Eu sou uma petista safada
Eu tava usando uma saia justa, daquelas que marca a bunda, e uma blusa branca fina. Tinha saído só pra comprar pão, mas já saí de casa pensando em provocar alguém. Sempre penso. Só que naquele dia… eu não esperava o que aconteceu.
Eu passei na frente daquela igreja grande do centro. Tinha um grupo de homens do lado de fora, todos bem vestidos, terno, gravata, cara de gente séria. Conservadores pra caralho. Um deles me olhou. Depois outro. Eu senti o olhar na minha bunda e, em vez de acelerar o passo, eu andei mais devagar. Levantei um pouco a saia sem querer… ou querendo. Não sei mais.
Um deles me chamou. Voz baixa, educada. ‘Moça, você tá sozinha?’. Eu respondi que sim. Ele sorriu de um jeito que não combinava com a gravata. Disse que o grupo ia pra uma casa perto dali, que tinham uma reunião, e perguntou se eu não queria um café. Eu entrei no carro.
Não tinha café nenhum.
Assim que a porta fechou, as mãos já estavam em mim. Um por trás, apertando meus peitos. Outro puxando a saia pra cima. Eu nem consegui falar direito. Eles me levaram pra uma sala no fundo da casa, sem cortina, sem nada. Me colocaram de quatro em cima de uma mesa e começaram a me usar.
Eles falavam coisas baixas, quase zangadas. ‘Olha essa putinha… vem se oferecer na frente da igreja’. ‘Vai tomar porra de homem de verdade’. Um me fodia a boca enquanto outro entrava na minha buceta com força. Depois me viraram, me sentaram no colo de um, e o outro enfiou no meu cu sem pedir licença. Eu gemia, babava, e eles não paravam. Um me puxava pelo cabelo, outro me batia na bunda, outro me fazia chupar enquanto me fodia.
Foram horas. Perdi a conta de quantos gozaram em mim. Na cara, na boca, dentro, nas costas. Eu tava toda suja, tremendo, com as pernas abertas e a buceta latejando. E o pior… eu tava gozando. Várias vezes. Cada vez que um me chamava de putinha, de vadia, de coisa barata, eu vinha mais forte.
Quando acabou, um deles me olhou e falou, bem calmamente: ‘Agora você sabe o que é ser usada de verdade’. Me deram um pano, me mandaram pra casa e eu saí cambaleando.
Naquela noite eu não consegui dormir. Fiquei no espelho me olhando, ainda cheirando a porra deles, e tocando. Gozei de novo só lembrando. E desde então… eu fiquei viciada. Viciada de verdade. Em ser putinha. Em ser usada por homens que me tratam como se eu não valesse nada além de um buraco.
Hoje, quando eu visto roupa justa, eu penso neles. Quando um estranho me olha, eu imagino ser jogada de quatro de novo. Eu quero isso. Eu preciso disso. Ser a putinha que um grupo de homens sérios e conservadores resolveu usar até não aguentar mais.
E eu ainda saio na rua esperando que aconteça de novo.”
Ela fica quieta por um segundo, mordendo o lábio inferior, os olhos um pouco distantes.
E se acontecer… eu não vou dizer não.
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Comentários (3)
Professor FTZ: Delícia adoraria abusar de uma Petista assim!!!!
Responder↴ • uid:beml65tfi9Anonimous: Não sou conservador babaca mas uso você se você quiser, sua puta!
Responder↴ • uid:1ee3c6sgj3isDaddy dom: Boa menina.
Responder↴ • uid:1ex170ibb7hg