Muito mais que bons amigos - Parte 2
O café da manhã correu sob um silêncio carregado, interrompido apenas pelo barulho dos talheres. Giovana já tinha descido a guarda, compenetrada na sua própria xícara, mas eu simplesmente não conseguia tirar os olhos da Emilly. A imagem do que tínhamos ouvido na madrugada anterior martelava na minha cabeça com tanta força que o meu corpo reagiu de forma física e incontrolável.
A calça moletom leve que eu estava usando não ajudava em nada. Em questão de segundos, o meu pau armou um volume grotesco e duro, esticando o tecido bem na minha virilha.
A Emilly se levantou para pegar a garrafa de café no balcão e, ao se virar de frente para a mesa, o olhar dela desceu sem querer para o meu colo. Ela travou no meio do passo. A visão daquele volume ereto e evidente sob a minha calça fez as pupilas dela se dilatarem.
Um rubor forte subiu imediatamente pelo pescoço de seda dela, tingindo as bochechas de um vermelho vivo. Ela engoliu em seco, claramente constrangida e pega de surpresa. Pela primeira vez desde que chegamos, a postura impecável e inabalável da Emilly ruiu. A timidez a dominou por completo; ela desviou os olhos rapidamente para a garrafa na sua mão, com os dedos tremendo de leve ao servir o café.
Eu tentei disfarçar puxando a mesa um pouco mais para perto, mas já era tarde demais. O clima mudou na hora.
Emilly colocou a garrafa sobre a mesa e sentou-se devagar, ajeitando o xale sobre o colo como se tentasse se proteger de um perigo invisível. No entanto, em vez de reagir com indignação ou nojo, o olhar dela continuou voltando, quase de forma involuntária e furitiva, para a minha virilha. A curiosidade pura tinha sido fisgada. Ela apertava as próprias coxas por baixo da mesa, a respiração ligeiramente mais curta, encarando a minha reação física com uma mistura visível de choque e fascínio reprimido.
O Vinicius percebeu a mudança repentina de ar na cozinha. Ele olhou da esposa para mim, notando a timidez súbita dela e a minha excitação explícita, e apenas deu mais um gole longo no seu café, com um brilho sombrio e atento nos olhos.
O clima na cozinha virou uma panela de pressão. A Emilly tava ali, encolhida na cadeira, tentando parecer plena, mas sem conseguir tirar os olhos do volume na minha calça.O rosto dela queimava de vergonha e tesão. Ela deu mais uma olhada disfarçada, mordeu o lábio inferior e tentou disfarçar ajeitando o vestido.
Só que o Vinicius não era tonto, e muito menos corno passivo. O cara era o dono da porra toda.
Ele largou a xícara na mesa com um baque seco que fez a Giovana dar um pulo no assento. O silêncio na cozinha ficou pesado. Vinicius se encostou para trás na cadeira, abriu as pernas com aquela postura de macho dominante e encarou a mulher dele. Ele não piscou. Ficou olhando pra Emilly com um sorriso frio, de quem sabia exatamente o efeito que aquele descaramento todo tava fazendo nela.
— Ficou sem fala, amor? — a voz dele saiu baixa, grave, cheia de autoridade.
A Emilly deu uma tremida imperceptível, olhando pro marido como uma aluna pega no flagra.
— Não, Vini... só... só me distraí — ela murmurou, ajeitando o xale com a mão trêmula, sem saber onde enfiar a cara.
Vinicius deu uma risadinha debochada, devagar, e depois virou o rosto na minha direção. O olhar dele não tinha um pingo de fraqueza ou ciúme bobo; era um olhar de quem tava no controle absoluto do jogo. Ele viu o meu pau duro marcado na calça e encarou aquilo como quem olha um bicho no cio dentro do próprio terreno.
— É, o Vitor tá bem animado essa manhã. Parece que nem dormiu direito — ele falou, sem tirar os olhos de mim, com aquele ar superior de quem manda na casa e nas pessoas. — Mas é bom controlar essa empolgação aí, Vitor. A Emilly é sensível... e quem cuida do que é dela aqui sou eu.
A Giovana ficou de boca aberta, sentindo a energia masculina e dominadora do cara tomar conta da sala toda. As coxas dela se apertaram na hora. A Emilly abaixou a cabeça, completamente submissa ao tom do marido, mas a respiração dela tava descontrolada.
O cara não só percebeu tudo, como fez questão de fincar a bandeira dele e mostrar que se a mulher dele tava curiosa com a minha ereta, era porque ELE tava deixando a situação correr sob os olhos dele.
O fôlego de todo mundo travou na cozinha. A Emilly continuava de cabeça baixa, mas as pernas dela tavam grudadas uma na outra, apertando com força, enquanto o peito subia e descia num ritmo afobado. O tom do Vinicius tinha deixado ela completamente entregue, e a timidez da mulher deu lugar a um tesão absurdo que ela mal conseguia disfarçar.
Eu continuei ali, parado feito um idiota, com o pau fincado na calça moletom, sem conseguir baixar a guarda nem disfarçar o volume. A parada fugiu do meu controle.
O Vinicius se levantou da cadeira devagar. Aquele cara alto, forte, sem camisa, exalando uma autoridade FDP. Ele deu a volta na mesa sem pressa nenhuma, passou por trás da Emilly e meteu a mão pesada no ombro dela, apertando com vontade, marcando território na minha frente e na da Giovana.
— Vai lá pra cima, amor — ele ordenou no ouvido dela, num tom baixo, mas que ressoou na cozinha inteira. — Vai trocar de roupa e me espera no quarto.
— Tá... tá bom, Vini — a Emilly respondeu quase num sussurro, com a voz bamba.
Ela se levantou bem devagar, tentando não olhar pra ninguém, mas quando passou do meu lado para ir em direção à escada, o olhar dela desceu direto pra minha virilha de novo. Foi inevitável. Ela deu aquela secada rápida, engoliu em seco com a boca seca e subiu os degraus num passo apressado, rebolando aquele bumbum grande no vestido rosa.
O Vinicius nem se mexeu. Ele ficou parado na ponta da mesa, com a mão na cintura, assistindo a esposa subir. Depois, virou de frente pra mim e pra Giovana, encarando a gente com uma cara de deboche e um sorrisinho de canto de boca que dizia tudo.
— Vocês dois são foda — ele soltou uma risada fraca, olhando bem nos meus olhos. — Tão queimando por dentro, né? Dá pra sentir o cheiro do tesão de vocês daqui.
A Giovana deu um suspiro alto, encostando as costas na cadeira e passando a língua nos lábios, hipnotizada na moral e na postura do cara.
— E você não faz nada, Vinicius? — a Giovana provocou, com a voz rouca, sem aguentar a pressão. — Deixa ele ficar assim olhando pra sua mulher?
— Eu não preciso fazer nada, Giovana — o Vinicius respondeu, dando um passo na direção dela e se inclinando na mesa, ficando cara a cara com a minha mulher. — O que é meu tá bem guardado lá em cima me esperando. E se o seu marido quiser continuar sonhando com a Emilly... ele que continue. Porque ver vocês desesperados desse jeito só deixa a minha manhã mais divertida.
Ele deu as costas pra gente, pegou a maçã que tinha cortado e subiu as escadas sem olhar pra trás, deixando a porta do quarto deles encostada lá em cima.
Eu e a Giovana ficamos sozinhos na cozinha, paralisados, ouvindo o som dos passos dele sumindo no corredor, com a cabeça fervendo e o corpo inteiro em chamas.
A porta do quarto deles bateu lá em cima e a cozinha virou um caldeirão. A Giovana nem esperou. Ela se levantou da cadeira feito uma louca, veio pra cima de mim e me empurrou contra a bancada de granito, derrubando um copo que fez um barulho alto no chão.
— Caralho, Vitor! Você viu o jeito que ele falou? Você viu a autoridade desse homem? — ela gritava sussurrando, colando o corpo quente no meu, completamente fora de si.
— E a Emilly, Giovana? — rosnei, metendo a mão por baixo da saia dela e puxando a calcinha pra baixo com tudo. — Ela quase caiu de joelhos olhando pro meu pau! Ficou toda encharcada na nossa frente!
— Me fode, Vitor! Me fode agora nessa bancada! Imagina que ele tá descendo e vendo tudo!
Ela virou de costas, jogou o tronco por cima do balcão, do lado das xícaras de café, e empinou aquela bunda enorme pra mim. Puxei a minha calça moletom pra baixo, liberando o pau que tava trincando de duro, e mordaçai a cintura dela com as duas mãos. Não teve preliminar, não teve frescura. Segurei firme no quadril dela e enfiei de uma vez só, rasgando a buceta molhada dela até o fundo.
A Giovana deu um grito abafado, cravando as unhas no granito frio da bancada.
— Aaaaah, caralho! Isso!— ela rebolava pra trás, batendo com força contra a minha virilha.
Comecei a socar num ritmo alucinado, pesado, violento. O som da nossa pele estalando ressoava pela cozinha inteira. A mesa balançava, os talheres vibravam e a Giovana babava no balcão, completamente entregue ao tesão doentio de ser dominada ali, no meio do ambiente daquele casal.
— Pensa na Emilly, Vitor! Pensa naquela cadela tímida olhando pro seu pau! — a Giovana urrava, jogando a cabeça pra trás, com os olhos estalados. — Imagina que você tá metendo nela enquanto o Vinicius assiste!
— Eu tô pensando nela! Tô imaginando a Emilly presa nessa bancada! — respondi, metendo sem dó, arranhando as costas da Giovana e puxando o cabelo dela com força.
A humilhação, o medo de eles descerem a qualquer segundo e a imagem do Vinicius mandando na mulher dele levaram a gente pro limite num piscar de olhos. Puxei a Giovana pra cima, virei ela de frente, levantei uma das pernas dela no meu ombro e comecei a socar no fundo da buceta dela, vendo a cara de desespero e tesão da minha mulher.
— Eu vou gozar, Vitor! Eu vou gozar na cozinha deles! — ela gritou, apertando o meu pescoço enquanto a buceta dela entrava em espasmos violentos, ordenhando o meu pau com força brutal.
Não aguentei. Sentir a buceta dela me apertando daquele jeito, ouvindo ela gritar o nome do casal, me fez descarregar tudo. Meti até a base e gozei pesado, jorrando litros de porra bem no fundo dela, enquanto as pernas da Giovana tremiam sem parar.
Desabei por cima dela, os dois ensopados de suor, arfando igual a dois bichos na bancada da cozinha, sem saber como olhar na cara do Vinicius e da Emilly depois disso.
O Vinicius surgiu na porta da cozinha. Ele trazia uma toalha pendurada no ombro e vinha num passo calmo, mas travou assim que bateu os olhos na cena. A Giovana estava jogada sobre o granito, com o vestido levantado até a cintura, as pernas abertas e a porra escorrendo pelas coxas dela. Eu estava de pé logo atrás, com a calça moletom abaixada nos joelhos e o pau ainda meia-bomba e melado.
O ar sumiu da cozinha. O silêncio ficou tão pesado que dava para ouvir o suor pingando do meu queixo no piso.
A Giovana cobriu a boca com as duas mãos, em choque, sem nem conseguir puxar o vestido para baixo. Eu paralisei de pé, sentindo o sangue fugir todinho do meu rosto de pura vergonha e pânico de ser expulso dali na hora.
O Vinicius não gritou. Ele não avançou e nem demonstrou surpresa.
Ele simplesmente encostou o ombro no batente da porta, cruzou os braços fortes e ficou encarando a gente. O olhar dele desceu devagar pela bunda da Giovana, apreciou a sujeira que tínhamos feito no balcão e depois subiu para os meus olhos. Aquele sorrisinho de deboche e superioridade voltou para o rosto dele, só que muito mais sombrio.
— Que pouca vergonha é essa na minha cozinha? — a voz dele saiu grave, num tom baixo e controlado que deu um arreio na minha espinha.
— Vini... meu Deus, desculpa... a gente surtou — gaguejei, tentando puxar a calça pra cima com as mãos trêmulas.
— Não se mexe, Vitor — ele ordenou, numa firmeza que me fez congelar no lugar.
O Vinicius deu dois passos pra frente, vindo na nossa direção. Ele parou do lado da bancada, esticou a mão e passou um dedo bem no meio da porra que escorria pela coxa da Giovana. A minha mulher deu um suspiro alto, arrepiando o corpo todinho com o toque dele, de olhos fechados.
Ele olhou pro próprio dedo melado, deu um riso fraco e encarou a Giovana bem de perto.
— Você é uma cadelinha mesmo, né, Giovana? Não pode ver uma bancada limpa que quer dar a buceta — ele falou na cara dela, sem a menor piedade, no tom mais dominador do mundo. — E você, Vitor... nem pra limpar a sua mulher antes de me encarar.
A Giovana estava arfando, completamente hipnotizada pela moral e pela frieza do cara.
— Limpa a buceta dela, e depois subam pro meu quarto, a Emilly tá lá em cima vendo vocês pelas câmeras, e nossa conversa vai ser diferente.
— Onde tem um papel toalha, ou algo assim pra eu limpar ela?
— Limpa com a boca.
— Tá louco? Vou sugar minha própria porra?
Vinicius riu e disse:
— Não quero gozo caindo no chão da minha cozinha, limpe isso — e subiu.
Olhei para a Giovana, que continuava deitada sobre a bancada de granito, com as pernas abertas e a respiração descontrolada. A Porra quente escorria devagar pela coxa dela, sujando a pedra fria. A humilhação de ter sido pego por ele, misturada com o tom dominador do cara, tinha deixado a minha mulher em um estado de transe.
— Vitor... você ouviu ele — sussurrou a Giovana, com a voz embargada e os olhos brilhando de tesão e vergonha. — Limpa... limpa antes que ele volte.
Ajoelhei na frente da bancada, entre as pernas dela. A vergonha me queimava por dentro, mas o desejo doentio de obedecer e ver até onde aquilo ia me dominava por completo. Aproximei o rosto da coxa dela e passei a língua, limpando todo o excesso de porra do granito e da pele macia dela. A Giovana deu um gemido baixo, passando as mãos pelo meu cabelo enquanto eu usava a boca até não deixar rastro do que tínhamos feito na cozinha.
Subi a calça trêmulo, ajudei a Giovana a se recompor e ajeitar o vestido, e nós dois caminhamos em direção às escadas. Cada degrau parecia pesar uma tonelada. O coração batia na garganta.
Chegamos ao andar de cima e vimos a porta do quarto principal encostada, exatamente como o Vinicius tinha deixado. A luz do quarto estava meia-vida, e o silêncio lá dentro era quase palpável.
Empurrei a porta devagar.
O Vinicius estava sentado em uma poltrona de couro no canto do quarto, vestindo apenas a calça de moletom, com os braços apoiados nos joelhos e encarando a entrada. Na cama de casal, a Emilly estava sentada sobre os calcanhares. Ela usava uma lingerie preta de renda — a mesma que tínhamos visto no closet —, com as pernas cruzadas, o rosto corado de timidez, mas com os olhos fixos na gente assim que cruzamos a porta.
— Fechem a porta e se aproximem — ordenou o Vinicius, sem se mexer, apontando para o centro do quarto.
Fechamos a porta e demos os passos trêmulos para o centro do quarto. O ar ali dentro era denso, cheirando a sexo e perfume caro. A Emilly nos olhava do alto da cama, mordendo o lábio inferior, enquanto o Vinicius se levantava da poltrona devagar. Ele tirou a calça de moletom deixando-a cair no chão.
O pau dele pulou pra fora, ereto, grosso e absurdamente dotado. Tinha uma veia saltada cortando a pele quente e a cabeça roxa já brilhava com uma gota de pré-gozo. A Giovana deu um passo em falso para trás, soltando um arfado alto, completamente hipnotizada pelo tamanho daquele membro.
— Ajoelha, Giovana — o Vinicius ordenou, a voz grave ecoando no quarto.
Ela nem hesitou. Caiu de joelhos no carpete, abrindo a boca imediatamente. O Vinicius segurou o cabelo dela com força, sem dó, e meteu aquela pica enorme direto no fundo da garganta dela. A Giovana engasgou, os olhos encheram de água, mas ela abraçou as coxas dele e começou a mamar com um desespero insano, fazendo um barulho molhado de saliva e engolida enquanto o anfitrião socava a cabeça do pau no céu da boca dela.
Enquanto isso, a Emilly me olhava da cama, totalmente entregue à cena. Cheguei perto dela, sentindo meu corpo inteiro tremer. Me depus sobre a cama e puxei a renda preta da calcinha dela pro lado. A buceta da Emilly estava encharcada, babando de tesão de ver a minha mulher sendo encaralhada pelo marido dela. Colei minha boca na dela num beijo de língua agressivo, desesperado, sentindo o gosto doce do batom e o calor da boca dela, enquanto enfiava dois dedos fundo naquela buceta quente e apertada.
— Aaii... Vitor! Me fode! — a Emilly gemeu fundo na minha boca, arranhando minhas costas e abrindo as pernas.
Puxei a Emilly pra beira da cama, virei ela de bruços e empinei aquele bumbum perfeito. Passei a saliva da boca dela na entrada do anelzinho rosado e apertado dela. Ajoelhei atrás dela, ajeitei a cabeça do meu pau na entrada do cu e forcei sem piedade.
— Aaaaain, caralho! — a Emilly gritou, cravando as unhas no lençol enquanto meu pau rasgava o anelzinho dela até o fundo. — No cu não, Vitor... ai, meu Deus, tá muito fundo!
— Deixa ele te arrombar, Emilly! — o Vinicius mandou lá de baixo, dando tapas secos na cara da Giovana enquanto tirava o pau da boca dela. — Aguenta essa porra desse pau!
A Emilly começou a chorar de tesão, rebolando a bunda contra a minha virilha enquanto eu metia no cu dela num ritmo alucinado. O som do meu quadril batendo nas nádegas dela estalava no quarto. Ao mesmo tempo, o Vinicius jogou a Giovana de costas na cama, do nosso lado. Ele abriu as pernas da minha mulher, posicionou aquela mastro brutal na buceta dela e meteu de uma vez só.
— AAAAAAAAAAAAAAAAAAH! — a Giovana deu um urro de dor e prazer que ecoou pela casa inteira, esticando o pescoço e travando os dedos nas costas do Vinicius. — Me rasga, Vinicius! Me arromba com essa pica enorme!
O quarto virou um caos de prostituição pura. Eu socando a seco no cu apertado e quente da Emilly, vendo a bunda dela balançar e ouvindo os gemidos agudos dela, enquanto o Vinicius moía a buceta da Giovana do meu lado, estocando tão fundo que a cama rangia como se fosse quebrar. As duas se olhavam, trocando beijos de língua babados no meio da suruba, totalmente fora de si.
— Puxa o cabelo dela, Vitor! Fode o cu dessa cadela com força! — o Vinicius rosnava no meu ouvido, dando estalões pesados na bunda da Giovana enquanto acelerava as enfiadas na minha mulher.
Eu puxava o cabelo da Emilly, metendo no anelzinho dela com toda a força do meu corpo. A Emilly gemia descontrolada, babando no travesseiro:
— Vai, Vitor! Rasga meu cuzinho! Me fode na frente do Vini!
O Vinicius tirou o pau enorme da buceta da Giovana, virou ela de bruços, passou a mão cheia de tesão na bunda dela e alinhou a pica na entrada do anelzinho rosado e já surrado da minha mulher. Com uma estocada seca e impiedosa, ele entrou no cu da Giovana. A Giovana soltou um grito rasgado, a boca aberta sem ar, enquanto o pau gigante do cara arrombava o anelzinho dela sem dó.
Nós dois estávamos metendo no cu das duas lado a lado. Eu no cu da Emilly, o Vinicius no cu da Giovana. O barulho de pele com pele, os gritos de dor e tesão, o cheiro de sexo e a visão das duas esposas sendo arrombadas simultaneamente levou todo mundo ao colapso.
— Eu vou gozar! Vou socar essa porra toda no seu cu, Giovana! — o Vinicius urrou, segurando o quadril da minha mulher e metendo com violência máxima.
— Goza, Vini! Goza dentro do meu cu! — a Giovana berrava, doente de tesão.
Não aguentei. Puxei a Emilly pra mais perto, dei as últimas três estocadas fundas no anelzinho dela e descarreguei uma porrada de porra quente no fundo do cu da mulher dele. A Emilly se contorcia todinha num orgasmo estourado, gritando alto. No mesmo segundo, o Vinicius deu um urro grave, estocou até a base no cu da Giovana e inundou o anelzinho dela com uma jorrada cavalar de sêmen.
Desabamos os quatro por cima da cama, suados, babados, cobertos de porra e arfando feito bichos, destruídos e completamente dominados pela troca.
A respiração dos quatro ainda estava pesada em cima do colchão. Eu tava morto, jogado de lado, tentando recuperar o ar enquanto olhava o Vinicius se levantar da cama.
Foi aí que o meu cérebro deu um nó desgraçado.
Enquanto ele andava até o banheiro com a rola ainda meia-bomba e melada de porra, eu não consegui tirar os olhos dele. Nunca na minha vida tinha olhado pra outro homem com desejo. Sempre fui hétero convicto, mas o Vinicius era diferente. O cara era uma delícia de homem. Forte, ombro largo, uma pele bronzeada e aquele pau absurdo, grosso, com as veias saltadas que parecia uma arma. Olhar pra aquela pica colossal que tinha acabado de arrombar o cuzinho da minha mulher e a presença de macho dominante dele me deu um tranco no peito, um tesão doentio e secreto que me deixou assustado. Eu nunca confessaria isso pra Giovana, nem pro Vinicius, nem pra ninguém no mundo... mas a verdade é que ver aquele cara pelado na minha frente me deixou com uma vontade insana de sentir a autoridade dele na minha pele também.
Ele voltou do banheiro limpando as mãos e viu que eu tava encarando ele. Ele deu aquele sorrisinho de canto, sabendo exatamente o poder que tinha sobre todo mundo ali.
— Que foi, Vitor? Tá fascinado? — ele provocou, baixo, encostando a perna na beira da cama, bem do lado da minha cabeça, deixando a rola dele quase na minha cara.
Engoli a saliva em seco, sentido o cheiro de sexo e suor vindo dele. Fiquei travado, com o meu pau voltando a subir no meio daquela confusão mental.
A Emilly se arrastou na cama, com o cuzinho ainda piscando e melado da minha porra, e deitou a cabeça na coxa do marido. A Giovana fez o mesmo do outro lado, abraçando a perna dele feito uma cadelinha adestrada.
— Vini... a pica desse homem acabou com o meu cuzinho — a Emilly murmurou, a voz rouca, olhando pro marido.
— E você, Giovana? O seu cuzinho aguentou a minha pica ou quer mais um pouco?
— Eu quero tudo, Vinicius... me usa como você quiser — a Giovana implorou, passando a língua na coxa dele, totalmente entregue.
Eu assistia tudo ali do lado, queimando por dentro com a imagem do Vinicius. O tesão naquela sala tava no limite do suportável.
Ele se sentou no meio da cama, encostando a coluna na cabeceira, e puxou as duas pra perto com braços fortes e acolhedores.
— Vocês foram perfeitas... mas nada de pressa agora — o Vinicius falou com a voz grave e aveludada, dando um beijo carinhoso na testa da Emilly e depois um selinho demorado na boca da Giovana. — Vamos aproveitar sem pressa.
A Emilly sorriu, visivelmente mais relaxada, e se deitou de lado, puxando a Giovana pra um beijo de língua lento e gostoso. As duas se acariciavam na frente dele, trocando gemidos baixos.
— Vitor, chega aqui — chamou o Vinicius, olhando pra mim com um olhar cúmplice e respeitoso. — Não fica aí de fora, não. Essa noite é de todo mundo.
Aquela atitude dele me desmontou por completo. Aquele tom calmo, sem deboche, mas cheio de autoridade, me deu uma onda de tesão e admiração absurda. O cara era foda demais. Me aproximei e sentei do lado dele na cama, sentindo o calor do corpo dele tão perto de mim.
O Vinicius puxou a Giovana pra cima do colo dele. Ele se encaixou por baixo dela, segurando o quadril da minha mulher com firmeza e cuidado, guiando aquela pica colossal pra dentro da buceta dela de novo. A Giovana soltou um suspiro longo, de puro prazer, encaixando até o fundo e começando a cavalgada num ritmo gostoso, olhando nos olhos dele.
— Isso, Giovana... assim mesmo, bem devagar — murmura o Vinicius, guiando os movimentos dela com as mãos na bunda dela.
Enquanto ele cuidava da Giovana, o Vinicius olhou pra mim e deu um aceno com a cabeça na direção da Emilly:
— Vai lá, Vitor. A minha mulher tá querendo essa sua rola de novo.
A Emilly se deitou de costas, abrindo as pernas pra mim com um olhar cheio de desejo. Me posicionei entre as coxas dela, alinhando meu pau bem na buceta molhada dela. Entrei devagar, sentindo a carne quente dela engolir a minha pica, e dei uma estocada funda, me colando nela num beijo gostoso e demorado.
A cena virou uma sintonia perfeita. Eu metendo na Emilly num ritmo gostoso e constante, enquanto o Vinicius preenchia a Giovana com aquela rola enorme. Os barulhos de sexo e os gemidos das duas preenchiam o quarto, com nós dois trocando olhares de cumplicidade por cima delas, no controle absoluto daquela noite inesquecível.
A gente continuou ali naquele ritmo gostoso, trocando as posições com calma até todo mundo gozar junto, exaustos. Depois, voltei com Giovana pro quarto e dormimos pesado até o dia clarear.
Na manhã de segunda-feira, a rotina voltou rápido. O Vinicius e a Emilly já estavam arrumados para trabalhar. Eles se despediram da gente com um sorriso leve, um abraço sincero e aquela postura elegante de sempre, como se nada tivesse acontecido, e saíram no carro.
Assim que a porta da frente bateu e a casa ficou em silêncio, a ficha começou a cair.
Fiquei sozinho com a Giovana na sala. Ela estava jogada no sofá, de camisola, olhando pro teto com uma cara de cansaço e uma cara de quem ainda não acreditava em tudo o que viveu no fim de semana.
Sentei do lado dela e a sala pareceu grande demais, quieta demais. A presença e o controle do Vinicius ainda pareciam tomar conta de cada canto daquele lugar.
— E agora, Vitor? — a Giovana perguntou bem baixo, virando o rosto pra mim, com o olhar perdido. — Como é que a gente volta pra nossa vida normal depois de tudo isso?
Eu olhei pra ela sem saber direito o que responder, sentido o meu corpo moído e a minha cabeça completamente virada.
A Giovana se sentou no sofá e me encarou. A buceta dela ainda devia tá assada do pau do Vinicius, e o meu corpo inteiro doía de tanto fazer força.
— A gente não volta, Gi — eu disse, sendo direto. — Não tem como fingir que nada aconteceu.
Ela deu uma risada curta, meio sem graça, e me olhou bem nos olhos:
— Você viu o tamanho da pica daquele homem, Vitor? Eu achei que ele ia me rasgar no meio. E o pior... é que eu amei. Eu amei ser tratada como uma vadia por ele.
Eu engoli a saliva em seco. Ouvir aquilo da minha mulher devia ter me deixado com raiva, mas só fez meu pau ficar duro.
— Eu vi — respondi, encarando ela. — E vou te falar uma coisa que você nem imagina. O jeito que ele mandava na gente... a presença dele... até eu fiquei louco por aquele cara. O Vinicius é um tesão de homem.
A Giovana arregalou os olhos, chocada, e depois soltou uma risada gostosa, encostando a cabeça no meu ombro.
— Mentira... até você, amor?
— Até eu. Aquele cara tem um ímã, não tem como
la me olhou com malícia, passou a mão na minha coxa e deu um sorriso de canto:
Ela me olhou com malícia, passou a mão na minha coxa e deu um sorriso de canto:
— Então a gente tá lascado. Porque se eles chamarem a gente naquele quarto de novo, a gente vai correndo, né?
— Na hora — eu disse, puxando ela pra um beijo demorado, sentindo o gosto da boca dela e sabendo que a nossa vida de casal tinha mudado pra sempre.
A gente ficou ali, abraçado no sofá, até a respiração acalmar. O silêncio da casa parecia diferente agora. Não era incômodo; era uma expectativa constante, como se a qualquer momento o Vinicius fosse abrir a porta da frente e tomar o controle da situação de novo.
A Giovana encostou a cabeça no meu peito, passando os dedos devagar.
— Vitor... — ela chamou baixinho, com a voz preguiçosa. — O que você acha que eles fazem quando tão sozinhos no trabalho? Será que o Vinicius manda na Emilly lá na empresa também?
Dei uma risada fraca, olhando pro teto e lembrando daquela postura imponente dele, daquela rola grossa e do jeito calmo que ele usava pra deixar a gente na mão dele.
— Do jeito que aquele cara é? Certeza — respondi. — A Emilly deve obedecer ele só no olhar, não importa onde eles estiverem. Mas eles trabalham juntos? No primeiro dia saíram separados...
— Eu não entendi ele ter voltado... nem ela ter ido sozinha, mas sei que trabalham na mesma empresa, ela me disse.
Sentir o corpo quente da minha mulher por cima de mim, sabendo que o cuzinho dela ainda devia tá dolorido do pau do Vinicius, fez a minha rola dar um tranco e começar a armar de novo sob a bermuda.
A Giovana deu um sorriso safado, descendo a mão direto pra minha virilha e apertando o pau que tava ficando duro de novo.
— Vamos continuar essa conversa de outro jeito. — ela provocou, ajoelhando no sofá e levantando a camisola até a cintura, mostrando a buceta vermelha e inchada. — A gente tem o dia todo nessa casa até eles voltarem do trabalho.
Puxei a Giovana pela cintura e deitei ela de costas no estofado macio do sofá. Ela abriu as pernas sem cerimônia, jogando as coxas bem separadas e deixando a buceta totalmente exposta. A carne ali estava avermelhada, inchada e babando líquido e quente.
Abaixei a minha bermuda rápido e tirei o pau pra fora. Ele estava muito duro. Encostei a cabeça da minha rola na buceta dela, que estava toda melada.
— Olha como você tá molhada, Giovana... — eu disse bem baixo pra ela.
— É por causa de você... e por causa do Vinicius — ela disse, dando uma rebolada pra tentar colocar o meu pau pra dentro de uma vez. — Me fode, Vitor. Fode a minha buceta.
Segurei o quadril dela com força e enfiei o pau de uma vez só. A buceta dela estava muito quente e bem apertada. Ela deu um grito alto e jogou a cabeça pra trás, apertando o meu braço com as unhas.
— Ai, caralho! Isso... vai bem fundo! — ela gritou, apertando o meu pau por dentro.
Comecei a foder ela bem forte. O barulho do meu corpo batendo na bunda dela fazia um som alto na sala. A buceta dela fazia barulho de água de tão molhada que estava. Puxei as pernas dela e coloquei no meu ombro pra entrar mais fundo, e continuei enfiando a rola toda.
— Essa sua buceta é muito gostosa! — eu falei olhando pra ela.
— Vai, Vitor... fode tudo! Enfia o pau todo aqui!
Fiquei mechendo bem rápido e sem parar. Eu metia com força e sentia a buceta dela apertando a minha rola. De repente ela começou a tremer todinha, segurou no meu corpo e gozou muito forte. A buceta dela me apertou tanto que eu não aguntei e gozei tudo lá dentro da buceta dela também.
Eu fiquei ali deitado no sofá, com a respiração voltando ao normal e a Giovana capotada do meu lado, com a cabeça no meu peito. Mas a minha mente não estava no sexo que a gente tinha acabado de fazer. Eu só conseguia pensar no Vinicius.
É estranho demais admitir isso, mas a verdade é que o cara não saía da minha cabeça. Eu nunca tinha olhado para um homem desse jeito. Sempre fui totalmente hétero, mas o Vinicius mexeu com algo dentro de mim que eu nem sabia que existia. Aquele jeito calmo dele, a altura, o corpo forte e a voz grave que parecia mandar em todo mundo sem nem precisar fazer força... o cara era uma delícia, não tinha como negar.
Toda vez que eu fechava os olhos, eu lembrava dele pelado no quarto. Lembrava do tamanho daquele pau enorme, grosso, cheio de veias, e da facilidade com que ele dominava a situação. Ver a minha mulher de joelhos mamando a rola dele, ou ver o jeito que ele pegava a Emilly e fazia o que queria, me dava um tesão que me deixava até tonto.
O pior é que o meu desejo não era só ver ele comendo as mulheres. Eu peguei um tesão absurdo na presença dele. Na autoridade de macho que ele passava. Ficava me perguntando como devia ser a sensação de estar completamente na mão de um cara daqueles, de ter o Vinicius olhando nos meus olhos e me dando ordens com aquele tom calmo e superior.
Olhei pro teto, pensando na hora que ele ia chegar do trabalho. Eu tava doido pra porta da sala abrir e ver o Vinicius de novo. Queria ver ele de terno, tirar aquela roupa dele, sentir o cheiro dele e ver a força daquele cara tomando conta da casa inteira mais uma vez.
E o mais louco de tudo era saber que esse segredo era só meu. Ninguém nunca podia saber o quanto eu tava louco pelo nosso anfitrião.
O fim da tarde chegou e ouvi o barulho do portão abrindo. O coração deu um pulo no peito.
A porta da sala abriu e o Vinicius entrou, acompanhado da Emilly. Ele estava de terno escuro, sem gravata, com o primeiro botão da camisa aberto. A presença do cara parecia preencher o ambiente na hora. A Emilly vinha logo atrás, com um vestido social elegante e um sorriso leve no rosto.
Os dois estavam tranquilos, com uma cara ótima, como se fossem apenas um casal normal voltando de um dia comum de escritório.
— Boa tarde, pessoal — o Vinicius disse, com aquela voz grave e calma, tirando o relógio do pulso e colocando sobre o aparador. — Como foi o dia de vocês?
— Foi bom... a gente descansou bastante — respondi, tentando parecer natural, mas o meu olhar desceu sem querer para a cintura dele, lembrando daquela rola gigante debaixo do terno.
A Emilly veio até o sofá, deu um beijo no meu rosto e um beijo carinhoso na Giovana, sentando do lado dela para conversar. O Vinicius continuou de pé, me olhando com aquele ar seguro de quem sabe exatamente o que a gente passou o dia inteiro fazendo.
— Que bom. Porque a gente quer sair para jantar — disse o Vinicius, encarando a mim e à Giovana. — Conheço um restaurante excelente aqui perto, comida boa, um vinho gostoso. Vocês topam ir com a gente?
A Giovana olhou para mim na hora, com os olhos brilhando.
— Claro! A gente adoraria — ela respondeu rápida, sem nem me esperar falar.
— Ótimo — o Vinicius sorriu, mantendo o olhar firme no meu por dois segundos a mais do que o normal, me deixando de perna bamba. — Tomem um banho e se arrumem. A gente sai daqui a pouco.
Subimos para o quarto para nos arrumar, mas a tensão no ar já estava começando a mudar de figura.
Entrei no banheiro e liguei o chuveiro na água bem quente. Deixei o jato cair na minha cabeça, tentando me acalmar, mas não adiantava nada. O cheiro de sexo no meu corpo parecia não sair e a imagem do Vinicius de terno me perseguia.
Tranquei a porta por garantia. Ajeitei a mão na rola e comecei a bater uma punheta ali mesmo, debaixo da água. Fechei os olhos e a imagem dele veio com tudo. Lembrei do cara de pé na minha frente, daquele corpo forte, daqueles ombros largos e da pica colossal dele bem perto da minha cara. O pensamento de me entregar pro controle dele, de sentir aquela mão pesada do Vinicius na minha nuca me dando ordens, fez o meu pau ficar duro como uma pedra.
Acelerei a mão no sabão. O tesão era tão grande que a minha respiração ficou curta. Imaginar o Vinicius me olhando com aquele ar superior me deixou completamente louco. Dei mais umas dez braçadas rápidas, me contorcendo todo, e gozei forte. A porra grossa escorreu pela minha mão e sumiu pelo ralo junto com a água quente. Me apoiei na parede do azulejo, arfando, chocado com a força daquele desejo.
Me arrumei rápido e descemos. fomos todos no carro do Vinicius.
O restaurante era um lugar bonito, com meia-luz e música baixa no fundo. Mas o que mais me surpreendeu foi o clima na mesa. Não teve nenhuma provocação maldosa, nenhum chute por baixo da mesa ou piadinha com duplo sentido.
O Vinicius e a Emilly eram pessoas completamente normais, educadas e atenciosas. O Vinicius puxou o cardápio, escolheu um vinho excelente e fez questão de saber mais sobre o meu trabalho e a rotina da Giovana. Ele falava com calma, ria das minhas histórias e mostrava um respeito genuíno por mim. Ele e a Emilly trocavam olhares carinhosos, conversavam sobre projetos da empresa e contavam histórias engraçadas dos amigos deles.
Ver o Vinicius ali, sendo um cara inteligente, gentil, humano e gente boa demais, em vez de um monstro dominador, só fez a minha admiração por ele aumentar mil vezes. Ele não precisava forçar nada. A postura dele naturalmente chamava a atenção.
A Giovana estava adorando a conversa, rindo com a Emilly enquanto tomavam vinho. E eu ficava ali, olhando para o Vinicius conversando, escutando a voz grave dele e pensando no segredo absurdo que a gente dividia.
O jantar seguiu tranquilo, com a gente dando risada e tomando o resto do vinho. O Vinicius fez questão de pagar a conta, com aquele jeito generoso de quem nem liga para o valor.
No caminho de volta, o carro vinha num silêncio gostoso. Eu olhava pelo vidro pra rua e depois pelo retrovisor, vendo o perfil do Vinicius dirigindo com uma mão só no volante, calmo e compenetrado. Aquele cara era perfeito em tudo, não tinha como.
Chegamos na casa, o Vinicius guardou o carro na garagem e nós entramos. A luz da sala continuava meia-vida, do mesmo jeito que deixamos.
A Emilly tirou o salto alto com um suspiro de alívio e se encostou no ombro do marido, dando um beijinho carinhoso no pescoço dele.
— O jantar foi ótimo, amor... tô morta de cansaço hoje — ela disse, com a voz mansinha.
— Foi excelente mesmo — o Vinicius respondeu, passando a mão na cintura dela e depois olhando pra mim e pra Giovana com um sorriso sincero. — É muito bom ter a companhia de vocês aqui. De verdade.
A Giovana deu um sorriso bonito, e eu senti um aperto estranho no peito. O cara era tão gente boa, tão correto, que ver aquele lado humano dele me deixava ainda mais caidinho.
— A gente é que agradece por tudo, Vini — eu disse, tentando manter a voz firme. — A recepção de vocês é surreal.
— Não precisa agradecer nada, cara. Essa casa é de vocês também — ele disse, me dando um tapinha fraterno no ombro. Aquele toque rápido da mão dele no meu ombro fez meu corpo todo arrepiar de novo.
— Bom, a gente vai subir pra tomar um banho e descansar — a Emilly avisou, pegando na mão do Vinicius. — Vocês fiquem à vontade, tá?
Eles subiram as escadas devagar, de mãos dadas, conversando baixinho até fecharem a porta do quarto deles.
A sala ficou em silêncio. A Giovana se jogou no sofá, soltando o ar devagar, completamente relaxada.
— Impressionante, né, Vitor? — ela comentou, olhando na direção da escada. — Eles são um casal tão incrível... e de noite viram aqueles bichos.
— É... o Vinicius é um cara diferente de tudo que eu já vi — murmurei, me sentando do lado dela, sem conseguir tirar o anfitrião da minha cabeça.
A noite estava longe de acabar na nossa cabeça.
A Giovana me puxou pelo braço e fomos direto pro nosso quarto. A gente se pegou ali mesmo, na beira da cama, num sexo rápido, safado e sem enrolação, movidos pelo vinho e pelo clima que tinha ficado no ar. Fodi a buceta dela de lado, ouvindo os gemidos abafados no travesseiro pra não fazer barulho na casa. Quando gozei fundo nela, caímos no sono imediatamente, derrotados pelo cansaço.
No dia seguinte, a vida real bateu na porta.
O Vinicius e a Emilly saíram cedo pro escritório, nos deixando super à vontade na casa. Como o meu período de descanso na firma tinha acabado, abri o notebook logo na mesa da sala e voltei a trabalhar de home office. A Giovana ficou por perto, fazendo as coisas dela.
Mas a verdade é que a minha cabeça já tinha mudado totalmente. Aquela experiência, o respeito pelo Vinicius e a vontade absurda de ter a nossa independência sem depender da hospitalidade de ninguém me deram um estalo.
Entre uma reunião e outra no computador, abri várias guias de sites de imobiliária. Comecei a filtrar casas para alugar ali na região mesmo.
— O que você tá olhando aí com essa cara concentrada? — a Giovana perguntou, encostando no meu ombro e olhando pra tela do notebook.
— Tô procurando um canto pra gente, Gi — respondi, arrastando o mouse pelas fotos de uns sobrados. — Tá na hora da gente ter a nossa casa, o nosso espaço. Pra gente viver a nossa vida do jeito que a gente quiser.
Ela deu um sorriso largo, me deu um beijo carinhoso na bochecha e sentou do meu lado pra me ajudar a olhar os preços e os bairros.
Quando o fim de tarde chegou, o Vinicius e a Emilly voltaram do trabalho. A gente estava na mesa da sala, ainda com o notebook aberto cheio de abas de imobiliárias.
— Trabalhando duro ou procurando imóveis? — o Vinicius perguntou, rindo de leve enquanto tirava o terno e dobrava no braço.
— Na verdade... os dois, Vini — tomei a frente, fechando um pouco a tela. — A gente estava olhando umas casas para alugar por aqui. Tá na hora de a gente ter o nosso canto.
O Vinicius e a Emilly se olharam na hora. A Emilly fez uma cara meio triste, surpresa com a notícia.
— Poxa, mas já? A gente adorou ter vocês aqui esses dias — disse a Emilly, vindo até a gente e se encostando na mesa. — Vocês não precisam ter pressa nenhuma para sair.
— É, Vitor... por que a pressa toda? — o Vinicius perguntou, com a voz bem calma, mas com aquele olhar que parecia ler a minha alma. Ele chegou mais perto da mesa e olhou a tela do computador. — E outra coisa: vocês têm noção do que precisa para montar uma casa do zero?
Engoli em seco, meio sem graça.
— É... eu sei que a situação tá apertada. Falta tudo, né? Móveis, eletrodomésticos, enxoval, roupas novas... A gente ia ter que ir comprando aos poucos, conforme o dinheiro do meu trabalho fosse entrando.
O Vinicius deu um riso fraco, balançando a cabeça. Ele puxou uma cadeira da mesa, sentou de frente para mim e apoiou os braços nos joelhos. A presença dele me deixou paralisado de novo.
— Esquece essa loucura, Vitor — o Vinicius falou, num tom direto, mas extremamente protetor e firme. — Vocês não vão sair daqui para passar aperto ou morar numa casa vazia. A gente não vai deixar.
— Vini, mas a gente não pode... — tentei argumentar.
— Escuta — ele me cortou com educação, segurando firme no meu ombro. O toque da mão dele fez o meu peito esquentar de novo. — Vocês ficam aqui o tempo que for preciso. Enquanto isso, eu e a Emilly vamos ajudar vocês a estruturar tudo. A gente mobília o lugar de vocês, ajuda no que faltar de roupa, móvel, tudo. Eu tenho contatos em lojas, resolvo isso no meu cartão e você me paga como puder, sem juros, no seu tempo.
A Emilly sorriu, concordando na hora:
— Com certeza! A gente faz questão de ver vocês bem instalados. Até lá, essa casa é de vocês.
Olhei para o Vinicius, chocado com a generosidade e com o poder daquele cara. Ele não só queria a gente por perto, como estava disposto a cuidar da gente e bancar o nosso recomeço. Meu coração disparou de admiração e desejo por ele.
Eu olhei pro Vinicius, me sentindo envergonhado e com a cabeça a mil por hora. A proposta era generosa demais, mas a minha cabeça de homem não deixava eu me encostar desse jeito sem dar nada em troca.
— Poxa, Vini... eu fico muito agradecido, de verdade — respondi, tentando manter a voz firme e a postura. — Mas eu não consigo aceitar assim, de graça. Não sou encostado. Se a gente for ficar mais tempo aqui e receber essa ajuda de vocês, eu faço questão de pagar um aluguel pra você todo mês. Um valor justo pelo quarto.
O Vinicius deu uma risada baixa, balançando a cabeça devagar. Ele se encostou na cadeira, cruzou os braços sobre o peito largo e ficou me encarando por uns segundos. Aquele olhar dele tinha um mistério gostoso, calmo, mas carregado de uma autoridade que me deixava de perna bamba.
A Emilly deu um sorrisinho de canto e se encostou no ombro do marido, já sabendo exatamente o que vinha pela frente.
— Dinheiro, Vitor? — o Vinicius perguntou com a voz grave, bem tranquila, mantendo o olho fixo no meu. — Eu não preciso do seu dinheiro, cara. Graças a Deus a minha vida financeira tá resolvida. Se fosse por dinheiro, eu nem alugaria quarto pra ninguém.
A Giovana olhou de mim pro Vinicius, sem entender direito onde ele queria chegar.
— Mas então como a gente faz, Vini? — ela perguntou, curiosa.
O Vinicius inclinou o corpo pra frente, apoiou os cotovelos na mesa e olhou bem no fundo dos meus olhos, com aquele ar de quem manda em tudo sem precisar levantar a voz.
— O meu pagamento vai ser outro — ele mandou, na lata, sem curva e sem vergonha nenhuma. — O único pagamento que eu aceito pra mobiliar a casa de vocês e deixar vocês ficarem aqui o tempo que precisarem... é sexo.
O sangue fugiu da minha cabeça e foi direto pro meu pau, que deu um tranco violento debaixo da mesa. Engoli a saliva em seco, paralisado na cadeira.
— Como é que é? — murmurei, fingindo surpresa, mas com o coração batendo no pescoço.
— É isso mesmo — o Vinicius continuou, calmo e seguro. — Eu quero ter passe livre com a Giovana quando eu quiser. E quero você participando de tudo com a gente, do jeito que eu mandar. Esse é o meu preço. Vocês aceitam?
Olhei pra Giovana e vi que a buceta dela devia tá encharcada só de ouvir aquilo. Depois olhei pro Vinicius, pro corpo daquele homem, pensando no privilégio que ia ser ter ele mandando na gente todo dia.
Olhei fixamente nos olhos do Vinicius. O peso daquela proposta fazia meu coração disparar e minha pica trancar de dura sob a mesa. Não tinha como recusar. Estar sob o controle daquele cara era exatamente tudo o que eu mais queria.
— Fechado, Vinicius — respondi, tentando manter a voz firme, embora estivesse tremendo por dentro. — Se esse é o preço, a gente aceita.
A Giovana soltou um suspiro fundo do meu lado, concordando com a cabeça, com os olhos brilhando de puro tesão.
O Vinicius abriu um sorriso satisfeito, bem calmo, e se levantou da cadeira devagar. A Emilly deu um passo à frente, com um olhar safado, cruzando os braços e me encarando com malícia.
— Ótimo. Acordo fechado não se adia — o Vinicius disse, com aquela voz grave cheia de autoridade, dando um tapinha fraterno no meu ombro antes de apontar para a esposa. — Mas você sabe como é cobrança, né Vitor? O aluguel venceu hoje. E você vai "pagar" agora mesmo... com a Emilly.
A Emilly deu uma risada baixa, desceu o zíper do vestido e deixou o tecido cair devagar pelo corpo, ficando só de calcinha e sutiã na nossa frente, bem no meio da sala.
— Vai lá, Vitor — o Vinicius mandou, me encarando com aquele tom de controle absoluto. — Mostra pra minha mulher como você é um bom pagador.
Engoli em seco, olhando pro corpo impecável da Emilly e sentindo o olhar fixo do Vinicius nas minhas costas.
Levantei da cadeira sem pensar duas vezes. Me aproximei da Emilly e puxei o corpo dela pra junto do meu, dando um beijo de língua no meio da sala, sentindo a pele quente dela.
O Vinicius só deu uma risada baixa, pegou a chave do carro em cima do aparador e olhou pra Giovana.
— Giovana, pega sua bolsa. A gente vai ali no mercado comprar umas bebidas e você vem comigo — ele ordenou, seco e direto.
A Giovana nem pestanejou. Se levantou, pegou a bolsa e seguiu o Vinicius pra garagem. O barulho do motor do carro sumiu na rua enquanto eu já estava no chão da sala, com a Emilly por cima de mim, pelada, sentando num ritmo gostoso e descontrolado. A gente transou ali mesmo no tapete, sem pressa, aproveitando cada segundo daquele pagamento.
Umas duas horas depois, ouvi o carro encostando de novo. A Emilly já tinha subido pro quarto pra tomar banho e eu estava no sofá, só de bermuda, quando a Giovana entrou na sala com o cabelo meio desgrenhado e as pernas bambas.
Ela sentou do meu lado, respirando fundo, com uma cara de quem tinha levado uma surra de tesão.
— Vitor... meu Deus do céu — ela sussurrou, olhando pra porta pra ver se ele não estava vindo. — Ele encostou o carro num lugar escuro no caminho... Amor, ele me comeu de um jeito que ninguém nunca comeu. Ele enfiou tudo no meu cu. A rola dele arrombou meu cuzinho sem dó. Eu tô moída, mas foi a melhor coisa da minha vida.
Ouvir aquilo da minha mulher fez o meu pau trancar de duro na hora. Imaginar o Vinicius de terno, com aquela grossura de pau, metendo no cu da Giovana dentro do carro, me deixou maluco. O meu desejo por aquele homem estava virando um vício desgraçado. Eu não queria só ver... eu queria ter aquele cara de qualquer jeito.
Olhei pra ela, tentando disfarçar o meu próprio tesão por ele, e soltei como quem não quer nada:
— Porra, Gi... o cara é sinistro mesmo. Mas escuta... quando você tiver com ele a sós de novo, tenta tirar uma foto dele escondida.
A Giovana me olhou surpresa, abrindo um sorriso safado:
— Uma foto dele? Pra quê, Vitor?
— Ah, pra gente ter aqui ué — inventei na hora, disfarçando o meu desejo reprimido. — Pra você olhar depois quando a gente tiver sozinho, pra me dar tesão vendo o pau que te comeu. Vê se consegue tirar uma foto dele pelado, com a rola de fora.
— Meu Deus, você tá muito safado! — ela riu, achando que era só uma fantasia minha com ela. — Pode deixar, na próxima eu tiro sim. — e subiu pro banho.
Fiquei sozinho na sala, deitado no sofá, com a mão por dentro da bermuda segurando meu pau duro. A minha cabeça não parava um segundo. Imaginar a cena da Giovana levando no cu dentro do carro do Vinicius me deixava louco, mas o pior era saber o real motivo de ter pedido aquela foto. Eu não queria ver o pau dele pra me atiçar com a minha mulher. Eu queria a foto do Vinicius pra poder bater punheta olhando só pra ele, praquela rola enorme, imaginando aquele homem na minha frente.
No dia seguinte, a casa estava tranquila de novo. O Vinicius estava de folga, andando pela casa só de bermuda, sem camisa, mostrando aquele peitoral largo e trincado. Cada passo que aquele cara dava perto de mim era uma tortura de tesão.
A oportunidade perfeita apareceu no meio da tarde. A Emilly tinha saído pra fazer as unhas e eu saí rápido pra ir à farmácia comprar umas coisas, deixando a Giovana e o Vinicius sozinhos em casa.
Quando voltei, entrei devagarinho pela porta dos fundos. A casa estava num silêncio absoluto. Fui subindo as escadas no sapatinho, sem fazer barulho nenhum, até encostar na porta do quarto do Vinicius, que estava meio aberta.
Olhei pelo vão da porta e quase caí pra trás
O Vinicius estava deitado na cama grande, totalmente pelado, com os olhos fechados descansando. A rola dele estava ali, descansando grossa por cima da coxa. E do lado da cama, a Giovana estava de joelhos, segurando o celular bem devagar, tentando focar a câmera bem no pau dele sem fazer barulho.
Meu coração parecia que ia sair pela boca. A cena da minha mulher tirando a foto daquele homem pelado, com a pica solta ali na minha frente, fez o meu pau quase estourar no short.
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Comentários (18)
GatoSafado: Descobri esse conto na categoria bissexual e até agora nada desses homens se pegar, quando vai rolar?
Responder↴ • uid:1e3u9oo226ylLopedrinhofm: Calma... os personagens vão evoluindo
• uid:1dqa8ac6ld4vFurious: Tô na expectativa em ver os dois juntos. Mas não sei pq, gosto de imaginar os dois caras interagindo apenas sozinhos. Parece que dá mais tesão.
Responder↴ • uid:1e3u9oo226ylGatoSafado: Eu também, gostaria que o lance dos dois fosse deles escondido das mulheres, deixar pra fazer com elas apenas a troca de casais.
• uid:1e3u9oo226ylLarys: Aí Pedro, que delícia de conto. Esse casal já tá me deixando louca. E olha que nem rolou nada entre esses dois ainda. Achei que o Vitor ia encontrar o Vinícius dormindo sozinho e pelado e ia mamar ele dormindo, sem a Giovanna. Fiquei com tesão, confesso.
Responder↴ • uid:1e3u9oo226ylLeona: Gosteeeeeei
Responder↴ • uid:mt97506i9Ricardao: Eu acho que você está muito preso a ideia de casais, poderia levar o Vitor ao extremo do sexo, que tal trans, negões, mijos, e até o Felipe arrombando ele? Só não faça estupros, mas gostaria de ver um gay sendo construído se a bissexualidade de casal
Responder↴ • uid:mt97506i9Larys: Credo, que coisa mais extrema. Prefiro ver ele escrevendo sobre trisais, amizades coloridas entre dois homens, mas não me importo de ver troca de casais. E pra que incluir Felipe nesse? Deixa o Felipe lá na história dele. Depois que finalizar essa história a gente pode revisitar os personagens que ficaram pra trás. Mas seria legal focar nos atuais um pouco. Ele não pode só depender dos anteriores.
• uid:1e3u9oo226ylFurious: Pedro, ignora, por favor
• uid:1e3u9oo226ylFurious: Sim, prefiro ler um romancezinho bem construído.. nada de extremo, apenas dois caras se descobrindo juntos e tendo suas mulheres apoiando e aproveitando. Não acho legal usar mulheres trans como fetiche, sexualizar os negoes sem eles serem um personagem ativo na história só estar ali pra ser outro fetiche. E mijo é um fator dominância que pode rolar mas não acho que deve ser comum. Como no outro conto se for tipo punição por vacilo blz. E a ideia do Felipe é a pior de todas kkkkkk sem misturar as coisas. Pedro não pode só depender do Felipe pra entregar as histórias que nós gostamos.
• uid:1e3u9oo226ylDuoLipo: Eu li todas as sagas e nunca comentei, não gosto de ler coisa extrema tbm, aquela cena do quase estupro e dos cara punindo ele foi difícil pra mim. Quero que o autor ignore esse comentários MAS.... uma coisa esse cara tem razão: o autor foca muito na bissexualidade entre casais, todo mundo junto, todo mundo corno, todo mundo se pega.. ainda é gostoso de ler, mas ele podia variar com uma história em que o cara fica com tesão no amigo só e não na esposa dele. Outra em que rola só a traição e depois o marido traído se vinga comendo o traíra, uma em que o amigo casado convida um amigo solteiro pra dividir a mulher e rola no susto entre eles uns toques diferentes sem a mulher perceber, uma de dois amigos solteiros que vão comer uma mulher casada e acabam comendo o corno manso tbm e curtem... Tipo, falta variar um pouco do mesmo tema de sempre "casal que tem tesão em outro casal e rola troca de casal e um cara domina o outro"
• uid:1e3u9oo226ylLopedrinhofm: Eu li todas as ideias de vocês. Achei algumas fantásticas, outras já descartei, gosto da dominância, mas acredito que sem extremos, não gosto de explorar fetiches absurdos então não espere de mim incluir negões, trans, e mijos sem ter um contexto para isso. O Felipe é meu personagem favorito, mas nessa história não tem espaço para ele, confesso que acato muito os comentários do Furious e da Larys, que percebo que estão comigo desde o começo, o DuoLipo tem razão no ponto de vista dele.
• uid:1dqa8ac6ld4vMay: Pedro... Eu não sei o que você fez, mas mudou o escrito, por favor, faça como está acostumado, amamos ler do seu jeito. Como consigo conversar com você fora do site?
Responder↴ • uid:mt97506i9Pie3: Pedro, seus contos estão ótimos, dessa vez não inclua personagens conhecidos, senti mudanças na sua escrita, mas ficou muito gostoso! O que acha de incluir uma trans?
Responder↴ • uid:mt97506i9Hulla: Conto muito extenso, cansativo, sem dinâmica, estou criticando porque confio no seu potencial de fazer melhor que isso.
Responder↴ • uid:mt97506i9Furious: Desinfeta, embuste. Pra quem não curte tu não sai daqui né?
• uid:1e3u9oo226ylLarys: Coisa chata entrar nos contos e ver essa pessoa desagradável Não tem como bloquear leitor nesse site não?
• uid:1e3u9oo226ylLopedrinhofm: Obrigado por ler todos os meus contos. Continue lendo, apenas evite comentar.
• uid:1dqa8ac6ld4v