#Grupal #Incesto #Voyeur

A Fazenda dos Russos tarados - parte 2

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doida por dildo

ela continua sendo testada na pratica sexual pelo gerente da fazenda e com pai

Luísa saiu do escritório com as pernas um pouco moles. A calça verde colava na umidade, o tecido marcado bem no meio. O pátio ainda estava quase vazio. Ela atravessou sem olhar para os lados e entrou na casa três, fechou a porta, encostou as costas nela e ficou uns segundos só respirando.
O plug grande estava no quarto. Ela já sabia. Vinte e cinco centímetros, base larga, o flare preto grosso demais para o que o cu dela tinha aguentado até agora. O gerente tinha mandado para depois do almoço. Ela adiantou.
Foi até o quarto nua da cintura para baixo, a camisa do uniforme ainda no corpo. Abriu a gaveta. O plug estava no fundo, mais pesado que o outro. Pegou com as duas mãos. A silicone era fria, lisa, a ponta afinada e o meio já grosso, a base quase do tamanho da palma.
— Merda — murmurou.
Sentou na beira da cama, abriu as pernas, espremeu gel demais no flare e na entrada. Encostou a ponta no cu. A coceira da véspera ainda estava lá, quente. Empurrou o primeiro centímetro. Ardeu. Parou. Respirou. Empurrou de novo.
Dois. Três. A entrada esticou, ficou branca em volta. Ela mordeu o lábio, os olhos semicerrados.
— Grosso… é grosso demais.
Cinco. Seis. O meio do plug já abria ela de um jeito que o pequeno não tinha aberto. Luísa gemeu baixo, sozinha, a camisa subindo até os seios. Sete. Oito. Parou ofegante, o flare ainda longe, o silicone pulsando dentro.
Ficou assim uns minutos, só sentindo o peso. Depois desceu mais o quadril. O plug entrou outro tanto. Ela se levantou devagar, andou até a sala com ele atolado pela metade, cada passo fazendo a base puxar. Sentou no sofá, pernas abertas, e foi descendo o resto.
O flare encostou nas nádegas. Empurrou. Entrou. A base larga sumiu, só o círculo preto ficou visível entre as nádegas brancas. Luísa ficou parada, o peito subindo rápido, o cu latejando em volta da grossura.
Estava sentada em cima dele, o peso do corpo empurrando o plug mais fundo, quando a porta da frente abriu.
João entrou com a camisa suja, o boné na mão. Parou no vão. Viu a filha nua da cintura para baixo, a camisa verde amassada, as pernas abertas no sofá, o flare preto à mostra, a buceta bem na frente dele: vermelhinha, inchada, os lábios um pouco afastados, um fio claro escorrendo pela fenda até o sofá.
Ela não fechou as pernas.
— Pai. Adiantei. O gerente mandou o grande. Está atolado.
João fechou a porta. Tirou o boné. O pau já marcava a calça. Chegou perto, ajoelhou entre as pernas dela como o gerente tinha feito de manhã, mas sem a frieza. As mãos nos joelhos da filha, abrindo mais.
A xoxota estava vermelha mesmo. O grelo saltado, brilhante. A entrada um pouco folgada do pepino e do dildo, úmida demais. Ele passou o polegar de leve, só para ver. O dedo afundou sozinho.
— Está molhada pra caralho, filha.
Luísa olhou para ele com aquela cara meiga, os olhos úmidos, a boca entreaberta, o queixo um pouco caído. Não era o susto do primeiro dia. Era outra coisa. Quase pedindo.
— Eu quero agora. Com você. A primeira vez de verdade. Não o pepino. Você.
João tirou a camisa, o cinto, a calça. O pau saltou pesado, grosso na base, a cabeça já molhada. Ela segurou nele com as duas mãos, sentiu o calor, o peso, e encostou na entrada vermelha.
Ele empurrou devagar. A cabeça entrou. Luísa soltou um gemido curto, as unhas no ombro dele, a cara virada para cima, os olhos semicerrados, a boca formando um “ahn” pequeno, meigo, quase sem som.
— Devagar, pai… está grosso.
João enterrou mais um pouco. As paredes dela ainda apertavam, quentes, molhadas. Ele foi fundo, centímetro por centímetro, até a base encostar. Atolou. Ficou parado, o pau inteiro dentro da filha, sentindo ela pulsar em volta.
Luísa respirou contra o pescoço dele. A voz saiu baixa, doce:
— Está dentro. Inteiro. Eu sinto você. Fica. Me fode assim.
Ele começou a mover. Devagar no começo, depois um pouco mais fundo. Cada estocada fazia o plug mexer no cu dela. O som era molhado. A buceta vermelha engolia e soltava, o grelo esfregando na base dele.

A cara dela não mudou. Continuou aquela expressão meiga, os olhos úmidos olhando o pai, a boca entreaberta, um fio de saliva no canto. Gemidos curtos, quase de menina pedindo mais sem gritar.

João segurou a cintura dela e meteu até o fim. Luísa arqueou, as pernas tremendo, e gozou. Um jato quente, o corpo inteiro contraído, a buceta apertando o pau dele em ondas. Ela escondeu o rosto no ombro do pai, ofegante, ainda com aquela carinha doce mesmo no orgasmo.
Ele não tirou. Continuou dentro, latejando.
Luísa falou no ouvido dele, a voz rouca e meiga ao mesmo tempo:
— Agora o outro. Quero o cu também. Agora. Enquanto ainda está mole de gozar. Enfia no cu, pai. O plug já abriu. Quero sua pica lá.
João saiu devagar da buceta. O pau saiu brilhando. Ela virou de quatro no sofá, o flare preto ainda no lugar. Ele puxou o plug com cuidado. Saiu com um estalo úmido. O cu ficou aberto, vermelho, pulsando.
Luísa olhou por cima do ombro, a mesma cara meiga, os olhos brilhando:
— Enfia. Inteiro. Eu aguento.
Ele encostou a cabeça no cu dela, passou o molhado da buceta e empurrou. A entrada cedeu. Luísa mordeu o lábio, gemeu baixo, e foi descendo o quadril até ele atolado de novo, agora no cu.
Ficaram assim, o pai inteiro dentro da filha, os dois ofegantes, a casa três quieta, a regra da fazenda já valendo de outro jeito.
João ficou parado um segundo, o pau inteiro enterrado no cu da filha, sentindo ela pulsar quente em volta da base. Depois começou a mover.
Empurrou devagar no começo. O traseiro dela era redondo, branco, as nádegas firmes se abrindo e fechando em volta do pau grosso. Ele olhou. Viu a pica sumir centímetro por centímetro naquele cuzinho apertado, a pele esticando, o círculo vermelho engolindo a cabeça, o meio, até a base encostar de novo. Tirou quase tudo. A cabeça apareceu, brilhando, e sumiu outra vez.
Luísa gemeu baixo, a cara virada de lado no sofá, aquela expressão meiga ainda no rosto: olhos semicerrados, boca entreaberta, um “ahn” doce saindo a cada estocada.
— Assim, pai… fundo.
Ele segurou as nádegas dela com as duas mãos, abriu mais e começou a socar de verdade. O ritmo pegou. O pau entrava inteiro, sumia, voltava, a pele batendo na pele. O som ficou molhado e alto. Cada vez que ele atolava, o traseiro dela tremia, as nádegas batendo na barriga dele.
Luísa gemeu mais alto.
— Ai… pai… está fundo demais… não para.
João olhava só para aquilo. O cuzinho vermelho, inchado, abrindo e fechando no pau dele, a pica gorda desaparecendo até o fim e saindo de novo, coberta. O plug tinha aberto, mas ainda apertava. Ele metia com vontade agora, ritmo de foda gostosa, fundo, constante, sem pressa de gozar.
Ela gritou de verdade na décima estocada forte.
— Meu Deus… soca… soca esse cu… está gostoso pra caralho.
As horas passaram assim. O sofá rangeu. O sol bateu na janela e foi descendo. João parava só para passar mais gel, para ela respirar, e voltava a enterrar. Luísa gozou duas vezes com ele no cu: a primeira com a mão no grelo, a segunda só da penetração, o corpo inteiro tremendo, gemendo alto e gostoso, a voz rouca pedindo mais.
Ele gozou fundo, atolado, despejando dentro do cu da filha. Ficou parado, latejando, as mãos ainda nas nádegas dela, olhando o pau sumido até a raiz naquele traseiro meigo.
Só saíram de lá quando a luz já estava amarela. Tomaram banho juntos de novo. Dormiram pelados na cama de casal, o corpo dela colado no dele, o cu ainda latejando.
No outro dia Luísa acordou primeiro. João ainda dormia. Ela se vestiu só com o uniforme verde, sem calcinha, e sentou na beira da cama.
— Pai. A lista de hoje tem lesbianismo.
Ele abriu os olhos.
Ela falou baixo, a cara ainda aquela de ontem, meiga:

— Eu fiquei imaginando. Eu Chupar uma xoxota.

Sentir o gosto, a língua no grelo, os lábios molhados na boca. Vou tentar nas vizinhas. Nas duas da Aila. Ou pelo menos numa.

João passou a mão no cabelo dela.
— Vai. Se é a lista, vai.
Luísa saiu. A casa da russa ficava duas portas depois. Ela bateu. Aila abriu já de vestido fino, o sorriso de canto no lugar.
Oi amigas entrando

Treino de lésbica hoje vizinhas

A sala estava sempre preparada.

A filha dela — a loira — estava no sofá, nua da cintura para baixo, as pernas abertas.

A buceta dela era clara, os lábios finos, o grelo rosado já inchado. A de vinte não estava.
Aila fechou a porta.
— Só a mais nova hoje. A outra está no trabalho e Vocês duas eu auxilio.
Luísa ficou parada um segundo. Depois tirou a calça. Ficou de camisa verde e nada embaixo, a xoxota vermelhinha da noite anterior ainda visível.
Aila puxou a filha loira para o meio do sofá.

— Deita. Abre. Mostra para a novata essa sua buceta rosada.

A loira obedeceu. Deitou de costas, as coxas abertas, a buceta bem à mostra, um fio já brilhando. Aila segurou a cabeça de Luísa com a mão grande e empurrou devagar para baixo.
— Chupa. Língua no grelo primeiro. Devagar. Sente o gosto.
Luísa ajoelhou entre as pernas da outra. O cheiro era doce e ácido ao mesmo tempo. Ela encostou a boca. A língua passou no grelo. A loira soltou um gemido curto, as coxas tremendo.

Luísa chupou de verdade primeira vez.

Lambida larga nos lábios, depois a ponta da língua no grelo, depois a boca inteira cobrindo, chupando, o nariz encostado.

A xoxota da vizinha ficou molhada rápido. O gosto entrou na boca dela.
Aila ficou ao lado, a mão no cabelo das duas, voz calma:

— Isso. Mais fundo na minha filha. Enfia a língua.

A princesinha de dezenove gosta quando puxa o grelo com os lábios. Faz.

Luísa fez. A loira arqueou, gemeu alto, as mãos no cabelo da novata. Aila desceu a outra mão, abriu mais os lábios da filha com dois dedos e empurrou a cara de Luísa contra a buceta.

— Come essa xota. Inteira. É gostoso ver isso

Luísa chupou até a loira gozar na boca dela: um jato quente, o corpo tremendo, o grelo latejando contra a língua. Ela engoliu o que deu, o queixo molhado, a camisa verde amassada.
Aila sorriu de canto, ainda segurando as duas.
— Bom. Agora troca. Agora deita. A loira chupa. Eu fico olhando as duas putinhas lindas.

Luísa deitou no sofá, as pernas abertas, a xoxota vermelha e molhada da noite com o pai bem na frente da outra.

A loira desceu a boca nela sem hesitar. A língua entrou, chupou o grelo inchado, os lábios se fechando em volta.
Aila ficou de pé ao lado, os braços cruzados, o mesmo sorriso pequeno, olhando as duas princesinhas se comendo no sofá da casa dela.

A loira chupava a xoxota vermelha de Luísa com vontade, a língua larga passando no grelo inchado, a boca inteira cobrindo. Luísa gemeu alto, as mãos no cabelo loiro da vizinha, o quadril subindo sozinho contra a cara dela.
Aila não saiu do lugar. Abriu o vestido fino, passou a mão na própria buceta e começou a siriricar ali mesmo, de pé, os dedos rápidos no grelo, os olhos fixos nas duas. O sorriso de canto ficou maior.
— Isso, minhas putinhas. Come uma a outra.
Luísa puxou a loira para cima. As duas se beijaram de boca aberta, o gosto das xoxotas misturado na língua. Beijo molhado, longo, os seios encostando, as coxas entrelaçadas no sofá. Aila gemeu baixo vendo, os dedos mais fundo nela mesma.
— Agora o dildo. O de duas pontas.
A russa foi até a gaveta e voltou com o brinquedo. Sessenta centímetros, grosso no meio, as duas cabeças bem marcadas, o silicone escuro brilhando. Jogou no sofá entre as meninas.
— Vocês duas. Uma ponta em cada. Atola. Quero ver vocês unidas.
Luísa pegou uma ponta. A loira pegou a outra. As duas se ajoelharam de frente uma para a outra no sofá, pernas abertas, as xoxotas vermelhas e molhadas bem próximas. Passaram gel demais.
Luísa encostou a cabeça do dildo na entrada e empurrou. Entrou. Gemeu, os olhinhos semicerrados, a boca entreaberta, aquela cara meiga de quem estava amando. A loira fez o mesmo do outro lado. O silicone grosso sumiu nas duas ao mesmo tempo.
Elas foram empurrando. Centímetro por centímetro. O dildo longo desaparecia dentro da filha da casa três e dentro da vizinha. As paredes esticavam, o meio grosso abrindo as duas. Luísa olhou nos olhos da loira, os dois pares de olhinhos úmidos, brilhando, amando cada pedaço que sumia.
Aila siriricava mais rápido, orgulhosa, a voz rouca:
— Isso. Engole. As duas. Minhas princesinhas putas.
O silicone foi sumindo até quase não sobrar nada no meio. Elas se aproximaram mais. Os quadris avançaram. As bucetas ficaram cada vez mais perto. O dildo atolado nas duas, só uns centímetros visíveis entre elas.
Luísa gemeu alto.
— Está fundo… está unindo a gente.
Mais um empurrão. As xoxotas se encostaram. Buceta com buceta. Os lábios molhados se tocando, o grelo de uma raspando no da outra, o dildo inteiro desaparecido dentro das duas. Elas ficaram assim, coladas, ofegantes, os olhinhos fechando de tesão.
Aila gozou vendo, os dedos parados na própria buceta, o corpo tremendo, o sorriso orgulhoso no rosto.
— Encostou. Lindo. Agora mexe.

As duas começaram a se foder no dildo. Quadril contra quadril, as xoxotas batendo uma na outra, o silicone grosso saindo um pouco e sumindo de novo nas duas ao mesmo tempo. O som era molhado, alto. Luísa e a loira se beijavam de novo enquanto socavam, gemendo na boca uma da outra.

Não durou muito. Luísa gozou primeiro, o corpo inteiro travando, a buceta apertando o dildo, um jato quente escorrendo entre as duas. A loira veio logo depois, gritando baixo, as coxas tremendo, gozando colada na vizinha.

Ficaram paradas uns segundos, ainda unidas, o dildo atolado, as xoxotas latejando uma contra a outra. Aila se aproximou, passou a mão no cabelo das duas, orgulhosa.
— Bom treino. Vocês duas deram conta.

Elas se soltaram devagar. O dildo saiu comprido, grosso, brilhando. Foram para o banheiro juntas.

A água quente bateu nos corpos. Luísa e a loira se lavaram, se beijaram de novo debaixo do chuveiro, as mãos passando nas xoxotas ainda sensíveis. Aila ficou na porta olhando, o vestido ainda aberto.
Luísa voltou para a casa no fim da tarde, o cheiro da outra ainda nela. João estava no sofá, nu da cintura para cima, esperando.
Ela sentou do lado dele e contou tudo, a voz baixa, a cara meiga:
— Chupei a loira. Ela chupou a minha. A Aila ficou siriricando olhando, orgulhosa.

Depois o dildo de duas pontas. Sessenta centímetros. Grosso.

A gente atolou as duas pontas.

Foi sumindo dentro de mim e dentro dela. Os olhinhos da gente amando. Chegamos a encostar xoxota com xoxota. Gozei colada nela.

João passou a mão no cabelo da filha, o pau já mexendo.

— Minha putinha. Filha de orgulho. Está virando exatamente o que a fazenda quer. E o que o pai gosta de ver.
Ele puxou ela para o colo. Luísa encostou a cabeça no peito dele, ainda ofegante da memória, e sorriu pequeno contra a pele do pai.
João puxou o rosto da filha e beijou a boca dela. Beijo fundo, a língua dela respondendo na hora. A mão dele desceu pelas costas, segurou a bunda por cima do uniforme e apertou. Luísa gemeu no beijo, já molhada de novo só de contar.
Ele tirou a calça verde dela sem soltar a boca. Ficou nu também. Sentou no sofá, o pau duro apontando para cima, grosso, a cabeça já brilhando. Luísa virou de costas para ele, abriu as pernas e desceu.
A bucetinha rosada, ainda vermelhinha do dia, engoliu a cabeça. Ela desceu devagar, sentada de costas no colo do pai, até ficar empalada até a raiz. O pau sumiu inteiro. As nádegas dela encostaram na barriga dele.
— Assim… — murmurou ela, a voz meiga. — Fundo.
João segurou a cintura e começou a comer aquela buceta rosada de baixo para cima. Luísa rebolava no colo dele, de costas, o traseiro batendo, a xoxota apertando a cada descida. Ele olhava o pescoço dela, as costas nuas, o ponto em que o pau desaparecia entre as nádegas e voltava molhado.
Depois tirou, passou o pau no cu ainda aberto da noite anterior e empurrou. Luísa gemeu alto quando a cabeça entrou no cuzinho. Desceu de novo, agora no cu, sentada de costas, empalada até o fim. João socava de baixo, as mãos nas coxas dela, comendo o cu da filha com vontade.
Eles foram para a cama assim. Luísa deitou de lado, o pai colado atrás, o pau ainda enterrado no cu. Não saíram. Dormiram atolados. O corpo dela quente contra o dele, a pica latejando lá dentro a noite inteira.
De manhã cedo Luísa abriu os olhos. A luz fraca da janela. Ela olhou para baixo, na cama. As coxas abertas, o pau do pai ainda duro, ainda dentro. Via a base grossa sumida entre as nádegas, o resto enterrado no cu dela. A visão era gostosa demais. Ela apertou por dentro, só para sentir.
João acordou com o movimento. A voz saiu rouca contra o pescoço dela:
— Ainda estou dentro, filha.
Luísa rebolou devagar, sem tirar. Depois levantou um pouco o quadril, o pau escorregou da buceta que tinha voltado no meio da noite, e ela mesma encaixou de novo no cu. Empurrou para trás até atolado outra vez.
— Você está ficando taradinha em anal, filha.
Ela gemeu baixo, a cara meiga contra o travesseiro, olhando por cima do ombro:
— Estou. Quero acordar assim. Com seu pau no meu cu.
João segurou o quadril dela e começou a foder de manhã, devagar, fundo, o pau sumindo e voltando naquele cuzinho já acostumado. Luísa rebolava contra ele, gemendo gostoso, ainda deitada de lado, os dois pelados na cama de casal da casa três, o sol subindo do lado de fora.
Às três da tarde o motor da caminhonete parou na frente da casa três. Luísa estava nua na sala, o uniforme jogado no sofá. João tinha saído de novo para o campo. Ela abriu a porta.
Sérgio estava no vão, camisa clara, boné na mão. Atrás dele, dois rapazes da fazenda. Enormes. Ombros largos, peito grosso, pele escura brilhando de suor. Um era o Nelson do outro dia. O outro ela não conhecia. Mais alto ainda.
Luísa ficou parada, os olhos descendo sozinhos. As calças cáqui marcavam tudo. O de Nelson já era grosso. O outro parecia de outro mundo.
— Casa três — disse Sérgio, voz igual. — Treino de hoje. Dois paus em você. Um na xoxota, um no cu. Entra.
Eles entraram. Fecharam a porta. Os dois rapazes já estavam abrindo as calças. Os pintos caíram pesados.
O de Nelson: trinta e dois centímetros, grosso, veias saltadas, a cabeça escura já meio dura. O outro era pior. Quarenta centímetros. Comprido demais, grosso na base como um antebraço, a cabeça enorme, brilhando. Parecia que não ia caber em lugar nenhum.
Luísa engoliu em seco, a buceta já molhando só de ver.
— Senta no Nelson primeiro — mandou Sérgio. — De costas. O outro sobe por cima.
Nelson deitou no sofá, o pau de trinta e dois apontando para o teto. Luísa virou, abriu as pernas e desceu. A xoxotinha rosada esticou, engoliu a cabeça com dificuldade, desceu centímetro por centímetro até ficar sentada nele, empalada até a raiz. Gemeu alto, as unhas nas coxas dele.
O outro subiu no sofá, atrás dela. Passou o pau de quarenta no cu ainda aberto da manhã, espremeu gel e empurrou. A cabeça enorme abriu o cuzinho. Luísa gritou.
— Ai… não cabe… é enorme…
Ele foi entrando mesmo assim. Devagar, firme. O pau de quarenta sumia no cu dela enquanto o de trinta e dois já estava inteiro na buceta. Os dois dentro ao mesmo tempo. Ela ficou rompida, o corpo tremendo, as pernas abertas, sentada num e com o outro por cima, os dois paus enormes desaparecendo nela.
Sérgio ficou de pé olhando.
— Agora chupa.
Eles saíram um pouco. Luísa ajoelhou no chão. Tentou a boca no de quarenta primeiro. A cabeça já não cabia direito. A boquinha dela esticou, os lábios brancos em volta, saliva escorrendo. Conseguiu só a ponta. Gemeu com a boca cheia, os olhos marejados.
— Enorme… não cabe na minha boca.
Passou para o de Nelson. Trinta e dois ainda era demais. Chupou o que deu, a língua não alcançava o meio. Os dois gozaram nela. Primeiro na boca, o jato grosso escorrendo no queixo. Depois voltaram a enfiar. Nelson na buceta, o outro no cu. Socaram juntos. Luísa gozou rompida, gritando, o corpo inteiro contraído nos dois paus.

Eles despejaram dentro. Um na xoxota, um no cu. Ela ficou no sofá, as pernas moles, as duas entradas abertas, o leite escorrendo, a cara meiga ainda no rosto, ofegante, olhando os dois pintos enormes ainda latejando na frente dela.

Os dois rapazes saíram devagar. Os paus ainda pesados, molhados, diminuindo. Sérgio parou no vão da porta e olhou Luísa no sofá — pernas abertas, o corpo mole, a xoxota e o cu ainda escancarados no formato dos dois monstros.

A entrada da buceta pulsava redonda, vermelha por dentro, um fio grosso de porra branca escorrendo pela fenda e descendo até o sofá. O cu estava pior: aberto num círculo escuro, o tamanho da pica de quarenta ainda marcado, latejando, o leite saindo em fios lentos pela bunda e pingando no tecido.
— Dois dias sem dildo — falou o gerente, voz calma. — Sem pepino, sem plug, sem nada. Deixa fechar um pouco. Depois eu trago as novas etapas para você, princesa.
Ele saiu. O motor da caminhonete ligou. Os três foram embora.
Luísa ficou sozinha. Não fechou as pernas. Ficou olhando para baixo, vendo os dois buracos ainda abertos, inchados, o esperma saindo. O sorriso veio sozinho, pequeno, safado, no canto da boca.

Ela se levantou devagar, as pernas trêmulas. Foi até a mesa, pegou o tubo de gel e espremeu bastante nas duas mãos. Passou na xoxota primeiro: os dedos entraram fácil demais, o gel misturando com a porra quente que ainda escorria. Depois passou no cu. O círculo aberto engoliu os dedos sem esforço. Ela gemeu baixo, gostando.

Andou até o quarto nua, o gel e o leite descendo pelas coxas a cada passo. Deitou na cama de casal, de lado, depois de costas, as pernas abertas.

Ficou olhando o teto. A porrinha saía sem parar. Um fio da buceta, outro do cu, escorrendo pela bunda, molhando o lençol. Ela passou a mão, sentiu o tanto que ainda vazava, e sorriu de novo.

Estava gostando da fazenda. Gostando das regras. Gostando de acordar com o pau do pai dentro, de chupar a vizinha, de ficar rompida por dois pintos enormes e ainda sorrir quando eles iam embora. A xoxota e o cu latejavam abertos, o corpo inteiro quente, e ela não queria que fechasse rápido demais.

Ficou assim na cama, pelada, a porra saindo dos dois buracos, o sorriso safado no rosto, já pensando no que o gerente ia trazer daqui a dois dias. A filha safada estava virando exatamente o que o lugar pedia.

E ela amava isso.

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