#Incesto #Teen

Pagando a conta

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Kel

Um segredo mantido a sete chaves, onde o desejo fala mais alto que a razão e o tabu só serve para aumentar o tesão de dois meios-irmãos.

Sempre fui criada só pela minha mãe. A gente conversava sobre tudo abertamente, sem segredo nem tabu. Cresci sabendo a atenção que chamava por onde passava. Minha mãe me dava moral, mas sabia me puxar a orelha quando achava que eu passava do ponto na atitude ou nas roupas.

Tudo mudou quando eu tinha catorze anos. Minha mãe decidiu morar junto com um homem viúvo que tinha um filho. Foi só aí que descobri o segredo: aquele homem era o meu pai biológico, fruto de um caso do passado. De uma hora para outra, passei a morar com um pai que eu não conhecia e com um meio-irmão três anos mais velho, o Renan.

Os primeiros meses foram só adaptação, mas logo comecei a notar os olhares do Renan. Não era olhar de irmão. Quando eu saía do banho de toalha ou ficava de short na cozinha, sentia os olhos dele travados em mim. Eu sabia o efeito que causava e resolvi testar até onde tinha controle da situação. Passava devagar pelo corredor, sentava no sofá deixando a coxa à mostra e via ele engolir em seco, ajeitando a bermuda para disfarçar. Mas o efeito não vinha só para ele: ver a reação dele também me acendia por dentro.

Passou um ano e meio e viramos bons amigos. Numa tarde em que achei que a casa estava vazia, chamei meu namorado para o meu quarto. O Renan voltou mais cedo, abriu a porta sem querer e pegou a gente no flagra. Ele travou, virou as costas e saiu. Mandei o garoto embora e fui atrás do Renan no quarto dele, apavorada, implorando para ele não contar nada aos nossos pais. Ele ficou me olhando e disse que não falaria nada, mas deixou claro que eu ficava devendo essa a ele.

Minha mãe sempre me educou para nunca dever nada a ninguém. A ideia daquela dívida ficou martelando na minha cabeça por dias. Sem aguentar o peso, fui até o quarto dele e me ofereci para bater uma para ele ali mesmo para quitar a história. O Renan deu uma risada fraca, balançou a cabeça e recusou. Falou que eu era menor de idade, que ele já era maior e mandou eu esquecer aquilo. O respeito dele me deu alívio, mas a provocação continuou no meu íntimo durante os anos seguintes.

Os anos se passaram e eu finalmente completei dezoito anos.

Num final de semana, nossos pais foram viajar sozinhos. No sábado de noite o clima na casa estava péssimo. O Renan tinha acabado de descobrir uma traição e terminado com a namorada. Ele andava de um lado para o outro na sala, cego de raiva e com o orgulho ferido. Fui tentar conversar com ele na cozinha. Ele desabafava indignado, e a proximidade dele, somada a anos de desejo contido, fez meu lado sedutor falar mais alto.

- Engraçado… - soltei, olhando para ele de canto. - Você sempre tão controlado… Será que o problema não foi você não saber o que fazer com ela?

O olhar dele mudou na hora. Não para raiva cega, mas para uma decisão clara. Ele deu dois passos rápidos na minha direção, me prensou contra o balcão da cozinha e segurou meu rosto com firmeza. Não teve agressão, apenas uma atração avassaladora que nós dois estávamos cansados de fingir que não existia.

Ele me abraçou com força, colando o corpo dele no meu sem deixar qualquer espaço entre nós. No meio do beijo quente e afobado, senti o quadril dele pressionado contra a minha pélvis e o pau dele endurecendo rápido contra o meu corpo, firme e latejando através da roupa. Sentir a reação imediata dele acabou com qualquer resto de hesitação que eu ainda tinha.

Ele me puxou pela mão e fomos direto para o seu quarto. A urgência tomou conta do espaço e não perdemos tempo: as roupas foram tiradas rapidamente, caindo pelo chão sem qualquer cuidado.

Ficamos nos encarando por um segundo, ambos nus, até que ele me puxou novamente para um beijo intenso, o contato da pele quente aumentando ainda mais a nossa temperatura. Guiada pelo desejo acumulado de anos, me ajoelhei na frente dele.

Eu não queria apenas chupar; eu queria devorar. Envolvi o pau dele com a boca e senti a grossura preenchendo cada espaço. O gosto era forte, salgado e másculo, disparando um gatilho de desejo animal no meu cérebro.

Senti a ponta do membro bater no fundo da minha garganta e o reflexo de vômito veio instantaneamente. Mas, em vez de recuar, eu empurrei mais. Eu queria sentir aquele volume me sufocando. Meus olhos lacrimejaram enquanto eu engasgava com a rigidez dele, sentindo a pulsação violenta do pau contra a base da minha língua.

Eu sugava com uma fome desesperada, fazendo barulhos úmidos e intensos de sucção. Minha saliva escorria pelo canto da boca, sujando a pele dele, enquanto eu movia a cabeça num ritmo frenético.

A sensação de estar sendo dominada por aquele pau, sentindo-o invadir minha garganta até o limite, me deixou em êxtase. Meus mamilos estavam rígidos, meu clitóris latejando, e cada gemido rouco que saía da boca dele servia como combustível para eu sugar ainda mais forte, querendo extrair tudo dele através do vácuo da minha boca.

Eu estava inebriada naquela situação até que senti sua mão apertar meu cabelo com força e me puxar para trás com um solavanco. Ele interrompeu o oral bruscamente, me forçando a olhar para cima, dizendo:

- Quero te comer.

Enquanto eu me levantava ele foi até o criado-mudo e colocou uma camisinha. Fiquei olhando e ele me empurrou, me jogando de costas na cama, sem delicadezas e dizendo:

- Abre as pernas, vadia.

Eu sempre fui habituada ao sexo fofo, cheio de cuidado e carinho com meus namorados. Mas ouvir aquela ordem vindo justamente do meu meio-irmão, o cara que eu provoquei por anos em segredo, me deu um choque. Não me ofendeu; pelo contrário, foi uma descarga elétrica que fez meu tesão ir ao limite. Abri as pernas no automático, completamente entregue.

Ele se posicionou entre minhas coxas e, sem aviso, enterrou o pau todo de uma vez só. O impacto foi seco e profundo, preenchendo cada espaço vazio dentro de mim, fazendo minha respiração travar no peito enquanto ele começava a me foder com a mesma fome com que eu tinha sugado o pau dele.

Foi fácil demais. Bastaram poucas estocadas mais profundas para uma onda de calor tomar conta do meu ventre. A minha buceta começou a pulsar violentamente, contraindo em espasmos involuntários ao redor do pau dele. O orgasmo veio forte, como um choque elétrico que fez minha visão embaçar e minhas costas arquearem na cama, me deixando completamente entregue e sem fôlego.

O orgasmo passou, mas ele não parou. Continuou metendo sem parar, com o peso do corpo em cima do meu, enquanto me chamava de puta e vagabunda no meu ouvido. Dava para sentir que aquele ódio todo nem era só por mim; ele estava descarregando a raiva da traição da ex ali mesmo, me usando para descontar o orgulho ferido.

Ouvir aqueles xingamentos misturados com a violência que ele entrava fundo em mim ainda sensível me fez sentir algo totalmente diferente de tudo o que eu já tinha experimentado: não era só tesão, era a sensação pura de ser totalmente dominada. Meu corpo tremia, meus pés se contorciam na cama e eu só conseguia gemer alto, completamente entregue.

Finalmente ele soltou um gemido fundo e gozou dentro de mim. Ficou jogado em cima do meu corpo por alguns segundos, com a respiração pesada, até que rolou para o lado na cama, exausto. Ficamos no silêncio do quarto enquanto a ficha do que tinha acabado de acontecer começava a cair.

Fiquei ali deitada, sentindo meu corpo ainda anestesiado e sem um pingo de arrependimento. Para mim, não tinha sido um erro; era a realização de algo que eu desejava há anos. Ele virou o rosto para o meu lado, ainda recuperando o fôlego, me olhou de cima a baixo com um sorriso de canto e soltou:

- Considera só uma parte daquela sua dívida quitada.

Eu dei uma risada curta, entendendo exatamente onde ele queria chegar. Por um segundo, a ficha do tabu até tentou me incomodar, mas passou na hora; meu corpo continuava quente e querendo mais. Olhei bem no fundo dos olhos dele e mandei:

- Sério? Ficou cansado só com isso? Achei que você fosse homem para cobrar tudo de uma vez.

Ele soltou uma risada debochada, me olhou de cima a baixo com o olhar frio e segurou no meu queixo com força.

- Você é uma vagabunda mesmo, né? - Falou baixinho, bem perto da minha boca. - Pode deixar que até domingo eu te cobro até o último centavo.

O xingamento só me deu mais tesão. Eu sempre quis ouvir aquilo, mesmo sem saber direito o porquê, mas nenhum cara antes tinha tido coragem de me chamar de puta; ouvir aquilo vindo logo do meu meio-irmão me deixou ainda mais louca.

Passado um tempo, ele começou a alisar minhas coxas e minha buceta, até que ordenou:

- Fica de quatro sua puta.

Não hesitei. Me virei e me posicionei ficando ali, exposta, sentindo meu interior ainda úmido e pulsando. A humilhação de obedecer cegamente só me deixava mais excitada.

Senti ele se posicionar atrás de mim. Ele não perdeu tempo. Entrou enterrando o pau até a base. Soltei um gemido alto, sentindo meus órgãos serem empurrados pela pressão bruta.

- Você é uma vadia gostosa - ele disse no meu ouvido, apertando meus quadris com força. - Adora ser fodida assim.

- Sim... por favor, continua... Me come com força! - Implorei, a voz rouca, sentindo a necessidade de ser preenchida.

O ritmo era implacável. Cada estocada batia no fundo, fazendo meu corpo balançar para frente e para trás. O som dos corpos se chocando era eco e repetitivo: pof, pof, pof.

- Olha como você treme, sua puta - Ele disse, dando um tapa forte na minha bunda que ecoou no quarto. - Pede prá eu te foder mais.

- Me fode... me fode mais forte! - Eu gritava, perdendo a noção de tudo.

Ser usada como um simples objeto para a foda dele me deixava louca de tesão. Ali, a meia-irmã já não existia mais; eu era só a vadia que ele queria foder, e no fundo eu só pensava em gozar junto com ele.

Senti meu orgasmo chegando, disparado pela violência do movimento. Novamente, meus músculos vaginais apertavam o pau dele em espasmos, tentando sugar cada centímetro enquanto eu gemia, completamente dominada pela força dele. Eu não conseguia mais formar frases, apenas soltava gemidos agudos, quase animais, enquanto meu corpo tremia.

Cada estocada era como se fosse um choque elétrico percorrendo minha espinha. Meus quadris se contorciam involuntariamente, tentando buscar mais daquela pressão bruta. Eu não conseguia mais formar frases, apenas soltava gemidos agudos, quase animais, enquanto meu corpo tremia em espasmos violentos.

Senti a respiração dele ficar pesada, quase sufocada, logo atrás do meu pescoço. Ele apertou meus quadris com força.

- Caralho... que tesão vadia... - ele rosnou com a voz carregada de luxúria.

Eu sentia a rigidez dele aumentar ainda mais dentro de mim, o pau pulsando contra as paredes da minha buceta enquanto ele acelerava o ritmo. O prazer era tanto que beirava a dor. Ver que a minha total entrega, a minha humilhação e a forma como eu me contorcia sob o comando dele estavam levando-o ao limite.

Até que soltou um urro e enterrou o pau o mais fundo que pôde, travando o corpo contra o meu. Ele estava satisfeito, exausto, dominante e eu também feliz por ter sido usada daquela maneira.

Meio cambaleante, saí do quarto dele em direção ao meu e dormi, profundamente. Levantei por volta das onze horas do domingo e fui ao quarto dele para ver como estava. Ainda dormia e comecei a alisar o pau dele, fazendo-o acordar. Ele riu e abriu espaço para mim na cama.

Já de pau duro e com camisinha, me possuiu por trás, deitando-se por cima de mim. O peso dele me achatou contra o colchão, tirando meu fôlego e me deixando sem espaço para reagir. Senti meu peito esmagado, o coração batendo frenético contra a cama enquanto ele me prendia.

Não era apenas a penetração; era a sensação de estar presa sob ele. Ele enterrou o pau com calma, mas com uma pressão devastadora, me preenchendo toda. Senti o calor do corpo dele colado ao meu transformando a cena em algo viciante.

Ele não se movia rápido. Ele empurrava lentamente, fazendo com que eu sentisse seu pau entrando dentro de mim. Era uma tortura lenta. Eu me sentia como uma presa, imobilizada e exposta, sentindo a rigidez dele me dominar por completo enquanto ele sussurrava no meu ouvido, me lembrando que eu pertencia a ele naquele momento.

O foco não era mais o ritmo, mas a invasão. A sensação de ser preenchida enquanto era esmagada me causava um curto-circuito mental; eu não conseguia pensar, apenas sentir o volume dele me rasgando por dentro enquanto o peso do seu corpo me imobilizava.

Aos poucos ele foi aumentando a força e o ritmo. Eu me contorcia, tentando apertar ainda mais a pelve contra a cama para aumentar o contato. A sensação dupla do tecido raspando no meu ponto mais sensível, sincronizada com cada golpe que ele dava, me levava ao limite. Eu não conseguia mais focar em nada, apenas naquele roçar frenético e na invasão profunda, sentindo meu corpo entrar em colapso enquanto eu era masturbada pelo próprio movimento daquela foda brutal.

- Isso putinha.... Rebola no meu pau.... – dizia ele.

Eu obedecia, me entregando por completo. Acho que ele sentiu minhas contrações e perdeu o controle. Soltou um rugido baixo dando as últimas estocadas brutais, enterrando o pau até o fim e pude sentir cada pulsação do meu orgasmo junto com o dele.

Ficou em cima de mim por algum tempo, até que saiu. Fui tomar um banho e fui para a cozinha comer alguma coisa, já que a fome era intensa. Logo ele desceu também. Havia tomado banho e sentamos. Não conversamos sobre o que aconteceu e nem tentamos prosseguir, já que nossos pais haviam dito que chegariam por volta da hora do almoço.

Tem duas semanas que isto ocorreu e o desejo de repetir está intenso dentro de mim.

Comentários (2)

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  • Fernandinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado T Maluzinharsk

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  • Vando0012: Todo tabu deve ser quebrado, muito bom. Vando0012

    Responder↴ • uid:1d6kfanaa2ks