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A Princesa Analtery e os Orcs das Montanhas - parte 1

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doida por dildo

princesa elf e orc numa aventura porn epica

Parte 1: O Rapto
Analtery caminhava pela floresta élfica com sua túnica branca colada ao corpo, marcando cada curva de sua silhueta perfeita. Aos vinte anos, a princesa loira possuía uma beleza que parava qualquer criatura viva — cabelos dourados que caíam como cascata até sua cintura estreita, seios firmes que saltitavam a cada passo, e quadris largos que balançavam provocativamente. Mas era sua condição peculiar que a tornava verdadeiramente notória entre os elfos: sua buceta permanecia constantemente molhada, um fogo incontrolável que a consumia a cada instante.
Ela tentava manter a compostura durante o conselho real, mas sentia o líquido quente escorrer por suas coxas internas, manchando suas vestes de seda. Sem pensar, enfiou a mão debaixo da mesa e tocou seu grelo inchado, gemendo baixinho enquanto fingia ouvir os anciãos. Em outras ocasiões, precisava parar no meio do caminho para o templo, agarrar um galho grosso de carvalho e enfiá-lo fundo em sua vagina faminta, rebolando até gozar gritando na floresta silenciosa.
Seus brinquedos eram objetos de luxo encantados — dildos de cristal mágico de trinta centímetros que vibravam com energia arcana, plugs anais de ébano negro que mantinham sua bunda sempre preparada. Ela os usava secretamente durante os banquetes, sentada na mesa real com o plug enfiado profundamente, tentando manter o rosto sereno enquanto sua buceta contraía em orgasmos silenciosos.
Naquela tarde, enquanto cavalgava sozinha próximo às montanhas proibidas, ouviu o estondo de tambores de guerra. Antes que pudesse reagir, uma rede de couro grosso a envolveu, derrubando-a de seu cavalo branco. Analtery caiu no chão, sua túnica rasgando e expondo suas coxas brancas e sua calcinha encharcada de tesão. Ela gritou, mas a floresta estava vazia.
Das sombras emergiram eles — os Orcs das Montanhas, criaturas de pesadelo que poucos elfos viviam para descrever. Eram colossos de músculos verdes, cada um medindo quatro metros de altura, com ombros largos como portões de castelo e presas amarelas saindo de suas mandíbulas proeminentes. Mas o que fez Analtery gelar de medo e excitação simultânea foram as protuberâncias entre suas pernas — pênis que pareciam braços de homens normais, pés de comprimento e tão grossos quanto seu punho, balançando pesadamente enquanto se aproximavam.
"Uma elfa," rosnou um deles, sua voz como pedras esfregando. "E uma princesa, pelo cheiro."
Analtery tentou se levantar, mas a rede apertou. Ela sentiu o pânico misturado com uma excitação traiçoeira — sua buceta, traidora como sempre, pulsou molhada ao ver aquelas varas monstruosas. Um orc mais jovem, com cicatrizes azuis pintadas no peito, ajoelhou-se e arrancou sua calcinha de um puxão. Ele enfiou o tecido molhado no próprio nariz, inalando profundamente.
"Doce como mel de abelha mágica," ele riu, mostrando dentes podres. "Ela está pronta. Olha como escorre."
Analtery sentiu o rosto queimar de vergonha ao ver os orcs observando sua vagina exposta, os lábios internos rosados e inchados, brilhando com sua excitação involuntária. Ela estava molhada demais, sempre molhada, e agora aquelas bestas gigantes podiam ver exatamente o quanto seu corpo traíra seu medo.
Eles a amarraram em um bastão de madeira grossa, suspendendo-a entre dois orcs como caça fresca. A cada passo que davam, o movimento fazia Analtery balançar, e ela sentia a madeira pressionar contra sua vagina aberta, esfregando seu grelo sensível. Ela mordeu o lábio para não gemer, mas um orc notou seu rosto corado e as pernas tentando se fechar.
"Ela gosta," ele rosnou, dando uma risada gutural. "A princesinha gosta da madeira."
O caminho para as montanhas foi uma tortura de horas. Analtery tentava manter a dignidade, mas cada solavanco a fazia esfregar contra a madeira úmida de seu próprio tesão. Ela sentia os olhares dos orcs em seus seios, que saltitavam livres agora que a túnica havia rasgado. Seus mamilos rosados estavam duros como pedras, apontando para o céu em plena excitação.
Quando passaram por um riacho, um orc parou e mergulhou um dedo grosso na água, depois o enfiou na boca de Analtery para silenciá-la. O dedo tinha o diâmetro de uma maçã, coberto de pele verde áspera e com unhas pretas que arranharam seu céu da boca. Ela engasgou, mas o gosto salgado e terroso fez sua buceta contrair em uma pequena onda de prazer.
"Calada, princesa," ele ordenou. "Ou teus gritos vão chamar os dragões. E eles são piores que nós."
Analtery tremia, não apenas de medo. Sua natureza insaciável a traía a cada segundo. Quando um orc acidentalmente esbarrou seu pênis de quarenta centímetros em seu rosto enquanto ajustava a corda, ela sentiu um jato de liquido quente escorrer por suas coxas. O cheiro deles — suor, terra, ferro e algo animal e masculino — a deixava tonta.
Eles subiam agora, as montanhas negras cortando o céu como dentes. As cavernas dos orcs ficavam nas alturas, onde o ar era rarefeito e o gelo eterno. Analtery sabia que poucos prisioneiros retornavam de lá, e nenhuma elfa havia sobrevivido para contar a história. Mas seu corpo, maldito e faminto, já imaginava o que viria — aquelas lanças de carne verde pulsando, prontas para invadi-la.
Um orc particularmente grande, com tatuagens de sangue no rosto, parou e puxou sua cabeça para trás pelo cabelo. Ele enfiou a língua grossa e áspera em sua boca, beijando-a com uma brutalidade que a fez ver estrelas. Enquanto a língua dele explorava sua garganta, Analtery sentiu algo quente e pesado pressionar contra sua barriga — seu pênis, ainda mole, já media trinta centímetros e tinha a grossura de seu pulso.
"Vai gostar do rei," ele sussurrou contra seus lábios inchados. "Ele é maior."
Analtery engoliu em seco, sentindo a umidade escorrer até suas nádegas. Ela estava perdida, e parte dela — aquela parte traiçoeira entre suas pernas — já se rendia.

Parte 2: O Trono de Carne
As portas da caverna real se abriram com um rangido de pedra contra pedra. Analtery foi jogada no chão de rocha vulcanica, suas algemas de ferro negro tilintando. O frio das montanhas fez sua pele nua se arrepiar, os mamilos endurecendo ainda mais em pontos sensíveis.
Ao seu redor, a caverna era imensa — pilastras de obsidiana sustentavam o teto perdido na escuridão, tochas de gordura animal iluminavam paredes cobertas de tapeçarias feitas de peles de criaturas desconhecidas. Mas o que capturou sua atenção foram as pequenas figuras ao redor: fadas, criaturas de quinze centímetros de altura, com asas translúcidas e corpos luminosos, presas em gaiolas douradas penduradas pelas paredes. Elas observavam com olhos assustados, algumas tentando cobrir a visão com as mãozinhas minúsculas.
Analtery sentiu um puxão brusco e gritou quando um orc arrancou seu plug anal de cristal de uma vez só. A sensação de vazio foi imediata e agonizante — ela estava acostumada a estar cheia, sempre cheia. Outro orc pegou seu dildo mágico, ainda vibrando, e o cheirou antes de guardar no cinto como troféu.
"Não... por favor..." ela gemeu, sentindo sua vagina contrair no ar vazio, implorando por preenchimento. Sem seus brinquedos, o tesão que sempre carregava se transformou em uma necessidade urgente, quase dolorosa. Ela apertou as coxas, sentindo o líquido escorrer livremente agora, sem nada para contê-lo.
"Levante-na."
A voz veio do trono — profunda, gutural, carregada de autoridade absoluta. Analtery foi puxada pelos cabelos, obrigada a ficar de joelhos e depois em pé. Ela cambaleou, as pernas bambas, e quando seus olhos se adaptaram à luz, ela viu.
O Rei dos Orcs.
Thrakgar, o Pilar de Carne, sentava em um trono feito de crânios de dragões empilhados. Ele medria quatro metros e meio se estivesse em pé, seu corpo uma montanha de músculos verde-escuros cobertos de cicatrizes de batalha. Seu peito era uma prateleira de músculos, a barriga dura como rocha, e as pernas... deuses, suas pernas eram grossas como troncos de árvores antigas.
Mas foi entre essas pernas que Analtery não conseguiu desviar o olhar.
Sua pica — porque aquilo transcendia qualquer termo humano ou élfico — era o Colosso. Setenta e cinco centímetros de carne verde pulsante, grossa como o antebraço de Analtery, com veias azuladas que serpenteavam como rios por uma montanha. A glande era do tamanho de sua cabeça, escura e brilhante de pré-gozo, escorrendo um líquido translúcido e pegajoso em fios grossos que caíam no chão de pedra. As bolas, cada uma do tamanho de melões, pendiam pesadas em um saco peludo e verde, cheias de semente para fertilizar dezenas de fêmeas.
E ele estava usando essa arma.
Analtery ofegou ao ver a cena. Uma humana, pequena e morena, estava sentada no colo do rei — ou melhor, impalada nele. O rosto da mulher estava vermelho como tomate, a boca aberta em um gemido contínuo, silencioso, os olhos revirados de êxtase e dor misturadas. Ela estava nua, seu corpo suado brilhando à luz das tochas, os seios pequenos balançando a cada movimento.
O rei a segurava pela cintura, levantando-a e descendo-a em sua lança com uma facilidade assustadora. Analtery podia ver exatamente o quanto daquela mulher estava sendo preenchida — quarenta centímetros daquela pica monstruosa desapareciam dentro de sua vagina esticada ao máximo, a pele de sua barriga se contornando levemente com o formato do invasor gigante.
"Ela chegou há três dias," grunhiu Thrakgar, seus olhos amarelos fixos em Analtery enquanto continuava bombando a humana. "Ainda não consegue sentar tudo. Mas tenta... todos os dias... ela tenta."
A humana gemeu alto, uma súplica sem palavras, enquanto Thrakgar a levantava mais, deixando quase trinta centímetros saírem de uma vez, a carne brilhante e coberta de seus fluidos misturados, antes de deixá-la cair de novo, enfiando tudo de volta com um estalo úmido que ecoou na caverna.
Analtery sentiu suas pernas cederem, mas os orcs a seguraram. Ela estava molhada — mais molhada do que nunca. Seu grelo pulsava visivelmente, inchado e exposto entre os lábios vaginais que se abriam e fechavam convulsivamente, como uma boca faminta. Ela podia ver o brilho de sua excitação escorrendo pelas coxas internas, formando uma poça abaixo dela.
O rei a observava com um sorriso cruel, seus olhos percorrendo cada centímetro de seu corpo branquinho, contrastando com a pele verde de sua concubina humana. Ele notou seus seios firmes, a cintura estreita, o monte de Venus proeminente e depois... sua xoxota.
"Olhem," ele ordenou, e dezenas de orcs se aproximaram. "A elfa tem um grelo de verdade. E esses lábios... parecem asas de borboleta."
Analtery nunca sentira tanta vergonha e tesão simultâneos. Seus lábios vaginais eram realmente grandes, proeminentes, corados e inchados de excitação constante. Eles se abriam naturalmente, expondo o interior rosa molhado, convidando. Seu grelo, maior que o de qualquer elfa que conhecia, estava completamente ereto, uma pérola rosada pulsando no ápice de sua feminilidade.
"Por favor..." ela sussurrou, não sabendo se pedia para ser libertada ou para ser tomada.
O rei riu, um som que fez as paredes tremerem. Ele segurou a humana com uma mão enorme, levantando-a de sua pica com um barulho de sucção alto, deixando-a cair no chão aos seus pés, onde ela se contorceu, ainda gozando, a vagina aberta e escorrendo. A pica do rei ficou livre, apontando para o teto como uma lança de guerra, pingando fluidos pesados no chão.
"Tragam a princesa elfa," ele ordenou, seus olhos fixos naquele corpo branco e vulnerável. "Quero ver se uma elfa consegue sentar mais que uma humana."
Analtery sentiu o coração disparar. Ela olhou para aquela montanha de carne verde, para aquela pica que parecia um braço de outra pessoa, e sentiu o medo e o desejo a consumirem igualmente. Sua buceta, traidora e insaciável, pulsou em antecipação, querendo ser preenchida, querendo ser destruída.

Parte 3: O Gosto do Destino
Analtery foi arrastada pelo chão de pedra, seus joelhos arranhados, até os pés do trono de crânios. Ela tremia incontrolavelmente, não apenas do frio das montanhas, mas da adrenalina e do medo que corriam em suas veias como fogo. Seus olhos azuis estão arregalados, fixos naquela pica colossal que ainda pulsava no ar, pingando o líquido translúcido do rei.
Ela sentiu um calor familiar — vergonhoso, traiçoeiro — subir de sua vagina. Antes que pudesse conter, um jato quente de fluido escorreu por suas coxas, brilhante e viscoso, descendo até seus joelhos e pingando no chão de pedra. Ela estava gozando, ou pelo menos no limite, seu corpo respondendo ao perigo com sua excitação maldita.
"Por que... por que me trouxeram aqui?" ela conseguiu perguntar, sua voz trêmula. "Sou apenas uma princesa... não tenho valor para orcs..."
O rei Thrakgar riu, uma explosão de som que fez as fadas nas gaiolas se agitarem em pânico.
"Valor?" ele rosnou, inclinando-se para frente no trono. "Elfas são raras nas montanhas. Elfas reais... são lendas." Ele respirou fundo, seus olhares percorrendo seu corpo nua. "E elfas que ficam molhadas só de ver orcs... são tesouros."
Antes que Analtery pudesse responder, um orc se aproximou por trás — um general pelo visual, com armadura de ossos e cicatrizes de batalha no rosto. Ele era "pequeno" comparado ao rei, medindo apenas três metros e oitenta, mas seu pênis ainda assim era uma arma formidável, cinquenta centímetros de carne dura apontando para ela.
Sem aviso, ele enfiou um dedo grosso em sua vagina.
Analtery gritou, um som agudo que ecoou nas paredes da caverna. O dedo do orc era enorme — mais grosso que qualquer pênis élfico que ela já havia conhecido, com a ponta áspera e a base coberta de pelos grossos. Ele enfiou até o fundo de uma vez, sem delicadeza, curvando o dedo para cima e massageando seu ponto g com uma precisão brutal.
"Doce," o orc rosnou, trazendo o dedo à boca e lambendo-o lentamente, seus olhos fechando de prazer. "Muito doce. Como frutas das florestas élficas, mas mais... intensa."
Ele enfiou o dedo de novo, desta vez dois dedos, esticando-a de um jeito que fazia Analtery ver estrelas. Ela não conseguia conter os gemidos — seu corpo traidor empurrava contra a invasão, querendo mais. O orc girou os dedos dentro dela, sentindo as paredes de sua vagina se contraírem em ondas de prazer involuntárias.
"Ela está pronta," ele anunciou para o rei, retirando os dedos cobertos de brilho élfico. "Molhada o suficiente. Mas apertada... muito apertada. Vai rasgar quando o senhor a tomar."
Thrakgar sorriu, mostrando presas amareladas.
"Rasgar é o objetivo," ele disse, descendo do trono. O chão tremia a cada passo de seus pés descalços enormes. "Quero ouvi-la gritar. Quero ver essa princesa destruída."
Ele se ajoelhou diante dela, sua sombra cobrindo completamente o corpo pequeno de Analtery. Com uma mão, ele agarrou seu rosto, forçando-a a olhar para cima, para seus olhos amarelos e selvagens. Com a outra mão, ele tocou sua vagina — não entrou, apenas tocou, espalhando seus fluidos, massageando seu grelo inchado com um polegar do tamanho de seu clitóris inteiro.
"Você vai servir a mim," ele sussurrou, sua respiração quente e fedendo a carne crua e ferro. "E aos meus capitães. E aos meus soldados. Todos vão saborear uma princesa elfa."
Ele apontou para trás, e Analtery viu — uma fila de orcs se formando, dezenas deles, todos nus, todos com pênis enormes balançando pesadamente entre as pernas. Alguns já se tocavam, pré-gozo brilhando nas pontas, olhando para ela como lobos olham para uma ovelha.
"Eles são pequenos," Thrakgar continuou, agarrando seu próprio membro e batendo na barriga de Analtery com ele, o peso fazendo o ar sair de seus pulmões. "Cinquenta, sessenta centímetros. Alguns chegam a setenta. Mas eu..." ele sorriu cruelmente, "eu sou o rei."
Ele se levantou, e sua pica ficou na altura do rosto de Analtery, a glande escura e brilhante quase encostando em seu nariz. O cheiro era avassalador — masculino, animal, testosterona pura. Analtery sentiu outro jato escapar entre as pernas, sua excitação a trair completamente.
"Abra a boca," ele ordenou. "Vamos ver se uma princesa sabe agradar um rei antes de ser destruída."
Analtery olhou para aquela montanha de carne verde, para aquela fila de monstros excitados, para as fadas nas gaiolas que olhavam em horror e compaixão. Ela sabia que não sobreviveria intacta. Sabia que seria esticada, rasgada, preenchida como nunca imaginou possível.
E sua buceta, traidora e insaciável, pulsou em antecipação, querendo exatamente isso.
Com as mãos ainda algemadas, ela abriu a boca e estendeu a língua, aceitando seu destino.
A boca de Analtery se abriu involuntariamente quando a glande colossal do rei Thrakgar pressionou contra seus lábios. O cheiro era avassalador — salgado, terroso, masculino em sua forma mais primitiva. Ela estendeu a língua timidamente, provando o líquido translúcido que escorria da fenda na ponta, e o sabor a fez gemer — amargo, forte, aditivo.
"Abre mais, princesinha," o rei rosnou, agarrando seus cabelos loiros com uma mão enorme. "Vamos ver se uma elfa sabe agradar um verdadeiro macho."
Analtery obedeceu, seus maxilares se distendendo ao máximo enquanto a cabeça daquela pica monstruosa forçava entrada em sua boca. Era impossível — a glande sozinha enchia completamente sua cavidade oral, esticando seus lábios até que ela sentiu a pele quase rasgar. Mas ela persistiu, movendo a língua em círculos ao redor da coroa, provocando o rei a gemer acima dela.
Ela começou a descer, centímetro por centímetro, sua boca sendo esticada como nunca antes. O pau dele era rústico, uma coluna de carne verde escura coberta de veias grossas como cordas que saltavam em relevo, cada uma pulsando com o batimento cardíaco do orc. As veias azuladas serpenteavam desde a base até a glande, criando um mapa de masculinidade brutal que Analtery sentia contra sua língua.
Mais fundo ela foi, engasgando, as lágrimas escorrendo de seus olhos azuis enquanto tentava acomodar aquela invasão impossível. Ela podia sentir cada veia, cada rugosidade da pele do orc, o gosto de ferro e sal que impregnava sua carne. Sua garganta se contraiu em volta da espessura, massageando involuntariamente enquanto ela lutava para respirar pelo nariz.
Ela desceu mais, alcançando o ponto onde o pescoço encontrava o tronco do rei, e ainda havia tanto pela frente. As bolas dele — dois melões negros e peludos, cheios de semente — batiam levemente em seu queixo a cada movimento. Analtery usou as mãos algemadas para segurar a base, seus dedos pequenos não conseguindo nem circundar metade da circunferência, e começou a bombear enquanto chupava o que conseguia da cabeça.
O rei Thrakgar rosnou como um animal, suas costas arqueando enquora a elfa trabalhava em seu membro. Ele começou a mover os quadris, empurrando mais fundo, forçando Analtery a engasgar repetidamente, o som de suas engasgadas misturando-se com os gemidos de prazer do orc. A cada empurrada, ela sentia sua garganta se expandir impossivelmente, as lágrimas escorrendo livremente agora, maquiagem borrada em seu rosto de princesa.
Ela olhou para o lado, através das lágrimas, e viu a humana no chão. A mulher ainda estava nua, suas pernas abertas, e Analtery podia ver sua vagina vermelha e esticada, ainda aberta do uso brutal, escorrendo o sêmen do rei em fios grossos que desciam até a pedra. A humana estava consciente, seus olhos vidrados de êxtase, e ela tocava a si mesma lentamente, três dedos enfiados em sua própria vagina, masturbando-se enquanto observava a cena. Ela estava gozando aos poucos — Analtery podia ver sua barriga se contrair em espasmos leves, os dedos saindo molhados para esfregar seu clitóris, depois entrando de novo. A humana sorria, um sorriso debochado de quem sabia o que estava por vir.
De repente, o rei agarrou a cabeça de Analtery com ambas as mãos e puxou-a para fora de sua boca com um estalo úmido. Ele bateu em seu próprio membro algumas vezes, cada batida fazendo as veias saltarem ainda mais, e então apontou diretamente para o rosto da elfa.
"Vai tomar tudo, princesa," ele rosnou, sua respiração pesada. "Toda a porra do rei."
Ele gozou com um rugido que sacudiu as paredes da caverna. O primeiro jato atingiu a testa de Analtery com força, quente e espesso, escorrendo imediatamente por suas sobrancelhas. O segundo cobriu seu olho direito, cegando-a temporariamente com a viscosidade branca. O terceiro encheu sua boca aberta, o gosto forte e amargo inundando seu paladar. Jato após jato, o rei derramava sua semente em quantidades inumanas — dez, doze, quinze jatos — cobrindo o rosto da princesa elfa completamente, transformando seus traços delicados em uma máscara branca e pegajosa.
Analtery engasgou, engolindo involuntariamente o que encheu sua boca, sentindo o líquido quente descer por sua garganta. Ela estava coberta, seus cabelos loiros agora brancos de porra, seu rosto irreconhecível sob a camada grossa de sêmen que escorria em fios pesados até seus seios.
O rei recuou, ofegante, sua pica ainda dura como pedra, pingando os últimos gozos. Ele olhou para a elfa arruinada à sua frente e riu — uma risada de satisfação animal.
"Vire-se," ele ordenou, sua voz baixa e perigosa. "De quatro. Quero ver aquele cu que você mantinha enchido de plug."
Os orcs a viraram brutalmente. Analtery sentiu o rosto sendo esfregado contra o chão de pedra fria, o sêmen do rei espalhando-se em sua pele. Ela foi posicionada de joelhos, a cabeça no chão, as nádegas erguidas para o alto em uma posição de submissão total. Ela sentiu as mãos gigantes do rei separarem suas nádegas, expondo seu ânus.
Era visível — rosado, contraído, mas claramente usado. Os anos de plugs anais a haviam mantido preparada, mas nunca para algo daquele tamanho. A pele ao redor estava levemente vermelha, irritada, ainda aberta do plug que fora arrancado no caminho. Ela podia sentir o ar frio da caverna tocando sua entrada exposta, e sabia o que vinha.
"Olhem," o rei anunciou para seus soldados. "Uma princesa preparada para ser fodida. Vejam como seu cu pisca para mim."
Ele posicionou-se atrás dela, e Analtery sentiu — a cabeça daquela pica monstruosa, quente e pesada, pressionando contra seu ânus. Era impossível. Aquela coisa era maior que seu pulso, mais grossa que sua coxa, e ele queria enfiar em seu cu.
"Por favor," ela sussurrou, sua voz trêmula. "Por favor, não... não vai caber..."
O rei ignorou. Ele pressionou, e Analtery gritou — um som agudo e desesperado que ecoou nas paredes de pedra. A cabeça da pica forçava entrada, esticando seu ânus impossivelmente, a pele rosada se tornando branca de tensão ao redor da invasão. Era como ser rasgada ao meio, como uma lança de fogo entrando em seu corpo.
"Para! Para, por favor!" ela urrou, batendo as mãos algemadas no chão. "Não vai dar! Vai rasgar! Vai rasgar tudo!"
O rei pausou, apenas a cabeça dentro dela, e Analtery podia sentir seu corpo inteiro tremendo em convulsões. Ela virou o rosto para o lado, olhando para trás através das lágrimas, e seu olhar encontrou o do rei. Ele estava sorrindo — um sorriso de predador, de conquistador, de quem sabia que iria destruí-la completamente.
"Vai dar sim," ele rosnou. "Vai dar porque eu quero."
Ele empurrou.
Analtery urrou. Não gritou — urrou como um animal ferido, um som gutural de dor absoluta que fez até os orcs ao redor estremecerem. A pica desceu, centímetro por centímetro, abrindo seu canal anal impossivelmente, esticando-o, preenchendo-a de uma forma que seu corpo nunca foi feito para suportar. Ela podia sentir cada veia, cada rugosidade, cada batimento do coração do rei através daquela lança de carne.
"Olhem para ela," um orc sussurrou, sua voz quase cheia de compaixão. "O rei vai chegar até o fundo... vai sair pela boca..."
"Coitada," outro murmurou. "Nunca vi uma tão pequena..."
Mas nenhum deles interveio. Eles apenas observaram, seus próprios membros duros em suas mãos, enquanto seu rei destruía a princesa elfa.
Vinte centímetros. Trinta. Analtery sentia como se estivesse sendo partida ao meio, seu ventre se contornando visivelmente com a forma da invasão. Ela urrava sem parar, uma súplica contínua: "Para, por favor, para, não consigo, vai rasgar, vai matar, para, para, PARA!"
Quarenta centímetros. Ela podia sentir as bolas do rei batendo em sua vagina, pesadas e quentes. Ainda havia trinta pela frente.
"Aguenta, princesinha," o rei rosnou, agarrando sua cintura estreita com mãos que circundavam completamente sua cintura. "Aguenta porque eu vou enfiar tudo."
Ele puxou e empurrou de novo, mais fundo, e Analtery sentiu algo ceder dentro dela, uma barreira sendo ultrapassada, e de repente ele estava em seu cólon, enfiando mais e mais, preenchendo seu intestino grosso com sua carne pulsante. Ela podia ver sua própria barriga se projetar, uma saliência obscena mostrando exatamente onde ele estava dentro dela.
Cinquenta centímetros. Sessenta. Ele não parava, empurrando em um ritmo constante, cruel, cada movimento fazendo Analtery ver estrelas e trevas alternadamente. Ela havia perdido a capacidade de formar palavras — apenas urros e gemidos saíam de sua garganta, misturados com soluços desesperados.
Setenta centímetros. A pica do rei estava quase completamente enterrada em seu corpo, apenas cinco centímetros faltando, e Analtery sentia como se estivesse grávida de uma criatura monstruosa, seu ventre distendido, seu corpo sendo usado como receptáculo de carne.
"Último empurrão," o rei rosnou, e seus olhos — aqueles olhos amarelos selvagens — encontraram os dela no espelho de obsidiana à frente.
Ele empurrou com toda sua força.
Os últimos cinco centímetros entraram, e as bolas do rei — aquelas bolas enormes e pesadas — finalmente encostaram em suas nádegas. Analtery sentiu o impacto, o peso, a plenitude absoluta. Ela estava cheia, completamente cheia, seu corpo sendo esticado ao limite absoluto, sua pele branca brilhando de suor, seu rosto contorcido em uma máscara de dor e êxtase indistinguíveis.
O rei começou a bombear.
E cada movimento era uma nova agonia, uma nova glória, uma nova destruição.
Ela não ia dar conta. Mas ela teria que dar.
Porque o rei dos orcs ainda não havia terminado com ela.

Parte 5

O rei Thrakgar empurrava com uma ferocidade que fazia o corpo inteiro de Analtery balançar como um fantoche de carne. Cada estocada profunda fazia seu ventre se contornar visivelmente, a silhueta daquela pica monstruosa desenhando-se sob sua pele branca e translúcida. Os orcs ao redor haviam se aproximado, formando um círculo de espectadores excitados, e quando o rei puxou Analtery para cima, sentando-a em seu colo enquanto permanecia enterrado em seu ânus, o ângulo mudou tudo.
Ela estava sentada nele, de costas para seu peito, suas pernas abertas e pendentes no ar, e o rei começou a levantá-la e descê-la em sua lança com um ritmo constante e brutal. Analtery gritava a cada descida, sua voz ecoando pelas paredes da caverna, e então os orcs mais próximos congelaram — seus olhos arregalados de incredulidade.
"Olhem!" um deles gritou, apontando. "Sua barriga... está se movendo!"
Era verdade. Com cada empurrada profunda, a ponta da pica do rei empurrava o interior de Analtery tão fundo que seu estômago se projetava, uma saliência obscena mostrando exatamente até onde ele alcançava. Mas então o rei a inclinou para trás, deitando-a em seu peito, e empurrou uma última vez com toda sua força — um golpe de quadril que fez as bolas dele desaparecerem completamente entre as nádegas da elfa.
Analtery sentiu a pressão subindo, subindo, atravessando seu intestino grosso, seu estômago, seu diafragma, e então — impossível, insano, inacreditável — ela sentiu a cabeça da pica empurrando contra o fundo de sua garganta.
Ela abriu a boca em um grito mudo de puro choque, e lá estava — a ponta da pica do rei, escura e brilhante, emergindo entre seus lábios, saindo de sua própria boca. Setenta e cinco centímetros de carne orc atravessavam completamente seu corpo, entrando por sua bunda e saindo por sua boca, transformando-a em uma simples manga de carne para o prazer do rei.
"Por todos os deuses..." um orc sussurrou, masturbando-se freneticamente. "Ele atravessou ela completamente..."
"Olhem para ela," outro ofegou, seus olhos vidrados de admiração e tesão. "A princesa virou uma única manga de carne..."
"Um dia eu vou conseguir isso," um orc mais jovem rosnou, batendo em seu próprio membro de sessenta centímetros. "Vou treinar até conseguir fazer uma elfa virar manga também..."
"Eu também," outro concordou, aproximando-se para ver melhor. "Olha como ela pisca em volta da pica do rei... seu corpo inteiro está sendo fodido..."
Analtery estava consciente, seus olhos revirados, boca aberta em um "O" perfeito em volta da espessura que a atravessava. Ela não conseguia respirar, não conseguia se mover — era apenas um receptáculo vivo, uma passagem para o prazer do rei. E então, através da névoa de dor e choque, ela sentiu — a pica dentro dela pulsando, as veias batendo em sincronia com seu coração, e algo mudou.
O prazer veio como uma onda tsunami, destruindo sua mente. Sua vagina, aquela vagina traidora e insaciável, começou a contrair em espasmos violentos, jatos de fluido claro escorrendo de sua entrada em jatos que atingiram o chão a metros de distância. Ela estava gozando — gozando como nunca antes, seu corpo sendo destruído e reconstruído ao mesmo tempo, cada nervo terminando em chamas de êxtase absoluto.
"Ela goza," o rei rosnou, sua voz tensa, sentindo as contrações de seu corpo em volta de sua pica. "A princesa goza sendo atravessada..."
Ele não aguentou mais. Com um rugido que sacudiu as fundações da montanha, o rei começou a jorrar dentro dela — mas "dentro" significava algo diferente agora. Seu sêmen preenchia seu intestino, subindo, subindo, e então começou a escorrer pela boca de Analtery em jatos grossos e quentes, misturando-se com a saliva, escorrendo por seu queixo, seus seios, cobrindo-a completamente enquanto ainda mais enchia seu interior.
Era uma quantidade inumana — litros de porra, parecia, preenchendo cada centímetro de seu corpo, escorrendo de sua boca como uma fonte, de sua bunda ao redor da base da pica, de sua vagina misturando-se com seus próprios fluidos. Analtery estava sendo transformada em um recipiente de sêmen, uma fonte de prazer para o rei, e ela gozava e gozava, sua mente se fragmentando em mil pedaços de pura sensação.

Quando finalmente a pica foi retirada — um processo longo e úmido que fez Analtery gritar novamente — ela desmaiou, sendo segurada por dois orcs antes de cair no chão. Quando acordou, estava sendo carregada por corredores de pedra, suas pernas abertas, ainda escorrendo porra de todos os orifícios.
"Departamento de Elfas," um orc anunciou, jogando-a em uma câmara grande e iluminada por tochas.
Analtery piscou, tentando focar a visão. Era um banheiro — mas um banheiro de luxo perverso. O chão era de mármore branco, com drenos no centro. Havia banheiras de cobre grandes o suficiente para dez pessoas, mas o que capturou sua atenção foram os aparelhos.
Dildos de todos os tamanhos alinhados em prateleiras — de vinte centímetros a sessenta, feitos de cristal, ébano, metal polido. Instrumentos anais em formas obscenas, alguns com ganchos, outros com aberturas para líquidos. Máquinas com braços articulados, pontas intercambiáveis, correias e algemas. E no canto, coberto por um pano de seda, algo enorme — o protótipo de um dildo de dragão, ela sabia, com escamas esculpidas e uma curva sinistra, provavelmente mais de um metro de comprimento.
E havia outras elfas.
Cinco delas, todas jovens, todas nuas, todas usando coleiras de couro. Elvas de cabelos prateados, dourados, negros — capturadas em alguma incursão, provavelmente, agora servindo como escravas de luxo para os orcs.
"Nova chegada," uma delas disse, se aproximando. Ela tinha cabelos vermelhos e olhos verdes, seu corpo magro mas com seios grandes e firmes. "O rei mandou que a limpássemos. Disse que ela está... esfolada."
Analtery foi levada para uma das banheiras, a água quente já preparada com espumas e óleos. Mas antes que pudesse simplesmente sentar, duas elfas a seguraram enquanto uma terceira — uma loira de aparência nobre, provavelmente outra princesa caída em desgraça — trouxe um dildo de trinta centímetros de cristal azul.
"O rei ordenou," a loira sussurrou, sem emoção em seus olhos vazios. "Você deve estar sempre cheia. Sempre pronta."
Elas a posicionaram na banheira, a água quente subindo até sua cintura, e então a loira enfiou o dildo em sua vagina de uma vez só. Analtery gemeu, ainda sensível do orgasmo anterior, e foi sentada no aparelho, o cristal frio preenchendo-a profundamente. Ela ficou ali, sentada no dildo, enquanto as outras elfas começaram a trabalhar.
Duas se ajoelharam na água entre suas pernas, seus rostos submersos enquanto lambiam sua vagina em torno do cristal inserido, limpando o sêmen do rei que ainda escorria de sua entrada. Suas línguas eram habilidosas — muito habilidosas — passando por seus lábios vaginais, sugando o grelo inchado, limpando cada dobra de sua carne sensível. Analtery gemia sem parar, as mãos segurando as bordas da banheira, seu corpo ainda em choque mas respondendo ao toque.
Outra elfa, uma morena de pele dourada, se posicionou atrás dela, suas mãos massageando suas nádegas ainda vermelhas e sensíveis. Ela usou um pano macio e água perfumada para limpar seu ânus — ainda aberto, ainda escorrendo, a pele esfolada e machucada. A morena foi gentil, mas firme, enfiando um dedo coberto de óleo medicinal para limpar o interior, massageando as paredes internas que ainda pulsavam da invasão do rei.
"Seu cu está tão vermelho," a morena sussurrou. "O rei foi gentil desta vez. Normalmente ele rasga completamente."
Enquanto isso, as duas elfas na frente alternavam — uma chupava seu grelo enquanto a outra lambia seus lábios vaginais, depois trocavam. Analtery sentia suas línguas quentes e habilidosas, limpando o sêmen seco, provocando novas ondas de prazer. Ela estava gozando de novo, pequenos espasmos que faziam sua vagina se contrair em volta do dildo de cristal, e as elfas engoliam seus fluidos sem reclamar, continuando seu trabalho.
"Gosta, princesa?" a loira perguntou, olhando para cima, seus lábios brilhando com a umidade de Analtery. "Nós todas gostamos, no final. É mais fácil assim."
O banho durou uma hora, talvez mais. Analtery foi lavada, massageada, preparada. Seu cabelo foi escovado, seus seios foram massageados com óleos, seu corpo inteiro foi tratado como o de uma deusa — mas uma deusa de prazer, uma deusa de submissão. Quando finalmente saíram da água, ela ainda estava sentada no dildo, agora preso a uma base que a impedia de removê-lo.
"Próxima parada," a elfa de cabelos vermelhos anunciou, ajudando Analtery a caminhar — ou melhor, a se arrastar, o dildo balançando dentro dela a cada passo. "A Máquina do Rei."

A câmara seguinte era menor, mais íntima, com espelhos em todas as paredes. No centro, sobre uma plataforma de madeira polida, estava — a Máquina.
Era uma obra de engenharia perversa. Uma base de bronze com engrenagens visíveis, conectada a um braço articulado de madeira escura — mogno, talvez, ou ébano polido até brilhar. A madeira tinha uma curva sinistra, ondulações esculpidas ao longo de todo o comprimento, como as costelas de alguma criatura marinha. A ponta era cônica, afiada mas não cortante, desenhada para forçar entrada em qualquer orifício.
E o tamanho — deuses, o tamanho. Um metro e cinquenta de madeira polida, esperando para ser inserido completamente em alguma desgraçada.
"O rei adora esta máquina," a elfa loira explicou, posicionando Analtery sobre uma espécie de cavalete, suas nádegas expostas, pernas abertas e presas por algemas de couro. "Ele a desenhou pessoalmente. Diz que é para 'preparar' suas fêmeas para os banquetes."
Analtery foi amarrada firmemente, seu corpo imobilizado, apenas sua cabeça e pescoço livres para se moverem. Ela olhou para trás, para o espelho, e viu a máquina sendo posicionada — a ponta de madeira escura pressionando contra sua vagina, ainda ocupada pelo dildo de cristal.
"Retire," uma voz ordenou — um orc observador, provavelmente. "A máquina deve entrar sozinha."
O dildo de cristal foi removido com um estalo úmido, e Analtery sentiu a imensa perda, seu corpo querendo ser preenchido. E então — a ponta da máquina, fria e lisa, pressionando sua entrada.
Foi ligada.
O som de engrenagens rangendo encheu a sala, e a madeira começou a se mover — lentamente, inexoravelmente, entrando em Analtery. A ponta cônica abriu caminho facilmente, deslizando em seus fluidos, e então as ondulações começaram — cada ressalto na madeira fazendo Analtery gemer enquanto passava por seus lábios vaginais, entrando mais e mais.
"Olhe," a elfa de cabelos vermelhos sussurrou, posicionando-se ao lado de Analtery para que pudesse ver no espelho. "Olhe como você engole..."
Analtery olhou. Era obsceno — seu corpo branco, suas pernas abertas, e aquela lança de madeira escura desaparecendo em sua vagina, centímetro por centímetro. Trinta centímetros. Cinquenta. Ela podia sentir as ondulações massageando seu ponto g, cada curva da madeira provocando um prazer diferente, e ela estava gemendo, implorando por mais sem perceber.
Setenta centímetros. A máquina começou a acelerar, empurrando e recuando em um ritmo constante, cada vez entrando mais fundo. Analtery sentia sua vagina sendo esticada, preenchida de uma forma completamente diferente da pica do rei — esta era fria, impessoal, mecânica, e de alguma forma isso a tornava ainda mais intensa.
Noventa centímetros. Um metro. Ela podia sentir a madeira pressionando contra seu colo, empurrando seus órgãos internos, subindo, subindo...
"Está chegando ao útero," a loira observou, masturbando-se discretamente enquanto assistia. "Mais um pouco e vai atravessar..."
Um metro e vinte. Analtery gritou, não de dor, mas de pura intensidade. A máquina estava em seu estômago agora, ela podia ver a saliência em sua barriga, a madeira escura se movendo sob sua pele, e então — um metro e cinquenta — a ponta emergiu em sua boca, saindo entre seus lábios, a madeira escura e brilhante coberta de seus fluidos.
Ela estava completa — a máquina atravessando-a de ponta a ponta, entrando em sua vagina e saindo por sua boca, movendo-se em um pistão constante e impiedoso. Analtery olhava para o espelho em choque, vendo aquela lança de madeira entrar e sair de sua boca, e ela estava gozando, gozando sem parar, seus fluidos escorrendo pela base da máquina e molhando o chão.
"Perfeito," o orc observador anunciou. "Agora — o Teste da Linguada."

A máquina foi parada, mas não removida — Analtery permaneceu impalada, a madeira escura saindo de sua boca como um estranho chicote de carne e madeira. Ela foi desamarrada, mas instruída a permanecer de joelhos, a máquina ainda atravessando-a.
Uma porta se abriu, e uma jovem entrou — humana, cerca de vinte anos, cabelos castanhos em tranças, corpo magro mas com quadris largos. Ela usava apenas uma tanga de couro e uma coleira, seus seios pequenos expostos, os mamilos duros.
"Aprendiz," o orc anunciou. "Você deve provar a princesa. E a princesa deve provar você. O rei quer ver quem goza primeiro."
A jovem — a aprendiz de puta, Analtery percebeu — se ajoelhou diante dela, seu rosto nível com a vagina de Analtery, que ainda estava sendo esticada pela base da máquina. A jovem estendeu a língua — longa, rosa, habilidosa — e deu uma lambida longa e demorada no grelo exposto de Analtery.
"Oh... deuses..." Analtery gemeu, seu corpo tremendo. A sensação da língua humana em volta da máquina era indescritível — a pressão da madeira por dentro, o calor da boca por fora.
"E sua vez," o orc ordenou, apontando para a jovem.
Analtery olhou para cima, para a aprendiz que agora se posicionava acima dela, abrindo as pernas e descendo seu sexo em direção ao rosto da elfa. A jovem estava molhada — extremamente molhada — seu fluido claro escorrendo por suas coxas, seu grelo exposto e pulsante.
"Me chupe, princesa," a aprendiz sussurrou, baixando seus quadris até que sua vagina encostasse nos lábios de Analtery. "Mostre-me como uma nobre elfa lambe uma puta humana..."
Analtery estendeu a língua, provando a jovem pela primeira vez. O gosto era diferente — mais forte que o das elfas, mais terroso, mais intenso. Ela encontrou o grelo com a ponta da língua, circulando-o, e a aprendiz gemeu acima dela, seu corpo se contraindo.
Enquanto isso, a aprendiz não parava — ela chupava o grelo de Analtery com fervor, seus dedos entrando na vagina ao redor da máquina, massageando as paredes internas enquanto a língua trabalhava no exterior. Era uma sensação dupla, tripla, infinita — a máquina movendo-se lentamente dentro dela, a boca da aprendiz em seu sexo, e sua própria boca cheia do gosto da humana.
"Quem goza primeiro leva uma recompensa," o orc anunciou, masturbando-se enquanto observava. "Quem goza segundo... leva dois machos a mais esta noite."
A competição começou em earnest. Analtery chupava a aprendiz com desespero, enfiando a língua profundamente em sua vagina, depois voltando ao grelo, sugando-o entre os lábios, mordendo levemente. A aprendiz gemia acima dela, seus quadris rebolando, esfregando-se no rosto da elfa.
Mas a aprendiz era igualmente habilidosa — seus dedos encontraram o ponto g de Analtery através da parede vaginal, massageando em círculos firmes enquanto sua língua batia em seu grelo em um ritmo constante e cruel. Analtery sentia o orgasmo construindo-se, uma onda imensa que ameaçava engoli-la completamente.
"Não... não ainda..." ela tentou pensar, mas seu corpo a traiu. A combinação da máquina, dos dedos, da língua — era demais. Ela sentiu suas paredes vaginais se contraírem violentamente em volta da madeira, seus fluidos jorrando em jatos que atingiram o rosto da aprendiz, e ela gozou — gozou gritando contra a vagina da humana, seu corpo inteiro se arqueando enquanto a máquina continuava seu movimento impiedoso, empurrando através de seus espasmos.
A aprendiz riu, um som ofegante e triunfante, e então ela também gozou — seus fluidos escorrendo diretamente na boca de Analtery, enchendo-a com seu gosto, enquanto seu corpo tremia acima dela. A jovem desabou para o lado, ofegante, sorrindo.
"Empate," o orc anunciou, parecendo satisfeito. "Ambas levarão três machos esta noite. Preparem-se — o banquete começa em uma hora."
Analtery ficou ali, deitada no chão, a máquina ainda atravessando-a, o gosto da aprendiz em sua boca, o corpo ainda tremendo de pós-orgasmo. Ela olhou para o teto e soube — esta era sua vida agora. Esta era sua eternidade.
E parte dela, aquela parte traiçoeira entre suas pernas, já ansiava pelo banquete.

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