#Bissexual #Grupal

Perdendo as pregas com meus amigos

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Betocasado

O que começou com um boquete entre amigos, culminou com uma bela penetração, enquanto eu cavalgava o pau do Leo

Quando era pequeno, eu adorava aquela brincadeira de cavalinho com meu pai. Era um tempo em que não havia malícia, ou desejo, apenas o prazer de subir nas suas costas e montar nele, como via nos filmes. Às vezes trambém buscava o seu colo, onde era acolhedor e macio. Claro que por uma ou duas vezes eu notava uma certa protuberância na sua calça, sob a minha bundinha.

E hoje me excita lembrar que, enquanto me movia inquieto no seu colo, talvez tenha involuntariamente deixado meu pai de pau duro. Me pergunto como teria sido provar o seu pau, mesmo naquela idade. Será que teria tido vontade de provar outros paus, arranjado um namorado, ou optado por um estilo de vida mais solto, sem medos ou preconceitos? No fundo, hoje tenho essa dúvida, meio que um desejo reprimido, de que o meu pai tivesse sido o meu primeiro, e que o seu pau fosse o primeiro dentro de mim; talvez facilitaria muita coisa.

Mas, se já estava meio grandinho pra essas brincadeiras de criança, de brincar de cavalinho, aquela noite eu quis compensar o tempo perdido... e cavalgar um pouco. E, com essa imagem na cabeça, daquele menino que eu fui um dia, brincando no colo do meu pai, me virei pro Leo, peguei no seu pau, o mesmo que tinha acabado de chupar, cheguei no seu ouvido e sussurrei algo como: “Olha que eu posso acabar gostando!”

E então, com a mesma naturalidade com que eu tinha chupado o seu pau, dessa vez na frente de todos, que nos olhavam em volta, apoiado nos seus ombros, fui descendo no seu colo. E ele, que tinha o seu pau duro apontando pra cima, foi guiando até a entradinha do meu cu e eu me deixei penetrar, sentindo ele todinho dentro de mim.

Assim que eu sentei no seu colo, sentindo os seus pentelhos me roçarem a bunda, soltei um profundo suspiro. Em seguida, olhei pro Renan e pro Breno, sorrindo como um garoto. Podia sentir as mãos do Leo pelo meu corpo, deslizabnsdo pelo meu peito e descendo até o meu abdomen. E quando ele finalmente pegou no meu pau, com seu hálito quente no meu pescoço, eu sabia que era isso o que queria também.

Ao lado, o Renan e o Breno não fizeram por menos e começaram a se beijar, enquanto o Renan sentava no colo do Breno e começava a cavalgar o seu pau. Era incríel ver os caras se comendo à nossa volta. De um lado, meus dois amigos mais íntimos, e do outro o Caio e o Lucas, os dois de joelho no tapete. Apoiado no sofá, o Caio nos olhava atento, enquanto eu subia e descia no colo do Leo. Ao mesmo tempo, o Lucas metia nele, ajoelhado bem atrás, dando um chupão no seu pescoço.

Era a realizaçao de uma fantasia secreta do que devia ser o “clube”. Desde o começo, desde a peimeira punheta e o primeiro boquete, o que nenhum de nós tinha coragem de admitir era aquela vontade. E agora isso parecia bem evidente em cada um de nós.

Entao, me voltando pro Leo, que foi quem começou tudo aquilo, colei novamente na sua boca e, dessa vez, o seu beijo era ao mesmo tempo uma mistura do meu hálito quente, meio sem fôlego, e o embalo da sua penetração. Ele metia em mim, e eu sentia suas mãos envolverem o meu corpo, como que me recebendo no seu mundo. Ao mesmo tempo, eu queria a sua língua na minha boca, puxando o seu rosto e em seguida lhe oferecendo a minha língua.

Me deixando penetrar com todo o seu pau metido em mim, fui me recostando no seu peito, deixando que ele me guiasse naquela nossa pequena viagem. E então ele começou a me foder pra valer, abrindo a minha bunda e me fodendo com tudo. Ao mesmo tempo que eu tirava todo prazer, não só do fato de ter meu amigo de infância dentro de mim, mas por ter pela primeira vez coragem de fazer isso na frente dos outros.

Queria que aquilo durasse bastante, já que estava perdendo as pregas, me deixando foder por um pauzão de vinte e poucos centímetros. Mas a nossa noite havia começado mais cedo, e depois de tudo o que fizemos na siua cama, o Leo já estava nas últimas. E não demorou, depois de mais algumas estocadas por baixo, e ele me segurava com força contra o seu pau, com as mãos no meu peite e me puxando pra baixo. Até que ele não segurou mais e começou a gozar dentro de mim.

Nossa, queria que tivessemos feito isso anos atrás, quando ele pela primeira vez me chupou e eu fiz o mesmo, provando pela primeira vez o gosto de um pau. Queria que ele tivesse metido em mim ali na garagem do seu pai. Teria adorado ser fodido pelo meu melhor amigo naquela tarde quente, e sentir um pau dentro de mim, mesmo que em tão tentra idade. Teria sido uma lembrança especial, que eu teria guardado comigo.

Ao final, com a porra do Leo me escorrendo, eu me juntei aos outros no tapete. Acho que com meu anel mais relaxado, agora eu queria um pouco mais. E o que tinha começado com aquele nosso pequeno joguinho de pôquer, todas as sextas, agora tinha virado uma incrível experiência.

Depois de algum tempo, estávamos todos no tapete, numa mistura de desejo e saliva, beijando, chupando e nos comendo uns aos outros. Se até então eu não tinha chupado ninguém, isso parecia superado, e eu não parava de lamber a cabeça do pau do Renan, sendo penetrado por algum dos outros.

O Leo dessa vez tava comendo o Caio, que de quatro também chupava o Lucas. E entao eu tive a minha primeira recompensa da noite. Enquanto chupava o Renan, ele gemeu forte e começou a gozar na minha boca, me enchendo da sua porra e me deixando beber tudo.
Depois de ter provado a do Leo, eu me sentia mais à vontade, tendo um cara acabado de gozar na minha boca. E o gosto da porra de outro homem, longe de ser algo estranho, como poderia imaginar, me enchia os serntidos de um tesão incrível. Naquele momento eu só queria mais.

Me virei, olhando por sobre os ombros, e vi que era o Breno me fodendo por trás. Ele segurava a minha bunda, abrindo o máximo que podia, e a visão daquele pau me penetrando me fazia deixar de lado todas as minhas travas. Nossa, depois do pauzão do Leo, acho que agora podia ser fodido por qualquer um. E, como o meu melhor amigo, o Breno suspirava ofegante enquanto me penetrava. Eu não resisti a me virar em busca da sua boca, lhe estendo a língua e o beijei, tomado de uma luxúria que nunca senti antes.

Acho que eu era o mais novato de todos, quero dizer, eu tinha acabado de chupar um pau e provar do gozo de outro cara. Mas confesso que sentir um pau dentro de mim aquela noite foi especial, e eu já queria repetir a dose.

O Breno continuava me fodendo, enquanto eu chupava a sua língua, meio de joelhos no tapete. Não sei se era aquilo que eu esperava, quando saí de casa aquela noite, mas àquela altura eu já me movia em resposta às estocadas do Breno atrás de mim. Com o seu pau ainda dentro de mim, a sua boca colada na minha, ele de repente começou a gozar, fazendo o seu pau deslizar mais fácil no meu cu, e se misturando ao gozo do Leo.

Agora que sabia qual era a sensação de ter um pau dentro de mim, e como era gostoso ter a porra de outro cara me escorrendo por entre as pernas, eu me sentia mais do que realizado nas minhas fantasias.

Eu sei que em casa tinha uma mulher à minha espera, e de alguma forma acho que agora minha vida sexual com ela seria bem diferente, e mais ativa. Não sei quanto a ela, mas por mim eu continuava com minhas noites no “clube”... e quem sabe não tomava coragem de contar à Kelly minhas fantasias.

Com a sensação de ter um pau enorme dentro de mim, sentindo outro homem romper todos os meus limites, eu queria mais uma vez ter aquela experiência, e por que não também dividi-la com a minha esposa. De quatro no tapete, eu puxei o Lucas e me deixei novamente ser penetrado, como fui aquela noite por todos os meus amigos. E enquanto sentia outro cara se ajeitar atrás de mim, guiando seu pau e me fodendo, aquilo abria caminho para um novo mundo, que eu estava apenas começando a conhecer.

E a cada centímetro que o Lucas avançava dentro de mim, eu não apenas o sentia chegar mais e mais fundo nas minhas entranhas, mas numa parte da minha imagem como homem que eu nunca deixei transparecer. Enquanto era fodido, eu suspirava a cada estocada, deixando por conta dele a condução daquela nossa dança. E ao mesmo tempo, disputava com o Renan um pau coberto de porra, que os dois não parávamos de lamber e chupar.

E, novamente, aquele repentino e inconfundível sabor me chegou aos lábios, num movimento em câmera lenta que eu tentava acompanhar quando abri os olhos, ali de quatro no tapete. Era o Caio, que à beira do sofá, me oferecia o seu pau duro como um presente. Ao abrir a boca e recebê-lo com prazer, estava agora à mercê dos dois, sendo fodido por trás pelo Lucas e pela frente, pelo meu amigo.

Eu suspirava em antecipação a cada estocada, fosse por trás, com o pau do Lucas, ou pela frente, enquanto o Caio me segurava e me metia o seu pau até a garganta. Tudo o que eu queria era que aquilo se prolongasse um pouco mais, assim como o prazer singular que há algum tempo eu não desfrutava. Mas, logo quando eu estava gostando de ser fodido e chupar um pau ao mesmo tempo, não demorou e eu senti minha boca ser invadida de novo pelo gozo quente que me descia pela garganta.

O primeiro jato de porra me desceu direto. E quando ele gozou novamente, eu já o esperava com a língua pra fora, me enchendo da sensação que me escorria pelos cantos da boca, enquanto tentava lamber tudo. E em meio ao meu deleite, ainda com o pau do Lucas todo enterrado no meu cu, ao olhar pra trás e vê-lo metendo, me surpreendeu vê-lo beijando o Leo, os dois com um olhar de tesão.

Depois, fomos todos pro banheiro e, debaixo do chuveiro, a inibição havia sumido por completo. Eu e o Leo nos beijávamos, com o pau um do outro na mão. Então o Renan se juntou a nós debaixo da água morna. E naquele nosso momento de intimidade, me surpreendia que o meu melhor amigo quisesse o mesmo de mim.

O Leo então se virou pra parede de azulejos e eu não pensei duas vezes em me ajeitar atrás dele e meter no seu cu. Imagino que ele devia ser bem mais experiente que eu, quero dizer, com outros caras, mas eu só queria lhe retribuir o prazer que ele me deu aquela noite. E enquanto eu metia atrás dele, me enchia de tesão vê-lo masturbar o Renan, os dois se beijando no ritmo das minhas estocadas.

E, com essa incrível sensação de liberdade, não demorou muito e eu comecei a gemer e encher o cu do meu melhor amigo de porra, ao mesmo tempo em que o Renan se juntava a nós para um beijo a três.

Um último detalhe, pra quem poderia pensar que eu acabei me deixando levar por uma fantasia com outro cara e isso afetou a minha masculinidade, eu digo que sim e que não, porque, assim que cheguei em casa, mesmo meio exausto, eu fodi muito a minha mulher, com um tesão que há muito tempo não sentia por ela... mas isso, é claro, não me impediu de continuar a frequentar as noites de sexta do pôquer, com o Leo e os meus amigos. Na próxima eu conto como foi me abrir com a minha esposa e revelar todas as minhas fantasias secretas.

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