#Incesto #Voyeur

Reino das elf putas – parte 1

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doida por dildo

No Reino das Folhas Douradas, depois que a princesa casou e partiu com o séquito, o rei decretou a putaria livre. O povo élfico era quase só mulheres

No Reino das Folhas Douradas, depois que a princesa casou e partiu com o séquito, o rei decretou a putaria livre. O povo élfico era quase só mulheres loiras de pele clara e bucetas rosadas-vermelhas. Os machos élficos tinham rareado. O que restou de força bruta no reino foram os orcs contratados — grossos, peludos, pau pesado.
O rei criou a Comissão do Anal.
Toda elfa em idade de trabalho feudal — nas plantações, nas cozinhas do castelo, nas tecelagens, nos estábulos — podia (e era incentivada a) usar G-string e plug. O plug era de madeira polida ou pedra lisa, com base larga o bastante para não sumir. Nas horas de serviço, a saia curta ou o vestido rasgado nas laterais deixava a tira da G-string à mostra. Quando a elfa se curvava para colher, varrer ou servir vinho, o plug brilhava entre as nádegas e a calcinha sumia no meio, marcando o cameltoe úmido.
Elas gostavam de se mostrar para os parentes.
A tia parava no corredor da cozinha, levantava a barra e perguntava para o sobrinho adulto se o plug ainda estava no lugar. A irmã mais velha esfregava a buceta coberta só pela tira fina no canto da mesa enquanto o irmão comia. Ninguém fingia que não via. A lei nova dizia que olhar, comentar e até tocar em família era parte da “manutenção do povo”.
Na Comissão, as elfas iam em fila. Orc depois de orc. O protocolo era simples: ajoelhava, spit, penetração lenta até o fundo, depois ritmo pesado até o plug ser substituído por pau de verdade. Elas saíam mancando, G-string puxada de lado, o vestidinho branco manchado, o plug de reserva já enfiado de novo para o restante do expediente feudal.
À noite, no salão, as loiras sentavam de pernas abertas nos bancos baixos. O rei observava. Algumas esfregavam a buceta vermelha no braço da cadeira, no cabo da vassoura, no canto da mesa de pedra — o mesmo costume que tinham no campo. O tecido fino da G-string já nascia molhado. Quando um parente passava, elas abriam mais as pernas.
O reino continuava. As elfas loiras, de buceta vermelha e plug no cu, trabalhavam de G-string no feudo e se exibiam para quem fosse da família. Os orcs da Comissão cumpriam o turno. A princesa já estava longe. O que restou do povo élfico era isso: putaria solta, roupa mínima e o cu sempre ocupado.
Layla voltou da plantação de shitakes no fim da manhã.
Os cogumelos tinham crescido demais naquela safra — grossos, compridos, a cabeça inchada e úmida. Pareciam pintos plantados na terra escura. O tio já tinha dito duas vezes na semana: “Vem ajudar na colheita, Layla. Você tem jeito com eles.” Ela foi. O vestido feudal era só um pano branco curto amarrado na cintura. Por baixo, a G-string branca que ela escolhia de propósito. O tecido fino sumia entre os lábios, puxava para os lados e deixava a buceta à mostra como uma borboleta aberta — era assim que chamavam na fazenda. Lábios grandes, rosados, o meio sempre um pouco aberto e brilhante.
O calor dela não parava. Desde que saiu dos fungos, a xoxota latejava. Cada passo fazia a tira branca esfregar o clitóris. Quando se curvava para cortar um shitake do tamanho de um antebraço, a G-string encharcava mais.
Na hora do almoço o pessoal sentou no banco longo de pedra, à sombra do galpão. Primos, o tio, duas primas. Layla sentou na ponta, pernas um pouco abertas porque o tecido curto não deixava outra posição. A G-string branca estava colada, transparente no meio. Os lábios rosados escapavam dos dois lados da tira, úmidos, o centro mais escuro e molhado, um fio fino escorrendo em direção à coxa.
Ninguém disfarçou.
O primo da frente parou com o pão na mão. O outro se inclinou. O tio, que tinha passado a manhã mandando ela “segurar o caule direito”, olhou direto para o meio das pernas dela e mordeu a maçã sem desviar.
— Tá pingando de novo — murmurou um deles.
Layla não fechou as pernas. Empurrou o quadril um pouco para frente no banco, o tecido branco sumindo ainda mais, os lábios se abrindo um pouco. A buceta vermelha-rosada brilhava. O cheiro misturava terra de cogumelo, suor e o tesão que ela carregava desde o campo. Quando se mexeu para pegar a caneca, a tira puxou e o clitóris apareceu inchado, roçando o algodão molhado.
Os primos comiam olhando. Um deles passou a língua nos dentes. Outro ajustou o pau pela calça. O tio só disse:
— Depois do almoço tem mais duas leiras. Você vai de novo.
Layla assentiu, as coxas abertas, a G-string branca marcada, a borboleta à mostra para quem quisesse ver. A xoxota continuava quente e molhada, esperando o próximo turno entre os shitakes que pareciam pintos enfiados na terra.
Na hora de levar a colheita, iam as duas.
Layla e a mãe. A elfa de trinta e oito anos subia primeiro na carroça. O “pano” que ela usava era um retângulo de gaze molhada de suor, tão fino que os seios apareciam inteiros — pesados, bicos escuros e duros apontando para cima, a areola marcada contra o tecido. A G-string dela era ainda mais estreita que a da filha: um fio branco quase inexistente, já escurecido no meio, os lábios rosados escapando dos dois lados, iguais aos de Layla, só que mais carnudos e mais escuros de tanto uso.
O tio já sabia. Sempre deixava as duas sozinhas no banco da frente. “Sobe aí. Os feirantes gostam de ver o carregamento chegar.”
A carroça saía da plantação de shitakes rangendo. A cada solavanco o pano da mãe subia. Os seios pulavam. A G-string da Layla sumia mais entre os lábios. A da mãe idem. As duas bucetas iam se abrindo com o balanço, molhadas, o tecido fino colado e transparente. Quem passava na estrada via as coxas abertas, o rosa à mostra, o plug da mãe brilhando um segundo quando ela ajeitava o quadril.
Na feira era festa.
Os feirantes paravam o que estavam fazendo. A carroça estacionava no meio do terreiro. A mãe descia primeiro. O pano transparente grudava no corpo, os seios apontados, o fio da G-string marcado até o cu. Quando ela punha o pé no chão e inclinava para puxar o cesto de cogumelos, a tira branca sumia e a vulva rosada aparecia inteira — lábios grossos, o meio aberto, brilhando.
Layla descia atrás. Mesma G-string branca encharcada, a borboleta ainda mais aberta depois da viagem. Os primos e os compradores encostavam nos balcões. Ninguém disfarçava o olhar nas duas xoxotas lado a lado: a da filha mais rosada e inchada, a da mãe mais escura e usada, as duas pingando no pó da feira.
— Chegaram as duas — dizia alguém.
O tio só ria e começava a descarregar os shitakes. As elfas ficavam ali, quase nuas, seios da mãe apontando, G-strings ultrafinas molhadas marcando o rosa das duas, enquanto os feirantes escolhiam cogumelo e olhavam buceta. Era o carregamento mais esperado da semana.
O feirante curioso se chama Rusk.
Orc mestiço, uns quarenta e poucos, barriga de quem come bem e pau que já tinha fama nas tendas de trás. Vendia temperos e facas. Sempre ficava na barraca da frente, a primeira que via a carroça das duas elfas chegando.
Quando Layla e a mãe desciam, Rusk não disfarçava. Encostava o cotovelo no balcão, mastigava um pedaço de raiz e olhava direto. Primeiro nos seios da mãe, o pano transparente grudado, os bicos duros. Depois descia o olhar para as duas G-strings brancas, molhadas, o rosa escapando.
— Essa da filha hoje tá mais aberta — falava baixo, só para o tio ouvir. — A da mãe já conheço. Pesada.
Ele era o tipo que perguntava. Não só olhava.
— O plug ainda tá no lugar, comadre?

— A tira da moça rasgou no caminho ou já veio assim?

— Posso ver de perto o carregamento?
Às vezes o tio deixava. Rusk se aproximava com um saco de pimenta na mão, como se fosse só negócio. Parava na frente das duas, baixava um pouco a cabeça e olhava a buceta da Layla de cima, os lábios rosados espremidos na G-string, o meio brilhando. Depois olhava a da mãe, mais escura, o fio sumido no meio.
Nunca metia a mão na frente de todo mundo. Só falava, ria e voltava para a barraca com a calça marcada. Mas todo mundo na feira sabia: Rusk era o primeiro a chegar quando a carroça parava, o último a parar de olhar quando elas subiam de novo.
Se quiser, no próximo trecho ele pode conversar com elas, oferecer “ajuda para descarregar” ou chamar as duas para trás da tenda.
Elas iam escondidas do tio.
Depois de descarregar na feira, Layla e a mãe desviavam pelo beco atrás das tendas e entravam no Bar do Gervão. Porta baixa, ambiente fechado, cheiro de hidromel azedo e porra velha. Só quem pagava entrava. Lá dentro os orcs de pau grande ficavam à disposição — o mais falado media cinquenta e dois centímetros, grosso, a pele áspera que nem lixa, com uns cravos escuros na base e no meio do pau. Quem quisesse sentar, chupar ou só tentar engolir pagava a ficha e ia.
Gervão era o dono. Orc velho, sentado sempre no mesmo banco no fundo da sala, pernas abertas, o pau já para cima antes mesmo de alguém chegar. Não usava calça. O caralho de cinquenta e dois centímetros subia torto, a cabeça roxa quase batendo no peito dele, os cravos visíveis, uma veia grossa pulando.
As duas elfas entravam rápido e fechavam a porta.
A mãe primeiro. O pano transparente já nem cobria nada. Os seios apontados, a G-string branca encharcada. Layla atrás, a tira sumida entre os lábios da borboleta. Os orcs da sala viravam a cabeça. Gervão só sorria, o pau apontado para o teto, uma gota escorrendo da fenda.
— Chegaram as duas de novo — ele dizia, a voz grossa. — Quem vai primeiro no meu?
A mãe já ia andando até ele, o pano subindo. Layla ficava um pouco atrás, as coxas juntas, a xoxota latejando só de ver aquele pau áspero de pé. Elas pagavam a ficha no balcão sem olhar para os lados. O tio não podia saber. No bar do Gervão, as duas loiras de buceta vermelha e G-string molhada iam se divertir com o que restava de pau grande no reino — começando pelo que estava sentado, duro, cravado e apontando para cima, esperando elas chegarem perto.
A mãe não esperou muito.
Puxou o pano transparente para o lado, abaixou a G-string branca até as coxas e ficou de frente para Gervão. O pau dele estava de pé, cinquenta e dois centímetros, grosso, a pele áspera cheia de cravos. A cabeça roxa já brilhava. Ela segurou o pau com as duas mãos — mal cobria a metade — e encostou a buceta rosada, mais escura e usada, na ponta.
Desceu devagar.
A cabeça sumiu primeiro. Os lábios dela abriram, esticaram, engoliram a glande com um barulho molhado. Ela soltou o ar, as pernas tremendo. Foi descendo mais. Cinco, dez, quinze centímetros. A tora sumia dentro dela, a barriga da elfa começava a marcar o volume. Gervão segurou os quadris dela e puxou para baixo.
Ela sentou de uma vez.
O pau inteiro desapareceu. A base dos cravos ficou colada na buceta dela. A mãe arqueou as costas, os seios apontados para cima, a boca aberta sem som. Por um segundo ficou parada, o cu contra as bolas dele, o tecido da G-string ainda preso numa coxa.
Alguns riram.
— Sumiu tudo, porra.

— A velha comeu o Gervão inteiro.

— Olha o volume na barriga.
Outros só admiravam. Um orc no canto assobiou. Outro bateu palma baixa. Layla ficou parada perto da porta, as pernas juntas, vendo a mãe sentada até o fundo naquela tora áspera, o pano transparente grudado nos seios, o corpo inteiro engolindo o que ninguém achava que cabia.
A mãe começou a se mexer. Subia uns palmos e descia de novo, o pau aparecendo molhado e sumindo outra vez. Cada descida fazia um barulho fundo. Gervão ria, as mãos nas nádegas dela, empurrando para ela sentar até o fim de novo. A sala olhava. A elfa de trinta e oito anos, G-string no joelho, seios duros, buceta esticada e vermelha, comia o caralho de cinquenta e dois centímetros até ele sumir inteiro, enquanto uns riam e outros só ficavam calados admirando o tanto que ela aguentava.
A mãe subia e descia como quem já tinha feito aquilo a vida inteira.
Não era mais o encaixe lento do começo. Agora ela empinalava a xoxota greluda com ritmo. Subia até a cabeça quase escapar, os lábios grossos e rosados agarrados no pau áspero, depois deixava o peso do corpo cair. A tora sumia de novo até os cravos. A barriga marcava. O pano transparente tremeu nos seios a cada descida. O barulho era molhado, fundo, o banco do Gervão rangendo.
Ela girava o quadril no fundo, esfregava o clitóris na base peluda dele, subia outra vez. Experiente. Sabia até onde podia ir sem tirar, sabia quando apertar, sabia quando parar no meio e só rebolar com o pau inteiro dentro. Gervão só segurava e ria.
Layla olhava como se fosse a primeira vez.
Ficou parada perto da parede, a G-string branca já encharcada, as mãos nos próprios seios sem perceber. Os olhos não saíam do ponto em que a buceta da mãe engolia e cuspia aqueles cinquenta e dois centímetros. Via os lábios da mãe esticarem, ficarem brancos nas bordas, depois vermelhos de novo. Via o pau aparecer brilhando de porra e tesão e sumir até não restar nada.
A filha abriu a boca sem falar. Admirada. Nunca tinha visto a mãe assim — sentada até o fim, subindo e descendo com aquela calma suja de quem conhecia a arte de empalamento de xoxota greluda. Cada vez que a mãe descia inteira, Layla apertava as coxas. A borboleta dela latejava só de olhar.
Um dos orcs no canto cutucou o outro:
— A novinha tá aprendendo com os olhos.
Layla nem ouviu. Continuou olhando a mãe cavalgar o Gervão como se aquele pau enorme fosse só mais um no repertório dela — subindo, descendo, sumindo, enquanto a filha, quieta e molhada, assistia pela primeira vez a mulher que a tinha criado comer um caralho daquele tamanho até o fundo, sem pressa e sem vergonha.
Quando a mãe desceu do pau, ele saiu de dentro dela num fio grosso. A xoxota greluda ficou aberta, vermelha, pulsando. Gervão não amoleceu. O caralho de cinquenta e dois centímetros continuava de pé, agora vermelho-acinzentado, molhado, os cravos mais visíveis, a cabeça roxa inchada.
— Gel — ela pediu, a voz rouca.
Alguém passou o potinho. Era grosso, transparente, cheirava a erva. A mãe ajoelhou entre as pernas do orc, pegou o pau com as duas mãos e começou a passar o gel da base até a cabeça. A mão deslizava pelos cravos, subia a veia, cobria a glande inteira. O pau brilhava, escorregadio, ainda maior com a camada de gel. Ela passou de novo, da raiz áspera até a fenda, apertando a cabeça com o polegar.
Depois se virou de costas, afastou as nádegas e encostou o cu na ponta.
Desceu.
A cabeça entrou primeiro. Ela travou o maxilar. A dor veio logo — aquela pontada funda de quem recebe um monstro no lugar errado. O cu dela abriu devagar, esticou, engoliu a glande com esforço. Um gemido baixo saiu. Ela parou, respirou, e desceu mais.
Dez centímetros. Quinze. A dor subia pelas costas. As pernas tremiam. Mesmo assim ela não parou. Empurrou o quadril para baixo com maestria, como quem já tinha aprendido a respirar na hora certa. O pau áspero ia sumindo no cu, o gel fazendo barulho. Vinte, trinta. A barriga dela começou a marcar de novo, agora por trás.
Gervão segurou os quadris e puxou.
Ela sentou até o fim.
O cu engoliu a tora inteira. Os cravos sumiram. A mãe arqueou, os seios apontados, a boca aberta, um fio de saliva. Doía. Doía fundo. Mas ela aguentou. Ficou parada uns segundos, o corpo inteiro tremendo em volta daquele pau vermelho-cinza, depois começou a subir um palmo e descer de novo — mais lenta que na buceta, mas firme. Cada descida era um esforço controlado. A dor não sumia. Ela só dominava.
Layla olhava de perto agora, sem piscar. Via o cu da mãe esticar até ficar branco nas bordas, via o pau monstro desaparecer outra vez, via a mãe gemer e mesmo assim continuar descendo até sentar na base, com maestria, o gel escorrendo pelas bolas do Gervão.
A sala ficou mais quieta. Ninguém riu dessa vez. Só assistiam a elfa de trinta e oito anos levar no cu o caralho de cinquenta e dois centímetros até o fundo, sentindo dor e aguentando assim mesmo.

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