#Grupal #Voyeur

A bike com dildo da adriana

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doida por dildo

A sela da bike não era sela comum. Por baixo do banco fino havia um dildo grosso, curto na ponta e largo na base, apontado para cima, e um motor peq

Adriana gostava de aventura. Gostava mais ainda de se tocar.
A sela da bike não era sela comum. Por baixo do banco fino havia um dildo grosso, curto na ponta e largo na base, apontado para cima, e um motor pequeno que já vibrava quando ela afastou a roda da calçada. O brinquedo pressionou a calcinha molhada contra a buceta e o clitóris no mesmo instante. Grosso. Ela sentiu desde o primeiro segundo.
Não vai caber tudo. É largo demais.
Mesmo assim sentou. O shorts de ciclista preso, o plug anal já enfiado no cu — base larga aberta entre as nádegas — e o dildo da sela tentando entrar pela frente. Entrou a cabeça. Parou. Ela gemeu alto demais para quem estava na rua.
— Porra…
Lisa à esquerda, Mark atrás, mais dois amigos falando de prova. Ninguém sabia. Adriana pedalou com a cara neutra e a xoxota já sugando o silicone, os quadris querendo descer mais e o corpo dizendo que a base não ia passar.
No primeiro sinal vermelho um casal parou do lado. A mulher olhou o shorts colado. Adriana apertou as coxas, o dildo pulsou mais fundo, o plug mexeu no cu e um gemido escapou no meio do motor dos carros.
— Você tá bem? — Mark.
— Tô… cansada. — A voz saiu molhada.
Verde. Ela levantou no pedal para aliviar. Quando sentou de novo o grosso encontrou o clitóris e empurrou mais dois centímetros. A buceta esticou. Ela mordeu o lábio e gemeu de novo, baixo, puta, o quadril rebolando sozinho na sela como se estivesse se masturbando no meio da avenida.
Uma rua mais quieta. Carros estacionados. Um entregador de bike passou, olhou a mancha escura na virilha dela e sorriu de canto. Adriana olhou para baixo: o shorts preto estava encharcado, o volume do dildo marcando, a base ainda de fora. Grosso demais. Não ia entrar tudo. Ela pensou nisso e gozou pela primeira vez, quieta, as coxas tremendo, um “ai, ai” escapando enquanto pedais giravam.
Lisa gritou:
— Corre até a esquina?
Adriana balançou a cabeça. Se corresse o dildo ia fundo de uma vez. Lisa disparou. Sobraram Mark e os outros dois um pouco à frente. Ela ficou atrás, sozinha com o zumbido, o plug grosso no cu e o pau da sela abrindo a buceta a cada buraco do asfalto.
Um senhor na calçada virou o rosto. Uma menina de fone passou de skate. Um guarda na esquina olhou tempo demais para o shorts. Adriana gemeu mais, sem conseguir parar. A mão direita desceu um segundo no guidão, apertou o próprio clitóris por cima do tecido e voltou. Masturbadora demais para fingir que era só exercício.
Entrou no parque. O grupo ria de alguma coisa. Ela não ouvia. A visão embasou. O orgasmo veio de novo, violento, a buceta contraindo no vazio em volta do dildo que ainda não tinha ido até o fim, o cu apertando o plug, um som úmido saindo da garganta.
— Adriana?
Ela forçou o sorriso, a voz rouca de puta.
— Prendi o fôlego. Só isso.
Mentira. O vibrador não desligava. O dildo grosso continuava tentando o resto. Cada pedalada era uma estocada curta. Ela rebolava na sela, se esfregando, molhando o couro, pensando que se sentasse com todo o peso a base ia rasgar o shorts e sumir nela na frente de todo mundo.
Mais gente no caminho: um grupo de corrida, uma mãe com carrinho, dois ciclistas velhos que reduziram o passo e ficaram logo atrás. Adriana gemeu mais alto num quebra-mola. O plug foi fundo. O dildo comeu mais um pouco. Quase tudo. A base pressionava o shorts, a buceta aberta, vermelha por baixo do tecido preto.
Ela pedalou assim até a saída do parque, gozando de novo, os amigos na frente, estranhos dos lados, o shorts colado, o zumbido fraco sob as rodas — e a certeza suja de que, se parasse de verdade e sentasse com o corpo inteiro, o grosso ia entrar até o talo e ela não ia conseguir disfarçar o gemido.

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