#Bissexual #Corno #Grupal #Voyeur

Aprendendo a Ser Beta - Parte I

1.1k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
CaioT

Embora esse conto apresente majoritariamente sexo heterossexual, ele é a saga de um moleque hetero, descobrindo ser corno e se rendendo aos parceiros.

Da visão limitada da fresta do guarda-roupas, eu enxergava os corpos suados batendo um no outro. O som dos gemidos, as arfadas, o barulho das cinturas colidindo. Era tudo muito erótico, sexual. Minha pica tinindo na minha mão. Era uma bela homenagem que eu estava prestando aos dois na minha cama. Tentando enxergar mais alguma coisa, movi o rosto pela fina brecha e encontrei os olhos de Gabriel me encarando, o branquelo da turma, com mais músculos que o restante do grupo, meu melhor amigo. Ele sorrindo, com os braços cruzados atrás da cabeça, enquanto a garota de cabelos aloirados quicava na rola de 19 cm dele. Esta era Jessica, minha namorada. A puta do grupo, isto é, por detrás dos panos, na surdina. Eu descobri tem uns dois meses que os moleques do meu grupo passam a piroca nela. Mas o Gabriel é o único que sabe que eu sei, por isso ele implorou pra eu entrar no armário, pouco antes de dizer que eu precisava passar no mercado enquanto ela acabava de entrar no banheiro. Algo que eu relutei, mas acabei cedendo. Queria saber se era tudo real ou apenas fruto da minha imaginação. Contando com ele, também tinha o Richard, molecote moreno, usa óculos, pretinho safado. Esse eu só imaginava enfiando a pica nela, nunca vi, mas o Gabriel me garante que já. Vinícius era o mais exibido: sempre que estávamos juntos, eu e minha namorada no grupinho, ele já chegava colocando o braço nos ombros dela, como se fosse namorada dele. Não tinha dúvida nenhuma de que ele afogava o pinto na xota dela. Mas isso depois. Agora eu tinha que me acabar na punheta enquanto o Gabriel socava compulsivamente o caralho na minha mina.
Imagina como esse filho da puta tá se sentindo. Galando minha namorada na minha cama, melando meu lençol com o suor dele. Nem precisava imaginar: meus olhos ainda estavam focados no rosto dele e ele não desgrudava a vista de mim, com o sorriso sacana brincando nos lábios, vez ou outra mudando de feição de tão tesudo que era minha Jessica na pica dele. O suor escorrendo pela testa, os músculos se contraindo… era hora da gozada. Era a primeira vez que eu testemunhava.
— Vou gozar, porra! — falou alto, tirando os olhos de mim. Soltou umas arfadas sinistras e urrou, erguendo os quadris, pelo menos até onde eu conseguia ver. O corpo dele demorou muito nas contrações. Certeza que foi uma senhora gozada. Meu pau trincava pedindo gozada, mas eu segurei. Se gozasse, com certeza o tesão passaria e a raiva me faria pular do armário com ódio. Trocaram carícias, rolou beijo e ela voltou pro banheiro.
Eu tava de joelhos dentro do armário, só assim pra ter visão do ângulo em que eles estavam. Minha cabeça tava fazendo zuada e meu pau pulsava na mesma batida do meu coração acelerado. Porra, eu fui corno e gostei pra caralho… mas que sensação de perda é essa? Parece que perdi numa corrida com os moleques. Parece que fiz uma aposta e saí por baixo, agora a rapaziada me zoa. Nem deu tempo de dar trela pras minhas emoções confusas porque o Gabriel apareceu pelado na fresta do armário e abriu a porta. O pauzão dele melado, com resto de gala escorrendo pela cabecinha… ou melhor, cabeçona, né. O sorriso sacana do desgraçado. Porra, que humilhação! E eu ainda de joelhos quando ele pegou uma camiseta minha e passou na ponta da pica, limpando o esperma que tinha sobrado.
— Tu é um filho da puta, né? — falei irritado, mas não com ódio o suficiente pra partir pra uma briga. Na real, quando eu me levantei meu cacete ainda tava trincando.
— E tu curtiu pra caralho ser meu corninho, foi não? — saiu um risinho enquanto ele continuava esfregando minha camisa na piroca.
— Vai se foder, seu arrombado. Só queria confirmar mesmo. Agora já tenho prova pra terminar—
— Então por que isso aqui tá duro? — deu um tapinha com força na minha pica, me fazendo encolher.
— Admite que curtiu vendo eu tacando piroca na buceta dela — deu uma pausa pra imitar uma sarrada no ar e continuou — e ainda galei lá dentro. Tá ligado que se tu for pai vai ter que criar filho meu, né? — O sacana era muito pior do que parecia. Porra, se o mais “tranquilo” já era assim, Vinícius já tinha galado meio litro de porra no útero dela então. Era questão de tempo até essa puta aparecer grávida. Ele deu um tapinha na minha cara dessa vez, me acordando dos pensamentos.
— Desce, porra! Vai pro mercado comprar o que a gente combinou se não ela descobre — falou baixinho.
Já ia deixando o quarto quando ele completou:
— E dá um jeito nessa pica aí, moleque! Se não vai assustar todo mundo — e riu. — Aí se liga: quando tu voltar, dá um beijão de língua nela. Vai ter uma surpresinha pra tu.
Que filho da puta sacana! Fiz cara feia e ameacei voltar pra dentro, mas ele trancou a porta. Desci soltando fumaça. No caminho todo a piroca mais dura que o chão que eu pisava. Porra, fui corno pra um branquelo… vai se foder. Se bem que fui corno até pra um neguin. Foi só pensar nisso que a piroca pulsou. Não deu outra: foi na garagem mesmo. Coloquei o cacete pra fora e lasquei a punheta mais tesuda da minha vida, quase gozando sempre que chegava na base e subia até a ponta. Três sequências só foi o que eu aguentei antes de melar o chão da garagem com cinco jatos. Passei o pé na poça de gala e segui rumo ao mercado com a cabeça fumaçando, me perguntando em que momento eu permiti que isso acontecesse, em que momento meus parceiros, irmãos de outras mães, se deram conta de que poderiam avacalhar comigo… o que eu tinha feito pra merecer isso? Não era como se eu quisesse… quer dizer, não sei. Foi muito gostoso, mas caralho… depois do tesão aquela sensação de ter perdido algo era muito assustadora. Como eu ia encarar a rapaziada depois disso?

[Aguarde a parte II]

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos