#Gay

Perdendo as pregas

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Alberto

Aos cinquenta e dois anos eu já tinha construído um patrimônio razoável, quando minha esposa Claudia pediu o divorcio e nos separamos, para não vê-la com outros caras, pedi transferência e fui trabalhar em uma cidade do Litoral onde tinha passado minha adolescência. Devo confessar que sempre tive um puta complexo por ter pau pequeno e embora nunca tenha tido coragem de me relacionar com outros homens, sentia certo prazer em ver nos banheiros os caras manipulando paus grandes. No primeiro sábado a tarde, na minha Cidade de Origem, coloquei uma bermuda, camiseta e chinelão e fui dar uma volta no shopping. Depois de andar um pouco, resolvi ir ao banheiro, encostei no mictório quando um morenão encostou a meu lado e puxou de dentro da calça uma cobra enorme, não sei quanto tempo fiquei olhando para aquela mangueira cabeçuda, mas quando levantei os olhos, Raul, o dono da pica, estava olhando para minha cara e disse: "Bonita, não?". Sem ter o que dizer, apenas sorri e saí do banheiro, tão logo me vi no corredor, me arrependi de não ter puxado papo, até estranhei a mim mesmo por estar tão abalado e encostei em um balcão e pedi um cafezinho, Raul encostou a meu lado e fez o mesmo pedido. Ele com a maior cara de pau se apresentou e falamos besteiras, logo, engatamos em papo animado e trocamos os números dos celulares.
Almocei no próprio shopping e fui para casa. No meio da tarde meu celular tocou, era ele, durante a conversa, combinamos que ele me levaria para conhecer uns lugares legais como de fato aconteceu. Ás vinte e duas horas, eu encostei no lugar combinado e ele entrou no meu carro, rodamos um pouco e paramos em um barzinho, entramos e logo percebi que era um ambiente liberal, encontramos uma mesa em um cantinho e sentamos, com atmosfera envolvente, vi dois rapazes novinhos trocando um demorado beijo e eu olhar para Raul, ele deu aquele sorrisinho safado e esticou a mão segurando meu pinguelinho por cima da minha calça, sem pensar duas vezes estiquei a mão também e alisei aquela jiboia comprida e grossa, com uma sensação estranha na boca do estomago, mas tendo muito prazer em segurar aquela piroca, trocamos nosso primeiro beijo, durante o qual meu sedutor levou a outra mão e massageou meu mamilo, não pude evitar, ele percebeu meu pauzinho pulsar em sua mão e eu segurei firme a lança do guerreiro. Passamos a chupar o pescoço um do outro. Quando mais arrepios eu tinha, mais eu queria ter, sem nos falarmos, levantamos ao mesmo tempo e saímos do bar embarcando imediatamente no meu carro, durante o percurso, Raul puxou minha pistolinha para fora da minha braguilha e a engoliu com a boca. Tive que encostar e mesmo vendo as pessoas caminhando ao lado do carro, enchi a boca de Raul com meu leite, o safado engoliu toda minha porra e deixou meu pau limpinho. Continuei o caminho e em um piscar de olhos estávamos nos amassando na minha cama. Durante nossa troca de carinhos, ficamos completamente nus, quando meu sedutor pincelou meu rego com aquela delícia, não me fiz de rogado e virei o corpo e vi bem de pertinho como nunca tinha feito antes aquele cilindro rijo, cheio de veias, brilhante e hipnotizador e abocanhei o máximo que consegui, meu rabo na parava de piscar e o fodedor enfiou nele seu dedo indicados, nossa que delicia morder com o cu um dedo de macho e logo ele trocou de dedo enfiando dedo médio, que apesar de um pouco de dor, estava me dando uma sensação desconhecida maravilhosa enquanto meu pauzinho parecia que ia explodir de tão duro que estava, quando então Raul provando que não queria apenas me comer, virou aquele rabão para mim e puxou uma nádega para os lados, deixando seu anel todo a minha disposição, não tive a menor dúvida enfiei a seco, meu cacetinho deslizou para dentro daquele cu quentinho e passei a movimentar para frente e para trás, passei a mão para frente para masturbar meu parceiro que pediu para eu não faze-lo, pois ele queria guardar para mim toda sua energia. Gozei gostoso vendo aquele caralhudo rebolar no meu pau. Em seguida fomos os dois para o chuveiro e lá meu comedor fez eu me apoiar nos azulejos do box e empinar a bunda enchendo sua caceta de sabonete encostou o cabeção em minha argola virgem, depois de um segundo de prazer por sentir aquele contato, Raul segurou firme com as duas mãos em meu quadril e empurrou, foi como se ele tivesse enfiado uma faca na minha bunda, uma dor insuportável fez com que eu implorasse: "Tira, tira só um pouquinho, está doendo muito, seu pau é muito grosso". Mas meu empalador não teve pena mantendo meu quadril imobilizado naquela posição, Raul aumentou a pressão, senti cada um dos centímetros de salame alargando meu canal virgem e sem aviso, aquele mulato forte, levantou meu corpo segurando-me elas coxas e caminhou com metade da estaca enfiada em mim enquanto eu me debatia no ar, o sacana aproveitou meus movimentos para enfiar mais alguns centímetros, deitando-me na lateral da cama, fazendo com que uma de minhas pernas ficasse sobre ela e a outra se dobrasse enquanto ele ajoelhado atrás de mim completava o estrago. O Comedor percebeu que sua caceta já tinha me arrombado completamente, deu uma parada e disse: "Assim que vi que você tinha se apaixonado por minha piroca, sabia que eu ia te comer, está gostando ?". Mesmo com lágrimas nos olhos, tive que admitir que estava começando a sentir os prazeres de ser enrabado e balancei a cabeça afirmativamente e ele então pediu: "Rebola no pau grande de seu macho". Passei a rebolar e a me masturbar e senti pela primeira vez jatos e mais jatos de porra no fundo do meu cu e gozei forte ainda choramingando de dor. Voltamos ao chuveiro e pude então com calma abocanhar aquele cacete magnifico, bater com ele em minha cara, chupar as bolas, percorrer a lateral do cilindro com a língua, tudo isso enquanto me masturbava e assim que recebi o leite de macho na boca, gozei loucamente gostoso.

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Alberto #Gay

Comentários (1)

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  • Velhomarobo: Como eu queria estar no teu lugar

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