O Reinado das Sombras Élficas – parte 1
A Princesa Aeliana caminhava pelos corredores de mármore do Palácio das Lágrimas de Lua uma erlfa gostosa
Capítulo I: A Iniciação da Princesa Aeliana
No reino de Lothlórien Sombrio, as torres de cristal negro se erguiam contra um céu permanentemente tingido de roxo. Havia três séculos, os exércitos orcs haviam conquistado as terras élficas, mas em vez de destruir seus inimigos, impuseram uma dominação mais insidiosa: os elfos governavam em nome de seus senhores, mantendo as aparências de nobreza, mas obedecendo cegamente aos decretos das Hordas.
A Princesa Aeliana caminhava pelos corredores de mármore do Palácio das Lágrimas de Lua, seus passos silenciosos ecoando suavemente. Seus cabelos dourados caíam como uma cascata de fios de seda até sua cintura fina, contrastando com seus olhos amendoados de um verde esmeralda profundo. Aos vinte anos, seu corpo atingira a plenitude da maturidade élfica — seios firmes e pontiagudos, típicos das mulheres de sua raça, cintura estreita e quadris largos que prometiam fertilidade.
Ela usava apenas um véu de seda transparente, tão fino que mal ocultava a carne rosada de seus mamilos eretos e a suave curva de seu ventre. Entre suas pernas, uma sensação de plenitude constante a mantinha alerta — o plug de obsidiana de quinze centímetros estava firmemente alojado em sua parte traseira, mantendo-a preparada, enquanto um dildo de vinte centímetros, esculpido em madeira encantada, preenchia sua intimidade frontal. Ambos haviam sido colocados por suas irmãs mais velhas naquela manhã, como parte dos preparativos rituísticos.
Aeliana parou diante das portas de bronze do Salão da Iniciação. Seu coração batia acelerado, não de medo, mas da expectativa que sua mãe, a Rainha Seraphina, e seu pai, o Rei Thalion, haviam cultivado nela desde a puberdade. Nas famílias reais élficas, a iniciação sexual não era apenas uma perda de inocência — era uma arte sagrada, um treinamento rigoroso para garantir que as princesas pudessem servir aos seus senhores orcs com perfeição absoluta.
As portas se abriram.
O Salão estava iluminado por tochas que lançavam sombras dançantes sobre os tapestres de seda negra. No centro da câmara, sobre uma plataforma de obsidiana, estava a figura imponente que mudaria para sempre a existência de Aeliana.
Goruk, o Guardião do Sexo da Horda, era uma montanha de músculos verde-escuros. Seus dois metros de altura faziam com que até os elfos mais altos parecessem crianças. Seu peito largo era marcado por cicatrizes de batalha, e seus olhos amarelos brilhavam com uma inteligência cruel e calculista. Mas foi o que estava abaixo de sua cintura que fez Aeliana engasgar-se silenciosamente.
Seu membro estava semi-ereto, pendendo pesadamente entre suas coxas grossas como um terceiro braço. Mesmo em repouso, media quase trinta centímetros, mas Aeliana sabia — todos os elfos sabiam — que quando totalmente ereto, alcançava cinquenta e dois centímetros de comprimento. A base era grossa como o punho de um guerreiro, e o eixo estava coberto de cravos nodulares que prometiam uma fricção intensa. A glande era enorme, bulbosa, uma cabeça de cogumelo escarlate que parecia pulsar com vida própria.
"A Princesa Aeliana," anunciou a Rainha Seraphina, sua voz melodiosa ecoando no salão. Ela estava sentada em um trono elevado, vestindo robes que deixavam seus próprios seios expostos — um sinal de que ela também estava participando do ritual. Ao seu lado, o Rei Thalion observava com olhos atentos, enquanto as três irmãs mais velhas de Aeliana — Lyra, Nimue e Elara — estavam posicionadas em assentos menores, cada uma em diferentes estágios de vestimenta ritualística.
"Venha, filha," chamou Seraphina. "O treinamento deve começar."
Aeliana caminhou até o centro do salão, seus seios balançando levemente com cada passo, os mamilos visíveis através do tecido transparente. Ela podia sentir os olhares de todos — sua mãe, que havia passado pelo mesmo ritual trinta anos atrás; seu pai, que supervisionava a pureza da linhagem; suas irmãs, que já haviam sido iniciadas e serviam aos orcs em diferentes posições.
"Goruk," disse o Rei Thalion, sua voz grave. "Receba esta oferenda e inicie-a nas artes que garantirão nossa subsistência como povo."
O orc avançou, seus passos fazendo o chão de mármore tremer. Ele parou a centímetros de Aeliana, seu cheiro — musgo, terra e ferro — envolvendo-a. Ele estendeu uma mão com garras grossas e tocou o queixo da princesa, levantando seu rosto para que ela o encarasse.
"Retire o véu," ordenou ele, sua voz como pedras sendo arrastadas.
Aeliana obedeceu, desfazendo o nó dourado que mantinha a seda em seu lugar. O tecido caiu, revelando completamente seu corpo pálido e perfeito. Seus seios eram firmes, desafiando a gravidade, com aréolas cor de rosa pálido e mamilos pequenos, quase afiados na ponta. Seu ventre liso descia até a cavidade entre suas pernas, onde o dildo de madeira ainda estava parcialmente inserido, preso por uma correia fina de couro que suas irmãs haviam amarrado em seus quadris.
"Preparada como deve ser," murmurou Goruk, aprovação em seu tom gutural. Ele envolveu uma de suas mãos enormes ao redor da cintura de Aeliana, seus dedos quase a circundando completamente. "Seu pai me disse que você tem treinado com os instrumentos por três luas."
"Sim, meu senhor," sussurrou Aeliana, mantendo os olhos baixos em sinal de submissão.
"Olhe para mim," ordenou ele.
Ela levantou o olhar, encontrando seus olhos amarelos. Havia algo ali — não apenas crueldade, mas uma expectativa quase reverente. Os orcs valorizavam acima de tudo a capacidade de quebrar sem destruir, de dominar enquanto cultivavam.
Goruk agarrou o dildo ainda alojado em Aeliana e o puxou lentamente, fazendo-a gemer involuntariamente enquanto a madeira deslizava contra suas paredes internas, já sensibilizadas pelo uso prolongado. O objeto saiu com um som úmido, deixando-a exposta e vazia na frente, enquanto o plug anal permanecia firmemente no lugar.
"Você está estreita," observou o orc, seus dedos grossos explorando sua entrada, sentindo a elasticidade que os meses de treinamento haviam proporcionado. "Mas não o suficiente. Não para mim."
Ele a virou de costas para a audiência real, fazendo-a apoiar as mãos em uma almofada baixa colocada no chão. Sua posição a deixava exposta completamente — seu orifício anal distendido pelo plug preto, sua intimidade frontal rosada e molhada, suas nádegas pálidas erguidas em oferenda.
"O plug primeiro," anunciou Goruk, agarrando a base do objeto em Aeliana. "Vamos ver se você está pronta para a primeira fase."
Ele puxou com força constante, e Aeliana gritou quando os quinze centímetros de obsidiana deslizaram para fora, deixando-a aberta e pulsando. Antes que ela pudesse se ajustar, Goruk já estava posicionando-se atrás dela, guiando sua imensa glande contra sua entrada traseira.
"Respire," ordenou ele, e empurrou.
A sensação foi de queimação divina. Aeliana gritou, suas unhas arranhando a almofada de seda, enquanto a cabeça bulbosa forçava sua entrada. O treinamento com o plug a havia preparado, mas nada poderia prepará-la completamente para a circunferência real. Goruk avançava sem pressa, mas sem piedade, cada centímetro de seu membro cravado sendo introduzido na princesa élfica.
"Observem," instruía a Rainha Seraphina às filhas mais velhas. "Veja como ela aceita. Vejam a posição perfeita das costas, a abertura completa. Isto é como uma filha real deve receber seu primeiro treinamento."
"Ela está se adaptando bem," observou Lyra, a irmã mais velha, que estava acariciando seus próprios seios em resposta à cena. "Mãe, lembro-me de ter chorado na primeira vez."
"Eu também," concordou Nimue. "Mas Aeliana sempre foi a mais forte de nós."
Aeliana mal ouvia as palavras. Seu mundo havia se reduzido à sensação de ser preenchida, de ser esticada ao limite. Goruk estava metade do caminho, vinte e seis centímetros já dentro dela, e cada cravo em seu eixo criava uma fricção que a fazia tremer incontrolavelmente.
"Aguente," murmurou Goruk, inclinando-se sobre ela, seu peso pressionando-a contra a almofada. "Ainda falta a metade."
Ele empurrou mais fundo, e Aeliana gritou novamente, não de dor, mas da intensidade absoluta da sensação. Seus cinquenta e dois centímetros finalmente estavam completamente alojados, sua glandes pressionando contra o ponto mais profundo de seu interior, os cravos arranhando suas paredes sensíveis em um padrão que a fazia ver estrelas.
"Perfeito," anunciou o Rei Thalion, e havia orgulho em sua voz. "Ela recebeu o primeiro selo. Goruk, proceda com o treinamento inicial."
O orc começou a mover-se, retirando-se alguns centímetros apenas para empurrar de volta com força. O som de suas coxas batendo contra as nádegas de Aeliana ecoava no salão, misturado aos gemidos da princesa e à respiração pesada do orc. Cada movimento era calculado — Goruk estava literalmente moldando seu interior, garantindo que ela se lembraria de sua forma por dias.
"Virgem de fronte," ordenou Goruk, retirando-se completamente, seu membro brilhando com os fluidos dela. "Vire-se."
Aeliana se moveu como em transe, seu corpo tremendo, sua pele coberta de suor que fazia seus seios brilharem à luz das tochas. Ela deitou-se de costas na plataforma de obsidiana, suas pernas abertas em um ângulo que expunha completamente sua intimidade frontal.
"Esta é a verdadeira prova," sussurrou Elara, a terceira irmã, que estava com as mãos entre suas próprias pernas, observando com fascinação. "A frontal é mais profunda, mas mais estreita."
Goruk se posicionou entre suas pernas, guiando sua glande enorme contra a entrada frontal de Aeliana. Ele encontrou resistência — mesmo com o treinamento com o dildo, sua circunferência era desafiadora.
"Relaxe," instruiu ele, e empurrou.
Aeliana arqueou as costas, um grito saindo de sua garganta enquanto ela era penetrada frontalmente pela primeira vez. A sensação era diferente — mais intensa, mais profunda, o cravo em sua glande massageando seu ponto mais sensível com cada centímetro que avançava.
Goruk não foi gentil. Ele a tomou completamente, seus cinquenta e dois centímetros desaparecendo em seu corpo élfico, criando uma protuberância visível em seu ventre plano. Quando ele estava completamente alojado, ele parou, permitindo que ela se ajustasse ao redor de sua circunferência massiva.
"O treinamento começou," anunciou ele, e começou a mover-se em um ritmo constante, profundo, que faria qualquer elfo comum desmaiar. "E não terminará até que você tenha recebido a marca completa."
Aeliana olhou para cima, para o teto pintado do salão, enquanto era tomada. Ela podia ver sua mãe sorrindo, seu pai acenando em aprovação, suas irmãs observando com admiração. Ela havia passado no primeiro teste. O treinamento havia começado, e ela estava determinada a se tornar a mais perfeita das servas, digna de servir aos senhores orcs que governavam seu mundo.
Enquanto Goruk aumentava o ritmo, seus cravos arranhando seus pontos mais profundos, Aeliana permitiu-se um sorriso. A primeira parte de sua iniciação estava em andamento, e ela estava pronta para tudo o que viria depois.
Continua...
Goruk agarrou os quadris pálidos de Aeliana com suas mãos enormes, seus dedos grossos afundando na carne macia enquanto ele aumentava o ritmo. O som de suas coxas batendo contra as nádegas da princesa ecoava pelo salão como tambores de guerra, cada impacto acompanhado por um gemido agudo que escapava da garganta da jovem elfa.
"Observem," instruía a Rainha Seraphina, sua voz mantendo a compostura real mesmo enquanto ela gesticulava para as filhas mais novas que assistiam com olhos arregalados. "Veja como ela aceita a velocidade. Vejam como seu corpo se adapta à fúria sem quebrar."
O membro do orc brilhava com os fluidos de Aeliana enquanto ele se retirava quase completamente, apenas para cravar de volta com uma força que fazia a plataforma de obsidiana tremer. Seus cabelos avermelhados — uma marca rara entre os orcs, indicando linhagem de chefes — caíam sobre seus olhos enquanto ele trabalhava, suor escorrendo por seu corpo verde-musgo e pingando sobre as costas arqueadas da princesa.
Com um movimento súbito e poderoso, Goruk empurrou para frente, enterrando-se completamente. Os cinquenta e dois centímetros desapareceram em Aeliana até que suas nádegas estivessem pressionadas contra a base do corpo do orc, seu saco pesado — do tamanho de dois punhos humanos — batendo contra sua pele. A protuberância em seu ventre era visível a todos, o formato da glande bulbosa distendendo sua pele pálida de forma obscena.
"Vire-a," ordenou o Rei Thalion, sua voz rouca de excitação. "Quero que todos vejam a penetração completa."
Goruk segurou Aeliana pela cintura, girando-a facilmente sem sair de dentro, até que ela estivesse de quatro novamente, de frente para a audiência real. Sua posição expunha tudo — seu rosto corado de desejo, seus seios balançando com cada movimento, e o ponto de união entre ela e o orc, onde o eixo verde-escuro desaparecia em sua intimidade rosada.
As três irmãs se aproximaram, curiosas, seguidas por algumas servas élficas mais jovens que haviam sido autorizadas a observar para aprenderem. Elas se aglomeraram ao redor da plataforma, algumas ajoelhando-se para terem uma visão melhor de como o membro monstruoso se movia dentro da princesa, os cravos nodulares arranhando suas paredes internas a cada movimento.
"Rainha," chamou Goruk, sua voz gutural e ofegante. "Venha ensinar sua filha o prazer completo."
Seraphina se levantou de seu trono, seus próprios seios expostos balançando enquanto ela caminhava com a graça élfica até a plataforma. Ela se deitou de costas no chão de mármore, posicionando-se diretamente sob Aeliana, sua cabeça entre as pernas abertas da filha.
"Desça um pouco, filha," instruiu Seraphina, sua voz suave como mel.
Aeliana obedeceu, abaixando seu quadril até que sua intimidade frontal — ainda sendo penetrada violentamente por Goruk — estivesse a centímetros do rosto de sua mãe. A posição era precária, exigindo que ela apoiasse seu peso em seus cotovelos enquanto o orc continuava a bombardeá-la por trás.
Seraphina estendeu a língua, longa e rosada, e lambeu a parte inferior do corpo de Aeliana, encontrando o monte de venus sensível e o clitóris exposto. Ela começou a chupar suavemente, seu ritmo calmo e metódico contrastando violentamente com a fúria com que Goruk a possuía por trás.
"Assim," murmurou Seraphina entre lambidas, seus lábios brilhando com os fluidos misturados de sua filha e do orc. "Sinta ambos, filha. A fúria por trás e a ternura por baixo."
As servas élficas mais jovens se aproximaram mais, algumas ajoelhando-se a centímetros da cena para observarem a técnica real. Elas podiam ver cada detalhe — a língua da rainha circulando o clitóris de Aeliana, os lábios de Seraphina se fechando ao redor da carne rosada e sugando com força controlada, o rosto da rainha sendo banhado pelos fluidos que escorriam da união entre a filha e o orc.
Goruk aumentou ainda mais o ritmo, seus quadris se movendo como um pistão desenfreado. Com cada empurrão completo, seu saco pesado balançava para frente, batendo contra o queixo de Seraphina ou contra suas bochechas. A rainha não se incomodava — ao contrário, ela ria entre as lambidas, o som vibrando contra a intimidade de Aeliana e fazendo-a gemer ainda mais alto.
"Ele bate em você, mãe?" perguntou uma das servas mais jovens, fascinada.
Seraphina se afastou por um momento, sorrindo, seu rosto brilhando com o suco de sua filha. "As bolas de um orc são pesadas," ela explicou, sua voz didática apesar da situação. "Elas carregam a semente que garantirá nossa subsistência. Senti-las batendo é parte do prazer."
Como para demonstrar, Goruk empurrou com força máxima, seu saco batendo com um estalido audível contra a bochecha de Seraphina. A rainha riu, um som cristalino que ecoou pelo salão, e então voltou a chupar a filha com entusiasmo renovado.
Aeliana estava perdida na sensação. Por trás, o membro cravado de Goruk arranhava seu ponto mais profundo a cada movimento, os nodos em seu eixo criando uma fricção constante que a levava à beira do delírio. Por baixo, a boca experiente de sua mãe trabalhava seu clitóris com precisão real, lambidas firmes intercaladas com sucções profundas que faziam suas coxas tremerem.
"Ela está aprendendo rápido," observou Lyra, acariciando o próprio ventre em excitação. "Olhem como ela move os quadris, encontrando o ritmo dele."
Era verdade. Aeliana havia começado a contracenar os movimentos de Goruk, empurrando para trás quando ele avançava, garantindo que cada centímetro dos cinquenta e dois fosse recebido com avidez. Seu corpo jovem e treinado estava se abrindo para ele, moldando-se à sua forma, tornando-se o receptáculo perfeito para sua fúria.
"O segredo," instruiu Seraphina para as observadoras, sua voz abafada pela proximidade com o corpo de Aeliana, "é não resistir. Aceitem a brutalidade como uma bênção. Deixem-se serem usadas, e o prazer virá dez vezes mais forte."
Para provar seu ponto, Seraphina deslizou duas de seus dedos elegantes para dentro da boca de Aeliana, que os chupou instintivamente, seus olhos verdes encontrando os da mãe em um momento de conexão profunda. A rainha sorriu ao redor dos dedos, seus olhos brilhando de orgulho.
Goruk rosnou, um som animal que indicava que ele estava próximo. Seus movimentos tornaram-se desenfreados, quase violentos, cada empurrão levantando Aeliana do chão por um instante antes que o peso do saco do orc a trouxesse de volta.
"Preparem-se," anunciou o Rei Thalion, de pé agora, observando com os punhos cerrados de excitação. "O primeiro selo será selado."
Seraphina se afastou ligeiramente, posicionando-se para que todas pudessem ver enquanto lambia o eixo de Goruk por baixo de Aeliana, suas línguas mãe e filha quase se tocando ao redor da base do membro que as unia. Ela riu novamente quando as bolas do orc bateram em seu nariz, beijando-as reverentemente antes de voltar à intimidade rosada de Aeliana.
O sexo feroz continuava, uma dança primitiva e bela, enquanto a princesa élfica recebia sua primeira iniciação completa, cercada pela família que governava e servia, aprendendo nas artes mais antigas de seu povo submisso.
O ritual no salão havia terminado, mas a iniciação de Aeliana estava longe de completar-se. Goruk retirou-se lentamente de seu corpo, seu membro ainda duro e pulsante, brilhando com os fluidos da princesa. Ele a ajudou a se levantar, suas pernas trêmulas, o plug anal finalmente removido deixando-a completamente aberta em ambas as entradas.
"O próximo ato," anunciou o Rei Thalion, sua voz ecoando pelo salão, "é a Apresentação ao Povo. Que todos vejam a nova serva da Horda."
As portas do paláco se abriram para as ruas de Lothlórien Sombrio. O sol do meio-dia banhava as torres de cristal negro, refletindo em milhares de superfícies que iluminavam a cidade em tons de violeta e prata.
Goruk desceu os degraus de mármore primeiro, seu corpo musculoso ainda nu, seu membro ereto apontando para o céu como uma arma de guerra. Ele estendeu a mão para Aeliana, que emergiu do palácio envolta apenas em um véu transparente que mal cobria seus ombros.
Com um movimento fluido e praticado, ele a ergueu, posicionando-a acima de sua cintura. Aeliana envolveu as pernas em volta de sua cintura, mas Goruk a puxou mais para baixo, guiando sua glande bulbosa até a entrada frontal da princesa.
"De frente," ordenou ele, sua voz rouca carregando pelo ar silencioso da cidade. "Para que todos vejam."
Ele a baixou sobre seu membro.
Aeliana gritou quando os cinquenta e dois centímetros entraram em seu corpo novamente, preenchendo-a completamente até que ela estivesse sentada em seu colo, o eixo cravado desaparecendo dentro de sua intimidade. A posição era precária — Goruk segurava suas nádegas com uma mão enorme, enquanto com a outra mantinha seu véu afastado de seus seios, expondo-a completamente aos olhares de milhares.
E então ele começou a andar.
O primeiro passo fez Aeliana gemer alto, a vibração do movimento fazendo o membro dentro dela massagear pontos profundos. O segundo passo trouxe uma contração involuntária, seu corpo jovem respondendo à fricção constante. Ao terceiro passo, ela já estava gozando, suas unhas afundando nos ombros musculosos do orc enquanto um orgasmo intenso a percorria, visível para todos que assistiam.
"Ela goza!" exclamou uma voz da multidão.
A rua principal estava lotada. Elfos de todas as castas — nobres em suas vestes de seda, comerciantes com seus aventais de couro, guerreiros em suas armaduras leves — haviam saído de suas casas e lojas para testemunhar o ritual. E entre eles, nas frentes das construções de cristal, estavam os jovens.
Adolescentes élficos, alguns ainda sem seus primeiros séculos, observavam com olhos arregalados e bocas abertas. As jovens elfas vendo o que as esperava quando atingissem a idade de serviço, seus rostos corando enquanto apontavam discretamente para a cena. Os jovens elfos observavam com uma mistura de excitação e submissão, sabendo que nunca poderiam oferecer o que o orc demonstrava.
Goruk caminhava devidamente, cada passo calculado para manter Aeliana impalada em seu membro. Sua posição de frente para a multidão permitia que todos vissem a união perfeita — a carne rosada e vermelhinha de sua intimidade élfica esticada ao redor do eixo verde-escuro, os lábios internos agarrando-se aos cravos nodulares, a umidade brilhando ao sol enquanto escorria por suas coxas pálidas.
"Olhem como ela recebe!" chamou uma elfa idosa de um balcão, sua voz aprovadora. "Bem treinada, essa jovem!"
A cada dez metros, Aeliana gozava novamente. Seu corpo não conseguia resistir à constante fricção do membro monstruoso dentro dela, e seus orgasmos eram anunciados por gritos que ecoavam pelas ruas de cristal. Sua pele brilhava de suor, seus seios firmes balançando com cada passo, os mamilos afiados apontando para o céu.
"Por favor," gemeu ela entre um orgasmo e outro, sua voz melodiosa transformada em súplica. "Goruk... por favor..."
O orc não diminuiu o ritmo. Ele continuou a caminhar pela cidade, passando pelo mercado central, pelos jardins suspensos, pelos templos de adoração aos antigos deuses. Em todos os lugares, multidões se reuniam para ver a princesa ser exibida.
Uma jovem elfa de cabelos prateados, aparentando pouco mais de vinte anos, aproximou-se o suficiente para tocar a perna de Aeliana. Seus dedos voltaram molhados, cobertos pela mistura de fluidos que escorria da união.
"É quente," sussurrou ela para as amigas, maravilhada. "E ela está tão aberta..."
Goruk parou no centro da praça principal, onde uma fonte de cristal negro jorrava água tingida de prata. Ele olhou ao redor, avaliando a multidão, e então sorriu — uma expressão cruel e dominadora.
"Observem bem," ele anunciou, sua voz profunda alcançando todos os cantos da praça.
Com um movimento súbito, ele levantou Aeliana, seu membro saindo de sua intimidade frontal com um som úmido e audível. Antes que ela pudesse recuperar o fôlego, ele a reposicionou, alinhando sua glande enorme com sua entrada traseira — ainda aberta e preparada do treinamento anterior.
Ele a baixou.
Aeliana gritou, seu corpo arqueando para trás enquanto era penetrada analmente na frente de toda a cidade. A posição era ainda mais exposta, seu corpo inclinado para trás, apoiado apenas pelos braços fortes de Goruk, enquanto ela era segurada completamente pelo membro que a atravessava.
E então ele começou a andar novamente, carregando-a apenas pelo pinto atolado em seu cu.
O público ficou em silêncio por um momento, impressionado com a força do orc e a submissão da princesa. Então, aos poucos, os murmúrios começaram.
"Ele a carrega inteira..."
"Olhem como ela está aberta..."
"Os cinquenta e dois centímetros devem estar todos dentro..."
Era verdade. Aeliana balançava com cada passo de Goruk, seu corpo leve como uma pena para a força do orc, mas pesado o suficiente para criar uma fricção constante em seu interior. Seus seios balançavam livremente, seus cabelos dourados caíam em desordem, e seu rosto estava uma máscara de êxtase e submissão.
Eles passaram por um grupo de adolescentes élficos que estudavam nas escolas de magia. Os jovens magos olhavam com os grimórios esquecidos nas mãos, seus rostos corados enquanto observavam a cena mais real e primitiva que já tinham presenciado. Uma jovem aprendiz de maga chegou a tocar seu próprio corpo discretamente, excitada demais para conter-se.
"Ela está escorrendo," apontou um elfo mercador, sua voz rouca de desejo.
E era verdade. A mistura de fluidos — o próprio de Aeliana e o pré-gozo de Goruk — escorria de sua entrada traseira ao redor do membro do orc, pingando no chão de cristal a cada passo, deixando um rastro obsceno pelo caminho. O líquido branco-esverdeado brilhava ao sol, uma prova visível da dominação completa.
Goruk parou novamente, desta vez em frente ao Templo da Submissão, onde as sacerdotisas élficas treinavam as jovens para o serviço. As sacerdotisas, vestidas em robes que deixavam seus próprios corpos expostos, observavam com aprovação.
"Uma boa receptáculo," comentou a Alta Sacerdotisa, uma elfa de cabelos negros que havia servido aos orcs por três séculos. "Vejo que a rainha a treinou bem."
Goruk respondeu empurrando Aeliana para cima e para baixo em seu membro, usando-a como uma marionete sexual, fazendo-a gemer enquanto a multidão observava o movimento obsceno de seu corpo sendo levantado e abaixado naquele pinto monstruoso. As bolas do orc balançavam pesadamente, batendo contra as nádegas da princesa a cada descida.
"Ela está pronta," anunciou Goruk finalmente, sua voz carregando a sentença. "A princesa Aeliana está iniciada. Que todos saibam que ela serve à Horda."
A multidão irrompeu em aplausos, uma onda de som que percorreu a cidade. Aeliana, impalada e exausta, permitiu-se um sorriso. Ela havia passado. Era uma serva completa agora, vista e reconhecida por todo o reino.
E enquanto Goruk a carregava de volta para o palácio, ainda atolada em seu membro, o sol se punha sobre Lothlórien Sombrio, pintando o céu da cor da submissão élfica — um roxo profundo, escuro e eterno.
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