Muito mais que bons amigos - Parte 5
Aos poucos, a rotina foi entrando nos eixos. A Emilly começou a sair mais de casa para esfriar a cabeça e tentar superar a perda da mãe, e a nossa casa nova virou o refúgio perfeito pra ela. Ela aparecia quase todo fim de tarde, trazendo alguma besteira pra gente comer ou ajudando a Gi a escolher decorações.
Numa sexta-feira, eu estava na sala ajeitando o rack da TV quando a porta da frente abriu. A Emilly entrou rindo, carregando uma sacola cheia de pães de queijo quentinhos e uma caixa de doces.
— Trouxe o lanche! — ela avisou, colocando tudo em cima da mesa.
— Ah, não acredito! Pão de queijo fresquinho? Você é um anjo, Emilly! — a Gi falou, vindo da cozinha com os olhos brilhando e dando um abraço apertado nela.
A Emilly sentou no nosso sofá, tirou os chinelos e cruzou as pernas, super à vontade.
— Ai, Gi... você não sabe a falta que me faz ter movimento em casa. Estar aqui com vocês me dá uma paz tão grande. Me faz esquecer um pouco essa tristeza toda.
— Essa casa é sua também, amiga — a Gi respondeu, sentando do lado dela e pegando um doce. — A gente ama quando você vem.
Pouco tempo depois, o Vinicius chegou. Ele bateu na porta, entrou com aquele jeito calmo de sempre e deixou um fardo de cerveja no balcão. Deu um beijo carinhoso na testa da esposa, cumprimentou a Gi e depois veio até mim, me dando um aperto de mão firme e amigável.
— Tudo em ordem por aqui, Vitor? — ele perguntou, tranquilo.
— Tudo certo, Vini. Ajeitando as últimas coisas — respondi, sustentando o olhar dele por um segundo a mais sem deixar nada transparecer.
— O Vini tava me dizendo no caminho que a gente podia fazer um almoço aqui no domingo — a Emilly sugeriu, olhando pra gente com um sorriso leve. — Eu faço aquele estrogonofe que você adora, Gi, e os meninos cuidam das bebidas. O que acham?
— Eu topo! — a Gi comemorou.
O clima ficou super gostoso e simples. A Emilly estava conversando super solta, rindo, enquanto o Vinicius tomava uma cerveja encostado no balcão comigo. Pra quem olhasse de fora, era só um grupo de quatro grandes amigos curtindo o fim de tarde na casa nova. Ninguém imaginava a teia de desejos e segredos que estava rodando por baixo dos panos.
O domingo chegou com aquele solzinho gostoso. Logo cedo, a Emilly já bateu aqui em casa com duas sacolas grandes cheias de ingredientes pro estrogonofe. Ela parecia outra pessoa, bem mais animada do que nos últimos dias, e isso deixou o clima leve logo de cara.
A Gi correu pra cozinha pra ajudar a Emilly a picar o frango e temperar as coisas. As duas ficaram lá no falatório, rindo alto e ouvindo música no celular, numa sintonia boa de ver.
Eu estava no quintal dos fundos recolhendo uns panos de chão quando o Vini apareceu. Ele entrou pela lateral da casa, de bermuda, chinelo e uma regata simples, bem relaxado. Ele encostou na parede, deu um sorrisinho de canto e me olhou de cima a baixo.
— Fala, Vitor. Tudo tranquilo por aqui? — ele perguntou, com aquela voz calma dele.
— Tudo certo, Vini. As meninas já tão dominando a cozinha — respondi, guardando o balde e me aproximando dele.
A gente caminhou pro corredor do lado da casa. Ele abriu uma cerveja trincando de gelada que trouxe na mão, me entregou uma lata e deu um gole na dele, olhando pra janela da cozinha, onde a Emilly dançava desengonçadamente com a Gi perto do fogão.
— Bom ver a Emilly assim, rindo de novo — o Vini comentou num tom baixinho, bem sincero, do meu lado. — Ela gosta demais de vocês dois. Essa mudança de vocês pra cá foi a melhor coisa que aconteceu.
— A gente também adora vocês, cara. De verdade — falei, dando um gole na cerveja e sentindo o ombro dele encostar de leve no meu no corredor estreito.
Na hora, aquele toque simples deu um estalo de tesão, lembrando tudo o que a gente já tinha aprontado escondido. Mas a gente continuou ali, lado a lado, tomando cerveja e trocando uma ideia simples sobre futebol e sobre o trabalho, como dois bons amigos.
Quando o almoço ficou pronto, a gente se juntou na mesa nova da sala. O estrogonofe da Emilly tava uma delícia, e a Gi não parava de elogiar. O papo fluiu solto, sem pressa nenhuma. A Emilly contava histórias engraçadas de quando era mais nova, o Vini tirava onda com a minha cara e a gente só dava risada.
A gente já tava comendo a sobremesa — um pavê de morango que a Emilly levou —, todo mundo largado nas cadeiras da mesa da sala com o bucho cheio.
A Gi raspou o pratinho, olhou pro Vini com um sorriso sacana e soltou, sem pensar duas vezes:
— Amiga, essa comida tá boa demais, sério. Você cozinha bem pra caralho! Mas ó... o Vini também faz umas coisas bem gostosas quando quer, viu?
A Emilly deu uma risada gostosa, toda boba, e olhou pro marido.
— Ah, isso é verdade! Quando ele resolve ir pra cozinha ou fazer um churrasco, ele não brinca em serviço não.
O Vini só deu aquele sorrisinho discreto de canto, olhou bem nos meus olhos e mandou num tom super calmo:
— Que isso, Gi... Eu só gosto de deixar todo mundo bem satisfeito.
A Gi deu uma risadinha, sem nem imaginar o fundo de verdade e a sacanagem por trás daquela frase, achando que era só brincadeira sobre comida. Meu pau deu uma fisgada na hora.
Por baixo da mesa, o Vini esticou a perna devagar e encostou o pé no meu calcanhar, subindo devagar pela minha canela e me encarando em silêncio, enquanto as duas continuavam conversando super distraídas.
A Gi e a Emilly engataram num papo super empolgado sobre o resto da comida e os doces da semana. A Emilly puxou a cadeira mais pra perto da Gi, rindo e mostrando umas fotos no celular de um bolo que ela queria tentar fazer no próximo fim de semana.
— Amiga, olha isso aqui! A gente precisa fazer essa receita juntas na sexta — a Emilly falou, encostando o ombro no da Gi e apontando pra tela.
— Nossa, me deu água na boca só de ver! Já vamos marcar sim — a Gi respondeu, com a mão no ombro da Emilly, super entusiasmada.
As duas ficaram ali bem grudadas, dividindo o celular e dando risada de umas bobeiras que viam no Instagram. O clima entre elas estava tão solto e gostoso que parecia que se conheciam desde pequenas, uma sintonia boa de acompanhar.
Eu e o Vini ficamos mais na nossa, só escutando e tomando a cerveja em silêncio. Ele tirou o pé da minha perna pra não dar na cara e só ficou observando as duas conversarem, com uma cara bem tranquila.
— Vocês duas juntas não param um minuto, né? — o Vini comentou, rindo fraco, num tom super leve.
— Deixa a gente, Vini! A gente tá planejando o cardápio da semana — a Gi zoou, dando uma piscadinha pra Emilly.
Enquanto olhavam mais coisas no celular, a Gi deu um tapinha no joelho da Emilly, cheia de ideia.
— Amiga, tive uma ideia agora! Tem aquela feirinha de artesanato e plantas que abriu lá no centro, lembra? Podíamos ir nós duas no próximo sábado de manhã pra olhar umas coisas pra casa.
— Nossa, Gi, eu topo muito! — a Emilly respondeu na hora, toda animada. — Tô doida pra comprar umas xícaras novas e mais umas plantinhas pro quintal.
— Fechado então! Mas ó... — a Gi olhou pro Vini com uma cara de pau engraçada e soltou rindo: — Emilly, você vai ter que me emprestar o Vinicius umas duas horinhas antes pra ele ir lá de carro comigo carregar as sacolas pesadas, tá? O Vitor é meio enrolado pra essas coisas.
A Emilly deu uma gargalhada gostosa e deu um tapinha no braço do Vini.
— Pode levar, mulher! Empresto sim. Ele serve exatamente pra isso, carregar peso e fazer frete de graça!
O Vini só deu aquele sorrisinho de canto, bem calmo, e me olhou por um segundo antes de responder pra ela:
— Se for pra ajudar, eu vou sem problema nenhum, Gi. É só me avisar o horário.
Eu continuei tomando minha cerveja em silêncio, sentindo aquele arrepio na espinha de pensar na Gi saindo sozinha com o Vini, sem nem desconfiar do risco que estava correndo.
Assim que deu umas cinco da tarde, o Vini e a Emilly começaram a se arrumar pra ir embora. A Emilly juntou as vasilhas dela na mesa, super satisfeita depois de passar a tarde toda rindo e conversando com a Gi.
— Gi, amei o nosso domingo! A gente precisa repetir mais vezes — a Emilly falou, dando um abraço apertado na minha mulher perto da porta de saída.
— Com certeza, amiga! Sábado que vem a gente já tem a nossa feirinha combinada — a Gi respondeu, sorrindo e retribuindo o abraço.
O Vini me deu um aperto de mão firme no corredor da entrada, olhando nos meus olhos daquele jeito calmo dele, sem soltar a minha mão rápido demais.
— Valeu pelo almoço, Vitor. A gente se fala durante a semana pra ajeitar o sábado — ele disse, num tom bem tranquilo.
— Valeu, Vini. Abraço — respondi, mantendo a voz firme.
Eles saíram caminhando devagar pela rua de trás em direção à casa deles. Eu fiquei encostado na porta observando os dois se afastando, com a brisa do fim de tarde batendo na minha cara.
A Gi fechou a porta, suspirou fundo com uma cara de cansada, mas feliz, e encostou a cabeça no meu ombro.
— Ai, amor... Que dia gostoso, né? O Vini e a Emilly são parceiros demais pra gente.
A gente tomou um banho rápido pra tirar o calor do dia e deitou na cama de casal, com o ventilador ligado no fraco e a luz do abajur deixando o quarto meia-luz.
A Gi encostou a cabeça no meu peito, passando os dedos devagar pela minha barriga. Ela deu uma risadinha baixa, daquelas bem safadas, e soltou no meu ouvido:
— Amor... Posso te confessar um negócio bem feio?
— Fala, Gi — respondi, fazendo carinho nos cabelos dela.
— Eu passei a tarde toda olhando pro Vini com aquela regata... Puta que pariu, que homem gostoso. Eu tô louca pra dar pra ele, de verdade. Fico só imaginando aquele braço grosso me prendendo na cama.
Aquelas palavras saíram da boca dela feito um tiro. Em vez de ciúme, me deu um arrepio quente subindo pela espinha, lembrando exatamente da força do Vini sobre mim no sofá. Meu pau respondeu no mesmo segundo, ficando duro pra caralho contra a coxa dela.
— É, é? Você quer o Vini, é? — perguntei baixo, com a voz meio rouca
— Quero, mas eu amo é você... — ela murmurou, subindo no meu colo e me olhando nos olhos.
Eu puxei a Gi pra mim com vontade. Colei meus lábios nos dela num beijo calmo, profundo, sentindo o gosto do perfume dela misturado com o calor da pele. Fui descendo a mão devagar pelas costas dela, apertando a cintura fina e subindo até os seios, massageando com carinho enquanto a gente se beijava.
Ela deu um suspiro comprido na minha boca, me abraçando pelo pescoço. Puxei a calcinha dela pro lado sem pressa e alinhei a cabeça do meu pau na entrada dela, que já estava completamente molhada.
Fui entrando devagar, sentindo a carne dela apertando a minha, centímetro por centímetro. A Gi soltou um gemido baixinho, bem manhoso, e jogou a cabeça pra trás.
— Isso, amor... Fica dentro de mim — ela pediu, sussurrando perto do meu ouvido.
Comecei a meter macio, num ritmo gostoso, abraçando o corpo dela forte contra o meu. Eu olhava pra cara dela entregue, sentindo a quentura de nós dois misturada no lençol, ouvindo a respiração dela ir ficando curta. Fui aumentando a velocidade aos poucos, curtindo cada encaixe, sentindo aquele amor gostoso misturado com o tesão pesado do segredo que só eu carregava.
A Gi me apertou com as pernas, gemendo o meu nome bem fundo até tremer inteira no meu colo, tendo um orgasmo gostoso e demorado. Eu segurei a bunda dela com força, meti mais duas vezes bem fundo e me derramei todo dentro dela, desabando por cima do corpo dela num abraço bem apertado.
O sábado de manhã chegou com o sol alto. O Vini encostou o carro na frente de casa no horário combinado, buzinando duas vezes bem fraco. A Gi já estava pronta, toda arrumada de shortinho jeans e uma regata branca.
— Amor, o Vini chegou! Tô indo nessa, volto logo pra gente almoçar — ela disse, me dando um selinho rápido antes de sair afobada.
Da janela da sala, vi ela entrando no banco do carona. O Vini acenou pra mim de leve, deu ré no carro e saiu acelerado dobrando a esquina. Mal sabia ela que o rumo não era feira nenhuma; o Vini já tinha esquematizado tudo pra levar a minha mulher direto pro motel, aproveitando a brecha perfeita que ela mesma tinha criado.
Poucos minutos depois, a Emilly bateu na porta e entrou com uma sacolinha na mão.
— Vitor? A Gi já foi? — ela perguntou, com um sorriso fofo.
— Já sim, acabou de sair com o Vini — respondi, fechando a porta.
— Ah, perfeito... Eu vim te fazer companhia pra você não ficar sozinho. Vou só usar o banheiro rapidinho, tá?
Ela caminhou até o corredor e se trancou no banheiro. Fiquei no sofá esperando, achando que ela só ia lavar as mãos. Mas a demora começou a me deixar curioso. De repente, a porta do banheiro abriu devagar.
A Emilly saiu de lá completamente transformada. Ela estava vestindo uma fantasia curtíssima de enfermeira, com uma saia branca bem justa que mal cobria a bunda, um decote profundo mostrando metade dos peitos e um tiara com a cruz vermelha na cabeça.
Ela deu uma voltinha rindo, com a cara toda vermelha de vergonha, mas super empolgada.
— E aí, paciente... O que achou do meu remédio? A Gi me contou que você andava meio cansado esses dias, vim cuidar de você!
O meu pau ficou ereto na hora, vendo a esposa do Vini ali, quase pelada na minha frente, enquanto o marido dela estava no motel com a minha mulher.
A Emilly deu um passo pra frente, rebolando devagar. Ela chegou bem perto, ajoelhou no meio das minhas pernas no chão da sala e passou as mãos unhas compridas pelas minhas coxas.
— Nossa, Vitor... Pelo visto a febre tá alta aqui, né? O remédio vai ter que ser forte — ela sussurrou, olhando de baixo pra cima com uma cara de pura devassa.
Ela não perdeu tempo. Puxou meu short pra baixo de uma vez com cueca e tudo. Meu pau pulo pra fora, ereto pra caralho, batendo no queixo dela. A Emilly soltou um gemido de satisfação, pegou na base com a mão quente e deu uma lambida comprida do saco até a cabeça, engolindo tudo de uma vez logo em seguida.
A boca dela era quente, apertada, e ela garganteava meu pau sem dó, chupando com força enquanto massageava minhas bolas com a outra mão. Eu metia os dedos no cabelo dela, puxando pra baixo, sentindo o tesão tomar conta de mim enquanto imaginava a Gi numa cama de motel sendo arrombada pelo Vini daquele mesmo jeito.
— Caralho, Emilly... Chupa essa porra... — resmunguei, sustentando o ritmo da cabeça dela no meu pau.
Ela tirou a boca babada, olhou pra mim rindo e subiu no sofá de costas, empinando aquela bundinha redonda coberta só pelo pano micro da fantasia. Ela puxou a calcinha minúscula pro lado, mostrando a bucetinha toda molhada, brilhando de tesão.
— Vem, Vitor! Aplica essa injeção logo que eu não tô aguentando mais!
Eu levantei do sofá, peguei ela pela cintura com força e segurei na saia de enfermeira. Alinhei a cabeça do meu pau na entrada da bucetinha dela e meti de uma vez só, rasgando até o fundo. A Emilly soltou um grito alto, cravando as unhas no estofado do sofá e rebolando pra trás contra a minha virilha.
— Puta que pariu! Que pica gostosa, Vitor! Enfia tudo! — ela gemia alto, completamente descontrolada.
Comecei a socar forte, num ritmo rápido e bruto. O som da minha virilha batendo na bunda dela ecoava na sala inteira. A fantasia de enfermeira ia subindo e se rasgando toda no peito enquanto eu apertava os peitões dela por cima do decote, puxando pra trás enquanto metia sem parar. Ela jogava a cabeça pra trás, pedindo mais tapa na bunda e mais força, parecendo uma cadela no cio.
A sensação de tá fodendo a mulher do meu amante, na minha sala, enquanto ele comia a minha no motel, fez meu sangue ferver. Aumentei a velocidade das socadas, metendo até a talo, ouvindo a buceta dela estalar de tão molhada. A Emilly começou a tremer inteira, gemia fininho e travou a bunda contra o meu pau, tendo um orgasmo violento que fez a carne dela apertar minha pica com força.
Ver ela gozando no meu pau foi o limite. Dei mais três socadas fundas, afundando a pica inteira dentro dela, e me derramei todo, gozando rios de leite bem fundo na boca do útero da mulher do Vini.
Eu tirei meu pau de dentro dela bem devagar, sentindo o leite escorrer pelas coxas da Emilly. Ela caiu deitada no sofá, toda afogueada, com a respiração curta e o peito subindo e descendo rápido dentro daquela roupinha de enfermeira toda amarrotada.
Eu me sentei do lado dela, puxando o corpo dela pra perto do meu. A Emilly deitou a cabeça no meu peito, me abraçando forte pela cintura, enquanto eu passava a mão no cabelo dela e fazia um carinho gostoso nas costas.
— Caralho, Vitor... Que loucura foi essa? — ela sussurrou, dando uma risadinha abafada e cobrindo o rosto vermelha de vergonha, mas com um brilho no olho.
— Você que chegou aqui me provocando com essa fantasia, uai — falei baixo, rindo junto e dando um beijo carinhoso na testa dela.
Ficamos ali jogados no sofá por um bom tempo, conversando num tom calmo, abraçados e trocando sorrisos cúmplices. O clima entre a gente ficou incrivelmente íntimo e leve, uma mistura gostosa de afeto com aquele tesão pós-coito. Ela brincava passando a ponta dos dedos no meu peitoral, e a gente ria das bobeiras de vizinhos, completamente à vontade no corpo um do outro, sem pressa nenhuma de se levantar.
De repente, a maçaneta da sala girou de vez.
A Gi e o Vini entraram juntos na sala, rindo de alguma besteira e carregando umas sacolas de compras. Os dois travaram no mesmo segundo quando viram a cena: eu de short meio aberto e a Emilly no meu colo, de enfermeira, com a saia lá em cima e descabelada.
A Gi arregalou os olhos, de boca aberta, quase deixando as sacolas caírem no chão.
O Vini olhou pra esposa de cima a baixo, depois olhou bem nos meus olhos. Ele deu aquele sorrisinho de canto, calmo como sempre, sem demonstrar pingo de ciúme.
— Eita... Pelo visto a gente atrapalhou a consulta — o Vini soltou, num tom debochado.
A Emilly deu um pulo de susto do meu colo, vermelha igual um pimentão, tentando puxar a saia curta pra cobrir a bunda.
— Gi! Meu Deus! Que vergonha! — a Emilly gaguejou, rindo de puro desespero.
A Gi continuava paralisada olhando pra fantasia da amiga, enquanto o Vini me encarava com aquele olhar de quem sabia de tudo.
A Gi piscou umas duas vezes, ainda tentando processar a cena, e soltou as sacolas no chão. Eu achei que ela ia dar um escândalo, mas ela olhou bem pro meu pau marcado no calção, olhou pra bunda da Emilly com a calcinha de fora, e deu uma risada alta, balançando a cabeça.
— Que vergonha o quê, Emilly! Vergonha é você não me avisar que ia ter brincadeira de médica aqui em casa!
Eu e a Emilly nos olhamos sem entender nada. O Vini fechou a porta devagar, encostou a bunda na mesa e ficou só observando, com os braços cruzados e aquele sorrisinho no rosto.
A Gi chegou perto do meu colo, passou a mão no meu pescoço ainda suado e olhou bem nos olhos da Emilly.
— Sabe o que é engraçado, amiga? — a Gi sussurrou, bem pertinho do rosto dela. — O Vini passou o caminho todo do motel ao mercado me dizendo que você tinha uma surpresa pra gente hoje... Só não imaginei que o Vitor ia provar do remédio primeiro.
A Emilly arregalou os olhos, sem saber onde enfiar a cara, mas a Gi não esperou. Ela puxou a Emilly pelo pescoço e deu um beijo de língua na boca dela, ali mesmo, na minha frente. A Emilly deu um gemidinho de susto, mas no segundo seguinte já estava correspondendo, segurando na cintura da minha mulher.
Eu fiquei duro na hora, sem acreditar no que estava vendo.
O Vini deu dois passos pra frente, parou do lado do sofá, tirou a camisa sem pressa nenhuma e olhou pra mim.
— Viu só, Vitor? — o Vini falou bem baixo, com a voz rouca, olhando pras duas se pegando no meu colo e depois pra minha virilha. — Eu disse que esse sábado ia ser bom pra todo mundo.
A Gi arrancou a regata e jogou no chão, deixando a bucetinha dela pegando fogo em cima do meu colo, enquanto a Emilly rebolava pelada do nosso lado, com a roupinha de enfermeira toda rasgada.
O Vini tirou a calça de uma vez e a rola dele pulou pra fora, enorme, grossa pra caralho, com a cabeça vermelha e brilhando de tão ereta. Que piroca linda, um pau de respeito que fazia qualquer uma tremer só de olhar.
A Gi olhou pra aquela pica do Vini e os olhos dela até brilharam. Ela não esperou nem um segundo: ajoelhou no chão, pegou naquela rola grossa com as duas mãos e meteu a boca com vontade. Ela engolia o pau dele todinho, chupando com força, fazendo um barulho molhado delicioso enquanto o Vini segurava no cabelo dela, dando socadas suaves na boca da minha mulher.
Eu puxei a Emilly de costas pro meu colo. Alinhei meu pau na buceta dela, que já estava ensopada de suor e tesão, e meti fundo de uma vez. Ela deu um grito gostoso, jogando a cabeça pra trás.
— Isso, Vitor! Mete nessa buceta! — a Emilly gemia, começando a cavalgando no meu pau, quicando sem parar, fazendo a bunda dela bater forte na minha virilha.
A Gi saiu da rola do Vini, deitou de bruços no sofá, empinou o cuzinho bem pro alto e olhou pra trás, doida pra ser arrombada. O Vini chegou por trás dela, segurou firme na cintura da Gi e meteu aquela pica enorme direto na bucetinha dela. A Gi soltou um gemido alto, rolando os olhos de puro prazer enquanto o pau do Vini entrava todo, esticando a carne dela até o talo.
A sala virou uma loucura de gemidos e estalos de pele. A Emilly continuava quicando no meu pau feito uma cadela, e a Gi ia e voltava na piroca grossa do Vini, sentando com força, gemendo o nome dele sem parar. As duas se olhavam e se beijavam no meio da putaria, completamente entregues.
Eu segurei a Emilly com força pela cintura, metendo por baixo com toda a vontade, vendo a Gi ser massacrada por aquela rola maravilhosa do Vini do meu lado. A Emilly travou o corpo, começou a tremer inteira e gozou forte no meu pau, gemia fininho, com a buceta apertando minha pica com força.
Ver aquela cena me fez chegar no limite. Aumentei as socadas na Emilly, meti bem fundo no fundo da buceta dela e me derramei todo, gozando rios de leite. No mesmo segundo, o Vini deu mais três socadas brutas na Gi, afundando aquela piroca monstruosa até o fim, e gozou pesado dentro da minha mulher, fazendo a Gi ter um orgasmo violento, tremendo e gemendo alto na sala.
A gente ficou ali deitado no sofá e no tapete, todo mundo sem força, tentando puxar o ar. O cheiro de suor e de porra tomava conta da sala inteira, com as meninas ainda suadas e com as coxas meladas.
A Gi virou de barriga pra cima, passando a mão na barriga, e deu uma risadinha meio preocupada, olhou pro Vini e depois pra mim:
— Gente... O papo tá ótimo, mas o Vini se derramou todinho dentro de mim sem camisinha. Vou precisar tomar uma pílula do dia seguinte pra não dar ruim, né?
A Emilly riu alto, ajeitando a touca de enfermeira que tinha sobrado na cabeça dela, e respondeu na hora:
— Poxa, Gi! O Vitor também se lambuzou todo dentro da minha buceta! Mas relaxa, amiga, a gente passa na farmácia agora mesmo. Eu também vou precisar de uma pílula, porque o seu marido não economizou no leite não!
O Vini deu aquele sorrisinho calmo dele, levantou do chão e começou a vestir a calça devagar, enquanto limpava a piroca com o pano da fantasia da Emilly.
— Pode deixar que eu passo no centro e compro pras duas — o Vini falou, me dando um tapa fraco na coxa.
A Emilly se levantou, vestiu o shortinho por cima da calcinha rasgada e deu um beijo gostoso na boca da Gi. Depois veio até mim, me deu um selinho demorado e um aperto forte no meu braço, sorrindo de canto.
— Obrigada por ser um bom paciente — ela zoou, rindo baixo.
— Valeu demais, gente. A gente se fala mais tarde — o Vini mandou, me olhando com aquele olhar cúmplice e dando um aperto de mão firme em mim antes de puxar a Emilly pela cintura pra fora da casa.
Eu tranquei a porta e voltei pra sala. A Gi veio caminhando devagar, pelada, e se jogou no meu colo. A gente se abraçou forte, sentindo o cansaço bom no corpo, e fomos direto pro chuveiro tomar um banho longo juntos.
Mais tarde, depois de tomar o remédio que o Vini deixou na caixa de correio, a gente deitou na cama de casal no arzinho do ventilador. A Gi encostou a cabeça no meu peito, ajeitou as pernas no meio das minhas e dormiu pesado em dois minutos. Eu fiquei ali no escuro, olhando pro teto, ouvindo a respiração dela e lembrando do sabor daquela tarde até fechar os olhos e pegar no sono também.
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Comentários (2)
Paizão safado.: Pronto...acabou o conto. Caiu no clichê de sempre, quando estava um lance legal entre o Vini e o Vitor está perfeito, agora caiu no clichê da troca de casais.
Responder↴ • uid:y8h79g8iLopedrinhofm: Que pena que pense assim
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