#Bissexual #Teen #Traições

o dia que chupei meu chefe

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Desde que comecei a trabalhar no escritório já trocávamos olhares discretos, mas nunca imaginei que iria resultar em algo tão bom.

Usarei nomes fictícios para poder preservar a identidade dos envolvidos. Bom, vamos lá.
Me chamo Victor, atualmente tenho 20 anos, mas o conto aconteceu ano passado antes mesmo do meu aniversário de 19 anos. Eu havia sido contratado para trabalhar em um escritório de contabilidade depois de meses procurando emprego, no começo era uma loucura, correria com documentos, atender clientes chatos e alguns até mesmo engraçados. Mas o foco não é em nenhum dos clientes que ajudei a atender ou atendi, e sim no meu até então chefe, Dr. Paulo. Ele era praticamente uma daquelas estátuas gregas ambulantes, dr. Paulo era alto, tão forte que as camisas sociais que ele usava pareciam que iriam rasgar a qualquer momento, assim como as calças que eram completamente preenchidas pelas suas coxas grossas. Era quase o perfeito contraste comigo, não querendo me gabar, mas apesar de ser sedentário meu corpo até que é bonito. Dr. Paulo tinha um jeito manso de falar com aquela voz grossa que me faz tremer até hoje só de lembrar, ele era casado, mas as fofocas no escritório revelavam que ele preferia passar mais tempo na rua do que em casa com a mulher dele. Lembro que em Junho, antes das comemorações de São João apareceu vários processos para resolvermos e devido a um problema no sistema muitos ficaram em atraso, o que acabou resultando em horas extras para tentar resolver o problema que tínhamos em mãos. Estava já bastante tarde quando uma colega minha havia se despedido pois o uber dela já estava prestes a chegar, e só então que eu percebi que praticamente além de nós dois tinha apenas mais três pessoas, o vigilante, um outro terceirizado e Dr. Paulo que estava na sala dele, a porta estava meio aberta mas dava pra ouvir a voz dele parecendo discutir com alguém no celular. Não demorou muito para que o outro terceirizado começasse a guardar as coisas para ir embora, ele se despediu e foi com o vigilante até a saída.

Estava quase terminando tudo para poder encerrar aquele dia, quando senti vontade de ir ao banheiro, estava com a bexiga apertada. Para ter acesso aos banheiros precisamos passar na frente da sala do Dr. Paulo, pois ficavam no final do corredor, e por pura curiosidade, aproveitei que estava ali e decidi bisbilhotar a sala dele da forma mais discreta que consegui. Mas, infelizmente acabei sendo notado pelos olhos azuis atentos dele. Ele estava com o celular contra o rosto, pelo que ouvi antes dele me ver parecia estar discutindo com a esposa, mas assim que me viu, ele abriu um sorriso estranho porém muito bonito. Fiz o meu melhor para retribuir com um sorriso bonito também e segui meu caminho para o banheiro. Já trocamos muitos olhares antes, mas nunca tive coragem para arriscar algo a mais, pois não sabia se ele iria gostar ou não, e a pior coisa que eu poderia passar naquele momento seria uma demissão por assédio.

Já estava no banheiro colocando meu pau pra fora quando ouço a porta se abrir, me escondi da melhor forma possível na pequena divisória dos mictórios para que quem estivesse entrando não me visse mijando com o pau de fora. Ao erguer o olhar vi Dr. Paulo sorrir com seus dentes brancos, era incrível olhar para aquele homem, parecia que cada fio da barba dele tinha sido perfeitamente desenhada naquele maxilar quadrado.

Ele perguntou se havia me assustado e senti meu próprio corpo se arrepiar todo ao ouvir aquela voz rouca tão perto. Respondi que não, só não esperava ver ele ali.

No momento até tinha me desconcentrado do que estava fazendo quando eu ouvi o jato do mijo dele escorrer pelo mictório, tentei olhar de canto de olho para tentar pelo menos tirar uma "casquinha" daquele homem, mas não consegui muito sem deixar claro que queria ver. Decidi terminar logo aquele dia antes que eu acabasse fazendo algo de que eu fosse me arrepender, mas assim que fui lavar as mãos e ergui os olhos pro espelho, consegui ver Dr. Paulo virado para mim, ele parecia me devorar com os olhos, mas o que mais me chamou a atenção foram os movimentos de sua mão direita massageando o seu pau que estava meia bomba. A principio me assustei, pois não esperava aquilo dele, mas meu próprio pau me traiu ficando duro quase imediatamente.

Dr. Paulo me perguntou se eu gostava do que estava vendo e nem mesmo consegui responder, estava hipnotizado pelo pau dele, era grande e grosso, depois descobri que possuía 21cm, tinha pelos que pareciam terem sido aparados recentemente. Ele perguntou novamente se eu estava gostando do que estava vendo, mas minha atenção continuava no pau dele que escorria uma gotinha de pré-gozo. Fiz que sim com a cabeça e essa foi a abertura que ele parecia estar esperando. Ele me pressionou contra a pia esfregando o pau contra minha bunda ainda coberta pela calça e deu um beijo na minha nuca. Ele pareceu gostar de me ver ficar todo arrepiado, pois logo beijou de novo e roçou a barba no meu pescoço.

Eu estava adorando aquilo tudo, era praticamente a realização de um dos meus maiores desejos sexuais. Senti meu corpo ser virado pelas mãos fortes dele e logo estava de joelhos com aquele pau enorme na minha frente, estava com um cheiro forte de suor, mas não um cheiro ruim, parecia que até o suor dele era perfeito, cheirava a macho mesmo. Peguei no pau dele que já estava latejando pedindo atenção e beijei suavemente aquela cabecinha babona, passei a língua ao redor dela sentindo o gosto do pré-gozo e senti que podia ficar viciado no pau daquele homem. Ele praticamente rosnou quando passei a língua nas bolas dele, eram grandes e pesadas. Ouvi ele me chamar de garoto e pedir que eu não torturasse ele daquela forma, aquilo me fez ficar feliz, queria mais do que tudo servir aquele macho.

Ele me arrastou para uma das cabines do banheiro e abaixou a tampa do vaso para poder se sentar, abaixou as calças até a altura dos joelhos deixando aquelas coxas peludas e grossas a mostra, eu já estava sentindo minhas pernas bambas quando vi ele sentar e abrir as pernas mandando eu trancar a porta e ajoelhar pra mamar ele. Logo obedeci e segurei com as duas mãos aquele pau que tanto desejei. Por mais que eu tentasse não conseguia colocar tudo na boca, era grande e grosso. Meu maxilar doía um pouco mas eu não queria parar de jeito algum. Continuei chupando aquele pau devagar e com vontade, já estava lacrimejando quando ele ficou em pé, senti ele segurando meus cabelos e forçando o pau dele na minha garganta, doía bastante, mas não uma dor ruim. Era bom, muito bom. Eu conseguia sentir ele fazendo minha garganta de buceta, Dr. Paulo praticamente fudia minha garganta sem se importar se eu iria me engasgar e aquilo estava perfeito. Até que ouvimos alguém chamar, era o vigilante que vinha chamando enquanto se aproximava do banheiro.

Dr. Paulo fez um sinal para que eu ficasse quieto e concordei quando ele tirou o pau da minha boca, aproveitei para recuperar o fôlego e fiquei com aquele pau todo babado ne saliva e pré-gozo pingando na minha cara. Ele botou dois dedos nos meus lábios para que eu não falasse, mas também queria provocar ele, comecei a chupar os dedos dele enquanto masturbava aquele pau enorme com minhas duas mãos. Ele precisou cobrir a boca para evitar que um gemido escapasse quando a porta do banheiro se abriu, era Antonio, o vigilante. Ouvi Antonio perguntar se tinha alguém ali e Dr. Paulo respondeu que sim, e que logo iria sair. No momento eu não tinha certeza se Antonio já sabia, mas ele respondeu que estaria do lado de fora fumando caso precisasse de uma ajudinha. Ouvi a porta do banheiro fechar a logo estava engasgando novamente no pau do Dr. Paulo. Ele voltou a fuder com força a minha garganta e não demorou muito pra eu sentir o pau dele pulsar algumas vezes e um gosto forte aparecer na minha boca. Ele tinha gozado na minha garganta, quando ele tirou o pau da minha boca e eu vi o que ainda pingava umas gotinhas de gozo, limpei tudinho com um sorriso safado no rosto e engoli, e ele pareceu satisfeito. Ele me ajudou a me levantar e antes de sair primeiro que eu do banheiro, prometeu que iria querer me provar também. Ele se despediu dando um aperto forte na minha bunda e em seguida guardou o pau na cueca me deixando sozinho no banheiro com um sorriso bobo e o pau duro na calça.

Depois desse dia, tive outras aventuras com Dr. Paulo e com outros colegas de trabalho, caso queiram ler me avisem que posso contar aqui.

Comentários (2)

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- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Lito: Como ele te comeu

    Responder↴ • uid:1d574uyjgtib
  • PutoSafadoMaduro: Adorei o relato, conta mais

    Responder↴ • uid:1etf99tf8xx5