O Dia do Meu Primeiro Vibrador – parte 1
elas gosta de gozar e compra um dildo e depois nao conseque ficar sem
Eu sou Karen, tenho 21 anos e sou viciada em siririca. Moro com a minha mãe, mas sou independente, trabalho e pago minhas próprias contas. Desde os dezoito, descobri que sou uma masturbadora de objetos — qualquer coisa que seja longa, grossa ou vibra, eu quero sentir dentro de mim.
Hoje quero contar sobre um dia estranho e delicioso que mudou tudo.
Eu gosto de sentir prazer várias vezes ao dia. Uma siririca não basta — preciso de cinco, às vezes mais. Minha busca por objetos começou cedo: escovas de cabelo, pau de selfie, pepinos, bananas, o cabo de uma escova de dentes elétrica. Tudo ia para minha xoxotinha em busca da sensação perfeita.
Ano passado, com meu dinheiro, comprei meu primeiro vibrador escondida da minha mãe. Assim que comprei, veio uma vontade imensa de me masturbar. Incontrolável. Corri para casa subindo as escadas de dois em dois degraus, trancando a porta do meu quarto.
Finalmente pude me deliciar.
Tirei minhas roupas debaixo — uma calcinha de renda rosa e a saia jeans. Peguei o vibrador, tirei da caixa e fiquei olhando o tamanho daquilo em comparação com minha xoxotinha. Ele media 28 centímetros na embalagem, grosso, com veias realistas. Pensei: "então tá".
Passei um gel com cuidado, achando que todo vibrador era frágil. Estava doida para testar na minha vagina.
Comecei a passar na entrada da minha xoxotinha, coloquei a cabeça na entradinha e comecei a atolar ele devagar. A sensação era boa demais! O vibrador era muito melhor do que qualquer objeto que eu já tinha usado — melhor que escova de cabelo, melhor que o pau de selfie, melhor que o pepino. Isso aqui vibrava, pulsa, tinha vida própria.
Eu gemia muito, me tremia e aproveitava a sensação gostosa. As vibrações do dildo na vagina eram tão boas que nem percebi o tempo passar. Quando recuperei a consciência depois de gozar muito, já tinha se passado quase duas horas.
Eu estava planejando me deliciar mais, mas minha mãe me ligou, mandando eu ir à farmácia pegar um remédio para ela.
Senti agonia imensa. Minha buceta formigava, pedindo mais. No primeiro dia, eu já estava dependente do vibrador.
Tomei banho para me lavar de todo o gozo da minha xoxotinha — claro que me masturbei no banheiro com o chuveiro, gozando de pé na box, esfregando o jato de água no grelo.
Depois do banho-siririca, me troquei. Coloquei uma calça jeans apertada para destacar minhas coxas grossas, uma blusa branca e pus meu celular no bolso. Pensei: vou andar com esse vibrador dentro da minha xoxotinha. Será que dá certo?
Passei o gel que veio com ele e lambuzei ele todo — mas nem precisava tanto, minha xota estava ensopada daquele jeito. Enfiei até o final, rebolando para entrar, pois ele não era pequeno para andar com ele atolado. Coloquei ele para tremer com o toque do celular.
Saí de casa, o vibrador enterrado em mim, a base pressionando contra a calça jeans apertada. Peguei o remédio que minha mãe pediu para entregar na casa da minha amiga Jéssica, também de 21 anos, que morava a quinze minutos de caminhada.
Andando pela rua, liguei o vibrador. Nessa hora senti o celular vibrar no mesmo bolso — uma mensagem. O duplo estímulo fez eu dar uma gemidinha baixa, porque a vibração era gostosa e tremia a xoxotinha com o grelo junto. Parei à sombra de uma árvore por alguns minutos para me recompor, ficando parada só para sentir mais daquilo.
Minha mãe ligou, avisando que eu teria que deixar na casa da Jéssica porque a mãe dela tinha saído. Continuei andando, cada passo fazendo o vibrador mover-se levemente dentro de mim. A sensação era torturante e deliciosa — eu andava e tinha a sensação de que as outras pessoas sabiam que eu tinha um objeto atolado em mim.
Depois de um trajeto de vinte minutos gozando a cada esquina, cheguei lá. Entreguei o remédio para Jéssica e recebi outra ligação de minha mãe. Fiquei sentindo o celular tocar e o dildo vibrar, mordendo meus lábios e coçando a xoxotinha por fora da calça, fechando os olhos de tanto tesão.
— Que cara é essa, Karen? — perguntou Jéssica.
— Ah, nada, é que o celular vibrou — menti.
— Então você estava gostando? Hehe — ela brincou, sem saber o quão perto da verdade estava.
Fomos para a sala dela. Tiramos os calçados e ficamos descalças para eu me acalmar — principalmente eu, que estava à beira de um colapso de prazer.
Conversamos sobre a faculdade, sobre trabalho, mas eu não prestava atenção. Só pensava no objeto de 28 centímetros enterrado na minha vagina, vibrando silenciosamente, me fazendo gozar a cada três minutos sem ninguém perceber.
— Você tá estranha, Karen — Jéssica disse.
— Eu? Nada... — respondi, me tremendo de desejo, sentindo outro orgasmo se aproximar.
— Você está com frio? Se quiser eu posso aumentar a temperatura do ar — ela era fofa, se importava comigo.
— Não, é que... — eu hesitava.
— É que... — ela repetiu.
Não aguentava mais. Explodi:
— Desculpa, amiga, mas eu não aguento mais! Eu gosto muito de me masturbar com objetos! Não suporto mais esse tesão, eu quero gozar, não consigo resistir!
Jéssica ficou assustada, também estava aprendendo a se descobrir sexualmente aos 21 anos.
— Estou desesperada para te mostrar algo — continuei. — Não sei se mostro, amiga, estou com vergonha demais.
— Fala logo, amiga — ela incentivou.
Expliquei meu vício incontrolável em objetos. Como eu sempre procurei coisas para enfiar em mim — desde o cabo da escova até pepinos grossos. Ela não entendeu completamente, então pedi para irmos ao quarto dela. Estava descalça, a calça jeans marcando tudo. Perguntei se tinha problema de ficar assim na cama dela. Ela falou que não se importava.
— Amiga, vou abaixar a calça e mostrar algo para você — anunciei.
Tirei a calcinha — que nem existia mais, tinha guardado no bolso desde em casa — e mostrei o objeto atolado em mim, a base vermelha aparecendo entre meus lábios vaginais inchados.
Jéssica ficou de queixo caído.
— Amiga, isso estava dentro da sua xoxotinha esse tempo todo?! Quer que chame sua mãe, ligar para médico?
— Não, amiga! — quase gritei. — Estou gozando há mais de uma hora seguida com esse objeto dentro de mim!
— Como assim você que socou ele aí? Você tá doida?
Mostrei meu vibrador novo e falei como ele era o objeto mais maravilhoso do mundo. Expliquei que se usasse uma vez, não ia querer parar. Que objetos são melhores que dedos, que pau de verdade, que qualquer coisa. Ela ficou estranhando, mas eu demonstrei para ela ver.
Tirei devagar, com carinho, sentindo cada centímetro sair de dentro de mim, fazendo barulhos molhados. Jéssica olhou fascinada.
— Credo, tá muito molhado, amiga — ela disse, mas seus olhos brilhavam de curiosidade.
Ela ficou excitada em me ver gozando com o objeto e pediu para experimentar. Por mais que eu quisesse continuar usando, deixei ela.
Jéssica, com receio, colocou ele na vagina e começou a gemer. Estava suando, com uma cara de prazer intenso, sorriso nos lábios e olhos meio fechados, apenas gemendo e aproveitando a delícia de ter um objeto estranho dentro dela.
Eu não consegui resistir. Enquanto ela usava o vibrador, eu toquei uma siririca com os dedos ao lado dela — não era a mesma coisa, mas era muito bom. Ficamos nessa brincadeira, revezando dedo e objeto, uma observando a outra, aprendendo juntas, por duas horas.
Quando ouvimos a mãe dela chegar, escondi meu objeto na bolsa, me calcei rapidamente e fui para casa. Cheguei em casa e aproveitei para me masturbar mais três vezes antes de dormir, já sem o vibrador — apenas com os dedos, sentindo falta daquelas vibrações, procurando outro objeto em volta para sentir.
No dia seguinte, recebi mensagens de Jéssica desesperada. Ela queria um vibrador porque queria sentir aquilo de novo e não estava conseguindo com nenhuma outra coisa. Falei onde comprei o meu — uma sex shop online — e ela também encomendou um, idêntico ao meu.
Foi assim o dia em que comprei meu primeiro objeto elétrico. Agora, um ano depois, aos 21 anos, tenho uma coleção de cinco vibradores diferentes, além de escovas, pepinos, consolos caseiros e tudo que encontro pela casa que seja do tamanho certo. Sou uma masturbadora de objetos profissional. E Jéssica? Viramos melhores amigas de siririca, às vezes nos masturbamos juntas nos finais de semana, trocando objetos, sempre adultas, sempre livres para sentir prazer com o que der e vier.
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