para participar na gravação.
O sol da tarde entrava pelas janelas grandes do estúdio no fundo da casa. O lugar cheirava a sexo antigo, a óleo de massagem, a porra seca no colchão impermeável e àquele perfume doce que os dois usavam pra mascarar o cheiro de gozo. Eu tinha dezoito anos fazia três meses. Magro, saradinho de academia caseira, peito quase liso, barriga marcada só o suficiente pra mostrar que eu treinava, mas o resto ainda tinha cara de moleque. O pau rosado de quatorze centímetros ficava evidente quando eu ficava de cueca, a cabecinha brilhante e sensível demais. Eu gozava com porra de verdade, jatos brancos e quentes que escorriam pelos dedos e manchavam qualquer coisa.
Meus pais tinham trinta e cinco. O loiro, o que me fez fodendo uma amiga anos atrás, era peludo pra caralho: peito coberto de pelos dourados, barriga, coxas, até a base do pau grosso tinha um ninho denso. O moreno, o que me adotou quando eu ainda era bebê, tinha a pele lisa, poucos pelos, só uma trilha fina descendo do umbigo até o pau escuro e curvado pra cima. Os dois sarados de academia de verdade, peito largo, braço grosso, bunda dura de quem fode e é fodido profissionalmente há quinze anos.
Eu cresci vendo aquilo. Aos treze eu flagrei eles pela primeira vez. Fiquei escondido atrás da porta entreaberta do estúdio, pauzinho já duro na mão, assistindo o loiro enfiando a rola até o fundo no cu do moreno enquanto gritava “abre pra porra, filho da puta”. Eu bati uma ali mesmo, gozando quieto no chão. No dia seguinte eles me chamaram. Não brigaram. O loiro só sorriu de lado e falou:
— A gente viu a porra no chão, moleque. Se quer ver, pode ver. Mas de frente.
A partir daí eles me deixaram assistir. Primeiro de longe, depois sentado numa cadeira no canto enquanto gravavam. Eu batia punheta vendo as gravações antigas também, no notebook do estúdio, com eles sabendo. Às vezes o moreno pausava o vídeo, olhava pra mim e falava “aperta mais forte, vai”. Outras vezes o loiro me mandava chegar mais perto só pra eu sentir o cheiro. Sexo nunca foi tabu. Eles me explicaram tudo, me mostraram como gozar melhor, me deixaram ver cada detalhe. Mas eu nunca participei de verdade. Só olhava e batia.
Agora com dezoito eu queria mais.
Naquela tarde eu entrei no estúdio sem bater. Eles estavam montando a câmera. O loiro de short preto curto, o volume do pau já marcado. O moreno só de cueca branca, a bunda redonda esticando o tecido.
— Chegou cedo hoje — o loiro falou, sorrindo de lado. A voz dele sempre foi grave, cheia de saliva.
Eu fechei a porta. O coração batia no pescoço.
— Quero gravar com vocês.
Os dois pararam. O moreno virou o rosto devagar. O loiro arqueou a sobrancelha peluda.
— Como assim, moleque?
Eu engoli seco. A cueca já estava molhada na ponta.
— Eu bato punheta enquanto vocês trepam. Só isso. Na hora de gozar… vocês gozam em mim. Ou eu em vocês. Sem meter. Só a porra. Pra página. Acho que o público ia pirar.
Silêncio de três segundos. Depois o loiro riu baixo, aquele riso sujo que ele usava nas cenas.
— Filho da puta… você tá falando sério?
— Tô. Desde que eu flagrei vocês atrás da porta eu só penso nisso. Vocês me deixaram assistir, me deixaram bater vendo as gravações… agora eu quero participar. Vocês dois são uns pedófilos do caralho por fazerem isso na frente do filho, mesmo eu já sendo maior… e eu adoro.
O moreno se aproximou. Cheiro de sabonete e suor limpo. A mão grande dele pousou no meu ombro. Os olhos dele brilharam sujos.
— A gente sempre soube que esse dia ia chegar — ele falou, a voz baixa e rouca. — Desde a primeira vez que te pegamos espiando… a gente fantasiou. Muitas noites. Imagina o filho da gente no meio, pau na mão, pedindo a porra dos pais. E te ouvindo chamar a gente de pedófilo só deixa mais gostoso.
O loiro passou a mão no pau por cima do short. Já estava duro.
— Porra, é verdade. Quantas vezes a gente gozou falando do moleque assistindo… de como ia ser quando ele pedisse pra entrar. A gente sempre fantasiou esse momento, filho. Sempre. E agora você vem me chamar de pedófilo? Continua, putinha.
Eu senti o pau latejar dentro da cueca.
— Então… pode ser?
O loiro lambeu os lábios.
— Tira a roupa então.
Eu tirei a camiseta. O peito magro, os mamilos rosados e duros. A calça. A cueca. O pau rosado de quatorze centímetros pulou pra fora, a pele fina, a cabecinha já brilhando de pré-gozo. Eles olharam. O loiro soltou um “porra…” baixo. O moreno passou a língua nos lábios.
— Continua rosadinho, hein — o loiro falou, a voz ainda mais rouca. — Mas já engrossou gostoso. Do jeito que a gente imaginava quando te via batendo escondido. Fala de novo, chama a gente do que a gente é.
— Vocês são uns pedófilos de merda… deixaram o filho ver tudo, bater punheta pra vocês desde novinho, e agora tão me puxando pra dentro da cena — eu disse, a voz tremendo de tesão. — E eu quero mais.
Eles se despiram devagar, pra câmera. O loiro tirou o short e o pau grosso e peludo bateu na barriga. Vinte e poucos centímetros, veias saltadas, a cabeça vermelha já molhada. O moreno puxou a cueca e o pau escuro e curvado apareceu, mais fino mas comprido, a glande quase preta. Os dois se beijaram na frente de mim. Língua grossa, saliva escorrendo, mão no pau um do outro. Eu segurei o meu pau com a mão direita e comecei a masturbar devagar. A pele era tão sensível que só o toque já fazia minha perna tremer.
A câmera vermelha piscou. Gravando.
O loiro empurrou o moreno de quatro no colchão preto. Cuspiu no cu dele, enfiou dois dedos, abriu. O moreno gemeu baixo, olhando pra mim.
— Olha o moleque batendo uma pra gente — ele falou. — Do jeito que a gente sempre fantasiou… desde que ele espiava atrás da porta. E ainda nos chama de pedófilo… que delícia.
O loiro riu e enfiou o pau de uma vez. O som molhado ecoou no estúdio. O moreno arquejou, a bunda abrindo em volta da rola peluda. O loiro meteu fundo, devagar no começo, depois mais forte. Cada estocada fazia a barriga do moreno bater e o pau dele balançar. Eu apertei mais forte o meu pau. A mão subia e descia rápido, o polegar passando na fenda molhada. Minha respiração já estava ofegante.
— Mais forte — eu pedi, a voz falhando. — Mete nesse cu, pedófilo do caralho…
O loiro olhou pra mim por cima do ombro do moreno e meteu com força. O som de pele batendo em pele encheu o cômodo. O moreno gemia alto agora, a cara virada pra mim, a boca aberta.
— Vem mais perto — o loiro mandou. — A gente esperou anos pra ter o filho da gente aqui, pau na mão, pedindo. E te ouvindo xingar a gente assim só deixa o pau mais duro.
Eu me ajoelhei na beira do colchão. O cheiro de cu e pau e suor bateu forte. Eu via a rola do loiro sumindo e aparecendo, coberta de saliva e do óleo que eles tinham passado. Os pelos dourados da base estavam molhados. O pau do moreno batia na própria barriga a cada estocada, pingando no colchão.
Eu masturbava sem parar. O pau rosado inchado, a cabecinha roxa de tanto sangue. O pré-gozo escorria pelos dedos. O loiro puxou o cabelo do moreno e meteu mais fundo.
— Fala pra ele — o loiro rosnou.
O moreno olhou pra mim com os olhos semicerrados.
— Olha o cu do seu pai sendo comido… olha como ele abre. A gente sempre sonhou com você aqui, moleque. Desde o dia que te pegamos espiando… a gente gozava falando que um dia você ia pedir pra participar. Que ia bater punheta pra gente e tomar nossa porra. E agora você nos chama de pedófilos… continua, filho.
Eu balancei a cabeça, a mão voando no pau.
— Gosto pra caralho… dois pedófilos fodendo na minha frente e me fazendo bater punheta… porra, que tesão.
O loiro tirou o pau de uma vez. O cu do moreno ficou aberto, piscando, um fio de saliva escorrendo. O loiro se ajoelhou na minha frente, o pau sujo de cu quase na minha cara.
— Chupa a cabeça. Só a cabeça. Não é meter, é só limpar. Do jeito que a gente fantasiou tantas noites. E fica me chamando disso enquanto chupa.
Eu abri a boca. O gosto amargo e salgado invadiu a língua. Eu chupei só a glande, a língua rodando, enquanto continuava batendo punheta.
— Pedófilo… gostoso pra caralho… — eu murmurei em volta da cabeça do pau dele.
O loiro gemeu baixo e empurrou um pouco mais. Eu engasguei de leve. Ele tirou.
— Bom menino. Sempre soubemos que você ia ser assim. Chama de novo.
— Pedófilos do caralho… vocês dois.
Ele voltou pro cu do moreno e enfiou de novo. Agora mais rápido. O estúdio cheirava só a sexo. Eu estava de joelhos, pau na mão, babando, olhando os dois. O moreno estendeu a mão e pegou no meu pau. A mão grande e quente cobriu quase tudo. Ele masturbou devagar enquanto o loiro comia ele.
— Rosadinho pra porra… mas duro pra caralho — ele falou, a voz cortada pelas estocadas. — Do tamanho que a gente imaginava quando te via gozar assistindo as gravações. E te ouvindo xingar a gente de pedófilo só faz eu apertar mais forte.
Eu gemi alto. A mão dele era áspera, os dedos grossos. Ele apertou a cabecinha e esfregou o pré-gozo. Eu quase gozei ali mesmo.
O loiro meteu até o fundo e parou.
— Vira ele.
O moreno se virou de barriga pra cima. O loiro ergueu as pernas dele e enfiou de novo, agora de frente. O pau do moreno batia na própria barriga. Eu me aproximei mais. O loiro pegou minha mão e colocou no pau do moreno.
— Bate nele também. Mostra pro filho como a gente sempre quis. E fica falando putaria.
Eu segurei os dois paus: o meu rosado na mão esquerda, o do moreno grosso e escuro na direita. Masturbava os dois no mesmo ritmo. O loiro metia fundo, olhando pra mim.
— Isso… olha o filho da gente batendo punheta pros pais. A gente fantasiou tanto esse momento… o moleque que espiava atrás da porta agora aqui, pedindo nossa porra e nos chamando de pedófilos.
Eu gemia sem parar. O tremor já estava forte. O moreno estendeu a mão e apertou meu peito, o dedo no mamilo.
— Goza pra gente. Goza no peito do seu pai. Do jeito que a gente sempre quis ver. Fala de novo enquanto goza.
— Vocês são uns pedófilos… fizeram o filho virar putinha de vocês… — eu ofegava.
O loiro tirou o pau do cu do moreno de novo. Estava inchado, vermelho, pulsando. Ele se ajoelhou do meu lado. O moreno também. Os dois na minha frente, paus duros, mãos nos próprios paus agora.
— Abre a boca — o loiro mandou. — A gente esperou anos pra gozar no filho. E adora te ouvir xingar a gente assim.
Eu abri. Eles se masturbavam rápido, bem na minha cara. O cheiro forte. O loiro gozou primeiro. O jato grosso e quente acertou minha língua, meu queixo, desceu pelo peito. O moreno veio logo depois, a porra mais branca e em quantidade absurda, cobrindo minha boca, meu peito magro, escorrendo até o umbigo. Eu continuei batendo o pau rosado com força. O tremor veio. Meu corpo inteiro tremeu. Eu gozei. Jatos brancos e quentes saíram da fenda, escorrendo pelos dedos, caindo no colchão misturado com a porra deles. Eu gemi alto, a voz falhando, os olhos fechados, ainda conseguindo falar entre os espasmos:
— Pedófilos… porra… gozando no filho de vocês…
Quando abri, os dois estavam me olhando. O loiro passou o dedo na minha boca e meteu o dedo sujo de porra entre meus lábios. Eu chupei.
— Boa, moleque — ele falou, a voz baixa. — Primeira gravação. Página vai pirar. E a gente finalmente realizou a fantasia de anos… e ainda te ouvimos nos chamando de pedófilos o tempo todo. Delícia.
O moreno limpou um pouco da porra do meu peito com a mão e esfregou no meu pau ainda sensível. Eu estremeci.
— Próxima a gente vai mais longe — ele disse. — Se você aguentar. A gente sempre quis quebrar esse cu devagarinho… e você pode continuar nos xingando o quanto quiser.
Eu ainda tremia. O pau rosado mole agora, coberto de gozo e da porra deles. Eu olhei pros dois. O loiro peludo, o moreno liso, os corpos suados, os paus ainda semi-duros.
— Eu aguento — eu falei, a voz rouca. — Podem continuar sendo os pedófilos que são…
Eles riram. A câmera ainda gravava. O loiro se inclinou e lambeu um fio de porra que escorria do meu queixo.
— Então prepara o cu, filho. Porque a gente vai quebrar ele devagarinho. Do jeito que a gente fantasiou desde o dia que você espiou a gente atrás da porta. E a gente adora quando você nos chama disso.
Eu fechei os olhos. O gosto da porra deles ainda na língua. O pau já começava a endurecer de novo só com a promessa.
A gravação terminou ali. Mas o tabu já estava rachado de vez. E eu sabia que na próxima eu ia pedir mais… e ia continuar xingando eles do jeito que mais me deixava duro.
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